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DENUNCUA D FGA / ASF: Escândalo e Mentiras descaradas da ASF – Reposição da VERDADE e Alteração da
DENUNCUA DA ASF: Escândalo e Mentiras descaradas da ASF – Reposição da VERDADE e Alteração da decisãoExmo. Senhores,No dia 08/06/2020 deslocava-me de motociclo a descer a Rua Diogo Botelho, quando abrandei e fiz sinal para virar à esquerda na Rua Dr. Carvalho quando um veiculo automóvel vindo da faixa da direita se atravessa a minha frente de repente, em transgressão (linhas continuas/Zebradas), Ver foto em anexo conforme o auto da PSP, sem dar sinal, sem olhar, sem ter qualquer precaução na manobra a esquerda (mesma direcção onde ia virar) quando, com o susto em milésimos de segundos há um embate na lateral traseira do carro (conforme AUTOS DA PSP). Dado que com o susto e o fato do carro estar em transgressão o meu motociclo bateu com a parte lateral direita do motociclo, no carro, dado o mesmo se ter atravessado a minha frente.A ASF atribui-me TOTAL responsabilidade pelo acidente por 2 vezes, senão vejamos os argumentos usados pela mesma e todas as provas que envio em anexo. A posição dos veículos na foto do local do acidente corresponde exactamente aos autos da PSP). Assim como as fotos do motociclo que provam que o mesmo bateu de lado (danos do motociclo são na parte lateral direita do mesmo) e não da parte frontal:Primeiros argumentos da ASF datados de 20/07/2020:1- A ASF afirma: “..pelo veículo lesante que iniciou ultrapassagem.” Eu ia com sinal para virar a esquerda conforme a minha testemunha confirmou a companhia de seguros do outro veículo e se demonstra nos autos da PSP, NUNCA A ULTRAPASSAR!!2- A ASF afirma: “No Auto de Ocorrência vem o depoimento de uma testemunha ocular que refere que o lesado não sinalizou a sua intenção mas que o lesante, que circularia a cerca de uns 10/15 metros atrás do lesado, nem sequer tentou travar...”. Ou seja, a testemunha do outro veículo reconhece que o mesmo NÃO sinalizou. E como poderia essa testemunha saber se eu tentei travar o possível ou não, como saberá se toquei no travão?? Não sendo isso muito importante mas estranho de afirmar.3- A ASF afirma: “Caberia ao lesante guardar uma distância do veículo da frente, tanto mais que o embate ocorre na parte de trás da viatura lesada, o que indicia que esta já estaria a concluir a manobra.” É MENTIRA que o embate ocorre na parte de trás da viatura “lesada” conforme consta no AUTOS DA PSP e no respectivo croqui da posição dos veículos. Como poderia guardar distância se o outro veículo dá uma guinada para a esquerda e quando se dá o embate o mesmo estava atravessado em transgressão (ilhéu/zona zebrada)?? Só por ai o referido veículo é culpado!! Além de que eu entrei na zona zebrada com o susto da repentina transgressão do outro veículo.Contestei a decisão com os argumentos acima descritos. No dia 30/07/2020 a ASF afirma: “Informamos que iremos realizar uma nova diligência.”Segundos argumentos da ASF datados da carta de 05/08/2020:1- A ASF afirma: “, foi efectuada uma averiguação às circunstâncias do acidente, tendo sido verificado que o sinistro ocorreu quando o outro interveniente realizava a manobra de mudança de direcção à esquerda - manobra essa permitida no local”. A manobra NÁO ERA PERMITADA NO LOCAL!! O veículo estava em transgressão (zona continua/zebrada) conforme consta nos AUTOS DA PSP. Mas que BRINCADEIRA É ESTA???2- A ASF afirma: “Foi também possível apurar, pelos vestígios no local, nomeadamente a marca dos pneumáticos do veículo ligeiro, que V.Exa. circulava à retaguarda deste e fora da via adstrita ao seu sentido de marcha, ou seja, por cima do ilhéu direcional e na via afeta ao trânsito em sentido contrário quando embateu contra o veículo lesado, conforme é documentado nas fotografias em nossa posse. “a marca dos pneumáticos do outro veículo que eu circulava a retaguarda do mesmo”. Como isso é possível “apurar” que eu circulava na retaguarda pela marca dos pneumáticos do outro veículo? “e “fora da via adstrita ao seu sentido de marcha, ou seja, por cima do ilhéu direcional e na via afeta ao trânsito em sentido contrário quando embateu..”O motociclo NUNCA entrou na “via afeta ao trânsito em sentido contrário quando embateu. ”Ou ia no “ilheú” ou em sentido contrário. Os dois ao mesmo tempo é que NÃO!!! Mas que é isto??“Conforme é documentado nas fotografias em nossa posse”. Quer mostrem as fotografias, pois as posições dos 2 veículos do auto da PSP contradizem essas afirmações!! Mas o que se passa aqui??A ASF nem na sua primeira decisão nem na sua SEGUNDA diligência através de um averiguador NUNCA contactaram a minha testemunha. Apenas a testemunha da parte contrária/que defendeu descaradamente o outro veículo. A única vez que me encontrei com o averiguador o mesmo apenas me mostrou o auto da PSP afirmando que eu era culpado e que “POR ISSO TODOS ESTÃO CONTRA SI”, por apenas ter contra argumentado e dito que achava um absurdo as afirmações do mesmo contrariando os próprios autos da PSP, fotos existentes, TUDO!! Fiquei escandalizado como é possível um organismo como a FGA/ASF JULGAR PUDER FAZER TUDO o que lhes apetece e bem entendem SEM QUALQUER CONSEQUÊNCIA???!!!! CHOCANTE E VERGONHOSO!Em anexo envio: 1- Foto do local do acidente com a posição dos mesmos conforme o AUTO DA PSP2- Fotos do motociclo que demonstram que o mesmo embateu de LADO, não de frente.3- Emails e cartas da ASF e os meus emails (resumidos acima)
Problema com empresa RegistoPredial.com
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas que fui enganado uma empresa espanhola que usa de forma abusiva o nome dos nossos serviços públicos.Quis obter o registo predial da minha casa via online, fiz pesquisa no por Registo Predial e a grande parte dos resultados da primeira página referem-se ao acto de pedir o registo predial mas a apontar para o site https://www.registopredial.com/.Nada deste site é indicado que se trata de uma empresa que nada tem a ver com a nossa entidade publica https://www.predialonline.pt/Fui de forma enganosa, encaminhado para o site registopredial.com, efectuei o pedido e paguei o dobro do que supostamente deveria ter pago, 30.38 Eur.Desconfiei quando recebi os emails de confirmação com lingua espanhola. Ainda assim achei que era um serviço externo contratado pelo IRN.Mais tarde descobri que não. É uma empresa que presta serviços em todo o mundo e usa nomes do site muito parecidos às nossas entidades.http://www.irn.mj.pt/sections/noticias/2018/o-irn-alerta-paraSinto-me enganado e lubridiado por ter pago o dobro do que devia.De facto foi-me enviado o registo predial, mas era algo que facilmente eu poderia ter solicitado online no site correto.Enviei um email para a entidade a reclamar e a resposta foi:Você solicitou o pedido de uma agência legal. Somos uma empresa privada e, portanto, temos que cobrar de você as taxas mais nossa comissão.No entanto na factura que me enviaram não vem descriminado qual o valor da emissao do registo predial nem dessas comissões, apenas o valor do pedido 24,70 Eur e o IVA de 5,68 Eur.
Danos materiais encomenda
Venho por este meio comunicar a V. Exas. os danos materiais ocorridos durante o transporte, pelo serviço de expedição de uma encomenda, contratado à TNT no dia 3AGO20. Tratou-se de uma encomenda particular, constituída por três volumes, num total de 71 kg, de Leiria (local de recolha) para Berlim (local de destino), tendo a mesma sido fraccionada durante o seu percurso e entregue em dias diferentes (2+1). As duas primeiras foram entregues no dia 7AGO20, apresentando-se uma delas em muito mau estado, não respeitando a informação de frágil. Dessa forma, apesar do material dentro do volume ir bem acondicionado, danificaram-se, irremediavelmente, 3 dos artigos transportados: 1 iMac 21,5’’’ com estrutura e ecrã partidos 1 painel frontal de sistema de som Sony HT-XT3 partido 1 bule de café (vidro) partido.Dei conta, nesse mesmo dia - 7AGO20 - à TNT, por e-mail (support.pt@tnt.com customerservice.pt@tnt.com) enviando fotos justificativas do material danificado, inclusive do estado de entrega da encomenda.Após esse e-mail, fiz outros nos dias 10,13, 14 e 17AGO20, respetivamente, não tendo recebido até à data nenhum e-mail de resposta, situação que considero inaceitável por parte da TNT perante a reclamação efetuada por um cliente! De igual modo efetuei vários telefonemas, em vários dias, tendo-me sido dito que iriam deixar uma anotação para me ser enviada uma resposta com a máxima brevidade. Tal nunca aconteceu!Num dos e-mails enviados remeti os orçamentos de reparação/substituição dos artigos danificados, obtidos junto dos representantes oficiais, no valor total de 1.555,41€.Efetuei o pagamento do serviço prestado, antecipadamente, no dia 3AGO20, por transferência bancária, não tendo, até à data recebido o respetivo recibo/fatura!Tenho toda esta informação devidamente documentada, com os e-mails trocados com uma colaboradora da TNT com as instruções para proceder ao pagamento.De igual modo, enviei nessa data, por e-mail, todo o conteúdo do material transportado e dimensões e pesos dos volumes.Finalmente, tentando formalizar a reclamação no endereço de internet da TNT, é pedido o e-mail para receber um link comprovativo (que recebo) sendo o mesmo remetido para o mesmo sítio, pedindo novamente o e-mail para envio do link e por aí fora, entrando em ‘looping’ não permitindo o respetivo avanço do processo de reclamação.Pelo exposto, venho solicitar a colaboração da Deco, na tentativa de obter uma resposta da TNT para a reclamação efetuada, com vista à reparação/reposição dos danos materiais.Atenciosamente, com os melhores cumprimentos,João Santos
Permitem fazer um pedido e pagar o mesmo que dizem não termos acesso para o fazer
Bom dia,No passado dia 05/07/2020, tentei efectuar a extinção de reserva de propriedade de um veiculo pessoal, no site da IRN. Preenchi todos os campos e efectuei o upload dos documentos. Logo após a estes passos, foi pedido o pagamento, sem qualquer aviso de impossibilidade/ competência para fazer a extinção. Efectuei o pagamento solicitado referente à alteração com os seguintes dados:Montante: 27,60 €No dia seguinte recebo um e-mail da parte do IRN, em como o pedido havia sido recusado pois não tinha autonomia para o fazer.Paguei esse valor para extinção da reserva de propriedade online (que não foi feita), entrei com o cartão de cidadão e respectiva assinatura digital tal como refere no site... Permitem que o processo avance, enviam as entidades para o pagamento e por fim é recusado e ficam com o meu dinheiro, e tenho que pagar novamente para ser feito presencialmente? Pagar aquilo que já estava pago!Via telefone fui informado, que quando é feito um pedido online de extinção de reserva de propriedade, e este é rejeitado, o cidadão terá que pagar um juro de 25€!Como sobravam apenas 2,60€, e também fui informado que apenas efectuam devoluções de quantias superiores a 5€, fiquei sem o valor que paguei no site.Gostaria de saber se tudo isto é legal. Após toda esta história fui ler os FAQ's do site e em lado algum somos informados que a rejeição do pedido terá um custo de 25€.Não deveria ser descontado o que já teria pago, na loja do cidadão?Obrigado,Orlando Almeida
Impugnação de Ata
Rececionada a ata número 49, relativa à Assembleia Ordinária de Condóminos realizada aos vinte dias do mês de julho de dois mil e vinte, procedeu-se à impugnação da mesma devido à existência de irregularidades. Como previsto no número dois do artigo 1433º (Impugnação das deliberações) do Decreto-Lei nº 47344/66, foi solicitada a convocação de uma assembleia extraordinária para se proceder à revogação das deliberações inválidas ou ineficazes.Por carta datada de onze de agosto de dois mil e vinte, a administração do condomínio comunica não ter encontrado “qualquer irregularidade na convocação ou funcionamento da assembleia de condóminos(...)”. Como tal, venho por este meio contestar os pontos defendidos pela empresa:Ponto 1: Pelo ponto 1 do artigo 1433º do Decreto-Lei nº 47344/66, a administração do condomínio não pode argumentar que “As deliberações posteriores sobrepõem-se e anulam as deliberações anteriores, pelo que passam a válidas a 20/07/2020.”. Existe um Regulamento do Condomínio aprovado em ata, pelo que as deliberações tomadas na Assembleia Ordinária de Condóminos que vão contra aquilo que está estipulado no Regulamento devem ser anuladas. Ponto 2: Mais uma vez, as decisões tomadas em assembleia nunca se podem sobrepor à lei. O valor de qualquer intervenção que seja necessária fazer deve ser dividido pelos condóminos de acordo com a permilagem da sua fração. A lei determina que pode haver um acordo diferente entre os condóminos para que a repartição seja, por exemplo, igual para todos, independentemente da permilagem. Contudo, para que tal ocorra, a decisão tem de ser tomada em assembleia de condóminos com maioria de dois terços do valor total do prédio, sem oposição de nenhum condómino. Isto não se verificou.Ponto 3: Novamente, a administração argumenta algo que não se verifica. Consta na ata número 44 que “(...)foi apresentado pela Presidente a sugestão dada pelo proprietário da fração B, o qual confirmou que a partir do momento em que seja resolvida a infiltração existente no seu armazém, começará a pagar mensalmente o valor de condomínio. No entanto, ficará a dívida desta fração para com o condomínio até à altura em que esteja resolvida a infiltração do seu armazém, saldada, não tendo nada a pagar ao condomínio até essa altura. Apresentada tal proposta aos condóminos presentes, ficou a administração de apresentar o que será pago pelo condomínio em termos de valores de franquia no presente sinistro em fase de resolução e nessa altura decidirá se aceitará as condições propostas, ficando para tal transcrito posteriormente.” Como em atas posteriores não vem qualquer menção a este assunto, nomeadamente se a proposta foi ou não aceite, não pode a atual administração do condomínio dizer que “De acordo com deliberação anterior, constante da ata nº 44, decidiram os condóminos isentar a fração B do pagamento das despesas de condomínio, motivo pelo qual as quotas para as obras foram distribuídas pelos demais condóminos.”. Ponto 4: Relativamente a este ponto, devem ser justificadas decisões contrárias perante situações análogas. Para além disso, é dado a entender que a proposta feita pelo condómino da fração V foi refutada apenas porque este não se encontrava presente na Assembleia Ordinária de Condóminos, o que é totalmente incabível.Por fim, a impugnação alertava para o facto de não terem sido apresentados quaisquer orçamentos para as intervenções necessárias, motivo que me obrigou a votar contra e impugnar a ata. Estes orçamentos continuam em falta e a ESCO não se pronunciou acerca dos mesmos. Devo alertar que nos pontos 2 e 3 do artigo 8.º (Obras de Conservação nas Partes Comuns) do Regulamento do Condomínio, aprovado em ata, isto está explícito.
recusa de entregar livro reclamações
Solicito a intervenção da DECO no seguimento da violação dos meus direitos enquanto consumidora, assim como as injúrias e difamação que me foram dirigidas pelos proprietários de um restaurante, como represália por ter solicitado o livro de reclamações e de ter partilhado a minha experiência junto do site Tripadvisor.No dia 12/08/2020, desloquei-me ao restaurante denominado Sabores da Vila, de que se apresenta como proprietária Sofia Alexandra Bento Porfírio, a mesma pessoa que atende os clientes à mesa, sito na Estrada Nacional 2, n.º 113, 7090-022 Alcáçovas.Desde logo, à entrada, os doseadores de desinfectante estavam vazios.Por ter sido vítima de tratamento impróprio, com falta de civilidade, o não saber receber clientes e a extrema rudeza, pedi o livro de reclamações, que me foi negado.No seguimento do que, fui obrigada a pedir a intervenção da GNR, que me acompanha ao restaurante. Só após a advertência dos Senhores Guardas para entregar o livro, a proprietária do estabelecimento grita: - Vou buscar. Também, não quero clientes como esta chata! Quero lá saber que apresente queixa.A GNR teve de permanecer no local enquanto escrevo no livro numa mesa à entrada. Pessoas afectas ao restaurante passam rente a mim, saído por uma porta e entrando por outra, em clara tentativa de me atemorizar e uma delas grita tristeza!No final, insistiu em entregar-me o original da reclamação, quando lhe disse que esse seria para enviar à ASAE! Disse que ela é que sabia!A reclamação no livro teve o n.º 18985354 e já foi participada à ASAE.Procedi ao relato da minha experiência no Tripadvisor e, em reposta, o utilizador “carlospN3569IA”, que se apresenta como “proprietário em Sabores da Vila”, prossegue o tratamento desprimoroso e sem respeito pelo consumidor e acusa-me, de forma injuriosa e difamatória, de ter criado “contas de propósito para denegrir a imagem de estabelecimentos comerciais”!Esta resposta do estabelecimento, aos comentários negativos que recebe dos clientes, apenas comprova a falta de atenção, educação e respeito pelo consumidor. Tanto mais que, a avaliação não teve nem tem qualquer propósito de denegrir quem quer que seja, mas partilhar uma má experiência enquanto consumidora.Má experiência partilhada por outros consumidores e utilizadores do site Tripadvisor, nomeadamente, - Em 6 de Julho de 2018, o utilizador Luis Filipe Marques conta a sua experiência no restaurante como tendo sido “Uma refeição que poderia ser excelente se não fosse prejudicada pela insolência, presunção e falta de atenção constante da jovem empregada. Esta menina precisa de uma boa formação de atendimento ao cliente ou irá certamente danificar a boa qualidade deste restaurante”- Em 18 de Julho de 2018, a utilizadora Marta C, conta que “A empregada mais mal educada de sempre (…) Pedi a conta e paguei e a senhora ainda estava mal disposta. Que falta de atenção e de educação! Gente mal formada.”- Em 12 de maio de 2019 , o utilizador Z8266TDjos_m, relata uma “Péssima experiência com a empregada”- Há 2 semanas, a utilizadora Topjury denuncia violação das regras de higiene e segurança, em relação à empregada, afirma que “Et elle a osé nous donner une leçon sur les masques en nous expliquant qu’ils ne sont pas obligatoire”- E em 14 de Agosto pºpº, a utilizadora RosaR3302 descreve “Atendimento péssimo! A empregada é arrogante é muito mal educada! De uma prepotência atroz! Uma experiência horrível a não repetir!”Comentários disponíveis on-line e de que anexo cópia.Anexo igualmente a reclamação apresentada no livro.Pelo exposto, solicito a intervenção da DECO para repor o respeito pelos direitos dos consumidores naquele estabelecimento.
APROPRIAÇÃO DO DINHEIRO ALHEIO
No dia 13 de março a fines hut nos enviou email avisando que o ginasio seria fechado por tempo indeterminado pelo covid. neste mesmo dia minha parcela da mensalidade foi debitada.No dia 15 de março escrevo ao supporte que ao contrario do que a fitness hut me disse a parcela foi cobrada. Mas como foi no mesmo dia em que fecharam o gym eu pensei que esta parcela seria usada quando voltasse o gym ja que nao usei nenhum segundo da parcela indo ao gym. Resolvi esperar mesmo achando que a programação do sistema da fitness poderia ter sifdo alterada para noa haver a cobrança. Mass nao liguei muito porque era covid etc. Todos muito preocupados com oq estava a acontecer. no dia 31 de março a fitness me envia um email com novas opcoes de pacotes e para que nos escolhessemos um. eu achei estranho mas resolvi perguntar sobre minha parcela cobrada e se pderia fazer parte da promoção que eles estavam fazendo. nunca tive intencao de parar de ir ao gym. entao respondi tentando saber mais informações .... SEM RESPOSTA.5 de maio novamente me enviam o mesmo email com os mesmos pacotes e eu novamente faço as perguntas e tento negociar os pacotes com a parcela que me foi cobrada com o club fechado. SEM RESPOSTA.25 de maio depois de 4 emails sem resposta reescrevo a fitness alegando o descaso a falta de resposta a falta de comunicação e meu descontentimento com a situação. novamente SEM RESPOSTASno dia 1 de junho a fitness e escreve dcomunicando que teriam ja data de retorno eu pela 5 vez respondo perguntando sobre o paote e minha parcela cobrada... SEM RESPOSTACobraram novamente mensalidade mesmo eu desejando sair.a partir dai nao queria mesmo estar nesse gymnasio. porque se nao conseguiam responder um email para o usuario pagante do gynasio imagine fazer a limpeza e desenfetacao do ambiente corretamente... deste ponto em diante ja era impossivel qualquer retorno. depois de ligar a amigos contar e pedir dinheiro emprestado porque a fitness me lesou descobri que minha amiga que tb nao tinha resposta descobriu que so pelo site poderia cancelar.... depois de quando retiraram minha parcela em junho depois de tudo que se passou cancelei. e ainda continuo sem resposta. ligo para central de amoreiras ninguem me atende... esta muito dificil.. fui lesado d e o fitness agiu de ma fe.... tenho todos os emails comprovativos. As consequancia sao: eu nao acredito no gymnasio mais. eu necessito no gym porque tenho problemas graves nos joelhos. ja escrevi diversos emails. todos sem resposta ! eu nao vou me arriscar a ir presencialmente sendo que a OMS ainda esta aconselhando a NAO PRESENCIAL.
abuso de custo de peça
Venho, por este meio, comunicar a V. Exmas, que no passado dia 3 de Agosto, a empresa Solar Agraço deslocou-se à minha morada habitacional, para verificação/reparação do sistema de painel solar. Quando o técnico verificou, referiu que a peça danificada, deveria custar entre 150 e 200€, foi então ao armazém buscar a peça e quando a montou referiu que afinal tinha um custo de 370 euros. Tal era a minha necessidade, que vi-me forçado a aceitar, pois fazia-me falta ter agua quente.Prontifiquei-me a pagar, mas como o valor era alto, pedi o IBAN, ao que menciona que se for por transferência, tem que cobrar o IVA. colocou-me à vontade para passar durante a semana dirigir-me à empresa a fim de pagar.Após esta diferença de valores, contatamos outras empresas, que nos deram valores a rondar os 120/150€. Perante este cenário de aproveitamento da necessidade do cliente, fomos à empresa para pedir a tabela de preços da peça em causa, a qual foi referido não haver tabela. Referiram inclusive que não costumavam trabalhar com esta marca, mas por coincidência tinham uma peça em stock e pediram orçamento ao fornecedor, e que aquele é o valor. A peça que montaram é da marca taconova e como ser verificado na folha de obra(nº0653, de 03/08/2020), refere outra marca (solius). as incongruências no discurso da empresa foram demasiadas, até que o Sr. Marco, referiu que então iriam lá tirar a peça, mas que iriam cobrar essa desmontagem, cobrado assim a fatura FA 194A de 10/08/2020, no valor de 73.80.Em suma, a empresa não agiu de boa fé, não foi transparente no negocio e mostrou não ser cumpridora da lei, omitindo a tabela de preços da peça em causa.
Não recebi ainda a rescisão
Venho por meio deste informar que no dia 31/07/2020 fui mandada embora da empresa Sa limpa onde trabalhava desde o dia 29/03/2020 em um contrato com termo incerto, no último mês diminuíram o meu horário de 8h por dia para 6h por dia e diminuíram o salário drásticamente assim também como o subsídio de alimentação que já era uma vergonha (1,86 por dia). Se já não bastasse isso hoje dia 14/08/2020 ainda não recebi nenhum documento por escrito da empresa rescindindo o contrato , nem os subsídios de férias , natal e multa rescisória, já que não me mandaram cumprir nenhum aviso prévio, já se passaram duas semanas e ainda não recebi nada, gostaria que isso fosse resolvido e eu recebesse os meus direitos.Cumprimentos, Yasmin Nunes
A Empresa não fez nem acabou a obra em condições
NIF: 514945910Nome da Empresa: R&M Projectos Remodelações e ConstruçõesExmos. Senhores,A Empresa foi contratada para remodelar toda a canalização desde a saída do contador até à cozinha e WC.Remodelar a cozinha toda e WC, colocar chão novo em todo o corredor, cozinha, wc e despensa. No suposto final da obra, visitámos o imóvel que está actualmente alugado, para ver se estava tudo ok, ainda faltavam fazer muitas coisas, no entanto garantiram-nos que iria ficar tudo impecável e nós confiámos.No dia seguinte e após já ter efectuar o ultimo pagamento, recebemos uma chamada dos inquilinos a relatar a forma como a Empresa R&M Projectos deixou a obra.Fomos ver com os nossos olhos e efectivamente os acabamentos eram quase inexistentes e o trabalho ficou muito mal feito, nomeadamente: Rodapé sem juntas, e buracos nas paredes junto ao rodapéBuracos sem betumar, nas paredes onde colocaram canos Falta de juntas em muitos sítios, principalmente na bancada da cozinhaChão mal colocado, com imensos azulejos desnivelado e sem massa de junta na maioria do chão, usaram o cimento como massa de junta e claro aquilo desfaz-se tudoFalta de junta onde finaliza o azulejo da parede e inicia o chãoColocação de azulejos nicadosNão fixaram o lava-loiça, que mal encaixava, porque estava cheios de restos de silicone Não fixaram a placa e o forno No local onde ficou a máquina da loiça nem colocaram chão novoNa zona do exaustor, deixaram a caixa de ligação sem tampa, com fios a olho nu e 2/3 cm fora da paredeNo WC colocaram um espelho nicado num cantoNão colocaram sanca num canto do DucheColocaram pouco silicone na zona do duche e o Bidé ficou sem parafusos de fixação ao chãoA limpeza pós obra foi inexistente, deixaram a casa extremamente cheia de pó e não colocaram no lixo o lavatório antigo, deixando-o de decoração à entrada da salaPintaram apenas meia parede do corredor quando ficou acordado pintarem a parede toda.A obra iniciou dia 13/07, supostamente terminou dia 07/08, no dia 09/08 entrámos em contacto com a Empresa para reclamar, ficaram de enviar um funcionário dia 10/08 e nada, no dia 11/08 o telefone estava desligado e apenas no dia 13/08 voltaram a ligar, por volta das 17h00. Não podíamos ficar à espera da Empresa, estamos insatisfeitos com os seus serviços e como é um imóvel alugado os inquilinos não podiam ficar mais tempo à espera que a situação se resolvesse. Tivemos que ser nós a resolver a situação.Queremos pedir uma indemnização por todo o dinheiro que já perdemos e por termos ficado com a remodelação do imóvel extremamente mal feita.
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