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Não encerramento da conta
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 454 463 847 11 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em maio, a conta continua aberta. Já foi enviado carta. Já foi feito pedido presencial na agência de aveiro Já foi enviado várias e várias mensagens ao gestor de conta no WhatsApp. E ligações sem sucesso A conta vem estado negativa. Pois coloco dinheiro e não encerram e passado 1 mês cobram taxa novamente Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Retenção abusiva de 7.494€ há 15 dias com risco de perda de habitação
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Millennium BCP pela retenção injustificada e excessivamente demorada dos meus fundos. Descrição dos factos: No dia 3 de julho recebi na minha conta uma transferência de 7.494,00 EUR proveniente de reembolso automático da KuCoin (plataforma de criptomoedas). O banco bloqueou imediatamente o valor invocando procedimentos de compliance/AML e solicitou documentação adicional. Enviei toda a informação e comprovativos pedidos (extratos da KuCoin, comprovativo do reembolso, explicação detalhada da operação, etc.). Apesar disso, há quase 15 dias o banco limita-se a responder com mensagens genéricas do tipo “No âmbito da legislação e regulamentação em vigor… nada há que, de momento, possamos adiantar”, sem qualquer progresso concreto. Consequências graves: Esta retenção está a causar-me prejuízos diretos e graves: impossibilidade de cumprir o contrato de arrendamento que celebrei, colocando em risco a minha habitação e a da minha família. Encontro-me atualmente no estrangeiro e este montante é essencial para fazer face às minhas obrigações imediatas. Pedidos: Solicito a intervenção da DECO junto do Millennium BCP para: Exigir o desbloqueio urgente dos fundos; Apurar se a demora do banco é proporcional e justificada; Avaliar eventual prática abusiva ou falta de diligência por parte da instituição. Fico disponível para qualquer esclarecimento adicional.
Retenção indevida de fundos e informação contraditória
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão de uma operação efetuada com o meu cartão pré-pago do ActivoBank, situação que considero inaceitável e extremamente lesiva. Há alguns dias tentei efetuar o pagamento de uma reserva no Booking.com, no valor de **1.050 €**, utilizando o meu cartão pré-pago, que carreguei apenas com esse valor para a operação. O pagamento não foi concluído com sucesso. Contactei de imediato a linha de apoio do ActivoBank, tendo-me sido informado que existia um problema na rede SIBS e que deveria tentar novamente mais tarde, nomeadamente durante a noite. Segui essa indicação. No entanto, quando voltei a tentar efetuar o pagamento à noite, o booking indicava **"fundos insuficientes"**, apesar do dinheiro aparecer disponível para utilização. Contactei novamente o banco e fui informada de que o montante se encontrava em **estorno**, sendo-me garantido que o valor regressaria à minha conta no prazo máximo de **cinco dias**. Aceitei essa explicação, uma vez que ainda dispunha de algum tempo para efetuar o pagamento da reserva. Decorridos os cinco dias, o valor continuava indisponível. Voltei a contactar o ActivoBank e, para minha surpresa, fui então informada de que o prazo poderia afinal ser de **até 30 dias**. Considero esta alteração de informação totalmente inadmissível, sobretudo porque nunca fui devidamente esclarecida sobre essa possibilidade no primeiro contacto. Esta situação obrigou-me a retirar dinheiro de uma conta poupança para conseguir pagar as minhas férias dentro do prazo, o que me causou prejuízo financeiro, nomeadamente pela perda dos juros que esse capital estaria a gerar. Considero profundamente injusto ter sido forçada a recorrer às minhas poupanças quando o valor retido corresponde a dinheiro que é meu e cuja indisponibilidade resultou de um problema alheio à minha vontade. Acresce que, inicialmente, a aplicação apresentava o montante de **1.050 € como saldo pendente**. Atualmente essa informação desapareceu completamente, surgindo apenas saldo zero, sem qualquer indicação do paradeiro do montante, o que aumenta ainda mais a minha preocupação e falta de confiança na gestão desta situação. Encontro-me praticamente no final das minhas férias e o dinheiro continua sem ter sido devolvido, apesar do pagamento nunca ter sido concluído. Considero absolutamente inaceitável que um cliente fique privado de um montante tão elevado durante um período tão prolongado devido a uma falha operacional, sem qualquer responsabilidade da sua parte, recebendo ainda informações contraditórias por parte do banco. Assim, solicito: * A devolução imediata do montante de 1.050 € à minha conta; * Uma explicação detalhada sobre o motivo da retenção e do desaparecimento da informação relativa ao saldo pendente; * A justificação para as informações contraditórias prestadas pelos colaboradores do banco relativamente aos prazos de devolução; * A análise da possibilidade de compensação pelos prejuízos financeiros sofridos, designadamente pela perda de juros e pelos transtornos causados. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto do **Banco de Portugal** e das restantes entidades competentes. Com os melhores cumprimentos
Conta Bloqueada
**Reclamação** Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação do ActivoBank, por considerar que a mesma constitui uma grave violação dos meus direitos enquanto cliente bancário. No dia **3 de julho de 2026**, a minha conta bancária foi integralmente bloqueada, ficando impossibilitado de aceder aos meus fundos, realizar pagamentos, efetuar transferências, utilizar os cartões associados ou movimentar a conta por qualquer meio. Até à presente data, **13 de julho de 2026**, decorreram **10 dias** sem que o ActivoBank me tenha comunicado qualquer justificação, qualquer fundamento legal para a restrição da conta ou qualquer previsão para a resolução da situação. Importa salientar que esta é a minha **conta bancária principal**, utilizada para o recebimento do meu salário e para o pagamento das minhas despesas correntes, pelo que este bloqueio tem provocado sérios prejuízos económicos e pessoais, colocando em causa o cumprimento das minhas obrigações financeiras. Durante este período contactei o serviço de apoio ao cliente em inúmeras ocasiões. A resposta recebida foi sempre a mesma: **"não podemos prestar mais informações"**, recusando qualquer esclarecimento adicional ou indicação do estado do processo. Compreendo que, em determinadas circunstâncias, a **Lei n.º 83/2017, de 18 de agosto**, possa limitar a divulgação de determinadas informações relacionadas com procedimentos de prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo. Todavia, essa circunstância não isenta a instituição de crédito do cumprimento dos seus deveres legais de diligência, boa-fé, proporcionalidade e proteção dos interesses do cliente. Nos termos do **artigo 74.º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras**, aprovado pelo **Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro**, as instituições de crédito devem atuar com elevados níveis de competência técnica, diligência, lealdade, transparência e respeito pelos interesses dos seus clientes. Acresce que a atuação do ActivoBank deve igualmente respeitar os princípios gerais da boa-fé previstos no **artigo 762.º do Código Civil**, designadamente no cumprimento das obrigações assumidas perante os seus clientes. Ao impedir o acesso integral aos meus fundos durante um período já superior a dez dias, sem qualquer esclarecimento, sem qualquer prazo de resolução e sem qualquer solução alternativa que minimize os prejuízos causados, o ActivoBank está a adotar uma conduta manifestamente lesiva dos meus direitos e incompatível com os deveres de diligência que lhe são legalmente impostos. Assim, exijo: * A resolução urgente da situação e o levantamento imediato do bloqueio da conta, caso não exista fundamento legal que justifique a sua manutenção; * Caso exista fundamento legal que impeça o levantamento da restrição, que me seja comunicada, com a maior brevidade possível, toda a informação que legalmente possa ser prestada, bem como o estado do processo e a previsão para a sua conclusão; * A emissão de uma resposta escrita, fundamentada e dentro do prazo legal; * A averiguação da atuação do ActivoBank quanto ao cumprimento dos deveres previstos no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras. Caso esta situação não seja prontamente resolvida, apresentarei reclamação junto do **Banco de Portugal** e reservarei igualmente o direito de recorrer aos tribunais competentes para exigir a reparação integral dos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais que esta atuação me está a causar. Solicito que a presente reclamação seja objeto de apreciação urgente, atendendo ao facto de me encontrar privado do acesso ao meu próprio dinheiro e impossibilitado de assegurar as minhas necessidades básicas e o cumprimento das minhas obrigações financeiras. Importa ainda referir que sou cliente do ActivoBank há vários anos, tendo sempre mantido uma relação de confiança com esta instituição e cumprido todas as minhas obrigações enquanto cliente. É, por isso, profundamente dececionante e inaceitável o tratamento que me tem sido dado nesta situação. A ausência total de informação, a falta de uma solução e a indisponibilidade demonstrada para prestar qualquer esclarecimento destruíram a confiança que depositava nesta instituição. Perante esta experiência, deixei de reunir qualquer motivo para continuar a recomendar o ActivoBank a familiares, amigos ou terceiros, algo que sempre fiz no passado. Pelo contrário, considero que a forma como este caso foi gerido compromete seriamente a credibilidade e a imagem do banco junto dos seus clientes. Quero ainda deixar expressamente registado que nunca pratiquei, promovi ou participei em qualquer atividade ilícita, designadamente branqueamento de capitais, financiamento do terrorismo, fraude fiscal ou qualquer outro tipo de conduta ilegal. Todos os montantes que entraram e entram na minha conta bancária resultam exclusivamente de rendimentos obtidos de forma lícita e devidamente justificada, nomeadamente através da minha atividade profissional e do meu salário. Tenho plena disponibilidade para colaborar com o ActivoBank, facultando toda a documentação ou informação que seja legalmente necessária para comprovar a origem dos meus rendimentos e a licitude de todas as operações realizadas na minha conta. Caso o bloqueio da conta resulte de qualquer suspeita infundada, considero ainda mais grave a ausência de qualquer esclarecimento e a manutenção desta situação durante vários dias, causando-me prejuízos financeiros e pessoais significativos. Caso esta situação não seja resolvida com a urgência que se impõe, reservo-me o direito de recorrer a todos os meios legais ao meu dispor para a defesa dos meus direitos e interesses legítimos. Tal inclui a apresentação de reclamação junto do Banco de Portugal, a solicitação de indemnização pelos prejuízos sofridos, caso se verifiquem os respetivos pressupostos legais, e, se necessário, a contratação de um advogado para promover as competentes ações judiciais contra o ActivoBank. Lamento profundamente ter de ponderar esta via, sobretudo sendo cliente desta instituição há vários anos. No entanto, perante a total ausência de esclarecimentos, a indisponibilidade do meu património e a falta de uma solução concreta após mais de dez dias, não me resta outra alternativa senão recorrer aos mecanismos legais previstos para a defesa dos meus direitos.
Fraude por falta de segurança do banco
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pelo Santander na sequência de uma alegada fraude bancária ocorrida na minha conta . No dia 1 de julho 2026, foi creditado na respetiva conta bancária o meu ordenado . No dia seguinte, ao deslocar-me a um restaurante próximo do local de trabalho para almoçar com colegas, tentei efetuar o pagamento da refeição com o cartão bancário, tendo a transação sido recusada por diversas vezes. Perante esta situação, consultei de imediato a aplicação do Santander no telemóvel e verifiquei, com enorme surpresa, que o saldo da conta tinha praticamente desaparecido, tendo sido efetuados vários movimentos que consumiram quase a totalidade do dinheiro que possuía na conta, sem qualquer autorização ou conhecimento da minha parte. Assim que me apercebi da situação, contactei imediatamente a linha de apoio do Santander para comunicar a ocorrência. No entanto, a chamada foi interrompida varias vezes antes de ser possível concluir o contacto. Face à gravidade dos factos, dirigi-me de imediato a um balcão do Santander, onde a situação foi comunicada, foi apresentada a respetiva participação e foi aberto um processo de investigação. Nesse mesmo dia, expus também ao banco a minha difícil situação financeira e solicitei apoio urgente, uma vez que o agregado familiar ficou privado de praticamente todo o rendimento mensal. Apenas com um ordenado não consigo fazer face às despesas essenciais da minha família, nomeadamente as despesas da habitação, o pagamento do centro de dia da minha mãe, que possui um grau de incapacidade de 60%, a pensão de alimentos, bem como todas as despesas inerentes ao sustento e educação do nosso filho de quatro anos. No dia 3 de julho 2026, apresentei igualmente queixa junto das autoridades policiais, comunicando formalmente a alegada fraude e colaborando com todos os procedimentos necessários à investigação. Desde essa data, continuo sem qualquer informação concreta sobre o estado da investigação, sem atualizações regulares e sem uma decisão relativamente ao processo. Acresce que fui posteriormente contactado pelo banco com a indicação de que devería enviar o telemóvel para análise por um técnico, suportado os próprios respetivos custos. Considero esta exigência totalmente injustificada, uma vez que sou vítima desta situação e não responsável pela alegada fraude. É igualmente importante referir que esta situação provocou graves transtornos pessoais, familiares e financeiros. Fiquei totalmente confrontado com a impossibilidade de pagar uma simples refeição por ter ficado, de forma inesperada, sem o dinheiro correspondente ao meu vencimento, situação que me causou evidente constrangimento e humilhação. Desde então, tenho vivido com enorme ansiedade e preocupação, sem saber como assegurar o cumprimento dos compromissos financeiros e garantir a estabilidade da minha família. Considero inaceitável a demora na resolução deste processo, a falta de acompanhamento por parte do Santander e a ausência de uma comunicação clara, transparente e fundamentada relativamente às diligências efetuadas e ao ponto de situação da investigação. Saliento que os próprios gestores de banco onde a minha conta esta entregue, nao mostraram empatia, muito menos interesse de ajudar o cliente, so se limitaram ao basico. Acresce que, para aceder à aplicação do Santander, é normalmente necessário um processo de autenticação de pagamento que inclui um código de verificação. Esse código que nao me foi enviado, nao tive qualquer conhecimento muito menos foi fornecido dados qualquer a terceiros. Apesar disso, as operações foram realizadas como se alguém tivesse conseguido aceder à conta, o que me causa enorme preocupação e levanta sérias dúvidas quanto à eficácia dos mecanismos de segurança implementados pelo banco. Perante estes factos, considero que os procedimentos de segurança que habitualmente são aplicados não funcionaram neste caso, ou revelaram-se manifestamente insuficientes para impedir operações completamente anómalas e não autorizadas. É, por isso, incompreensível que não tenha sido acionado qualquer mecanismo de autenticação reforçada ou emitido qualquer alerta perante movimentos de valor elevado e fora do perfil habitual de utilização da conta. Assim, solicito: A rápida conclusão do processo. A restituição integral dos montantes retirados da conta. A revisão da atuação do Santander neste processo, garantindo um acompanhamento adequado, diligente e respeitador dos direitos dos clientes que sejam vítimas de fraude. Esperamos que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos nossos direitos.
CONTA BLOQUEADA: URGÊNCIA MÉDICA E NENHUMA EXPLICAÇÃO
Venho solicitar a ajuda da DECO para resolver uma situação desumana com o ActivoBank. Sou cliente desde 2018 e, desde ontem (08/07), estou com a minha conta e App bloqueadas por uma suposta 'transação suspeita' que eu não reconheço. A situação é de extrema gravidade: Sou portadora de Atestado de Incapacidade e necessito de medicação contínua. O banco bloqueou o acesso ao meu dinheiro, impedindo-me de comprar os meus remédios urgentes. Hoje (09/07), desloquei-me pessoalmente ao balcão do ActivoBank para provar a minha identidade e solicitar o desbloqueio imediato. Mesmo após a identificação presencial, o banco recusou-se a resolver o problema, limitando-se a dizer para 'aguardar'.É inadmissível que um banco prive um cliente vulnerável do seu sustento e cuidados de saúde após a sua identificação física. Já apresentei queixa no Banco de Portugal, mas preciso de uma solução imediata antes que a minha saúde se deteriore por falta de medicação.
Compra realizada através online ,sem minha autorização
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 10158656 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 49,38euros, em 04/06/26 Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Não cumprimento com a lei
Olá bom dia, quero fazer uma reclamação contra o Santander Totta, e saber o motivo de eles não cumprirem com a lei que determina que o cliente não pode ficar sem meios de sobrevivência!E contra a segurança social, onde fez duas penhoras seguidas, na minha entidade patronal 1/3 do meu ordenado (132 euros) e outra vez na minha conta bancária no valor de 604 euros da penhora ( que era o valor total da penhora) deixando na conta Santander Totta 190 euros para sobreviver. E o pior a penhora era de 604 euros, debitaram me 732 euros. Fiz reclamação na segurança social mas a própria culpa o banco, banco meteu o dinheiro em análise e culpa a segurança social e eu que sou a vítima estou sem possibilidade de sobreviver e pagar as minhas despesas comer e trabalhar. Quero respostas das duas entidades, o porque esta falta de profissionalismo e não cumprimento com a lei!!!
Abertura de conta recusada
Bom dia, Através do Instagram do banco ABANCA, publicaram a abertura de conta com antecedência de ordenado após o primeiro ordenado, fui até a agência da Marques do Pombal, fui informado que a tal informação não é verdadeira e além do preconceito com abertura de conta para estrangeiros, a atendente informou que para abrir contas para brasileiro seria com prazo de 15 dias e não abertura na hora. Como pode acontecer isso somos brasileiros pagamos impostos no País e não temos direito nem de abrir conta na hora. O preconceito com os estrangeiros estão a cada canto. Banco a banca marques do Pombal processo este banco.
Débitos Indevidos
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 000804249305020 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado dois débito diretos no valor de 992 e 993 euros, em 30/1/2026. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
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