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Troca de Equipamento Recusada
Exmos. Senhores, Venho desta forma apresentar uma reclamação contra a Worten relativamente a uma compra que efetuei em Setembro de 2025. Realizei a compra de uma televisão de marca Philips, sendo que se avariou no passado dia 19 deste presente mês de Maio. Uma vez que a compra foi realizada online e levantada em loja física, fiz o pedido de reparação através da plataforma online. Acontece que apesar de na linha telefónica da Worten me ser informado que a resposta seria dada num prazo máximo de 48h, esta foi respondida em 4 dias. Além deste pormenor, a Worten também informa que a reparação de televisores acima de 40 polegadas é realizada ao domicílio. Portanto, ao fim destes 4 dias, fui contactado por uma empresa de reparação com número estrangeiro e com alguns procedimentos para eu realizar em primeira instância. Como nenhum dos procedimentos funcionou, a empresa de reparações informou-me que o televisor teria de ser recolhido por transportadora (iriam fornecer-me uma caixa pois já não possuo as caixas originais de fábrica para empacotamento) e que quando chegasse a eles seria encaminhado para a marca, e portanto levaria algum tempo. Saliento então que não é feita reparação ao domicílio ao contrário do informado pelo Worten. Além disso, não me é fornecido nenhum equipamento provisório para uso temporário. Uma vez que todo este processo levaria tempo, a logística em si é mais complicada devido ao agendamento de recolha e risco de extravio/dano de um equipamento grande, existe informações contrárias às fornecidas pela Worten, não me fornecem equipamento provisório, e necessito do equipamento, decidi ir à loja física da Worten Covilhã com os meus dados e fatura. Solicitei a anulação do pedido de reparação e a substituição do equipamento por um exatamente igual em condições, usufruindo dos meus direitos de consumidor referidos no Artigo 15 do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Esta substituição foi-me completamente negada. Ademais, além de negada, foram usados argumentos acerca de atualizações sobre as regras de garantia completamente descabidas. Exijo, portanto, a substituição do equipamento por um modelo novo exatamente igual. Agradeço toda a vossa atenção e solicito uma resposta a esta situação. Com os melhores cumprimentos, Paulo Dias
Mota na garantia e não substituem a peça
Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa a um defeito de conformidade detetado na minha moto Yamaha Ténéré 700 de matricula BF-86-SQ, adquirida em dezembro de 2023. O painel TFT apresenta leituras erradas e incoerentes de consumos médios e quilometragem (odómetro), impossibilitando a utilização correta das funções do veículo. Após contacto com a Yamaha Motor Portugal em 11-05-2026, a marca respondeu por escrito admitindo o problema ("assumimos a nossa responsabilidade de melhoria"), mas recusou-se a proceder à reparação imediata, alegando aguardar por uma solução futura/recall. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, o vendedor tem o dever de repor a conformidade do bem num prazo máximo de 30 dias, o qual já foi ultrapassado. A solução paliativa proposta pela marca (fazer "reset" manual) não é aceite, uma vez que não resolve o defeito de fabrico e compromete o histórico de manutenção e valor de revenda do veículo. Desta forma, exijo: A reparação denitiva ou substituição do painel TFT e respetiva unidade de controlo (CCU), conforme os meus direitos de garantia. Que seja registada a suspensão do prazo de garantia para estes componentes, nos termos do Artigo 11.º do DL 84/2021, até que a conformidade seja reposta, salvaguardando o meu direito para além de dezembro de 2026.
Produto entregue com um furo
Gostaria de expor um litígio de consumo com a empresa Deporvillage e alertar os restantes utilizadores da plataforma. Adquiri um fato de natação infantil no website da Deporvillage (encomenda S00001919385). O artigo, comprado no dia 14/05/2026 chegou à minha residência no dia 15/05/2026 com um defeito visível: um furo na parte traseira do fato. Sendo um defeito de conformidade detetado no momento da abertura do pacote, contactei de imediato a empresa para acionar a garantia e solicitar a devolução do dinheiro. A resposta da Deporvillage foi vergonhosa: recusaram a assistência alegando que o furo teria sido provocado por uma unha. Ora, o artigo foi denunciado como danificado no exato dia em que o recebi. O ónus da prova de que o bem foi entregue sem defeitos cabe ao vendedor, e a empresa não pode simplesmente presumir a culpa do consumidor para se esquivar às suas obrigações legais de garantia em vendas à distância. O furo existia previamente à entrega. Perante a recusa arbitrária da marca em resolver o problema, já avancei com queixa no Livro de Reclamações Eletrónico e irei recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Coimbra. Exponho aqui a situação para que a Deporvillage reavalie a sua postura e proceda à resolução do contrato com a devida devolução do valor pago, e para que outros consumidores fiquem cientes da forma como a empresa descarta o apoio pós-venda em caso de artigos defeituosos.
Reparação não efetuada
Venho apresentar reclamação relativamente a um aspirador adquirido na Worten, atualmente abrangido pela garantia legal. O equipamento apresentou avaria de funcionamento e já foi enviado por 3 vezes para assistência técnica através da Worten devido à mesma situação. Apesar das sucessivas intervenções, o defeito mantém-se sem resolução efetiva. Em todas as ocasiões, a reparadora limitou-se a indicar “ausência de anomalia”, não obstante terem sido facultados vídeos e fotografias demonstrativos da avaria reportada. Considero que não ocorreu reposição da conformidade do bem nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, verificando-se múltiplas tentativas de reparação sem resolução do problema. Adicionalmente, a própria provedoria da Worten informou que a decisão relativamente ao equipamento depende exclusivamente da reparadora, posição com a qual não concordo, uma vez que o vendedor continua responsável perante o consumidor pela correta aplicação da garantia legal. Informo ainda que me recuso a levantar o equipamento em loja nas atuais condições, por considerar que o produto permanece defeituoso e não conforme. Perante a ausência de resolução adequada após 3 intervenções em garantia, solicito: -substituição do equipamento por unidade nova equivalente; ou -resolução do contrato com devolução do valor pago. Solicito igualmente resposta escrita fundamentada relativamente às diligências efetuadas e à decisão tomada neste processo.
Aparelho rachado
Exmos. Senhores, Em janeiro adquiri um Zfold7. Já fiz inúmeras reclamações e não tem um atendente decente para resolver o problema simplesmente ficam repetindo como se fossem um robô, em nome da Samsung não podemos ajudar. Isso é resposta que se receba de um atende especializado. Sucede que este apresenta defeito: no aparelho apareceram rachaduras. Comuniquei-vos de imediato o problema, em março, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reclamação Formal – Recusa Ilegal de Garantia Legal (Processos WO-36647345 e WO-36647361)
Exmos. Senhores, Em 3 de dezembro de 2023 adquiri um telemóvel Apple iPhone 14 128GB Negro (IMEI: 353340192433970) por 781,71 €. A referência da encomenda/processo é WO-36647345 e WO-36647361. Sucede que este apresenta defeito: falha de hardware na lanterna e módulo de flash (Painel Traseiro). O vosso próprio relatório técnico atesta expressamente que o equipamento está "sem danos com sinais de uso". Contudo, recusam a reparação exigindo que eu comprove o defeito de fabrico, por se encontrar no 3.º ano de garantia (DL 84/2021). Tal exigência configura uma prova impossível, pois obrigar-me-ia a abrir o equipamento num técnico externo, o que invalidaria imediatamente a garantia da marca por "intervenção não autorizada". Sendo um componente estático num equipamento sem danos físicos (como atestado por vós), a falha evidencia, por exclusão de partes, uma desconformidade de fabrico. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 18 de maio de 2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia (tendo emitido um orçamento de 180,63 €), o que desrespeita a legislação aplicável e a boa-fé. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos, Bruno Ramalho
Reparação ineficaz varias vezes
Exmos Venho pela presente informar que desde a última conversa com vocês o carro encontra-se parado na garagem. É de lamentar o serviço pós venda , pois inúmeras vezes tiveram a viatura e não resolveram o problema. Consumo de óleo do motor Saída de fumo branco pelo escape. Não me foi dado factura no acto da compra, nem folhas de serviços as vezes que o carro esteve com vocês. Agradeço que se manifestem com o intuito de reparar a viatura o quanto antes, ou irei por outros meios fazer valer os meus direitos.
Recusa de garantia comercial emma (10 anos)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao meu colchão da marca Emma, adquirido no Continente Online em 14 de janeiro de 2022. A Emma anuncia publicamente uma garantia comercial de 10 anos sobre os seus colchões. No entanto, apesar de terem decorrido apenas 4 anos desde a compra, encontro-me há cerca de 1 mês numa situação inadmissível em que nenhuma das entidades assume a responsabilidade pela ativação dessa garantia: O Continente Online afirma que apenas presta a garantia legal de 3 anos, remetendo-me para contacto direto com a marca Emma. A Emma, por sua vez, declara que, por a compra ter sido efetuada no Continente Online, deverá ser este a contactá-los diretamente, recusando-se a assumir a garantia comercial que anuncia. Esta situação configura uma clara violação dos direitos do consumidor. De acordo com o Decreto‑Lei n.º 84/2021, a garantia comercial anunciada por um produtor: É vinculativa, independentemente do local de compra. Deve ser cumprida pelo responsável que a publicita, sem transferências indevidas de responsabilidade. Não pode ser condicionada por acordos internos entre vendedor e fabricante. O consumidor não pode ser colocado num ciclo de remissões entre entidades, especialmente quando existe uma garantia comercial expressamente anunciada e ainda plenamente vigente. Face ao exposto, solicito: O cumprimento imediato da garantia comercial de 10 anos anunciada pela Emma. A avaliação do produto e a aplicação da solução prevista (reparação, substituição ou outra medida adequada). A cessação da prática de remeter o consumidor de uma entidade para outra, o que constitui uma violação dos direitos legalmente protegidos. Aguardo resposta formal no prazo legal.
Reclamação Braseira Exterior 5601452572470
Exmos. Senhores, No dia 01/04/2026 adquiri uma braseira exterior na loja Espaço Casa do Atlantic Park, Ovar, pelo valor de 34,99€. O produto permaneceu fechado dentro da embalagem original desde a data da compra e apenas foi aberto recentemente para primeira utilização. No momento da abertura, a 21/05/2026, verifiquei que a braseira apresentava um nível elevado de ferrugem solta, libertando resíduos de oxidação de forma imediata ao toque e ao simples manuseamento. Importa esclarecer que a minha reclamação não se prende com o aspeto visual oxidado do artigo. Compreendo que se trate de um acabamento decorativo “efeito ferrugem” ou “ferrugem real”. O problema é que o produto liberta continuamente partículas e resíduos de ferrugem para o exterior: a ferrugem transfere-se para as mãos; cai e escorre para o chão;mancha imediatamente superfícies como cerâmica, pedra, azulejo e pavimento exterior; deixa resíduos em tudo aquilo com que entra em contacto. Esta consequência prática do produto não se encontra indicada de forma clara, explícita ou visível na embalagem, etiquetas ou informações disponibilizadas ao consumidor no momento da compra. Em nenhum local é referido que: o artigo liberta resíduos contínuos de ferrugem; mancha permanentemente superfícies; necessita obrigatoriamente de proteção inferior; não deve ser colocado diretamente sobre determinados tipos de pavimento. Considero esta informação essencial para uma decisão de compra informada, especialmente tratando-se de um artigo destinado a utilização exterior em terraços, varandas e zonas pavimentadas. A empresa respondeu alegando que este comportamento é “natural” devido ao material e acabamento do produto. No entanto, precisamente por ser algo supostamente expectável para o fabricante/vendedor, deveria existir um aviso claro ao consumidor antes da compra. Enquanto consumidora, não tenho obrigação de presumir conhecimentos técnicos sobre oxidação ativa de ferro/aço nem de antecipar que um produto novo, ainda embalado e nunca utilizado, vá libertar ferrugem ao ponto de manchar superfícies apenas pelo contacto normal. Adicionalmente, o facto de o produto ter permanecido fechado e nunca utilizado explica igualmente porque a situação apenas foi detetada após o prazo interno de devolução da loja. Solicitei a devolução do artigo e respetivo reembolso, pedido que foi recusado exclusivamente com fundamento no prazo interno de 15 dias, sem consideração pela ausência de informação adequada relativamente ao comportamento real do produto. Pretendo, assim, que a situação seja analisada pelas entidades competentes enquanto questão de informação ao consumidor e adequação do produto às expectativas legítimas de utilização.
Instalação aparelhos de ar condicionado deficientes
Exmo Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Empresa Fabisgaz, aa qual anexo o NIF 505467003. Comprei 2 aparelhos de ar condicionado a 30.8.2023, a referida empresa apresenta-se como representante da empresa Vulcano/Bosch, vende os equipamentos e procede à instalação dos mesmos. Este ano em Fevereiro de 2026, quando ligava o ar condicionado o quadro elétrico desligava, ficava sem eletricidade em casa. Esta situação já se tinha passado anteriormente, no entanto eu ligava o quadro algumas vezes e acabava por funcionar. Em fevereiro de 2026 deixou mesmo de funcionar, ou seja, os aparelhos de ar condionado deixaram de ligar. Contactei a empresa Fabisgazdia 2 de fevereiro, uma vez que a garantia é de 3 anos, reportei o acontecido e ficaram de ir ver. Entretanto houve as tempestades e foi-me dito que só iriam quando o tempo melhorasse, compreendi. No fim de Fevereiro, deslocaram-se a minha casa verificaram os aparelhos e disseram que provavelmente tinha havido avaria na unidade exterior e que iriam contactar a Vulcano. Após várias dias eu contactei a Vulcano e um técnico deslocou-se a minha casa para verificarem os aparelhos, que segundo o técnico e o relatório que me enviaram, não havia qualquer problema nos aparelhos, mas sim na instalação dos mesmos, s ligações estavam mal feitas. Paguei a deslocação do técnico, 98.40€. Contactei então a empresa que instalou os aparelhos, a Fabisgaz, pois uma vez que o problema deriva de problemas na instalação, admiti que o valor que paguei, a empresa cobrisse e posteriormente fizessem as ligações corretamente. Nada disso aconteceu, ao que disseram não eram eletricistas e portanto tinham instalado e ligado os aparelhos na tomada pedida por mim! Como é que eu iria dizer à empresa que instala o ar condicionado onde deviam fazer a ligação? É só ridículo! Ou seja demitem-se de qualquer responsabilidade! Neste momento tenho um orçamento da empresa Vulcano/Bosch para fazerem a devida ligação dos aparelhos, no valor de280€. Envio toda a documentação do referido acima. Peça a vossa colaboração no sentido de me indicarem como posso responsabilizar a empresa Fabisgaz para que assumam o erro e procedam ao pagamento dos valores que irei gastar. Uma outra situação e que consta da fatura que paguei à Fabisgaz é que as taxas de IVA cobrados foi de 23%, e ao que sei até ao final de 2023, o governo decretou que o IVA dos aparelhos de ar condicionado era de 6%, confirmam por favor de foi cobrado 23% indevidamente? Atenciosamente , Ana Teresa Marques
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