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Reclamação – Cancelamento de contrato e pedido de reembolso
Subscrevi a plataforma DAZN, tendo sido informado de que o primeiro mês seria gratuito. Contudo, fui cobrado no valor de 16,99€ e, adicionalmente, verifiquei que o plano associado (“DAZN Bronze Instalments PT”) prevê cobranças mensais até 15/08/2026, sem que eu tenha dado consentimento informado para esse tipo de compromisso prolongado. Esta situação configura uma cobrança indevida e uma prática comercial desleal, uma vez que a informação fornecida não foi clara nem transparente. Assim, com fundamento no Decreto-Lei n.º 24/2014 (Direito de Livre Resolução em contratos à distância) e na legislação europeia de defesa do consumidor, exijo: 1-O cancelamento imediato da subscrição; 2- A garantia por escrito de que não serão realizadas novas cobranças; 3- O reembolso integral do montante de 16,99€ já pago.
Fatura por incumprimento contratual
Boa tarde prezados Venho por este fazer a minha reclamação no que concerne a factura por incumprimento contratual. Eu só cliente MEO desde 2023 fiz várias reclamações por causa das faturas elevadas que eu tenho recebido e porque sempre mandam as cobranças das mesmas antes dos recebimento do ordenado como consta nesta factura actual. Mudei para nós porque as minhas reclamações não trouxeram efeito nunca tive dívida com a MEO e sempre paguei. Não tenho condições para pagar esta fatura até ao dia 29. Obs: Buscarei os meus direitos jurídico como consumidor injustiçado.
Faturação indevida
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( 313700042). Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – Quando o serviço foi destivado os vossos equipamentos foram entregues na Loja Vodafone no Shopping Alameda do Porto, conforme comprovativo que se anexa. Quando recebi a primeira fatura liguei para o apoio ao cliente, tendo sido informado o vosso colaborador de tal facto, tendo o mesmo dito que o equpamentoo foi entregue numa loja não oficial da vodafone, motivo pelo qual a vodafone estava a reclamar o valor constante da fatura. No seguimento desse contato informei o vosso colaborador que deveria entrar em contacto com essa loja e esclarecer o sucedido, o qual respondeu que eu deveria enviar o comprovativo de entrega do equipamento!!! Ora, pelos vistos, o cliente ao entregar o equipamento numa loja denominada "VODAFONE", depois de assinar o documento que lhe põem à frente, ainda tem de o enviar para a Vodafone!!!!! Ou então deverá diligenciar junto da loja se a mesma é oficial, não oficial, se é pirata, se é uma loja de contrafacção, enfim, muito mau. Quando solicitei a rescisão do contrato, na linha de apoio ao cliente foi-me dito que deveria entregar os equipamento numa loja vodafone, não especificando quais as lojas "oficiais" ou não oficiais onde poderia fazê-lo. Ora, em nenhum momento foi dito pelo funcionario da tal loja não oficial, que por esse facto não era aceite a recepção dos equipmentos, como tal os mesmos ficaram lá depositados. É da total responsabilidade dessa loja a entrega dos equipamentos à casa mãe "VODAFONE" Como se não bastasse enviam faturas a reclamar esse valor, bem como já indigitaram uma empresa externa para cobrar essa "não dívida". Pésssimo serviço o vosso. Nem com a concorrência à perna mudam a estratégia. Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. Marinho Pires NIF 210006234
Cobrança de valor - Crédito habitação
Sou cliente do Novo Banco e neste momento encontro-me em processo de crédito auto-construção. Em Maio do presente ano, foi aprovado o crédito para a construção da habitação. Trata-se de uma habitação antiga com apenas paredes ao alto, tendo sido parada à muito anos por falência da construtora. Desde então, Maio de 2025, o processo esteve parado e havendo constante insistência por parte da intermediário de crédito para avançar com a avaliação. Da parte do Novo Banco era sempre solicitado o certificado pré- energético. Como já referido anteriormente, trata-se de uma habitação antiga ao qual não existe emissão do certificado pré-energético. Após várias insistências da minha parte enquanto cliente e por parte da intermediária de crédito, ao dia 8 de Agosto, foi indicado através de e-mail por parte do Novo Banco, assinado pela advogada Ineida Silva, que a documentação estava completa e que iriam agendar avaliação. Foi também a mim indicado por telefone que não seria necessário então o pré-certificado energético para dar avanço no processo do crédito. A avaliação foi efetuada no dia 20 de Agosto ao qual me desloquei ao imóvel com a engenheira que fez a avaliação. Após algum tempo sem ter informação por parte do Novo Banco, foi dito a mim e à intermediária de crédito de que o relatório só seria emitido se houvesse pré certificado energético. Ou seja, o Novo Banco indicou via e-mail que o processo iria avançar sem o pré-certificado e após a avaliação voltam a pedir o pré certificado. Foi questionado ao Banco porque voltariam a pedir o pré-certificado energético quando foi descrito que o processo iria avançar sem a documentação e então o Novo Banco pede um documento emitido pela imobiliária dizendo que não existe pré-certificado energético e que após terem este documento emitiam o relatório da avaliação. Ao dia 8 de Setembro, cobraram-nos o valor da avaliação quando ainda não foi enviado o documento escrito pela imobiliária de que não existe o pré-certificado energético e não foi emitido pelo Novo Banco o relatório da avaliação. Ou seja, cobram-nos um valor de um relatório que ainda não foi emitido. O custo da avaliação e da deslocação do engenheiro ao imóvel não deve ser cobrado ao cliente quando houve dois erros por parte do Novo Banco: 1 - informarem que o processo iria avançar sem certificado pré energético e posteriormente voltam a pedir novamente o pré-certificado; 2- ser cobrado quando o relatório da avaliação quando ainda não foi emitido. Enviei e-mail de reclamação ao Novo banco no dia 08-09-2025 ao qual ainda não obtive resposta. Trata-se de um valor considerável de 322,40 euros que me cobraram quando o erro foi da parte do banco. Dados os erros cometidos, considero que devem devolver o valor. Tudo o que foi descrito a cima, anexo os e-mails que o comprovam.
Cobranças indevidas
O Grupo Acção Contínua, Unipessoal Lda apresentou um pedido de injunção contra mim, alegando falta de pagamento devido por um contrato de Fornecimento de Bens. Este contrato foi efectivamente celebrado inicialmente, para manutenção e revisão de extintores e controlo de pragas, ambas obrigatórias na actividade de restauração que desenvolvo e que na altura iniciei como ENI. O contrato iniciou-se e foram pagas duas prestações, em dois anos, correspondentes a prestação de serviços de Novembro de 2020 a Outubro de 2021 e a subsequente de Novembro de 2021. Esta última foi paga em 24 de Junho de 2022, altura em que presumivelmente decorria pouco mais de metade do contrato/anuidade na altura em vigor. No ano seguinte há uma ausência de prestação do serviço e, em resposta a um contacto telefónico da empresa a pedir um pagamento, a 2 de Novembro de 2023 envio um email a explicar que, dada a interrupção do serviço, aproveitava eu também para formalizar/subscrever a rescisão do contrato e esclareço ainda sobre alterações fundamentais ao contrato inicialmente celebrado, nomeadamente o facto do celebrante ter mudado, o que resultou no fim da actividade como ela estava, eu como ENI, e a criação de uma nova personalidade jurídica, como Empresa, Sociedade por Quotas e novo local de trabalho. Este email é respondido a 17/05/2024. Neste hiato de comunicação e prestação do serviço, e curiosamente, logo após a minha comunicação de denúncia do contrato (2/11/2023), a minha equipa recebeu a visita não-anunciada de inspecção e prestação do serviço (a equipa aguardava outra empresa para fazer este serviço nesta altura em que tínhamos acabado de celebrar um contrato idêntico com outro prestador de serviços e não recusou o serviço). Não só esta visita inesperada de um fornecedor ausente acontecer depois de eu enviar email a cancelar contrato é demonstrador de má fé, como creio que bastava a ausência de relação, em todas as suas possíveis variantes, para o contrato ficar naturalmente resolvido e a minha denúncia aceite. Aparece agora uma injunção (como constato que é prática em situações igualmente dúbias relatadas neste plataforma) e exigem pagamento de serviços não pretendidos e por práticas pouco inspiradoras, que acumulam junto com reclamações e más avaliações (e recomendações, naturalmente).
Débito não autorizado
Exmos. Senhores,venho por este meio efetuar uma reclamação contra a Domestic & General que no dia 15 de setembro de 2025, pelas 15h foram me retirados 9,99€ da minha conta bancária sem a minha autorização, sendo que eu nunca tive nada ativo com eles nem sequer tinha conhecimento da empresa. Aguardo o reembolso. Atentamente, Diogo Trocado
Não devolvem meu dinheiro
Eu contratei o serviço da Digi para testar durante o período gratuito (até dezembro de 2024) e fiz o cancelamento para não gerar custos. Mesmo após solicitar o cancelamento me foi gerado cobrança. Eu fiz a contestação a qual me deram o parecer positivo e falaram que iriam me dar um reembolso. Dia 5 de maio responderam com os dados das cobranças. Estamos no final de setembro e até agora não reembolsaram.
Cobrança indevida fatura
Ex.mo Senhores: Assunto: Cobrança incorreta — sessão de carregamento com duração 72h erroneamente faturada – Fatura - TPT00002031 Exposição dos factos: no dia 26/07/2025, às 19h01, no posto, PT * GLG * EGMR * 00105 * 01 Galpgeste - PT , na morada R. Cidade de Guimarães 2088|4800-858|Guimarães, a minha sessão de carregamento foi interrompida devido a um bloqueio/encravamento no posto. No momento da ocorrência interrogamos o funcionário do local que nos informou que por vezes a falha acontecia e que depois realizavam a devida correção. Apesar disso, recebi uma fatura que me cobra um carregamento de 72h e 59 min no valor de 809,4381 EUR. Já contactei o apoio da Toyota Charging Network por email e telefone (registo de contactos: pt@toyota-charging-network.eu; tel. +351 3088 055 88) sem resposta/satisfação. Pedido: solicito a correção imediata da fatura para proceder à liquidação real do carregamento. Anexo: Fatura e os emails Obrigada,
Invocação de prescrição de dívida
Exmos. Senhores, Na qualidade de ex-cliente com o n.º 001422611054, venho por este meio contestar a cobrança de valores alegadamente em dívida, referentes a serviços de telecomunicações. Nos termos do artigo 10.º, n.º 1 da Lei n.º 5/2004 (Lei das Comunicações Eletrónicas), o direito de exigir o pagamento de prestações periódicas relativas a serviços de comunicações eletrónicas prescreve no prazo de seis meses a contar da data em que sejam exigíveis. Considerando que os valores em causa remontam a mais de 4 anos, sem que tenha existido qualquer citação judicial ou interrupção válida do prazo de prescrição, encontra-se definitivamente extinto o direito de cobrança. Assim, requer-se: 1. O reconhecimento da prescrição da dívida; 2. O encerramento imediato do processo de cobrança; 3. Caso o meu nome tenha sido incluído em qualquer base de dados de crédito ou incumpridores, a sua retirada imediata. Fico a aguardar a vossa confirmação por escrito no prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Caroline Rios de Carvalho .
Tão cobrando as faturas que já tinha ligado direto com eles ir n tive resposta
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº ( NÚMERO DE CONTRATO). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – (DESCRIÇÃO DO ERRO). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
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