Reclamações recentes

Recusa ilegal de garantia – Poltrona elevatória iMedic (Contrato R119)

Exmos Deco Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa iMedic relativa à recusa de acionamento da garantia legal de uma poltrona elevatória adquirida em 17 de fevereiro de 2024, ao abrigo do contrato R119. A poltrona foi adquirida para utilização diária por uma pessoa com mobilidade reduzida, sendo um equipamento essencial para atos básicos do quotidiano. No entanto, poucos meses após a aquisição, começaram a surgir vários problemas técnicos, incluindo ruídos anormais, elementos soltos e necessidade de intervenções de assistência técnica. Posteriormente, em dezembro de 2025, surgiram danos graves no revestimento da poltrona, nomeadamente rasgões progressivos no material. A situação foi comunicada à empresa no dia 11 de dezembro de 2025, portanto dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Apesar disso, a empresa recusou assumir a reparação/substituição ao abrigo da garantia, alegando genericamente “desgaste”, “mau uso” e “uso indevido”, sem apresentar prova técnica idónea que sustente essa conclusão. Através da minha mandatária, foi solicitado: - Relatório técnico independente; - Identificação do perito responsável; - Metodologia e testes realizados; - Especificações técnicas do material; - Demonstração objetiva de que os danos resultariam de mau uso e não de defeito de conformidade. Após mais de um mês de insistências e sucessivos adiamentos, foi finalmente enviado um suposto “relatório técnico” emitido pela própria entidade ligada à venda/distribuição do equipamento (EXPODIRECT Proveedores), assinado pelo gerente da empresa, sem qualquer independência técnica demonstrada. O referido relatório: - Não identifica qualificações técnicas do autor; - Não contém ensaios laboratoriais, testes ou medições; - Baseia-se apenas em observação visual; - Não apresenta especificações de resistência/durabilidade do revestimento; - Não exclui tecnicamente defeito de fabrico ou falta de conformidade; - Limita-se a concluir, sem fundamentação objetiva, que existe “uso indevido”. Mesmo após a contestação detalhada destas falhas, a empresa manteve a recusa da garantia sem apresentar qualquer prova adicional. Considero que esta atuação viola claramente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente: - A presunção legal de falta de conformidade dentro dos primeiros 2 anos; - Odireito à reparação/substituição sem custos; - O dever de reposição da conformidade em prazo razoável; - O ónus da prova que recai sobre o vendedor quando pretende excluir a garantia. Além disso, todo o processo tem sido marcado por atrasos sucessivos, ausência de resolução efetiva e desgaste emocional significativo, especialmente tendo em conta que se trata de um equipamento essencial para uma pessoa com mobilidade reduzida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta atuação da empresa e promover a reposição da conformidade do bem ao garantir o cumprimento da legislação de defesa do consumidor. Tenho em minha posse toda a documentação relevante, incluindo: contrato/fatura de compra; fotografias dos danos; relatório técnico enviado pela empresa; troca integral de emails entre as partes e respetivas mandatárias. Com os melhores cumprimentos, Joana Vilas Boas

Em curso

Burla Telefónica

No dia 28 de agosto, fui contactada por esta empresa para ir a uma sede desportiva para fazer uma avaliação de saúde, anunciando-se como uma farmacêutica. No encontro, as pessoas que atenderam declamaram que eram técnicas e fizeram "exames". Após de uma prolongada conversa, apresentaram uns produtos (uma maquina para hidrogenação da água e outra que as "técnicas" apresentaram como um aparelho de filtração de toxinas). Após uns dias, verifiquei que a "máquina de filtração" não só é um burla como não melhorou a minha condição física, dado que a mesma maquina fazia uma eletrolise para enganar. Fizeram um credito para a compra do produto ao qual não estou interessada em ter. Estou no direito a reclamar e cancelar este contrato, só que as técnicas recusam a devolução do equipamento e o cancelamento da compra. E para piorar a situação fiz a chamada antes do final do prazo de devolução.

Encerrada

Fraude Telefónica

Exmos. Senhores, Recebi um contacto telefónico para participar num rastreio nacional, para avaliação os riscos vasculares e a densidade óssea. Perguntei se faziam parte de alguma empresa, ao que responderam que não, salientando de novo que se tratava de uma rastreio nacional. Acrescentando que receberia um relatório para apresentar ao meu médico. Dirigi-me ao estádio da Luz, local onde decorria o referido rastreio e sou recebida por um conjunto de pessoas, sem qualquer formação médica. Fizeram várias perguntas sobre a minha saúde que registaram numa ficha e disseram que iriam efetuar uma ressonância quântica. Percebi imediatamente que estava perante uma empresa privada e acedi a fazer o exame, para perceber até onde ia a audácia. No final, deram-me 2 folhas com medições sem valor cientifico e impossíveis de serem detetadas com um mero aparelho. Pedi para assinarem o relatório e indicarem o nome da empresa para apresentar queixa. Indicaram que não tinham livro de reclamações. O objetivo desta visita era venderem equipamentos e planos, enganando as pessoas a quem telefonam, indicando que é um rastreio nacional e pedindo dados pessoais não autorizados. Mais grave é o suposto diagnóstico que vai influenciar pessoas menos esclarecidas, podendo provocar graves danos na saúde de algumas pessoas. Cumprimentos.

Resolvida

Burla

Exmos. Senhores, No dia 13 de novembro de 2024, os meus pais foram contatados para ir a uma escola primária em Carnide, Pombal para fazerem uns exames ao sangue e ao fígado. Quando chegaram a essa escola, havia 7 pessoas a fazer exames através de uma máquina e disseram aos meus pais que tinham o fígado muito gordo e que tinham a solução para eles, uma máquina linfática no valor de 2990€. Após 3 horas de lavagem cerebral os meus pais compraram a maquina. Ao chegar a casa falaram comigo e eu fui ver preços dessas máquinas que estavam a 429€ e também consultei alguns médicos que me disseram que era completamente falso tantos os exames que fizeram como os resultados que eles dizem que a máquina faz. O meu pai ligou no dia 15 de novembro a dizer que queria a devolução do dinheiro e entrega da máquina e eles disseram que tinham de ver com o laboratório porque o meu pai já tinha usado a máquina, no qual ele disse que no contrato que está assinado há um prazo de 14 dias para devolver. No dia 16 de novembro fui eu que liguei e disseram a mesma coisa, no qual eu disse para serem rápidos na resposta visto que temos só os 14 dias para devolução. Depois dessa data nunca mais conseguimos falar com eles, ligamos e não atendem o telemóvel. (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Resolvida

Indução a compra / Burla

Exmos. Senhores, Muito boa noite, Ontem recebi um telefonema no qual fui convidada a fazer um rastreio de saúde hoje mesmo por uma dita equipa médica que se estava a deslocar de Lisboa à cidade onde habitualmente vivo. Como tenho tido vários problemas de saúde derivados da coluna resolvi aceder aos ditos exames médicos que seriam um exame cardiovascular e outro de densitometria óssea. Explicaram que o exame seria realizado numa sala do hotel Vila Galé em Tavira . O exame não demorou nem 5 minutos com a mão numa máquina que, segundo eles faz um check-up a todo o corpo. No final fui completamente induzida por uma senhora muito simpática a comprar um colchão, algo que há muito considerava comprar embora depois de analisar preços e garantias... perguntei várias vezes e disse que gostaria de pensar no assunto com mais calma, mas acreditei por se tratar de uma tão vasta equipa num local como o Hotel Vila Galé. Nunca pensei tratar.se de uma burla. Fui então aliciada a dar um sinal que poderia abater o preço inicial de 4.400 euros preço segundo esta empresa já com um grande desconto por ser preço de campanha e de laboratório, alegando que o dito colchão teria o valor de 6000 e muitos euros em farmácia. Por questões de doença encontro-me num período muito suscetível e gostaria de acreditar, como aliás me fizeram acreditar, que o colchão me traria outra qualidade de vida. Chegada a casa contei à minha filha, mas algo já me dizia que tinha sido induzida facilmente a comprar. Apenas não esperava que quando procurei dados sobre esta empresa houvesse acima de tudo mais queixas do que realmente certificados de garantia desta marca. Assustador. A empresa tem realmente nome nas redes sociais, como qualquer um pode criar uma página no Facebook ou Integram mas nenhuma referencia estes colchões, apenas e acima de tudo encontrei muitas queixas de burla por indução e pressão ao consumidor, pelas mesmas razões que me levaram a suspeitar e vir logo para casa pesquisar...e agora a fazer esta reclamação. solicito com a maior brevidade a devolução do meu dinheiro do depósito que efetuei de dois mil euros( dinheiro que me custou tanto a ganhar) a resolução do contrato que me fizeram assinar de boa fé, quando me garantiram a fidedignidade do produto e que me contactem com urgência para resolver esta situação ou procederei com uma queixa crime! Como é possível valerem-se da boa fé e doença das pessoas desta forma tão abusiva? Cumprimentos.

Resolvida

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