Reclamações públicas
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Mau atendimento
No dia 19 de outubro de 2025, desloquei-me às urgências do Hospital Privado da Trofa, em Alfena, devido a fortes dores na mão e no pulso direitos, com formigueiro no polegar, indicador e dedo do meio, impossibilidade de fechar a mão e inchaço no pulso. Fui atendida pela médica Dra. Isabel Calado, que não realizou um exame adequado nem explicou claramente os meus sintomas. Limitou-se a comparar os braços, consultar o computador e afirmar que tinha “100% de certeza” de que se tratava de um problema do sistema nervoso central. Insistiu para que eu realizasse uma TAC e receitou apenas Naproxeno + Esomeprazol, sem indicar como tomar, sem plano de tratamento e sem esclarecer o diagnóstico. Durante a consulta, tomei medicação intravenosa para dor (Metamizol/Nolotil) que não teve qualquer efeito. Quando me sugeriu relaxante muscular, expliquei que o meu corpo não tolera bem esse tipo de medicação; a médica desvalorizou as minhas preocupações. Saí do hospital sem diagnóstico, sem solução para a dor e sem qualquer acompanhamento, sendo aconselhada apenas a recorrer ao meu médico de família. Observei ainda que outras duas pessoas que entraram no consultório da mesma médica também foram encaminhadas para TAC, reforçando que se trata de uma prática sistemática. Recebi uma fatura no valor de 120 €, sem discriminação dos serviços prestados, apenas descrito como “Serviço de urgência 120 €”. Não aceito pagar esta fatura, uma vez que não prestaram qualquer tratamento eficaz nem resolveram o meu problema. Esta situação viola os meus direitos como utente, nomeadamente o direito a ser informada, a participar nas decisões sobre o meu tratamento e a receber cuidados adequados (Decreto-Lei n.º 135/2013, Lei n.º 15/2014, Decreto-Lei n.º 198/2012). Solicito que o hospital: Dê uma resposta formal à reclamação; Avalie a atuação clínica e comunicacional da médica de serviço; Justifique a falta de stock de medicação indicada; Garanta que situações semelhantes não se repitam; Envie uma fatura detalhada e discriminada. Agradeço que respondam ao email uma vez que já apresentei a reclamção no dia 20 e ainda não obtive uma resposta Obrigada Sara Rodrigues
Facturação Indevida/Reembolso de Créditos
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações electrónicas com o Nº Cliente 148 032 45 36/Nº Conta 149 025 68 74. Face ao problema detectado, cobrança indevida dos Serviços de Televisão entre os dias 20.MAR.2025 e 20.OUT.2025, em virtude dos V/ Serviços Técnicos terem danificado, de uma forma irreversível, o Televisor existente na habitação, tendo sido aceite a minha Reclamação apresentada em devido tempo, conforme Carta que me foi dirigida. Como resultado desta Reclamação interveio a Companhia de Seguros Fidelidade, ao abrigo do V/ Seguro de Responsabilidade Civil, havendo sido ressarcido da importância correspondente ao valor de um novo Televisor, Marca e Modelo acordados, facto ocorrido em 20.OUT., p. p., pelo que solicito o reembolso da quantia referente exclusivamente ao Serviço de Televisão, por um período de apenas 7 (Sete) meses, uma vez que V. Exas. já me creditaram a quantia de 1 (Um) mês, dos 8 (Oito) que me vi impedido de usufruir, crédito que V. Exas. consideram ter sido excepcional Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Créditos/Reembolsos incompletos e cobranças indevidas
Tenho limite de crédito de 3000 EUR/mês. Em 16/09, transacionei 106,12 USD. Debitaram 90,58 EUR e cobraram 3,44 EUR em comissões e 0,14 EUR em impostos para um total de 94,16 EUR. No mesmo dia, a transação foi anulada. Creditaram apenas 90,12 EUR e reembolsaram apenas 3,42 EUR em comissões e 0,13 EUR em impostos para um total de 93,67 EUR e um défice de 0,49 EUR. Em 01/10, liquidei o saldo em dívida à data do extrato anterior no valor de 1500 EUR, tendo este sido processado no mesmo dia. No mesmo dia, transacionei 1500 EUR, tendo esta transação sido processada no dia seguinte. Cobraram 20 EUR de comissão por "excesso de limite de crédito" e 0,80 EUR de imposto. Não ultrapassei o limite de crédito e, se o tivesse feito, seria responsabilidade da Requerida, pois cabe a esta rejeitar transações que ultrapassem o limite. Contactei a Requerida através da minha área/conta pessoal de cliente com as minhas credenciais pessoais. Recusaram ajudar através daquele meio por motivos de "prevenção de Fraude" e necessidade de validarem o meu acesso não obstante ser impossível contactar a Requerida daquela forma sem aceder à minha área/conta pessoal com as minhas credenciais pessoais e o meu acesso estar portanto validado.
Dívida paga e cobrança continua
Exmos senhores, venho por este meio fazer uma reclamação do banco universo Em 2023 adquiri o cartão deles num balcão worten e efetuei uma compra de uma iPad, ao qual quando terminei de pagar eles informaram me que não tenho cartão em meu nome, no entanto quando falei com eles mostrei que tinha o cartão provisório e o cartão final que me foi enviada uma semana após o ato da compra. Ando até hoje a pagar dívidas que eles dizem que eu tenho, mas quando peço algum tipo de resolução de problema não me o conseguem dar, não me respondem aos emails e são super mal educados por meios telefónicos dizendo sempre que não conseguem fazer nada e que eu tenho de pagar. Este mês cobraram me por entidade e referência 30€ valor esse que eu paguei, pois a colaboradora deles disse que ia ser o meu pagamento final, hoje voltaram a retirar me o mesmo valor, pedi para cancelarem o débito direto dizem que não o conseguem fazer e assim segue, há 3 anos a tirarem dinheiro e a dizerem que não tenho cartão
Pagamentos e cancelamentos
Aderi ao Medicare no 11/2023, pensando que seria uma ótima escolha para mim e para a minha esposa, através da chamada telefónica, disseram os descontos e tudo mais, fiz uma marcação na clínica dentária no qual mesma assistente da medicare me aconselhou onde era suposto ser gratuito com o cartão da medicare, no final do tratamento limpeza e destartarizaçao me foi cobrado uns 80 e tal euros, entrei em contacto com a medicare no sentido de encerrar o meu plano, não me deixaram encerrar o plano sabendo que não se passaram nem um mes, tentei por vias email e telefónica mas me foram negados, passando alguns meses enviaram um email onde disseram que tinha que pagar os 44,90, sendo que eu nem tinha usado o plano e pedi para que cancelassem o plano, e até o dia de hoje estou a pagar essa porcaria que nem se quer uso, ou seja sou praticamente forçado a por os 44,90€ nos seus bolsos todos os meses , ainda querem que continuo a para ate o final de ano ou mais, que tipo de plano é esse que os clientes não tem direito nem de cancelar o plano antes dos 30 dias? A Medicare anda a brincar com os psicológicos das pessoas
Fatura Iberdrola com valores differentes do contratado
Exmos Senhores, Contratei a Iberdrola em 2022 com custos para potência contratada de ~0.58 EUR/ dia e 0.148 kW/h, no entando nas faturas recebo sou cobrado por valores que podem chegar a 0,1909 €/kWh (e.g. fatura 10-2024) e desde 2025 tem me cobrado 1.09 EUR/ dia (e.g. fatura 03-2025). Condições atuais da Iberdrola (segundo o seu próprio website), deveriam ser 0,7787 €/dia (10.35kVA) e 0,1557 €/kWh. Portanto: A empresa altera de forma aparentemente "aleatória" os custos da eletricidade e da potência contratada de prejudicando os seus clientes - Não recomendo.
ssunto: Reclamação – Cobrança indevida e envio não autorizado de encomenda
Exmos Senhores Junto anexo o email que já enviei para a empresa para que possam entender o sucedido "Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos relativamente a uma situação ocorrida na vossa loja online. Iniciei uma simulação de compra de almofadas para apneia do sono, tendo chegado a selecionar alguns produtos. No entanto, devido à apresentação sucessiva de ofertas adicionais (almofadas, fronhas e outros itens), optei por não concluir a encomenda e abandonei a página antes de finalizar o pagamento. Ainda assim, verifiquei posteriormente que o valor correspondente foi debitado da minha conta bancária e recebi uma notificação a indicar que a mercadoria estaria a caminho, apesar de nunca ter confirmado nem autorizado a compra. Importa referir que cancelei de imediato o cartão virtual de crédito criado para o efeito através do MBWay, precisamente para evitar qualquer cobrança indevida. Assim, solicito: O cancelamento imediato do envio da mercadoria; O reembolso integral do valor cobrado indevidamente; A confirmação por escrito de que a situação foi regularizada. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Atentamente Sónia Isabel Caetano"
Recusa da generali em cumprir o contrato
Contesto integralmente a resposta dada pela geberali a respeito da situação que já ocorre há meses sem qualquer solução. A seguradora volta a invocar a existência de uma "rede bem estar" para justificar o valor muito acima do que consta em contrato para sessões de Terapia da Fala. Essa cláusula não tem qualquer relação com a Terapia da Fala, muito menos define valores distintos para esta especialidade. Além disso, o próprio texto da cláusula afirma que esta "só se aplica quando prevista nas condições particulares", o que não sucedeu em meu contrato, em eus documentos contratuais consta a informação clara e inequívoca de sessão de Terapia da Fala dentro da rede: 16€ , Fora da rede: sem comparticipação. Sem qualquer menção a subredes ou a distinções regionais. A generali reconheceu o erro e reembolsou algumas sessões, o que comprova erro da empresa, mas se recusa a reembolsar as demais, o que caracteriza vlara violação de contrato e da Lwi do consumidor. Somente venho solicitar que se cumpra a lei, mas parece ser algo muito difícil para a generali.
Prescrição de divida incorreta
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa Intrum Portugal, S.A., que me tem contactado insistentemente por e-mail a propósito de uma alegada dívida antiga à MEO. A referida dívida remonta a anos de 2007-2013 e encontra-se inequivocamente prescrita, nos termos do artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho (Lei dos Serviços Públicos Essenciais), que estabelece que as dívidas relativas à prestação de serviços de comunicações eletrónicas prescrevem no prazo de 6 meses após a sua prestação, caso não sejam judicialmente reclamadas. Já desde janeiro pedi à meo que me enviassem as faturas ou qualquer tipo de comprovativo que me indique claramente estas dívidas, mas continuo a obter somente recusa de me enviarem estes documentos sem qualquer explicação. A única coisa que me dizem é que se for um caso fraudulento tenho de lhes apresentar um comprovativo de morada à data reclamada com data de emissão correspondente ao período de faturação - como é que é suposto fazer isso se não me indicam em que morada eram faturadas essas faturas? Para além de que o número de telemóvel que me indicam que está endividado, claramente nunca foi meu , pois mantenho o mesmo número desde 2000. Solicito, assim, a intervenção da ANACOM, para que sejam apurados os factos e sejam tomadas medidas adequadas contra a Intrum, com vista à cessação imediata destes contactos abusivos e à eliminação dos meus dados pessoais relativos à alegada dívida prescrita. Já invoquei formalmente a prescrição da dívida, com base no artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho, que determina um prazo de prescrição de 6 meses para serviços públicos essenciais, incluindo as telecomunicações. Apesar disso, continuo a ser pressionada através de comunicações via sms ameaçadoras, incluindo menções a “penhora de ordenado no prazo de 5 dias”, o que constitui uma ameaça sem fundamento legal e uma violação dos direitos do consumidor. Peço que a Direção-Geral do Consumidor intervenha junto da empresa Intrum Portugal, S.A., para pôr termo a este comportamento abusivo, assegurando o respeito pelos direitos do consumidor e pela legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos, Larysa Savchuk
Prescrição de divida incorreta
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa Intrum Portugal, S.A., que me tem contactado insistentemente por e-mail a propósito de uma alegada dívida antiga à MEO. A referida dívida remonta a anos de 2007-2013 e encontra-se inequivocamente prescrita, nos termos do artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho (Lei dos Serviços Públicos Essenciais), que estabelece que as dívidas relativas à prestação de serviços de comunicações eletrónicas prescrevem no prazo de 6 meses após a sua prestação, caso não sejam judicialmente reclamadas. Já desde janeiro pedi à meo que me enviassem as faturas ou qualquer tipo de comprovativo que me indique claramente estas dívidas, mas continuo a obter somente recusa de me enviarem estes documentos sem qualquer explicação. A única coisa que me dizem é que se for um caso fraudulento tenho de lhes apresentar um comprovativo de morada à data reclamada com data de emissão correspondente ao período de faturação - como é que é suposto fazer isso se não me indicam em que morada eram faturadas essas faturas? Para além de que o número de telemóvel que me indicam que está endividado, claramente nunca foi meu , pois mantenho o mesmo número desde 2000. Solicito, assim, a intervenção da ANACOM, para que sejam apurados os factos e sejam tomadas medidas adequadas contra a Intrum, com vista à cessação imediata destes contactos abusivos e à eliminação dos meus dados pessoais relativos à alegada dívida prescrita. Já invoquei formalmente a prescrição da dívida, com base no artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho, que determina um prazo de prescrição de 6 meses para serviços públicos essenciais, incluindo as telecomunicações. Apesar disso, continuo a ser pressionada através de comunicações via sms ameaçadoras, incluindo menções a “penhora de ordenado no prazo de 5 dias”, o que constitui uma ameaça sem fundamento legal e uma violação dos direitos do consumidor. Peço que a Direção-Geral do Consumidor intervenha junto da empresa Intrum Portugal, S.A., para pôr termo a este comportamento abusivo, assegurando o respeito pelos direitos do consumidor e pela legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos, Larysa Savchuk
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