Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Ryanair sem solução
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, No passado dia 18 de agosto de 2024 fomos notificados (eu, o meu companheiro e filho) do cancelamento do voo FR386 devido a condições climatéricas (vento). Até aí tudo bem! Recebemos no mesmo dia uma mensagem a informar sobre um voo de resgate para o dia a seguir. No entanto quando nos deslocamos para aceitar a solução dada pela companhia, deparamos nos com o aeroporto num caos, balcão da Ryanair cheio de pessoas sem respostas. Pessoas desesperadas..com filhos ao colo...outras deitadas no chão. Sou madeirense, apesar de viver em Portugal Continental, e foram algumas vezes que o voo foi atrasado à espera de uma aberta de melhoria de vento ou se por ventura o voo fosse cancelado, facilmente arranjavam soluções (como foi o caso das companhias TAP e easyJet, tal não aconteceu com a Ryanair). Os voos atualmente já estão normalizados. A Ryanair, a solução que dá aos seus passageiros, é arranjar voo para depois do dia 30 de agosto (uma semana e meia depois, o que já não é justificável porque o tempo já está normalizado e os voos estão a fluir, apesar de estarem com atrasos, estão a acontecer) ou se os passageiros entenderem pagarem à propria companhia uma outra viagem, a preços exorbitantes, ou comprarem noutra companhia. São estas as soluções! Encherem os bolsos com os outros! Estamos presos à ilha da Madeira, sem dia de regresso e sem garantias de nada. Neste momento dão prioridade às pessoas que pagam ao invés de tentar encaixar as pessoas lesadas, nos aviões. Ao ponderar todas as hipóteses, fomos ao balcão da easyJet e tap, pelo que nos pedem preços fora do normal para regresso a casa. É impossível pagar 1500€ de voo de regresso quando a nossa viagem já está paga. Ao balcão nada ou pouco nos dizem! Aliás, tudo o que dizem é contraditório... Dão informações diferentes a quem lá passa, provavelmente para as pessoas irem embora. Nós andamos de um lado para o outro, porque nem nos atendem o telefone, depois de horas de espera a ouvir a música do outro lado. Já estivemos por lá, uma vez mais, às 4h da manhã para ver se havia novidades, e nada! Para nos mandarem embora, arranjaram a alternativa de nos porem em standby num voo, em que num total de 10 passageiros, temos de esperar que todos os passageiros de um determinado voo façam check-in para ver se, por ventura, há alguém que não embarque e nos conseguimos, mas isto é areia para os olhos. Como é possível garantirem que há pessoas que não vão embarcar para nós dar lugar? Andaremos nisto durante quando tempo? Temos a nossa vida e queremos voltar ao normal! Precisamos de ajuda para a resolução deste grande problema. E a solução não passa por arranjar um voo dia 30... é muito tempo para quem tem de voltar à sua rotina, ao seu trabalho, às suas responsabilidades. Cumprimentos. Cumprimentos.
Voos não existentes e alterados e bagagem paga 2 vezes
Exmos. Senhores, Através da reserva 13037624624 foram adquiridos 6 bilhetes para uma viagem no dia 8 de Junho, sábado de Lisboa para Zadar na Croácia na companhia Lufthansa via Munich. No dia 8 não houve voo, a Lufthansa ao balcão disse mesmo que o voo nunca existiu. Tivemos que remarcar tudo para o dia seguinte com pagamento de 60€ de bagagem de porão por passageiro quando já tinha sido paga à Edreams. A mesma nunca nos deu qualquer apoio em todo o processo. Perdemos um dia de utilização de um catamaran que nos custou 10.000€ para 2 semanas. No regresso nenhum voo que havíamos comprado se realizou e em vez de uma escala fizemos duas, tendo chegado a Lisboa à meia noite do dia 22 de Junho. Não pagámos bagagem no regresso . Com todo este péssimo serviço ainda me cobraram 69,99€ de um serviço Prime cuja reclamação acabei de fazer para a Deco. Trata-se pois de uma empresa a não utilizar mais na vida. Cumprimentos José Santana Cumprimentos.
Cobrança Prime
Trata-se de mais uma das centenas de casos de cobrança indevida do serviço Prime no valor de 69,99€ Cumprimentos. José Santana
Cancelamento em cima da hora do serviço
Exmos. Senhores, No passado dia 11 de agosto de 2024 procedi a uma reserva online no site www.cruzeiros-douro.pt para um Cruzeiro Régua-Pinhão (subida) para 5 adultos (sendo que 2 são seniores) e 1 bébé para o dia 16 de agosto de 2024 às 14h45. Disponho do voucher nº 186461 para esta viagem, que seria efetuada pela companhia Barcadouro. Ora no dia 14 por volta das 19h30 ligaram-me a informar que devido a uma erro do site não poderiamos embarcar no cruzeiro das 14h45 pois estaria lotado. Mas poderiamos sempre viajar no cruzeiro das 15h30. Na altura concordei, não haveria incomveniente para mim, não iria estar tanto tempo no Pinhão como gostaria, mas compreendi a situação e aceitei a alteração. Iria chegar ao Pinhão por volta das 17h45, e já tinha bilhetes de comboio para as 18h14, estava dentro do tempo ok. Foi enviado o voucher nº 187324 para a viagem das 15h30, que seria efetuada pela companhia Rota do Douro. No dia 16 de agosto (somos de Guimarães) deslocamo-nos à Régua, chegamos perto das 12h para almoçar e com tempo chegar ao cruzeiro. Ora, por volta das 12h30 ligam-nos a informar que devido a uma avaria no Barco, não haveria cruzeiro. Que poderiam devolver em voucher ou dinheiro. Que poderiamos sempre fazer uma viagem de cerca de 1h na Régua num Barco Rabelo, e devolviam a diferença. Informamos que não pretendiamos essa solução, pois a nossa ideia era passar numa barragem, e já tinhamos os bilhetes da CP para o comboio. Para além disso, esperavamos que nos compensassem de alguma forma, pois era um enorme transtorno para nós a situação. Deslocamo-nos de Guimarães, gastamos portagens, combustível, almoço, etc... A colaboradora que falou connosco, informou que iria falar com alguém superior e que entraria em contacto connosco mais tarde. Como ninguém nos ligou, aparecemos ao cais da Régua por volta das 14h30 para obter informações. Lá ninguém tinha conhecimento de nenhuma avaria, e como haviam ligado e não tinhamos nenhum email, poderia ser uma mentira. Então aguardamos pelo Cruzeiro das 14h45, e qual o nosso espanto, a companhia Barcadouro chegou, mas não iria fazer a subida. Ora, primeira grande mentira, o Barco não estava lotado, simplesmente não iria fazer nenhuma viagem naquele dia, pois tinham outros serviços. Depois aguardamos pelo Barco das 15h30, mas nunca chegou, supostamente devida a avaria. Mas como estavamos com muitas dúvidas de toda aquela situação, questionamos lá no local várias pessoas. Algumas informaram que não era a primeira vez que aquilo acontecia com esta agência de viagens, vendem o que não existe. Estivemos cerca de 1h30 ao sol, num dia de calor extremo, com 2 idosos e 1 bébé de 2 anos. Dirigimo-nos a um funcionário da APDL - Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, S.A., ora qual não foi mais uma surpresa, não havia nenhum cruzeiro prevista para aquele dia da Régua-Pinhão. Ou seja, se o Barco avariou, já estava avariado antes, pois logo pela manhã, não deram informação à APDL sobre aquela embaração. Se não havia previsão, porque não avisaram mais cedo, escusavamo-nos de deslocar lá e gastar tanto dinheiro em vão. Depois de tudo isto, continuam a informar que não têm quaisquer redponsabilidade, avarias acontecem. Sim acontecem, mas os clientes têm o direito de ser compensados pelo transtorno causado, pois planeam uma situação e não acontece. Devolveram o valor pago (145€), mas e o gasto das portagens, combustível, almoço, bilhetes de comboio, tempo de espera sem resposta. Acho lamentável o serviço prestado. Cumprimentos.
Seguro Completo falso
Exmos. Senhores, Já fiz aluguer de viaturas algumas vezes em Lisboa, e numa tive problemas até resolver escolher a Gold Car, a empresa me vendeu um suposto seguro completo onde eu não precisaria me preocupar o absolutamente nada, mas minha dor de cabeça começou quando o carro elétrico que eu peguei precisou ser carregado, o veículo já não estava em boas condições de conservação, e apresentou problemas no cabo de energia, foram muitas tentativas para realizar algumas cargas, como estava em viagem não consegui trocar o mesmo, o veículo BZ 4x da Toyota parou de carregar definitivamente na volta para Lisboa, faltando uns 50 quilômetros para finalizar a viagem, entrei em contato com o suporte que me orientou e enviei um guincho e o táxi para finalizar nossa viagem, até aí está tudo bem, filmei o carro para provar que não conseguíamos carregar, e 2 dias depois veio a cobrança e descobertas das informações falsas da Gold Car que me cobrou 250 euros pelo guincho e se justificaram dizendo que eu precisava ter adicionado um outro seguro que nunca foi mencionado antes, e várias vezes com a atendente do também no balcão da u perguntei o meu seguro é o mais completo correto? E eles sempre respondem que sim. Foram falsos e com certeza não recomendo uma empresa que faça esse tipo de coisa com o cliente, deveriam se envergonhar. Cumprimentos.
Viagem não realizada
No dia 10/09/2023 realizei, em conjunto com mais 7 amigos, uma reserva para "destino surpresa" para os dias 8 a 10 de junho de 2024 (duas noites), sendo que as informações sobre o destino, voos e alojamento apenas nos seria transmitida com 48h de antecedência. O valor, por pessoa, foi de 201,76€, sendo o valor total 1614,18€. No dia 5 de junho às 18h24 (três dias antes da viagem), recebemos um email com a informação de que o nosso voo de ida (EJU6733 para Lyon da companhia Easyjet com partida às 5h55 de Lisboa) teria sido cancelado, sendo que nos ofereceram duas opções: viajar no dia anterior, às 19h45, no voo EJU4426 da mesma companhia, sendo que teríamos de assegurar os valores da noite extra; ou pedir o reembolso dos voos, sendo que o valor da estadia seria perdido devido à política de cancelamento do alojamento. De imediato respondemos ao email, às 18h51 do mesmo dia, a questionar quais seriam os valores dos reembolsos dos voos e qual seria o valor a pagar pela noite extra, uma vez que não nos transmitiram de imediato essa informação de modo a que pudéssemos tomar uma decisão o mais rapidamente possível. Visto não nos terem respondido no imediato via email, dada a urgência da situação, optámos por enviar mensagem pelo whatsapp. Apenas recebemos a resposta às nossas questões no dia seguinte, às 08h15. Dadas as informações, decidimos assumir o pagamento da noite extra, e embarcar no voo EJU4426 às 19h45 do dia 7 de junho. De imediato nos forneceram os dados para transferência bancaria, mas, ao visualizar a aplicação da easyjet, reparamos que esse voo já não estaria disponível. A Flykube informa-nos então que o voo deverá ter ficado sem assentos disponíveis, sendo então, o único voo elegível o das 6h45 de dia 7 de junho. Com a impossibilidade de o grupo faltar ao trabalho o dia inteiro, não pudemos aceitar embarcar nesse voo. Exigimos, na altura, um reembolso total pois devido à demora nas respostas às nossas questões e à falta de urgência em resolver a situação, acabámos por não conseguir usufruir do serviço, visto que o voo alternativo entretanto lotou. Alegaram que o cancelamento do voo não é da responsabilidade da Flykube e que não seria possível o reembolso total, mas sim somente o dos voos, sendo-nos aconselhado a participar o caso à seguradora. Pedimos então o reembolso dos voos, no valor de 697,92€ e decidimos contactar a seguradora, que, posteriormente nos informou que o cancelamento de voos por parte da companhia aérea não estava coberto no contrato. O reembolso dos voos, por parte da Flykube, foi efetuado no dia 15/07/2024. Posteriormente, realizámos uma reclamação à Easyjet, de modo a obtermos uma indemnização devido ao facto de o nosso voo ter sido cancelado com 3 dias de antecedência, não tendo sido transmitido o motivo do mesmo (alega a Flykybe). Recebida a resposta da companhia aérea, deparamo-nos com a informação de que o voo foi cancelado no dia 15 de maio de 2024, 24 dias antes da data do voo, e, por esse motivo, não seríamos elegíveis à compensação. Dada a informação, confrontámos a flykube com a informação via email, e, posteriormente, via whatsapp, à qual não obtivemos resposta. Por fim, exigimos um reembolso completo do valor pago. Devido ao facto de a flykube nos ter transmitido sobre o cancelamento do voo apenas com três dias de antecedência, o único voo alternativo viável ao grupo lotou, algo que poderia ter sido evitado dada a antecedência do cancelamento por parte da companhia aérea. É inadmissível sairmos prejudicados visto que foi pago um serviço que não foi efetuado devido à incompetência da flykube e não devido à companhia aérea como nos quiseram fazer parecer. Tendo em conta que já foi efectuado o reembolso dos voos, falta reembolsar 916,16€. Até hoje a flykybe continua a ignorar as nossas tentativas de reclamação e a dificultar o processo da resolução deste problema.
Serviço cancelado com menos de 24h de antecedência
Exmos. Senhores, Venho por este meio reportar a minha queixa formal sobre o serviço prestado pela Let’s Go Camping – Portugal (https://www.instagram.com/letsgocamping_pt/) (https://www.facebook.com/p/Lets-Go-Camping-Portugal-100063863917949/) uma página de instagram que presta o serviço de aluguer de campervans. A página/negócio é gerida pela Sra. Mariana Gonçalves e o aluguer é realizado através de mensagem privada na rede social com transferência através de MBway. Eu aluguei uma das campervans (Amazónia) por 2 dias e meio (total de 175 euros), paguei o serviço com 7 dias de antecedência e nenhum recibo me foi enviado, apenas um e-mail de confirmação da reserva em nome da Let’s Go Camping – Portugal. No dia anterior ao levantamento da carrinha, por uma avaria do veículo, o aluguer foi cancelado, tendo-me sido oferecidas duas soluções: o reembolso ou substituição por outra carrinha que apenas estaria disponível 2 dias (em vez dos 2 e meio que eu tinha pago) e que era ligeiramente mais cara (+ 10€/dia). Aceitei a substituição da carrinha mesmo com o dano de perder um dia em relação ao aluguer inicial, com a condição de me ser reembolsado o meio dia a que não teria direito. A responsável da página recusou-se a devolver este valor, sugerindo que fizesse um novo aluguer da carrinha de substituição, pagando o valor tabelado para essa carrinha (ou seja, +20€ face ao valor que pagaria por 2 dias para a carrinha que aluguei inicialmente). Isto significa que eu teria menos meio dia do que o inicialmente alugado e seria obrigada a pagar mais (em vez de ser a empresa a assegurar os custos extra deste imprevisto, a gestora sugere que seja o cliente a fazê-lo). Assim, vi-me obrigada a aceitar o reembolso e a ficar com o fim-de-semana cancelado, saindo prejudicada, sem ser ressarcida de todos os danos causados. Quando solicitei o livro de reclamações eletrónico, referiu que, por ser trabalhadora independente e não ter a empresa registada, não carecia deste livro e que apenas poderia apresentar reclamação nas finanças. Pedi então os dados (nome de empresa, NIF, morada) para apresentar reclamação nas finanças e foi-me dito que, como a empresa não está registada, apenas a própria com atividade económica aberta, não poderia disponibilizar os seus dados pessoais a uma pessoa singular a menos que o meu advogado o solicitasse. Portanto foram vários os entraves colocados à apresentação de uma reclamação do serviço/ prestadora de serviços, exigindo que uma pessoa tenha contratado um advogado para que possa reclamar. Cumprimentos.
Encomenda não recebida, ação imprópria do estafeta
Exmos. Senhores, À data da reclamação realizei um pedido pela plataforma de entrega de alimentos uber eats, este é o pedido 20827. Na altura da entrega o estafeta pediu que me deslocas se ao seu veículo para receber o meu pedido, indiquei que no momento em questão não tinha capacidade física para descer e carregar as compras tendo por esse motivo contratado uma entrega à porta e não uma entrega no átrio, algo que a aplicação permite realizar. O estafeta acabou por subir e exigiu que eu lhe mostrasse qual a minha incapacidade física de descer, indiquei que não lhe iria mostrar nenhuma parte do meu corpo para ele verificar a questão, então o mesmo ficou com a encomenda de alimentos e foi se embora. Tentei apresentar esta reclamações no livro de reclamações online mas nenhum operador económico está registado com o NIF da uber eats acredito que esta situação seja também ilegal. Cumprimentos.
Reclamação de reserva realizada à empresa Oh my guest de alojamento Sol Troía através do Airb&b
17/08/2024 Assunto: Reclamação Formal Relativa à Reserva n.º HMHX8MNWRH - Violação dos Direitos do Consumidor, Ameaças, e Violação da Lei de Proteção de Dados, além de possível inexistência de empresa que gere alojamentos através da plataforma Airb&b Destinatário: DECO / ASAE / Polícia / CNPD / Autoridade Tributária Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal sobre a minha experiência extremamente negativa com a empresa Ohmyguest, relativa à reserva n.º HMHX8MNWRH realizada através da plataforma Airbnb, que originou o caso n.º A25758742. 1. Violação de Direitos do Consumidor: A casa não correspondia ao anúncio e estava em condições deploráveis, incluindo falta de limpeza generalizada, falta de toalhas e água quente, e falhas graves na comunicação com o anfitrião. Além disso, houve um atraso no check-in e um total desrespeito pela nossa situação, onde viajávamos com uma criança pequena de 9 meses com 39 graus de febre, uma criança de 4 anos, um adolescente de 16 e uma idosa de 74 anos. 2. Ameaças e Violação da Integridade Pessoal: Recebemos mensagens ameaçadoras de um indivíduo identificado como responsável pela empresa de limpeza associada ao alojamento. O mais grave é que este senhor obteve o número da minha esposa através da empresa Ohmyguest, configurando uma clara violação de privacidade e potencialmente um crime de ameaça conforme o artigo 153.º do Código Penal. 3. Violação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD): A empresa Ohmyguest violou gravemente a legislação ao partilhar dados pessoais sem consentimento. A divulgação do número de telefone da minha esposa a terceiros sem autorização constitui uma infração grave à Lei da Proteção de Dados e ao RGPD. 4. Falta de Informação da Empresa: Tentámos obter informações sobre a empresa Ohmyguest para efeitos de reclamação, incluindo a identidade dos seus responsáveis, mas essas informações foram recusadas ou ignoradas repetidamente. Pesquisas no Registo Nacional de Pessoas Coletivas e outras fontes não revelaram a existência de uma empresa com esse nome, o que levanta suspeitas sobre a sua legitimidade. 5. Transtornos Causados e Prejuízos Financeiros: Devido à impossibilidade de permanecer no alojamento, tivemos de arranjar um novo alojamento de emergência, incorrendo em custos significativos e transtornos, que comprometeram as nossas férias e causaram prejuízos financeiros substanciais. 6. Clarificação da Responsabilidade da Plataforma Airbnb: Após resposta da plataforma com clarificação da posição do Airb&b acerca da situação reportada relativamente ao alojamento em Troia, venho por este meio, e após contato com nosso advogado, informar que a questão da responsabilidade da plataforma como intermediária é abordada em diversas legislações, tanto em termos de direito contratual quanto de proteção ao consumidor. Cito: 1 - Direito do Consumidor na União Europeia: A Diretiva 2011/83/EU estabelece que plataformas online podem ser corresponsáveis, junto ao fornecedor, se participarem ativamente na formação do contrato ou prestação do serviço. Especificamente o Artigo 6.º da Diretiva 2011/83/EU requer que o consumidor seja informado claramente sobre a identidade da parte contratante (neste caso, o anfitrião). Se a plataforma não deixar claro que atua apenas como intermediária, ela pode ser considerada responsável pela falha na prestação do serviço. Como tal, mais uma vez requeremos saber a que empresa efetuamos o alojamento local da unidade de Troía, ficando a aguardar divulgação da informação de forma URGENTE. 2 - Lei de Defesa do Consumidor em Portugal: A Lei n.º 24/96 obriga as empresas a garantir a conformidade dos serviços prestados e prevê responsabilidade solidária em caso de prejuízo ao consumidor. Especificamente o Artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor: Refere-se ao direito à qualidade dos bens e serviços, o que pode incluir a obrigação de garantir que o consumidor não seja prejudicado por cancelamentos inesperados. 3 - Código Civil Português: O Código Civil impõe responsabilidade ao devedor pelo cumprimento do contrato e interpreta cláusulas ambíguas em favor do consumidor. Especificamente o artigo Artigo 798.º que se refere à responsabilidade do devedor pelo cumprimento da obrigação (Se o Airbnb for visto como parte do contrato, pode ser considerado responsável pelo cumprimento ou compensação em caso de incumprimento) e o Artigo 12.º que se refere à interpretação de cláusulas contratuais e, em casos onde há ambiguidade sobre a responsabilidade da plataforma, pode-se interpretar a favor do consumidor. 4 - Jurisprudência e Precedentes Legais: Jurisprudência internacional reconhece a responsabilidade de plataformas intermediárias conforme seu controle e participação na transação. Requerimentos: À DECO e ASAE: Pelo exposto acima requeremos também a responsabilidade do Airb&b perante o exposto. Deveria primeiramente assumir toda a compensação que nos terá que ser feita, nos ressarcir em relação a esse valor, e depois requerer esse dinheiro ao host (caso o pretenda). Em segundo lugar, deveria-nos ressarcir por todo o transtorno causado e as falhas constantes que a plataforma evidencia em Portugal. Há vários dias que nos encontramos a tentar resolver este problema, e o Airb&b mostrou-se mais interessado em defender o host do que o consumidor e cliente da plataforma. Pretemos ainda saber qual a empresa que efetuou o arrendamento do alojamento local, algo que até à data nos foi impossível de constatar. À DECO: Reforço a solicitação de apoio na resolução deste conflito de consumo, especialmente no que toca à compensação financeira e à responsabilização da empresa Ohmyguest e do Airbnb pelos danos causados. À ASAE: Peço a investigação da legalidade das operações da empresa Ohmyguest, da senhora Irina Peixoto (suposta CEO da empresa) incluindo a falta de informação corporativa e possíveis infrações à legislação que rege a prestação de serviços de alojamento. Peço ainda atuação perante a plataforma Airb&b, que como intermedíario deverá ser responsabilizado pelas atitudes dos seus parceiros. À Autoridade Tributária: Peço a abertura de um inquérito de investigação acerca da empresa referida. Nós não conseguimos encontrar informação relativamente à mesma. Como tal, pedimos que tal investigação seja realizada de forma a podermos apresentar uma queixa formal sobre a mesma. À Polícia: Solicito a investigação das ameaças recebidas e a tomada das devidas providências legais para garantir a nossa segurança e responsabilizar os envolvidos. Ameaças realizadas pelo sr. Arnaldo Cruz, suposto dono da empresa de limpeza ligada ao alojamento, à empresa ohmyguest e à sr. Irina Peixoto. À CNPD: Solicito a abertura de um processo contra a empresa Ohmyguest pela violação do RGPD e pela divulgação não autorizada de dados pessoais ao sr. Arnaldo Cruz, além de uma investigação sobre o tratamento de dados por parte da Airbnb nesta situação. Anexo a esta reclamação envio provas documentais e imagens que sustentam as alegações acima, incluindo prints de conversas, recibos, e outros documentos relevantes. Anexo ainda abaixo cópia dos emails enviados para o Airb&b. Aguardo um posicionamento e providências por parte de vossas entidades, esperando que este caso seja resolvido com a urgência e seriedade que requer. Estou à disposição para qualquer esclarecimento adicional. Atenciosamente, João Silva joaopaulojesussilva@gmail.com Cumprimentos. PS - Temos mais documentos/anexos para vos enviar. Pf indiquem-me um email para onde poderei enviar esses dados, uma vez que através da vossa plataforma não consigo. Obrigado.
Non-operable air conditioning
Exmos. Senhores, I am writing to formally complain about the discrepancy between the amenities advertised and paid for compared to what was provided, and additionally the treatment we received by management when we voiced our complaint in person. I stayed at your hotel with my partner on the night of August 10/11th 2024. The air-conditioning in our room was not adjustable as it was controlled by a computer at reception. We could only have it on at 16°celsius (below room temperature) or off completely (in August temperatures) . As a result we lost our night's sleep. We brought this to the attention of staff (who were not available at reception) in the evening of the 10th and assured it would be seen to. It was not. The following morning we spoke directly with your management about the issue and received confrontation and defiance in response to detailing the general state of disrepair of the hotel - missing fire extinguisher, hole in wall, bedroom curtain ripped in half, shower head broken off wall, hand drier hanging off wall, unclean shower, insufficient breakfast delph and clean seating, amongst other details. I hereby request a full refund of our uncomfortable night's stay and hope that you promptly replace your absent maintenance staff and see to the necessary repairs. Cumprimentos. E B
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
