Reclamações públicas

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D. G.
16/09/2026

informação errada

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que aconteceu hoje, dia 6 de setembro, num comboio da CP com origem em Guimarães e destino a Porto São Bento. Entrei no comboio em Guimarães às 19h51 e, durante a viagem, quando o ecrã do comboio indicou que a paragem era Ermesinde, preparei-me para sair. Assim que saí do comboio, apercebi-me, juntamente com mais duas senhoras que estavam na mesma situação, de que afinal não estávamos em Ermesinde, mas sim em Rio Tinto. Chegámos a Rio Tinto por volta das 21h. As três saímos do comboio convencidas de que aquela era a estação de Ermesinde, uma vez que era essa a informação que estava a ser apresentada no ecrã do próprio comboio. Só depois de sairmos é que percebemos o erro. Considero esta situação inadmissível. Se a informação apresentada aos passageiros dentro do comboio indica uma determinada estação, é perfeitamente normal que os passageiros confiem nessa informação e saiam nessa paragem. Neste caso, três pessoas saíram do comboio no local errado por causa de uma informação incorreta disponibilizada pela própria CP. Gostaria, por isso, de perceber o que aconteceu e de saber como é possível o sistema de informação do comboio ter indicado Ermesinde quando a paragem era, na realidade, Rio Tinto. Espero que esta situação seja devidamente averiguada, uma vez que um erro destes pode causar transtornos bastante significativos aos passageiros, sobretudo a quem não conhece a linha ou a zona. Agradeço uma explicação relativamente ao sucedido e espero que sejam tomadas medidas para que situações semelhantes não voltem a acontecer.

Encerrada

Multam sem razão

A Empresa Metropolitana de Estacionamento da Maia é uma máquina de defraudação disfarçada de serviço público. Multam sem critério, alheios ao bom senso e tratam os cidadãos como inimigos. Um insulto à gestão autárquica e à inteligência de quem paga impostos. Hoje em dia não há lugares grátis na Maia. Uma vergonha. Principalmente para quem precisa de apanhar o metro e já tem que pagar por esse transporte público. Fui multada por ter estacionado na rua sem saída onde estavam dezenas de carros, porque no parque não há lugar e os lugares de estacionamento na rua foram tapados por causa das obras. Que boa altura para multar! Respondem aos emails de forma rude, sem bom senso, e de forma antipática. O Valor da multa que aparece no papel é escandaloso 30€ em outras cidades com muito mais movimento e com muitos melhores recursos que a Maia o valor é muito inferior 6 a 7 euros, isto é roubar quem anda a trabalhar. 1.3/5 de cotação em reclamações do google. Continuem o excelente trabalho! Parabéns! Sorria, está na Maia! Mas aqui de sorrisos não há nada.

Encerrada
D. G.
16/09/2026

Desconto enganador

Venho por este meio expor uma situação de publicidade enganosa e falta de apoio ao cliente por parte do TheFork Portugal. Acumulei mais de 2.000 Yums na minha conta. No painel principal da aplicação, a informação apresentada é clara, explícita e inequívoca: "You've unlocked a €50 discount to use at our 3000+ partner restaurants", associando o patamar dos 2.000 Yums a um desconto de 50 € na conta final. Contudo, ao tentar efetuar uma reserva num restaurante parceiro em Portugal, a aplicação apenas permite selecionar um desconto máximo de 25 €. Após contactar o suporte ao cliente a expor a situação, a resposta obtida pela equipa de apoio confirmou textualmente que: "compreendemos perfeitamente como a apresentação visual da interface induziu em erro ao exibir os valores praticados em outros mercados", informando apenas que reportaram o problema internamente para futura correção. Apesar de a própria empresa reconhecer por escrito que a interface induz o consumidor em erro, recusam-se categoricamente a assumir a responsabilidade no meu caso concreto ou a atribuir qualquer compensação pela diferença do valor que anunciaram no meu perfil. Esta conduta viola o direito à informação clara e verdadeira (Artigo 7.º do Código da Publicidade) e o princípio da boa-fé na relação com o consumidor. O cliente não pode ser penalizado por falhas de interface que a própria empresa admite existirem.

Encerrada
A. H.
16/09/2026

pagamento por taxa de entrega e atraso na entrega

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma RECLAMAÇÃO FORMAL relativamente à encomenda n.º 5244573, efetuada através da 360imprimir. No momento da compra, foi-me apresentada a possibilidade de pagar um valor adicional para garantir a entrega da encomenda até ao dia 07 de setembro de 2026. Optei expressamente por essa modalidade e procedi ao respetivo pagamento, precisamente porque o cumprimento dessa data constituía uma condição essencial para a realização da compra. A encomenda destinava-se a ser utilizada numa deslocação profissional a África, com partida de Portugal no dia 10 de setembro de 2026. Por esse motivo, a entrega até 07 de setembro não era uma mera preferência ou estimativa: era determinante para que os produtos adquiridos tivessem qualquer utilidade para a finalidade para a qual foram encomendados. Não obstante o serviço contratado e pago, a encomenda apenas foi entregue hoje, dia 16 de setembro de 2026, ou seja, NOVE DIAS APÓS a data de entrega contratada e seis dias depois da minha partida para África. O incumprimento do prazo de entrega tornou, assim, a encomenda inútil para a finalidade que justificou a sua aquisição. Saliento que não estamos perante um simples atraso sem consequências. A 360imprimir disponibilizou, no processo de compra, uma modalidade de entrega até uma determinada data, cobrou um valor em função dessa opção e não cumpriu a obrigação assumida. Face ao exposto, considero existir incumprimento contratual imputável à 360imprimir e venho formalmente EXIGIR O REEMBOLSO DO VALOR PAGO PELA ENCOMENDA N.º 5244573, incluindo o montante adicional cobrado pela entrega até 07 de setembro de 2026. Solicito que me seja comunicada, por escrito, a confirmação do reembolso e respetivo procedimento no prazo máximo de 5 dias úteis após a receção da presente reclamação. Caso não seja apresentada uma solução adequada dentro desse prazo, reservarei o direito de recorrer aos mecanismos de defesa do consumidor legalmente disponíveis, incluindo a formalização da reclamação através do Livro de Reclamações e, se necessário, o recurso aos meios de resolução alternativa de litígios de consumo competentes, sem prejuízo dos demais direitos que me assistam. Possuo comprovativo da encomenda, do pagamento efetuado, da modalidade/prazo de entrega contratado e da data efetiva em que a encomenda foi entregue, documentação que permitirá comprovar objetivamente o incumprimento. Aguardo, portanto, a regularização desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, José Ângelo Cardoso Ferreira Neto 932038880

Encerrada
S. F.
16/09/2026

Condicionamento do acesso às máquinas SDR (Volta) nos parques mercadona

Assunto: Condicionamento do acesso às máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) nos parques de estacionamento Mercadona -Canidelo Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de acesso às máquinas de recolha de embalagens integradas no Sistema de Depósito e Reembolso (SDR – Volta) existentes em estabelecimentos Mercadona-Canidelo. Recentemente, o parque de estacionamento do estabelecimento Mercadona onde utilizo as máquinas Volta passou a funcionar com cancelas e controlo de acesso/saída. Esta alteração criou uma situação que considero incompatível com o espírito e os objetivos do Sistema de Depósito e Reembolso. Um cidadão que se desloque ao estabelecimento exclusivamente para devolver embalagens abrangidas pelo SDR entra no parque para aceder às máquinas Volta, mas, se não realizar uma compra no Mercadona, não beneficia da validação do estacionamento. Assim, para conseguir sair do parque, fica perante duas alternativas: realizar uma compra que não pretendia fazer ou pagar o estacionamento pelo tempo necessário para proceder à devolução das embalagens. Esta situação parece-me particularmente problemática porque as máquinas Volta não constituem um serviço privado destinado exclusivamente aos clientes que efetuem compras naquele supermercado. Fazem parte de um sistema nacional de depósito e reembolso cuja finalidade é permitir aos consumidores devolver as embalagens abrangidas e recuperar o valor do depósito anteriormente pago. Consequentemente, não considero razoável que o exercício desse direito fique, na prática, sujeito à realização de uma compra adicional no estabelecimento ou ao pagamento de uma quantia para estacionar. A situação é ainda mais relevante atendendo ao modo como a rede de recolha está implementada: as máquinas de devolução encontram-se predominantemente associadas aos estabelecimentos comerciais e, muitas vezes, localizadas no interior ou na área dos respetivos parques de estacionamento. O consumidor necessita, portanto, de conseguir aceder efetivamente a esses equipamentos, independentemente de pretender ou não efetuar compras nesse estabelecimento. Não contesto o direito do Mercadona de estabelecer regras de utilização ou de cobrança pelo seu parque de estacionamento. O que contesto é que essas regras sejam aplicadas de uma forma que torne oneroso o acesso a um equipamento do SDR por parte de quem apenas pretende devolver embalagens. A solução parece, aliás, extremamente simples: deverá ser disponibilizada a validação gratuita do estacionamento às pessoas que utilizem as máquinas Volta, mesmo quando não efetuem qualquer compra no Mercadona, eventualmente através do comprovativo emitido pela própria máquina de devolução ou de outro mecanismo de validação. Não considero aceitável que um consumidor que já pagou o depósito associado às embalagens tenha posteriormente de suportar um custo adicional para conseguir aceder ao equipamento destinado precisamente a permitir a sua devolução e o respetivo reembolso. Esta situação pode ainda funcionar como um desincentivo à devolução das embalagens, contrariando diretamente os objetivos ambientais, de circularidade e de aumento das taxas de recolha que justificam a implementação do SDR. Assim, solicito: 1. Ao Mercadona, que reveja esta prática e implemente um mecanismo que permita validar gratuitamente o estacionamento de qualquer utilizador das máquinas Volta, independentemente da realização de compras; 2. À entidade gestora/responsável pelo Sistema de Depósito e Reembolso – Volta, que esclareça se considera admissível que o acesso a um ponto de recolha do SDR fique sujeito, direta ou indiretamente, ao pagamento de estacionamento ou à realização de uma compra; 3. À DECO e às entidades competentes em matéria de defesa do consumidor, que analisem se esta prática respeita os direitos dos consumidores e as regras aplicáveis ao funcionamento e acessibilidade da rede de recolha do SDR; 4. Que seja esclarecido quais são os requisitos de acessibilidade efetiva aos pontos de recolha que os estabelecimentos aderentes ao SDR têm de assegurar, designadamente quando os equipamentos estão instalados em parques de estacionamento privados sujeitos a pagamento. Considero fundamental que esta questão seja esclarecida também para o futuro. O sucesso do Sistema de Depósito e Reembolso depende de uma rede de recolha verdadeiramente acessível à população. Devolver uma embalagem não pode implicar ser obrigado a comprar alguma coisa no supermercado onde está instalada a máquina nem pagar para conseguir aceder à máquina e sair do local. No mínimo, quem comprovar a utilização da máquina Volta deverá beneficiar da validação do estacionamento pelo período necessário à devolução das embalagens, independentemente de qualquer compra. Agradeço resposta por escrito e informação sobre as medidas que serão adotadas relativamente a esta situação. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
J. A.
16/09/2026

Especie de ´´burla``

Boa tarde, venho por este meio expor uma situação constrangedora que venho passando por parte da nos desde maio. Fui cliente nos desde 2010, por motivo de saúde, no dia 24/05/2026 fiz o cancelamento meus serviços junto a loja nos no cascais Shopping depois de varias tentativas no período de mais de um mes por telefone, o qual os mesmos faziam o cancelamento via telefone e depois aquilo não ficava finalizado. Entretanto no dia 24 as 20:55h fui acompanhada a loja de cascais, onde fui atendida por um rapaz com código SAP da loja 1032213 recebido por O.000.747.183, o qual fez o cancelamento dos meus serviços, paguei 175,65€ em loja referente as duas faturas que tinha para pagar para ser possível fazer o cancelamento, onde fui informada que eu não precisava preencher nada, e que a partir daquele momento ficava resolvido o cancelamento dos meus serviços. Entreguei os equipamentos e vim me embora achando que estava tudo resolvido. Passados um mes a nos começa a me ligar a dizer que eu tinha 265,67€ para pagar, o qual comuniquei que isso nao era possível porque eu tinha feito o pagamento de tudo que havia por pagar no dia 24 e feito o cancelamento em loja. Então me disseram que eu tinha que ter preenchido uma folha para cancelar e por isso não foi cancelado, mas em loja eu me certifiquei e perguntei duas vezes se tinha que preencher alguma coisa e o rapaz que me atendeu disse que nao, que isso era somente se fosse online, que em loja não era preciso. Eu fiquei horas ao telefone, me passaram para vários atendentes telefónicos, e nenhum tentou resolver a situação, mesmo eu apresentando toda a verdade dos factos. Todos me disseram o mesmo que agora ja nao dava para preencher porque os serviços estavam cortados, que eu tinha que pagar esse valor, ainda me disseram que la não constava nenhum pagamento e nenhum pedido de cancelamento o mesmo que me disseram das outras vezes que fiz o cancelamento por telefone, e mesmo eu dizendo que tenho comprovativo, disseram que para cancelar eu teria que pagar para fazer um novo pedido de cancelamento, e ainda me ameaçaram por chamada que nao adiantava eu fazer nada porque eu ia ter que pagar de qualquer forma, mas eu não devo nada a nos, eu paguei o que tinha e fiz o cancelamento em loja, isso foi um erro dos próprios funcionários. É ridículo o que me estão a fazer depois de mais de 15 anos numa operadora. Estou doente e neste momento estou com problemas grave de saúde, passando por tratamentos e tudo que eu não preciso é passar por esse tipo de situações. Eu preciso resolver essa situação com brevidade, ou vamos a tribunal porque eu tenho testemunhas e provas. Preciso de uma solução. Cumprimentos J A

Resolvida
T. D.
16/09/2026

Booking.com – Falha na conclusão de reserva e ausência de solução alternativa

Exmos. Srs., Venho por este meio entregar a minha reclamação junto da DECO Proteste, relativamente aos serviços prestados pela plataforma Booking.com, no âmbito de uma falha técnica que resultou em perda financeira temporária e na impossibilidade de desfrutar do alojamento pretendido, Factos: No dia 17 de Setembro, procedi à seleção e tentativa de confirmação de uma reserva de alojamento no Village Sea House - Porto Moniz, com data de entrada para 18 de Setembro e saída a 20 de Setembro. Durante o processo de pagamento do montante de 300 Euros, realizado via MBWay através do Netbanco Santander, o processo foi interrompido abruptamente pelo sistema da Booking.com, que alegou um "atraso na confirmação". Imediatamente após o ocorrido, contactei a assistência da Booking.com por correio eletrónico, solicitando o esclarecimento da situação. A resposta recebida indicou que o reembolso do valor pago seria processado num prazo de 7 a 12 dias. Diante da iminência da data de entrada, contactei posteriormente a linha telefónica de apoio, onde deixei claro que o meu objetivo não era o reembolso, mas sim a confirmação da reserva, dado que o alojamento era urgente. A empresa recusou-se terminantemente a oferecer qualquer solução alternativa, afirmando que a única forma de confirmar reservas era através do sistema automático do site, o qual falhou no meu caso. Situação Atual: Encontro-me numa situação de duplo prejuízo: O valor pago foi debitado da minha conta. O alojamento não foi confirmado, tendo ficado sem acesso ao alojamento pretendido. Neste momento, não tenho disponibilidade financeira para fazer outra reserva. A empresa recusa-se a corrigir este erro, limitando-se a oferecer um reembolso tardio, o que não satisfaz a necessidade premente do cliente. Considero inaceitável que uma plataforma de dimensão global não disponha de mecanismos de contingência para resolver falhas técnicas que deixam o cliente sem alojamento e sem recursos financeiros imediatos, especialmente quando a resolução poderia ser feita por intervenção manual da equipa de suporte. Solicitei à assistente que recorresse a um superior hierárquico para que fosse encontrada uma solução mais justa, ao que ela me respondeu sumariamente que não era possível. Ao restringir as reservas a uma modalidade única de reservas automáticas, sem a possibilidade da intervenção de assistentes humanos em caso de falha, esta empresa está a lesar os seus clientes, em vez de servi-los! Pedido: Solicito à DECO Proteste que analise o caso e intervenha junto da Booking.com para que a empresa seja advertida sobre a necessidade de melhorar os seus procedimentos de suporte em casos de falhas técnicas que afetem reservas de curto prazo. Agradecendo a vossa atenção a este assunto, Cumprimentos, Teresa Jardim Freitas

Encerrada
T. A.
16/09/2026

Reclamação relativa ao tratamento de sinistro automóvel

No dia 3 de setembro de 2026, pelas 21:00, a minha viatura foi atingida enquanto se encontrava devidamente estacionada. O acidente envolveu várias viaturas, tendo a PSP estado no local e tomado conta da ocorrência. Na sequência do acidente, a minha viatura ficou imobilizada e encontra-se numa oficina desde 4 de setembro, sem poder ser utilizada. No dia 9 de setembro, após ser informado pela minha própria seguradora de que, por estarem envolvidas mais de duas viaturas, o processo não poderia ser regularizado através da convenção aplicável entre seguradoras, apresentei a participação diretamente à seguradora do outro veículo. A participação detalhada foi enviada nesse dia e a abertura do processo foi posteriormente confirmada por telefone. Foi-me inicialmente indicado que a peritagem seria realizada no dia 11 de setembro durante o período da tarde, sem indicação de uma hora concreta. No entanto, a peritagem acabou por ocorrer às 09:00, sem que eu tivesse sido previamente informado pela seguradora. Fui avisado pela própria oficina. Esta alteração teve consequências concretas para mim: tive de gastar um dia de férias e perder um dia de trabalho para conseguir acompanhar a situação. A peritagem foi entretanto realizada, tendo resultado num orçamento de reparação de aproximadamente 3.302 €, com uma previsão de 5 dias de trabalho. Relativamente ao veículo de substituição, foi-me indicado que a sua disponibilização dependeria da atribuição de responsabilidade e que, em princípio, poderia ocorrer no início da semana de 14 de setembro. Essa previsão não se concretizou e, no dia 15 de setembro, continuava sem veículo de substituição ou solução de mobilidade. Compreendo que uma seguradora tenha de realizar as diligências necessárias para apurar a responsabilidade, sobretudo num acidente que envolveu várias viaturas. O que considero problemático é a falta de clareza relativamente às diligências que estão efetivamente a ser realizadas e aos motivos da demora. No dia 15 de setembro, fui informado telefonicamente de que a responsabilidade ainda não tinha sido determinada porque a seguradora estaria a aguardar o auto das autoridades policiais. Foi-me transmitido que o auto ainda não estaria disponível e que o apuramento poderia eventualmente prolongar-se até ao final dessa semana. Perante essa informação, contactei diretamente a PSP, que me confirmou que o auto relativo à ocorrência já se encontrava disponível desde 4 de setembro. Voltei então a contactar a seguradora no dia 15 de setembro e questionei quando o auto tinha sido solicitado às autoridades. Nessa altura, foi-me respondido que essa informação seria “informação interna” e que não me poderia ser facultada. No dia 16 de setembro, voltei a contactar telefonicamente a seguradora para esclarecer a situação. Durante essa chamada, o colaborador que me atendeu informou espontaneamente que o auto tinha sido solicitado pela seguradora no dia 14 de setembro, sem que eu tivesse perguntado especificamente pela data nesse momento. Ou seja, segundo a informação que me foi prestada: • a PSP informou-me que o auto estava disponível desde 04/09; • no dia 15/09, a seguradora informou-me que ainda aguardava o auto; • quando questionei nessa mesma data quando o documento tinha sido solicitado, foi-me dito que essa informação era “interna”; • no dia 16/09, a própria seguradora informou-me que o auto tinha sido solicitado apenas em 14/09. Não afirmo que exista qualquer irregularidade sem conhecer os procedimentos internos da seguradora. No entanto, considero legítimo questionar por que razão, segundo estas informações, um documento que estava disponível desde 4 de setembro só terá sido solicitado no dia 14 de setembro e por que motivo essa informação não me foi inicialmente comunicada. O problema não se resume, portanto, ao tempo necessário para analisar um acidente. O que considero inaceitável é ter de contactar repetidamente a seguradora e até as próprias autoridades para conseguir perceber em que ponto está o processo, recebendo informações que posteriormente se revelam incompletas ou contraditórias. Já solicitei que as informações relevantes me sejam prestadas por escrito, precisamente para evitar este tipo de situação e para existir um registo claro do que é comunicado. A minha viatura continua imobilizada desde 4 de setembro, a reparação já foi peritada e existe uma estimativa de aproximadamente 3.302 € e 5 dias de trabalho, mas continuo sem uma decisão sobre a responsabilidade e sem uma solução de mobilidade. Não questiono que sejam necessárias diligências para apurar corretamente os factos. Questiono a falta de transparência, a comunicação deficiente e a aparente demora na realização de diligências que são apresentadas como indispensáveis para a conclusão do processo. Enquanto cliente/lesado, considero razoável esperar que uma situação destas seja acompanhada de forma transparente, que as informações prestadas sejam coerentes e que, quando uma previsão deixa de poder ser cumprida, o lesado seja devidamente informado. Espero que a situação seja esclarecida e que o processo seja tratado com a celeridade e transparência adequadas, permitindo finalmente resolver a situação e devolver-me uma solução de mobilidade.

Encerrada
C. R.
16/09/2026

cobrança de um valor de que não fui informada

Exmos Senhores, Venho por este meio expor o meu assunto: Sou cliente NOS há bastantes anos e ha umas semanas atras tentei alterar a password do router. Fiz a tentativa varias vezes atraves do site da NOS e dava sempre erro. Contactei a NOS que fizeram varias tentativas e não conseguiram ajudar-me. Ontem 15 de setembro contactei de novo a NOS para resolver o mesmo assunto e pediram-me para contactar Linha de assistencia informatica PV Medic com o nº 16991. Contactei esse nº e na 1ª chamada não conseguia ouvir o tecnico, fiz 2ª tentativa e igual, impossivel entender o que o tecnico dizia, informei que ouvia a voz com cortes e com um som metalico, o tecnico aos gritos agradeceu a informação e pediu para ligar dali a 5 minutos. Passados 5 minutos assim fiz e fui atendida por um outro tecnico a quem pedi ajuda. Depois de tudo explicado, entrou remotamente no meu pc, fez varias tentativas e nada consegui. Ao fim de 30/35 minutos aconselhou-me a reclamar com a NOS e pedir novo router pois pelo que percebi aquele router não dava para alterar a password. Conclusão: quase 1h depois de estar ao telemovel com essa empresa, fiquei com o mesmo problema e com uma conta para pagar conforme print que vou enviar. Relativvo aos custos da chamada, nada me foi dito. Caso tivesse conhecimento logo de inicio que o problema era do router, teria pedido de imediato a troca desse equipamento e resolveria o caso. Estou a reclamar pois acho indecente cobrarem-me um valor tão alto por um serviço que não me foi prestado e porque o site não resolveu problema nenhum. Com os meus cumprimentos, Maria Celeste Ramos

Resolvida
L. R.
16/09/2026

PIOR APOIO AO CLIENTE POSSÍVEL

O apoio ao cliente deixou-me extremamente insatisfeita. Sempre que procuro ajuda, sou encaminhada para um assistente virtual que não resolve nada e limita-se a respostas automáticas. Quando peço para falar com um colaborador humano, informam que só estão disponíveis das 09h às 17h, mas já tentei contactar em vários horários, incluindo às 14h e às 10h, e respondem sempre que estão offline. Além disso, cobraram-me por várias tarefas que nunca chegaram a ser realizadas. O mais grave foi quando um tasker não apareceu, não cancelou a tarefa e, por causa disso, acabei por faltar ao trabalho nesse dia. Ninguém se responsabilizou por esta situação, e sinto-me completamente desamparada como cliente.

Encerrada

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