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Bloqueio da minha conta bancária
Exmos senhores Eu Gilda Maria Gomes Leandro Melo portadora do NIF 188855777, venho por este meio reclamar o bloqueio da minha conta bancária já há mais de um mês e não me darem informações concretas. A conta foi bloqueada por movimentos suspeitos mas eu não fui vítima de burla, felizmente mas preciso de ter acesso ao meu ordenado e á minha Pensão de Viúva para fazer face aos meus compromissos. Tenho faturas para pagar e já estou a pagar juros por não ter acesso á minha conta bancária. Por favor resolvam esta situação o mais rápido possível. Eu não tenho ninguém que me possa ajudar. Preciso comprar medicamentos, alimentos e luz, internet, água,etc e estou a pagar um empréstimo. Com os melhores cumprimentos Gilda Leandro Melo
Burla
Operações bancárias não autorizadas / fraude MBWay Caixadirecta. Entidade reclamada: Caixa Geral de Depósitos, S.A. Descrição da situação: No dia 16 de fevereiro de 2025, foram realizadas 27 transferências via MBWay a partir da minha conta CGD (serviço Caixadireta), no montante total de €21.576,00, sem o meu conhecimento ou consentimento ou qualquer autenticação. As operações apresentam um padrão claramente fraudulento: – Elevada frequência em cerca de 2 horas; – Valores entre €600 e €999 (fracionamento típico de fraude); – Destinatários desconhecidos; – Mobilização de poupanças (€14.300) sem autenticação adicional; – Continuação de operações mesmo após 3 tentativas recusadas, sendo que a primeira recusa foi por saldo insuficiente e a terceira por esgotamento do saldo das mobilizações internas. Após esta recusa por esgotamento de saldo CGD permitiu nova mobilização de 20.000€ de uma conta que segundo titular para alimentar a fraude, sem qualquer contacto ou autenticação forte para tal. – Execução enquanto eu me encontrava fisicamente noutro local (comprovado). A CGD recusou a restituição, alegando que as operações foram “autorizadas”, sem demonstrar essa autorização, conforme exigido pelo artigo 74.º do DL n.º 91/2018. Verificam-se ainda falhas graves nos sistemas de segurança: – Ausência de alertas ou bloqueios; – Falta de autenticação reforçada em operações sensíveis; – Inexistência de contacto preventivo com o cliente. Existe processo-crime em curso (NUIPC 114/25.4JAFUN) por burla informática. Solicito que a CGD cumpra com o estipulado no decreto lei n° 91/2018 de 12 de Novembro, art° 114.°
Encerramento unilateral da conta sem aviso e retenção de fundos há mais de 4 meses
Exmos. Senhores, Venho pedir o vosso apoio numa situação grave que estou a viver com o Novobanco há mais de quatro meses, e que afeta tanto os meus fundos como, potencialmente, a minha situação legal de residência em Portugal. Sou cliente do Novobanco há vários anos. A minha conta detém um determinado saldo à ordem, no entanto, o foco desta reclamação e o meu principal património retido pelo Banco são as 219 780 unidades de participação no fundo BlueCrow Growth I. Este ativo possui o valor substancial de 385 098,52 EUR, montante expressamente reconhecido pelo próprio Novobanco em documento oficial datado de 28 de março de 2026. No dia 7 de janeiro de 2026, ao tentar aceder à minha conta, deparei-me apenas com uma mensagem genérica: "O seu contrato encontra-se cancelado. Por favor contacte a Linha Direta". Não recebi qualquer carta, e-mail ou aviso prévio - nada. Naquele mesmo dia eu tinha solicitado ao Banco a emissão de duas declarações que precisava urgentemente para tratar de procedimentos administrativos em Portugal. Ficou tudo bloqueado de um dia para o outro. Enviei imediatamente vários e-mails ao balcão (S. Sebastião da Pedreira, em Lisboa) - nos dias 7, 9, 14 e 27 de janeiro. Apenas no dia 28 de janeiro uma colaboradora do balcão respondeu, dizendo simplesmente que a conta tinha sido encerrada por "internal policy issues". Nada mais. Sem indicar qualquer base legal, sem data da decisão, sem qualquer explicação sobre como recuperar o meu próprio dinheiro. Entre 2 e 20 de fevereiro enviei mais quatro e-mails consecutivos a perguntar como poderia transferir o saldo para outro banco e como transferir as minhas unidades de participação para outro intermediário. Nenhum foi respondido. Em 17 de abril enviei carta formal por correio registado, com aviso de receção, ao balcão - também ignorada até hoje. Quando ligo para o número geral, mandam-me para o e-mail do balcão. Quando escrevo para o e-mail do balcão, ninguém responde. É um ciclo que dura há mais de quatro meses. O mais absurdo é que, mesmo dizendo que a conta está "encerrada", o Banco continua a reconhecer-me como titular dos valores mobiliários - emitiu até documento oficial em 28 de março com o valor exato das minhas unidades de participação. Ou seja, mantêm os meus ativos sob custódia, mas recusam-se a explicar como devolvê-los. Esta situação está a causar-me prejuízos concretos: 1. Tive de avançar com procedimentos administrativos junto do IRN sem a documentação completa, em condições desfavoráveis, porque os prazos não podiam ser adiados. 2. Em outubro de 2026 terei de renovar a minha Autorização de Residência em Portugal, e a apresentação de documentação bancária é um requisito legal obrigatório. Se a situação não estiver resolvida até lá, isto pode pôr em causa a minha permanência legal no país. 2. Há mais de quatro meses que não tenho acesso a 385 000 € que são meus, sem qualquer perspetiva de resolução. Já tomei várias diligências: enviei carta registada (ignorada), apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, apresentei reclamação direta ao Banco de Portugal e à CMVM. Esgotei praticamente todos os canais oficiais. Recorro agora à DECO PROteste por dois motivos. Primeiro, porque acredito no papel da vossa organização na defesa dos consumidores e na pressão sobre instituições que ignoram os seus clientes durante meses. Segundo, porque esta situação provavelmente não é caso isolado - e a visibilidade pública pode ajudar outros consumidores na mesma posição. O que peço: - Que esta reclamação fique registada na plataforma, para que o Novobanco compreenda a gravidade do caso e responda; - Que a DECO PROteste me apoie a obter respostas concretas: a fundamentação legal do encerramento, a designação de um interlocutor responsável, e o procedimento para a devolução dos fundos e a transferência das unidades de participação; - Aconselhamento sobre os próximos passos, caso o Banco continue a ignorar todas as comunicações. Tenho toda a documentação relevante: cópias dos e-mails, carta registada, comprovativo CTT, e a declaração oficial emitida pelo Banco que confirma a custódia dos meus valores mobiliários. Agradeço desde já a atenção e o apoio da DECO PROteste. Com os melhores cumprimentos, Alex
Penhora indevida
Venho por este meio informar que desde 2024 foi-me penhorado o valor total que tinha na conta deixei de ter acesso há aplicação do telemóvel, já ando a tentar resolver isto a bem e não me conseguem dar resposta pelo qual perguntei a um dos agentes se me conseguiam transferir o dinheiro que tenho na conta para uma outra conta que tenho e não me conseguem dar uma resposta, podem penhorar o valor sendo que o valor que tinha ou tenho, é abaixo do ordenado mínimo ?
Burla infrormatica
Banco CTT Assunto: Pedido de reposição de fundos - Burla informática Exmo. Senhor(a), Venho por este meio apresentar um pedido de reposição de fundos na minha conta bancária, número Nº: 10504271304 (IBAN: PT50019300001050427130417). No dia 12 de Novembro 2025, fui vítima de uma burla informática que resultou na transferência indevida de um montante de 7690€ da minha conta para outra, identificada no anexo em PDF. A burla ocorreu da seguinte forma: No dia 10 de Novembro liguei para o Banco CTT a solicitar o username , pois, não me recordava, de um dia pro outro deixei de conseguir entrar na APP NETBANCO CTT, atendeu-me um senhor estrangeiro, o qual confesso que achei estranho a forma como ele me falou, mas forneceu-me o USERNAME, entretanto consegui alterar a password , no dia 12 pelas 1:10h da noite foi-me retirado da conta 4 transferência que perfazem o valor de 7640€ indevidamente e sem qualquer autorização da minha parte, as 8:51 do dia 12 de Novembro 2025, reparei que tinham sido feitas 4 transferências indevidamente, quando liguei rapidamente para o banco onde pedi o cancelamento do cartão e dos canais digitais, fui rapidamente a PSP de Benfica fazer a participação da burla informática, onde seguidamente entreguei o Oficio com o NUIPC: 1651/25.6 PULSB ( em Anexo ) e em que até a data de hoje, 6 de meio 2026, ainda não obtive qualquer esclarecimento por parte do Banco CTT e em que este, mediante a lei portuguesa deve de proteger a conta e dados pessoais de qualquer titular e havendo neglicência ( falta de cuidado/ proteção ) por parte do banco CTT. Mediante resposta do Banco de Portugal : " O Banco de Portugal analisou a sua reclamação e identificou indícios de incumprimento das normas aplicáveis pela entidade reclamada. Por esse motivo, foram iniciados procedimentos legais com vista à eventual adoção de medidas de supervisão. " Considerando que estas transferências foram resultado de uma atividade ilícita e fraudulenta, solicito a vossa melhor atenção para a restituição total do valor transferido conforme previsto na lei e nos termos do contrato de prestação de serviços bancários . Agradeço a vossa célere atenção e aguardo uma resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Data: 6 de meio 2026 Esta foi a carta escrita ao reclamado , ja estive num processo nos julgados de paz e que nada fizeram, e o banco ainda continua a dizer que nao teem nada a ver com o assunto quando o BCANCO DE PORTUGAL, diz que o BANCO CTT esta em incumprimento .
Alteração conta bancária
Conta Condomínio nº 45 601 958 743 aberta em JUN2020 no BCP por este condomínio sito Rua das Flores, 40 2855-199 Corroios, com a condição de ter um depósito a prazo de 6000 euros para ficar isenta despesas de manutenção. Até à presente data essa conta com quase seis anos no banco e nunca movimentada rendeu 27,66 euros juros tendo por essa via pago muitas despesas manutenção. Agora o banco unilateralmente resolveu alterar as condições de abertura acordadas e impôs despesas manutenção mensal no valor 6,50 acrescido de imposto com a agravante de não informar o cliente atempadamente, o que originou que sem esse conhecimento renovou a continuação da conta no passado mês Março p.p. com a nova administração o que dificilmente aconteceria caso tivesse sabido deste verdadeiro abuso de poder e falta de respeito pelos clientes. A solução para estes casos correta e lógica seria obrigatoriedade do banco manter as condições acordadas na abertura da conta quando tem comprovadamente condições muito vantajosas e favoráveis com as novas condições para novos clientes. Face ao exposto solicita-se ao BCP que reveja as novas condições impostas uniteralmente e reponha as condições de abertura de conta pois está a ser amplamente beneficiado e caso não o faça devolva as quantias debitada até à data da resolução deste caso para a seja convocada uma nova reunião de condomínio e seja deliberada a continuação da conta no banco uma vez que este não informou devidamente o cliente de que iria alterar as condições de abertura da conta. Administrador Armando Cardoso Batista Telem. 963 480 250 Administrador vigente Data de ocorrência: Março 2026
Cobrança indevida!
No dia 28 de Abril, a Domestic and General insurance debitou 6,49€ da minha conta SEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO. Como outras pessoas a quem aconteceu o mesmo, exigo que me devolvam o valor debitado o quanto antes, senão serei obrigado a resolver esta questão ativando os meios legais para tal.
Reclamação – Recusa abertura Serviços Mínimos Bancários
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a agência Albufeira Algarve , datada de 21 de abril de 2026. Compareci à agência para abrir a conta de Serviços Mínimos Bancários, apresentando: • Passaporte válido • NIF português • Título de residência válido da Espanha (UE) De acordo com a Ficha Formalizada do próprio Banco BPI, basta ter residência num Estado-Membro da UE para ter direito a abrir a conta. No entanto, os funcionários da agência recusaram-se terminantemente a abrir a conta, alegando que eu não possuía residência portuguesa, ignorando a informação oficial do banco e a legislação em vigor. Além da recusa ilegal, o atendimento foi desrespeitoso e grosseiro, sem qualquer explicação clara ou orientação. Se não me derem uma razão válida e uma explicação convincente para esta situação, vou apresentar queixa diretamente ao Banco de Portugal, pois já possuí todas as provas necessárias. Mesmo que alterem a informação oficial mais tarde, não tenho medo, porque já guardei as evidências. A informação oficial do banco indica que eu posso abrir a conta de serviços mínimos, e eu me desloquei até a agência apenas para ser informado do contrário. Acham que vou aceitar ter ido até a agência em vão? Isso não vai acontecer.
Conta Suspensa
Venho por meio deste deixar minha reclamação em relação à conduta do banco BPI. Há 3 semanas entrei em contato com a linha BPI direto e depois com minha gerente para dizer que iria receber um valor de doação de familiares da Alemanha e após isso, precisaria fazer uma transferência de alto valor para a compra de dois imóveis na Espanha. Na época, me foi dito que bastava apresentar o comprovante de doação, os contratos de compra dos imóveis e ir pessoalmente ao balcão. No dia 14/04, recebi duas transferências de 420.000 euros de familiares alemães (totalizando 840.000 euros). Fui até o balcão de Sesimbra fazer a ordem de transferência de cerca de 519.000 euros para a Espanha. Apresentei toda a documentação que foi solicitada no momento pelo atendente Nuno Ernesto Ferreira e vim até a Espanha pois tinha a assinatura das escrituras agendadas para ocorrerem no próximo dia. Horas depois, quando já estava na Espanha, minha conta foi suspensa sem nenhum aviso prévio e encontra-se suspensa desde então. Ao falar com minha gerente, Sra. Carla Sofia Gouveia, do balcão do Barreiro, ela me disse que a conta foi suspensa porque eu recebi uma transferência de valor muito superior ao que eu movimento na conta e o banco estava fazendo análises internas. Perguntei quais documentos eu deveria apresentar para obter a regularização, mas em momento algum recebi alguma informação ou orientação do que deveria fazer ou quais documentos apresentar, ouvindo apenas que eu "deveria aguardar". Estou há 1 semana com minha família no exterior, tendo gastos não programados de hospedagem e alimentação, e com minha conta suspensa, não podendo realizar nenhuma operação bancária, sem uma clara posição de como ou quando a situação será resolvida. Entrei incontáveis vezes em contato com o Balcão, com a Sra. Carla e falei inclusive com o diretor do balcão do Barreiro, o Sr. Pedro Cesário, porém em momento algum obtive a clara orientação de quais documentos ou quais procedimentos devo fazer para o desbloqueio. Eles falaram o tempo todo que estavam a espera da confirmação do banco Alemão. O Banco Alemão enviou toda a confirmação e documentação já há uma semana! O dinheiro enviado por transferência tem origem lícita, foi declarado na Alemanha e está totalmente regularizado. Minha conta do BPI estava com um saldo de 106.000 euros devido à venda de um imóvel realizada no último mês (devidamente registado na notaria da Cotovia, em Sesimbra). Porém esse valor que eu já possuía em conta (106.000 euros), está também inacessível com a conta suspensa, além de 840.000 euros sendo mantidos cativos pelo banco. Estou há 1 semana tentando obter informações sobre o que preciso fornecer para a regularização, e não obtenho resposta concreta. Esta situação está a causar imenso dano financeiro e psicológico para mim e minha família. Já informei inclusive ao balcão, em inúmeros contatos, que iremos perder 54.000 euros dados em sinal para a compra dos imóveis, pois o banco está inviabilizando qualquer transação e também não fornece a informação clara sobre o que devo apresentar para o desbloqueio. Somente hoje, após ameaçar acionar advogados, o banco respondeu meu email falando que de fato o banco alemão tinha enviado os documentos, e novamente disse que preciso aguardar. Essa situação e a incapacidade do fornecimento de uma orientação clara, com prazos, é ultrajante. Precisarei entrar com advogados, tendo um custo absurdo, devido à incapacidade funcional desse banco.
Contas bloqueadas sem explicação
No dia 15/04/26 recebi um e-mail do banco a informar que meus cartões foram bloqueados. Posteriormente recebo dois SMS a informar o mesmo e além dos cartões, todos os meus acessos a conta também estavam bloqueados. Ou seja, sem conseguir fazer qualquer tipo de consulta ou movimentação. Liguei para o atendimento ao cliente e não consegui nenhuma resposta, pois sempre diziam não ter acesso a informação e nem conseguiam dar prazos de quando o problema iria se resolver. Como não consegui resolver por telefone, me dirigi a uma agência. A senhora que me atendeu não conseguiu me informar o motivo dos bloqueios mas me deu um prazo de 3 dias para que tudo se resolvesse. Na segunda, dia 20/04 fui novamente a agência e mais uma vez fui informado de que não tinham acesso e, portanto, nenhuma explicação do motivo dos bloqueios e que não tinha um prazo para que se regularizasse. Ou seja, estou há quase uma semana sem acesso ao meu dinheiro, na próxima semana recebo o ordenado da empresa e vou ter que abrir uma conta em outro banco pois não consigo saber do ActivoBank nenhuma previsão de resolução e nem um motivo para tal.
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