Reclamações públicas

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L. R.
27/03/2026

Reforço de reclamação – recusa de devolução e contacto telefónico inútil – Worten

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação com a Worten, que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Adquiri uma prancha de cabelo no valor de 59,99€, após aconselhamento direto de uma funcionária em loja. No momento da compra, expliquei claramente que procurava uma prancha a vapor, uma vez que já tinha experimentado esse tipo de produto anteriormente com resultados muito positivos no meu cabelo. Foi-me garantido que o modelo disponível teria um efeito semelhante, o que determinou a minha decisão de compra. Ao chegar a casa, testei o produto apenas numa pequena mecha de cabelo, exclusivamente para verificar se correspondia ao efeito pretendido. Verifiquei de imediato que o mesmo não apresentava qualquer resultado semelhante ao prometido. De seguida, acondicionei o produto na sua embalagem original, mantendo-o em perfeito estado, com todos os acessórios incluídos. Dentro do prazo indicado no talão, desloquei-me à loja para solicitar a troca ou devolução. O pedido foi recusado com a justificação de se tratar de um “produto de higiene”. Posteriormente, fui ainda contactada telefonicamente pela entidade, que se limitou a reiterar a mesma posição, sem qualquer análise da situação concreta ou tentativa de resolução. Importa salientar que, no momento da compra, não me foi devidamente esclarecido que este tipo de produto estaria excluído de troca ou devolução, nem me foi dada qualquer alternativa adequada face às minhas necessidades. Considero, por isso, que fui induzida em erro através de informação inadequada e aconselhamento incorreto. Adicionalmente, o contacto telefónico efetuado pela entidade revelou-se completamente infrutífero, tendo apenas contribuído para aumentar a minha frustração, sem apresentar qualquer solução ou abertura para resolver a situação de forma justa. Solicito ainda que não sejam efetuados novos contactos telefónicos que não apresentem uma solução concreta, uma vez que comunicações repetitivas e sem resolução apenas contribuem para o agravamento da situação. Encontro-me, neste momento, com um produto no valor de 59,99€ que não corresponde às características que me foram garantidas e que não tem qualquer utilidade para mim. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta situação e apoiar-me na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, visando a obtenção de uma solução justa, nomeadamente a devolução ou troca do produto.

Encerrada
C. L.
27/03/2026

Retenção dinheiro de Devolução

Exmos. Srs., Fiz 1 compra no Intermarché da Terrugem que devolvi porque percebi que não tinha as características que eu pretendia. Qdo devolvi, disseram me que ficava em cartão, e deram me um papel pequeno de impressão, mais pequeno que a factura e nunca me avisaram que só aquele papel me dava acesso ao dinheiro que me era devido da devolução, e não em cartão como me disseram no momento da devolução. Não prestaram as informações devidas e eu perdi o papel. Já escrevi no livro de reclamações ao que responderam a pedir desculpa e que ia ter cuidado da próxima vez, assumindo o erro, mas não me devolvem o dinheiro. Considero uma ação de má fé, e de falha na informação prestada ao cliente. O valor é de 42,99€ de um fogão a gás. Escrevi uma carta em resposta à deles do livro de reclamações, e até agora não recebi qq resposta a essa última carta. Já passaram mais de 15 dias. Gostaria de ver isto resolvido. Atentamente, Ana Duarte Ferreira

Encerrada
J. R.
27/03/2026

Anulação indevida de vales promocionais

No âmbito de uma campanha promocional do Pingo Doce (13 a 15 de março), que anunciava a oferta de 20€ em saldo Pingo Doce e 20€ em vale BP por compras iguais ou superiores a 100€, realizei várias compras cumprindo integralmente os requisitos divulgados ao consumidor. Após a realização das compras, e apenas 2 dias depois, fui informada por mensagem que os vales seriam anulados por alegado incumprimento de condições, sendo que tais condições nunca foram comunicadas previamente. Verificou-se que: - A comunicação promocional enviada não mencionava qualquer limitação relativa ao número de contribuinte; - O link indicado na mensagem encontrava-se inacessível (erro 404); - A alegada nova regra apenas consta no talão emitido após o pagamento, impossibilitando uma decisão informada por parte do consumidor; - Parte dos bens adquiridos são perecíveis (carne), impossibilitando a sua devolução; - O apoio ao cliente revelou-se inacessível durante vários dias consecutivos. Posteriormente, foi-me transmitido em loja que existiria uma nova regra que limita a utilização dos vales com base no número de contribuinte — condição essa que nunca foi previamente comunicada, nem de forma clara, nem acessível antes da realização da compra. Considero que esta atuação configura uma prática comercial desleal e de má-fé, na medida em que: - O consumidor é induzido em erro no momento da decisão de compra, com base em informação incompleta; - As condições são alteradas ou aplicadas de forma retroativa, após a concretização da transação; - Existe omissão do dever legal de informação prévia, clara e transparente. Adicionalmente, esta situação configura enriquecimento sem causa por parte da entidade, uma vez que: - O Pingo Doce beneficiou do valor total das compras realizadas sob a expectativa legítima da atribuição dos vales; - Recusou posteriormente a atribuição das vantagens prometidas, sem fundamento devidamente comunicado previamente; - O consumidor ficou privado do benefício anunciado, sem possibilidade de reversão da compra. Tal comportamento viola princípios fundamentais da proteção do consumidor, nomeadamente o dever de boa-fé, transparência e lealdade nas práticas comerciais. Face ao exposto, solicito: - A reposição integral dos vales indevidamente anulados, no valor total de 240€; - A averiguação da legalidade desta prática comercial; - A responsabilização da entidade por eventual violação das normas de defesa do consumidor. Solicito a intervenção urgente das entidades competentes.

Encerrada
L. D.
27/03/2026

Reclamação – encomenda paga e produto não entregue (envio incorreto e sem resposta)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação de consumo com a empresa Druni. Efetuei a compra de um perfume Armani Code, no valor de 72,35€, na loja online da empresa. O valor foi devidamente pago e debitado da minha conta. No entanto, não recebi o produto correto. Em vez disso, foi-me enviado um artigo de valor muito inferior (uma máscara da Garnier, aproximadamente 5€), o que corresponde a um envio incorreto da encomenda. Além disso, tentei contactar várias vezes o apoio ao cliente da empresa, sem obter qualquer resposta. A situação mantém-se sem resolução. Já passou cerca de um mês desde a compra, sem substituição do produto correto nem reembolso do valor pago, e já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, sem qualquer resposta da empresa até ao momento. Perante esta situação, solicito a vossa intervenção no sentido de obter: o envio correto do produto adquirido (Armani Code) ou o reembolso integral do valor pago (72,35€). Fico a aguardar a vossa análise e apoio. Com os melhores cumprimentos, Lara Barbosa

Resolvida
B. C.
26/03/2026
COMPLETE ENTERTAINMENT EXCHANGE CEX

Pedido Mediação Urgente - Recusa Venda CeX apesar Oferta €85 (Recl. ROR00000000045549673)

Exmos. Senhores DECO Proteste, Sou BC, residente Porto. Registei reclamação na CeX (loja Santa Catarina) por recusa venda monitor LG 34GP63GB-B exposto a €85 (metade do site €190), apesar acordo inicial. Resumo Caso: 25/03/2026: Artigo exposto com etiqueta oficial €85, 5 anos garantia [foto em anexo]. Vendedor recusou alegando "defeito devolvido", sem provas. Resposta CeX admite "lapso operacional" mas nega venda [texto completo anexado]. Agora disponível noutra loja CeX a €210 [prints anexados]. ​ Suspeita violação Decreto-Lei 67/2003 e Código Civil (boa-fé). Anexos: Fotos, reclamação e resposta da CeX, prints preços. Peço mediação urgente para forçar venda/compensação. Obrigado, BC

Encerrada
I. D.
26/03/2026

Produto baixa qualidade diferente do encomendado

Aparentemente, e após leitura do histórico de reclamações e busca na internet, sou mais uma vitima desta empresa. Encomendei uma máquina de fazer massas (esparguete e similar) que supostamente seria elétrica e fornecem uma manual. Embalagem danificada, produto com amolgadelas. Tentei o contato por e-mail mas veio devolvido, por não existir. Esta reclamação é igual a tantas outras que encontrei na internet. Ultima tentativa antes de queixa às autoridades.

Resolvida
P. F.
26/03/2026
Motoespaço

Venda irregular de motociclos

Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar queixa relativa à atividade comercial da empresa “Moto Espaço”, situada na Rua do Parque 62, Vila Nova de Gaia, anteriormente associada à loja “Kawasintra” (Espinho), envolvendo a comercialização de motociclos com irregularidades que afetaram consumidores e terceiros, incluindo a situação que acompanhei. 1. Dados do agente visado Nome: Vítor Manuel Guerra Mourato Maninha (que se apresenta como “Vítor Cintra”) Empresas associadas: Potencial Acessível, Lda. (NIF 516057618) Fascínio Permanente, Lda. (NIF 517294753) Locais de atividade: Espinho, Valadares e Vila Nova de Gaia 2. Descrição dos factos 30/05/2022, loja Kawasintra, Espinho: Pagamento de €3.450,00 por motocicleta Lexmoto Aura LJ125T-18, matrícula AQ-81-EQ; Sem emissão de fatura ou recibo; Sem registo de propriedade em nome do comprador; Veículo registado em nome de terceiro (IRN nº07094 a 28/04/2022, NIF 504451120) com declaração de circulação emitida a 30/05/2022 e repetida em 01/04/2023 (VIN L4HTTEJP6M6001224). Posteriormente, devido à impossibilidade de transferir o registo de propriedade, foi proposta a substituição por outro veículo, Qooder QV3, matrícula AQ-47-CL, elevando o valor total pago para €7.700,00: Apresentou novamente dificuldade para registo de propriedade; Declaração de circulação entregue em 17/06/2023, com VIN Tac003306xkt004181, cuja correspondência carece de verificação. Em outubro de 2025, apurou-se que o veículo Qooder QV3 estava em regime de consignação, registado em nome de terceiro, sem autorização para transferência de propriedade e sem pagamento de valores ao legítimo proprietário. Apesar de diversas tentativas de contacto, deslocações ao estabelecimento e promessas de regularização, não houve restituição dos valores nem resolução da situação. Foi posteriormente ainda proposta a entrega de outro veículo igualmente pertencente a terceiro. Existem diversas reclamações públicas semelhantes associadas à mesma atividade comercial, sugerindo um padrão de irregularidades. 3. Natureza do problema Incumprimento contratual: venda de bens sem transferência de propriedade; Venda de bens de terceiros sem autorização; Falta de fatura ou recibo, dificultando prova legal da transação; Possíveis omissão de rendimentos e IVA; Afetação dos direitos do consumidor, incluindo restituição de valores pagos. Observação: embora eu não seja a lesada direta, acompanhei o processo e a situação afeta terceiros de forma grave, evidenciando práticas comerciais irregulares. 4. Solicitação Face ao exposto, solicito à DECO: Mediação junto da empresa para restituição dos valores pagos (€7.700,00); Orientação sobre eventual ação judicial caso a empresa não regularize a situação, considerando histórico de inexistência de bens num processo da empresa em 2025. Devido ao facto desta divida não tenho meios financeiros para entrepor qualquer acção judicial 5. Anexos Comprovativos de pagamento (transferência bancária, MBWay, etc.); Declarações de circulação dos veículos; Fotografias ou outros documentos relevantes. Espinho, 26/03/2026 Assinatura: Paula Faria paulaalexandrafaria@hotmail.com

Encerrada
J. N.
26/03/2026

Equipamento danificado após reparação de ipad pro 10,5 na iservices amoreiras

Exmos. Senhores, No dia 24 de novembro de 2024 dirigi‑me à iServices das Amoreiras (Lisboa) para substituir a bateria do meu iPad Pro 10,5. O equipamento funcionava normalmente, apenas com desgaste natural de bateria devido à idade. Tinha um protetor de ecrã aplicado e o ecrã encontrava‑se sem qualquer dano visível. Após a substituição da bateria, ainda dentro da loja, o iPad desligou‑se sozinho e deixou de ligar. Voltei de imediato ao balcão; o funcionário confirmou que o aparelho não ligava e pediu que o deixasse. No dia seguinte informaram‑me que já estava “normal” e entregaram‑mo sem qualquer explicação adicional. Em casa, ao fim de algumas horas de utilização, o iPad voltou a desligar‑se sozinho e só consegui ligá‑lo após várias tentativas. Regressei à loja, deixei novamente o equipamento e, mais uma vez, foi‑me devolvido a funcionar, com a indicação de que estava tudo bem. Desde então, ao longo de cerca de um ano, o iPad foi apresentando desligamentos súbitos ocasionais, que não existiam antes da intervenção, mas que eu conseguia contornar voltando a ligá‑lo. Em novembro de 2025 reparei que o ecrã começou a descolar da estrutura, apesar de o equipamento nunca ter sofrido quedas ou danos físicos. A partir daí a autonomia da bateria degradou‑se drasticamente: carregava até 100% e o iPad desligava‑se por volta dos 60%, passando depois a indicar percentagens de bateria incoerentes. Desloquei‑me à iServices no inicio deste mês de Março, explicando que a bateria não a funcionar bem, e mostrando o estado do ecrã. O funcionário confirmou a substituição em garantia. No dia seguinte ligaram‑me a informar que a bateria instalada anteriormente tinha inchado e que não era a bateria correta para o meu modelo, alegando um “erro de catalogação” de logística, e que iriam encomendar e instalar a bateria correta. Além disso, ao abrirem novamente o iPad para instalar essa bateria correta, fui informado de que tinham partido uma ligação interna e que o equipamento teria de seguir para o laboratório para soldadura, garantindo que se tratava de uma reparação simples. Fiquei cerca de uma semana e meia sem o iPad. Quando me entregaram o iPad já com a bateria correta instalada, o equipamento já não tinha o protetor de ecrã que sempre teve desde antes da primeira reparação. Aceitei essa situação. Levei o iPad para casa e, ao final do dia, quis carregá‑lo: só à terceira tentativa é que o carregamento iniciou. No dia seguinte surgiram mais problemas: • reparei numa faixa vertical estreita, mais clara/deslavada/pixelizada, onde o brilho e as cores ficam diferentes do resto da imagem, visível por exemplo sobre os ícones e textos dos atalhos, e posteriormente em partes de outros textos e imagem – defeito que não existia antes; • liguei um teclado que utilizo há anos através do Smart Connector e ele não funcionava; ao testar o mesmo teclado noutro iPad com Smart Connector, funcionou perfeitamente; • tentei ligar o iPad por USB ao meu computador para transferência de ficheiros e não houve qualquer reconhecimento; testei com outro cabo e nada; experimentei ligar o cabo de carregamento e o iPad simplesmente não carregava. Regressei à loja na semana passada e expliquei todos estes problemas. Deixei novamente o iPad. À tarde no mesmo dia, ligaram‑me a informar que o problema do Smart Connector se devia a uma ligação que não tinha ficado bem conectada numa das aberturas anteriores do iPad, e que já tinham resolvido. O problema de carregamento, segundo a iServices, exigia novo envio para o laboratório durante cerca de mais uma semana. No dia 25 de março de 2026 ligaram‑me a dizer que o iPad estava pronto. Fui buscá‑lo levando o teclado para testar o Smart Connector; na loja, o teclado funcionou e o iPad aparentava carregar. No entanto, ao chegar a casa e tentar carregar o iPad com bateria baixa, o problema de não iniciar o carregamento voltou a repetir‑se. A faixa vertical mais clara/deslavada/pixelizada no ecrã mantém‑se. Neste momento, o Smart Connector é praticamente a única coisa que ficou a funcionar de forma consistente. Resumindo, após as sucessivas intervenções da iServices: • o iPad continua com problemas de carregamento – neste momento não carrega de todo; • o ecrã apresenta agora uma faixa vertical com defeito e já teve descolagem, danos que não existiam antes. O defeito no ecrã surge numa faixa vertical que parece começar precisamente na zona inferior, junto ao botão Touch ID, local onde o ecrã é aberto para acesso à bateria, o que reforça que se trata de dano resultante das intervenções. Antes da primeira reparação o iPad não apresentava qualquer falha de ecrã, de carregamento, de Smart Connector ou desligamentos aleatórios, apenas menor autonomia normal pela idade. Estou cansado desta sucessão de intervenções incompletas e novas avarias. Tenho‑me deslocado repetidamente à loja, onde os funcionários demonstram boa vontade, mas os problemas nunca ficam definitivamente resolvidos e não são feitos testes exaustivos antes da entrega ao cliente. Por deixar de acreditar que novas deslocações à loja tragam uma solução efetiva, recorro aqui para expor a situação e obter uma resolução adequada.

Resolvida
E. N.
26/03/2026

Keepwell’s - Agravamento contratual

Gostaria de reclamar a decisão por parte de uma avaliação baseada em um questionário online sobre meus hábitos e historial de saúde. Carta_Resultado_Proposta_093333960805_B0M_20260325.pdf Pois bem, sou uma pessoa que frequenta ginásio há mais de uma década, jogador de Volei federado pelo Clube atlético Albufeira, treino 3x por semana, com jogos do campeonato regional e nacional 3divisão aos finais de semana. Tenho percentual de gordura baixo e volume considerável de massa magra. Entretanto, por tudo isto que descrevi, fui penalizado com 25% sobre o valor que supostamente pagaria, “sobrepeso”. Gostaria de saber se todas as pessoas que frequentam ginásio, crossfit, atividades de maior intensidade e com objetivo de obter massa magra, resolverem adquirir ao seguro, serão penalizadas? Isto tudo através de um cálculo medíocre de IMC? Pelo meu caso, vejo que não faz o menor sentido a associação de “agravante” e “sobrepeso”. Por isto gostaria de reclamar formalmente esta decisão. Aguardo por respostas.

Resolvida
M. O.
26/03/2026

Incumprimento de prazos

Exmos. Senhores: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa ao contrato de prestação de serviços “Worten Casa Total+”. No dia 27/02/2026 solicitei assistência técnica para uma máquina de lavar loiça, tendo-me sido garantido contacto no prazo máximo de 5 dias úteis. Tal prazo não foi cumprido. Perante a ausência de resposta, no dia 16/03/2026 voltei a contactar o serviço, tendo-me sido assegurado novo contacto no prazo de 2 dias úteis, o que igualmente não se verificou até à presente data. Verifica-se, assim, um incumprimento reiterado das obrigações contratuais por parte da Worten, nomeadamente no que respeita aos prazos de resposta e prestação do serviço contratado, o qual tenho vindo a pagar mensalmente. Importa salientar que, nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, a existência de fidelização contratual não é oponível ao consumidor em caso de incumprimento por parte do prestador do serviço. Mais, o atraso no agendamento está a impedir-me de aproveitar uma campanha em vigor. Acrescento ainda que este tipo de situação já aconteceu anteriormente, pelo que são repetentes na matéria! Registo que apenas após múltiplos contactos e intenção de rescisão fui finalmente contactada para agendamento, o que demonstra atraso significativo no cumprimento do serviço contratado. Assim, solicito a resolução imediata desta situação. Cumprimentos,

Encerrada

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