Reclamações públicas

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R. M.
31/01/2019

Continente não respondeu a reclamações do Livro de Reclamações Online

Fiz as seguintes reclamações, no livro de reclamações online, do Continente 2 e no da Malata, ambos em Portimão, das quais não obtive resposta: ROR00000000000194056, ROR00000000000188675 e ROR00000000000190106. Sei na republicação do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, o Artigo 5.º-B, que consta do Decreto-Lei n.º 74/2017, de 2017-06-21, diz o seguinte, no ponto 4:4 - O fornecedor de bens ou prestador de serviços deve responder ao consumidor ou utente no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da data da reclamação, salvo se for estabelecido prazo inferior em lei especial, para o endereço de correio eletrónico indicado no formulário, informando-o, quando aplicável, sobre as medidas adotadas na sequência da mesma. E o que me respondeu o Continente? Textualmente o seguinte: No seguimento da reclamação apresentada, informamos que a mesma foi devidamente tratada nos termos do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, de 21 de junho. Ainda hoje não sei o que quer dizer tratada. O que sei é nunca obtive resposta sobre as reclamações apresentadas!! Será que só temos direito a resposta quando reclamamos no livro em papel!?! Gostaria, se possível, que a DECO interviesse junto das lojas acima descritas, no sentido de eu obter uma resposta às reclamações.

Encerrada
A. C.
31/01/2019

Reclamação Troca Prenda de Natal

Efetuei uma reclamação por email à TOUS e por telefone no passado dia 14/01/2019 não tendo obtido qualquer resposta por parte dos mesmos.

Encerrada
A. C.
30/01/2019

Problema na entrega

Fiz uma compra pela internet de um sommier mas que infelizmente não entrou. O Sommier voltou para que eu pudesse então ter tempo para pensar em qual seria a melhor solução. As soluções que me deram foram 3: Devolução de quase metade do valor apenas, orçamento para fazerem um sommier dobrável (que custou quase mais caro do que o valor eu já tinha pago) ou devolverem o sommier na mesma. Como receber nem metade do valor já pago ou ter que pagar o valor de outro sommier não há condições, optei por receber o sommier na mesma, MAS ATÉ HOJE NÃO ME ENVIARAM E JÁ SE PASSOU MESES. Meses e meses de tentativas minhas de marcarmos a entrega e até hoje nada. Estou cansado de tentar resolver a situação e a Max Colchon não dar assistência por um cliente que pagou por um produto e, mesmo após meses, não o tem em mãos.

Resolvida

Máquina não centrifuga certas peças de roupa

Comprei uma máquina de lavar roupa Orima 128 -X de 8kg na Spot Virtual Unipessoal, Lda, em 31/01/2017.Em 24/07/2018 apresentei uma reclamação à Orima pelo facto de por vezes ao pôr certas peças de roupa ela não fazer a centrifugação.Em resposta enviaram um técnico da empresa, que não resolveu o problema dizendo que é uma caraterística da máquina (por falar em caraterísticas, publicitam a máquina como sendo Inox e é Silver.)Estando ainda dentro do prazo de garantia, contactei de novo a Orima e disseram que a responsabilidade era da loja onde comprei (Spot virtual Unipessoal, Lda) e a respectiva loja empurra para a Orima.Assim, passam a bola a garantia da máquina está a terminar eu não tenho o problema resolvido. Considero que foi um embuste, que a Spot Virtural Unipessoal Ldª, e a Orima não são efectivamente de confiança e traduzem um mau serviço.

Resolvida

Problema de origem - GLC250d

Em Abril de 2017 efetuámos a compra de um Mercedes modelo GLC 250d com o valor comercial de 59.000€ na Mercedes-Benz Portugal. Durante a primeira semana de utilização do bem, verificámos um enorme chiar nos travões traseiros aquando das manobras de marcha-atrás. Nessa mesma semana, reportámos telefonicamente o problema ao vendedor com quem tínhamos estabelecido o negócio, que nos indicou que já tinham existido reclamações de outras viaturas do modelo GLC com o mesmo problema. Visto termos a nossa residência fixa em Quarteira, deslocámo-nos à oficina oficial Mercedes mais próxima, a Starsul S.A., em Faro, para reportar o problema presencialmente com o intuito de resolução dentro da garantia do bem. Esta foi a primeira intervenção feita no carro. Depois disto, voltámos mais uma vez à Starsul sem qualquer solução em vista. Pouco antes do primeiro ano do bem, e quando este atingiu os quilómetros limites para a primeira revisão, o carro foi intervencionado na Starsul S.A. com a substituição dos vários componentes de travagem (discos e pastilhas de travão). De referir que todo este processo foi comunicado à Mercedes-Benz Portugal onde foi feita a compra do carro. Mais, durante a referida intervenção, foi feito um pedido da nossa parte para que a oficina da Starsul S.A. trocasse informações e pudesse obter mais dados junto da Mercedes-Benz Portugal sobre este problema. Procedimento esse que, segundo o responsável da oficina, foi feito. Novamente o carro não ficou com o problema solucionado. Em Outubro de 2018, e depois de três tentativas de resolução sem sucesso na Starsul S.A., o bem deu entrada na Mercedes-Benz Portugal para que pudessem finalmente, e tendo o problema identificado, resolver esta questão. Pela segunda vez foram substituídos os componentes de travagem (discos e pastilhas), e pela quarta vez que o carro deu entrada numa oficina oficial da Mercedes, o problema não foi resolvido. Esta foi uma situação que, para além de todo o incómodo, nos fez perder tempo e onde tivemos o prejuízo de, no mínimo, durante dois dias o carro ficar na oficina a cada vez que deu entrada. E tudo isto nos leva a uma situação limite. Limite esse que foi expressado à Mercedes-Benz Portugal através do referido vendedor, onde pedimos que fosse encontrada uma solução definitiva para o caso. Quando falámos em solução definitiva, não pedimos outra intervenção. Pedimos a troca do carro, a devolução do dinheiro, a retoma de outro, ou algo que definitivamente nos tirasse este problema da frente. Ficou então combinado que em Janeiro de 2019 levaríamos o carro à Mercedes-Benz Portugal e que conversaríamos sobre todas as possibilidades. Aproveitando o momento e porque a quilometragem pedia a segunda revisão, o carro deu novamente entrada na oficina, e para nosso espanto, indicaram-nos que iria mais uma vez ser intervencionado com a substituição dos componentes de travagem. Mostrámos a nossa insatisfação total referindo que a solução que queremos é uma solução definitiva como é responsabilidade da marca dentro do período de garantia. Pedimos um esclarecimento ao Serviço Pós-Venda que nos indicou que nada mais poderia fazer relativamente e que o procedimento da marca para este tipo de situação era este e apenas este. Questionámos como seria depois do fim da garantia e pedimos uma extensão da mesma de, pelo menos, um ano, ao qual nos responderam que não a iriam estender e que a partir daí seria o proprietário a suprimir os custos de uma eventual resolução do problema. Posto isto e, extremamente insatisfeitos e desgastados com todo o desenrolar do processo, decidimos invocar os nossos direitos e reclamar juntos das entidades legais toda esta situação que tem sido arrastada e empurrada por uma marca Alemã que atua no nosso mercado e que não atende às suas obrigações e deveres para com os seus clientes.

Resolvida
C. M.
27/01/2019

Problema com forno

Bom dia,Serve o presente email para dar conhecimento aos vossos serviços do meu descontentamento na resolução do meu caso (avaria do forno) sinalizado desde o passado dia 25 de Dezembro do ano transacto.Para melhor entendimento deixo-vos a ficha de tempo para melhor análise dos vossos serviços e resolução do caso.- Dia 25/12/2018 accionei a assistência técnica para o meu forno, tendo sido atribuído o caso nº 02507249.- Dia 02/01/2019 como não obtive resposta dos vossos serviços respondei ao email enviado anteriormente (caso nº 02507249), no qual através da vossa resposta automática foi aberto o caso nº 02554178.- Dia 07/01/2019 recebi o vosso email, reencaminhado também para a Cenatel a informar que a reparação tinha sido entregue a essa Empresa.- Dia 09/01/2019 recebi email por parte da Cenatel a informar que tinha sido aberto o caso Nº 2019/057 e que iriam entrar em contacto comigo.- Dia 11/01/2019 entraram em contacto comigo por parte da Cenatel para agendar visita para o dia 15/01/2019.- Dia 15/01/2019 deslocou-se à minha residência o técnico da Cenatel que após avaliar o forno, informou-me que da anterior reparação (programador/seletor de programas), tinha também queimado uma resistência inferior e que iriam solicitar a peça e entrariam novamente em contacto.Desde esse dia, 15/01/2019, ainda não recebi nenhum contacto por parte da Candy nem da Cenatel com o intuito de reparação do forno, que se encontra abrangido pela garantia (adquirido no dia 29/01/2019).Pelo acima exposto, EXIGO, que me seja colocado no mais curto prazo de tempo um novo forno na minha residência, visto que o prazo estipulado pela Lei, estipula um prazo de 30 dias para a reparação de um bem abrangido pela garantia, ou então será trocado por um bem igual ou da mesma gama.Espero que me seja respondido brevemente a fim de resolver o meu problema.Atenciosamente,César Magalhães

Encerrada
A. O.
25/01/2019

Produtos em Falta na Encomenda

Dia 14 de dezembro de 2018 realizei uma encomenda online no site da empresa na qual constavam entre outros produtos 3 caixas de 24 - barras energéticas Extreme Bar.Paguei de imediato pois não foi a primeira vez que encomendava produtos deste fornecedor.Sou contactado via telefone no dia a seguir e informam-me que das três caixas só tem 1 disponível para envio imediato, propondo-me o envio dos outros produtos e da caixa disponível e garantindo que em janeiro quando o stock fosse reposto pelo fornecedor me enviariam as duas caixas em falta sem cobrar mais portes.Concordei e de facto recebi os produtos combinados.A partir daí não fui mais informado de qualquer envio dos produtos em falta, enviei um pedido de esclarecimento dia 14 de janeiro e fui informado que o produto continua esgotado no fornecedor, seria enviado logo que possível.Só que há um problema no dia 23 efetuei uma compra no site de 2 caixas do produtos que dizem estarem em falta e o site validou a encomenda até ao final apenas falta pagar, é claro que não efetuei qualquer pagamento, não entendo como me informam que não tem o meu produto que já foi pago a mais de um mês e no entanto é possível comprá-lo no site.

Resolvida
D. S.
23/01/2019

Devolução de um Produto com defeito negada

O equipamento adquirido (no dia 10/1/2019 sendo hoje 23/1/2019) não funciona como é suposto, foi entregue na loja e verificou-se a existencia avaria mas foi negada a devolução do equipamento

Encerrada

Reclamação Bateria

Venho por este meio apresentar uma reclamação escrita sobre o veículo Mercedes C220 Bluetec Line AMG de matrícula 66-SR-44. A reclamação consta do seguinte: Em 29-12-2017 o veículo teve problemas de bateria e a bateria foi mudada ao abrigo da garantia, tinha o carro nessa altura 61.166 kms. Em 19-04-2018 o carro voltou a ter problemas de bateria tendo sido diagnosticado um problema no sensor na bateria, o qual gastava a bateria, tendo sido mudado ao abrigo da garantia, tinha o carro nessa altura 80.932 kms. Em outubro de 2018, o carro foi para a revisão dos 100.000 kms, e logo após a revisão o start&stop deixou de funcionar. Foi diagnosticado problemas na bateria, e foi-me informado pelo concessionário que a bateria teria de ser substituída e que a Mercedes não assumia garantia porque a bateria anterior não tinha sido facturada, ou qualquer coisa do género. Ou seja o carro em 2 anos e 9 meses gastou 2 baterias. Este é o 12º veículo que tenho de marcas variadas desde, Citroen, Renault, Volvo, Volkswagen, BMW é o primeiro carro que mudei uma bateria, um Passat CC com 7 anos e 310.000kms nunca foi mudada a bateria. Como se vê pelos kms do veículo, o mesmo não está parado tempo suficiente para gastar bateria. Portanto primeiro de tudo quero que me despitem o verdadeiro problema do carro e o resolvam e que após isso seja a bateria mudada. Informando-me a Mercedes por e-mail que a bateria é uma peça de desgaste, o que me dá vontade de rir, apesar de neste carro o ser, visto que em 2 anos levou 2 baterias e um jogo de calços de travões, a mesma não é considerada uma peça de desgaste rápido. Se o utilizador final da peça for um consumidor, que é o caso, ou seja, se a peça for aplicada no veículo de um consumidor, aplica-se o D.L. 67/2003 de 8 de Abril, alterado pelo D.L. 84/2008, de 21de Maio, a chamada Lei das Garantias (LG). Segundo o mesmo decreto lei, no artº 5º - Prazo de Garantia, a Alínea 6 diz — Havendo substituição do bem, o bem sucedâneo goza de um prazo de garantia de dois ou de cinco anos a contar da data da sua entrega, conforme se trate, respectivamente, de bem móvel ou imóvel. A Lei das Garantias só faz distinção entre bens imóveis (casas, apartamentos, terrenos) ou bens móveis (todos os outros). Relativamente aos bens móveis, todos têm o mesmo prazo de garantia: um carro, uma embraiagem, o óleo, umas pastilhas de travão, um motor. Foi pedido um parecer ao centro de arbitragem do sector automóvel sobre o assunto, sobre o qual obtive a resposta que passo a transcrever e que posso comprovar com email: Exmo. Senhor Jorge Ribeiro, Acusamos a recepção do pedido de informação apresentado e na sequência do mesmo somos a informar que nos termos do artº 5º nº 6 do DL 63/2003 de 08.04, com as alterações introduzidas pelo DL 84/2008 de 21.05, qualquer bem substituído ao abrigo da garantia goza de um prazo de garantia de 2 anos. Assim, a bateria colocada, independentemente de lhe ter ou não disso facturada tem um período de garantia de 2 anos. Tendo sido já apresentada a devida queixa no centro de arbritragem, tal como já foi apresentada por escrito reclamação em livro no concessionário Nasamotor, Feira. Fico à espera da vossa resposta e resolução do assunto o mais brevemente possível, porque o carro está vendido para troca em outro stand e gostaria de o entregar com o problema resolvido, não gosto de passar os meus problemas para outros.

Encerrada
L. D.
22/01/2019

Exigem pagamento de produto já devolvido.

FACTO:-No último trimestre de 2018, fiz uma encomenda à Avon, no valor total de 43,53euros. Paguei 47.53 pelo atraso.-Nessa mesma encomenda, consta uma apara-lápis duplo, defeituoso, que eu exigi troca. Depressa, veio um novo, mas com o mesmo defeito, a tampa não fecha. E não aceitaram a devolução dos 2 apara-lápis. (Nota: Preço dele, 8,95 e no mercado o mesmo produto de outras marcas apenas por 3 euros).Paguei o 1º apara-lápis (pois acabei por ficar com ele) na Factura: I A/ 8621484, da encomenda cujo valor final ficou de 47.53 euros.Facto: Tenho um horário laboral que é incompatível com ida a serviços como as dos ctt. Por essa razão, falta de tempo, adiei a devolução do apara-lápis para 6 de Dezembro de 2018, 5ªf, dia que tinha disponibilidade.Isto para a morada indicada na Factura:Morada para envio das devoluçõesAvon PortugalEdifício CTT Expresso - Marl,Logística Cais nº 5 (Lugar do Quintanilho)2664-500 S. Julião do Tojal. FACTO: Na devolução do produto, como solicitado, enviei o duplicado da factura, devidamente assinado pela cliente que reclamou comigo e o dito apara-lápis.FACTO: Semanas depois, ainda em 2018. Recebi o Aviso de Recepção assinado e carimbado, o que significa que Avon tem o produto e não lhes devo nada.FACTO: A 28 de Dezembro de 2018, recebo um email da Avon e insistir que lhes devo o valor do apara lápis. E no qual eu já sou ameaçada de que iriam usar medidas adequadas para a cobrança daquele valor.Nota: Só o li o email a 10 de Janeiro de 2019.Já farta do assunto, respondi, nesse dia:Caríssimos já é a 2ª vez que me estão a tentar a cobrar um apara lápis duplo que eu rejeitei por que a tampa não fecha. Recusaram a devolução do 2º que veio em troca exactamente com o mesmo defeito.O mesmo produto está à venda na Wells por quase 3 euros, vocês cobram quase 9 euros.Enviaram me uma factura duplicada para a devolução com a morada indicada para tal.Eu recebi o aviso de recepção, por isso vocês receberam o produto.Caso me continuem a chatear. Vou para a comunicação social, para a DECO e para tribunal.Estamos entendidos?Quando precisei de vocês para esclarecerem dúvidas nunca atendiam o telefone, mas para exigir encomendas ja ligavam às horas que bem entendiam.Por mim podem rescindir o contrato de revendedora à vontade não quero nada convosco.Deixem de ser parasitas e trabalhem de forma digna e honesta. Deixem de extorquir dinheiro a quem trabalha, pois é este o caso, extorsão. FACTO: 3ªfeira, dia 15 Janeiro, 2019, recebo uma carta da Drª Fernanda Medina, que alega que estou em divida à Avon. Isto, para mim traduz-se num atentado à minha honra e bom nome, pois eu cumpri com as minhas obrigações.FACTO: Sinto-me estar a ser vitima de extorsão, insistem em cobrar-me um valor do apara-lápis que já foi devolvido. E desta vez com taxas acrescidas. Sinto-me vitima de Coacção, pois se eu não pagar este produto (repito que já não se encontra na minha posse e o 1º já foi pago), vão passar à cobrança coerciva do montante em divida, acrescido de juros à taxa legalÉ de se ter em conta, que esta empresa está a agir de má fé e, que estou a ser vitima de crimes graves que ofendem a minha honra, bom nome, a minha credibilidade e como também vitima de coacção e extorsão de dinheiro. P.S: Tentarei enviar em anexo ficheiros que comprovam a veracidade dos factos relatados.Espero que se faça a devida Justiça.Fico contente por haver em Portugal entidades que zelam pelos direitos dos cidadãos e dos consumidores.

Encerrada

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