Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores, Venho pelo presente, apresentar novamente reclamação com a não entrega das encomendas na minha morada não é a primeira vez, nem a segunda e nem muitas outras. Todas as encomendas que vêem pela GLS não são entregues na minha morada e são entregues directamente na Parcel Shop. E sempre com a mesma desculpa que não estou em casa. Ou seja, para a GLS eu não estou em casa de manhã, nem á hora de almoço á tarde também não e inclusivé hoje às 22:47 eu também estava ausente. Ora, sendo eu Cuidadora informal e estando sempre em casa é muito estranho, em todas as ocasiões eu nunca estar em casa. Assim como acho inadmissível que assinem o meu nome em como recebi a encomenda quando na realidade não recebi a encomenda e a mesma se encontra numa Parcel Shop. Já apresentei diversas reclamações e a resposta que recebo é do género template. Dizem sempre o mesmo e nada resolvem. Eu agradeço que me entreguem as encomendas na minha residência pois são pagos para isso. Eu não tenho que pagar táxi para me deslocar a uma Parcel Shop para levantar uma encomenda que tem que ser entregue pelo distribuidor. Esta é uma situação recorrente com esta empresa. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Prezados, Venho, por meio , solicitar o cancelamento imediato da cobrança do serviço Uber One, no valor de R$ 4,99, que está sendo debitado do meu cartão de crédito nos últimos quatro meses, mesmo sem nenhum número de telefone de minha residência ter contratado esse plano. Gostaria que investigassem e tomassem as providências necessárias para cancelar essa assinatura indevida e interromper as cobranças. Além disso, solicito o reembolso dos valores já descontados, uma vez que não houve adesão ao serviço por parte de nenhum membro de minha família. Fico no aguardo de uma resposta e da confirmação de que as cobranças foram suspensas e o valor reembolsado. Pedro Magalhães
Não renovação de contrato
Boa noite, A minha reclamação refere-se à entidade Fitness UP. Frequentei este ginásio durante 3 anos, ou seja, mais do que as 52 semanas impostas obrigatoriamente no contrato. No final do ano de 2023, penso que em Outubro pedi a não renovação do contrato (que pelo que entendi estava a ser renovado de 15 em 15 dias...), devido a problemas físicos que me impediam assim de frequentar a entidade. Na secretaria disseram-me que precisava de pagar só os 10 ou 15 dias seguintes e que o contrato assim não seria renovado, assim o fiz de boa fé, mesmo não podendo frequentar o mesmo. No mês seguinte continuaram a retirar me a mensalidade, de 15 em 15 dias... pelo que me vi obrigada a cancelar o débito direto, pensando inocentemente que não iria sofrer represálias, visto que já tinha pedido a não renovação e pago os 15 dias. de seguia (passado mais ou menos 1 mês, sem conseguir agora precisar ao certo), fui contatada pela entidade, afirmando que estava em divida e que precisa de a regularizar... expliquei que já tinha pedido a não renovação anteriormente pelo que não poderia estar em divida visto que tinha pago os 10 ou 15 dias seguintes. Nesse telefonema explicaram-me que teria de pagar o montante em divida para assim procederem à não renovação devidamente. assim o fiz... Passado um tempo voltaram a contatar-me com uma nova oferta fim de me reinscrever no ginásio (não mencionando nada de valores em dívida), pelo que não aceitei. continuaram a insistir nas ligações mas sem sucesso. Recentemente, este mês, recebo uma mensagem por via WhatsApp de uma colaboradora que afirma que tenho uma divida acima de 400 euros com esta entidade pois não encontram o meu registo de não renovação!! como isto é possível acontecer? disse-lhe que deveria ser algum engano, que tinham de ter lá no registo. A mesma diz-me que me pode liquidar a dívida se me voltar a inscrever no ginásio. Mas isto faz sentido? continuo sem entender tal situação. Espero uma solução urgente porque não gosto de ficar a dever nada a ninguém, mesmo que veja que neste caso é impossível eu estar a dever alguma coisa a esta entidade. Obrigada pela atenção e aguardo um feedback.
Danos após colocar o carro para reparação, péssimo atendimento presencial durante o processo,
No passado dia 30/8/24 coloquei o meu veículo na norauto Matosinhos após ter agendado serviço específico, do qual a mesma empresa tinha feito diagnóstico previamente (agendado e também pago por mim semanas antes) . Fui informada telefonicamente nessa tarde 30/8 que o diagnóstico prévio estava errado e de que o preço seria outro diferente do orçamento que me deram e também outra reparação necessária adicional. Aceitei que totalizassem então o trabalho possível naquela tarde, apesar da péssima comunicação telefonicamente, e de terem definido um plano de reparação alternativo sem antes me contactarem (basicamente ligaram só a informar-me, não remeteram qualquer documento escrito ou novo orçamento). A entrega do meu carro foi constantemente adiada durante essa mesma tarde (cerca de 4h, e sempre eu a contactar a empresa e nunca o contrário). Quando ia pagar, ia me ser cobrado mais de 500 euros (o valor dito de forma displicente horas atrás por telefone era de cerca de 300 euros). Caso eu não tivesse tido o cuidado de perguntar previamente e estar atenta no pagamento iam cobrar me 200 euros a mais no mínimo. Após sucessão de acontecimentos descrita, ao meu veículo foi inspecionado, segundo obrigação legal e, neste caso, com prazo de cumprimento a 6 do presente mês. A inspeção foi realizada a 3/9/24. Foram identificadas falhas graves , dias após ter deixado o carro na Norauto. O serviço que fizeram estava inclusivamente inacabado: tenho provas em imagem do dia da inspeção bem como as falhas no documento oficial da inspeção que me encontro disponível para remeter. Acresce, que me foi transmitida oralmente pela colaboradora que me ligou a 30/9 (a informar que o serviço acordado não era o que ia ser realizado) que existia uma avaria adicional no carro. Esta referida avaria não foi mais mencionada por qualquer colaborador ou responsável de loja, apesar de já os ter questionado várias vezes (desconheço se me coloca em perigo). . Questionei inclusivamente presencialmente em loja, mas ninguém me disse mais nada sobre isso. Adicionalmente foi atendida presencialmente com muito pouco respeito pelos colaboradores, cuja exposição dos factos previamente referidos fizeram sempre questão que fosse feita na loja em frente a todos os outros clientes sem o mini mo de brio ou privacidade. Trata-se de um caso muito grave, c danos materiais da minha parte, que passado um mês continua por resolver apesar de todos os meus esforços. A oficina propõe se ainda a averiguar ela própria os problemas do veículo, o que me parece absolutamente inaceitável (não entendo como o suposto causador de dano é quem averigua se causou o dano ou não) Atenciosamente
Garantia de veículo
Exmos. Senhores, (D Bom dia Venho por este meio reclamar a firm a Automóveis do Mondego em Castelo Branco. No ano passado Agosto 2023 comprei uma viatura no stand de automóveis do Mondego em Castelo Branco o concessionário não está a dar-me garantia do automóvel Peugeot 208 com a matrícula AB-32-GV Pois debatem se com uma garantia de onde mandaram vir a viatura (spoticar) no qual na entrega da viatura não me foi apresentado qualquer documento de garantia da (spoticar) . A viatura tem tido problemas e a dita firma não me quer dar garantia. Neste momento a viatura em causa tem problemas de suspensão ( segurança ativa) do veículo e passageiros. Depois de saberem que não foi assinada a tal garantia da (spoticar) vendedor Antonio Valente e superiores de vendas continuam a dizer que não podem garantir essas anomalias da viatura. Quero que me façam o favor de intervir na minha reclamação junto de quem de direito. Obrigado Comprimentos Isaura Maria Marques
Carro bloqueado na zona de residência com dístico de residente comprado
Exmos. Senhores, No dia 24 de setembro de 2024 (hoje), pouco antes das 14 h, dirijo-me ao meu carro que estava estacionada na rua lateral à da minha residência e encontro-o bloqueado. Mudei há muito pouco tempo de casa , adquiri o dístico de residente no passado dia 19 de setembro e li quais os locais me é permitido estacionar de acordo com a zona do dístico. Seguramente a rua perpendicular à da minha habitação é zona de estacionamento abrangida pelo dístico. A equipa que bloqueou o meu carro estava ainda no local, dirijo-me aos mesmos, pergunto qual o motivo de ter sido bloqueada e também explico que comprei dístico e mostro que é válido até 19 setembro 2026! O rapaz pede-me imensa desculpa e explica que no sistema ao qual acede não existe dístico associado à minha viatura. Faz alguns telefonemas e chega-se à conclusão do seguinte: alguém na central que gere o sistema ao qual os fiscais de estacionamento acede consegue também aceder ao sistema da central da parte administrativa da Parques Tejo e confirma o dístico associado à minha matrícula mas essa informação não passou para o sistema dos fiscais de estacionamento (que sequer são serviços subcontratados da Parques Tejo, são serviços internos da própria empresa!). Pergunto se pode tirar o desbloqueador da roda do meu carro e responde-me que não pode fazê-lo por não ter recebido essa ordem internamente. Ou seja, há um erro interno, alguém verifica e valida o erro e mesmo assim a pessoa que está à minha frente não pode resolver por falta de indicação interna. E mais, tenho de esperar pela equipa que desbloqueia as viaturas! Lá chega a equipa, reclamo e refiro que a situação me está a causar transtornos e ainda bem que não é, por exemplo, uma situação de urgência médica a situação. Ainda ouço "não demoramos muito tempo e a senhora quer ir treinar" porque estou de calções e tênis! E também fico a saber que a informação não passou do sistema "dos escritórios" para o sistema dos fiscais de estacionamento porque alguém não carregou no botão. No total perdi 30 minutos e poderia ter sido mais tempo se quem bloqueou não estivesse ainda junto ao meu carro e se a equipa que desbloqueia não andasse por perto. Sou cliente da Parques Tejo porque não tenho alternativa (única empresa a operar na zona), caso houvesse alternativa mudaria. Erros e enganos acontecem mas não acho normal a informação dos novos dísticos não ser automaticamente partilhada com os fiscais de trânsito e, apesar de a situação ter sido de imediato alertada e validada, não ser possível resolver de imediato por desorganização interna. É toda uma cadeia de dependências, sistema central dos fiscais que depende do sistema da administração, sistema individual de cada fiscal que depende do sistema central dos fiscais, fiscais que dependem de formalização de ordens internas para resolverem no terreno situações perfeitamente identificadas e clientes pendurados. Enquanto cliente, senti-me mal tratada. Se a Parques Tejo tivesse concorrentes certamente teria mais cuidado com os clientes. Cumprimentos. Carla Mochila
Carro bloqueado na zona de residência com dístico de residente comprado
Exmos. Senhores, No dia 24 de setembro de 2024 (hoje), pouco antes das 14 h, dirijo-me ao meu carro que estava estacionada na rua lateral à da minha residência e encontro-o bloqueado. Mudei há muito pouco tempo de casa , adquiri o dístico de residente no passado dia 19 de setembro e li quais os locais me é permitido estacionar de acordo com a zona do dístico. Seguramente a rua perpendicular à da minha habitação é zona de estacionamento abrangida pelo dístico. A equipa que bloqueou o meu carro estava ainda no local, dirijo-me aos mesmos, pergunto qual o motivo de ter sido bloqueada e também explico que comprei dístico e mostro que é válido até 19 setembro 2026! O rapaz pede-me imensa desculpa e explica que no sistema ao qual acede não existe dístico associado à minha viatura. Faz alguns telefonemas e chega-se à conclusão do seguinte: alguém na central que gere o sistema ao qual os fiscais de estacionamento acede consegue também aceder ao sistema da central da parte administrativa da Parques Tejo e confirma o dístico associado à minha matrícula mas essa informação não passou para o sistema dos fiscais de estacionamento (que sequer são serviços subcontratados da Parques Tejo, são serviços internos da própria empresa!). Pergunto se pode tirar o desbloqueador da roda do meu carro e responde-me que não pode fazê-lo por não ter recebido essa ordem internamente. Ou seja, há um erro interno, alguém verifica e valida o erro e mesmo assim a pessoa que está à minha frente não pode resolver por falta de indicação interna. E mais, tenho de esperar pela equipa que desbloqueia as viaturas! Lá chega a equipa, reclamo e refiro que a situação me está a causar transtornos e ainda bem que não é, por exemplo, uma situação de urgência médica a situação. Ainda ouço "não demoramos muito tempo e a senhora quer ir treinar" porque estou de calções e tênis! E também fico a saber que a informação não passou do sistema "dos escritórios" para o sistema dos fiscais de estacionamento porque alguém não carregou no botão. No total perdi 30 minutos e poderia ter sido mais tempo se quem bloqueou não estivesse ainda junto ao meu carro e se a equipa que desbloqueia não andasse por perto. Sou cliente da Parques Tejo porque não tenho alternativa (única empresa a operar na zona), caso houvesse alternativa mudaria. Erros e enganos acontecem mas não acho normal a informação dos novos dísticos não ser automaticamente partilhada com os fiscais de trânsito e, apesar de a situação ter sido de imediato alertada e validada, não ser possível resolver de imediato por desorganização interna. É toda uma cadeia de dependências, sistema central dos fiscais que depende do sistema da administração, sistema individual de cada fiscal que depende do sistema central dos fiscais, fiscais que dependem de formalização de ordens internas para resolverem no terreno situações perfeitamente identificadas e clientes pendurados. Enquanto cliente, senti-me mal tratada. Se a Parques Tejo tivesse concorrentes certamente teria mais cuidado com os clientes. Cumprimentos. Carla Mochila
Máquinas avariadas e não fazem devolução
Exmos. Senhores, Dia 14/09/2024 dirigi me como sempre a esta lavandaria, sendo que têm 3 máquinas de lavar e 3 de secar,coloquei a minha roupa na máquina maior (nr4) e depois de pagar a máquina ligou para começar a lavagem e minutos depois deu sinal de erro e dizia para chamar assistência. As 17.31 h Liguei para o número que têm de informação exposto na loja,atendendo uma senhora super simpática pedindo o nome da zona da loja(desterro) e que as devoluções seriam feitas por mbway (isto porque me perguntou se eu tinha mbway) mas seria o dono da loja a efetuar o mesmo. Como as outras máquinas do lado nao tinham nenhum sinal de avariadas,coloquei a roupa de novo na máquina NR 3. Que fez o mesmo sinal de erro. As 18.04h Liquei de novo para o mesmo número atendendo a mesma senhora sempre muito prestável, pedindo por favor para eu desligar o quadro e voltar a ligar só para ver se as máquinas já funcionavam e nada. Disse que ia ligar de novo para o proprietário da loja para juntar o valor também desta lavagem. E que ia mandar os técnicos para arranjar as máquinas. Ligamos para esse mesmo número tanto do meu telefone como do meu marido ,e começou pelo telefone dele a não conseguir efetuar as chamadas,e hoje é o meu telemóvel que não consegue fazer.(Será que está bloqueado?) A devolução não foi feita até hoje nem uma mensagem de resposta. Os valores são uma máquina de 7.50€ e uma de 5.50€. não sendo o valor monetário o problema,mas é dinheiro que me pertence. Hoje dia 24 visto que as máquinas realmente foram arranjadas viemos secar a roupa. No quadro de valores diz que a secagem é de 1.80€,no momento de pagar já é 2€. Seria possível uma resposta em relação á minha devolução? Cláudia nascimento Cumprimentos.
Custas de defesa superiores ao valor do auto
Exmos senhores, no passado dia 16/09 fui autuada (Auto 032891954) em Oeiras na Avenida Salvador Allende, tendo estacionado à frente de um parquímetro que estava fora de funcionamento e assim se encontra até hoje dia 24/09. Por altura do estacionamento entrei em contacto para os contatos telefónicos que constavam do parquímetro às 9h55, tendo esperado 5 min. em linha mas ninguém atendeu. Por esse motivo enviei e-mail imediatamente com fotografia do parquímetro avariado para o e-mail da Parques Tejo que tinha conhecimento (não havendo qualquer menção no parquímetro de e-mail). Importa referir de que tenho provas fotográficas do parquímetro avariado e das chamadas efetuadas. Ainda assim a minha viatura foi rebocada e fui autoada em 30€, mesmo tendo efetuado todas as diligências para atuar em conformidade com a lei. Como é do meu direito, solicitei imediatamente o livro de reclamações e efetuei a minha reclamação por ter sido autuada por algo que não é da responsabilidade do utente (a manutenção dos parquímetros). Hoje dia 24/09 recebo uma carta da Parques Tejo em como no prazo de 15 dias posso apresentar "defesa "endereçada por carta ao Diretor da Parques Tejo, defesa que tem um custo para o consumidor de 51€ e que se a decisão me for favorável, não há lugar à devolução das custas. Estamos a falar de uma multa de 30€ de que fui alvo injustamente (parquímetro não funcionava, não atendem chamadas nem vêm e-mails) e que para me defender, algo que é um direito dos cidadãos portugueses, tenho de pagar custas de 51€ superiores ao valor da multa. Como é razoável, esta situação pretende impossibilitar os consumidores de exercerem os seus direitos de defesa, uma vez que as referidas custas (que são inexistentes para a Parques Tejo) são em muito superiores ao valor da multa.
Custas de defesa superiores ao valor do auto
Exmos senhores, no passado dia 16/09 fui autuada (Auto 032891954) em Oeiras na Avenida Salvador Allende, tendo estacionado à frente de um parquímetro que estava fora de funcionamento e assim se encontra até hoje dia 24/09. Por altura do estacionamento entrei em contacto para os contatos telefónicos que constavam do parquímetro às 9h55, tendo esperado 5 min. em linha mas ninguém atendeu. Por esse motivo enviei e-mail imediatamente com fotografia do parquímetro avariado para o e-mail da Parques Tejo que tinha conhecimento (não havendo qualquer menção no parquímetro de e-mail). Importa referir de que tenho provas fotográficas do parquímetro avariado e das chamadas efetuadas. Ainda assim a minha viatura foi rebocada e fui autoada em 30€, mesmo tendo efetuado todas as diligências para atuar em conformidade com a lei. Como é do meu direito, solicitei imediatamente o livro de reclamações e efetuei a minha reclamação por ter sido autuada por algo que não é da responsabilidade do utente (a manutenção dos parquímetros). Hoje dia 24/09 recebo uma carta da Parques Tejo em como no prazo de 15 dias posso apresentar "defesa "endereçada por carta ao Diretor da Parques Tejo, defesa que tem um custo para o consumidor de 51€ e que se a decisão me for favorável, não há lugar à devolução das custas. Estamos a falar de uma multa de 30€ de que fui alvo injustamente (parquímetro não funcionava, não atendem chamadas nem vêm e-mails) e que para me defender, algo que é um direito dos cidadãos portugueses, tenho de pagar custas de 51€ superiores ao valor da multa. Como é razoável, esta situação pretende impossibilitar os consumidores de exercerem os seus direitos de defesa, uma vez que as referidas custas (que são inexistentes para a Parques Tejo) são em muito superiores ao valor da multa.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
