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Devolução não aceite
Exmos. Senhores, Eu comprei uma trotineta elétrica da marca Xiaomi, modelo 4Go, pois estava em promoção no site da MEO até ao dia 31 de Maio de 2024, a menos 70€ do que o preço a que é normalmente praticado. Acontece que, ao recebê-la em casa e ao tirá-la da caixa para a montar, eu percebi que não houvera verificado que não era dobrável e que seria demasiado pesada para mim, pessoa com menos de 50kg. Neste sentido, eu procurei devolver a trotineta, cumprindo todos os requisitos para que a devolução não fosse rejeitada. Não a usei nem uma vez. Apenas a montei e desmontei e guardei na caixa, as quais foram sem mazela alguma, quer a caixa quer a trotineta. Assim que me deparei com isto, eu procurei logo saber como é que se processaria a devolução do equipamento junto dos colegas do atendimento de apoio ao cliente da Meo, os quais me disseram que seria possível priceder-se à devolução. Disseram que teria de o ser em loja, e, assim, dirigi-me à loja mais perto da minha área de residência, a qual fica em Vila Franca de Xira (Lisboa), e assim que lá cheguei, o colega que me atendeu disse que me tinham indicado mal o lugar onde deveria ter executado a devolução - um colega da Meo a dizer que outro colega da Meo indicou mal o lugar a devolver o equipamento - e que teria de o fazer num posto dos CTT, juntamente com uns documentos que me passou em mãos, os quais precisavam de ser entregues em anexo ao equipamento. Ou seja, além de me terem direcionado mal sobre o lugar onde deveria devolver o equipamento, também não me tinham passado os documentos necessários para o processamento da devolução. Desta feita, já tendo pedido à minha patroa para sair mais cedo para consrguir chegar a tempo de encontrar a loja de Vila Franca de Xira aberta, a qual encerra às 18h30, ainda fui às pressas até aos Foros de Salvaterra (zona onde resido) antes que se dessem as 19h (hora a que fecha o posto CTT da zona) para entregar, o mais rapidamente possível, a trotineta, onde me disseram que a remessa livre não era possível de concretizar, porque ultrapassava os 10kg. No entanto, um outro colega da Meo lá me auxiliou e deu para entregar, ainda que tenha sido um processo um pouco moroso em linha. A trotineta foi entregue em armazém a um colaborador chamado Jaedson (o que soube por e-mail) e no mesmo dia eu liguei a questionar sobre a aceitação da devolução, ao que não me souberam responder, nem nesse dia, nem nos dias subsequentes. No entanto, com a minha insistência, a qual é provada pelo número de vezes que os contactei (pela pressa de querer ter isto resolvido, de ser reembolsada e de conseguir comprar uma outra trotineta urgentemente) disseram que me dariam um feedback do armazém até terça, dia 4 de junho, entre as 13h e as 14h (hora previamente combinada com o sr. Gonçalo). Antes que isto se desse, estava eu à espera de uma encomenda de roupa para a minha bebé, e recebo uma chamada a questionar se me encontrava em casa, ao que respondi que lá se encontrava a minha avó (pois eu estava no trabalho), e o que não estranhei, porque o acordo de chamada já houvera sido combinado com a Meo. Eram umas 10/11h da manhã quando isto se sucedeu, e como não tinham dito que era para entregar a trotineta, eu avisei a minha avó que iria chegar a encomenda que aguardava. Acontece que, quando o senhor lá chegou com a trotineta para a devolver, coagiram a minha avó, de 76 anos de idade, a assinar o documento para devolução, enquanto ela tinha expressamente dito que não queria assinar nada. Assim que cheguei a casa à hora de almoço, depois de cuidar da minha bebé, liguei a reclamar esta situação, e já que não me puderam ajudar pedi para falar com algum superior, a qual me ligou posteriormente a dizer que iriam fazer uma nova análise do equipamento. Questionei como a fariam sem terem o equipamento, e a chefe respondeu-me que poderiam fazer a recolha da trotineta para nova análise. No entanto, posteriormente, simplesmente me disseram que reiteravam a informação já concedida: de que a trotineta houvera sido rejeitada porque ia com riscos e com as rodas utilizadas, ao que contrapus, pois não a usara uma vez sequer. Apenas admiti a suposta sujidade da roda com algum vestígio de comida, pois tenho uma bebé de 1 ano que está a aprender a comer, e neste sentido, deita muita comida para o chão, mas nada que não se colmate. Agora, riscos, não. Ainda assim, para ser reembolsada, pedi que resolvessem a situação, pois preciso de comprar outra trotineta para efeitos laborais no trajeto casa-trabalho-casa urgentemente, porque não tenho viatura própria e estou dependente, tanto de transportes públicos, como de boleia alheia. Simplesmemte me responderam que não seria possível, de todo, o efetuar da devolução, ao que respondi que eu mesma já trabalhei num armazém dos CTT, na área das devoluções e que já houvera partido material, e bem sei que podem ter sido ainda que sem querer, ou o colega da distribuição, ou o colega da devolução. No decurso disto que lhes respondi, já disseram que poderia enviar uma carta para a morada da Meo a expôr a situação. Como sei que isto demoraria muito, e poderia nem ficar resolvido com unicamente os meus braços, redijo esta reclamação por meio da Deco a solicitar uma resposta urgente de solução a este caso. Cumprimentos, Catarina Torcato.
Prestação de mau serviço
Exmos. Senhores, Boa noite , venho mais uma vez por este meio reclamar a prestação do mau serviço que a empresa NOS Comunicações tem dado . Anteriormente fiz uma reclamação a falar da box , a reclamação foi feita neste mesmo site no dia 19 de maio de 2024. Onde no dia a seguir entraram em contacto comigo a dizer que iam avaliar o meu caso e ver se era possivel proporem uma proposta e, depois ligavam no dia a seguir para comunicar a avaliação da minha situação. Até hoje 28 maio aguardo essa ligação . Continuo com os equipamentos a falharem . Agora digam-mwe como uma empresa como esta que promete dar um bom serviço tem tantas falhas ? Tirei o debito direto , desde então foi cobrado 1€ todos os meses na fatura por tirar o debito direto ? Sou vossa cliente a anos , e ultimamente a pestação do vosso serviço é 0 qualidade . Merecem que eu não pague a fatura deste mês , visto que nem televisão eu tenho conseguido ver, a não ser pela app . Cumprimentos.
Cessação de Serviço devido a Óbito
Exmos. Senhores, A minha mãe faleceu a 15 de Dezembro. A primeira comunicação feita à MEO foi realizada no final de Janeiro (por email). Desde então liguei diversas vezes e fui sendo informada que o processo estava em andamento. Descobri então numa das chamadas no final de Fevereiro que nenhuma chamada anterior tinha ficado registada e que portanto o cancelamento só poderia ser feito em Março, devido ao periodo de aviso. Após Março, continuaram a registar e a cobrar mensalidades e juros por falta de pagamento, o que só tivemos conhecimento devido a uma carta recebida na antiga morada da minha falecida mãe, de uma advogada com cobrança judicial . Ontem, a 14 Maio, volto a ligar bastante frustrada e deixei a reclamação registada. Hoje, dia 15 de Maio, respondem à reclamação por email dizendo que vão retirar os valores após Março, mas que continuaria com a dívida das mensalidades, custos de processo contencioso e custos administrativos. Este email não só não permite resposta ("noreply"), como não fornece uma referência para pagamento caso eu quisesse fazer o pagamento hoje, sendo que cada dia que passa os juros aumentam. Voltei a ligar para eles hoje já que o email não permite resposta, e dizem-me que não podem fazer nada em relação aos valores e que não podem enviar referências por email porque o valor muda todos os dias. Naturalmente, a MEO perdeu a minha confiança quanto ao seu serviço, processo e comunicação (não podendo confiar na informação do contacto telefónico já que somente registam as chamadas que querem), pelo que pedi que a comunicação a partir de agora fosse toda por escrito (email), ao que me respondem que não podem enviar estas informações por email, só por telefone ou sms. Todo este processo me parece pouco correto, pouco claro e até ilegal, principalmente atendendo que existe um óbito com a data de 15 de Dezembro. Resumindo, este processo da MEO parece-me incorreto e propositadamente complexo a diversos níveis: 1 - Chamadas não registadas 2 - Processo impossível para cessar um contrato, mesmo com certidão de óbito 3 - Comunicação péssima, com engano, sem clareza e sem comprovativo por escrito 4 - Cobrança errática de valores associados a um processo contencioso, dias de aviso, custos administrativos e juros de um processo e atraso que eles próprios criaram (o que me parece propositado, sendo indevido e de má fé) Como devem imaginar, após a perda de uma mãe, preferia não ter de passar por isto, e gostaria de fazer o meu luto em paz, mas este processo não me está a permitir. Pelo que agradeço que atentem a este pedido e se encerre a situação o quanto antes. Cumprimentos.
Cessação de serviço devido a Óbito
Exmos. Senhores, A minha mãe faleceu a 15 de Dezembro. A primeira comunicação feita à MEO foi realizada no final de Janeiro (por email). Como não obtive resposta liguei no início de Fevereiro, e voltei a ligar diversas vezes para confirmar que a situação estava resolvida. Iam-me dizendo por telefone que estava registado e em avaliação. No final de Fevereiro voltei a contactar já não tinha recebido qualquer confirmação, ao que me disseram, pela primeira vez, que o pedido tinha de ser feito através do site deles. Disseram-me então que o único contacto de que tinham registo seria nessa data, e que por isso o contrato só poderia ser cancelado em Março. Após Março, continuaram a registar e a cobrar mensalidades e juros por falta de pagamento, o que só tivemos conhecimento porque uma advogada enviou carta para a antiga morada da minha mãe (imagino que também devem ter enviado para o email dela), pelo que percebemos que a situação continuava sem ficar resolvida. Ontem, a 14 Maio (ingénua, mas com boas intenções), volto a ligar para eles bastante frustrada porque mais uma vez continuava com isto em aberto, sendo que os informei que eu não estava a receber estas comunicações diretamente, as mesmas estavam a ir para a casa da minha mãe, portanto claro que ninguém iria pagar porque ninguém iria ver, e a dívida iria crescer. Deixei a reclamação registada. Hoje, dia 15 de Maio, respondem à reclamação por email dizendo que vão retirar os valores após Março, mas que continuaria com a dívida das mensalidades, custos de processo contencioso e custos administrativos dando um total de 133.12. Este email não só não permite resposta ("noreply"), como não fornece uma referência para pagamento caso eu quisesse fazer o pagamento hoje, sendo que cada dia que passa os juros aumentam. Voltei a ligar para eles hoje já que o email não permite resposta, e dizem-me que não podem fazer nada em relação aos valores e que não podem enviar referências por email porque o valor muda todos os dias. E que, não podendo fazer nada, a dívida deve ser paga pelos herdeiros. Sendo que ainda lhes perguntei como é que iriam cobrar o valor se não tinham o contacto de nenhum herdeiro até ontem (porque eu dei), ao que responderam que iriam continuar a enviar cartas para a morada que tinham. Naturalmente, a MEO perdeu a minha confiança quanto ao seu serviço, processo e comunicação (não podendo confiar na informação do contacto telefónico já que somente registam as chamadas que querem), pelo que pedi que a comunicação a partir de agora fosse toda por escrito (email), ao que me respondem que não podem enviar estas informações por email, só por telefone ou sms. Todo este processo me parece pouco correto, claro ou até legal, atendendo que existe um óbito com a data de 15 de Dezembro. Resumindo, este processo da MEO parece-me incorreto e propositadamente complexo a diversos níveis: 1 - Chamadas não registadas 2 - Processo impossível para cessar um contrato, mesmo com certidão de óbito 3 - Comunicação péssima, sem clareza e sem comprovativo por escrito 4 - Cobrança errática de valores associados a um processo contencioso, custos administrativos e juros de um processo e atraso que eles próprios criaram (o que me parece propositado, sendo indevido e de má fé) Como devem imaginar, após a perda de uma mãe, preferia não ter de passar por isto, e gostaria de fazer o meu luto em paz, mas este processo não me está a permitir. Pelo que agradeço que atentem a este pedido e se encerre a situação o quanto antes. Sem mais de momento. Cumprimentos, Paula Aniana Pedreira
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