Reclamações públicas

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Encerrada
C. R.
01/07/2025

Acidente de trabalho

Exmos. Senhores, No dia 14 de junho, fui atropelada enquanto trabalhava, fui socorrida para o hospital São João, e logo foi constatado que eu tinha partido a clavícula direita e precisava passar por cirurgia. TRÊS ortopedistas, viram o raio x e disseram a mesma coisa. Como foi um acidente de trabalho, todo o trâmite foi iniciado, para a cirurgia ocorrer pelo seguro (UNA). Fiz os exames de sangue, eletrocardiograma, tudo. Ontem, um dia antes da cirurgia (30 de junho) que seria hoje (01 de julho), a enfermeira da clínica, me liga para dizer que a cirurgia não foi aprovada, não me disse sequer motivos e eu estou nisso, há 17 dias do sinistrado! Outra coisa que quero falar, é sobre a sensação de que o médico que me atendeu (do seguro) o único que disse que não precisava de cirurgia parecia muito mais que estava preocupado em economizar recursos do que tratar o doente com o que era melhor pra ele. Já havia ouvido relatos degradantes sobre esse seguro, mas estou passando por isso e posso afirmar. Façam qualquer um, mas não façam esse. Qualquer coisa negativa que vier a acontecer com a minha recuperação, não hesitarei em processar o seguro, a responsabilidade é deles. Cumprimentos.

Encerrada
C. R.
01/07/2025

Reclamação por Conduta Comercial Desleal, Recusa de Protocolo de Saúde e Comentários Discriminatório

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a ótica Alberto Oculista na Fernão Magalhães, em Coimbra, onde fui recentemente atendida, devido a práticas que considero configurarem conduta comercial desleal, recusa injustificada de protocolo de saúde e comentários discriminatórios durante o atendimento. Apresento os factos resumidamente: Desconto de 50% na primeira compra apresentado de forma enganosa: Na minha primeira visita à loja, apresentei uma receita oftalmológica para lentes semi-progressivas. A loja afirmou ter-me concedido um desconto de 50% “por cortesia”. Esse desconto foi inicialmente apresentado como excecional. Contudo, após conversas com outras pessoas e pesquisa online, confirmei que se trata de uma campanha oficial da marca Zeiss, amplamente divulgada em várias óticas. Ou seja, não se tratava de uma oferta específica da loja, mas sim de uma promoção da fornecedora de lentes — apresentada de forma confusa e, no mínimo, enganosa. Problemas com as lentes: Após levantar os óculos, percebi de imediato que as lentes não estavam a resolver o meu problema visual. Informei a funcionária, que desvalorizou a minha experiência, atribuindo a dificuldade à minha suposta “falta de adaptação”. Pedi para ser reavaliada pela optometrista. Foi agendada uma consulta, posteriormente cancelada no próprio dia por motivo de doença — o que compreendi. No entanto, nunca mais fui contactada para reagendar, revelando falta de acompanhamento ao cliente. Nova receita e segunda visita: Voltei ao oftalmologista, que confirmou que precisava de lentes progressivas, e que a troca deveria ser gratuita, sendo apenas devida a diferença de preço. Comentário discriminatório (etarismo): Ao regressar à loja para proceder à troca, a funcionária pareceu duvidar da necessidade da nova receita e sugeriu que eu tivesse uma segunda opinião da optometrista da ótica, no dia seguinte. Lá tive eu que fazer mais 100 km de propósito. Durante o atendimento, comentou que eu era “muito nova para ver tão mal”, o que considero um comentário discriminatório e constrangedor. Esta afirmação, baseada em estereótipos, revela uma atitude etarista e desconsidera a realidade de milhares de pessoas com problemas visuais. É particularmente grave num espaço dedicado à saúde ocular. Recusa de protocolo de saúde com o Plano de Saúde CTT: Ora, segundo a informação prestada pelo oftalmologista da Unidade Oftalmológica de Coimbra — e também com base em preços praticados noutras óticas — o valor total das lentes ronda os 700 euros. No entanto, de acordo com os recibos, acabei por pagar 430,50 €, além dos 369,50 € já pagos pelas primeiras lentes, totalizando 800 €, sem que tenha sido aplicado qualquer desconto na segunda compra. Como a funcionária estava sozinha e não me conseguiu dar explicações claras, pedi para falar com um responsável. Fui colocada numa chamada com a Diretora de Operações – Centro. Nessa conversa, foi-me dito que o desconto já seria o do plano de saúde. Expliquei que isso era impossível, pois à data da primeira compra eu ainda não tinha aderido a nenhum plano. A responsável afirmou então que eu não poderia ter tido 50% de desconto sem apresentar um seguro. No entanto, minutos depois, na mesma chamada, acabou por reconhecer que as lentes têm, por defeito, esse desconto — o que parece confirmar tratar-se de uma campanha da Zeiss e não de uma “cortesia”. Mais tarde, após eu pedir explicações formais por escrito do porquê de recusarem o meu plano de saúde, recebi um e-mail da loja alegando que “eu não apresentei o cartão do plano de saúde” — o que não corresponde à verdade. O que houve foi uma recusa explícita e injustificada em aceitar um plano com o qual a loja tem protocolo. Problemas persistentes com as lentes atuais: Apesar da troca, as lentes atuais continuam mal ajustadas. O campo intermédio está desfocado e mal posicionado: para ver o ecrã do computador, sou forçada a levantar a cabeça, o que é desconfortável e ergonomicamente incorreto. Isto indica que as lentes não estão adaptadas às minhas necessidades visuais e profissionais. Pedido: Solicito à DECO que analise este caso com a devida atenção. A apresentação de um desconto da marca como se fosse da loja, a recusa injustificada de um protocolo de saúde em vigor, a comunicação contraditória e os comentários desajustados apontam, no meu entender, para uma conduta desleal e discriminatória. Solicito também a vossa orientação sobre os passos formais que poderei seguir junto da ASAE, ERS ou outras entidades competentes. Com os melhores cumprimentos, Carolina Rosa

Encerrada
R. F.
01/07/2025
Fábrica do meu avô

Reclamação e falta de pagamento

Trabalhei na geladaria "Fábrica do Meu Avô", da empresa SEQUA – Sociedade de Construção, Lda., em Tavira, entre os dias 1 e 8 de junho de 2025. Durante esse período: – Tentaram escalar-me para quase 7 dias seguidos; – Fui despedida sem justa causa após comunicar que estava doente (vómitos) ; – Fui humilhada com comparações públicas ( Exemplo: Disse que o menor de idade que cito a baixo fez mais no primeiro dia de trabalho que eu em uma semana) e acusada de erros falsos; – Presenciei assédio moral, incluindo mensagens em grupo a chamar a atenção a uma colega por estar na casa de banho; – Fui vigiada por câmaras abusivamente com mensagens enviadas onde constava que não podiamos rir; –Têm um menor de idade contratado mesmo após a responsável ter dito que só contratava maiores de idade. Além disso, até hoje não fui paga, mesmo depois de entregar o meu IBAN e farda sendi que no contrato diz que seria oaga no ultimo dia util do mês. A responsável apenas me diz que "a contabilidade ainda não enviou os recibos", o que é inaceitável. Gostaria de alertar outras pessoas sobre esta entidade. Esta situação é grave, tanto a nível legal como humano.

Encerrada
I. M.
01/07/2025

Cancelamento indevido de reserva e falha grave de suporte internacional pela Vrbo/Expedia

Descrição da Reclamação: Em 17/06/2025, realizei uma reserva de alojamento na plataforma Vrbo/Expedia, referente à estadia entre os dias 24/06/2025 a 11/07/2025, no valor total de USD 895,29 (Reserva HA-QZZJLM, Itinerário Expedia #73141436639009). O nome do hóspede era Jefferson Dias Vidal. Sem qualquer aviso ou consentimento, o anfitrião alterou unilateralmente as datas da estadia para 24/07 a 31/07, o que representa uma violação clara dos termos contratuais. A alteração foi detectada na véspera do check-in, e comunicada à Vrbo, que, apesar de reconhecer a falha, cancelou a reserva no próprio dia 24/06/2025, quando o hóspede já se encontrava em trânsito internacional para o destino, tendo o voo TP692 pousado com atraso às 18h08 no Luxemburgo. A Vrbo não ofereceu qualquer apoio ou realocação, nem alternativas em outras zonas, e informou que caberia a mim fazer nova reserva. Isso nos obrigou a contratar um Airbnb de emergência, com custo total de USD 788,84, além de despesas adicionais com alimentação, deslocamento e comunicação. O reembolso foi feito apenas parcialmente (USD 482,37). Informaram que uma segunda parte seria processada, mas nunca cobriram os custos emergenciais nem assumiram qualquer responsabilidade por danos morais. Além disso, inicialmente foram incluídos dois débitos de USD 50,00 cada na tabela enviada à empresa, mas posteriormente informei com transparência e boa-fé que esses valores eram referentes a transferências internas sem relação com a Vrbo – sendo assim, foram corrigidos e excluídos da conta final. Fui atendido por diversos agentes da Vrbo (Angie, Simon e Juan), que demonstraram impaciência, recusaram-se a enviar respostas formais ou gravações das chamadas, e tentaram reiteradamente encerrar o caso sem solução. Tal conduta contraria os direitos do consumidor previstos na legislação portuguesa e europeia, além das próprias políticas do programa “Reserva com Confiança” da Vrbo, que prometem apoio ao cliente em situações como essa. Pedidos: Reembolso integral de USD 1.369,85, conforme tabela atualizada. Indenização por danos morais, pela situação humilhante de abandono internacional e falta de assistência. Envio das gravações das chamadas relativas ao caso #141180041. Reconhecimento formal da má conduta da empresa e das violações contratuais. Confirmação de recebimento desta reclamação e prazo legal de resposta.

Encerrada
D. D.
30/06/2025

Reclamação contra a Meta (Facebook/Instagram) – conta desativada com uma acusação gravíssima

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Meta Platforms (detentora do Facebook e Instagram). No dia 26 de Junho de 2025, fui surpreendida com a suspensão e posterior desativação da minha conta de Facebook/Instagram, com a justificação de que teria partilhado conteúdos impróprios (como exploração sexual infantil), algo que repudio completamente e é absolutamente falso. Sou uma utilizadora comum das plataformas, que as usava exclusivamente para vender artigos usados no Marketplace, ver receitas e guardar fotografias e memórias de família. Nunca partilhei qualquer conteúdo impróprio. Não fui notificada de qualquer violação anterior nem tive oportunidade de defesa ou apelo. Esta situação está a causar-me grande ansiedade e frustração, não só pela acusação injusta e sem fundamento, mas principalmente pela perda de anos de fotos e memórias pessoais, algumas das quais não tenho guardadas em mais nenhum local. A Meta não disponibiliza qualquer canal de contacto direto ou apoio humano, o que me deixa completamente sem meios para resolver o problema. Assim, venho solicitar à DECO orientação sobre como proceder, e se é possível intervir ou contactar a empresa em meu nome. Estou disponível para fornecer provas, capturas de ecrã e toda a informação necessária. Agradeço desde já toda a ajuda que possam dar. Nome completo: Diana Filipa da Silva Dias E-mail: dianasilvadias86@gmail.com Localidade: Odivelas Data: 01 de Julho 2025 Cumprimentos Diana Dias

Encerrada

AGENDAMENTO PENDENTE

Exmos. Senhores, O meu nome é Kaylane Brito e venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa à demora para o Agendamento referente a Manifestação de Interesse. Recebi o email para pagamento da taxa no dia 29 de mar. de 2025, fiz o pagamento de valor 58.10 € no mesmo dia, o status consta como Pago no site (https://services.aima.gov.pt/SAPA) mas até a data presente, não obtive um segundo email com os seguintes passos. No email recebido, diz a seguinte informação: Após a validação da conta e a confirmação de que o pagamento foi realizado, irá receber, nos dias seguintes, uma proposta de agendamento com indicação de data, hora e local propostos. Não me foi feita nenhuma proposta de agendamento. Tentei entrar em contacto com a AIMA através de seus meios de comunicação para obter informações sobre minha questão, mas devido ao grande fluxo de ligações, não fui atendida. Liguei em dias diferentes, em horários diferentes, fiquei por quase 1 hora a espera de um atendimento e não tive resposta. Solicito uma resposta urgente e medidas para garantir o direito de acesso à informação por parte dos utentes da AIMA, caso contrário a unica opcão será entrar com uma Ação Judicial. Cumprimentos.

Encerrada
K. B.
30/06/2025

Encomenda paga e não recebida

Exmos. Senhores, Em 20/04/2025 adquiri uma Camisola (Camisola Porto Principal 2024/25), da marca Falcon Outlet, pelo valor de 29€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que o envio para o estrangeiro seria efetuado dentro do prazo de 15-20 dias . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Não obtive nenhuma atualizacão sobre a compra feita, não tenho informações se ao menos foi feito o envio. Tentei entrar em contato com a marca via Email e não não obtive resposta, procurei outros meios de comunicação dos mesmos mas não se encontram ativos. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Encerrada
R. B.
30/06/2025

Reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, exigir o reembolso no valor de 84,50€ (54+34,5€) , correspondente ao pagamento efetuado no dia 30 de Junho de 2025 à empresa Alterar Titular por um serviço que, como constatei ao deslocar-me à EPAL e à Endesa, não poderia ser realizado sem a apresentação de uma procuração no caso específico em questão. Como efetuei uma pesquisa para novo contrato da EPAL e Endesa e surgiu-me de imediato o site correspondente a esta empresa, e, uma vez que a mesma apresenta símbolos da EPAL e da Endesa, efetivamente fui induzida em erro ao pensar que estaria a tratar do assunto com as próprias empresas e não com um intermediário, que cobra por um serviço gratuito. Só estranhei e dei conta do meu erro, depois de verificar que a entidade gerada para referência de pagamento não era a própria EPAL e Endesa, mas infelizmente efetuei o pagamento na mesma. A empresa pratica uma conduta abusiva, induzindo o consumidor ao erro e causando prejuízo financeiro. Desta forma, solicito a devolução imediata do valor pago, bem como a eliminação total dos meus dados pessoais da base de dados da empresa Alterar Titular. Cumprimentos. Rita Bourbon

Encerrada
G. C.
30/06/2025

Vôo atrasado e encomenda perdida

Caríssimos, No dia 29/06/25 viajei de Luanda-Lisboa com escala no Porto. Postos no aeroporto do Porto, encontramos uma enchente no controle de passaportes que dificultou o nosso embarque no vôo de ligação agendado. Depois de passar pela imigração, dirigi-me a sala de embarque fui informada que o meu vôo já partido porque estava cheio e no vôo a seguir, eu embarcaria, o que também não aconteceu. Foi-me emitido um novo talão de embarque com a informação de que o próximo vôo para Lisboa, sairia depois de quase 4 horas da minha hora marcada para chegar a Lisboa. Depois do tempo de espera, do cansaço físico e psicológico e fome, lá chegou o tal vôo, que ao invés de partir a hora marcada, decolou com 35 minutos de atraso. Postos em Lisboa, soube que a minha bagagem tinha ficado no Porto, situação que me frustrou ainda mais, pois mala contém alimentos perecíveis e a supostamente a TAP não se responsabiliza pela degradação dos mesmos, o que é um autêntico abuso, pois a irresponsabilidade e desorganização é da parte deles e não minha como passageira que cumpri sempre as minhas obrigações l. Fui fazer a reclamação, fui informada que a minha bagagem seria entregue no mesmo dia, uma vez que moro em Coimbra, a entrega seria mais rápida, o que também não sucedeu. Por isso, venho encarecidamente solicitar a DECO qie me ajude a encontrar uma solução para resolver tamanha falta de respeito e consideração.

Encerrada

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