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Dificuldades na resolução do contrato
Estou a tentar cancelar o fornecimento do serviço Vodafone desde o dia 05 de maio. Inicialmente contactei a Vodafone, por via telefónica, que me informou que para poder cancelar o fornecimento do serviço teria de aguardar o contacto do departamento de cancelamento. Após passarem 24h sem me contactarem, voltei a contactar a Vodafone que me informou que iriam contactar assim que fosse possível. Passado algumas horas fui contactado pelo departamento de cancelamento, que depois de me ter tentado apresentar várias ofertas, por mim recusadas, me informou que para cancelar o serviço, teria de ser por escrito. Fizeram-me perder horas ao telefone, fizeram-me aguardar pelo contacto do suposto departamento de cancelamento, para depois me informarem que tinha de ser efetuado por escrito, quando poderiam tê-lo feito no 1º telefonema que tive com eles. Em 07/05/2026 efetuei o pedido de cancelamento por escrito, sendo que até à presente data ainda não obtive qualquer resposta.
Contrato nao assinado
Exmos. Senhores, (Em (12/05/2026) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º(S969777937)Sucede que me foi enviado por email e eu nunca assinei e nem enviei copia do meu documento como me foi pedido por telefone. Declaro que nao tenho o servico instalado na minha residencia e nao tenho interesse na instalação. Estao me ligando todos os dias e me disseram que se eu nao aceitar o servico tenho que pagar 400 euros. Considerando o exposto, venho fazer a denúncia do contrato que nao assinei, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos. Cumprimentos.
Condições degradantes e cobrança abusiva de penalização – Fitness Up Almada
Venho apresentar reclamação contra a Fitness Up Almada devido ao estado de degradação das instalações e à recusa em cancelar o meu contrato sem cobrança de penalização. As condições da sala de musculação são inadmissíveis: ventilação insuficiente, ambiente extremamente abafado, aparelhos de ar condicionado avariados e a pingar, infiltrações constantes em dias de chuva, baldes espalhados pelo espaço e panos molhados inclusive nas escadas, criando risco de queda. O teto apresenta buracos e aspeto degradado, transmitindo sensação de insegurança estrutural. Basta consultar as avaliações públicas no Google para perceber que estas queixas não são isoladas e que os problemas já se arrastam há bastante tempo, sem resolução adequada. Ainda assim, continuam a cobrar mensalidades normalmente enquanto os clientes treinam em condições que considero indignas e potencialmente perigosas. Tenho problemas de tensão baixa e o ambiente abafado já me causou mal-estar físico dentro do ginásio. Considero que não existem condições mínimas de conforto, segurança e salubridade para utilização do espaço. Na minha opinião, o estado atual das instalações justificaria inclusive uma fiscalização séria pelas entidades competentes. Apesar disso, ao solicitar o cancelamento do contrato por justa causa, fui informada de que teria de pagar uma “taxa”/penalização de 60 euros. Considero inaceitável que um ginásio nestas condições tente obrigar clientes a permanecer vinculados ou pagar para sair. Já efetuei reclamação no livro de reclamações e, caso a situação não seja resolvida, irei avançar junto da ASAE e demais entidades de defesa do consumidor.
sem serviços desde 28/01
Venho por este meio expressar a minha completa insatisfação com o serviço prestado pela MEO, estou(eu e muita gente certamente ainda) sem qualquer serviço desde janeiro após a tempestade Kristen e até ao dia de hoje sem qualquer previsão de quando fica resolvido. Faz cerca de 3 semanas que colocaram todos os postes de volta na minha rua e simplesmente foram embora sem ligar os clientes. Uma empresa deste tamanho que diz ser a melhor e não tem qualquer organização, sem técnicos, sem seriedade e ainda estão a cobrar mensalmente cerca de 15€ sem ter qualquer serviço a meses, estão a cobrar de que mesmo? Quando me irá ser reposto o serviço?
Rescisão não realizada
Exmos. Senhores, Em 30/04/2026 denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa Meo telecomunicações que até hoje, passados dias, o serviço ainda se encontra ativo, eu enviei o contrato de arrendamento do estrangeiro (españa) na língua espanhola, a qual a Meo me indica inicialmente que não aceitam não língua espanhola, teria de ser ou português ou inglês, o qual é incompreensível, pois o senhorio não está na obrigação de saber ou traduzir em outras línguas, após uns dias um assistente da Meo me liga a dizer que aceitam o documento em espanhol e dão uma data de rescisão e de entrega dos equipamentos em loja, passado uns dias ligam novamente a pedir desculpas, que no fim já não é assim, que para rescindir sendo que tenho fidelizaçao tenho que enviar contrato de emprego no estrangeiro, se não apenas podem prescindir com os custos da penalização. No estrangeiro não vou trabalhar nem sou obrigada ao mesmo, vou apenas para o estrangeiro sem data de regresso a Portugal, e com a possibilidade de nem voltar mais. Pretendo cancelar o serviço da Meo sem nenhum custo de penalização nem qualquer tipo de custo. Pretendo a rescisão com urgência e totalmente gratuita. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos. África Salvador
Encargos ocultos revelados no momento de resolução do contrato
Ativei os serviços da NOS, e após 9 dias sem que os serviços me fossem efetivamente disponibilizados não consegui obter reparação. Estabeleci contacto telefónico e informei que pretendia exercer o meu direito de resolução do contrato, ao abrigo da cláusula 6.2 das Condições Gerais de Serviço de Comunicações Eletrónicas e Serviços Conexos. Nessa chamada foi-me imputado o pagamento da ativação e instalação no valor de 400€. Na mesma chamada, recusei esse custo com base no modelo resumo do contrato, cuja tabela "Preço" - "Não recorrente", na linha "custo de ativação e instalação", e coluna "valor", apresenta o valor 0,00. Imediatamente de seguida, a chamada foi terminada pela NOS. No dia seguinte dirigi-me a uma loja NOS e entreguei o equipamento recebido, exercendo o direito de resolução do contrato. Foi-me informado o dever de pagar as mensalidades correspondentes aos meses restantes no período do contrato - valor que, ao abrigo da cláusula 6.2 das Condições Gerais, não me é imputável. Atendendo a que todos os fatos se sucederam dentro do período de 14 dias após ativação do contrato, expus a situação através de reclamação na Provedoria NOS, onde requisitei que assegurassem o pleno exercício do meu direito de livre resolução de contrato, à luz do qual não me sejam imputados custos de instalação nem de serviço além desse período. Não obstante a resposta a essa mesma queixa, expus os fatos acima em nova reclamação (com recibo de receção de dia 18/03 constante do anexo VI), que fundamentam, aliás de acordo com o pleno exercício do meu direito de resolução, a ausência de qualquer faturação adicional. Em incumprimento do seu dever de obrigatoriedade de resposta, esclarecido por decisão da ANACOM a 01/07/18, não me foi endereçada nenhuma resposta. A 21/03/26, a NOS emite fatura no valor de 0€ (constante do Anexo VII), e a dia 22/04/26, A NOS emite fatura no valor de 340€ (constante do anexo VIII). Nos termos do artigo 8.º, n.º 1, alínea c), da Lei de Defesa do Consumidor, o prestador de serviços encontra-se obrigado a informar o consumidor, de forma clara, objetiva e adequada, sobre o preço total do serviço e respetivos encargos suplementares. Acresce que, nos termos do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 446/85, que institui o regime jurídico das cláusulas contratuais gerais, consideram-se excluídas dos contratos singulares as cláusulas que não tenham sido devidamente comunicadas ao aderente. Ora, o alegado custo de instalação nunca foi previamente discriminado nem adequadamente explicado no momento da celebração do contrato, razão pela qual a respetiva cobrança se revela indevida e contrária aos deveres legais de informação impostos ao prestador. Acresce ainda que o serviço contratado nunca foi prestado em condições normais de funcionamento, verificando-se um incumprimento das obrigações contratuais do operador. Aliás, em deslocação à loja NOS foi-nos comunicado que não procedem à instalação do serviço em Alfama, pela fraca rede que inviabiliza o seu correto funcionamento, facto que não nos foi previamente informado. Tal conduta viola igualmente o princípio da boa-fé previsto no artigo 9.º, n.º 1, da Lei de Defesa do Consumidor, segundo o qual as relações jurídicas de consumo devem reger-se pelos princípios da “lealdade e da boa fé” tanto na formação como na execução dos contratos. Não tendo o serviço funcionado corretamente desde a instalação, não pode o consumidor ser penalizado com encargos adicionais cuja existência nem sequer foi validamente comunicada ou aceite.
Incompetência por parte da empresa DPD
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela DPD, que considero completamente inaceitável, desorganizado e profundamente anti-profissional. No dia 11 de maio, às 09:36, recebi a seguinte mensagem da vossa parte: “A encomenda BOTICARIO, ref. 09637571108****, vai ser entregue hoje, entre as 14:56 e as 15:56. Faculte o código 1825 ao nosso Condutor. Obrigado. DPD” Sendo eu destinatária de encomendas frequentes do Boticário há vários anos, considerei naturalmente que esta mensagem correspondia a uma entrega real destinada a mim. Por volta das 12:30, contactei telefonicamente a DPD para confirmar a situação da encomenda e fui informada de que a mesma seria efetivamente entregue nesse dia. No entanto, às 16:11, após nova chamada para a vossa linha de apoio devido ao atraso da entrega, fui informada por um funcionário de que a encomenda tinha sido entregue a outra pessoa, alegando ainda que eu “não deveria ter recebido aquela mensagem”. Esta situação é absolutamente inadmissível. Não é aceitável que uma empresa de distribuição envie notificações de entrega incorretas aos clientes, confirme posteriormente a entrega através da linha de apoio e, mais tarde, tente justificar o erro com falta de organização interna. Reforço ainda que trabalho com o Boticário há anos e apenas desde o início deste ano comecei a enfrentar problemas graves e recorrentes com a transportadora DPD. A falta de coordenação, controlo e profissionalismo demonstrada tem sido constante. Caso o Boticário não disponibilize uma alternativa de transportadora, irei ponderar seriamente deixar de aceitar encomendas enviadas através da DPD, uma vez que a vossa atuação compromete diretamente o meu trabalho e a confiança no serviço. Solicito uma resolução imediata desta situação, bem como um esclarecimento formal sobre o sucedido. Após a chamada efetuada às 16:11, e apesar de me ter sido garantido pelo vosso funcionário que a encomenda teria sido entregue a outra pessoa e que eu “não deveria ter recebido a mensagem”, a verdade é que cerca das 16:50 a encomenda acabou efetivamente por ser entregue na minha morada. Ao expor toda esta situação ao entregador, o mesmo mostrou-se completamente incrédulo perante a informação que me tinha sido transmitida pela vossa linha de apoio, o que demonstra ainda mais a falta de coordenação e profissionalismo dentro da própria empresa. Perante a gravidade da situação, às 17:10 voltei a contactar a DPD para solicitar o nome do funcionário com quem falei às 16:11, uma vez que as chamadas são gravadas e pretendo apresentar uma reclamação direta relativamente à sua conduta. Contudo, foi-me recusada essa informação. Considero esta situação de extrema gravidade, absolutamente inadmissível, inaceitável e profundamente anti-profissional. Um funcionário da vossa linha de apoio forneceu informações falsas e contraditórias ao cliente, criando uma situação de stress, desinformação e total falta de confiança no serviço prestado. Mais grave ainda é perceber que os sucessivos problemas que tenho vindo a enfrentar com a DPD poderão resultar precisamente da má gestão interna, da incoerência de informação e da evidente falta de profissionalismo demonstrada por alguns colaboradores responsáveis pela gestão e apoio ao cliente. Solicito, com caráter de urgência, que entrem em contacto comigo e me facultem a identificação do funcionário em questão, bem como um esclarecimento formal sobre todo o sucedido. Situações desta natureza são inacreditáveis e não podem, de forma alguma, ser normalizadas dentro de uma empresa de distribuição.
Longa espera
Exmos Srs Eu Carla Maria Rocha Falé Fialho, cliente n° 1263632216 e com o número de conta: 1479157415, venho apresentar queixa contra a Meo pois desde Novembro que tento comprar um equipamento a prestações, e até à data de hoje que voltei a ligar disseram que estou em lista de espera para gerar u.a referência multibanco para pagar o valor de entrada, isto é mais do que ridículo é gozar com o cliente 6 meses de espera para ganhar um voucher de 100€, fiz reclamação 2 vezes na provedoria da Meo a qual também não obtive resposta, já perdi a conta de vezes que liguei para tentar resolver mas ainda nada, espero que sendo sócia da Deco possam interceder por mim e me ajudem a resolver esta questão o mais breve possível, obrigada Cumprimentos Carla Fialho 11/05/2026 Cumprimentos.
Encomenda perdida e mencionam entregue
Tenho uma mercadoria da Temu, na qual mandei vir coisas para a casa e para levar a um casamento que tenho dia 16/5. Supostamente a encomenda foi entregue no dia 4/5. Mas só soube porque verifiquei no site da TEMU apenas uma foto do saco a dizer entregue, sem qualquer assinatura de quem a recebeu inclusive uma imagem muito pequena que nem se consegue perceber em que local está. Contactei a transportadora Ecoscooting Portugal que disse que ia verificar dentro de um prazo de 7 dias. Não conseguiram saber onde a encomenda está, nem me dão o contato do transportador, pois solicitei que verificassem com os agentes de distribuição daquele dia e daquela zona, apenas dizem que não se conseguem saber. Ou seja perdi uma encomenda, nunca fui notificada a saber quando a ia receber e/ou da mesma ser entregue e a solução deles é pedir um reembolso ao vendedor. Basicamente não fizeram nada, ainda me perderam a encomenda e ainda referiram que tentaram me contactar via telefónica e whatssap na qual é mentira pois não tenho nenhuma tentativa de contato. Não me resolveram nada! Vou ter de ter custos pois tenho o casamento sábado e estou sem sapatos para mim e para o meu filho. Nunca tinha trabalhado com esta transportadora, mas desta 1ª experiencia e espero última, não vi nenhum interesse em tentar arranjar uma solução para isto. Péssimo serviço, e já avisei na TEMU que não quero mais envios pela Ecoscooting.
Encomenda não recebida
Reclamação Urgente – Serviço de Morada Virtual CTT – Tentativa de Devolução Indevida do Objeto LA002129288CY Aos CTT – Correios de Portugal, Escrevo esta reclamação através da plataforma da DECO para expor uma situação inadmissível relativa à gestão da encomenda com o número de objeto LA002129288CY, que se encontra atualmente no Centro Operacional de Perafita. Sou utilizador do serviço de Morada Virtual, utilizando o vosso centro em Perafita para posterior encaminhamento para o meu Cacifo Lock na Figueira da Foz. A encomenda em questão, proveniente do Chipre, chegou a Portugal e deveria ter sido entregue hoje no referido centro. O que aconteceu é incompreensível: o estado passou para "Não Entregue" e, após contacto telefónico com o vosso apoio ao cliente, foi-me dito que nada podem fazer e que a encomenda será devolvida ao Chipre. Exponho a minha total indignação pelos seguintes pontos: Falta de Flexibilidade: A encomenda LA002129288CY já está em Portugal, nas vossas instalações. Recusarem-se a alterar a morada ou a permitir um reagendamento é uma falha grave de serviço ao cliente. Prejuízo Financeiro: A devolução ao Chipre implica que eu tenha de pagar novamente 15 € de portes para que o objeto volte a Portugal. É um custo que me estão a imputar por uma falha vossa na entrega em Perafita. Absurdo Logístico: Qual é o sentido de reenviar um objeto para o estrangeiro quando o cliente está disponível para retificar a morada ou receber o objeto noutro ponto, estando este já em solo nacional? É vergonhoso que a única solução apresentada seja o retorno à origem. Exijo, por isso, o seguinte: A interrupção imediata do processo de devolução ao Chipre do objeto LA002129288CY. O reagendamento da entrega, seja para a Morada Virtual em Perafita ou diretamente para o meu Cacifo na Figueira da Foz, uma vez que o objeto já se encontra na vossa posse. Não aceito que a solução seja "devolver para o Chipre e o cliente que pague outra vez". Caso a encomenda seja efetivamente devolvida, utilizarei esta queixa formal como prova para exigir o reembolso de todos os custos adicionais que venha a ter. Aguardo uma resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Nº de Objeto: LA002129288CY Tlf: 961552711
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