Reclamações públicas

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T. G.
24/05/2026

Acordo não cumprido

ESCLARECIMENTO SOBRE A SITUAÇÃO RELACIONADA COM A EDIÇÃO DO LIVRO *PÉROLAS DE SAL" de T. M. Grace com as edições hórus. Por detrás de cada livro existe sempre uma história. No caso de *PÉROLAS DE SAL*, essa história ultrapassou o próprio processo de edição e certamente todo este percurso dará início a uma nova história. Para esclarecer algumas perguntas que me têm sido colocadas sobre a situação relacionada com a edição do livro *PÉROLAS DE SAL*, visto ser do domínio público o meu descontentamento com a editora em questão, acerca da forma como foi conduzida a situação com a edição do meu Livro Pérolas de Sal. Deixo aqui um resumo cronológico e objetivo dos factos. Na sequência do meu descontentamento, por considerar que o contrato assinado com a editora não estaria a ser cumprido dentro do prazo nele previsto e por não me ter sido indicado qualquer prazo concreto para a entrega dos materiais previstos no contrato, nomeadamente os exemplares dos livros, o "book trailer" e o "roll-up", apresentei algumas exposições públicas no Portal da Queixa e na DECO e nas minhas páginas e perfil onde relatei a minha perspetiva sobre a situação. Posteriormente, foi instaurado um processo por parte da editora contra mim, no qual por parte da mesma, foram alegados factos relacionados com calúnia e difamação, sendo que apenas me referi às situações que me levaram a querer desvincular-me da mesma, 1. Após eu ter sido intimada no âmbito desse processo, foi celebrado um acordo entre mim e a editora, devidamente assinado por ambas as partes. 2. Nesse acordo ficou estabelecido, entre outros pontos, que eu retiraria as exposições anteriormente apresentadas, nomeadamente nas redes sociais, no Portal da Queixa e na DECO, o qual, em tempo útil e acordado, foi cumprido, as minhas queixas que deram origem ao processo instaurado pela editora, já não existem nesses portais. 3. Logo no seguimento da assinatura do acordo, foi apresentado em tribunal pela própria editora um pedido com vista à anulação do referido acordo. 4. O tribunal analisou esse pedido e não aceitou a anulação do acordo. 5. Consequentemente, o acordo manteve-se válido e transitou em julgado. 6. Assim, do ponto de vista jurídico, o acordo encontra-se em vigor. 7. Até à presente data, os elementos previstos no acordo, nomeadamente a entrega dos exemplares editados do livro *PÉROLAS DE SAL* e os valores nele previstos relativamente ao eventual atraso na entrega desses mesmos exemplares por parte da editora, ainda não se encontram concretizados ao dia de hoje 24/05/2026. Este é o ponto de situação atual, de acordo com os elementos constantes do processo e com as decisões judiciais já proferidas. As informações acima referem-se exclusivamente à descrição de factos processuais e a decisões judiciais já proferidas e transitadas em julgado. Este esclarecimento tem apenas o objetivo de responder às perguntas que me têm sido colocadas e de informar os meus leitores sobre o estado atual da situação, sem qualquer intenção de emitir juízos sobre pessoas ou entidades. Independentemente deste processo, o livro *PÉROLAS DE SAL* continua a representar o trabalho, a dedicação e a visão que estiveram na origem da sua criação. Os meus agradecimentos a todos pela compreensão durante todo este longo processo. 🙏❤️ T. M. Grace Autora de *PÉROLAS DE SAL #tmgrace_oficial @tmgrace_oficial

Encerrada
A. C.
24/05/2026
Sua Loja Popular

Encomenda #280 (10de Maio, 2026)

Exmos. Senhores, Em (10-05-2026) adquiri um/uma (Cama Montessoriana), da marca Sua Loja Popular, pelo valor de 19,96 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (2 dias úteis). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (18-05-2026 e 21-05-2026) e não obtive resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização e exijo a restituição do valor pago. Cumprimentos.

Encerrada
M. C.
24/05/2026

Dinheiro nao devolvido

Exmos Senhores No dia 15 Abril de 2026 fiz uma transferencia de 546,69 reais brasileiros, 97,90 euros,para Carolina Francomano da Silva no quiosque Entre Linhas Rua Bernardim Ribeiro 178 loja D na Sra Hora. Pelo facto da pessoa em questao se ter divorciado e o nome nao estar actualizado no banco a transferencia nao se concretizou. Ate aqui tudo bem. Suspendi a transferencia e pedi a devolucao do dinheiro. Acabei por ter que fazer a transferencia por outra forma. Ate hoje 24 Maio de 2026 ainda nao recebi o dinheiro. Mau servico. Sempre que vou tentar saber da situacao, ha problemas que a Wester Union nao resolve. Foi a primeira vez que utilizei este servico e so posso dizer o pior dele. Continuo a espera da devolucao do dinheiro Lamentavel Maria Fatima Costa 141086041

Resolvida
D. A.
24/05/2026

Troca de lugar

Viajo regularmente de Portugal para o Brasil nas Azul, assim como vários voos internos no Brasil. Nas ultimas viagens tive o azar de apanhar voos operados pela EUROATLANTIC, à qual a azul freta aviões. Os aviões são muito antigos e sem televisor. Por vezes não funcionam as tomadas USB. Em dois voos havia pouca água para beber e não foi distribuída ao longo do voo. Também é habitual haver banheiros avariados ou sem água. No último voo aconteceu algo inédito: já sentado no avião, em um lugal mais espaçoso, me obrigaram a mudar de lugar pois a aeronave tinha mudado e não tinham lugares suficientes para os passageiros da classe executiva. Em vez de ir em um lugar espaçoso, fui em um lugar demasiado apertado para o meh tamanho. O oficial da azul pediu muitas desculpas, mas é lamentável ter pago por um lugar melhor e ser expluso do mesmo já dentro do avião. A EUROATLANTIC é péssima companhia que mancha a reputação da azul. Costumava ser a minha companhia preferida para fazer a viagem Portugal-Brasil, mas jdeixou de o ser.

Encerrada

As janelas e a porta de entrada novas e com defeito não serão reparadas

No final de fevereiro, a empresa S&S instalou 7 janelas novas e 1 porta de entrada nova na minha casa. Os prazos de entrega prometidos foram excedidos em 2 meses. Das 7 janelas, 4 apresentam defeitos. Apenas uma janela foi reparada. A porta de entrada só consegue fechar com grande esforço, e o sistema de fecho eletrónico encomendado e pago continua até hoje inoperacional, uma vez que foi encomendado um dispositivo demasiado grande, que não é adequado para a minha porta. A S&S não responde nem a chamadas nem a cartas. Os e-mails são ignorados e não recebem resposta. Nunca mais!

Encerrada
Á. M.
24/05/2026

Recusa de Intervencionamento

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao veículo Citroën C3 You 2025, adquirido no dia 15 de janeiro de 2026 no stand Auto Reno, na Póvoa de Varzim. Desde muito pouco tempo após a aquisição, o veículo começou a apresentar diversos defeitos e anomalias mecânicas e estruturais, obrigando-me a múltiplas deslocações ao concessionário para reparações em garantia. No dia 11 de março de 2026 dirigi-me ao stand devido a um problema na caixa de velocidades. A situação foi intervencionada, porém, após essa reparação, o veículo começou a apresentar inúmeros ruídos na zona central do tablier. Essa situação foi posteriormente intervencionada, mas cerca de dois dias depois os ruídos voltaram a surgir, desta vez em várias zonas frontais do veículo. Inclusivamente, foi detetada a queda de um parafuso no tapete do lado do condutor, situação extremamente preocupante em termos de segurança e qualidade da montagem. Adicionalmente: * a porta esquerda apresentava defeito numa peça, tendo sido necessária substituição; * uma a duas semanas depois surgiram problemas na direção, levando à colocação de uma nova peça; * menos de um dia após essa intervenção, apareceu um ruído elevado na parte posterior do veículo, que voltou a necessitar de reparação; * apenas um dia depois surgiu novo ruído na porta direita do veículo. Perante esta última situação, fui surpreendido com a recusa de reparação por parte do stand, alegando que determinados ruídos não estão abrangidos pela garantia. Segundo informação transmitida pelo Sr. Monteiro, essa recusa ocorreu por indicação superior do próprio stand. Posteriormente, após contacto com a marca Citroën, recebi exatamente a mesma posição por telefone e posteriormente por e-mail. Embora reconheça e agradeça a simpatia, disponibilidade e profissionalismo demonstrados pela Sra. Carla e pelo Sr. Monteiro ao longo do processo, considero totalmente inaceitável que um veículo novo, adquirido há poucos meses, apresente sucessivos defeitos e intervenções constantes, culminando agora numa recusa de reparação. Acresce ainda que possuo comprovativos de todas as ocorrências, incluindo fotografias, vídeos, documentação das intervenções efetuadas e resposta escrita da marca. Considero que esta situação demonstra falta de conformidade do veículo, comprometendo a confiança, qualidade, segurança e utilização normal esperada de um automóvel novo. Assim, exijo uma solução definitiva e adequada para esta situação, nomeadamente através da reparação integral e definitiva dos defeitos apresentados, ou, caso tal não seja possível, a substituição do veículo ou outra solução legalmente prevista para situações de falta de conformidade reiterada. Solicito ainda uma resposta célere e formal relativamente à presente reclamação.

Resolvida
L. A.
23/05/2026
Y concept apartments

Cancelamento da Reserva pelo proprietário e não reembolso do pagamento já efetuado

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma reserva de alojamento efetuada através da plataforma Booking, no Lovely mar - By Y concept, pertencente à empresa Um Concept apartments. A reserva em questão tinha horário de check-in até às 22h00. Antes da chegada ao alojamento, entrámos em contacto com o proprietário para informar que chegaríamos após esse horário. Nessa comunicação, foi-nos informado que seria possível realizar o check-in tardio mediante o pagamento de uma taxa adicional, condição que aceitámos expressamente. No dia da chegada, deslocámo-nos ao local conforme acordado e encontrámo-nos inclusivamente com um colaborador do proprietário, que se encontrava no local para realizar o check-in e em que estivemos em contacto, sendo que o mesmo nos contactou por chamada e mandouensagens a informar que a tarifa depois da 00h00 seria de 40€. Foi precisamente nesse momento, já estando presentes no alojamento e junto do referido colaborador, que fomos informados, por este mesmo colaborador, de que a reserva tinha sido cancelada e considerada “no-show”. Importa salientar que: existiu comunicação prévia com o proprietário; o check-in tardio foi aceite; comparecemos efetivamente no alojamento; nunca abandonámos a intenção de usufruir da reserva; o cancelamento ocorreu apesar da nossa presença física no local. Posteriormente, tentámos resolver a situação de forma amigável. Entrámos novamente em contacto com o proprietário, em que a chamada foi atendida por um outro colaborador, solicitando que o mesmo nos retornasse o contacto para que pudesse existir uma conversa e um entendimento benéfico para ambas as partes. Contudo, nunca obtivemos qualquer resposta ou tentativa de resolução. Após esta situação, contactámos o apoio da aplicação Booking e apresentámos reclamação formal. Segundo informação transmitida pela plataforma, o proprietário alegou ter o direito de cancelar a reserva e reter o valor pago por já passar da meia-noite. No entanto, essa justificação não corresponde integralmente aos factos, uma vez que: antes da meia-noite, o proprietário já tinha enviado uma mensagem a informar que a reserva se encontrava cancelada; essa mensagem apenas foi visualizada posteriormente; a primeira informação efetiva que recebemos sobre o cancelamento foi dada presencialmente pelo colaborador do proprietário que estava no local para efetuar o check-in; nessa altura, já nos encontrávamos no alojamento e junto do referido colaborador. Consideramos que houve incumprimento contratual e uma atuação lesiva dos nossos direitos enquanto consumidores, uma vez que: existia acordo para check-in tardio; comparecemos presencialmente no local; o serviço contratado não foi prestado; o valor pago foi integralmente retido sem disponibilização do alojamento. Solicitamos, assim, a análise desta situação e apoio na defesa dos nossos direitos enquanto consumidores, nomeadamente com vista à obtenção do reembolso do montante pago. Dispomos de provas documentais, incluindo mensagens trocadas, comunicações realizadas através da aplicação Booking e demais elementos comprovativos da situação descrita.

Resolvida
C. M.
23/05/2026

Registo no mapa de responsabilidades indevido

Crédito / Informação de crédito / Registo indevido no Banco de Portugal Resolvida Pública ATTICUS - STC, SA ATTICUS - STC, SA Reclamar Problema identificado: Outro Reclamação C. C. Para: ATTICUS - STC, SA 10/04/2026 Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa ATTICUS - STC, S.A., na sequência da comunicação de um alegado incumprimento junto da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Tomei conhecimento da existência de um registo de incumprimento em meu nome, relativo a um suposto contrato de crédito pessoal com origem reportada ao ano de 2008/09/23, com incumprimento desde 2008/09/22 ?? e término em 2008. Sucede que não reconheço a existência de qualquer dívida perante essa entidade, desconhecendo em absoluto a origem do alegado crédito, não me tendo sido apresentada, até à presente data, qualquer prova documental da sua existência, designadamente contrato, histórico de movimentos ou eventual cessão de crédito. Acresce que, atendendo à antiguidade dos factos, qualquer eventual crédito encontra-se, em qualquer caso, manifestamente prescrito. Apesar disso, a entidade mantém a comunicação de incumprimento junto do Banco de Portugal, o que tem como consequência direta a limitação do meu acesso ao crédito bancário e a afetação da minha reputação financeira. Refira-se que já foi apresentada reclamação junto do Banco de Portugal, bem como interpelação direta à entidade reclamada, aguardando-se resposta. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de: a) Obter esclarecimentos da entidade reclamada quanto à origem e fundamento da alegada dívida; b) Promover a correção ou eliminação do registo indevido junto da Central de Responsabilidades de Crédito, caso não seja comprovada a existência e exigibilidade do crédito; c) Salvaguardar os direitos do consumidor, designadamente quanto à sua situação creditícia. Caso a situação não seja resolvida, reservo-me o direito de recorrer aos meios judiciais competentes, incluindo pedido de indemnização pelos danos

Resolvida
A. M.
23/05/2026

Ainda não fizeram meu reembolso

A vendedora Joana não me informou sobre os cartões de AR que precisaria para viajar, paguei a reserva e simplesmente ainda não mandaram meus 200€ de volta pois tive que cancelar por não ter documento válido. Ligo e nunca me dão uma data, mando diversos e-mails e também não dão nenhuma resposta concreta.

Encerrada
F. A.
23/05/2026

Falta de apoio técnico em avaria dentro da garantia

xmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal e interpelação para cumprimento das obrigações legais de garantia relativamente ao frigorífico LG modelo GSJV31DSXF, adquirido em maio de 2024, e portanto ainda dentro do período legal de garantia. No dia 4 de março de 2026, o dispensador de água e gelo do referido equipamento passou a dispensar água automaticamente, sem ativação da respetiva patilha, provocando o extravasamento de água para o chão da cozinha. Trata-se de uma avaria clara do equipamento, com potencial para causar danos no espaço doméstico. Após várias tentativas de resolução por meios próprios (remoção do reservatório e reinício do equipamento), no dia 5 de março de 2026 contactei o apoio ao cliente da LG para abertura de processo de assistência técnica. Nesse mesmo dia fui contactado pela empresa de assistência técnica FASTSAT24, tendo sido agendada intervenção para o dia 6 de março de 2026. Contudo, a empresa não compareceu na data agendada nem apresentou qualquer justificação para a ausência, apesar de eu próprio ter procurado esclarecimentos através do canal de comunicação indicado. Esta situação foi reportada ao apoio ao cliente da LG, tendo-me sido apresentadas desculpas e garantido que o caso seria acompanhado e que seria novamente contactado. Tal contacto nunca chegou a ocorrer. No dia 3 de abril de 2026, o problema voltou a manifestar-se, tendo eu novamente solicitado assistência técnica junto da LG. Foi então agendada nova intervenção para o dia 6 de abril de 2026. Nesta ocasião, um técnico da empresa FASTSAT24 deslocou-se ao local. Contudo, não foi realizado qualquer diagnóstico técnico minimamente adequado. Sem proceder a desmontagem, verificação de componentes ou testes funcionais do sistema de dispensador, o técnico limitou-se a sugerir que poderia existir condensação no mecanismo da patilha, tendo realizado uma suposta intervenção que consistiu apenas em direcionar ar quente de um secador de cabelo para o mecanismo durante cerca de dois minutos. Adicionalmente, fui instruído a deixar permanentemente um copo na base do dispensador e a selecionar a dispensa de gelo caso o problema voltasse a ocorrer, por forma a evitar a acumulação de água no chão. Para além de tal abordagem não constituir qualquer reparação técnica efetiva, o problema voltou a ocorrer cerca de uma hora após a saída do técnico da minha residência, demonstrando de forma inequívoca a total ineficácia da intervenção realizada. A situação foi imediatamente reportada tanto à LG como à FASTSAT24. Desde então, tenho efetuado múltiplas tentativas de contacto com o apoio ao cliente da LG com vista ao reagendamento de nova intervenção técnica que permita resolver a avaria. Até à presente data, tais contactos têm-se limitado à apresentação de desculpas e ao registo de reclamações internas, sem qualquer ação concreta para a resolução do problema. Este comportamento revela uma clara falta de diligência no cumprimento das obrigações legais decorrentes da garantia do bem. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem através de reparação ou substituição, a realizar de forma gratuita, dentro de um prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. Face ao exposto, venho por este meio interpelar formalmente a LG para que proceda, no prazo máximo de 10 dias úteis, à resolução definitiva da situação, através de: • Reparação efetiva do equipamento por assistência técnica competente; ou, caso tal não seja possível num prazo razoável, • Substituição do equipamento por unidade nova equivalente, nos termos legalmente previstos.

Encerrada

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