Reclamações recentes

colchao

Bom dia , eu maria fernanda, comprei um Colchão através de consultas de saúde por pessoal da Imedic, que me está a causar problemas e dores, já enviei mms, para a diretora e para a pessoa que me vendeu o colchão com crédito da Cetelem e não me estão a dar resposta ao assunto, o colchão esrtá em minha casa à cerca de 16 dias e já o tirei da cama e coloquei o meu antigo, como faço para pedir a anulação do empréstimo e a firma vir buscar o colchão? alem de já ter pedido a fatura à diretora + vendedora e onelay para a Imedic - cont: 208984313 - tel: 966649126 - desejo saber como faço para anular a compra de um colchão, que me está a trazer problemas para a saúde já reclamei e não me estão a dar resposta. Aguardo resposta com urgência Fernanda Margarida

Em curso

Cancelamento de Contrato (venda fora do estabelecimento) -1 dia após a compra

No dia 25 de setembro de 2026, os meus pais, ambos com mais de 65 anos, foram contactados por esta empresa sob o pretexto de um rastreio de AVC, numa morada que não é um local habitual de prestação de cuidados médicos nem próximo de qualquer centro de saúde. Foram atendidos por volta das 19h00 por pessoas que se identificaram verbalmente como "técnicas", mas que não apresentaram qualquer identificação profissional. Ao aperceberem-se de que a minha mãe se deslocava com dificuldade devido a um problema na coluna, a referida "técnica" começou a apresentar-lhe um topper (colchão), alegando que o produto reduziria as suas dores e poderia até dispensá-la de tomar medicação. A minha mãe demonstrou reticência, mas foi pressionada a decidir de imediato, com o argumento de que a venda só poderia ser concretizada naquele dia. Os meus pais acabaram por aceitar, num contexto que consideramos revelar diversas práticas preocupantes: • O valor do produto foi apresentado com um "desconto", associado a um financiamento em 72 prestações, cujo valor total com juros acabou por ser muito próximo do preço inicial mencionado verbalmente, situação que os meus pais não perceberam no momento; • Foi mencionado verbalmente o nome da entidade financeira que concederia o crédito (entidade essa distinta da própria empresa vendedora), mas não foi entregue qualquer contrato ou documento com os detalhes desse crédito, apenas a promessa de que essa entidade contactaria os meus pais; • Foi tirada uma fotografia ao cartão de débito dos meus pais sem que estes compreendessem o motivo, visto já terem fornecido o comprovativo de IBAN, não têm a certeza se foi fotografada uma ou as duas faces do cartão, e no qual teve de ser cancelado; • A entrega do produto foi feita ainda no mesmo dia, de forma apressada. Quando os meus pais nos mostraram o produto e o contrato, ficámos de imediato preocupados: o preço está claramente acima do praticado para produtos semelhantes no mercado, e todo o procedimento comercial nos pareceu abusivo face à vulnerabilidade dos meus pais. O produto nunca chegou a ser utilizado e foi de imediato retirado da cama. Exercício do direito de livre resolução • 26 de setembro de 2026 foi enviado email com o formulário de livre resolução assinado pelo meu pai, solicitando ainda: 1. Confirmação do cancelamento da compra e da resolução do contrato, de forma escrita(email); 2. Identificação, por email, da entidade financeira responsável pelo crédito associado à compra, e confirmação de que a mesma foi notificada da resolução do contrato principal e do consequente cancelamento do contrato de crédito; 3. Indicação, da forma e data de recolha dos bens, sem custos para o consumidor. Até à data, nenhum destes três pontos obteve resposta. • 28 de setembro de 2026 foi enviada carta registada com aviso de receção para a morada constante do contrato, com exercício do direito de livre resolução com o respetivo comprovativo de envio dos CTT remetido também por email. Nesse mesmo dia, tentámos repetidamente contactar telefonicamente o apoio ao cliente, sem sucesso. Ao contactar diretamente a técnica responsável pela venda, foi-nos apenas informado que estaria em reunião durante a manhã, devendo tentar-se o contacto à tarde. • 29 de setembro de 2026 foi finalmente possível falar com o apoio ao cliente, que se recusou a fornecer qualquer informação sobre prazos de cancelamento ou de resposta. A única resposta obtida ao email enviado foi uma mensagem genérica de receção, sem qualquer informação concreta. No mesmo dia, a técnica voltou a contactar os meus pais, propondo um desconto de cerca de perto 800 euros no produto, chegando a insinuar que seriam os filhos a não quererem o "bem" da minha mãe, e que a escolha desta seria continuar a tomar medicação para o resto da vida. Importa referir que, no momento da venda, a minha mãe não percebeu que o colchão tinha o sistema de vibração, pois a forma de explicar foi com muitos termos específicos e confusos, quando a minha mãe o experimentou em casa, queixou-se de imediato, tendo a técnica respondido que seria necessário "experimentar a dormir" alguns dias. A minha mãe foi, quando foi diagnosticada com o problema de saúde foi aconselhada pelo seu médico ortopedista a não utilizar sistemas de massagem com vibração. Perante a recusa da proposta de desconto, foi dito que "alguém" entraria em contacto. No dia seguinte foi enviado novo email a solicitar detalhes, sem resposta. • 2 de outubro de 2026 após novo contacto telefónico, igualmente difícil de concretizar, foi enviado email s confirmar o que foi dito na chamada e a solicitar mais uma vez a resposta as perguntas feitas no 1º email do dia 26 de setembro. Durante a breve chamada a única informação obtida foi a de que alguém contactaria "na próxima semana", sem indicação de data nem de forma de contacto (telefónico ou presencial). O facto de colocar esta reclamação é o facto de que o dia 5 de outubro (segunda-feira) é feriado, e o prazo de 14 dias para a livre resolução termina no dia 9 de outubro (sexta-feira), o que torna a janela temporal para resolução deste assunto extremamente curta. Foi também solicitado, sem resposta até ao momento, que nos fosse indicado com um dia de antecedência quando seria feito o contacto. Face à forma como todo este processo tem decorrido, solicitamos: • Que a data do contacto para cancelamento conte com a presença de um dos filhos; • Que seja fornecida, por escrito, a confirmação do cancelamento antes do términus do prazo de 14 dias. Não podemos afirmar que se tratou de uma burla, mas todo o processo tem sido marcado por práticas comerciais agressivas e pouco transparentes, dirigidas a dois consumidores idosos e vulneráveis, causando grande preocupação e desgaste emocional, a minha mãe, desde que tomou consciência de toda a situação, tem estado num estado de nervosismo constante e com dificuldades em dormir. Com esta reclamação pretendemos garantir que a compra seja cancelada o mais rapidamente possível e dentro do prazo legal, para que esta situação seja definitivamente resolvida.

Encerrada

Recusa ilegal de garantia – Poltrona elevatória iMedic (Contrato R119)

Exmos Deco Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa iMedic relativa à recusa de acionamento da garantia legal de uma poltrona elevatória adquirida em 17 de fevereiro de 2024, ao abrigo do contrato R119. A poltrona foi adquirida para utilização diária por uma pessoa com mobilidade reduzida, sendo um equipamento essencial para atos básicos do quotidiano. No entanto, poucos meses após a aquisição, começaram a surgir vários problemas técnicos, incluindo ruídos anormais, elementos soltos e necessidade de intervenções de assistência técnica. Posteriormente, em dezembro de 2025, surgiram danos graves no revestimento da poltrona, nomeadamente rasgões progressivos no material. A situação foi comunicada à empresa no dia 11 de dezembro de 2025, portanto dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Apesar disso, a empresa recusou assumir a reparação/substituição ao abrigo da garantia, alegando genericamente “desgaste”, “mau uso” e “uso indevido”, sem apresentar prova técnica idónea que sustente essa conclusão. Através da minha mandatária, foi solicitado: - Relatório técnico independente; - Identificação do perito responsável; - Metodologia e testes realizados; - Especificações técnicas do material; - Demonstração objetiva de que os danos resultariam de mau uso e não de defeito de conformidade. Após mais de um mês de insistências e sucessivos adiamentos, foi finalmente enviado um suposto “relatório técnico” emitido pela própria entidade ligada à venda/distribuição do equipamento (EXPODIRECT Proveedores), assinado pelo gerente da empresa, sem qualquer independência técnica demonstrada. O referido relatório: - Não identifica qualificações técnicas do autor; - Não contém ensaios laboratoriais, testes ou medições; - Baseia-se apenas em observação visual; - Não apresenta especificações de resistência/durabilidade do revestimento; - Não exclui tecnicamente defeito de fabrico ou falta de conformidade; - Limita-se a concluir, sem fundamentação objetiva, que existe “uso indevido”. Mesmo após a contestação detalhada destas falhas, a empresa manteve a recusa da garantia sem apresentar qualquer prova adicional. Considero que esta atuação viola claramente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente: - A presunção legal de falta de conformidade dentro dos primeiros 2 anos; - Odireito à reparação/substituição sem custos; - O dever de reposição da conformidade em prazo razoável; - O ónus da prova que recai sobre o vendedor quando pretende excluir a garantia. Além disso, todo o processo tem sido marcado por atrasos sucessivos, ausência de resolução efetiva e desgaste emocional significativo, especialmente tendo em conta que se trata de um equipamento essencial para uma pessoa com mobilidade reduzida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta atuação da empresa e promover a reposição da conformidade do bem ao garantir o cumprimento da legislação de defesa do consumidor. Tenho em minha posse toda a documentação relevante, incluindo: contrato/fatura de compra; fotografias dos danos; relatório técnico enviado pela empresa; troca integral de emails entre as partes e respetivas mandatárias. Com os melhores cumprimentos, Joana Vilas Boas

Resolvida

Burla Telefónica

No dia 28 de agosto, fui contactada por esta empresa para ir a uma sede desportiva para fazer uma avaliação de saúde, anunciando-se como uma farmacêutica. No encontro, as pessoas que atenderam declamaram que eram técnicas e fizeram "exames". Após de uma prolongada conversa, apresentaram uns produtos (uma maquina para hidrogenação da água e outra que as "técnicas" apresentaram como um aparelho de filtração de toxinas). Após uns dias, verifiquei que a "máquina de filtração" não só é um burla como não melhorou a minha condição física, dado que a mesma maquina fazia uma eletrolise para enganar. Fizeram um credito para a compra do produto ao qual não estou interessada em ter. Estou no direito a reclamar e cancelar este contrato, só que as técnicas recusam a devolução do equipamento e o cancelamento da compra. E para piorar a situação fiz a chamada antes do final do prazo de devolução.

Encerrada

Resolução de contrato

No dia 15 de Março efetuei a compra de uma base medicinal com grafeno e fisioterapia a um representante da empresa iMedic. Foi no decurso de um rastreio feito não nas instalações da empresa mas sim numa sede musical próximo à localidade onde vivo. Na altura foi-me sugerida a tal base e, com muita insistência e sem sequer ter experimentado o produto, acedi à compra da mesma a qual ma foi trazida de imediao a casa, apesar de já serem aproximadamente 21 horas. Ponderei o assunto e resolvi que afinal não queria o tal produto e, na maior das celeridades contatei a marca na segunda feira dia 18 de Março de 2024 para tratar da resolução do contrato. Pedi igualmente informações à pessoa que me vendeu o artigo, assim como enviei vários emails, contatei pelas redes sociais, mas não obtive qualquer resposta até à data de hoje. No contrato está explícita a possível resolução de contrato nos 14 dias posteriores à compra. É apresentado também um formulário de resolução de contrato que enviei preenchido e por carta registada à sede da empresa (morada que aparece no site). Fiz chegar o mesmo também por email. Venho por este meio reclamar o direito como consumidor à resolução do contrato visto ser uma opção fornecida pela empresa e explicitamente expressa no contrato. Visto a empresa estar a protelar o caso, apresento esta reclamação. Dizer também que a compra foi efetuada a uma empresa com o nome iMedic que apresenta sítio web com nome raizescruciais.pt e um email que remete à empresa Prima saúde. De notar que efetuei uma reclamação no Livro de reclamações virtual e que a empresa não se encontra registada ou pelo menos não se encontra na base de dados do livro de reclamações, por isso, nesse caso reclamei da empresa Prima Saúde. Ao dia de hoje, 25 de Março de 2024 já recibi o comprovativo da receção da carta registada que enviei no dia 18/03/2024 com o pedido de resolução de contrato devidamente preenchido.

Encerrada

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