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Cobrança ilegal
Dirigi-me hoje à Clínica Cuf de Penafiel para realizar uma ecografia que estava marcada via telefone através de um P1 passado pelo SNS. Na admissão entreguei o P1 e fui fazer a ecografia. No final foi-me cobrado o valor de 165€ com a justificação de que a médica que realizou a ecografia não tinha convenção com o SNS e uma vez que tinha seguro de saúde o ideal era acionar o seguro. Sinto-me roubada e enganada uma vez que não fui esclarecida em momento algum de que dentro de uma convenção entre o SNS e a Clínica CUF existem médicos que não tem convenção e mesmo no acto da admissão o alerta deveria ser dado pois sabiam da médica que iria realizar a ecografia não teria convenção e o P1 não era válido. Mesmo assim o P1 foi entregue e nada resolveram.
Recusam-se a cancelar contrato
Exmos Senhores Venho por este meio fazer uma reclamação relacionada ao meu contrato com o seguro de saúde medicare. Acontece que ao fim de um ano eu quis cancelar o contrato e liguei, explicando que nao usava, e que o hospital onde vou nao tem parceria com medicare, por isso queria cancelar. Iludiram-me com a conversa deles, e acabou por passar o tempo. Passou-se entao o segundo ano de seguro, e por razoes de dificuldades economicas e por essa mesma, vou deixar o país em buscar de estabilidade financeira. Entrei em contacto com eles, mas ja tinha passado uns dias que eu devia ter ligado, e desde o inicio de Setembro até agora, andamos com trocas de e-mails e chamadas, e simplesmente recusam-se a ter em consideração. Já tive mensalidades em atraso por nao conseguir pagar, inclusive a de setembro, e mesmo assim nao estao a cooperar. Já expliquei que vou sair do país, que estou a passar por sérias dificuldades e eles nao ajudam. A postura deles está a ser incorrecta, enviam e-mails repetidamente, reenviam várias vezes as condiçoes gerais, como quem diz ‘veja o que você assinou, entao tem que cumprir’. Os e-mails dizem todos a mesma coisa, sinto que nao tem o minimo de respeito por aquilo que as pessoas atravessam. Noto que os e-mails da parte da medicare soa a ironia, pois repetem sempre o mesmo, e esquecem-se que estao a lidar com pessoas e nao com robots. Prometeram que alguém do departamento dos contratos me ligaria, passaram-se dias e dias, e nada de chamada, apenas limitam-se a repetir mails. Além disso a lei diz no Artigo 432.º — Resolução do contrato: “A resolução pode ter lugar por declaração de uma das partes, nos casos em que a lei o permita ou em que haja justa causa.” Visto que se trata de uma justa causa, a medicare tem meios para cancelar, mas simplesmente nao tem vontade. Dois anos que cumpri a minha obrigação de pagar mesmo com muitas dificuldades, nunca usufrui do seguro de saúde, e a consideração e respeito deles é ZERO. Gostava de saber o que poderia fazer, para terminar com este inferno. Resta-me um ano de seguro, inutil será continuar, pois nem sequer vou estar cá para usufruir. Agradeço o vosso tempo e breve resposta. Ana
Recusa de exame ( mamografia)
Boa tarde, frequento bastantes anos a Fundação Champalimaud para realização de exames de rotina de mamografia e ecografia. Este ano foi-me vedado o pedido de marcação de exames com a resposta que não estariam a realizar exames a pessoas externas. Fiquei surpreendida, pelo facto de não ser uma paciente nova e por o ano passado ter aceite ser voluntária num estudo que estava a ser realizado nessa mesma fundação para o desenvolvimento de um novo aparelho aquando da realização dos meus exames. Questionada a funcionária que me informou da novidade, relativamente ao motivo para tal, ao que me respondeu que são ordens, as agendas estão fechadas. Fiquei estupefacta uma vez que a fundação Champalimaud fez uma campanha em que prestava serviços gratuitos em vários pontos da cidade de Lisboa para a realização de mamografia e a resposta que obtive foi que essa campanha era da Câmara de Lisboa. Não obstante ser da Câmara de Lisboa, a fundação Champalimaud forneceu os equipamentos e fez publicidade do mesmo. Contudo não permite a marcação de exames de rotina a uma paciente de longos anos e que quando necessitou das características dessa paciente pediu-lhe para participar num estudo. Atentamente, Alexandra Dias
1 ano que NÃO recebo meu REEMBOLSO
Boa tarde!!! Há 1 ano venho falando com a empresa por WhatsApp e E-mail, para reembolso do colchão RUIM. O valor é de 180€ e a resposta sempre é que a contabilidade vai enviar uma data e pedem desculpas, MAS 1 ano é DEMAIS. Não existe um responsável que resolve. Preciso do valor com Urgência.
Cobrança indevida de taxa e mensalidade após pedido de rescisão por motivo de saúde
No dia 09 de Outubro de 2025, enviei ao Holmes Place Tejo um pedido de rescisão do meu contrato por motivo de saúde, acompanhado do atestado médico que comprova a minha incapacidade para frequentar o ginásio. Apesar de ter apresentado documentação válida e de a situação se enquadrar nas exceções previstas para cancelamento sem penalização, fui informado de que teria de pagar mais uma mensalidade (relativa ao mês de aviso prévio) e ainda uma “taxa de encerramento” de 29 €. No contrato que assinei não consta qualquer referência clara a uma taxa de encerramento, nem a uma obrigação de pagamento adicional em caso de rescisão por motivos de saúde. Considero esta cobrança extremamente abusiva e injustificada, uma vez que a minha condição médica torna impossível a utilização do serviço e, portanto, não se trata de uma simples desistência voluntária. Solicito que a DECO analise a legalidade desta cobrança e me ajude a obter: -O cancelamento imediato do contrato, sem aplicação de taxas ou mensalidades adicionais; -O reembolso de qualquer valor que venha a ser cobrado indevidamente; -Uma resposta formal por parte do Holmes Place sobre este caso. Agradeço o vosso apoio na resolução desta situação, que acredito enquadrar-se nas cláusulas consideradas abusivas pela DECO em contratos de ginásio.
Solicitação de Devolução – Tratamento Invisalign
No dia 18 de setembro de 2025, efetuei o pagamento de 4.951€ referente a um tratamento Invisalign, por transferência bancária, na clínica HeyDoc Lusíadas do Porto (Boavista) Por motivos pessoais, solicitei o reembolso do valor pago no dia 25 de setembro de 2025, dentro do prazo legal de 15 dias após o pagamento, conforme previsto. Posteriormente, foi-me indicado que o valor a devolver seria de 4.780€, tendo em conta serviços já realizados antes do cancelamento do tratamento. No dia 3 de outubro, fui informada pela clínica de que a devolução já tinha sido solicitada à equipa financeira. Contudo, até à data (10 de outubro de 2025), não recebi qualquer reembolso, nem fui informada de um prazo concreto para a resolução da situação. Tendo em conta o valor envolvido e o tempo decorrido, considero esta situação inaceitável e demonstrativa de falta de responsabilidade e transparência no processo de reembolso. Além disso, o contacto com a clínica tem sido extremamente dificultoso. O atendimento parece estar centralizado numa linha geral, o que resulta numa gestão ineficaz dos casos. Apesar das garantias de contacto, não recebi qualquer chamada após dia 7 de setembro e os e-mails enviados não foram respondidos. Esta falha na comunicação, agrava ainda mais a situação e reflete uma evidente falta de profissionalismo da parte da clínica. Solicito a devolução imediata do montante em falta (4.780€) e a confirmação formal da transferência.
Falta de profissionalismo e ética / risco de saúde
Venho por este meio apresentar queixa, a segunda, pois ao email Reclamação de 16/09/2025 enviado ao próprio Ginásio Physical geral e ao do Montijo, não obtive qualquer resposta. Fui orientada por um "PT", que logo no primeiro dia, um dos exercícios que orientou para eu fazer, foi agachamento com peso (10kg), sem eu ter prática nem experiência em ginásio. E no segundo, volta a carga - com halters. Ao terceiro dia iniciei com dores no joelho. Soube a posteriori, quando falei com pessoas experientes no ramo, inclusive com PTs que trabalham no ginásio, que nunca se deve fazer este tipo de exercício para quem está a começar em ginásio. Não tinha problema algum com os meus joelhos! E sim, foi ele mesmo que me fez a consulta, que tentou vender os seus serviços de PT, e que nunca enviou o plano de treinos conforme informou e estava preconizado. E ainda por msg, quando me pergunta como me sinto dos primeiros dias, que me queixei, diz que é o corpo a adaptar-se??!!...Que profissional é este? Descansei, fiz gelo, analgésico mas a dor continuava e a limitar o movimento. Tive de recorrer a médicos, não aguentava mais. Fiz uma ressonância magnética, que acusou uma lesão, provocada pelo esforço exercido. Fiz despesas...consultas, exame, medicamentos (analgésicos que tinha em casa) e terei de fazer fisioterapia. Quero desvincular-me totalmente do vosso ginásio, e pretendo o reembolso de todos os valores pagos (inscrição / mensalidades / seguro do ginásio, consulta, exame). O seguro do ginásio cobre estas situações?...e o ginásio cumprir com os quinze dias legais de resposta?....não! Onde está a responsabilidade? Nem resposta, nem anulação do débito quinzenal (pedido no email)...
Má conduta
Exmos. Senhores... Venho por este meio reclamar que no dia 9/10/25 tinha uma consulta no Hospital Curry Cabral de endocrinologia marcada para 12h40. A meio da manhã ligaram-me e, como eu não posso andar com o meu telemóvel no meu trabalho(fica no armário), deixaram uma mensagem de voz e só ouvi a referida mensagem quando saí do trabalho para ir para a consulta, por volta das 11h40, onde me informaram que a médica queria que eu estivesse no Hospital por volta do meio dia, fiquei muito aflita quando ouvi a mensagem, apanhei um táxi às pressas para ir para o Hospital, (paguei €8,05 pela viagem) cheguei lá passava poucos minutos do meio dia e tanta pressa para nada, porque só fui consultada perto das 13h30. Gastei dinheiro desnecessariamente, porque era para ir de transportes públicos para o Hospital e não me pagaram a deslocação, neste caso o táxi que apanhei!
pagamento retido indevidamente
No seguimento de pesquisa efetuada na plataforma Lares Online, fomos orientados para a Casa dos Pais – Residências Geriátricas (Fluffy Trails Lda) com vista à possível admissão da minha mãe em regime de valência lar. Após contacto inicial e visita às instalações, foi-nos solicitado o pagamento antecipado de uma joia de admissão (2425 euros) e da mensalidade de setembro de 2025 (2425 euros), num total de 4850 euros, valor que foi integralmente pago por transferência bancária. Foi-nos entregue o regulamento interno para leitura onde constava que apenas após a admissão efetiva do utente e a assinatura do contrato de prestação de serviços é devido o pagamento da joia (equivalente a uma mensalidade) e da primeira mensalidade (Normas 9 e 30 do regulamento interno). Importa salientar que a utente nunca chegou a ser admitida, nem usufruiu de qualquer serviço ou reserva efetiva de vaga com contrato formalizado. Solicitamos a devolução integral dos montantes pagos antecipadamente, contudo a instituição recusou devolver a totalidade, tendo apenas restituído uma parte que, segundo alegam, corresponde a parte da mensalidade. Nunca concordámos com esse valor parcial nem com a retenção do restante montante. Consideramos esta prática abusiva e contrária aos princípios legais aplicáveis à prestação de serviços sociais e contratos de adesão, designadamente por: não existir contrato escrito assinado nem cláusulas claras sobre retenção de valores em caso de não admissão; não ter havido prestação efetiva de serviços; a instituição estar a reter quantias avultadas sem fundamento legal. Assim, venho apresentar reclamação formal, requerendo a devolução integral dos montantes pagos (4850 euros), deduzidos apenas de valores legalmente justificados e proporcionalmente devidos (o que não é o caso).
Consulta cancelada sem aviso previo
Exmos Senhores, No passado dia 23 de Agosto efetuei uma consulta para a CUF Viseu na especialidade de ortopedia. Vivendo em Inglaterra tive o cuidado de ligar para a UCF no fim de semana que antecedeu a consulta uma vez que o registo tinha sido feito em meu nome através do meu cartão de cidadão dado que o mesmo registo não é permitido a menores de acordo com a vossa politica no site. Quando liguei para a CUF no Sábado dia 27 de Setembro a vossa colaboradora disse que teria que alterar a consulta para a especialidade de ortopedia pediátrica e passou a chamada para um colega e a ficha foi feita e a minha consulta cancelada e mail e sms recebido a confirmar a consulta. Qual o meu espanto quando Quinta feira dia 2 de Outubro me dirijo a CF e a funcionária do balcão de atendimento me diz que a consulta estava marcada para o dia 23 de Outubro e nao havia nenhum ortopedista de serviço nesse dia 2. Não houve qualquer cuidado, tendo uma bebe comigo sabendo se estava bem, se a única colega que estava de serviço poderia abrir uma excepção e ver a minha filha uma vez que viemos de propósito para a consulta?? E vi que havia um especialista de ortopedia no site...nao querer atender mesmo tendo vaga ainda é mais grave enfim Pedi-lhe para chamar a responsável do serviço e esta nem deu nenhum valor à nossa ida ali, apenas desvalorizou e nem sequer houve um pedido de desculpas. Peço indemnização imediata do valor de transporte desde o Porto até Viseu (ida e volta) pelo transtorno causado. Vergonhoso o vosso trato e jamais voltarei ou recomendarei os vossos serviços. Agradeço os vossos comentários e solução a minha reclamação. Mariana Waller
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