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Rescisão de contrato ignorada e pedido coercivo de mensalidades
Na sequência da carta enviada pelo Exmo. Senhor Dr. Jerónimo Kopke Túlio, datada de 23 de junho de 2025, venho por este meio esclarecer a minha situação contratual com a Solinca Classic Almada e solicitar a regularização do processo. No dia 6 de maio de 2025, submeti um pedido formal de rescisão do meu contrato com a Solinca, por motivo de desemprego, através do formulário de reclamações da aplicação, que comprovo com a Declaração de Desemprego, meu anterior empregador, anexa a este e-mail. Nesse mesmo pedido, solicitei ainda a atualização do endereço de e-mail associado ao contrato, uma vez que já não tinha acesso ao e-mail da empresa. Pedi que passassem a usar o meu e-mail pessoal, uma alteração que, até à data, nunca foi realizada, o que pode justificar parte da falha de comunicação. Enviei um segundo pedido, com reclamação por não ter visto o primeiro pedido de cancelamento atendido e sem qualquer resposta da vossa parte, também via formulário da APP, também este sem feedback. Lamentavelmente, nunca recebi qualquer resposta ou confirmação da receção do pedido de rescisão, nem da alteração de contacto. Posteriormente, e apesar do cancelamento solicitado, foi debitado um valor de 9€, a 02/06/2025, na minha conta, que associei ao término do contrato, por não corresponder a qualquer valor normalmente cobrado, e que levou ao cancelamento do Débito Direto por precaução, para impedir novas cobranças incorretas. Tendo em conta que a solicitação de rescisão foi efetuada de acordo com os termos do contrato, com um mês de antecedência (a 06/05, com efeitos a 06/06/2025) e devidamente justificada, venho por este meio reiterar que o valor de 49,96€ indicado na interpelação não é devido e solicitar: 1. A anulação da cobrança atualmente em curso; 2. A confirmação da cessação definitiva do contrato com a Solinca; 3. A atualização do meu contacto de e-mail para o meu e-mail pessoal nos vossos registos, para efeitos de comunicação. Agradeço desde já a atenção ao presente pedido e fico a aguardar uma resposta célere e definitiva.
Pagamento do estacionamento
Exmos. Senhores, Sou cliente do Trofa Saúde de Gaia e venho expressar minha indignação com a política atual de cobrança de estacionamento — não apenas para os clientes, mas também para os profissionais que ali trabalham. Isso se torna ainda mais preocupante no caso dos contratados como recibos verdes, que enfrentam um tratamento desigual. A justificativa apresentada é de que “outros hospitais da região também cobram estacionamento”, com menção ao Hospital Eduardo Santos Silva. No entanto, trata-se de um hospital público que oferece uma vasta gama de serviços gratuitos ou com coparticipações simbólicas. Se o Trofa Saúde quer usar esse hospital como referência, então podemos esperar o mesmo nível de acesso, qualidade e gratuidades? Antes de encerrar, deixo uma reflexão: faz sentido cobrar estacionamento de profissionais de saúde que atuam como recibos verdes — como enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes e tantos outros — que são essenciais para o funcionamento do hospital? Hoje mesmo, no elevador, estive com alguns deles — apressados e ofegantes por terem estacionado longe. Isso é justo? Tratar de forma diferenciada quem sustenta o hospital no dia a dia não é apenas uma questão logística — é uma questão de respeito e bom senso.
Medidas incorretas
Boa tarde Realizei uma encomenda presencial no Leroy do Barreiro Retail Planet, de um móvel com lavatório duplo para a casa que estou a construir. Quando recebi o móvel ainda não possuía a casa de banho pronta a receber o móvel, mas notou-se que o lavatório era muito maior que o móvel que chegou praticamente montado. Fomos ao Leroy, o lavatório foi devolvido, voltou-se a encomendar o mesmo lavatório . Mais tarde recebemos outro lavatório e este indicava 1,20. Entretanto já com o móvel montado, fomos finalmente montar o lavatório, mas não encaixava. Entretanto, medimos o móvel montado e reparámos que o móvel tinha 1,19 e não 1,20m. Fomos à loja, a senhora que os atendeu nesse dia afirmou que os móveis nunca são feitos de fábrica com 1,20. Pode variar entre 1,19 e 1,20, é normal. Como não somos peritos na área, ficámos por ver a solução pois disse-nos que talvez o lavatório fosse incompatível ( atenção que a responsabilidade na encomenda de verificar se o lavatório encaixava ou não no móvel nunca foi nossa, fizemos uma encomenda e fomos atendidos pessoalmente por alguém que nos guiou...). No fim, tive de devolver o lavatório e ficaram de tentar procurar um que encaixasse no móvel mas do nosso gosto. Levámos as medidas e fomos a outras lojas. Foi aí que fomos informados que os móveis não variam as medidas de fábrica, o que faz todo o sentido. Se o móvel foi executado por erro com 1,19m e não com 1,20m, jamais encontraremos um lavatório que encaixe ali. A parte interessante é que o móvel veio com erro nas medidas de fábrica, mas como foi montado, já não o aceitam de volta e ficamos com o prejuízo de um móvel que não tem utilidade nenhuma pois não existem medidas especiais. jamais um lavatório de 1,20m irá encaixar num móvel com 1,19m. O erro não é do lavatório e sim do móvel que não é aceite de volta porque confiámos no Leroy e montámos enquanto esperávamos pelo lavatório. Mais um prejuízo perante uma empresa que vira as costas perante erros de fabrico. Peço a vossa ajuda uma vez que esta empresa não se responsabiliza pelos erros que comete ou de fábrica.
Factura
Boa tarde, nao estou a conseguir obter a fatura de um voo da Tap. Ja tentei no site da Tap, mas nunca recebi email. Envio em anexo os dados da viagem. NIF 252955226
Serviço não entregue
Senhores, boa tarde. Desde de que a empresa Eden Services virou Aquaservice, vivemos um pesadelo. Temos o serviço há quase 1 ano, senão já 1 ano e nunca tivemos problemas. A empresa simplesmente nao faz a entrega dos galoes de água contratados. Não entrega e nao informa o porque. Não cosneguimos contacto no numero do atendimento ao consumidor, não importa o horário, nunca atendem 219948900. Enviamos emails e nao temos resposta, também postamos na página deles no instagram e nada. Pagamos caro e não temos água em pleno verão. Nem para cancelar, não conseguimos, eles não atendem. Precisamos de ajuda.
Artigos errados
Exmos Senhores, No dia 3 de julho, mandei vir uma refeição da Oficina da Carne - Cacilhas, através da aplicação da Uber Eats, em que um dos artigos veio montado de forma incorreta. Este artigo anunciava ser em pão de brioche, tanto em foto como na descrição do mesmo, no entanto veio num tipo de pão diferente do esperado. Ao contactar a Uber Eats, com vista à resolução do problema e, apresentando provas visuais do relatado, recebo apenas respostas genéricas, que em nada resolveram o problema e só criaram uma insatisfação maior pela plataforma da Uber Eats. Posto isto, escrevo para mostrar o meu desagrado pela atitude da Uber Eats, que nunca procurou satisfazer o cliente e mostrou uma enorme falta de respeito, após várias tentativas de contacto, responder sempre com o mesmo texto genérico.
Montagem de portas fabricadas com erro nas medidas e remoção de aço estrutural da casa
Bom dia Desloquei-me ao leroy do Barreiro Retail Planet, procurando orçamento para portas com qualidade aceitável, não as mais baratas para a minha moradia. Fomos informados que para nossa segurança, pagaríamos o valor referente à visita de um técnico para tirar as medidas reais de todas as portas, que podem ser diferentes às constantes no projecto e assim foi. Não mandámos montar as de correr porque o construtor que nos burlou levou os rolamentos que as sustentavam e preferimos procurar o fabricante para as comprar, que comprar a estrutura completa de novo. Ficaram de montar somente as portas de correr. Houve imensos atrasos no fabrico e quando finalmente montaram, surgiu um problema: houve um erro em que a largura do vão compreende as portas e a moldura que envolve o vão, certo? Pois no fabrico, esqueceram-se de descontar à medida da porta a medida da moldura à volta. Como não quiseram ter esse prejuízo todo, o senhor que veio morar as portas perguntou se poderia remover a guia da porta em alumínio, que iriam alargar um pouco o vão e tudo ficaria com a mesma qualidade sem problemas. Ora, se garantiam que tudo ficaria ok na mesma, acedemos à remoção da guia da porta. Entretanto, acabou por ter de encolher, afinando a espessura da moldura, garantido que não faria mal algum. Acontece que no fim comecei a ver que ao reduzir a espessura da moldura , a parte do chão do pavimento ficou exposta, sem pavimento na zona onde iria assentar a parte do vão que foi removido. O senhor disse que colocaria betume, situação que não aceitei pois estamos a construir uma casa de raiz com muito custo, depois de termos sofrido tanto prejuízo com a burla do construtor que ficou com o dinheiro e nos deixou só com a casa levantada. Para poupar andamos a fazer roupeiros em drywall ( alumínio e mdf). Tal o espanto quanto encontro junto a esse alumínio 5 peças estruturais da nossa casa que se mantém com base nas mesas como se fossem pilares ou vigas , casa em LSF, composta de LSF. Isto, obviamente jamais sem o nosso consentimento uma vez que é um risco à segurança da casa, consequentemente à nossa vida. Fiz a reclamação, não ligaram nenhuma, haviam ficado de dar um feedback, voltei, expus a situação e acabaram por dizer que falaram com quem montou e que o meu marido autorizou a remoção da estrutura em LSF quando apenas autorizou a remoção da guia de alumínio onde a porta supostamente costuma ser conectada, o suporte da porta. Preenchi o livro de reclamações e não nos ligaram nenhuma mesmo sabendo que houve erro nas medidas que fabricaram, responsabilidade deles, apenas facilitámos a remoção do suporte de alumínio da porta que não pertence à estrutura em LSF da moradia. A prova é que o LSF da moradia vem de fabrico com o nome da casa, na nossa casa curiosamente " casa alegre"... Afirmaram que não temos provas em como foi o senhor da montagem que removeu parte da estrutura... Em resultado, temos como consequência uma moradia com 5 peças estruturais removidas, por ter cortado demasiado a moldura só para aproveitar, ficámos com falhas de pavimento flutuante à vista ( quando garantiram que não haveriam consequências), as portas não fecham ao trinco sequer e a garantia parece que não existe. Peço ajuda por favor, estou a ser atacada por todas as frentes e tenho de terminar esta casa. Antecipadamente grata, Benvinda Borges, vossa subscritora 7166819-71 que aproveita para pedir alteração de nib do débito direto de pagamento enquanto subscritora. Tenho vídeos, fatura, tudo Contacto 928286279 ( contacto atual)
Medicare pagamento 5 anos depois
Solicito a vossa colaboração no sentido de saber se a Medicare pode fazer isto. No passado dia 2025-06-25 a minha filha recebeu um e-mail da Medicare para pagar 134,10€ até 2025-06-27, referente a um seguro plano vetecare efetuado em 2019-02-01 e pedido o término em 2020-06-01 por e-mail e do qual recebeu o acuso de receção sem nenhuma indicação sobre o fato de ser anuidade, contrato nr 13200000536. Assim que recebeu o e-mail ligou 211 167 00 para saber o que se passava, e a resposta foi, que não podiam dar a informação porque o contrato estava em meu nome que teria de ser eu a contatar. O e-mail que estava neste contrato era o da minha filha assim como a data de nascimento, nr telemóvel. O nr de contribuinte é o meu, porque em 2017 fiz o seguro Medicare Sénior para os meus pais e que fui bem enganada, contrato nr 03000932160. Como é que efetuaram um contrato com divergência de dados? Como é que até à data não fui informada do valor em divida desde 2020, nem a minha filha? Só ao fim de 5 anos é que conseguem contatar? Porque é que nunca fui contatada nestes 5 anos, e tenho os meus dados atualizados na base de dados da Medicare? Ou a minha filha por e-mail como fizeram ao fim de 5 anos? Quem efetuou o contrato em 2019-02-01, porque é que não deu a resposta que lhe deram no dia 2025-06-25 que tinha que ser o titular do contrato? A referida divida foi liquidada, mas, será que a Medicare pode fazer isto 5 anos depois? Pedi cópia da gravação da chamada, que não facultam, apenas presencial ou vídeo chamada. Eu sempre tive conhecimento do contrato plano, ao contrário do que a Medicare insinua. Obrigado M/c Helena Ramos Tlm 965540536
Reclamação por ativação indevida de plano e cobrança abusiva pela Fitness Up
Reclamação por ativação indevida de plano e cobrança abusiva pela Fitness Up Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa Fitness Up relativamente a um processo de ativação do meu plano de ginásio e a subsequente cobrança que considero abusiva e indevida. Desde o início da minha adesão, há cerca de cinco meses, mantive um contrato válido e nunca houve qualquer problema no pagamento ou utilização dos serviços. Contudo, recentemente, o meu plano foi reativado sem o meu consentimento formal, sem que tenha assinado qualquer documento ou aceite explicitamente esta reativação. Importa referir que não utilizei os serviços desde essa reativação não autorizada. Apesar disso, recebi uma comunicação da empresa exigindo o pagamento de um montante de €125,40, que inclui uma taxa de cancelamento de €50,00 e €75,40 referentes a quinzenas em dívida. Este valor é totalmente injustificado e ilegal, pois baseia-se numa ativação de contrato que não autorizei, nem utilizei. Acresce ainda que me encontro numa situação financeira difícil, pelo que esta cobrança representa um encargo injusto e abusivo. De acordo com o Artigo 9.º da Lei n.º 24/96, que estabelece a proibição de cláusulas abusivas nos contratos de consumo, solicito o cancelamento imediato do plano sem qualquer custo associado e a anulação da cobrança acima mencionada. Requeiro ainda que a DECO interceda junto da empresa para garantir que os meus direitos como consumidora sejam respeitados e que não sejam impostas penalizações baseadas em contratos inexistentes ou não autorizados. Anexo a esta reclamação toda a documentação relevante, incluindo a comunicação da Fitness Up e provas da não utilização dos serviços. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta célere e positiva por parte da DECO. Com os melhores cumprimentos, Tamires Ribeiro
Atrasos, encomenda não recebida e reembolso tardio
No dia 11 de junho de 2025, realizei uma encomenda na loja online da Hôma - Happy Home Living, correspondente a 6 unidades do artigo 465078 - Cadeira ALOR bege em veludo, no valor total pago no momento da compra. Após semanas de espera e múltiplos contactos diários com o apoio ao cliente, recebi várias informações contraditórias, inclusive a garantia de que a encomenda já teria sido expedida. No entanto, no dia 4 de julho, fui informada de forma inesperada que a encomenda foi cancelada por falta de stock. Além da frustração com a falta de profissionalismo e transparência, foi-me comunicado que o reembolso poderá demorar até 14 dias, ou seja, o valor pago poderá só ser devolvido mais de um mês após a compra, o que considero inaceitável. Esta situação demonstra uma clara falta de ética comercial: A loja reteve o meu dinheiro durante semanas; Nunca comunicou de forma proativa sobre qualquer indisponibilidade; E só após pressão constante do cliente é que cancelou a encomenda, sem qualquer compensação nem alternativa proposta. Todas as chamadas feitas para o apoio ao cliente foram gravadas e podem ser verificadas para confirmar a veracidade dos factos apresentados. Solicito o reembolso imediato do valor pago, bem como uma resposta formal da marca sobre este caso, e deixo aqui o meu alerta a futuros consumidores sobre esta experiência lamentável. Empresa envolvida: Hôma – Happy Home Living Data da encomenda: 11/06/2025 Data do cancelamento: 03/07/2025
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