Reclamações públicas

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E. M.
04/01/2026

contrato 50100076615

Olá muito boa tarde á mais de 2 anos que a medicare tem tem me suspendido o contrato e que os pagamento permanecem a contar , pois é de relembrar que só deixe de pagar em 2021 quando fui a França e não me aceitaram cancelar pois com tb não ia usar no extrangeiro nao fiz o pagamento desde agosto de 2022 posto isso voltei a portugal e a medicare continuou a tentar me cobrar tentando uma acordo pelo perdão dá dívida para que eu pudece voltar a ser cliente pois aceitei só que não foi o que fizerm quando deparei com a minha área de cliente os 6 mese ainda estavam e continuam a contar tanto que não entendi sendo que havia pago 6 meses novamente e depois pedi o cancelamento só mais uma vez a medicare mateu o contrato ate final do ano para pagar mesmo suspenso, ou seja não podia usar , mas podia pagar posto isto venho por este meio reclamar porque ando farto de receber as sms com ameaças de vários números em nome da mdecare agradeço um melhor acordo pois se possível poderei sim ser novamente cliente desde que fique tudo exclarecido sendo que não pretendo pagar um ano e meio de contrato que a medicare decidiu por si manter.

Encerrada
M. M.
03/01/2026

Cancelamento contrato

Boa tarde, Estou num contrato por voz da medicare, no qual me enganaram nos seguintes na altura de conversa por chamada: Obrigado a fidelização 12 meses Promessa de hospital da luz na zona Gaia nos próximos dias (falso) 50% desconto em todos os artigos farmácia, falso. Para alem disto, mandei email a informar que queria cancelamento por livre resolução, no qual só respondem de forma automática a dizer que só termina em Novembro 2026, por chamada também não resolveram. Tenho faturas não pagas, não usufrui do sistema e continuam a dizer que tenho que usar e pagar. Preciso de cancelamento deste contrato.

Encerrada
D. A.
03/01/2026

Cobranças indevidas e ameaças ilegais

No dia 26 de novembro de 2025, contactei a linha de apoio da E-Redes para reportar interrupções e falhas recorrentes no fornecimento de eletricidade, afetando toda a zona (não se tratando de um problema isolado na minha instalação). Expliquei claramente que o problema era geral na rede de distribuição, no entanto, a E-Redes insistiu em agendar uma visita técnica ao contador da minha habitação, marcada para o dia 28 de novembro de 2025.No dia agendado, pelas 16:20, recebi indicação de que o técnico alegadamente esteve no local, mas eu encontrava-me em casa durante todo o período e ninguém tocou à campainha, conforme é obrigação do técnico. Às 16:21 do mesmo dia, enquanto falava ao telefone com um operador da E-Redes a explicar que estava em casa e que o técnico não se anunciou, o próprio técnico procedeu a um reagendamento unilateral para o dia 22 de dezembro de 2025, sem qualquer consulta, autorização ou consentimento da minha parte.De imediato, contactei novamente a E-Redes para cancelar essa marcação, pois não estaria disponível nessa data. Foi-me confirmado que a visita estava desmarcada. No dia 20 de dezembro de 2025, verifiquei novamente e recebi confirmação via WhatsApp da própria E-Redes (assistente virtual): "Não existem visitas técnicas agendadas para esta instalação".No entanto, hoje, dia 2 de janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que o técnico se deslocou novamente ao local dia 22/12/2025 (obviamente sem sucesso, pois não estava em casa) e procedeu a novo reagendamento unilateral para o dia 23 de janeiro de 2026. Ao contactar hoje a E-Redes para explicar toda esta sequência de eventos e exigir o cancelamento definitivo da visita (pois o problema reportado inicial é na rede geral e não na minha instalação), a resposta foi que "não conseguem cancelar as marcações". Esta situação revela uma total falta de coordenação interna, desrespeito pelo cliente, reagendamentos sem consentimento e incumprimento de confirmações anteriores de cancelamento. Trata-se de um serviço deficiente. Adicionalmente, a E-Redes já procedeu à cobrança indevida de 20€ relativa à alegada deslocação em vão de 28 de novembro de 2025 (quando eu estava em casa e o técnico não se anunciou), valor que foi incluído na minha fatura do comercializador (EDP Comercial). Existe ainda o risco concreto de nova cobrança indevida de 20€ referente à visita de 22 de dezembro de 2025 (que foi cancelada e confirmada como tal pela E-Redes) e potencialmente pela próxima marcação.Tais cobranças são manifestamente abusivas, pois: (i) o problema reportado não requer visita à minha instalação individual; (ii) no dia 28/11/2025 eu encontrava-me em casa e disponível; (iii) as visitas subsequentes foram canceladas ou reagendadas unilateralmente sem consentimento; (iv) houve falhas graves da parte da E-Redes na execução e coordenação das deslocações. Por coincidência, recebi no dia em que escrevi esta reclamação no portal da queixa e no livro de reclamações, uma ameaça por parte da e-redes que, e passo a citar: "Evite a interrupção do fornecimento de eletricidade à sua instalação Se o acesso ao contador de eletricidade continuar a não ser possível, de acordo com a regulamentação em vigor, iremos proceder à interrupção de fornecimento de eletricidade à sua instalação, na data acima indicada. As despesas associadas ao corte e religação da energia elétrica variam entre 29,94 e 146,10 euros (mais IVA à taxa legal), em função dos meios utilizados para sua realização." Podem cortar a rede por nada? Isto devia ser punido, claramente abusivo e infundado. Se precisar de provas, telefonemas, mensagens e emails, tenho tudo guardado, inclusive a confirmação por parte deles de "Consultados os registos técnicos, é possível confirmar que entre os dias 5 a 26 de novembro de 2025 ocorreram 12 interrupções com a duração total de 32 minutos, sem registo de anomalias."

Encerrada
h. S.
03/01/2026

Cobrança indevida e não encerramento da conta

Prezados senhores, encerrei o meu contrato com a Galp na Loja do Cidadão de Coimbra no dia 23 de setembro de 2025. No entanto, fui agora indevidamente faturado em dezembro por uma cobrança de gás natural através de débito direto. Esta situação é inadmissível, uma vez que não autorizei qualquer débito após o encerramento do contrato. Ainda assim, foi-me cobrado o montante de 90,59 €. Acresce que tenho tentado contactar os vossos serviços por telefone sem qualquer sucesso, não obtendo resposta às várias chamadas efetuadas. Solicito a imediata regularização da situação, com a devolução do valor indevidamente cobrado e o devido encerramento do meu contrato pois não moro mais no endereço desde setembro. Obrigado

Encerrada
J. P.
03/01/2026

Burla de um valor altíssimo

Exmos. Senhores, no dia 31/12/2025 parei a bomba para abastecer e quando fui pagar por mbway deu não autorizado. Tentou novamente e mais uma vez não autorizado. Entrei de imediato no aplicativo do Activo Bank e havia uma transaçao no valor de 2.038,53€, que não foi feita por mim. Eu nunca realizei uma compra em um valor tão alto de uma vez só. Liguei de imediato ao banco. O cartão físico que se encontrava comigo, então, foi cancelado, mas encaminharam o caso para análise para a Visa. Prestei queixa a polícia e hoje dia 02/01/2026 liguei mais uma vez ao banco e nada foi esclarecido ainda. Tendo em vista que este é o dinheiro para eu pagar a minha renda e as contas do mês, e não o tenho. Fiz uma breve pesquisa pelo nome que aparece para mim na compra desse valor, e é um tipo de site como um Airbnb no continente africano, em Camarões. Isso obviamente é uma burla. E como o banco autoriza uma compra nesse valor? Acabei de ler uma reclamação de uma outra pessoa, que aconteceu algo semelhante e vou deixar aqui também, pois parece que ela tem conhecimentos de lei para tal. Exijo que essa situação seja resolvida o quanto antes. "Tal resposta é manifestamente inadequada e contrária à legislação portuguesa aplicável aos serviços de pagamento. 1. Enquadramento Legal O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e Moeda Eletrónica (RJSPME – DL n.º 91/2018) estabelece que: ➡ Art.º 115.º (Responsabilidade por operações não autorizadas) O prestador de serviços de pagamento deve reembolsar imediatamente o utilizador pelo montante de uma operação não autorizada, desde que comunicada sem atraso injustificado — o que ocorreu de forma inequívoca no meu caso, tendo informado o banco no próprio dia. ➡ Art.º 115.º, n.º 2 O utilizador não suporta quaisquer perdas resultantes de operações não autorizadas quando não tenha agido com negligência grave, situação claramente aplicável, uma vez que nunca autorizei, reconheci ou efetuei tal transação. ➡ Art.º 116.º (Reembolso imediato) O banco está legalmente obrigado a proceder ao reembolso imediato do valor indevido ou, no mínimo, à regularização provisória, enquanto decorre a investigação. ➡ Art.º 117.º (Segurança dos instrumentos de pagamento) O prestador de serviços de pagamento deve assegurar mecanismos de segurança adequados. Caso contrário, o risco da fraude não recai sobre o cliente, mas sim sobre a instituição. ➡ Orientações do Banco de Portugal O Banco de Portugal é claro ao determinar que, perante uma operação não autorizada: o banco deve proteger o consumidor, não pode transferir o risco para o cliente, e deve proceder ao reembolso provisório imediato enquanto aguarda decisão do operador (Visa). 2. Situação Atual Não reconheço a operação. Não conheço a entidade beneficiária. Sou a única titular e única pessoa com acesso ao cartão. O perfil transacional da minha conta evidencia claramente que não realizo compras de valores tão elevados, o que reforça a atipicidade da operação. O banco, apesar de notificado de imediato, não tomou as medidas de proteção previstas na lei. 3. Pedido Formal Face ao exposto, solicito: Reembolso imediato do montante de 2.038,53€, conforme previsto no art.º 115.º e 116.º do RJSPME. Caso o banco entenda que necessita de aguardar a decisão da VISA, que proceda desde já ao crédito provisório, conforme exigido pela lei e orientações do Banco de Portugal. Confirmação escrita das medidas adotadas, bem como do fecho da presente reclamação. Reitero que não existe qualquer fundamento legal para imputar ao cliente a responsabilidade por uma operação não autorizada, sobretudo quando comunicada imediatamente e quando há evidentes indícios de burla. Aguardo resposta formal e resolução célere, nos termos e prazos legalmente previstos."

Encerrada
J. B.
02/01/2026

Débito direto efectuado com valor errado

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( 311706100). Face ao problema detetado, (débito directo de valor indevido de 453,31 € ) solicito o reembolso da quantia em causa. O respetivo débito foi efectuado após contactar o vosso departamento de facturação no dia 13/12/2025 onde foi verificado o erro no valor apresentado e corrigido para o valor de 76.03 € valor esse liquidado por transferência bancária no dia 1 /1/2026. No mesmo contacto foi pelo vosso operador cancelado o serviço de débito directo a fim de evitar esta situação. Foi-me também enviado um SMS para poder posteriormente reativar o débito directo não entendo como poderam fazer o respetivo débito visto não terem autorização para o mesmo. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. Joaquim bacala

Encerrada
P. T.
02/01/2026

Cobrança indevidamente

Boa tarde,há mais de um ano sou cobrada pelo um serviço qual foi dito que seria um período gratuito e poderia ser cancelado a qualquer momento,assim foi feito e o atendente informou que noa era possível solicitar o cancelamento,então vou ao banco e solicitei o cancelamento da cobrança,mas a cobrança continuou,depois de um ano mandei um email solicitando cancelamento e me falaram que não era possível cancelar pois foi ativado novamente,eu não autorizei nada e não podem cobra algo que não foi autorizado pelo cliente,o que fazer?

Resolvida
N. A.
02/01/2026

Caravela Seguros – Apólice 2000113555 – Práticas Comerciais Abusivas e Agravamento Abusivo e Prática

Assunto: RECLAMAÇÃO – Caravela Seguros – Apólice 2000113555 – Agravamento Abusivo e Prática Comercial Discriminatória À DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, Venho, por este meio, solicitar a vossa intervenção junto da Caravela Seguros, no sentido de mediar um conflito relativo ao aumento injustificado do prémio da minha apólice de Acidentes Pessoais Extra Profissional. Exposição dos Factos: 1. Histórico de Valores e Agravamento Injustificado: Sou cliente desta companhia desde 2022. Analisando o histórico de prémios, verifica-se uma trajetória de custos que considero arbitrária: 2022: 46,50 € (Início do contrato) 2023: 46,51 € 2024: 46,51 € 2025: 51,14 € 2026: 63,91 € (Valor atualmente a pagamento) Nos últimos dois anos, o prémio sofreu um agravamento acumulado de 37,4%. Apenas na transição de 2025 para 2026, a subida foi de 25%, sem que tenha havido qualquer alteração nas coberturas contratadas. 2. Desproporcionalidade face à Sinistralidade: A seguradora justifica este aumento com os "resultados do contrato". No entanto, o único sinistro registado em 2025 resultou num custo de indemnização para a companhia de apenas 1,70 €. É inadmissível que um evento de valor negligenciável sirva de pretexto para um aumento de 25% na anuidade, o que desvirtua o princípio da mutualidade do seguro e configura uma tentativa de anulação do risco assumido pela seguradora. 3. Discriminação do Consumidor Fiel (Prova de Mercado): Possuo uma simulação oficial da Caravela, realizada em julho de 2025, que para as exatas mesmas coberturas (Morte/IP 25k€; Tratamento/Funeral 2.5k€) propõe um prémio anual de 43,81 €. É chocante que, enquanto cliente desde 2022, me seja exigido um valor 45,8% superior (63,91 €) ao que a própria companhia oferece hoje a novos clientes pelo mesmo risco. Esta prática penaliza a fidelização e viola o princípio da boa-fé contratual. Pretensão: Solicito o apoio da DECO para exigir que a Caravela Seguros proceda à retificação do recibo para a anuidade de 2026 para o valor de 43,81 €, alinhando-o com os preços de mercado que a própria seguradora pratica. Anexo a documentação comprovativa: Aviso de pagamento de 2026 (63,91 €); Simulação oficial de novo contrato (43,81 €); Histórico de comunicações e recusa de revisão por parte da seguradora. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
R. S.
02/01/2026

Andai me a tirar dinheiro da conta sem minha

Supostamente pagava dois euros por um presente até hoje nunca recebi nada e hoje tiraram me 8 euros e tal da conta quero a devulao e cancelar que me tirem mais Dinheiro

Resolvida

Enganação

A oney entrou em contato comigo, fazendo um acordo de quitação, uma promoção de 65% o valor da dívida, de 400 e pouco, para pagar 150 euros, até a data 30 de novembro. O mesmo foi realizado, entrei em contato com eles pedindo a carta de quitação, disseram que iam enviar e nunca enviaram. E que já constava que estava tudo quitado. No dia de hoje 02/01/2026 recebi uma carta da parte deles, me cobrando o restante. Entra em contato com eles fico, 50 min aguardando eles atenderem e não atendem. Uma falta de respeito com as pessoas e enganação. Vou entrar com processo contra eles

Resolvida

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