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Espera para cirurgia
No ano de 2023 desloquei-me ao hospital de Vila Franca de Xira para uma consulta de oftalmologia, onde após todos os exames me foi dito que podia ser feita uma cirurgia e que me iriam colocar em lista de espera. Em janeiro de 2026 desloquei-me a este hospital para saber informações sobre o processo visto que já tinha passado muito tempo, ao que me foi dito que não me encontrava na lista de espera para a cirurgia e que o médico não me tinha colocado, mas que iriam solicitar ao Backoffice que me contactasse para me poderem esclarecer. Até ao dia de hoje ainda não fui contactada por ninguém do hospital para ter um esclarecimento, não houve o mínimo de preocupação Acho inadmissível ter estado este tempo todo à espera de uma cirurgia para a qual eu nunca tive na lista e não há nenhuma resposta nem resolução por parte do hospital.
Cancelamento de plano
Exmos. Senhores, Relativamente ao Plano +CUF contratado por telefone em outubro de 2024, solicito formalmente: Cópia integral do contrato celebrado Cópia da gravação da chamada telefónica em que o contrato foi acordado Comprovativo de que me foram enviadas as condições contratuais na altura da adesão Até à presente data não recordo ter recebido ou assinado qualquer contrato assinado nem documento com os termos e condições. Solicito o envio destes elementos o mais breve possível. Obs; Estou solicitado este cancelamento por está em falta de condições financeira, tendo em vista que apenas usei este plano em um desconto no exame feito 2024. Nada mais. Com os melhores cumprimentos, Zilpa Carvalho
Atualização da reclamação
Exmos. Senhores. Venho por este meio atualizar a reclamação apresentada, informando que, apesar de não ter obtido até ao momento qualquer resposta escrita por parte da empresa Medicare relativamente à resolução do contrato, fui hoje contactada telefonicamente por um colaborador que se identificou como pertencendo a um “departamento de satisfação do cliente”. Durante a chamada, informei que me encontrava em horário de trabalho e que não tinha disponibilidade para falar naquele momento, bem como que já tinha exposto formalmente a minha insatisfação e os factos relevantes através dos canais adequados. Ainda assim, o colaborador insistiu de forma reiterada em prosseguir a chamada, exigindo a autorização para gravação, adotando um tom sarcástico e prepotente, revelando total desconsideração pela minha indisponibilidade e pelas explicações prestadas. Perante a minha recusa em autorizar a gravação da chamada, o colaborador terminou o contacto de forma abrupta, afirmando que seria contactada por outros meios. Considero este comportamento inadequado, desrespeitoso e intimidatório, sobretudo num contexto em que o contrato se encontra formalmente contestado, sem resposta escrita da empresa, e com processos de reclamação ativos. Solicito que este comportamento seja igualmente tido em conta na análise do meu caso.
Anular seguro
Boa tarde No dia 7 de Janeiro Enviei um e-mail para a Medicare para anular o seguro uma vez que a empresa tinha dado um seguro com inicio em Janeiro. Obtive a resposta que anexo. Liguei mais tarde e disseram-me que só podia ser anulado quando fizesse um ano. É assim ou posso anulá-lo de imediato. Muito Obrigado Tel 965741080
Desgraça e Fraude
Na noite de sexta-feira, 14.02.2026, a minha esposa ligou-me do trabalho a dizer que se sentia mal. Fui imediatamente buscá-la e dirigimo-nos às urgências do Hospital CUF Porto, por ser a unidade mais próxima do local de trabalho dela. Os problemas começaram logo à entrada: apesar de a minha esposa estar curvada com dores, com um saco na mão e ter acabado por se sentar no chão por não conseguir aguentar-se em pé, nem os funcionários da receção nem qualquer outra pessoa se dignou a intervir. Parecia não ser uma urgência, mas sim uma fila de espera comum, onde até pessoas que chegavam em perfeitas condições eram atendidas por ordem numérica. Questionei o funcionário do registo se aquilo era realmente uma urgência, apontando para a minha esposa prostrada no chão enquanto ele priorizava o registo de um jovem que estava calmamente de pé. Só depois enviaram uma cadeira de rodas; no entanto, entregaram-me a cadeira a mim e disseram-me para a levar para a sala de espera interior. Após algum tempo, fomos levados a uma pequena sala onde alguém (não sei se médico ou técnico) fez algumas perguntas, colocou-nos pulseiras e levou a minha esposa para o interior. Apesar de ela ter entrado a chorar, a gemer, a vomitar bílis e a queixar-se de dores fortíssimas, só cerca de 20 minutos depois é que uma enfermeira apareceu para lhe retirar sangue. Expliquei aos funcionários que, numa situação anterior idêntica no Hospital Lusíadas, ela tinha sido medicada com analgésicos e soro, tendo recuperado e tido alta em cerca de duas horas. Embora não soubesse os detalhes técnicos, o tratamento lá foi eficaz. Na CUF, apesar de eu pedir que aliviassem a dor dela ou que a sedassem como fizeram nos Lusíadas, limitavam-se a dizer que 'já tinham dado analgésicos' e tentavam afastar-me do local. Falava com a minha esposa por telefone a cada 5 minutos; ela mal conseguia falar, chorava desesperada, dizia que a dor era insuportável, que tinha medo de morrer e que continuava a vomitar. Ela dizia-me que implorava por ajuda aos médicos e enfermeiros, mas que estes a ignoravam, negando-lhe inclusive uma cama ou maca para se deitar. Assustado e revoltado, entrei nas instalações e exigi à enfermeira que retirasse o soro e tudo o que tinham ligado, pois íamos para outro hospital. Não o fizeram. A enfermeira falou com o médico, que nos pediu para esperar. Alegaram que tentaram levar a minha esposa para uma tomografia (TAC) três vezes, mas que ela não ficava quieta devido à dor. O facto de tentarem fazer exames de diagnóstico caros antes de controlarem a dor dela fez-me suspeitar de motivações puramente económicas. Ao ver a minha esposa com o rosto pálido, olhos sem vida e quase desfalecida numa cadeira, perdi a paciência. Exigi, num tom mais elevado, que fizessem algo ou nos deixassem sair. Só nesse momento é que médicos e enfermeiros se mobilizaram, trouxeram uma maca e finalmente a instalaram num quarto. Ela ficou em estado de semi-consciência sob efeito de soro durante algumas horas. O meu sogro também se deslocou ao hospital e ficámos todos ali até ao meio da noite. Por volta das 02:30, deram-lhe alta. Saiu novamente em cadeira de rodas, ainda com dificuldade em falar — algo que nunca aconteceu após o tratamento nos Lusíadas. O choque final foi na faturação: apresentaram-me uma conta de 692,36 Euros! Em resumo: um problema que no Hospital Lusíadas foi resolvido de forma simples e eficaz em 2 horas, na CUF transformou-se num pesadelo de várias horas para toda a família, sem um atendimento digno. E por este serviço deplorável, cobraram quase 700 euros. Conclusão: Se não estiverem numa situação de vida ou morte extrema, nunca escolham o Hospital CUF, especialmente o do Porto. A minha experiência foi de que, em nome do lucro e da realização de exames desnecessários, colocam a saúde do paciente em risco. Não recomendo a ninguém.
Burla
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 45100311577 Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Recebi uma ligação muito mal educada por ter cancelado o débito direto da Medicare e me ameaçaram de fazer restrições ao meu nome e me cobrar pela dívida por outras vias. Penso que tentaram debitar em minha conta e não conseguiram. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas para o mês de outubro. Então hoje, 12/02/2026, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, e se não cancelarem irei tomar as devidas medidas sobre meu direito.Agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.
Reclamação relativa à Unidade de Saúde de Baguim do Monte – Gabinete de Saúde Oral
Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente a atrasos graves no acesso a cuidados de saúde oral no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. Sou beneficiário de RSI, isento de pagamentos no SNS, e possuo cheque-dentista válido para 1 ano. Iniciei os meus cuidados de saúde oral em 28/06/2022 no Centro de Saúde de São Pedro da Cova, com consultas agendadas de 4 em 4 meses. Em 2024, a dentista que me acompanhava entrou de licença de maternidade, pelo que fui orientado a solicitar nova referenciação através da minha médica de família, sendo agora acompanhado no Gabinete de Saúde Oral da Unidade de Saúde de Baguim do Monte. Apesar de ter a nova referenciação emitida, validade: 03/02/2026 a 03/02/2027), as consultas estão a ser marcadas com intervalos de 7 a 8 meses, o que impossibilita a continuidade adequada do tratamento. Até ao momento, os tratamentos realizados incluem apenas limpezas dentárias e pequenas cáries. A minha situação clínica é grave: dentes partidos, cáries extensas e perdas dentárias, o que requer acompanhamento regular. Não dispondo de meios financeiros para recorrer ao setor privado, esta situação compromete gravemente a minha saúde oral e evidencia falha no cumprimento do plano de cuidados previsto para utentes vulneráveis. Solicito expressamente: Antecipação da consulta atualmente marcada (27/08/2026) para intervalo adequado entre consultas; Garantia de marcação de consultas com periodicidade clinicamente adequada; Avaliação da possibilidade de transferência para outra unidade com maior disponibilidade; Reconhecimento formal da falha no atendimento e da violação do direito de acesso a cuidados de saúde essenciais. Anexo a esta reclamação cópias das referenciações, cheques-dentista e comprovativos das consultas realizadas até ao momento. Aguardo resposta formal e célere de todas as entidades competentes.
Pedido no acorde con la venta
E realizado un pedido contrareembolso de 98€ por la compra de una máquina laser y me an enviado un muñeco de bob esponja y nadie contesta a los correos y no hay manera de ponerse en contacto con ellos
ENCOMENDA NAO RECEBIDA
Efectuei uma compra no site pharmax anabolic no dia 24.01.2026, mas após pagamento, nunca mais responderam e nunca mais recebi contacto nenhum. Parece me que fui enganado. Cuidado com este site.
Alteração unilateral de condições contratuais
A empresa VivaGym alterou unilateralmente as minhas condições contratuais, sem a minha autorização, sem o meu consentimento e sem qualquer comunicação prévia. As condições originalmente contratadas – livre trânsito em todos os clubes de Lisboa, foram modificadas para condições manifestamente inferiores, sem que me tivesse sido dada qualquer possibilidade de aceitação ou recusa, o que constitui uma prática inaceitável e contrária aos princípios básicos da boa-fé contratual e da proteção do consumidor. Em nenhum momento fui informado desta alteração, por carta registada com aviso de receção ou qualquer outro meio direto, tendo tomado conhecimento da mudança contratual apenas posteriormente quando fui “barrado” a entrar num clube. Esta atuação viola claramente os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o direito à informação e o direito ao cumprimento integral das condições acordadas no momento da celebração do contrato. Exijo a reposição imediata das condições contratuais originalmente acordadas ou, em alternativa, a resolução imediata do contrato, bem como a restituição dos valores pagos desde a modificação unilateral do contratado. Considero esta situação grave e totalmente inadmissível, por constituir uma alteração unilateral das condições contratuais, em clara violação do artigo 406.º do Código Civil, bem como do artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), relativo ao dever de informação, e ainda do Decreto-Lei n.º 446/85, que regula as cláusulas contratuais gerais, nomeadamente no que respeita à proibição de alterações contratuais sem o consentimento expresso do consumidor. Para piorar a situação, o Vivagym não tem contacto de telefone, envio pedidos de contactos para os mesmos sempre sem sucesso e o formulário de apoio na página nunca tem retorno de ninguém. Esta empresa tem um comportamento vergonhoso e inaceitável para com os sócios!
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