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Programa E-Lar recusado
Boa Tarde No email que recebi do Fundo Ambiental – documento anexo - está indicado que a minha candidatura ao programa E - Lar não foi aceite por Situação Contributiva Não Conforme. Tenho a situação Contributiva junto da segurança social regularizada como mostro no documento anexo pedido por mim e emitido pela segurança social no dia 18/09/2025 que o Fundo Ambiental deve ter consultado, pois dei ordem expressa para o fazerem. A Secretaria Geral do Ambiente e Ação Climática (SGA) pediu a declaração da minha situação contributiva à Segurança Social no dia 06/10/2025 e recebeu a resposta de situação contributiva regularizada por parte da segurança social no dia 14/10/2025 – mesmo documento anexo Desta forma como pode o Fundo Ambiental enviar-me notificação de Candidatura Não Aceite por Situação Contributiva: Não Conforme no dia 10/10/2025 se ainda não tinha resposta da Segurança Social ao pedido feito pela SGA no dia 06/10/2025- documento anexo. Também indicam na notificação de dia 10/10/2025 que não tenho tarifa social de energia, o que é estranho - tive de pedir o documento Modelo M12 à segurança social para comprovar que tenho Tarifa social de energia pois beneficio de Prestações Sociais - Abono Familiar das minhas filhas – documento anexo. Indicam ainda que candidatura passou ao estado em preenchimento e que a poderia voltar a submeter mas o sistema não permite - sistema diz que candidaturas estão encerradas desde 05/10/2025 - isto foi antes de eu receber a resposta do Fundo Ambiental – Programa E- Lar e isto é realmente injusto porque eu submeti a candidatura no dia 30/09/2025 e não a consigo voltar a submeter no portal E-Lar. Por favor podem me ajudar a entender como pode o Fundo Ambiental tratar a minha candidatura deste modo e como devo proceder para que a minha candidatura seja reavaliada. Muito obrigada Isabel Rebelo NIF: 207580608 NISS : 11104499931 contacto móvel: 919861146
Acesso aos canais digitais
Desde o dia 17 de setembro eu tenho os canais digitais do Novo Banco bloqueados. Recebi um WhatsApp com uma tentativa de burla e desde então não tenho acesso. Entendo que foi por motivos de segurança esse bloqueio, mas já se passaram quase 2 meses. Já fui diversas vezes no banco, liguei na linha directa centenas de vezes e nada foi resolvido. Cada vez que ligo na linha directa demoro no mínimo 30 minutos para ter um atendimento, sem informação nenhuma por parte dos atendentes pois nem sabem o que está acontecendo com o meu acesso. Já fiz o reset de segurança no telemóvel com um técnico. Já fiz tudo o que disseram para fazer mas até hoje não resolveram meu problema. Todos hoje em dia sabem a falta que faz a aplicação no telemóvel e eu moro em aldeia, tenho que me deslocar para longe para ter acesso a um multibanco, o que dificulta ainda mais a minha situação. Não consigo nem consultar meu saldo do cartão de crédito e nem o montante de pagamento pois o multibanco não fornece essas informações, para conseguir isso tenho que me deslocar até o balcão e o mais próximo fica há 40km da minha casa. Mando e-mail semanais ao balcão de Évora questionando. Essa atitude do banco em relação ao meu problema é um verdadeiro descaso. Todos os meses pago a manutenção da conta e dívida que tenho em dia, nunca atrasei um dia se quer. Abri uma reclamação online no livro de reclamações e a resposta que obtive foi realmente algo inacreditável (segue em anexo). Um verdadeiro descaso comigo e com a situação que estou expondo e pedindo para ser resolvida o mais breve possível. Aguardo uma resolução do meu caso com extrema urgência. Obrigado. Cumprimentos.
Não comprimento de apólices
Exmos. senhores. No passado dia 19/09/2025, adquirir uns equipamentos fotográficos, na Worten, no valor total de 3.038,96 € que por sua vez, assegurados com as apólices AR3 8572749 e AR3 8572750 , dano acidental, roubo e furto qualificado. Entretanto, no passado dia 16/10/2025, o meu carro foi assaltado e furtaram o que lá continha, neste caso, os equipamentos fotográficos, entre outros. Reportei á GNR e á seguradora. Entretanto, após entregar a documentação toda, á seguradora, os mesmos rejeitaram o pedido de sinistro ,como roubo não aceite por telefone com o argumento de que eu não tinha sido agredido.??? E atualizaram o estatuto na página das apólices como não aceite, mas sem me informar ou justificar ou fundamentar. ( Já requerido) Já reclamei na Worten, pois a meu entender e como está descrito na fatura, eu fiz uma compra e pagamento á Worten, PRESENCIALMENTE, o próprio seguro é designado de programa Worten resolve, isto é, a Worten é que deveria de revólver o assunto, com seus clientes, em nada refere que , estou a comprar um seguro, a uma parceria, neste caso, domestic & general e que sou eu que tenho de que contactar a seguradora. Dito isto, e por opinião pessoal, acredito que seja um ato de má fé, por parte da seguradora... mas de facto, sinto-me lesado perante a situação, foi um investimento muito difícil de fazer... A seguradora, continua a insistir no roubo, quando o mesmo está incluído nas apólices com o argumento de que não houve violência. Como consumidor, alerto para terem, MUITA ATENÇÃO, quando forem adquirir, um destes planos de "seguro", nestas empresas de tecnologia, ETC etc, pois a informação só nos é transmitida, após o pagamento, informação importante como por exemplo, a partir do momento que fazemos o pagamento, ( neste caso) á Worten, a mesma fica livre de responsabilidades, "... tem que contactar a seguradora para resolver o seu problema..." Isto apesar de terem uma fatura com tudo descrito e á ordem da Worten. Enfim, meio mundo a tramar meio mundo.... Envio os documentos, em anexo. MUITO OBRIGADO.
Burla Paypal
Exmos Senhores, hoje, dia 03/11/2025 verifiquei através da minha conta bancária de que foi retirado um valor acima do que é habitual do meu cartão da Rádio Popular RP ON associado à Cetelem dos eletrodomésticos que adquiri às prestações em 2024. Após constatar esse fato fui verificar os extratos da conta e verifiquei um movimento no dia 02/09/2025 com o nome de GagehArlem-SGP - PAYPAL. Quero reclamar de que eu não fiz qualquer movimento para paypal. Sendo que, este cartão encontrava-se isolado em casa e nunca teve nenhum movimento a não ser o pagamento da mensalidade. Além disso, teoricamente, este cartão não deveria dar para fazer transferências ou pagamentos. Assim como, nunca recebi ou validei qualquer pagamento de paypal. Sendo assim sinto-me prejudicado no montante de 44,57€ + JUROS aplicados pela credora. Já fiz queixa no portal das queixas eletrónicas (em anexo) e também deixo em anexo os comprovativos da operação e extratos.
Candidatura anulada
Exmos. Senhores. Venho por este meio comunicar que a minha candidatura ao PAE+S 2023, com o numero 59534, foi considerada anulada por não ser possivel entregar a caderneta predial com o meu nome como proprietária, passo a explicar. Sou casada em regime de comunhão de bens adquiridos e por ser segunda titular a Caderneta Predial só foi Carregada no nome do meu marido, não constando o meu. No entanto, apresentei a escritura do imovel que está a nome dos dois, entreguei uma certidão do registo Predial e mesmo assim a candidatura foi considerada anulada. Supostamente por não conseguir entregar a minha fiscal integrada. Como se torna impossivel perceber ao certo qual o problema, pois antes de efetuar a contestação, pedi ajuda através do ebalcão, sem qualquer resposta. Uma vez que a quando da inscrição para o fundo ambiental, a Caderneta predial é, segundo a documentação exigida, substituivel por outra documentação já apresentada por mim
Candidatura erradamente Anulada
Exmos. Senhores, A minha cadidatura foi erradamente anulada alegando que a data da fatura deveria ser anterior à data de 01/05/2022 , o que está totalmente errado uma vez que me candidatei ao PAE+S 2023 que tinha como data limite 31/10/2023. Ora como podem validar por toda a documentação apresentada a fatura foi emitida dia 27/10/2023 cumprindo assim o prazo limite. Isto faz com que a minha candidatura tenha sido mal avaliada por vocês e por sua vez Anulada. Agradeço que re-abram a candidatura uma vez que um erro foi cometido pela vossa parte. Cumprimentos.
debito 6,99€ da minha conta sem autorização.
Venho por este meio comunicar que a Domestic and General insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 6,99€ da minha conta sem autorização.
FRAUDE e débitos não autorizados
No dia 23 de junho de 2025, fui vítima de fraude financeira envolvendo o serviço Apple Pay do Activo Bank. Foram realizadas sete transações não autorizadas na minha conta: 1 € (transação de teste inicial), 4 × 280 €, 2 × 140 €, totalizando 1 401 €. A primeira transação de 1 € evidencia claramente um teste fraudulento, seguido por compras de elevado valor, totalmente fora do meu padrão de consumo, sinal claro de comportamento anómalo que deveria ter acionado alertas do banco. O Activo Bank não bloqueou nem alertou para estas operações suspeitas, demonstrando falha grave no sistema de prevenção de fraude. Após identificar as transações, bloqueei imediatamente o cartão e contactei o banco, que realizou estorno temporário do montante. Meses depois, recebi um e-mail do Activo Bank alegando que as operações foram feitas via Apple Pay e, “por utilizarem autenticação forte”, não seriam passíveis de reembolso. Contudo, o banco não apresentou provas técnicas de que as operações foram realizadas por mim ou no meu dispositivo, admitindo inclusive a possibilidade de que os meus dados possam ter sido obtidos por terceiros, confirmando assim que houve fraude externa. Apesar disso, o banco retirou o crédito provisório e voltou a debitar 1 401 €, deixando a minha conta negativa. Registei boletim de ocorrência por burla informática e reclamação formal ao Banco de Portugal (proc. n.º PCB-RCO.101482.357). Fundamentação legal: Decreto-Lei n.º 91/2018 (PSD2 – Serviços de Pagamento) Art. 111.º: O prestador de serviços de pagamento (banco) deve demonstrar que a transação foi autenticada pelo titular e cumprir com autenticação forte do cliente (SCA). O banco tem responsabilidade pelo reembolso em caso de transações não autorizadas, salvo prova de culpa ou fraude pelo cliente. Art. 128.º e 129.º do Código Civil O banco deve agir com diligência e prudência na proteção dos fundos do cliente; Qualquer erro, omissão ou falha de segurança que resulte em prejuízo deve ser reparado pelo prestador do serviço. Diretiva (UE) 2015/2366 (PSD2), artigos 74 e 75 Impõe que os pagamentos não autorizados sejam reembolsados integralmente pelo prestador de serviços de pagamento, exceto se houver prova de culpa do cliente. Obriga a monitorização de operações atípicas e comunicação imediata em caso de suspeita de fraude. Pedidos à DECO: Interceder junto do Activo Bank para que seja reembolsado o valor total de 1 401 €; Solicitar ao banco a entrega dos detalhes técnicos das transações (IP, dispositivo, localização, logs de autenticação); Garantir a regularização imediata do saldo negativo; Apontar ao banco a responsabilidade legal pela proteção de clientes contra fraude e eventual sanção ou orientação regulatória.
Sinistro não resolvido e Xenofobia
Tenho 62 anos e sou administradora de um prédio em Alverca e, há mais de seis meses, tenho um sinistro em aberto devido a um vazamento ocorrido no interior da prumada do edifício, o qual causou danos em alguns apartamentos. O problema teve origem em 2024, mas o processo ficou em suspenso porque a seguradora solicitou uma vídeo-inspeção, que foi realizada apenas este ano por uma empresa indicada pelo perito da Fidelidade. Após a vídeo-inspeção, foram enviados os orçamentos correspondentes. O laudo técnico identificou duas microfissuras no interior da prumada, por onde a água se infiltrava. O perito solicitou, então, um orçamento para reparação através de injeção de resina, uma vez que, pelos métodos convencionais, seria necessário abrir duas paredes de apartamentos para aceder às fissuras e substituir o cano danificado. Há cerca de três meses, enviei o orçamento solicitado, no valor aproximado de €5.800, acrescido de €300 relativos à vídeo-inspeção — totalizando €6.100. Cerca de dois meses depois, fui informada de que o valor aprovado seria apenas de €1.300 para o reparo da prumada, valor manifestamente incompatível com a dimensão do problema. Ao questionar, fui informada de que o sinistro teria sido mal classificado, como se se tratasse de um cano comum de cozinha. Passados mais de 30 dias, comunicaram-me que eu teria enviado um orçamento de menor valor e que a seguradora estaria a basear-se nesse orçamento, o que é completamente incorreto. Nunca enviei qualquer outro orçamento, nem solicitei nova vídeo-inspeção — o que, aliás, não faria sentido, tratando-se de uma prumada num prédio particular. Sugeri que talvez pudesse haver confusão com outro edifício, mas foi-me dito que não. Solicitei, então, o envio da cópia do alegado “orçamento alternativo” e a identificação de quem o teria remetido, pois a própria seguradora havia informado, desde o início, que nenhum orçamento seria considerado antes da realização da vídeo-inspeção. Portanto, reafirmo que o único orçamento válido é o que enviei após o laudo técnico, elaborado com base nas instruções do perito designado pela Fidelidade. Na sexta-feira, dia 31 de outubro, dirigi-me à Fidelidade da Rua da Juventude para tentar resolver a questão do tal orçamento e também termos uma conversa a três com a vice-administradora. Neste momento a pessoa que se dizia gerente, intrometeu-se de forma inadequada. Além de insinuar que estaria a tentar burlar a seguro - o que não corresponde à verdade e de novo, a 3 pedimos cópia do orçamento e de quem enviou o orçamento. A gerente, que não é perita, afirmou ainda que as fissuras na prumada seriam por falta de manutenção do prédio - não sei como já prumada é um cano no interior do prédio e se realmente fosso o caso, isto já teria sido mencionado. Indignada, falei para a vice ao telefone que estamos a ser culpados pela fissura, onde a gerente pegou o telefone e começou a insultar-me e ainda me dirigiu comentários ofensivos relacionados ao meu sotaque brasileiro. Fui chamada “pessoa sem cérebro” e ainda ouvi que “deveria saber das coisas, já que no Brasil é igual”. Não compreendo a razão de tais comentários, que considero totalmente inapropriados e discriminatórios. A conversa sobre o Brasil foi introduzida sem qualquer contexto, demonstrando uma atitude de xenofobia que não se espera de uma profissional que representa uma empresa perante o público. Eu exijo que analisem este sinistro, já que somos segurados com a fidelidade desde 1995 e logo após 30 anos quando precisamos do seguro, estamos a ser acusados de burla e ainda ter que aguentar insultos xenófobos.
Conta Suspensa
Exmos Senhores do departamento da MILLENNIUM BCP, eu venho expor as minhas indignações por uma por não ter meios nenhum para reutilização da minha conta MILLENNIUM BCP. A minha conta encontra se suspensa ja meses, eu encontro me em um país aonde as taxas por chamadas rede fixas custam preços altísimos e tambem por não ter uma sucursal do mesmo banco aqui no meu país. Por não ter meios suficientes pra reabertura da minha conta, eu sofre descontos todos os meses através do meus estratos. Entretanto a busca da solução busquei utilizar chamadas fixa, na tentativa de solução de problemas a informação que recebe é que eu tenho que estar em portugal para dirigir me a uma sucursal para que possam analisar o meu casa. Triste por essa situação e por nao ter os meios suficientes para ir em portugal, eu venho solicitar ao Banco MILLENNIUM BCP para analisar o meu caso para uma resolução, porque todos os meses eu sofro descontos e la tenho dinheiro e nao só quero fazer o uso da minha conta. Agradeço pela atenção e aguardo a resposta.
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