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Encomenda não entregue
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00011307272
Me foi debitado 21,97€ da conta, não sei a que se refere. Nem fui notificada sobre o que seria debitado. A um tempo recebi uma ligação com uma suposta promoção de aniversário, oferendo certos equipamentos a 2€,mais uma viagem de uma semana para o Algarve, escolhi os equipamentos, sendo que o relógio não dá para conectar ao telefone, o forno não me foi informado que era uma miniatura, só cabe nele 4 fatias de pão de tosta,foi dito que passaria a ser debitado 10€ por mês da minha conta, mas não por quanto tempo.
Evil Live - cancelamento da banda Megadeth
Venho por este meio pedir a devolução do valor acordado entre o IGAC e a Prime Artists relativo ao cancelamento do concerto de Megadeth no dia 05/07/2026. O email enviado com o parecer da IGAC sobre se o cancelamento da atuação dos Megadeth dava direito a reembolso foi o seguinte: "No parecer emitido, a IGAC veio confirmar que o regime previsto no artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 23/2014, de 14 de fevereiro, foi concebido para espetáculos com títulos de ingresso específicos, associados a atuações concretas, delimitadas no espaço e no tempo, não sendo esse enquadramento transponível para festivais de música, cujo bilhete é adquirido para o conjunto da oferta artística. Nessa medida, considerou que o cancelamento da atuação de um dos artistas do cartaz não confere, por si só, fundamento legal para exigir a restituição do valor do bilhete, não existindo obrigação legal de o promotor proceder ao respetivo reembolso. Não obstante esse enquadramento legal, a Prime Artists informou a IGAC da sua intenção de adotar uma solução de carácter excecional, consistente na restituição de 40% do valor facial do bilhete aos espectadores que, na sequência do anúncio do cancelamento da atuação dos Megadeth, decidiram não permanecer no festival. Esta solução mereceu a concordância da IGAC, que a considerou uma medida proporcional, equitativa e conforme com os princípios da boa-fé." Após trocar emails com Prime Artist, estes informam que o bilhete não foi registado à saída e que, por isso, não é possível fazer o reembolso, resolvendo logo o processo. Em nenhum momento, comunicado ou email (muito menos nas informações dadas no dia do espetáculo), foi-nos dito que para poder pedir um eventual reembolso seria preciso picar os bilhetes à saída. É impensável que alguém que não tenha passado por algo do género fizesse scan à saída. As pessoas estavam a sair aos montes, os seguranças nas saídas estavam preocupados com controlar a multidão e pouco mais. Não haviam condições para fazer scan à saída de nenhuma das partes, sem ser a pedido. Estas novas condições auto impostas pela Prime Artists para o pedido do reembolso são simplesmente um ato de má fé e uma tentativa de desresponsabilização do sucedido.
Nightmare experience with Leroy Merlin Kitchens
I paid in full for 2 kitchens in April 2026. I found out BY CHANCE that 1 was cancelled (not by me) and had to re order the second one in June. That was a warning sign from the start. Finally on September 2, the installation began. But after 2 days the teams disappeared. For 3 weeks both kitchens are standing. No one is responding to my emails or text messages. The representative who was supposed to accompany my project, doesn't respond . I havent received any updates . only a message that yesterday the installation will continue but nobody showed up. Customer service say one of the kitchen's countertops has been waiting for me at the stpre in Portimao since July. Doesnt make sense. Why would I ask to pick up a countertop when all the kitchens were delivered? Never received ANY notification about this pick up. Now no one knows where the countertop is. Regarding the second kitchen, no explanation why installation stopped for 3 weeks. Got them to reschedule for 30/9 but who knows if they will show up. No explanations, no updates, no responsibility no compensation. Terrible experience. Beware you have been warned
Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda na Druni.pt no passado dia 14/09/2026, sendo que no dia 16/09/2026 recebi mail da Druni a confirmar o envio da mesma através da transportadora sending com a referência 5000557265 e com o número de rastreio 316272511758. Nesse mesmo dia recebi mail da sending a informar que a encomenda seria entregue no dia 18/09/2026. A encomenda não só não foi entregue nesse dia, como até ao momento informação fornecida através do rastreamento da encomenda data do dia 18/09 às 8:07 em que diz que a encomenda se encontra em entrega. Já contactei via email a Druni.pt e a Transportadora e até ao momento não obtive qualquer resposta por parte de nenhuma das empresas.
Falta de transparência e recusa de fornecer informação clínica essencial — Clínica Icondental
Venho apresentar reclamação contra a clínica Icondental, responsável pelo meu tratamento implantológico. 1. A clínica entregou apenas o passaporte dos implantes NeoDent Helix GM, identificando a marca dos implantes. 2. Após o procedimento, solicitei verbalmente a fatura discriminada e a identificação completa dos materiais utilizados, incluindo minipilares e parafusos protéticos. A clínica recusou fornecer esta informação. 3. Enviei um email formal alertando que avançaria com reclamações. A clínica não respondeu por email, mas enviou uma mensagem informal via WhatsApp, evitando comunicação oficial e documental. 4. Após essa mensagem, a clínica entregou uma Declaração de Tratamentos incompleta, onde apenas constam os implantes, omitindo os componentes protéticos intermédios (minipilares e parafusos). 5. Enviei um segundo email solicitando especificamente a marca dos minipilares e dos parafusos utilizados. Até hoje, não recebi qualquer resposta formal. 6. Esta omissão tem impacto direto na garantia vitalícia dos implantes NeoDent/Straumann. A marca exige que todos os componentes protéticos (minipilares e parafusos) sejam da mesma marca para manter a garantia vitalícia. Se a clínica utilizou componentes de outra marca, a garantia fica automaticamente anulada, causando prejuízo económico ao consumidor e comprometendo a segurança futura do tratamento. A recusa da clínica em fornecer documentação clínica essencial constitui: – falta de transparência, – incumprimento do dever de informação ao consumidor, – retenção de documentação essencial, – prática comercial desleal, – potencial anulação da garantia vitalícia do produto adquirido. Solicito à DECO Proteste: – mediação com a clínica, – exigência de resposta formal, – obtenção da documentação clínica completa, – esclarecimento sobre a marca dos componentes utilizados, – confirmação da manutenção ou caducidade da garantia vitalícia. Anexos incluídos: Passaporte dos implantes Declaração de Tratamentos incompleta Printscreen do primeiro email enviado Printscreen da resposta via WhatsApp Printscreen do segundo email enviado Faturas e comprovativos Cumprimentos, Rachid
Reclamação contra o AliExpress — produto diferente do anunciado, reembolso não realizado e sucessiv
Assunto: Reclamação contra o AliExpress — produto diferente do anunciado, reembolso não realizado e sucessivos pedidos repetidos de provas Eu, Alexandre dos Santos Ferreira, venho apresentar reclamação formal contra o AliExpress relativamente ao pedido n.º 3071479854657080, efetuado em 17 de abril de 2026, no valor de 265,00 €, pago através da Klarna. O produto adquirido foi anunciado como um manómetro digital Elitech LMG-10, com características e acessórios específicos, incluindo ecrã tátil, conectividade Bluetooth/aplicação, vacuómetro integrado e respetivas mangueiras e acessórios. Contudo, o produto que recebi é substancialmente diferente e inferior ao anunciado. O equipamento recebido não possui as funcionalidades publicitadas, nomeadamente ecrã tátil, Bluetooth/aplicação e vacuómetro integrado, e foi entregue sem as mangueiras e outros acessórios apresentados no anúncio. Além dos 265,00 € pagos pelo produto, suportei ainda 64,17 € em encargos alfandegários. Por não corresponder ao produto anunciado e não servir para a utilização profissional pretendida, abri uma disputa e solicitei o reembolso integral, disponibilizando-me desde o início para devolver o equipamento. Em 18 de junho de 2026, depois de analisar as provas apresentadas, o AliExpress propôs a devolução do produto com reembolso integral de 265,00 €. Posteriormente, chegou também a apresentar uma proposta de reembolso parcial de 89,25 €, que não aceitei, uma vez que o produto recebido não correspondia ao adquirido. Apesar de ter manifestado repetidamente a minha disponibilidade para efetuar a devolução, o vendedor nunca forneceu uma etiqueta, morada completa, referência ou instruções adequadas para o envio. Também informei o vendedor sobre o custo da devolução através dos CTT, mas não obtive resposta nem indicação sobre o pagamento desse custo. Mesmo assim, o processo acabou por ser encerrado pelo AliExpress, com a alegação de que o produto não teria sido devolvido dentro do prazo. Considero esta decisão injustificada, porque a devolução não foi realizada precisamente por falta das instruções e dos elementos que deveriam ter sido fornecidos pelo vendedor ou pela própria plataforma. Ao longo dos meses seguintes, contactei repetidamente o atendimento do AliExpress, enviando mensagens, fotografias, capturas do anúncio e outras provas que demonstram claramente as diferenças entre o produto anunciado e o equipamento efetivamente recebido. Posteriormente, o AliExpress passou a alegar que o reembolso estava bloqueado devido a uma contestação ou “chargeback” junto do banco ou da Klarna. No entanto, tanto o banco como a Klarna informaram que não existia qualquer processo ativo que impedisse o AliExpress de efetuar diretamente o reembolso. A Klarna esclareceu ainda que os processos de contestação anteriores tinham sido encerrados e que caberia ao AliExpress processar o estorno. Apesar disso, entre julho e setembro de 2026, o AliExpress repetiu diversas vezes que existia ou teria sido novamente aberto um pedido de chargeback, sem nunca apresentar uma data, referência bancária, comprovativo da operação ou qualquer documento que demonstrasse uma tentativa efetiva de reembolso. Em 17 de setembro de 2026, o AliExpress voltou a afirmar que teria sido novamente apresentado um pedido de chargeback e pediu que eu verificasse o assunto com o banco. Em 20 de setembro, informou que o processo tinha sido encaminhado para uma equipa especializada e, posteriormente, para uma equipa sénior, prometendo uma resolução dentro de 2 a 7 dias úteis. Contudo, em 21 de setembro, em vez de apresentar a resolução prometida, o AliExpress regressou à fase inicial do processo e alegou que as fotografias e o vídeo anteriormente enviados não eram suficientes. Pediu novamente fotografias ou um vídeo, impondo um prazo de dois dias para responder. Mesmo não considerando razoável ter de repetir provas já apresentadas durante meses, voltei a enviar diversas imagens comparativas do anúncio e do produto recebido. Em 23 de setembro de 2026, o AliExpress voltou a exigir um vídeo claro, desta vez solicitando que fosse carregado no Google Drive e que o respetivo link fosse disponibilizado publicamente. Esta nova exigência surge depois de meses de comunicações, múltiplas provas enviadas, uma decisão anterior favorável à devolução com reembolso integral e sucessivas informações de que o problema seria apenas um alegado bloqueio bancário. Considero esta atuação profundamente contraditória e injustificadamente prolongada. Primeiro, o AliExpress reconheceu a desconformidade e aprovou a devolução com reembolso integral. Depois, encerrou o processo alegando falta de devolução, apesar de o vendedor não ter fornecido os meios necessários. Posteriormente, afirmou durante meses que o pagamento estava impedido por um chargeback. Agora, depois de prometer uma resolução pela equipa sénior, volta a exigir as mesmas provas relativas ao produto. Esta sucessão de justificações incompatíveis faz-me questionar seriamente a boa-fé da atuação do AliExpress e leva-me a considerar que os sucessivos pedidos, prazos e reaberturas do processo podem ter como objetivo desgastar o consumidor e levá-lo a desistir de exercer os seus direitos. O processo já se prolonga desde junho de 2026, apesar de eu ter colaborado, respondido às mensagens e apresentado repetidamente todas as provas solicitadas. Perante estes factos, solicito a intervenção da DECO PROteste para obter: 1. O reconhecimento definitivo de que o produto recebido não corresponde ao produto anunciado; 2. O reembolso integral e imediato dos 265,00 € pagos pelo produto; 3. O reembolso dos 64,17 € suportados em encargos alfandegários, considerando que estes custos resultaram da aquisição de um produto diferente daquele que foi anunciado e vendido; 4. A confirmação escrita de que não será exigida novamente a apresentação de provas que já foram enviadas e analisadas; 5. A apresentação, caso o AliExpress mantenha a alegação de existência de um chargeback ou tentativa de reembolso, da respetiva data, valor, referência bancária e comprovativo da operação; 6. A manutenção do processo aberto até à receção efetiva do valor; 7. Uma explicação formal para as sucessivas informações contraditórias transmitidas pelo atendimento ao longo destes meses. Solicito que o AliExpress apresente uma resposta objetiva e uma solução definitiva, deixando de prolongar o processo através de pedidos repetidos de documentação e justificações que não são acompanhadas de qualquer comprovativo. Referências: Pedido AliExpress: 3071479854657080 Caso de atendimento: 2053808800953119 Data da compra: 17 de abril de 2026 Valor do produto: 265,00 € Encargos alfandegários: 64,17 € Total suportado: 329,17 € Alexandre dos Santos Ferreira
IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DO PLANO MAL ATENDIMENTO TELEFÔNICO
ASSUNTO: RECLAMAÇÃO FORMAL – IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DO PLANO E PEDIDO DE CANCELAMENTO Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao Plano Medicare que subscrevi recentemente. Aderi ao plano acreditando que poderia usufruir normalmente dos serviços e benefícios disponibilizados pela Medicare. No entanto, apenas 24 dias após a adesão, quando tentei efetivamente utilizar o serviço, fui informado de que não poderia ser atendido por não possuir número de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Considero esta situação particularmente relevante, uma vez que, no momento da contratação, não me foi devidamente esclarecido que a ausência de número de utente poderia impedir a utilização dos serviços que constituem a finalidade do plano. Após tomar conhecimento dessa limitação, entrei em contacto com a Medicare por e-mail e solicitei o cancelamento do plano. Posteriormente, fui contactado pela Medicare e informado de que estaria obrigado a permanecer com o contrato até agosto de 2027 e que, caso deixasse de efetuar os pagamentos, seriam gerados valores em dívida, tendo sido inclusive informado de que poderia ser posteriormente obrigado judicialmente a pagar esses valores. Diante disso, solicito formalmente que a Medicare esclareça: 1. Qual é a cláusula específica do contrato que determina a permanência obrigatória até agosto de 2027; 2. Onde, no momento da contratação, fui informado de que a utilização dos serviços poderia estar condicionada à existência de número de utente; 3. Que serviço concreto do plano pode ser utilizado por um cliente que não possui número de utente; 4. Qual foi a informação pré-contratual fornecida sobre esta limitação; 5. Que seja enviada cópia integral do contrato, condições gerais, condições particulares e demais documentos que comprovem a minha adesão e eventual período de permanência; 6. Que seja informado de forma clara qual é a base contratual e legal para a cobrança das mensalidades após o meu pedido de cancelamento; 7. Que seja analisada a possibilidade de cancelamento do contrato sem cobrança de valores futuros, considerando que, quando tentei utilizar o serviço, fui informado de que não poderia ser atendido por não possuir número de utente. Reforço que não estou simplesmente a recusar o pagamento de um serviço que pretendo utilizar. A questão é que, ao tentar utilizar o serviço contratado, fui confrontado com uma condição que, na minha perceção, não me foi devidamente esclarecida no momento da adesão e que, na prática, impede a utilização do serviço nas condições que eu esperava. Assim, solicito que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja apresentada uma resposta escrita, fundamentada e detalhada, indicando expressamente a cláusula contratual e a respetiva fundamentação para a manutenção da cobrança. Até que a situação seja devidamente esclarecida, não reconheço como legítimos eventuais valores que venham a ser cobrados após o meu pedido de cancelamento, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às demais vias legalmente disponíveis. Solicito ainda que toda a comunicação relativa a este assunto seja realizada por escrito, para que fique devidamente documentada. ue eu esperava. Acrescento ainda que fui mal atendido pela telefonista com quem falei hoje. Durante a chamada, foi-me dito que eu tinha chegado a um país e que deveria cumprir as regras desse país, acrescentando-se que esse país não era igual ao meu. Considero estas afirmações inadequadas e desrespeitosas, por não contribuírem para o esclarecimento da situação nem para um atendimento profissional. Foi-me também dito que a telefonista não me iria ouvir mais, tendo a chamada sido terminada abruptamente, com o desligamento do telefone. Reconheço que fui imensamente grosseiro durante toda a ligação e lamento a forma como me expressei. No entanto, solicito que a conduta adotada durante o atendimento seja igualmente analisada pela Medicare. Solicito ainda o acesso à gravação integral da chamada telefónica realizada hoje, incluindo, se aplicável, a identificação da data, hora, duração e intervenientes, bem como informação sobre a finalidade e o prazo de conservação dessa gravação. Caso não seja possível disponibilizar diretamente o ficheiro áudio, solicito que me seja indicado o procedimento adequado para exercer o meu direito de acesso à gravação. Assim, solicito que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja apresentada uma resposta escrita, fundamentada e detalhada, indicando expressamente a cláusula contratual e a respetiva fundamentação para a manutenção da cobrança. Até que a situação seja devidamente esclarecida, não reconheço como legítimos eventuais valores que venham a ser cobrados após o meu pedido de cancelamento, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às demais vias legalmente disponíveis. Solicito ainda que toda a comunicação relativa a este assunto seja realizada por escrito, para que fique devidamente documentada.
Publicidade enganosa
Sendo sócio da DECO, venho solicitar a intervenção urgente do departamento jurídico contra a Masterideia, Lda. (Eurocupon). Fui induzido em erro por telefone sob o pretexto de um 'prémio grátis', tendo a empresa aplicado uma fidelização oculta ilegal de 87 meses (mais de 7 anos) e mensalidades cumulativas de 96,99 €. Além disso, cobram uma taxa abusiva de 72,99 € por falta de saldo, o que viola o regime das Cláusulas Contratuais Gerais. Recusam anular o contrato e recorrem a ameaças psicológicas agressivas de penhora, sabendo que sou doente cardíaco grave (insuficiência cardíaca com episódio a 30 de julho) e que tenho o salário penhorado até ao final deste mês. Exijo a anulação total do contrato e das faturas."
recusa injustificada da garantia PureTech pelo concessionário
Venho apresentar, pela terceira vez, uma reclamação urgente devido à recusa injustificada da garantia PureTech pelo concessionário, o que me tem impedido de utilizar o meu Citroën C3 por mais de um mês. A oficina recusou-se a acionar a extensão de garantia, mesmo estando o veículo dentro das condições (menos de 10 anos e menos de 180.000 km), alegando, sem provas, que a distribuição foi alterada fora da rede e apontando possíveis resíduos no cárter. No entanto, a viatura realizou a revisão oficial na vossa rede em Maio de 2026, com 101.363 km, tendo sido aplicado o lubrificante recomendado pela marca. Detetei uma avaria grave no início de agosto e, por indicação técnica, imobilizei o carro. Contactei a oficina a 18 de agosto, mas só consegui agendamento para setembro devido à falta de pessoal e atrasos do concessionário em época de férias. Por motivos profissionais, só pude levar o carro para diagnóstico a 15 de setembro, já com 103.859 km. Ou seja, o carro percorreu apenas cerca de 2.500 km desde a última revisão até à avaria. Não faz sentido justificar o problema com resíduos antigos, pois se existissem, a oficina oficial teria detetado e reportado durante a revisão. Esta situação tem-me causado sérios prejuízos diários, a nível profissional e pessoal, pois estou privada de utilizar o meu carro há demasiado tempo devido a atrasos de agendamento e à negação injusta da garantia. Além disso, recordo que sou a proprietária em segunda mão do veículo, sem responsabilidade por possíveis intervenções anteriores feitas por terceiros, e que a viatura foi adquirida de boa-fé. Não faz sentido penalizarem-me pela falta de registos ou manutenções passadas fora da rede, especialmente quando se trata de um defeito conhecido do motor. Solicito que a marca assuma de imediato a gestão direta do processo, cancele o orçamento apresentado, autorize a reparação completa (peças e mão de obra) ao abrigo da garantia e disponibilize um veículo de substituição enquanto não tenho o meu carro. Já contactei a marca duas vezes e continuo sem resposta. Esta situação é inadmissível e exijo uma solução rápida, pois não é viável ter o carro parado tanto tempo. Obrigada.
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