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Descontrolo Grave na gestão de pagamentos e recibos emitidos
Exmos Senhores Há cerca de 1 ano atrás cancelei a autorização de débito em conta junto da Galp Solar, após terem tentado debitar duas vezes num mesmo mês a prestação contratualizada entre mim e a Galp Solar. Quando vos questionei a razão de quererem debitar duas vezes a mesma prestação, afirmaram "mais ou menos" por esta ordem que já não me recordo bem: 1. que eu vos devia uma prestação 2. que afinal vos devia duas prestações 3. quando eu perguntava os meses em que não paguei, consultei os meus extratos de conta e invariavelmente os meses tinham sido pagos 4. o detalhe dos meses em concreto, que segundo a Galp Solar eu tinha em dívida, variavam segundo o interlocutor que me prestava a informação telefónica e apesar do meu pedido, NUNCA escreveram um e-mail a informar que meses é que eu não tinha pago Desde essa altura, que faço uma transferência bancária mensal de 29,83 € e envio por e-mail um comprovativo dessa mesma transferência, pedindo à Galp que me envie o recibo. Qual não é o meu espanto, hoje ao consultar o recibo que me enviaram ontem 09/07/25 relativo ao pagamento que fiz em 07/julho/25, verifico, que os montantes por vós referidos como estando PAGOS e como estando em DÍVIDA, são exatamente IGUAIS ao recibo que os V/S serviços me enviaram em 09/06/25 por e-mail, referente ao pagamento que realizei em 05/06/25, IGNORANDO OSTENSIVAMENTE O PAGAMENTO REALIZADO ESTA SEMANA. Os recibos por vocês enviados relativos aos meus pagamentos de junho e julho de 2025 seguem em anexo a esta exposição. Os comprovativos de pagamento que vos enviei destes meses também seguem em anexo. Peço uma análise com a maior brevidade possível à minha reclamação e o envio correto do recibo de julho/25, que reflita o pagamento feito. Esta exposição vai já de seguida para a DECO. Cumprimentos M.A
Alteração valores
Prezados, Venho, por meio desta, manifestar minha insatisfação e solicitar uma resposta clara e definitiva acerca de uma situação que venho tentando resolver há semanas, sem sucesso. Sou beneficiária de um plano de saúde cuja rede de atendimento inclui a AdvanceCare. Realizo sessões de terapia da fala na Policlínica Vilas de Palmela, localizada em Palmela, que está devidamente credenciada à vossa rede. Até recentemente, o valor da consulta sempre foi de 20€, mas, sem qualquer aviso prévio, a clínica passou a cobrar 27,50€. Ao entrar em contato com a AdvanceCare para esclarecimentos, fui informada de que a responsabilidade pelos valores seria da seguradora Generali Tranquilidade. Entretanto, ao contactar a seguradora, fui informada de que o valor estipulado para a terapia da fala seria de 16€, o que contradiz os valores que venho pagando desde o início do tratamento. A clínica, por sua vez, afirma estar apenas seguindo a tabela de valores do seguro, sem conseguir fornecer qualquer documento ou explicação clara sobre essa mudança. Ou seja, há uma evidente falta de alinhamento entre AdvanceCare, Generali Tranquilidade e a clínica credenciada, e o consumidor é quem está sendo prejudicado. Já entrei em contato com todos os envolvidos diversas vezes e, até o momento, não obtive qualquer solução concreta. Solicito, com urgência, um esclarecimento oficial por escrito e a regularização do valor cobrado pelas consultas, bem como o reembolso dos valores pagos a mais, caso se confirme o valor correto informado pela seguradora. Já entrei em contacto inúmeras vezes e ninguém forneceu-me esclarecimentos e solução. É assim que tratam os clientes, isso è inadmissível
Quero cancelar meu contrato
Venho por este meio pedir o cancelamento do contrato com a Medicare. O contrato foi celebrado em 12 de fevereiro de 2019 via telefone onde fui contactado por um comercial e não existiu qualquer confirmação escrita desta adesão, nem sequer tive acesso às condições contratuais por escrito. Tendo em conta que nunca tinha recebido nenhum contrato muito menos a minha assinatura em qualquer documento, procedi apenas à anulação do débito direto. Desta forma, a única coisa que a medicare tinha era uma permissão de débito direto. A partir do momento em que cancelei o mesmo, não tenho qualquer dívida ou encargo com a referida empresa. Invoco assim o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), particularmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.
Cobrança indevida
Prezados senhores, Apesar dos inúmeros contatos telefônicos e por email expondo minha situação de adimplência e solicitações de encerramento do contrato junto ao cartão Universo, continuo recebendo incômodas cobranças com “ameaças” de exigência dos alegados valores em dívida, que aliás são acrescidos de juros, comissões e encargos abusivos. Solicito, através deste canal, uma vez que o diálogo com a Linha de Apoio não resultou, do encerramento do contrato com o referido cartão, do reconhecimento por parte da empresa Universo de que não há mais valores em dívida relacionados ao meu NIF, e da comunicação ao Banco de Portugal informando a minha situação de cumprimento.
Cobrança indevida, constrangimentos e recusa de atendimento no Hospital Trofa Saúde Gaia
No dia 5 de fevereiro de 2025, dirigi-me ao Hospital Trofa Saúde Gaia para realizar uma ressonância magnética ao ombro. Paguei antecipadamente 90 euros (70€ para a ressonância e o restante para outro procedimento). O exame não foi realizado devido ao nervosismo, e em acordo com o técnico, decidimos reagendar com sedação. Na receção, foi-me garantido que o valor pago ficaria em crédito, sendo necessário apenas pagar a diferença pela sedação. O seguro confirmou que esse valor seria de 25,90€. Agendei o exame para 13 de fevereiro, mas ao comparecer, fui surpreendido com a exigência de mais um valor não previamente informado (“piso de sala”). Para não adiar novamente, paguei 65,90€ e realizei o exame. Alguns dias depois, comecei a receber cobranças indevidas: inicialmente 70€ + 100€, depois ajustadas para 70€ + 20€ de taxas, com ameaças de ação judicial. Compareci presencialmente duas vezes ao hospital, onde me prometeram resolução — sem sucesso. Também enviei e-mails formais (controleparticulares@trofasaude.com e geral@gaia.trofasaude.com), sem qualquer resposta. Continuei a frequentar o hospital por necessidade. Embora sempre houvesse constrangimento por parte dos atendentes ao terem de consultar supervisores, o atendimento era autorizado. No entanto, no dia 8 de julho de 2025, fui impedido de realizar um raio-x agendado às 17h35 pela colaboradora Joana Lopes, sob alegação da suposta dívida. Foi a primeira vez que me recusaram atendimento, de forma fria e sem empatia. Tenho uma cirurgia ortopédica agendada para o dia 1 de agosto de 2025, com o meu médico de confiança, mas estou à procura de outro hospital para evitar novos constrangimentos. Reafirmo que todos os valores foram pagos. Solicito o apoio da DECO para que o hospital reconheça a inexistência de dívida, suspenda imediatamente as cobranças indevidas e se comprometa a não impedir o meu acesso aos cuidados de saúde.
аннулирование счетов
Эксмос. Господа, Я являюсь клиентом с контрактом на поставку услуг электронной связи с nº 1448528944). Я предупреждаю вас об ошибке в отправленном счете-фактуре (ОПИСАНИЕ ОШИБКИ). Я прошу немедленно исправить счет-фактуру (счета) и оставляю за собой право использовать все имеющиеся в моем распоряжении средства для получения компенсации за понесенные убытки.Я прошу отменить счета за май и июнь 2025 года, потому что я запросил расторжение контракта, который записан в книге жалоб, и я также не пользуюсь вашими услугами с мая 2025 года. И мне жаль.
erro na fatura final
Exmos. Senhores, Sou cliente com o CPE nºpt0002000042437025QG, após fazer alteração do contrato para EDP recebo uma fatura final com valor desproporcional pois no mês entre os dias 21 de maio e o dia 20 de junho não houve frequência nesta casa e em letras pequenas pode ler-se "o valor da fatura inclui 136,38€ Sem IVA correspondente às tarifas de acesso as redes .... e onde se inclui CIEG no valor de 81,83€ " estes valores não fazem sentido nem estão descritos na fatura, já telefonei diversas vezes e ninguém resolve o acerto da factura, Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobranças indevidas
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( NÚMERO DE CONTRATO). Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – (DESCRIÇÃO DO ERRO). Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos, a indenização, e o cancelamento. Cumprimentos.
Factura
Boa tarde, Venho por este meio reclamar que desde Janeiro de 2025 em que recebi comunicações da vossa parte e da parte da intrum com dívidas por pagar que liguei com a Meo a pedir todos os documentos com valores de dívida ao que me foi dito que seriam enviados o quanto antes desde Janeiro de 2025 que nunca mais recebi nenhuma comunicação da vossa parte e agora em Julho de 2025 volto a receber um mensagem com o valor da dívida com entidade e referência quando ainda aguardo pela documentação.
Publicidade enganosa e prática contratual abusiva por parte da Medicare
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar uma situação de publicidade enganosa e má prática comercial por parte da empresa Medicare. Fui induzida a aderir a um plano de saúde da Medicare com base em duas garantias verbais claras fornecidas por um dos seus colaboradores: Que a Medicare tinha acordo com uma clínica dentária específica, onde iria realizar cirurgias; Que não existia qualquer fidelização associada ao plano, podendo cancelá-lo a qualquer momento, sem custos. Estas informações revelaram-se falsas: A clínica em causa nunca teve qualquer acordo com a Medicare, o que me obrigou a pagar a totalidade do valor das intervenções, sem qualquer reembolso; A Medicare passou a exigir-me pagamentos até setembro, com base numa suposta fidelização de 12 meses, que nunca foi mencionada na adesão. Além disso, recebi um e-mail da empresa onde consta: “A Medicare oferece-lhe as mensalidades associadas ao respetivo Plano por um período de 12 meses”. O que, naturalmente, transmite a ideia de que o serviço seria gratuito e sem encargos durante esse período. Nas condições contratuais lê-se ainda: “A oferta das mensalidades é disponibilizada por 12 meses, caducando automaticamente na data do seu termo” (Cláusula 6); E: “Se o Cliente, ainda que tenha procedido à ativação, não utilizar o Serviço Medicare durante um período de 12 meses consecutivos” o contrato pode cessar (Cláusula 14.1, alínea b). Nunca utilizei qualquer serviço da Medicare, precisamente porque a única razão para aderir ao plano era essa clínica dentária específica, que não tinha qualquer ligação contratual com a empresa. Esta situação configura uma violação dos direitos do consumidor, nomeadamente ao nível da: Publicidade enganosa Falta de transparência contratual Imposição indevida de fidelizações não informadas Solicito que a DECO analise este caso e avalie a conduta da Medicare, para proteção de outros consumidores que possam estar a ser alvo das mesmas práticas.
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