Reclamações públicas

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C. C.
06/06/2026

ROUBO

Venho por meio este comunicar que essa empresa HIPAY SAS- RECHARGEM.COM fez uma compra Em minha conta bancaria no valor de 230,03 na qual desconheço, foi feito a compra no dia 5 de junho de 2026 as 04:46 da manhã. logo em seguida fizeram uma outra compra com o valor de 92,61 na qual também desconheço, empresa nuvei-offgamers global pte.ltd no dia 5 de junho de 2026 as 04,53 peço que realize a investigação deste problema. Para maior informação segue meu contato Atenciosamente: CAETANO PEREIRA.

Em curso
A. C.
05/06/2026

Transferência não recebida.

Venho por este meio expor o péssimo serviço que este banco presta presentemente. Há semelhança de muitas outras empresas que utilizam algoritmos de resposta automática, também a revolut padece da mesma doença e isto leva a um interminável loop de envio de documentos, escrita, tempo perdido e tudo mais e sem resolução de um problema que carece de compreensão humana, caso não seja igual aos que estão anunciados na ajuda. No passado mês de abril, executei uma transferência do banco Robinhood para a revolut e estranhei o valor não dar entrada no imediato como costume,passados três dias e o valor ainda não tinha sido creditado e a bem dizer nem dois meses não tarda, pelo caminho contactadas ambas as empresas, quer robinhood quer revolut ninguém sabe do dinheiro, na robinhood consigo um atendimento com um humano ainda que em inglês e um relatório sobre a transferência e negando ter recebido de volta o dinheiro, no banco revolut apenas atendimento de respostas automáticas e nada mais, mesmo quando confrontados com toda a documentação fornecida pela robinhood. Creio que este setor requer um atendimento melhorado que não se encontra em teclas, mas ouvidos e cérebro real. Submeto documento anexo.

Em curso
P. F.
31/05/2026

fraude bancária por engenharia social (“vishing”)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e intervenção da DECO relativamente a um litígio que mantenho com o Banco BPI, decorrente de um caso de fraude bancária por engenharia social (“vishing”), que resultou em operações de pagamento não autorizadas no valor total de 13.700,00 €, montante cuja restituição foi recusada por aquela instituição bancária. A presente situação envolve a sociedade Linha Cúbica – Engenharia e Reabilitação, Lda., da qual sou sócio-gerente e representante legal. Cumpre ainda referir que sou associado da DECO há vários anos, razão pela qual recorro à vossa intervenção e apoio especializado, na expectativa de obter orientação e defesa dos meus direitos perante a situação descrita. No dia 23 de abril de 2026, ao aceder ao serviço de homebanking do Banco BPI, surgiu uma mensagem de segurança informando da existência de uma alegada atividade fraudulenta na conta e indicando que seria posteriormente contactado pelo serviço de segurança do banco. Pouco depois, recebi uma chamada telefónica de indivíduos que se identificaram como colaboradores do Banco BPI e que aparentavam ter conhecimento da situação apresentada no ecrã. Durante esse contacto fui informado de que estaria em curso uma tentativa de fraude e de que seria necessário realizar determinados procedimentos de segurança para proteger a conta. Confiando que estava a falar com colaboradores legítimos da instituição bancária, fui induzido a introduzir códigos de autenticação recebidos por SMS e coordenadas de segurança, acreditando que estava a bloquear operações fraudulentas e a proteger a conta. Posteriormente verifiquei que tinham sido realizadas três transferências bancárias para o mesmo beneficiário, sem a minha autorização consciente, nos seguintes montantes: • 5.000,00 € às 11h26; • 5.000,00 € às 11h29; • 3.700,00 € às 11h31. O valor total transferido ascendeu a 13.700,00 €. Assim que tomei conhecimento da fraude, contactei a linha de segurança do Banco BPI, em menos de duas horas após a ocorrência dos factos, reportando de imediato a situação. Ainda no próprio dia 23 de abril de 2026 apresentei reclamação formal junto do Banco BPI, solicitando a abertura de investigação, a tentativa de recuperação dos fundos transferidos e o reconhecimento das operações como não autorizadas. Nesse mesmo dia apresentei igualmente denúncia junto da PSP, através de Auto de Denúncia, relativo aos factos ocorridos. Posteriormente, entreguei cópia do Auto de Denúncia da PSP num balcão do Banco BPI, para integração no processo de reclamação e investigação. O Banco BPI forneceu também documentação identificando a conta de destino das transferências fraudulentas e reconhecendo tratar-se de uma transferência contestada por fraude. De posse dessa documentação, procedi à sua entrega junto do Banco Santander, instituição onde se encontrava domiciliada a conta beneficiária das transferências. Na sequência dessa comunicação, foi aberto um processo interno pelo Banco Santander destinado à análise da situação e à eventual recuperação dos fundos transferidos. Em 28 de abril de 2026 recebi resposta formal do Banco BPI, na qual a instituição recusou qualquer responsabilidade pelos prejuízos sofridos, alegando que: • Não existiram falhas de segurança nos seus sistemas; • As operações foram autenticadas através de códigos OTP enviados por SMS e cartão de coordenadas; • Os factos se enquadram num esquema de fraude por engenharia social (“vishing”); • Não se encontram reunidas as condições para proceder ao reembolso dos montantes reclamados. Não concordando com essa posição, apresentei de imediato pedido formal de reapreciação da decisão. Nesse pedido sustentei, entre outros aspetos, que: • Nunca existiu qualquer vontade ou intenção da minha parte de realizar aquelas transferências; • Os códigos de autenticação foram inseridos sob erro provocado por terceiros que se fizeram passar por colaboradores do banco; • A mera autenticação técnica das operações não equivale a autorização válida e consciente das mesmas; • Não existiu negligência grosseira da minha parte; • Compete ao banco demonstrar a existência de culpa grave do cliente para se exonerar da responsabilidade prevista no Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica (RJSPME). Foi ainda invocada jurisprudência recente do Supremo Tribunal de Justiça relativa a situações de homebanking, phishing e vishing, segundo a qual o risco inerente aos sistemas de pagamento eletrónicos recai, em princípio, sobre a instituição bancária, salvo prova de fraude ou negligência grosseira do utilizador. Importa ainda salientar que as operações apresentavam características manifestamente anómalas, nomeadamente três transferências sucessivas, realizadas em poucos minutos, para o mesmo beneficiário e em montantes elevados, circunstâncias que considero deverem ter desencadeado mecanismos adicionais de monitorização, validação e prevenção de fraude por parte da instituição bancária. Em 29 de abril de 2026 apresentei igualmente reclamação junto do Banco de Portugal, da qual resultou a abertura do processo n.º PCB-RCO.108221.688, atualmente em apreciação. Apesar da reapreciação solicitada, o Banco BPI comunicou, em 7 de maio de 2026, que mantinha integralmente a posição anteriormente assumida, recusando proceder ao reembolso dos 13.700,00 €. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO na análise desta situação e na defesa dos meus direitos, nomeadamente através da avaliação da atuação do Banco BPI, do enquadramento legal aplicável e dos mecanismos mais adequados para obtenção da reparação dos prejuízos sofridos. Por último, informo que disponho de um conjunto significativo de elementos probatórios que suportam integralmente os factos acima descritos, incluindo reclamações, respostas do Banco BPI, Auto de Denúncia da PSP, documentação relativa à conta beneficiária, comunicações com o Banco Santander e comprovativo da reclamação apresentada ao Banco de Portugal. Contudo, a totalidade da documentação digital ocupa aproximadamente 11 MB, ultrapassando o limite permitido pelo formulário de submissão. Assim, agradecia que me fosse indicada uma via alternativa para envio da documentação completa, nomeadamente através de endereço de correio eletrónico, plataforma de transferência de ficheiros ou outro meio que entendam adequado. Agradeço desde já toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Pedro Morbey Contacto telefónico - 919431910 Contacto email - pmorbey@hotmail.com

Em curso
G. S.
31/05/2026

Dinheiro retirado da conta sem efetuar nenhuma compra

Bom dia , foi me retirado da conta por duas vezes dinheiro da conta um de 499 euros outra de 500 euros sem ter efectuado qualquer tipo de compra , nem em Portugal nem no estrangeiro . Aguardo ajuda e a resolução da situação com a devolução do dinheiro. Apenas aparece o nome dessa empresa HIPAY SAS. OBRIGADO

Em curso
M. N.
27/05/2026

PEDIDO DE MENSALIDADE INDEVIDA

Exmos. Senhores, Sou titular da contrato Nº CRD21605608001 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em 30/03/2026, a conta continua aberta por parte dos vossos serviços. O pedido de pagamento por parte da Mobilize é indevido, porque o contrato foi encerrado e foi feita pelos serviços uma certidão de não divida, o processo de crédito está encerrado. Apesar de ter mencionado em diversos emails e ter atendido as chamadas telefónicas a comunicar que já não devo nada, hoje, dia 27/05/2026, enviam uma mensagem a comunicar se não pagar 1 mensalidade que comunicam ao Banco de Portugal. Não tolero este tipo de ameaças, uma vez que me foi dito ao telefone e enviada uma certidão que o crédito estava pago e que não devia nada á Mobilize. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e que não me incomodem com assuntos já encerrados. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Laura Néné

Em curso
G. S.
26/05/2026

Bloqueio de Conta

Bom dia venho por este meio efetuar a reclamação dos serviços da Moey pois desde março que me encontro com a conta bloqueada sem nenhum tipo de aviso, já efetuei vários contactos nomeadamente pela linha telefónica e e-mail, ao que sempre obtive a mesma resposta, "Não podemos prestar informação nenhuma em relação ao exposto", o atendimento via telefone é péssimo pois os profissionais que atendem não tem qualquer tipo de qualificações para ajudar, já pedi o cancelamento da conta mas também não me deixam cancelar, contactei com o Banco de Portugal para me tentar informar sobre o assunto e aconselharam me a fazer uma reclamação no livro de reclamações online, mesmo após a reclamação a resposta foi a mesma de sempre continuando à mais de 2 meses sem ter acesso, nem à minha conta, nem ao meu dinheiro, tenho contas para pagar como toda a gente e não tenho maneira de o fazer por causa desta situação, exijo o desbloqueio urgente da conta bem como alguma maneira de compensação pelo transtorno causado. Com os Melhores Cumprimentos.

Em curso
R. G.
20/05/2026

Conta fechada/Não me devolvem o dinheiro

Exmos. Senhores, Venho acrescentar nova informação à minha reclamação anteriormente apresentada contra o Millennium BCP. Há cerca de 3 semanas, a Sr.ª Susana Pedroso informou-me que a situação seria resolvida no prazo de 2 semanas e que o dinheiro seria devolvido. No entanto, já passaram 3 semanas e continuo sem receber qualquer valor. Hoje voltei novamente ao Millennium BCP do Barreiro para tentar resolver a situação. Falei com a Sr.ª Paula Soares, que tentou contactar a Sr.ª Susana Pedroso, mas foi-lhe dito que a mesma se encontrava ocupada e não podia atender. Esperei mais de 1 hora no banco e saí sem qualquer resposta ou solução relativamente ao meu dinheiro. Continuo sem acesso ao valor de 345,55€, correspondente ao saldo da conta e aos valores cobrados indevidamente do cartão de débito. (Ha mais de 2 meses que espero que o banco me devolva o dinheiro e nada ! Sou uma pessoa doente que tem que tomar medicação diária e não tenho dinheiro para comprar os medicamentos, estou passando sérias dificuldades sendo eu desempregada e o banco tem o meu dinheiro)

Em curso

Fechamento de conta na Caixa de Credito Agrícola sem motivo

Bom dia, eu chamo me Maria da Costa Lemos e tenho 79 anos e felizmente fui professora do ensino básico toda a minha vida. Hoje estou reformada e tenho uma conta na Caixa Agrícola no balcão de Penalves na Póvoa de Varzim. Como pensionista da Caixa Geral de aposentações no dia de hoje 19 de Maio é o dia de entrada da minha pensão de reforma e hoje de manhã o dinheiro não estava lá, entretanto ligaram me desse balcão em penalves, Póvoa de Varzim uma senhora que se Chama Camila Faria a dizer que a minha conta irá ser encerrada dentro de 1 mês. Eu tenho 79 anos de idade e nunca tal me aconteceu na minha vida, no entanto está me a acontecer esta situação que venho a denunciar. Maria da Costa Lemos.

Em curso
J. A.
15/05/2026

bloqueio de conta bancária há quase um ano sem informação

Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação com o Novo Banco que se arrasta há quase um ano, sem qualquer resolução ou informação clara. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há cerca de 12 meses. O banco tem justificado a situação com uma alegada “investigação em curso pela Polícia Judiciária”, no entanto não me é fornecida qualquer informação concreta adicional, nem prazos, nem enquadramento detalhado. Há cerca de um ano, e por indicação do próprio banco, apresentei queixa junto das autoridades policiais. Nessa sequência, foi-me atribuído estatuto de vítima no âmbito do processo. Apesar disso: - Não recebi qualquer esclarecimento adicional do Novo Banco; - Apresentei reclamação no Banco de Portugal; - Submeti igualmente reclamação no Livro de Reclamações; - Contudo, continuo sem acesso aos meus fundos e sem informação concreta sobre a situação. Considero a situação extremamente grave, dado o tempo decorrido e a ausência de resposta efetiva ou solução, o que me está a causar prejuízos significativos. Solicito a vossa intervenção, no sentido de: - Ajudar a clarificar a legalidade da manutenção deste bloqueio prolongado; - Pressionar a entidade bancária para prestar informação concreta e fundamentada; - E indicar-me os próximos passos adequados, incluindo eventuais vias judiciais, caso se justifique. Fico a aguardar o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Jessica Andrade

Em curso
J. M.
13/05/2026

Conta Skrill restringida peço solução urgente

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Skrill devido à restrição injustificada da minha conta, onde se encontra retido o valor de aproximadamente 1.000 euros. Sou cliente verificado da plataforma, com conta nível 2 e toda a minha identidade devidamente validada. No entanto, após realizar um depósito hoje, a Skrill restringiu inesperadamente a minha conta e solicitou documentos adicionais para verificação. Desde então, já enviei por mais de três vezes todos os documentos solicitados, incluindo extrato bancário e comprovativo de pagamento referente ao depósito efetuado. Apesar disso, até ao presente momento não obtive qualquer resposta concreta nem atualização por parte da Skrill. Esta situação está a causar-me sérios transtornos, uma vez que sou estudante e esse valor é essencial para o pagamento da renda da casa e da mensalidade da universidade. Considero inaceitável a retenção do meu dinheiro sem qualquer esclarecimento ou suporte adequado, especialmente tratando-se de uma conta totalmente verificada. Solicito que a Skrill analise e resolva o meu caso com a máxima urgência, libertando os fundos retidos ou apresentando uma justificação clara e imediata para esta restrição. Aguardo uma resolução rápida para

Em curso

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