Reclamações públicas
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Devolução e Ausência de Resposta
Efetuei uma reserva através da plataforma Stayforlong para uma estadia em Madrid, em julho. Ao chegar ao local, deparo-me com um quarto que não correspondia à descrição apresentada no site , pois foi-me dado um quarto partilhado com mais duas pessoas, algo que nunca reservei nem constava na informação disponibilizada. Em conjunto com o próprio hotel, verificámos que a informação no site da Stayforlong está incorreta, e o hotel nem sequer dispõe de quartos privados, ao contrário do que é anunciado na plataforma. Por esse motivo, não usufruí da reserva, já que não aceitei ficar num quarto partilhado com desconhecidos. Desde então, estou há mais de 4 meses em trocas de emails com a Stayforlong, que demora eternidades a responder e ainda não resolveu o problema. O hotel já confirmou por escrito que o erro é da Stayforlong, que devem proceder ao reembolso integral e corrigir a informação errada no site. Mesmo assim, a situação continua sem qualquer resolução. Anexo as trocas de emails com o hotel e com a Stayforlong, onde é claramente reconhecida a falha da plataforma. A falta de profissionalismo e ausência de resposta é de lamentar.
Serviços prestados e não foram pagos
Exmos. Senhores, Na qualidade de antiga consultora de viagens da empresa iCliGo, apresento reclamação relativa à falta de pagamento de comissões referentes a vendas efetuadas durante o período em que mantive vínculo contratual com a empresa. Entre o final de 2024 e o início de 2025, realizei diversas reservas de viagens confirmadas e pagas pelos clientes. O pagamento das respetivas comissões estava previsto apenas após a realização das viagens, várias das quais ocorreram em setembro de 2025. Em agosto de 2025, recebi comunicação da iCliGo informando a suspensão imediata da minha conta, com base numa alegada denúncia anónima e numa suposta violação da cláusula de não concorrência. Para fundamentar a decisão, a empresa apresentou “prints” de mensagens privadas retiradas de um grupo de WhatsApp, o que considero uma violação da privacidade e do RGPD, por se tratar de conteúdo privado obtido sem consentimento. Importa salientar que todas as reservas que originam as comissões reclamadas foram efetuadas antes da data da suspensão e enquanto o contrato ainda estava em vigor. Assim, as comissões decorrem de trabalho efetivamente prestado e aceite, não podendo ser anuladas por uma decisão posterior. O direito à comissão nasce no momento da concretização da reserva, sendo o pagamento apenas diferido por motivos administrativos. A recusa da empresa em proceder ao pagamento constitui enriquecimento sem causa (art.º 473.º do Código Civil) e viola o princípio da boa-fé contratual (art.º 762.º do mesmo Código). Após a suspensão, enviei à empresa: Carta registada com aviso de receção (19/09/2025); Reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, à qual responderam recusando o pagamento; Nova carta formal, com envio da fatura das comissões devidas, sem que até à data tenha obtido resposta. A iCliGo justifica a recusa com o facto de as viagens terem ocorrido após o fim do contrato (check-out em setembro de 2025). Contudo, essa interpretação é incorreta, uma vez que as vendas — e, portanto, o direito às comissões — foram realizadas durante o período contratual. O pagamento diferido não altera o momento em que o direito se constitui. Deste modo, venho solicitar a intervenção da DECO para: Mediar a situação junto da iCliGo e promover o pagamento das comissões vencidas; Avaliar o eventual incumprimento contratual e violação do princípio da boa-fé; Analisar o possível uso indevido de dados pessoais (RGPD) no processo. Em anexo, junto fatura emitida e provas das reservas efetuadas com datas e valores correspondentes. Procuro apenas ver reconhecido e pago o trabalho desenvolvido de boa-fé, esperando uma resolução célere e justa. Com os melhores cumprimentos, Dina Barata
Conduta abusiva e cobrança indevida por parte de funcionários da Wizz Air
Prezados, No dia 23 de outubro de 2025, tive um voo da Wizz Air de Lisboa para Cluj-Napoca (W43410), com partida prevista para as 18h10. Recebi um e-mail da Wizz Air informando que o voo estava atrasado, e que o embarque começaria às 19h35; no entanto, o voo decolou apenas por volta das 20h00. Cheguei ao balcão da Wizz Air às 18h10 para despachar uma mala de 20 kg (cuja taxa de €40 já havia sido paga antecipadamente). Contudo, os funcionários recusaram-se a aceitar a bagagem, alegando que o check-in já estava encerrado — mesmo com o voo atrasado e o embarque programado para muito mais tarde. Como consequência, fui obrigada a descartar produtos líquidos no valor de mais de €100, que estavam dentro da mala. Ao tentar explicar a situação aos funcionários da Wizz Air no portão de embarque, eles levantaram a voz, foram agressivos e desrespeitosos, e até ameaçaram nos impedir de embarcar (eu e meu marido), dizendo que tinham esse poder — sem qualquer motivo justificável. Para poder embarcar, fui obrigada a pagar novamente €72,50 pela mesma mala de 20 kg, já paga anteriormente. Recebi apenas uma fatura no valor de €65, o que não corresponde ao montante cobrado. Essa discrepância levanta sérias dúvidas quanto à falta de transparência e possíveis irregularidades financeiras. Além disso, a Wizz Air não ofereceu qualquer solução alternativa durante o ocorrido. Toda essa situação causou forte ansiedade e sofrimento emocional, que cheuguei a apresentar uma pequena hemorragia devido ao estresse. Tal comportamento e falta de empatia por parte dos funcionários da companhia aérea são totalmente inaceitáveis. Após apresentar uma reclamação diretamente à Wizz Air, recebi apenas uma resposta automática, sem qualquer relevância ou relação com a minha situação, demonstrando total desconsideração pela gravidade do ocorrido.
falta de esclarecimento ao cliente
tenho uma reserva na KLM. Enviei um email para portugal@klm.com no qual relatei uma situação e pedi esclarecimento. A resposta foi totalmente vazia e a duvida permaneceu. Enviei novo email, RECLAMANDO DA FALTA DE ATENÇÃO E DESCASO COM O CLIENTE e sequer me responderam
Recusa de devolver transferência criada p menor
Bom dia venho com este meio reclamar açao muito GRAVE deste agência!Cobraram dinheiro da minha filha menor,sem autorização dos pais p uma viagem no estrangeiro, não querem devolver o dinheiro da prestação recebida,assim tenho avançar com uma açao legal. Apesar de receber dinheiro de menores,a gravidez do assunto é na forma como eles agem sem explicar aos meninos q precisam das autorizações dos pais e q nunca irão receber dinheiro de volta e,quando contactar a agência eles acham de ficar na razão sem um minimo de comprovativo assinato,vamos ver como vai acabar este assunto,obg cumprimentos
Cobrança indevida e falta de transparência no serviço Via Verde
No dia 11/10/2025 levantei um carro na Record Go Porto que devolvi no dia 18/10/2025. Durante o levantamento, deixei claro varias vezes que não queria o serviço Via Verde, pois éramos um grupo e dividiríamos as portagens. O funcionário insistiu repetidamente, dizendo inclusive que poderia passar num portico normal e ser cobrado também na Via Verde, o que me levou a aceitar contrariado. Assinei um documento apresentado como sendo "apenas por causa da Via Verde", sem qualquer referencia a custos adicionais ou taxas de gestão. Após a devolução, foram-me cobrados 52,81 euros, retirados da caução de 200 euros, quando as portagens reais rondam 35 euros. Enviei um e-mail ha 4 dias sem resposta e passei 4 dias a tentar ligar para o numero indicado pela Record Go para o serviço Via Verde, sem que ninguém atendesse. Só quando liguei diretamente para o escritório do Porto me confirmaram que havia um custo adicional - informação nunca comunicada nem durante o levantamento nem durante a minha oposição a aceitar o serviço. Esta situação demonstra falta de transparência e pressão indevida sobre o cliente, configurando uma ma pratica comercial. O cliente e levado a aceitar um serviço que não deseja, sem ser informado do custo. Solicito o reembolso da diferença entre o valor cobrado e o efetivamente gasto em portagens, bem como a garantia de que o serviço Via Verde seja sempre opcional, sem pressão e com explicação clara dos custos.
Não levantamento do carro no aeroporto
Exmos. Senhores, venho agora por este meio apresentar a minha queixa contra a Record go. Estou totalmente insatisfeita com a empresa e não há qualquer vontade por parte da mesma de esclarecer a situação. Nem um pedido de desculpas. Voamos para Portugal, com 2 crianças, alugamos um carro com a empresa. O voo era às 21h35 (hora Suíça), liguei de manhã para confirmar tudo, horas, cadeiras para as 2 crianças, deixar claro o nr de voo para poderem acompanhar. Foi-nos dito que após as 23h seria cobrada uma taxa fora de horas. À qual concordei sem qualquer problema. No embarque confirmamos ao telefone que estávamos a sair. À chegada, ninguém nos atende o telefone. Ficamos apeados no aeroporto com 2 crianças às 23h30. Lamentável. Safou-nos outra rent a car. Mas perdemos dinheiro. Ao qual a Record go se descarta porque a reserva foi feita através do site da easyjet. Mas a falha e irresponsabilidade foi totalmente e só da Record Go. Lamentável toda esta situação. Dirigimo-nos ao escritório deles no Porto no dia a seguir e nada de ajuda. Fizemos queixa por email, ao qual também de descartam de toda a responsabilidade. Queixa feita também através do site da easyjet, onde foi feita a reserva. Queixa aqui na DECO protest e assim seguiremos até sermos reembolsados pelo montante que pagamos pelo aluguer de um carro inexistente.
Impedimento embarque
Ontem, 28 de outubro de 2025 por volta das 17:56 fui fazer o check-in para um voo com destino a Paris. Com a posse do meu passaporte brasileiro válido, cartão de residência caducado, mas com comprovativo de renovação (artigo 17 da lei nº 37/2006 de 9 de agosto, taxas pagas, certidão de casamento, declaração de efetividade laboral, sob o abrigo do artigo 82, numeros 6 e 7 das Lei 23/2007 que comprova a minha legalidade em Portugal fui impedida de embarcar no voo da vueling (FIFVPZ) porque uma decisão de quem estava no atendimento do check-in ou por normas impostas pela empresa, as quais não estão claras ou expostas no site. Assim, venho por este meio solicitar a indenização deste voo, bem como dos voos que perdi Paris-Roma, Roma-Lisboa, e dos alojamentos em Paris e Roma. Ainda venho reinvidar uma multa por danos morais e pelos danos emocionais significativos sofridos por mim e especialmente por minhas primas que visitam a europa pela primeira vez.
Tão cobrando as faturas que já tinha ligado direto com eles ir n tive resposta
Fis uma reserva de vôo ir eles colocarem um praime no meio que eu n sabia ir foi descontado 89,90€ direto na minha conta mandei MSG no dia 26 mas eles n me respondeu só HJ que liguei dia 28/10, eles alega que eu só tenho 50% do valor ou ser eu quero outra metade de voche pra próxima viagem descontaram no dia 28/10
Reclamação Legal contra a Lufthansa por Informação Enganosa sobre Bagagem – Pedido de Intervenção
Assunto: Reclamação Legal contra a Lufthansa por Informação Enganosa sobre Bagagem – Pedido de Intervenção Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a Deutsche Lufthansa AG (“Lufthansa”) por práticas comerciais enganosas e violação dos direitos do consumidor ao abrigo da legislação europeia e portuguesa. Contexto: No dia 17/09/2025, viajei com a Lufthansa e registei uma bicicleta como bagagem de porão. Antes do voo, entrei em contacto com a Lufthansa através do canal oficial no Facebook e fui informado de que o limite de peso para bicicletas era de 32 kg. Esse mesmo limite constava também no formulário de registo de bicicletas da Lufthansa. Apesar de ter cumprido esse limite (a minha bicicleta pesava 31 kg), fui cobrado com uma taxa de excesso de bagagem no momento do check-in. Apresentei uma reclamação junto da Lufthansa (ID de Feedback: 42121656), a qual foi indeferida, com a alegação de que o limite seria de 23 kg — em contradição com a própria documentação e comunicação da companhia. Fundamentação Legal: Esta situação configura uma violação de: Regulamento (CE) n.º 261/2004, que estabelece regras comuns em matéria de compensação e assistência aos passageiros em caso de recusa de embarque, cancelamento ou atraso considerável de voos; Diretiva 2005/29/CE relativa às Práticas Comerciais Desleais, nomeadamente os Artigos 6.º e 7.º, que proíbem ações e omissões enganosas; Regulamento (UE) 2017/2394, relativo à cooperação entre autoridades nacionais responsáveis pela aplicação da legislação de proteção dos consumidores; Lei n.º 24/96, que estabelece o regime jurídico aplicável à defesa dos consumidores; Decreto-Lei n.º 144/2015, que regula os mecanismos de resolução alternativa de litígios de consumo. Pedido: Solicito: O reembolso da taxa de excesso de €80 de bagagem cobrada pela bicicleta de 31 kg, em conformidade com o limite de 32 kg indicado pela Lufthansa; Uma compensação de 250 € pelos transtornos e tempo despendido, nomeadamente: Tempo gasto para resolver a situação no aeroporto; Um mês de espera pela resposta da Lufthansa; Tempo e esforço necessários para apresentar esta reclamação a terceiros. Documentação de Suporte: Encontro-me disponível para fornecer: Capturas de ecrã da conversa no Facebook com a Lufthansa; Cópia do formulário de registo da bicicleta; Fatura da taxa de excesso de bagagem; Correspondência trocada com o Serviço de Apoio ao Cliente da Lufthansa. Solicito a vossa intervenção para que esta situação seja devidamente resolvida e para que sejam assegurados os meus direitos enquanto consumidor, ao abrigo da legislação europeia e portuguesa. Agradeço que me informem dos próximos passos e de eventuais documentos adicionais necessários. Com os melhores cumprimentos, Mauricio Herzog
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