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Incumprimento de reembolso após cancelamento de encomenda
Venho apresentar reclamação relativamente ao incumprimento do reembolso associado à encomenda nº 000103000045665 da empresa Gato Preto. Após sucessivos atrasos na entrega da encomenda, procedi ao cancelamento da mesma, tendo a empresa confirmado por escrito, no dia 07/04/2026, que o processo de reembolso tinha sido iniciado. Foi igualmente indicado que o reembolso poderia demorar até 14 dias úteis. O referido prazo foi ultrapassado sem que qualquer montante tenha sido devolvido. Posteriormente, após novo contacto da minha parte, a empresa informou que o assunto seria encaminhado para o departamento financeiro e que o reembolso seria processado ainda durante essa semana, com envio do respetivo comprovativo de transferência. Tal nunca aconteceu. Desde então: * os meus emails deixaram de obter resposta; * não foi enviado qualquer comprovativo; * os contactos telefónicos disponibilizados pela empresa não permitem contacto efetivo. Os números utilizados foram: 915164783 915164743 927530585 O valor total em dívida corresponde a 649,39 euros. Face ao exposto, solicito intervenção no sentido de assegurar: * o pagamento imediato do reembolso devido; * esclarecimento formal sobre o incumprimento dos prazos indicados pela empresa; * regularização definitiva da situação
Produtos Não é o publicitado
Exmos Srs. Recebi através da Referencia DD415443292PT dos CTT Expresso a Encomenda que vos efectuei de 2 pares de Oculos com multi graduacao pela qual paguei "Contra Reembolso" aos mesmos CTT Expresso a quantia de 35 Euros. Como as caracteristicas dos oculos nao correspondem de todo ao anunciado e o que veio na embalagem 1 par oculos + bolsa + um produto que nem sei o que é pretendo ao abrigo do Dec. Lei 24/2014 exercer o meu direito de Livre Resolucao e ser reembolsado do valor que vos paguei. Melhores cumprimentos Rui DIAs
Venda de Cartões SD Falsos no Marketplace e Worten "lava as mãos" das responsabilidades
No dia 07/04/2026 chegou a encomenda que fiz na Worten de um "Kingston Sd 256Gb Micro Sdxc 100R A1 C10 Card C/Adaptador". O produto chegou, a embalagem parecia normal e o computador até o reconhecia o mesmo como tendo os 256GB. Contudo, no dia 05/05/2026 decidi fazer um teste de benchmark ao cartão, devido a ter tido alguns problemas com o funcionamento do mesmo, e descobri a fraude: o cartão é falso. Foi modificado informaticamente para mascarar a sua capacidade real, velocidade de leitura e de escrita, entre outros, tratando-se de um artigo contrafeito (burla). Fui à loja física da Worten de AV. MENDES SILVA, 211-251 - COIMBRASHOPPING LOJA 103/10, local onde fui buscar o cartão, reportar esta situação gravíssima. Para meu espanto, a atendente não só teve uma postura extremamente rude e desinteressada, como me informou que já tinham passado os "15 dias de devolução" e que a Worten "não se responsabiliza pelo que vende no marketplace". Disse também que teria que enviar mensagem ao vendedor para tratar do assunto com ele (como se o vendedor fraudulento me fosse ajudar com algo...). Insisti coma atendente que o vendedor tinha que ser reportado para que mais ninguém fosse prejudicado ao que a senhora atendente diz "mais ninguém fez queixa desse vendedor aqui na loja, você foi o único", como se a culpa fosse minha em ter comprado um cartão falsificado. Esta resposta é inaceitável por vários motivos: Primeiro, não estamos a falar de um arrependimento de compra, mas sim de um vício oculto e da venda de um produto falsificado (crime). Como consumidor, estou protegido pela garantia de 3 anos (DL 84/2021) perante a falta de conformidade do produto. Segundo, e mais grave: é a própria Worten que apresenta e promove estes itens do Marketplace lado a lado com os seus próprios produtos, seja no site ou na app. Imaginemos uma pessoa idosa, ou alguém com menos conhecimentos tecnológicos, que confia no nome "Worten" para fazer as suas compras. Essa pessoa vai comprar um produto falso sem se aperceber, e a Worten acha que basta dizer "não é responsabilidade nossa" para o problema desaparecer, deixando os clientes mais vulneráveis à mercê de vendedores com más intenções. Já contactei a linha de apoio, que me pediu as provas (fotografias e os prints do teste que comprovam a falsificação), as quais irei enviar. No entanto, recuso-me a aceitar o péssimo atendimento em loja e a atitude de desresponsabilização de uma marca que lucra com estas vendas. Entretanto foi me devolvido o dinheiro mesmo sem eu ter entregue as provas e por magia o link do produto é o mesmo mas o nome do vendedor e o preço mudaram (que coincidência). Mesmo assim, obviamente pretendo prosseguir com a queixa. Espero que a Worten assuma as suas responsabilidades como intermediária, e expulse imediatamente este vendedor da sua plataforma, para além de repensar nas suas políticas de marketplace para não enganar mais pessoas de boa-fé.
Recall Peugeot
Boa noite! Exmos, Senhores. Venho por meio deste vos informar que estarei em vossa oficina presencialmente mais uma vez, perdendo mais um dia de trabalho, e se assim for necessário acionarei o meu advogado, sem hesitar , tendo em vista que o vosso atendimento pelo telefone não funciona, o que sinceramente eu acho uma grande falta de respeito com o cliente, no entanto temos que recorrer nas críticas, pois estou vendo que é o único meio que vocês respondem, no entanto o meu carro está a mais de um mês para uma revisão que nós foi enviada pela própria marca pegeout, dizendo que assim seria necessário, entretanto éramos para sermos contactados um dia após de deixá-lo e só obtive resposta depois de sete dias porque fomos atrás, no mais uma falta de respeito da vossa parte, e vamos para os meios, estamos sem carro para trabalhar e dependemos do mesmo, estamos a usar uber gerando gastos fora do orçamento, assim como o vosso tempo de trabalho é válido, o nosso também é, eu estarei como eu afirmei me deslocando com mais gastos mais uma vez para ter com os responsáveis, vejo aqui várias reclamações, e as minhas podem ter total certeza que não ficaram somente aqui, eu tenho toda uma logística de vida, incluindo crianças, que dependem do nosso trabalho, sustento e meio de transporte, e sinceramente não estarei para desculpas, tomarei todas, absolutamente todas as médicas cabíveis seja com os responsáveis, seja também com a marca. Eu sinceramente espero nao ter que voltar aqui, e caso ao contrário para além de voltar aqui, também vamos nos ver em meios judicias com todas as medidas cabíveis de um consumidor. Me aguardem em vossa loja. Com os Cumprimentos. Katia Reis ( o meu carro está em nome do meu marido Fábio Reis) Nos vemos em breve, caros senhores.
Reembolso não efetuado em numerário - recusa
Boa tarde, em Fevereiro comprei uma capa da Apple que me custou 69,99€, techwoven 17 pro max em verde, no dia 05/04 mandei a capa para o serviço de pós venda e hoje como já passou dos 30 dias vim reclamar e solicitar o reembolso, a loja recusou de devolver o dinheiro obrigando-me a ficar com um cartão oferta com o valor e validade de 3 meses para o gastar na mesma loja… a capa igual a que eu tinha não há disponível na loja e nem sequer tem disponível no site da FNAC a não ser através de um revendedor online… isto está certo??? Eu quero comprar a mesma capa que eu tinha noutra loja pois a fnac não tem e a loja não me devolve o dinheiro!.
Produto Recebido Danificado/Não Conforme
Tipo de Reclamação: Produto Recebido Danificado/Não Conforme Solicito a abertura de um processo de reclamação referente a uma compra efetuada na Temu (plataforma online), relativa a uma tábua de engomar recebida danificada no momento da entrega. 1. Comprovativo de encomenda e detalhes da entrega em anexo. A embalagem exterior estava intacta, indicando que o produto já apresentava defeito antes da entrega. 2. Fotos em anexo. Contactei o vendedor imediatamente após a receção e solicitei o reembolso de 50,66 €. No entanto, o vendedor recusou-se a fornecer uma solução adequada, exigindo que eu transportasse o artigo (grande) até um ponto de recolha ou providenciasse o envio por minha conta. 3.º E-mails em anexo. Esta exigência implica custos e incómodos significativos, o que é injustificável tendo em conta que o produto foi recebido danificado. De acordo com a legislação europeia aplicável (Diretiva (UE) 2019/771), os bens devem estar em conformidade com o contrato e, em caso de defeito, o consumidor tem direito a uma solução sem custos e sem transtornos significativos. O vendedor não cumpriu estas obrigações. Apesar das várias tentativas de resolução direta, o vendedor não ofereceu uma solução adequada (como a recolha do produto ou o reembolso sem devolução). Assim, solicito o reembolso integral do valor pago através do processo de contestação de pagamento. Documentos anexados: Comprovativo de compra Fotografias do produto danificado Comunicação com o vendedor (comprovativo da recusa em oferecer uma solução adequada) Declaro que tentei resolver a situação diretamente com o vendedor antes de recorrer a este processo.
Eletrodoméstico novo com avaria
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à aquisição de uma placa de indução em dezembro de 2025 (Pedido n.º: 2592335078804), entregue no dia 12 de janeiro de 2026. Conforme reportado a V. Exas. no passado dia 26 de janeiro, o equipamento apresentou uma falta de conformidade (avaria) imediatamente após a instalação. Em conformidade, a 28 de janeiro, solicitei formalmente a substituição do equipamento por um novo, conforme o Direito de Rejeição previsto no Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Relembro que, nos termos da referida legislação, o consumidor tem o direito de escolher entre a reparação ou a substituição do bem quando a falta de conformidade se manifeste nos primeiros 30 dias após a entrega, sem necessidade de aceitar uma tentativa de reparação prévia. Lamentavelmente, volvidos quatro meses e após vários contactos telefónicos da minha parte, o El Corte Inglés continua a recusar a substituição, insistindo indevidamente no acionamento da garantia para reparação, sem apresentar qualquer fundamentação legal que invalide o meu direito de opção pela substituição. Esta demora e a ausência de uma resposta fundamentada são inadmissíveis, configurando uma clara violação dos direitos do consumidor. Face ao exposto, reitero a minha exigência de substituição imediata do aparelho por um novo e conforme. Caso esta situação não seja resolvida, ver-me-ei forçada a escalar esta queixa. Na expectativa de uma resolução definitiva, Com os melhores cumprimentos, Mafalda Silva (936794244)
Reembolso não efetuado
No dia 1 de abril de 2026, efetuei a compra de dois vestidos através da loja online Maria Douro. Os artigos foram entregues no dia 14 de abril, porém não correspondiam minimamente às imagens e descrições apresentadas no site. Os vestidos apresentavam tecidos de qualidade muito inferior, cores diferentes das anunciadas, acabamentos defeituosos e uma confeção claramente abaixo do padrão exibido online. No próprio dia da receção, enviei um email à Maria Douro a solicitar a devolução dos artigos e o reembolso integral, ao abrigo da política de devolução divulgada pela própria marca. Em resposta, foram-me apresentadas várias propostas de reembolso parcial e sugestões de troca por outros artigos, propostas essas que recusei, uma vez que, de acordo com a legislação de defesa do consumidor, tenho direito à devolução dos produtos e ao reembolso total do valor pago. Após várias trocas de emails, a empresa continuou a evitar fornecer informações essenciais (morada e contactos adequados) para proceder à devolução, o que me levou a concluir que estava perante uma situação potencialmente fraudulenta. Perante isto, solicitei apoio à DECO Proteste. Com a orientação da DECO Proteste, no dia 21 de abril enviei novo email à Maria Douro, exercendo formalmente o meu Direito de Livre Resolução do Contrato, nos termos dos Artigos 10.º e 11.º do Decreto‑Lei n.º 24/2014, bem como o direito ao reembolso integral, conforme previsto no Artigo 12.º do mesmo diploma. Em resposta, a Maria Douro enviou um formulário de devolução, indicando uma morada na China para onde os artigos deveriam ser enviados — informação que contradiz a imagem transmitida no site, que sugere tratar-se de uma marca portuguesa. Preenchi o formulário e forneci todos os dados solicitados. Os artigos foram devolvidos via CTT no dia 23 de abril, tendo a encomenda já chegado ao destino e encontrando‑se em processo de desalfandegamento, conforme informação de rastreio. Até ao momento, a Maria Douro não efetuou o reembolso, apesar de este ter de ser realizado no prazo máximo de 14 dias após a comunicação da resolução do contrato, conforme determina a lei. Face ao exposto, conto com o apoio da DECO Proteste para a resolução desta situação e para garantir o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. Junto a esta reclamação, anexo todos os emails trocados com a empresa Maria Douro incluindo: o pedido inicial de devolução e reembolso, as ofertas de reembolsos parciais sugeridas pela empresa, a informação para efetuar a devolução, a informação a comprovar o envio dos artigos conforme a politica de devolução, e link para o rastreio da encomenda nos CTT.
Problema com reembolso
Exmos, Senhores, No dia 25/07/2025, foi efetuada uma compra no site Eurobikes.pt no valor de €216,99. Como o artigo demorava algum tempo a ser entregue, questionei a empresa sobre o atraso e fui informado de que o artigo não estava em stock e que poderia cancelar a encomenda, uma vez que ainda não tinha sido enviada. Assim, solicitei o cancelamento no dia 06/08/2025 e fui informado de que o reembolso do valor seria efetuado no dia 22/08/2025, o que não se verificou. Após várias trocas de mensagens, fui sempre informado de que o reembolso já tinha sido solicitado ao departamento de contabilidade, mas até ao momento não recebi qualquer informação. Continuo à espera do reembolso, mas neste momento não recebo qualquer resposta às minhas mensagens. O que posso fazer?
Linergel: Violação Grave de Contrato, Cobranças Indevidas e Subtração de Materiais
Em março de 2025, celebrámos um contrato com a Linergel Engenharia & Construção, NIF 510 407 250, Alvará 80153 PAR, com escritório na Avenida Dr. Bernardino da Silva, n.º 66, 8700-301 Olhão, e sede no Sítio Alto do Relógio, caixa postal 180F, 8100-223 Loulé, para realizar uma renovação completa do nosso imóvel em Olhão, Portugal, a um preço fixo acordado e com um prazo de conclusão contratual de 15 de setembro de 2025. O contrato foi assinado por Hélio Lourenço, Manager Operations. A única administradora da Linergel na altura era Andreia Elisabete Alves Gonçalves, que também gere a empresa „Line Design“ de design de interiores e carpintaria na mesma morada da Linergel em Olhão. Ao longo do tempo, a Linergel violou gravemente o contrato de várias formas, não cumpriu o prazo de renovação, nunca apresentou um calendário revisto credível e, em vez disso, exigiu — após o prazo ter expirado — mais de 35 000 € em pagamentos adicionais por trabalhos já incluídos no preço original do contrato, a fim de concluir os trabalhos incompletos e atrasados. A qualidade do trabalho realizado foi gravemente deficiente, com infiltrações de água estruturais, muitas defeitos documentados e materiais fornecidos incorretamente ou de todo. Quando nos recusámos a aceitar as exigências adicionais injustificadas, Hélio Lourenço ameaçou interromper a construção — e, em 2 de dezembro de 2025, concretizou essa ameaça: abandonou o local com a sua equipa e retirou materiais pelos quais já tínhamos pago ou que nos pertenciam. Exigimos que a Linergel devolva imediatamente todos os materiais que retirou da nossa casa, incluindo, entre outros, as nossas portas interiores, corrimãos, ladrilhos e azulejos, material elétrico, acessórios de janelas, etc. Exigimos também que a Linergel reembolse, com juros, todos os montantes já pagos por trabalhos que nunca foram realizados ou que foram executados de forma defeituosa e que reembolse todos os custos consequentes incorridos como resultado direto das inúmeras e graves violações do contrato por parte da Linergel, incluindo alojamento alternativo, armazenamento de mobiliário e veículos e despesas de mudança. Exigimos ainda o pagamento da penalidade contratual diária por cada dia de atraso desde 15 de setembro de 2025 até à data da rescisão formal do contrato, e que pague uma indemnização pelos danos morais sofridos.
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