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Problema no holmes place
Venho, por este meio, comunicar à instituição Holmes place Coimbra, a minha insatisfação pela forma como fui tratado e como lidaram com a minha saída da mesma.Primeiramente, a meu ver, quero enunciar que a qualidade das instalações de ano para ano estão a degradar-se e o preço a aumentar. Mais uma vez a meu ver, Há cada vez mais máquinas avariadas e as que não estão avariadas estão pouco cuidadas na piscina, para além da tinta do teto que dá para a mesma se encontrar a sair, somos brindados em muitos períodos da tarde com água fria, já no ginásio na zona das máquinas muitas vezes está extremamente calor nessa zona referida muitas vezes também o teto se encontra a pingar água, situação que as vezes demora dias a desaparecer.Perante estas situações referidas decidi retirar-me de sócio.Apesar de ter algumas aulas de piscina por fazer, aulas essas que no total custaram 780 euros ou perto disso, sendo apenas 15 aulas de 1 hora, transmiti ao holmes place Coimbra a minha vontade de não as fazer nem treinar mais nessa instituição e com isto não ter de pagar a mensalidade seguinte de 54€ que o holmes place Coimbra me obriga a pagar pela política de ser necessário avisar 30 dias antes de me desvincular mesmo tendo acabado de pagar a mensalidade deste mês dia um e ter saído dia três e ainda ter aulas pendentes que não irei fazer.Pedido esse que me foi recusado na receção onde, no meu entender, não fui respeitado pela forma arrogante como me responderam.Gostaria de saber se há possibilidade de me ser resolvido esta situação.Muito obrigadoCumprimentos
Produtos Tóxicos
Venho por este meio comunicar a V.Exas que fui acompanhada pela V. empresa DIETA a 3 PASSOS ao longo de 34 consultas desde o dia 23/10/2017 até ao dia 21/01/2019 (1 ano e 4 meses com consultas semanais). No período entre a primeira consulta e o dia 15/11/2018 tomei, diariamente, entre outros prescritos para toma diária, 30ml de drenante dissolvido em 1,5l de água, alternando entre o Cell 1 e o Dren, produtos vendidos pela V. empresa, como poderão verificar no meu perfil. No dia 15/11/2018 dei entrada nas urgências do hospital São José, Lisboa, onde me foi diagnosticada uma infeção renal e intoxicação do fígado que, pudemos concluir (eu e os médicos que me acompanharam) ter sido provocada pela toma dos produtos da Dieta 3 Passos que têm, na sua composição, chá verde processado que, segundo estudos pode, efectivamente, provocar a intoxicação do fígado. Por este motivo (infeção renal e intoxicação do fígado) estive internada durante 5 dias no Hospital dos Capuchos (alta no dia 20/11/2018).No dia 10/12/2018, levei as análises para a consulta de nutrição referindo que tinha deixado de tomar os drenantes e os outros produtos aconselhados, pois tinham sido a causa da intoxicação. No dia 21/01/2019 voltei à consulta de nutrição com novas análises (conforme combinado) onde se podia comprovar que os valores tinham voltado aos parâmetros normais. Acontece que a conclusão sobre a relação direta entre a toma dos produtos e a intoxicação, foi desprezada pela nutricionista que então me acompanhava (ao longo de 16 meses fui acompanhada por duas nutricionistas).O desprezo por estes resultados deixou-me deveras preocupada pela impressão que me deixou de que a saúde não estava em primeiro lugar relativamente aos resultados obtidos na perda de peso. A resposta que me foi dada é que não havia indicação de efeitos secundários em estudos feitos, não sendo o meu caso de considerar como alerta. De novembro a janeiro o meu caso terá sido comentado entre colegas mas não reportado ao Laboratório. Perante a minha indignação, foi-me dito que o ia fazer então, mas até hoje não obtive qualquer contacto da V. empresa.Inclusivamente, chamei a atenção que não era correto que, ao longo de todo o tempo de dieta e de toma de produtos, não me tenham pedido análises intermédias e que, pelo menos isso, deviam ter feito para acautelar situações de maior risco. Como resposta obtive silêncio e um sorriso.Dada a displicência com que vi o meu caso tratado, venho por este meio reportar o acontecido e chamar a atenção para que, eventualmente, a minha queixa se possa vir a juntar a outras que tenham ou possam ainda vir a surgir. Pretendo com esta queixa, prevenir situações semelhantes.Sem outro assunto,Atentamente,Filipa Assis
Condições indignas das instalações do Centro de Saúde
No dia 11 de Fevereiro dirigi-me à Unidade de Saúde Familiar da Ramada para solicitar baixa médica por me encontrar gravemente doente e fui informada pela funcionária que o facto de não ter médico de família atribuído, teria que me dirigir ao Centro de Saúde de Odivelas, extensão UCSP Odivelas (antigo CATUS). Quando cheguei ao local, fiquei chocada com as condições do espaço. Um buraco pequeno, mal arejado, com poucas cadeiras, com cerca de 50 pessoas amontoadas, apertadas e a respirarem umas em cima das outras. Um local perfeito, para sair ainda mais doente, digno de terceiro mundo. Pelo facto do buraco estar completamente lotado, tive que ficar uma hora e meia na rua, de pé, ao frio, a aguardar que chamassem a minha senha. Tive a sorte, no meio daquele caos, quando a funcionária da receção chamou a minha senha, ter percebido a gravidade do meu estado de saúde e ter sido atendida pelo médico. Neste dia fiquei a perceber que para além de não ter direito, até ao momento, a um medico de família, ainda sou tratada como uma cidadã de segunda, sendo atirada para um local bem mais longe da minha zona de residência (a minha Freguesia é a Ramada) e sem quaisquer condições de segurança e de dignidade para uma pessoa doente. Apresentei reclamação no site da Direção Geral de Saúde e expus também esta situação por e-mail à Câmara Municipal de Odivelas.
Completa humilhação e falta de respeito
Por já ter tido anteriormente uma consulta no Hospital da Luz de Coimbra, enquanto ainda era Idealmed, e ter ficado bastante satisfeita, decidi marcar uma consulta de Otorrinolaringologia para hoje dia 18 de Dezembro para tratar um problema que já tenho há vários anos. Quando fui chamada para a consulta com o Dr. Rui Cortesão, mesmo antes de o mesmo me ouvir e perceber quais eram as minhas queixas, sentou-me na cadeira de observação, e após observar o meu nariz, garganta e ouvidos, que eram o problema, decidiu aspirar o ouvido direito. O técnico Renato Moreira (que nem pertence ao Hospital, tendo apenas vindo como acompanhante do médico) encontrava-se a registar no computador tudo o que médico dizia. Mesmo sem ninguém me perguntar, comecei a dizer o porquê da consulta, que sofria muito do ouvido esquerdo, e que após muita pesquisa achava ter a doença VPPB por os sintomas baterem todos certo. Mal digo o nome da doença (Vertigem Posicional Paroxística Benigna) o técnico Renato Moreira solta uma gargalhada estridente, não sei o motivo, se pronunciei mal ou qualquer outro motivo. Olhei de imediato para o técnico e o médico perguntou-me está tudo bem?. Considero que o técnico foi extremamente mal-educado, pois senti-me humilhada e constrangida, com vontade de me ir embora. De seguida, levam-me para uma sala para fazer mais exames e quando todos se ausentaram, conversei com a pessoa que me acompanhava e cheguei à conclusão que não podia dar continuidade àquilo e fui-me embora. Escrevi no livro de reclamações e paguei apenas 17€ pela observação e limpeza dos ouvidos, porque considerei que este trabalho foi, de facto, efetuado. Em relação à consulta (A consulta médica é o tempo em que o paciente está com o profissional num espaço determinado (o consultório ou o domicílio de quem sofre do problema de saúde), enquanto o doutor dá o seu parecer e recomenda os passos a seguir (receitando medicação, mandando fazer exames específicos, etc.)) considero que esta não foi feita e, portanto, não a paguei. O que aconteceu foi uma simples limpeza de ouvidos e foi isso que eu paguei. Passado umas horas, recebo um telefonema do Hospital da Luz de Coimbra com ameaças para que o valor da consulta seja pago e que se não for vai para contencioso pois o médico considera que houve consulta. Desejo ver esta situação resolvida e que haja respeito pelo utente que paga para ser bem atendido!
Médis - Má informação e incompetência
A minha reclamação prende-se com a qualidade dos serviços da Médis para com a minha mulher, de cuja apólice de seguro eu sou titular.Dia 7/12/2018, na clínica CUF Cascais, tendo-lhe sido pedida uma endoscopia por parte da médica gastroenterologista, a minha mulher perguntou na recepção quais seriam os valores a pagar (com e sem anestesia).Apenas souberam dizer os valores de tabela, afirmando desconhecer qual seria a comparticipação da Médis e que tal informação só poderia ser dada pela seguradora. Ainda nesse dia, a minha mulher ligou para o número de apoio da seguradora, onde, de início, o operador não queria dar valores, com a desculpa de que «não sabia quais os preços praticados pela CUF Cascais».Após alguma insistência, lá adiantou que o valor máximo de uma endoscopia com anestesia seria de 180 euros, dos quais a minha mulher teria que pagar apenas 10% (o que daria uma quantia de 18 euros).O operador fez uma pausa para confirmar a questão da franquia e sublinhou que, como a franquia já estava paga, a minha mulher só teria que pagar 10% dos 180 euros.Dia 10/12/2018, a minha mulher foi fazer a endoscopia com anestesia, no valor de 180 euros, uma vez que tinha sido informada que só pagaria 10% dessa quantia. Caso assim não fosse, teria optado pela endoscopia sem anestesia (no valor de 70 euros).Feito o exame, a senhora da recepção informa a minha mulher de que terá que pagar um total de 318 euros, uma vez que o plafond tinha esgotado, acrescentando que só o valor da sedação era de 200 euros.De imediato, a minha mulher ligou de novo para os serviços da Médis, tendo obtido como única resposta: «apresente uma reclamação por e-mail».A nossa grande questão: por que razão não foi a minha mulher informada pelo operador telefónico de que já não tinha plafond?Estando ele na posse de todos os dados relativos ao seguro da minha mulher, tendo até confirmado a questão da franquia, como se justifica que não a tenha informado de imediato que ela teria que fazer o exame sem qualquer comparticipação por parte da Médis, uma vez que o plafond estava esgotado?Era da inteira responsabilidade da Médis informar a minha mulher relativamente a essa situação, pois se tal tivesse acontecido (como seria natural e expectável) ela teria optado por fazer a endoscopia sem anestesia, no valor de 70 euros, em vez de fazer um exame muito mais caro com sedação.Ao ligar-se para a linha de apoio da Médis, pode ouvir-se que «para sua segurança esta chamada será gravada».Sendo assim, basta escutar a gravação de todas as conversas envolvendo a minha mulher para se perceber que ela não foi informada convenientemente e de uma forma clara. Este facto originou uma despesa que apenas aconteceu por manifesta incompetência por parte da Médis.
problemas com a consulta
venho por este meio fazer uma queixa contra a Bel-Diagnostico e Dr. Fernando Galrão ( otorrinolaringologia) devido ao atraso numa consulta e desrespeito para com o paciente...ando a ser acompanhado pelo Dr. Galrão, pois tenho um furo no timpano, após um ano de varias consultas decidiu que tinha que ser operado, depois dos exames feitos era só marcar a cirurgia mas decidiu marcar uma consulta, quase 1 mês após os exames feitos, para o dia 7 de Novembro ás 17h...cheguei um pouco mais cedo, disseram-me logo que estava atrasado, que tinha 3 pessoas á frente, passado 45 mn entra uma quarta pessoa, ainda esperei um pouco pois podia ser algo rapido mas ás 18h ainda la estava...1 hora de espera e consulta nada, a falta de respeito pelos atrasos e ainda passar pessoas á frente ( calculo amiguinhos ) fiquei sem consulta e sem cirurgia, nao posso confiar num medico assim...
Rescisão do contrato
Plano de saúde Medicare platinium, número 000773777, pretendo realizar a rescisão do contrato dado ao facto de não estar satisfeita com o vosso serviço, bem como não precisar do vosso serviço cuja principal razão é passar a ter um seguro de saúde pela minha entidade patronal. Todavia, só agora estou a proceder à rescisão porque sempre fiquei com a ideia de que podia rescindir a qualquer momento, bastando realizar por carta registada e aviso de recepção. Porém, enviei um email a explicar a situação quando foi respondido que tinha que o fazer no mês antes do cumprimento do primeiro ano de contrato, a meu ver e segundo a lei, não é possível obrigar à fidelização, bem como devendo ser obrigatório informar o cliente se pretende dar continuidade ao contrato. Pois bem, segundo a cláusula n 10, do vosso contrato, é possível sim proceder ao termo do período subsequente (10.1), assim como caducará caso não proceda ao pagamento (10.2). Assim sendo, irei enviar carta de rescisão registada e proceder ao impedimento de débito directo. A vossa empresa deve ser bem mais clara com os clientes. Susana Figueiredo.
Serviço de urgência
No dia 26/08/2018 pelas 15h00 dirigi-me ao serviço de urgência no Hospital da Luz Arrábida com sintomas de alergia, manchas e prurido na pele. Pouco tempo depois fui atendida no consultório pelo médico Dr. João Dias, onde só visualizou as manchas. Não fez qualquer tipo de testes, nem análises. Chamou uma outra doutora ao consultório para ver as manchas, a qual não sabia também o que fazer. Dois médicos a olharem para mim, sem saber o que fazerem. Aconselharam me a consultar um dermatologista, a qual tinha que esperar 8 dias para uma consulta. E até lá como ia ficar? Se o meu corpo cada vez tinha mais manchas. Não tentaram se quer perceber o que realmente eu tinha. No fim receitou um comprimido para o prurido, mas que não sabia de que eram as manchas. Afinal quem são os médicos? Isto tudo, durante uma consulta que não durou mais de 10 minutos. Paguei 35€ porque tenho um subsistema de saúde se não pagava 80€ para ser vista em 10 minutos e ficar sem saber o que tinha. Como entrei no hospital como saí.Paguei por um serviço que não foi prestado. Saí do hospital com as mesmas dúvidas, com os mesmos sintomas sem ninguém arranjar uma solução.
Cobrança indevida
No dia 17-08-2018 me dirigi ao Hospital Lusíadas do Alto dos Moinhos para uma consulta de rotina, porém com outro médico, pois minha médica está de férias.Em todas as consultas, sempre fiz análise de glicose à pedido da Dra.Catarina e nunca paguei 1 euro por isto, porém com esse médico Dr. Francisco ( endocrinologista) foi efetuado um exame seu meu conhecimento e sem prévio aviso e que seria preciso pagar o valor de 50 euros não comparticipado pelo plano Alianz. Em momento algum, o médico, as enfermeiras ou atendentes me informaram que seria preciso fazer um exame, além do habitual, que seria a análise capital do nivel de açucar em meu sangue, exame este, que nunca paguei em 3 anos que passo com a Dra.Catarina. Ao sair do hospital, me deparei com esta taxa absurda, onde teria que pagar por um exame que eu nem sabia que tinha feito, pois foi executado sem minha permissão e consentimento. Foi feita uma reclamação no livro de reclamação do hospital e por este motivo, ainda não efetuei o pagamento, por estar à espera de uma resposta.
Tratam-nos como codigo binario.
Por motivos particulares a administração do centro de Saúde de Anadia, ou a do ACES Baixo-Vouga decidiu/iram atribuir-me como médica de família, a Dra. M. Frutuoso, colaboradora do Centro de Saúde de Avelãs de Cima. Dias antes desta data enviei um e-mail a anular a dita consulta, pois não necessitaria desta, no entanto, dois dias antes da dita recebo uma msn a confirmar-me a marcação desta.Atendendo, que, entretanto, necessitaria de verificar umas coisas e de marcar algumas consultas de especialidades diferentes, etc, acabei por ir e fui, terrivelmente, atendido pela médica. Pois, desrespeitou o estipulado no novo codigo de confidencialidade dos dados pessoais das pessoas, decretado pela comissão europeia no final do ano passado e transposta para a Lei Portuguesa este ano, ao começar por perguntar-me assuntos para o/s qual/ais não me tinham conduzido até lá. Resumindo, fez-me sentir constrangido de tal forma, que perdera de morte a confiança nela e nem lhe permiti que continuasse a consulta, pois pela atitude brusca que teve comigo, apercebi-me que apenas iria desocupar meu tempo em desnecessárias análises e exames, quando toda essa informação já a detinha ou lhe fora enviada por mim, por e-mail.
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