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Médica faz pouco de utente
Desloquei me a esta unidade USF POENTE através do hospital Garcia DE ORTA GINECOLOGIA para a retirada do meu implanon contraceptivo(NO HOSPITAL DICERAM QUE ELES ERAM OBRIGADOS A RETIRAR) onde já não é a primeira vez que tenho efeitos secundários muito maus , e desloquei me há UNIDADE SAUDE POENTE para fazer a retirada do aparelho . Cheguei ao , posto retirei a senha ,aguardei . A senhora profissional doutora CATARINA MEIRA DE MORAIS . Chamou meu nome e fomos para o consultório. Perguntou me o que me trazia aquela consulta , e eu expliquei a situação onde a senhora doutora mostrou logo um desagrado . Dice que eu tinha de marcar uma consulta de planeamento familiar porque ela não o podia fazer , iria demorar 40 minutos . E eu respondi e dice que a informação que me deram é que me retiravam o aparelho visto que estou com muitos efeitos colaterais e não vou aguentar até agosto com estes efeitos . E a doutora insistiu e dice que não retirava pois não é o dever dela numa consulta aberta . Até aí tudo bem . Expliquei os meus sintomas todos sabendo eu que é do aparelho cada corpo é um corpo . Mas ela associou ser ansiedade , perdas de sangue , dores no útero ,ficar irritada , queda de cabelo , acne , dores de cabeça . É ANSIEDADE. Tudo é ansiedade não existe mais nada neste mundo sem ser a ansiedade . A senhora doutora dice vamos pesar, ok tudo bem ... O que mais me irritou nesta doutora é fazer pouco de mim que tinha era de emagrecer , fechar a boca , e se por acaso eu não tinha nenhuma doença SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL. Achei uma falta de respeito da parte dela pois eu respondi que não onde ai minha medica passa me esses exames o meu parceiro é o pai dos meus filhos o mesmo de sempre ....e ela insiste se eu não tenho nada sexualmente TRANSMISSÍVEL respondi novamente que não . Acho desnecessário profissionais falarem assim com os utentes não é nada profissional. E também não acho normal o médico é que manda no meu corpo . Eu tenho de continuar a usar o aparelho porque ela quer . Se não me estou a dar bem tiro . Se não me sinto bem vou ao médico pedir exames só teem de passar para o utente ficar descansado . Agora associar tudo a uma ansiedade , ou uma doença SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL é um exagero . Queixo me de dor de cabeça coisa que nunca tive é enxaqueca e ansiedade, perdas de sangue dores no útero ansiedade ,perda de cabelo ansiedade, engordei 19 kilos ansiedade . Não vou admitir estas faltas de respeito . Tem a certeza que não tem nenhuma doença sexualmente TRANSMISSÍVEL essa aí ficou me na goela . Se essa medica apanha só utentes com doenças transmissíveis ou obesos tem de entender que nem todos teem . São miúdas novas que vão para ali matar o que resta da população. Fui para uma retirada de implante contraceptivo saio de lá com exames de doenças transmissíveis. E amanhã já tenho os resultados e vou lá esfregar na cara dessa profissional para ela ver bem . Não admiro esta pouca vergonha a senhora doutora CATARINA MEIRA DE MORAIS . Alguém que faça chegar está reclamação há senhora doutora pois não devo ser a única descontente com este atendimento .
Reclamação Prosegur
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal à Prosegur, relativamente à emissão indevida de faturas após a cessação do meu contrato, situação que, apesar de repetidamente reportada, permanece por resolver. Informo que solicitei a não renovação do contrato com a antecedência de 30 dias, conforme estipulado nas condições contratuais, sendo que o mesmo terminou no dia 17 de abril. Adicionalmente, no dia 27 de março, reiterei o pedido e solicitei expressamente a emissão da respetiva nota de crédito, uma vez que não deveriam ser cobrados quaisquer serviços para além da data de término contratual. Importa ainda referir que, no seguimento deste pedido, entrei em contacto telefónico com os serviços em diversas ocasiões — nos dias 27/03, 02/04, 10/04, 14/04 e 20/04 — sempre com o objetivo de solicitar a resolução da situação, a emissão da nota de crédito e o envio dos dados corretos para pagamento. Apesar dessas diligências, a situação não só não foi regularizada, como se agravou. Acresce que, na presente data, recebi mais uma mensagem SMS a solicitar o pagamento da fatura incorreta referente ao mês de abril, insistindo numa cobrança indevida já anteriormente contestada. Recebi cinco mensagens SMS a indicar falta de pagamento relativamente a uma fatura incorreta referente aos 30 dias de abril, bem como um contacto telefónico no dia 21/04 a questionar o motivo do não pagamento de uma fatura que já havia sido devidamente contestada. Acresce ainda que, no dia 27/04/2026, foi emitida uma nova fatura indevida, desta vez referente ao mês de maio, evidenciando uma total falta de controlo e tratamento da situação previamente reportada. Perante este cenário, voltei a contactar os serviços no dia 28/04/2026, tendo-me sido indicado que o departamento responsável pelas rescisões entraria em contacto comigo, o que, até agora, não aconteceu. Face ao exposto, considero esta situação inaceitável e reveladora de uma grave falha nos procedimentos internos da Prosegur, bem como de desrespeito pelos direitos do cliente. Sem outro assunto,
Apoio ao Cliente
Exmos. Senhores No dia 5 de Abril o carro da marca Citroen Xsara na autoestrada ficou sem força apareceu o aviso de defeito antipoluição tendo pegado fogo de seguida o veiculo ardeu por completo.Foi pedido apoio a Citroen via telefone em que estes disseram que devia enviar a viatura para analise num reparador autorizado para que fosse peritada a viatura a fim de entender o porque do incidente poderia haver um defeito de fabrico.Ora tal foi feito o veiculo foi enviado para o reparador oficial da Citroen da minha localidade que e a Lercio Pinto foi também enviado um email para receberem a viatura para a peritagem a pedido da Citroen que foi recusada a recepção do veiculo por 2 vezes.ja contatei a citroen que ate a data nao tem uma posição sobre o caso. Esta situação gerou um prejuízo no valor de 442 euros despesas do parque da empresa de reboques que ja foram pagos. gostaria desta situaçao resolvida e o pagamento das despesas ate a data da resoluçao do problema.
Falta de conformidade e pedido de resolução do contrato
Eu, Iluise Solange Barbosa Carmelino venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um Apple Watch adquirido em Fevereiro de 2025 na antiga entidade MediaMarket, atual Darty do retail park Sintra. O referido equipamento apresentou, desde cedo (dezembro de 2025) anomalias graves, nomeadamente descarga anormal da bateria (autonomia de cerca de 2 horas), o que compromete claramente a sua utilização normal. O produto foi enviado para reparação por duas vezes. Na primeira intervenção, o equipamento foi devolvido com novos problemas, designadamente falhas no envio e receção de mensagens. Após nova reparação, o equipamento voltou a apresentar exatamente os mesmos defeitos, não tendo sido reposta a conformidade do bem. O equipamento foi para análise através do seguro, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução eficaz e definitiva. Nos termos da legislação em vigor relativa à garantia de bens de consumo (Decreto-Lei n.º 84/2021), verifica-se uma clara situação de falta de conformidade persistente, uma vez que, após múltiplas tentativas de reparação, o produto continua a apresentar defeitos. Assim, venho por este meio exigir a resolução do contrato, com a consequente devolução do valor pago, por incumprimento das obrigações legais de reposição da conformidade do bem. Solicito ainda uma resposta célere à presente reclamação, sob pena de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Agualva-Cacém , 28/04/2026 Solange Carmelino
ROUBO
Aluguel um carro de 9 lugares pela CARJET para ir de Portugal até Espanha já a 700 kms de Portugal o carro apresenta defeito . O seguro sugere voltar para Lisboa pegar dois carros, ou seja uma proposta absurda porque voltariamos 700 kms para pegar 2 carros e depois teriamos que andar 700 kms para voltar de onde o carro tinha dado problema. Chegamos a conclusão que era melhor eles nos deixar no nosso destino final cerca de 300 kms . Mas com toda essa confusão eles não devolveram nosso dinheiro do aluguel , ficamos com o carro cerca de 1 dia mais o menos e pagamos quase 500€. já mandei email e nada só respostas vazias.
encomenda não recebida
Exmos Srs no dia 26 de novembro encomendei uns tênis á GINova, o que foi posterio0rmente informado que teria sido a uma empresa de nome smoothsaturday, foram logo pagos e ate á presente data, 28/04/2026 não foram entregues, apesar de já ter reclamado inúmeras vezes com a empresa, com a PSP e Policia Judiciaria
Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica
Reclamação contra a Booking.com — Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica e compensação manifestamente insuficiente Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Booking.com pela sua responsabilidade directa nos factos ocorridos no âmbito da reserva n.º 6443134888, referente ao alojamento Rooftop Teatro Aveiro (RNAL n.º 122038/AL), com check-in a 25 de abril de 2026, para 2 adultos e 2 crianças menores de 7 e 9 anos. 1. O Booking.com falhou na gestão da emergência em tempo real Durante a situação — com a minha família à porta do alojamento, sem acesso, sem saber quando ou sequer se conseguiria entrar num alojamento integralmente pago —, contactei o serviço de apoio ao cliente do Booking.com. Foi-me informado apenas que seria aberto um pedido de reclamação com resposta em até 48 horas. Em nenhum momento fui informado da existência de um procedimento de realocação de emergência com resposta em 45 minutos. Só tomei conhecimento desta possibilidade no dia seguinte, quando já era demasiado tarde. Esta omissão de informação crítica, em momento de urgência extrema, com crianças menores na via pública, é uma falha grave e directa do Booking.com que agravou os danos sofridos pela minha família. As chamadas ao serviço de apoio ficaram gravadas nos sistemas da plataforma e constituem prova desta falha. 2. O Booking.com não resolveu a situação nem protegeu o hóspede A plataforma limitou-se a abrir um pedido de reclamação sem actuar em tempo útil, sem me dar alternativas e sem contactar o alojamento de forma eficaz durante a situação. O acesso ao alojamento só foi concedido mais de uma hora após a hora de check-in contratada, sem qualquer intervenção activa da plataforma. O Booking.com falhou na sua responsabilidade de garantir que os parceiros cumprem as condições que publica e anuncia aos consumidores. 3. O Booking.com não penalizou o alojamento de forma adequada Após a resolução da situação, o alojamento não sofreu qualquer consequência visível ou comunicada na plataforma. Um parceiro que recusou o acesso a um hóspede dentro do horário contratado, que humilhou reiteradamente o hóspede em duas ocasiões distintas — declarando explicitamente "a casa é minha, espera até eu dizer quando pode entrar" e "até prefiro que não fique" —, e que entregou um alojamento em condições abaixo do anunciado, deveria ter sido penalizado com a suspensão de actividade na plataforma. Nada disso aconteceu. 4. A compensação de €25 é manifestamente insuficiente e sem fundamento Em resposta à minha reclamação, o Booking.com ofereceu €25, justificando ser "o valor mais alto que o sector responsável pode aprovar". Esta justificação não tem qualquer fundamento legal nem corresponde a qualquer critério de proporcionalidade. Os danos sofridos incluem: incumprimento contratual, humilhação reiterada documentada, crianças menores mantidas na via pública sem garantia de acesso, omissão do procedimento de realocação de emergência disponível, e alojamento entregue em condições abaixo do anunciado — ar condicionado inoperacional e chuveiro com fuga de água. 5. Fundamentação legal Os factos constituem: Violação do artigo 762.º do Código Civil — incumprimento contratual com violação da boa-fé; Violação do artigo 4.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) — direito a serviços nas condições contratadas; Responsabilidade do intermediário ao abrigo dos Termos de Serviço do Booking.com e da legislação europeia de protecção ao consumidor; Fundamento para indemnização por danos morais ao abrigo do artigo 496.º do Código Civil — humilhação, angústia e frustração sofridas, agravadas pela presença de crianças menores e pela omissão deliberada de informação crítica em momento de emergência. 6. O que solicito Reembolso integral do valor pago pela reserva; Indemnização adequada e proporcional pelos danos morais e materiais causados a mim e à minha família, incluindo as crianças; Penalização formal e suspensão de actividade do alojamento na plataforma; Revisão do procedimento de apoio ao cliente em situações de emergência, garantindo que a opção de realocação é sempre comunicada ao hóspede em tempo útil e não apenas no dia seguinte. Evidências disponíveis: Comprovativo da reserva n.º 6443134888 com condições contratadas, historial completo do chat na plataforma, registos de chamadas ao alojamento e ao serviço de apoio do Booking.com com datas e horas, e fotografias das condições do alojamento. Fábio Ramos Viseu, 28 de abril de 2026 Reserva n.º 6443134888
Carrinha na garantia a dar problemas
Exmos, senhores: No ano passado (2025), em julho, comprámos uma carrinha de 7 lugares citroen de 2019 ao stand auto seco. A mesma, começou a dar problemas cerca 1 mês depois, aparecendo "defeito de motor", pelo que alertamos logo o stand do ocorrido. Marcámos com o stand para ir arranjar a carrinha na oficina deles para resolver este problema, a carrinha foi e veio na mesma, já é a quarta vez que isto acontece e o problema não desaparece. Quase um ano depois, no mês de abril, a carrinha apareceu defeito de motor e defeito de antipoluição, liguei ao dono que me disse que era só andar com ela, para ir ver ao manual de instruções e à internet que isso era normal, no dia seguinte, a carrinha dá sinal de que iria parar a 800km, voltei a reforçar junto do stand, que tinha aparecido o sinal do ad blue e que necessitava que a carrinha fosse para lá. Ao início queriam que fosse para lá 15 dias depois, ao qual eu respondi que não poderia ser, porque ela estava a dizer que em X km iria parar. Combinamos de deixar lá hoje, dia 28 de abril de 2026, e assim foi, mas tinha pedido um carro de substituição no dia 24 de abril ao qual o rapaz me respondeu que estaria disponível e que o tinham e eu disse que só assim é que a minha carrinha poderia lá ficar, porque tenho uma criança com deficiência permanente que no dia seguinte, teria uma inspeção médica e o rapaz concordou. No dia 27 de abril, já depois de o stand fechar dizem me que o carro de substituição está indisponível e eu liguei e disse que não poderia ser assim. Hoje, dia 28 de abril, disseram ao meu marido que a carrinha teria que ficar lá porque ainda não sabem o que ela tem (depois de quase 1 ano e de ter ido já 4 vezes para lá) e que a carrinha já levou muitas peças e que já causou muito prejuízo ao stand. Ficámos perplexos e disse que iria falar com um advogado e os mesmos não se importam e referi que iria escrever no livro de reclamações e também não se importaram. Comprei a carrinha porque preciso dela e fico sem ela na mesma, porque anda sempre no stand e nunca vem arranjada. Disse que iria levar a carrinha à citroen e que o stand teria que pagar porque estava na garantia e eles não estavam a ter competência para arranjar, mas recusam isso e ainda gozam com a situação e com as pessoas. Não sei o que fazer. Sendo que está na garantia deveriam arranjar como deve ser e ter mais respeito pelos clientes, porque é muita falta de respeito. Ou arranjam, ou trocam, ou devolvem o dinheiro.
Experiência negativa
A minha experiência com a Centauro no Aeroporto de Faro foi extremamente negativa. À chegada, fomos obrigados a esperar cerca de duas horas por uma carrinha de transporte até ao ponto de levantamento do veículo, sem qualquer tipo de informação clara ou apoio adequado durante esse tempo. Quando finalmente chegámos ao balcão, fomos confrontados com a tentativa de cobrança de várias taxas adicionais — incluindo Via Verde, combustível e outras franquias — que não estavam previstas nem acordadas no momento da reserva. A situação transmitiu uma sensação clara de falta de transparência e de práticas pouco corretas, aparentemente em articulação com plataformas de reserva online. Para agravar ainda mais a situação, não aceitam pagamento em dinheiro e exigem que apenas o titular da reserva efetue o pagamento. No meu caso, como não tinha os códigos do meu cartão de crédito disponíveis, não consegui completar o pagamento. Também não aceitaram alternativas como Revolut ou MB Way. Resultado: fiquei impossibilitado de levantar o meu próprio carro, num fim de semana, com os bancos fechados, sem qualquer solução apresentada. Estávamos ainda com um bebé de colo, o que tornou toda a situação ainda mais stressante e inaceitável. Face a tudo isto, apresentei reclamação formal, mas infelizmente acabei por perder o carro e o valor pago pela reserva, sendo obrigado a recorrer a um Uber para seguir viagem até Portimão, o que implicou ainda mais custos e transtorno. Foi, sem dúvida, a pior experiência que já tive com uma rent-a-car. Não recomendo este serviço a ninguém.
Contrato de parceria para TVDE com cláusulas abusivas
Assunto: Reclamação formal – contrato abusivo e prejuízo na atividade TVDE Eu, Paulo, venho apresentar reclamação contra a empresa BlueAlk referente ao contrato de aluguer de veículo para atividade TVDE. Iniciei a atividade há apenas 1 semana e, mesmo trabalhando mais de 40 a 50 horas, verifiquei que os rendimentos não são suficientes para cobrir os custos básicos, como aluguer do veículo e carregamentos, tornando a atividade financeiramente inviável e gerando prejuízo. Diante disso, solicitei a devolução do veículo no prazo de 7 dias para evitar maiores perdas, mas fui informado de que sou obrigado a cumprir um aviso prévio de 30 dias, com pagamento integral, o que considero abusivo dada a inviabilidade da atividade. Além disso, recebi cobrança no valor de 137€, mesmo estando em prejuízo desde o início. Considero que estou a ser colocado numa situação injusta e desproporcional, onde assumo todo o risco sem possibilidade real de evitar prejuízo. Solicito: A aceitação imediata da devolução do veículo sem penalização; A anulação de valores cobrados indevidamente; A análise desta situação por prática abusiva. Aguardo resolução urgente. Paulo Casali
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