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Fraude no aluguer de automóvel em tenerife
Exposição srs, Comprei uma viagem com avião hotel e aluguer de carro em tenerife 10 dias. Paguei tudo à longitravel. Quando fui à europcar levantar o carro, queriam que eu pagasse o carro que ja estava pago. Foram duas horas perdidas entre funcionários que mesmo com a fatura , no computador deles não encontravam, até encontrarem...(nem desculpa pediram). Quando fomos entregar o carro, queriam que pagassemos uma bandeja que diziam eles, faltava, mas essa bandeja nunca esteve lá. Quisemos reclamar por escrito , não aceitaram a reclamação, porque diziam eles, tínhamos que reclamar no norte, onde dizem ser a sede. O carro foi levantando e entregue no aeroporto sul, e íamos apanhar o avião, era impossível ir ao norte, e mais que o carro estava entregue. Tentamos tirar foto do funcionário , fomos ameaçados com polícia a obrigados a mostrar o telefone e apagar a foto. Foram agressivos e disseram que a caução ficava retida e seria tirado o valor duma bandeja sem nos dizerem sequer o montante que nos queriam furtar. A firma keddy o carro levantado no balcão de europcar. Foi uma desagradável experiência que tem todo o aspeto de esquema montado para furtar 1 centena de euros.
Luz excessiva
Venho por este meio expor o seguinte. Recentemente foram instaladas na via pública na minha freguesia, (Nogueira, Viana do Castelo) nos postes de luz já existentes lâmpadas de luz branca muito forte que não só encandeiam quem conduz à noite como incomodam o descanso noturno pois algumas foram instaladas mesmo em frente a janelas de quartos de dormir. De referir que a luz branca tem mais desvantagens do que vantagens nomeadamente efeitos nocivos na saúde das pessoas, animais e plantas. A luz LED interfere com os ritmos circadianos, que afetam o ciclo de sono/vigília pois emite uma tonalidade da cor (TC) demasiado elevada para quando é de noite. Resido numa aldeia de paisagem de floresta e campo e esta poluição luminosa não faz qualquer sentido porque desrespeita gravemente o período “Noite”. Compreendo que nas cidades possam ter alguma lógica mas no campo é um atentado à saúde de quem quer usufruir da noite como noite. Já enviei reclamação para a Câmara Municipal que disse que era competência da E-redes a qual nunca me contactou. Pensei que me fosse habituar àquela extrema poluição luminosa mas de facto é impossível conseguir conviver com um encandeamento constante. O mais interessante é que em alguns locais da freguesia a luz é menos intensa, inexistente, ou até manteve-se a antiga luz âmbar pondo-me a pensar se alguns residentes são mais beneficiados do que outros. Exijo que a E-redes venha mudar pelo menos a lâmpada que ilumina diretamente para um quarto e para árvores de fruto como podem ver no anexo.
Apoio Carros elétricos
Exmos. Senhores Abrem as candidaturas para apoio a carros elétricos mas no entanto não se consegue fazer login. Por mais voltas que se dê, não se consegue entrar no portal "efundos" mas no site do fundo ambiental já se consegue. Supostamente quem já tivesse registado no site fundo ambiental, os dados de acesso passavam para o portal "efundos" mas nunca consegui. A mensagem é sempre a mesma "Tentativa de início de sessão inválida." Dessa forma torna-se difícil fazer candidaturas quando o suporte técnico é péssimo.
Incumprimento das Condições de Transporte e Atendimento Abusivo ao Consumidor
Venho por este meio expor e solicitar o registo das práticas abusivas e do incumprimento contratual por parte da transportadora VASP Expresso, que desrespeita de forma sistemática os direitos do consumidor. 1. Incumprimento na Entrega e Comportamento Inaceitável No dia de hoje, pelas 11h00, recebi o contacto de um estafeta da VASP (de nome Marlon) para a entrega de uma encomenda na minha residência. O estafeta recusou-se perentoriamente a entregar a encomenda à porta da minha fração, alegando que os volumes eram "muito pesados". A encomenda estava dividida em várias caixas que continham feno, sendo, por isso, bastante leves e cumprindo largamente a regra estipulada na Cláusula 3.7 das próprias Condições Gerais da VASP (peso máximo de 30 kg por volume). Perante a minha indicação de que o serviço contratado pressupõe a entrega na morada, o estafeta adotou uma postura arrogante, dirigindo-se a mim o tempo todo a mastigar pastilha elástica de boca aberta e ameaçou que, caso eu não descesse para fazer o trabalho de carregar as caixas, levaria a encomenda de volta. Fui obrigada a descer ao rés-do-chão para recolher os meus bens, suprindo a falta de equipamento (carrinho de transporte) e de vontade do funcionário. 2. Atendimento Telefónico Humilhante Este desrespeito agrava-se com o histórico da empresa. Num episódio anterior, referente a uma encomenda urgente severamente atrasada, contactei a linha de Apoio ao Cliente. O tratamento foi humilhante: a operadora recusou-se a apresentar soluções, riu-se da situação, negou o meu pedido para falar com um supervisor sob o pretexto de que "não iriam fazer nada" e, de seguida, desligou-me o telefone na cara. Informo que já procedi à respetiva queixa no Livro de Reclamações Eletrónico, a qual seguirá para a entidade reguladora (AMT). No entanto, exponho a situação à Deco Proteste para que fique registado o modus operandi lesivo desta transportadora e para alertar outros consumidores sobre estas práticas inaceitáveis.
Manipulação de preços durante campanha promocional
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma prática que considero configurar publicidade enganosa e manipulação de preços por parte da empresa Feira dos Sofás (feiradossofas.pt). A empresa encontra-se a realizar uma campanha promocional entre 1 e 30 de junho de 2026. No decorrer desta campanha, acompanhei a evolução do preço do seguinte produto: Marbella Sofá Chaise Longue Referência: 00125000000102 https://feiradossofas.pt/marbella-sofa-chaise-longue-4310 O preço base foi aumentado três vezes em apenas quatro dias, dentro do próprio período promocional: • 08/06/2026 — preço base 561,00 € com 20% de desconto: 449,00 € • 09/06/2026 — preço base 711,00 € com 20% de desconto: 569,00 € • 12/06/2026 — preço base 990,00 € com 43% de desconto: 569,00 € Isso representa um aumento de 429,00 € (76%) no preço base durante uma campanha que deveria ser de descontos. Na prática, o produto ficou mais caro do que estava antes da promoção, contrariando o espírito e a letra da lei. Note-se que na última alteração, apesar de o preço com desconto se manter em 569,00 €, a percentagem de desconto anunciada subiu de 20% para 43%, evidenciando a manipulação do preço de referência para criar uma ilusão de maior desconto. Contactei o apoio ao cliente no dia 9 de junho, tendo a empresa confirmado expressamente o aumento de preço, justificando-o com o alegado aumento do custo dos materiais. Esta justificação não tem enquadramento legal para efeitos de alteração do preço de referência durante uma promoção em curso, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 109-G/2021 e do Decreto-Lei n.º 70/2007. Disponho de capturas de ecrã com os respetivos preços praticados em cada data, bem como do registo de comunicação iniciada no dia 9 de junho com o apoio ao cliente. Junto apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e denúncia na ASAE. Gostaria de saber se a DECO pode apoiar este caso ou se existem outras participações de consumidores com situações semelhantes relativas a esta empresa, o que reforçaria a existência de um padrão de comportamento.
Troca de Peças (Recall) - Ausência de Respostas
Venho manifestar a minha insatisfação com o serviço pós-venda devido à falta de resposta ao meu pedido obrigatório de substituição da bomba de combustível e tubos (recall), uma avaria classificada como nível 3 pelo centro de inspeção. No dia 01 de junho, contactei a oficina de Penafiel para agendar a troca das peças e solicitei urgência, pois a data limite da inspeção está a aproximar-se (dia 13 de junho). Disseram que iriam verificar o stock das peças e dar-me uma resposta, mas até agora não responderam nem atenderam as minhas chamadas. Desloquei-me pessoalmente à oficina, onde me informaram que havia um pedido feito das peças, mas que ainda não tinham chegado. Resumindo, vou acabar por reprovar na inspeção e deixar de poder usar o carro até que resolvam o problema, o que causa um enorme transtorno na minha rotina.
informação enganosa
Tal como já descrito no Portal da Queixa por outros clientes lesados, este site é uma verdadeira fraude subtilmente concebida para escapar a sanções legais (ou não?). Encomendei recentemente umas botas, tamanho 35, e recebi umas botas que, apesar virem assinaladas como 35, serão no mínimo tamanho 36, senão 37. Enormes. Para já não falar da péssima qualidade do material das botas. Segui os procedimentos indicados no site para a respetiva devolução e eis quando me enviam o formulário para preencher, onde é indicada como morada de devolução uma morada na CHINA. Como já outras pessoas referiram aqui, em nenhum local do site é feita qualquer referência à China, sendo que tudo no site está desenhando para induzir as pessoas na certeza de que se trata de um site português. Inclusivamente, surge lá uma morada de Castelo Branco. Troquei vários emails com o apoio ao cliente, chegaram a oferecer-me 10% do valor da encomenda, e depois 15%, que não vou aceitar, e um vale para gastar na próxima compra (não referem valor) que também não vou aceitar, obviamente. Penso que depois de tantas queixas, alguma coisa devia ser feita para prevenir que mais pessoas sejam enganadas por esta empresa maliciosa.
Reclamação por não pagamento de campanha promocional de 400 € – Domiciliação de ordenado
Exmos. Senhores, Eu, Evanilson Marques, venho apresentar reclamação relativamente ao não pagamento do valor promocional de 400 €, associado à campanha do ABANCA para novos clientes com domiciliação de ordenado superior a 1.000 €. A abertura da minha conta no ABANCA foi realizada no âmbito da referida campanha, tendo-me sido transmitido que, cumpridas as condições exigidas, nomeadamente a domiciliação de ordenado superior a 1.000 €, o valor promocional seria creditado na conta. Informo que o meu primeiro ordenado já foi recebido na conta ABANCA, cumprindo assim a condição essencial da campanha. Contudo, até à presente data, o valor de 400 € ainda não foi creditado. Acresce que, por mensagem datada de 27/05/2026, foi-me informado que o valor da campanha seria carregado até ao dia 12 de junho de 2026. No entanto, chegado o referido prazo, continuo sem qualquer regularização do pagamento ou explicação concreta para o atraso. Estou, inclusive, próximo do recebimento do segundo ordenado na conta ABANCA, o que torna ainda menos compreensível a ausência de pagamento da campanha, uma vez que a condição de domiciliação já foi cumprida. Deste modo, solicito a intervenção da PROTESTE/entidade competente para que o ABANCA esclareça e regularize com urgência o pagamento dos 400 € devidos no âmbito da campanha promocional. Solicito, ainda, que o banco informe: Se o pagamento da campanha já foi processado; Qual o motivo do atraso; Qual a data concreta prevista para o crédito do valor na minha conta; Se existe algum impedimento, pendência ou interpretação diferente das condições da campanha. Considero que a ausência de pagamento, após o cumprimento das condições e após indicação expressa de prazo máximo até 12/06/2026, configura falha na informação prestada ao cliente e incumprimento da expectativa criada no momento da adesão à campanha. Assim, requeiro a regularização imediata da situação, com o crédito do valor promocional de 400 € na minha conta ABANCA. Junto a esta reclamação, sempre que necessário, poderão ser apresentados os seguintes documentos: Comprovativo de abertura de conta ABANCA; Comprovativo de recebimento do ordenado na conta; Mensagem de 27/05/2026 onde foi indicado o prazo de pagamento até 12/06/2026; Condições da campanha promocional, caso disponíveis; Extrato bancário demonstrando a ausência do crédito da campanha. Aguardo resposta breve e solução célere para a presente situação. Com os melhores cumprimentos,
Coala Festival 2026 – obstáculos ao reembolso de cartão cashless
Exmos. Senhores, Venho apresentar a presente reclamação como seguimento e reforço da minha primeira reclamação contra a Fever Up, associada ao caso n.º 15137479, uma vez que, após essa reclamação, foi possível apurar que a entidade responsável pela gestão do sistema cashless do Coala Festival 2026 é a Mundo Propício – Unipessoal, Lda, para a qual a própria Fever me remeteu. Participei no Coala Festival 2026, realizado nos dias 30 e 31 de maio de 2026, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais. No recinto vigorou um sistema de pagamentos integralmente cashless, com utilização obrigatória de cartão, sem alternativa prática de pagamento em numerário para quem pretendesse consumir no interior do festival. No momento da aquisição do cartão foi-me cobrado 1 € pela sua emissão/ativação. Esse valor não foi previamente divulgado de forma clara em qualquer canal oficial acessível antes do evento, nem me foi explicado, no momento da compra, que se trataria de uma “caução” reembolsável. Só mais tarde, já em sede de reclamação, a Mundo Propício passou a afirmar que o valor seria uma caução devolvida mediante entrega do cartão. No final do festival fiquei com saldo remanescente no cartão. A Mundo Propício afirma agora que seria possível pedir o reembolso no próprio festival, mas essa informação nunca me foi transmitida no balcão nem me foi comunicada por qualquer outro meio durante o evento. Pelo contrário, a pouca informação que encontrei online, relativa a edições anteriores, apontava para a abertura posterior de um formulário de reembolso, motivo pelo qual aguardei. Acresce que, até ao momento, a Mundo Propício não me enviou o extrato do cartão cashless com o histórico de movimentos, apesar de eu o ter solicitado expressamente. Esse extrato é indispensável para que eu possa confirmar o valor efetivamente remanescente no cartão e validar o montante a reembolsar, pelo que a sua omissão constitui mais um obstáculo desnecessário à regularização da situação. Conforme se comprova pelos emails em anexo, desde 1 de junho venho colaborando em tudo o que me foi solicitado: aguardei respostas, contactei a Fever por várias vezes, enviei o meu IBAN, forneci os dados do cartão e respondi a todos os pedidos de esclarecimento. Ainda assim, o reembolso não foi efetuado e o processo foi sendo sucessivamente arrastado com novas exigências. Em concreto, a Mundo Propício pediu primeiro o IBAN, depois um comprovativo adicional de IBAN, depois a confirmação do saldo indicado e, por fim, informou que o caso teria de ser encaminhado para o “departamento jurídico”. Ou seja, uma questão simples, devolução do saldo remanescente e do valor de 1 € , foi transformada num processo moroso, burocrático e desgastante para o consumidor. O processo encontra-se, na prática, bloqueado porque a organização se recusa a devolver o valor de 1 €, insistindo em qualificá-lo como “caução” e condicionando a sua restituição à entrega física do cartão no Marquês de Pombal ou à sua utilização numa futura edição do festival. Não aceito essa posição, uma vez que essa condição nunca foi comunicada previamente e constitui uma barreira desproporcional ao reembolso. Entendo, por isso, que estamos perante um conjunto de práticas lesivas dos direitos do consumidor, nomeadamente: – falta de informação prévia clara sobre a cobrança de 1 €; – ausência de informação adequada sobre o reembolso do saldo; – falta de disponibilização do extrato do cartão para validação do montante; – retenção prolongada de valores pertencentes ao consumidor; – imposição de obstáculos sucessivos ao exercício do direito de reembolso; – opacidade na identificação das entidades responsáveis; Assim, solicito à DECO Proteste que considere esta reclamação como continuação do caso inicial n.º 15137479 e que intervenha no sentido de serem assegurados: O envio do extrato do cartão cashless com histórico de movimentos, para confirmação do saldo; O reembolso integral do saldo remanescente no cartão cashless; O reembolso do valor de 1 € cobrado pela emissão/ativação do cartão; A apreciação da legalidade das condições impostas no sistema cashless do Coala Festival 2026; A avaliação da atuação da Fever e da Mundo Propício à luz dos deveres de informação, transparência e respeito pelos direitos do consumidor. Junto, em anexo, os emails trocados com a Mundo Propício, que comprovam a sequência dos factos acima descrita.
Reclamação sobre uma moto roçadora
No dia 26/04/2026 às 10.07.54 horas, comprei uma mota roçadora para limpeza, obrigatória, de um terreno . quando, 3 dias depois quis utilizar a ferramenta constatei que estava avariada. No dia 03/05/2026 dirigi-me com a roçadora para reclamar a avaria. Esperava que perante uma venda de um artigo avariado me trocassem por outra idêntica ou me devolvessem o dinheiro, tal não aconteceu, rececionaram a moto-roçadora dizendo que a iriam enviar para o fabricante e que teria uma informação que no limite seria de 30 dias. A minha indignação é que eu não fui acionar uma garantia por avaria mas pelo facto de me venderem uma ferramenta (nova) já avariada. funcionária que me atendeu, pelo horário em epigrafe deve ser fácil saber quem é, teve uma atitude um pouco arrogante e absolutamente inapropriada. Assim tem esta reclamação o fim de me devolverem em tempo útil ou outra roçadora ou o dinheiro da compra. Carlos Menezes. Reforcei a minha reclamação junto junto do Portal d Queixa , Livro de Reclamações e a resposta da Brico Depôt é que não tenho razão de querer uma máquina nova ou a resolução do contrato. Junto em anexo o reforço da minha queixa junto da Brico Depôt. Julgo estar com razão em querer a substituição da máquina porque comprei uma máquina nova e não uma avariada ou recondicionada. Tenho ou não razão na minha reclamação? Resposta da Brico; Caro/a Carlos A sua reclamação nº ROR00000000045603024 foi marcada como Respondida/Tratada tendo sido atribuída a seguinte resposta: Exmo. Senhor, Acusamos a receção da sua reclamação e lamentamos sinceramente que a sua experiência não tenha sido a melhor. Contudo, após análise da situação exposta, informamos que o pedido de devolução do equipamento e respetivo reembolso não pode ser aceite nas circunstâncias apresentadas. De acordo com o procedimento de pós-venda aplicável e com o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade do bem através da reparação ou substituição constitui a solução prioritária para situações de não conformidade ou avaria, não resultando automaticamente destas situações o direito à resolução do contrato ou à devolução do valor pago. Importa ainda referir que o equipamento já havia sido anteriormente encaminhado para o serviço de assistência técnica, tendo a análise efetuada sido baseada nas informações então disponibilizadas. Verificámos então que alguns elementos relevantes para o correto enquadramento e diagnóstico da situação não foram comunicados nesse momento, o que condicionou a avaliação inicial e o processo de resolução. Assim, não se encontram reunidos os pressupostos legais nem as condições previstas nos nossos procedimentos para proceder à devolução do equipamento e respetivo reembolso. Mantemo-nos, naturalmente, disponíveis para analisar qualquer informação adicional pertinente e para dar continuidade ao acompanhamento do processo através dos canais de assistência técnica adequados. Apresentamos as nossas sinceras desculpas pelo sucedido e esperamos poder voltar a merecer a sua confiança numa próxima visita. Com os melhores cumprimentos, Brico Depôt Portugal, S.A. Avalie o tratamento desta resposta aqui (válido por 72 horas).
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