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Cancelamento varias vezes sucessivas
Exmos. Senhores, Após vários contactos com a vossa empresa por email e por telefone para cancelar esta subscrição e sem sucesso. Enviei 2 cartas para a vossa sede sem sucesso e a última veio devolvida e a morada estava correta com site. Mesmo inativando regularmente e constantemente no meu banco o débito directo vocês voltam ativar com uma nova referência a minha revelia. Desta vez pedi estorno da mensalidade pois acho que já é abuso esta situação a 1 ano que ando a tentar cancelar esta subscrição. 2° feira vou enviar uma carta registada com aviso de recepção e será a última tentativa se mesmo assim voltarem a buscar a mensalidade irei fechar a conta no banco e abrir noutro banco mais não vão ver nem mais um cêntimo meu. Cumprimentos.
Cancelamentos imediato do contrato
Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº 50100076280. No dia 06/11/2020 fui contactado via telefone para aderir a Medicare Platinum mais Vida. Estive com o seguro durante alguns anos e decidi que ja era hora de cancelar pois no meu trabalho passei a ter um seguro com a Multicare sem custos. Devido a isso, e por motivos financeiros, decidi ligar para cancelar, pois já não precisava de pagar um seguro sendo que ja tinha outro gratuito. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Peço também a anulação de qualquer pagamento em atraso, pois depois de contactar com o apoio ao cliente, se negaram a cancelar-me o serviço com a justificação de que eu teria que contactar até 30 dias antes da renovação do contrato. E como o meu contacto com a Medicare ocorreu poucos dias após a renovação me informaram que teria que pagar mais 11 meses até poder cancelar. O que me forçou a desativar o débito direto pela impotência de não poder denunciar o contrato. O mesmo apoio al cliente expressou que o não pagamento da mensalidade faria com que eu não pudesse usufruir dos programas de pontos e do seguro, e mesmo assim o valor do seguro seria cobrado de qualquer forma. O que é completamente injusto e abusivo por parte da Medicare.
Cobrança indevida e serviço incompleto – exame médico desportivo
Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal acerca do serviço prestado pelo HPA Saúde na minha consulta de Exame Médico Desportivo, agendada para o dia 22/08/2024 na Clinica de Ortopedia e Reabilitação em Faro, através do vosso site, na página de marcação de exames desportivos. Na informação clinica desta consulta salienta-se "Exame médico-desportivo". No site, não foi disponibilizada qualquer informação relativa ao preço ou tabela de preços para este tipo de consulta. No final da mesma, foi-me informado pelo médico, Dr. Revelino Lopes, da Clínica de Ortopedia, que a emissão da declaração de aptidão estaria condicionada à realização de um eletrocardiograma. Contudo, este exame não foi realizado após constatar que implicaria um custo adicional (+35 euros) , informação que também não foi previamente comunicada. Adicionalmente, na fatura foi incluída a cobrança de um serviço descrito como "consulta de fisiatria" com o valor de 80,00 euros, sendo que este montante não contempla a realização do eletrocardiograma. Gostaria de salientar que a consulta realizada não correspondeu a uma consulta de fisioterapia, mas sim a um simples preenchimento de um formulário com dados básicos e avaliações de rotina, como verificação da tensão arterial, respiração etc. Considerando que não me foi passada nenhuma declaração de aptidão e que o valor cobrado ultrapassa, de forma desproporcional, os preços normais de exames médicos desportivos (que rondam os 20-35 euros), exijo o reembolso do valor cobrado, uma vez que considero a cobrança inadequada para o serviço que efetivamente me foi prestado, que nem sequer foi finalizado. Em suma, reclamo do seguinte: - Falta de Informação Prévia de Preços. - Condição Não Informada para Emissão de Aptidão. - Custo Adicional para o Eletrocardiograma. - Cobrança Indevida de "Consulta de Fisiatria". - Ausência de Declaração de Aptidão. - Valor Exagerado e Desproporcional. - Inadequação da Consulta ao Serviço Solicitado. - Ausência de Transparência sobre Procedimentos Necessários. - Desvio das Expectativas Criadas pela Marcação Online. - Falta de Justificação Técnica para o Eletrocardiograma. Agradeço a vossa atenção e fico a aguardar uma resposta. Atenciosamente, Ana Viegas
Não autorização de débito
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar desta entidade pois colocou-me numa situação de devedora. Fiz compras numa entidade de pagamentos a crédito que se chama FLOA. Já tinha efetuado compras antes nesta entidade e tudo correu bem. Os débitos foram feitos no meu cartão nas datas previstas e sem qualquer problema. Contudo este mês, notei que os débitos não foram efetuados. Contactei diretamente a Floa para saber e foi me dito que o meu banco estava a bloquear os pagamentos. Disseram igualmente que iriam tantar de novo até 6 vezes e aí se não conseguisses retirar o débito, iriam enviar me uma notificação de cobrança. Contactei o meu banco Moey e disseram me que esta entidade estava interdita de fazer os débitos. Sem mais explicação nenhuma. Apresentei-lhes então todas as datas e valores que ja tinham sido pagos sem nenhum problema. Disseram me que me iriam contactar para me dar mais informações mas até à data de hoje nada. Aliás fui eu que tive de telefonar outra vez para me dizerem a mesma coisa. Que a Floa não está autorizada a fazer os débitos. Entretanto o serviço de cobranças da Floa não para de me telefonar para fazer a cobrança e entretanto conseguiram retirar do meu cartão vários montantes que estão inscritos como atraso de pagamento. Eu expliquei a situação e a agente da Floa explicou me que como não fiz o pagamento, agora a Floa quer retirar o dinheiro total das compras e estamos a falar de mil e poucos euros. Se eu pedi para pagar em 4 vezes é porque não disponho desse montante. O que me espanta é a Moey não deixar a Floa efetuar o débito mas deixou-os retirar montantes do meu cartão. Eu tive que bloquear o meu cartão porque senão ia ficar com a conta negativa e por consequênsia sem o meu ordenado pois quando este cair na conta, a Floa vai retirar o que é deles. A Moey está a colocar-me em situação de devedora e má pagadora perante esta entidade e não me deu resolução nenhuma apesar de todas as provas que enviei em como tudo sempre correu bem com a Floa. Quem é que me vai resolver esta situação agora? Ninguém, pois para eles não têm mais nada a acrescentar. Quem é que me vai pagar agora as compras em uma só vez? Isto não se faz a colocar uma pessoa em divida sem ter culpa. Cumprimentos.
NEGLIGÊNCIA INFANTIL E BURLAS
Meu filho frequentou por 2 anos letivos esse colégio (2022/2023 - 2023/2024) No primeiro ano, até correu bem. O segundo ano é que as coisas começaram mesmo mal! A primeira mensalidade do ano, veio com 30€ a mais, sem qualquer aviso prévio ou sem nos ter sido dado qualquer opção de escolha. Quando questionamos sobre o assunto, nos foi respondido que fomos avisados da subida dos valores, MAS NUNCA NOS INFORMARAM SOBRE QUAIS VALORES SERIAM!! As situações desagradáveis continuaram. Todos os meses passaram a acrescentar coisas JÁ PAGAS!! Nas notas de pagamento. PARA QUEM AINDA NÃO SABE, ESSE COLÉGIO NÃO EMITE FATURAS, APENAS NOTAS DE PAGAMENTO VIA E-MAILS. • Quando questionamos a Diretora Filipa, essa jogou as responsabilidade para a Sra Tânia(cunhada da Sra Diretora). NUNCA CONSEGUIRAM NOS INFORMAR O PORQUE OU O QUE ESTAVAM A COBRAR A MAIS! •Agendamos diversas reuniões, com a Sra Tânia, que é extremamente ocupada, e conseguimos de fato ter apenas uma reunião. Reunião essa que foi rapidamente terminada quando a Sra finalmente nos permitiu concluir uma frase e realizar as nossas questões. Questões essas de faturamento QUE ESTÃO DESDE NOVEMBRO/23 A ESPERA DE UMA RESPOSTA! 😅 🚨MAS O PIOR DE TUDO O QUE VEM ACONTECER FOI QUANDO NO MEIO DO ANO, FUI BUSCAR O MEU FILHO A ESCOLA E NA FRENTE DA ESCOLA, NA FRENTE DE OUTROS PAIS E DIANTE DA AUXILIAR PATRÍCIA ACUSOU-A DE PUXAR A ORELHA DO MEU FILHO POR 2 VEZES NO MESMO DIA! Questionamos o fato e a Sra Patrícia disse que não aconteceu tal fato! Entramos em contato com a Diretora Filipa, essa disse que isso era mentira do Meu filho, que jamais aconteceu tal coisa. Mas no dia seguinte, quando meu filho contou detalhadamente e ofendido como isso aconteceu, na porta do colégio, perto de outras crianças que confirmaram o acontecimento! A auxiliar Patrícia admitiu que TALVEZ tenha acontecido em um contexto de brincadeira. Esses tipos de situações foram relatadas também por outras mães, que tem medo de expor na internet mas estão preparadas para expor os fatos em Juízo. Neste colégio, para a Sra Diretora, TODOS ESTÃO ERRADOS, TODOS PERCEBERAM AS COISAS DE FORMA ERRADA. QUALQUER CRÍTICA OU QUEIXA DE QUALQUER CRIANÇA, É LEVADO COMO MENTIRA DA CRIANÇA! (RELATOS DE OUTROS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E DE >VARIAS< FUNCIONÁRIAS) Isso é MUITO grave!!! •Infelizmente a Senhora Patrícia continua a cumprir suas funções nesse estabelecimento, a ter contato com as crianças. •as salas são pequenas e com superlotação de crianças. 🚨•Sala do berçário com 1 educadora e 1 auxiliar para cuidarem de 31 crianças ao invés de 24 no máximo (tendo crianças com necessidades especiais)•🚨 Enfim, tenho muitos relatos e provas sobre o que relato aqui. ESPERO QUE NENHUM PAI PASSE PELO DESGASTE EMOCIONAL E MENTAL QUE MINHA FAMÍLIA PASSOU, AO CONFIAR NESSE “COLÉGIO”. Cumprimentos
Fatura
Exmos. Senhores, Na sequência do vosso ofício n. NHC 102565511, com o assunto "Interpelação para pagamento de fatura n. FC24-0508997 (em anexo), datado de 25/05/2024, e considerando que o processo de pagamento do valor indicado ainda se encontra em curso, tendo sido enviado no dia 30/05/2024 um email para pagamentos.lisboa@hospitaldaluz.pt (conforme anexo), qua ainda aguardo resposta, gostaria que me confirmassem se, até o processo estar concluído, a fatura não deveria ficar suspensa. Solicito ainda o seguinte esclarecimento: - Tendo eu iniciado os tratamentos de hemodiálise no decorrer do internamento, gostaria que me confirmassem se efetuaram o pedido de pré-autorização à Médis para a realização do 1° tratamento de hemodiálise, uma vez que a Médis me informou que deveria ter sido feito? Caso o tenham feito, agradeço que me informem qual foi a resposta da seguradora. Informo que, conforme já referido no email em anexo, a minha reclamação apresentada ao hospital, foi também enviada para a ERS (em Cc a este email), a qual me informou do seguinte: "A prestação de cuidados de saúde em unidades privadas implica a celebração de um contrato de prestação de serviços médicos, que pacificamente se considera como genericamente enquadrado no disposto no artigo 1154.º do Código Civil (contrato pelo qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra certo resultado do seu trabalho intelectual ou manual, com ou sem retribuição). De onde decorrem também, naturalmente, os deveres principais e secundários da prestação, bem como os deveres acessórios de conduta e o dever geral de agir de boa-fé, relacionados com a concreta relação contratual e objeto contratual estabelecidos. Assim, qualquer utente que acede a uma entidade prestadora de cuidados de saúde tem direito a ser previamente informado sobre todos os elementos necessários ao seu completo e efetivo esclarecimento, para que possa tomar uma decisão sobre o tratamento ou intervenção proposta, incluindo todas as questões administrativas e financeiras relevantes, preços e orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa. Esse dever de informação sobre preços não pode quedar-se apenas por um aparente cumprimento resultante de uma mera afixação de preços, antes implicando que os consumidores-utentes tenham plena informação e conhecimento de qual o serviço que se encontram a contratar e sua correspondência com a tabela de preços em uso e conhecida por aqueles. E também por isso importa garantir que a informação prestada seja suficiente para dotar o utente medianamente esclarecido e diligente dos elementos necessários à sua tomada de decisão, de forma livre e esclarecida, sobre a solicitação de cuidados de saúde a um determinado prestador, e assegurar-se, assim, a liberdade de escolha do prestador de cuidados de saúde a que pretende recorrer. Deve-se assegurar, ainda, que o utente tenha uma previsão de custos correta sobre a totalidade dos aspetos financeiros, designadamente dos atos clínicos, exames, consumíveis e fármacos, bem como os respetivos valores, que venham a ser previsivelmente prestados ou administrados e cujo pagamento lhes seja exigível, eliminando-se ou reduzindo-se tanto quanto possível os efeitos de um dos problemas fundamentais em saúde e que se prende com a “assimetria de informação” que existe em todas as relações prestador-utente. Em suma, as repercussões administrativas, logísticas e financeiras que a prestação de cuidados de saúde pode importar devem ser transmitidas ao utente. Cabem neste âmbito, designadamente, informações sobre os meios humanos e técnicos existentes e disponíveis no estabelecimento em causa para a prestação dos cuidados de saúde necessários; sobre as regras de acesso e de referenciação em vigor no SNS; sobre autorizações prévias a emitir por entidades terceiras; sobre taxas, preços ou orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa; sobre a natureza e regras da convenção que o prestador de saúde tenha celebrado com um qualquer subsistema de saúde, ou sobre as regras de um seguro de saúde aplicável. Todas estas informações podem ser relevantes, não só para a decisão do utente quanto à prestação de cuidados de saúde em concreto, mas ainda para que este possa escolher livremente o prestador dos cuidados de saúde a que irá recorrer (do setor público, privado, social ou cooperativo). Assim sendo, tendo sido devidamente facultada ao utente a informação prévia sobre os preços praticados, caber-lhe-á sempre, a decisão final de escolha do prestador e de realização dos atos." Como sabem, durante todo o meu internamento, nunca tive qualquer conhecimento dos valores ou dos serviços que iriam cobrar, nem nunca me informaram que tinha outras opções para efetuar os tratamentos e todos os procedimentos associados à hemodiálise. Apenas me informaram do valor da biopsia renal (500 eur), cujo pagamento me foi exigido antes de saberem quando é que este exame seria realizado. à semelhança deste procedimento, deveriam também me ter informado sobre os restantes. Agradeço a vossa atenção, ficando a aguardar pelas vossas respostas, a este email e ao anterior que enviei no dia 30/05/2024. Cumprimentos, Ricardo Lourenço Cumprimentos.
Fatura
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Na sequência do vosso ofício n. NHC 102565511, com o assunto "Interpelação para pagamento de fatura n. FC24-0508997 (em anexo), datado de 25/05/2024, e considerando que o processo de pagamento do valor indicado ainda se encontra em curso, tendo sido enviado no dia 30/05/2024 um email para pagamentos.lisboa@hospitaldaluz.pt (conforme anexo), qua ainda aguardo resposta, gostaria que me confirmassem se, até o processo estar concluído, a fatura não deveria ficar suspensa. Solicito ainda o seguinte esclarecimento: - Tendo eu iniciado os tratamentos de hemodiálise no decorrer do internamento, gostaria que me confirmassem se efetuaram o pedido de pré-autorização à Médis para a realização do 1° tratamento de hemodiálise, uma vez que a Médis me informou que deveria ter sido feito? Caso o tenham feito, agradeço que me informem qual foi a resposta da seguradora. Informo que, conforme já referido no email em anexo, a minha reclamação apresentada ao hospital, foi também enviada para a ERS (em Cc a este email), a qual me informou do seguinte: "A prestação de cuidados de saúde em unidades privadas implica a celebração de um contrato de prestação de serviços médicos, que pacificamente se considera como genericamente enquadrado no disposto no artigo 1154.º do Código Civil (contrato pelo qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra certo resultado do seu trabalho intelectual ou manual, com ou sem retribuição). De onde decorrem também, naturalmente, os deveres principais e secundários da prestação, bem como os deveres acessórios de conduta e o dever geral de agir de boa-fé, relacionados com a concreta relação contratual e objeto contratual estabelecidos. Assim, qualquer utente que acede a uma entidade prestadora de cuidados de saúde tem direito a ser previamente informado sobre todos os elementos necessários ao seu completo e efetivo esclarecimento, para que possa tomar uma decisão sobre o tratamento ou intervenção proposta, incluindo todas as questões administrativas e financeiras relevantes, preços e orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa. Esse dever de informação sobre preços não pode quedar-se apenas por um aparente cumprimento resultante de uma mera afixação de preços, antes implicando que os consumidores-utentes tenham plena informação e conhecimento de qual o serviço que se encontram a contratar e sua correspondência com a tabela de preços em uso e conhecida por aqueles. E também por isso importa garantir que a informação prestada seja suficiente para dotar o utente medianamente esclarecido e diligente dos elementos necessários à sua tomada de decisão, de forma livre e esclarecida, sobre a solicitação de cuidados de saúde a um determinado prestador, e assegurar-se, assim, a liberdade de escolha do prestador de cuidados de saúde a que pretende recorrer. Deve-se assegurar, ainda, que o utente tenha uma previsão de custos correta sobre a totalidade dos aspetos financeiros, designadamente dos atos clínicos, exames, consumíveis e fármacos, bem como os respetivos valores, que venham a ser previsivelmente prestados ou administrados e cujo pagamento lhes seja exigível, eliminando-se ou reduzindo-se tanto quanto possível os efeitos de um dos problemas fundamentais em saúde e que se prende com a “assimetria de informação” que existe em todas as relações prestador-utente. Em suma, as repercussões administrativas, logísticas e financeiras que a prestação de cuidados de saúde pode importar devem ser transmitidas ao utente. Cabem neste âmbito, designadamente, informações sobre os meios humanos e técnicos existentes e disponíveis no estabelecimento em causa para a prestação dos cuidados de saúde necessários; sobre as regras de acesso e de referenciação em vigor no SNS; sobre autorizações prévias a emitir por entidades terceiras; sobre taxas, preços ou orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa; sobre a natureza e regras da convenção que o prestador de saúde tenha celebrado com um qualquer subsistema de saúde, ou sobre as regras de um seguro de saúde aplicável. Todas estas informações podem ser relevantes, não só para a decisão do utente quanto à prestação de cuidados de saúde em concreto, mas ainda para que este possa escolher livremente o prestador dos cuidados de saúde a que irá recorrer (do setor público, privado, social ou cooperativo). Assim sendo, tendo sido devidamente facultada ao utente a informação prévia sobre os preços praticados, caber-lhe-á sempre, a decisão final de escolha do prestador e de realização dos atos." Como sabem, durante todo o meu internamento, nunca tive qualquer conhecimento dos valores ou dos serviços que iriam cobrar, nem nunca me informaram que tinha outras opções para efetuar os tratamentos e todos os procedimentos associados à hemodiálise. Apenas me informaram do valor da biopsia renal (500 eur), cujo pagamento me foi exigido antes de saberem quando é que este exame seria realizado. à semelhança deste procedimento, deveriam também me ter informado sobre os restantes. Agradeço a vossa atenção, ficando a aguardar pelas vossas respostas, a este email e ao anterior que enviei no dia 30/05/2024. Cumprimentos, Ricardo Lourenço UAÇÃO) Cumprimentos.
REEMBOLSO DE COBRANÇA INDEVIDA
Prezados, senhores. No dia 08/09/2024 entrei no site da empresa FINDA.NET para tentar localizar o celular de uma amiga e para isso descontaram imediatamente o valor de R$6,37 do meu cartão final Nº. 3726. Entretanto não consegui resultado com a tentativa de localização a qual me fez acabar desistindo da empresa mencionada e buscando alguma solução com outra, aceitando assim , mesmo com nenhuma prestação de serviço o valor cobrado anteriormento. No entanto, no dia 09/09/2024 empresa descontou o valor de R$168,59 para pagamento do plano mensal o qual eu discordo e peço que seja realizado o reembolso de tudo que foi descontado, utilizando assim o prazo de 7 dias de arrependimeto garantido no artigo 49º CDC. Conta para devolução: Banco: Banco C6 S.A 336 Agência: 0001 Conta poupança: 27093196-1 Titular: Anne Freitas
COBRANÇA INDEVIDA
No dia 11/9 pedi o rastreio de um numero de telefone no site finda do qual nao deu certo no valor de 6 reais. no dia 12/9 Recebi uma cobrança do site do qual nao pedi, nao assinei, nao contratei no valor de 160,00 Desejo meu reembolso imediatamente.
Taxa contribuição audiovisual
Exmos. Senhores, Alterei o contrato de fronecimento de energia para outra empresa comercializadora, na fatura final foi-me apresentada para pagamento 9 meses de taxa audovisual, quando este contrato está isento de aplicabilidade da taxa pelo facto de os consumos anuais até á data ser inferores a 400 KWh. Não entendo a cobrança da taxa do ultimo mês de faturação e muito menos entendo a aplicação de retroativos , que penso ser de todo ilegal. Não entendo de todo este tipo de procedimento e ao telefonar para a linha de apoio a cliente da EDP comercial, a informação prestada, foi que a taxa só será aplicada após os consumos, ultrapassarem os 400 KWh/ano e terá inicio no a aplicação da taxa em Janeiro do ano seguinte, no entanto não foi isso que aconteceu!!! Deixo em anexo a fatura que ilustra o exposto. Cumprimentos.
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