Reclamações públicas
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Falta de reembolso e ausência de resposta por parte da AEG/Electrolux
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a marca AEG/Electrolux, devido à falta de reembolso de um eletrodoméstico devolvido e ao péssimo apoio prestado ao cliente. No dia 4 de setembro de 2025, efetuei a compra de um eletrodoméstico e o respetivo pagamento. No mesmo dia, percebi que me enganei na tipologia do equipamento e solicitei o cancelamento da encomenda, tendo seguido todos os procedimentos indicados pela marca: preenchi o formulário de devolução e enviei o comprovativo do meu IBAN para reembolso. Apesar do cancelamento ter sido solicitado cerca de uma hora após a compra, o equipamento foi ainda assim enviado juntamente com o novo eletrodoméstico (o correto) que comprei no mesmo dia. No dia 17 de setembro, o equipamento errado foi recolhido pela transportadora, e no dia 19 de setembro recebi a nota de crédito/fatura. No entanto, até à presente data, não recebi o valor em reembolso. Desde então, tenho tentado, sem sucesso, obter esclarecimentos junto do apoio ao cliente da AEG/Electrolux. Enviei e-mail (nomeadamente no dia 8 de setembro), sem qualquer resposta; Liguei repetidamente para o serviço de apoio, ficando mais de 15 minutos em espera até a chamada ser desligada; Contactei várias vezes o chat de apoio, onde as respostas são sempre evasivas e inconclusivas, como: “Não conseguimos informar sobre o ponto de situação.” “O reembolso será feito em breve.” “Pedimos aos colegas que a contactem com urgência.” (nunca aconteceu). “Neste momento não temos como indicar uma data.” Passado mais de um mês, continuo sem equipamento e sem reembolso, o que considero inadmissível numa marca de referência. Solicito, portanto, a intervenção da DECO para que este caso seja resolvido com urgência e que o valor pago me seja devolvido o mais rapidamente possível. Em anexo envio comprovativos da compra, pedido de cancelamento, recolha e nota de crédito.
Devolução/troca de equipamentos
Exmos. Senhores, responsáveis pela loja iStore do Madeira Shopping, Funchal. No passado dia 20 de setembro de 2025, dirigi-me à loja iStore do Madeira Shopping, funchal, com o intuito de comprar vários equipamentos de marca Apple, Marca à qual tenho me mantido fiel desde 2013, quer a nível computadores, telefones e acessórios. Como pretendia efetuar um upgrade ao meu telemóvel (Iphone15 256GB) o funcionário da loja apresentou-me o Iphone Air de 256GB, explicando-me todas as suas principais caraterísticas. Informou-me, também, que, o mesmo já não funcionava com um cartão físico “Sim”, mas através de um cartão digital, chamado eSim. Algo que me deixou perplexo, pois não sabia (ainda) de tal existência. O funcionário esclareceu-me que, o eSim, era uma nova tecnologia que, futuramente, substituiria, por completo, os cartões físicos. Referiu ainda que, todas as redes móveis a operar em Portugal, já utilizavam esta tecnologia. Eu, com um pouco de receio em comprar um dispositivo de 1.249€ e depois não conseguir configurar o cartão eSim no telemóvel, voltei a questionar se o mesmo funcionava para qualquer rede móvel. A resposta do funcionário foi a seguinte: Se não conseguir configurar traga cá à loja que nós configuramos, desde a transferência dos dados do telemóvel antigo para o novo, assim como, a transferência do cartão físico para o digital. Convencido pelo funcionário da iStore, decidi comprar o telemóvel e ainda investi numa película protetora de ecrã (24,90€) e numa capa protetora do telemóvel (59€). Passado uma semana. No dia 29 de setembro, decidi migrar para o novo telemóvel, transferindo os dados do telefone antigo, assim como, tentei realizar a transferência do cartão físico para o cartão eSim. Os dados do telemóvel antigo, transferiram corretamente para o novo aparelho. Quanto ao cartão eSim, surgiu um erro na conversão/transferência, indicando a necessidade de contactar a minha operadora. Como pensei que poderia ter ocorrido algum erro, tentei novamente a transferência de dados e cartão, entre os dois Iphones. O erro voltou a surgir... Aflito, liguei para a minha operadora (Rede Amigo/Vodafone) e a operadora informou-me que a rede móvel Amigo, não operava com cartões eSim... Perante esta situação, senti-me revoltado, stressado e ENGANADO! No dia 01 de setembro, dirigi-me à loja iStore do Madeira Shopping, onde comprei o telemóvel e os acessórios, para tentar resolver esta situação. O Funcionário que me convenceu a comprar o telemóvel não estava de serviço. Expliquei o sucedido a dois funcionários que lá estavam na loja, e para meu espanto, os mesmos também não faziam ideia, que a tecnologia eSim não funcionava em todas as redes. Pedi-lhes uma solução, para o meu caso, e disseram que não poderiam fazer nada. Só o gerente de loja, poderia responder ou solucionar o meu problema. Então, indicaram que no dia seguinte, 5.ª feira, dia 02 de outubro, o gerente de loja estaria presente, entre as 10:00 e as 19:00. No dia seguinte, compareci na loja, no turno da manhã, e voltei a explicar a situação ao Gerente de loja. O mesmo, de igual modo que os restantes funcionários de loja, demonstrou, também, não ter conhecimento de que poderiam existir redes móveis que não utilizassem o eSim. Logo de seguida, esclareceu-me que, eu como cliente, é que deveria de saber se a minha rede suportava ou não o eSim. Afirmando, categoricamente: “Não é nossa política aceitar devoluções”. Eu, cliente de longa data, Fã incondicional da marca Apple, que não conhecia o eSim, que fui elucidado e, pode-se dizer, convencido, por um funcionário da loja, em comprar um equipamento, garantindo a total compatibilidade com qualquer cartão Sim, mostrando-se disponível para realizar essa transferência de dados e cartão, do telefone antigo para o novo, fiquei completamente desiludido, enganado, aldrabado e roubado pelos funcionários e gerente da loja Istore. Nesse dia (20 de setembro de 2025), fiz uma compra de 3.409,90€ onde se incluía o telemóvel+película+capa no valor total de 1.332,90€. E agora vem-me dizer que a culpa era minha e que não aceitavam devoluções... Sugeri, então uma troca, por outro equipamento, que suportasse cartão físico eSim e de igual valor (pois o que faria com um equipamento e acessórios, se não podia utilizar a minha rede?). O gerente de loja disse-me que iria fazer pelo melhor e que nesse dia à noite não teria resposta para me dar, mas, que no dia seguinte, dia 03 de setembro, ligava-me com uma resposta. Contudo, frisou, não dar certezas de nada. Passou-se a noite do dia 02, o dia 03, o dia 04 e finalmente, no dia 05 de setembro à tarde, ligou-me, e por telefone, deu-me a pior notícia: “como lhe tinha dito, o cliente é que deveria de saber se a sua rede era ou não compatível e não é nossa política receber devoluções”. Caiu-me o chão... Resumidamente, quis devolver um equipamento e acessórios, que me foram vendidos pela iStore, com promessa e garantia de que tudo funcionaria em pleno. A iStore não quis saber, não quis ver o lado do cliente, simplesmente quis arranjar forma de se descartar de responsabilidades! Vender sim! Faturar sim! E o resto? E o lado do cliente? Incrível mesmo! Nunca pensei! Que desilusão! Cumprimentos, Aureliano Barreto.
Devolução de cama entregue em 17/09/2025
Bom dia, Depois da visita técnica da passada 6ª feira (03/10/2025) que não resolveu nada, venho, por este meio, declarar que, dado já não confiarmos nesta cama pretendemos a sua devolução URGENTE – ao abrigo do artº 16º do Decreto-lei nº 84/2021 – com a respectiva devolução do valor pago, no valor de 699,00€, e o levantamento da cama na minha residência pelos vossos serviços e sem qualquer custo. Grato pela vossa atenção e na expectativa da vossa prezada e breve resposta,
Reclamação por tratamento discriminatório
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal referente a uma situação de tratamento discriminatório, constrangedor e abusivo ocorrida na loja Wells do Loureshopping, no dia 23 de julho de 2025. Durante a minha visita à loja, fui injustamente abordada por funcionárias que insinuaram que eu teria retirado um produto sem pagar, levando mesmo à revista da minha mala em público, perante outros clientes. A situação foi profundamente humilhante e deixou-me emocionalmente abalada, sobretudo por ter consciência de que a forma como fui tratada não foi alheia à minha cor de pele. Apresentei uma reclamação formal por escrito à Wells, expondo detalhadamente o ocorrido. No entanto, a empresa apenas respondeu quase um mês depois (8 de setembro de 2025), com uma comunicação que desvalorizou completamente a componente discriminatória da situação. Após esse contacto, fui alvo de várias chamadas telefónicas da loja, nas quais pediram desculpas de forma insistente, o que entendo como uma tentativa de minimizar o impacto da ocorrência, sem assumir devidamente a gravidade dos factos. Posteriormente, enviei um terceiro email a contestar a resposta recebida, mas até à presente data nunca obtive qualquer retorno, o que considero uma falta de respeito e transparência no tratamento de um consumidor. Esta experiência deixou-me não só indignada, mas também profundamente dececionada com a ausência de responsabilidade e de sensibilidade demonstradas pela empresa, que se limitou a uma resposta vaga, sem medidas concretas nem reconhecimento do dano moral causado. Solicito, assim, que esta reclamação seja analisada e acompanhada pelas entidades competentes, de modo a garantir uma avaliação justa e independente da conduta da Wells, bem como a prevenção de futuras situações de discriminação e desrespeito para com outros consumidores. Em anexo envio o ficheiro “Comunicacao_Completa_Wells_Helena_Biague.pdf”, que contém toda a comunicação trocada com a Wells, incluindo o relato inicial, a resposta da empresa e o meu último email, sem resposta até ao momento. Com os melhores cumprimentos, Helena Biague serenafpina@icloud.com 967 658 161
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No dia 06/09/2025 fiz uma encomenda no valor de 54,95€ no site da primor que até à presente data nunca cheguei a receber! Não recebi nenhum email de confirmação e enviei um pedido de ajuda para tenta perceber a situação através do formulário disponível no site ao qual não obtive uma única reposta. No estado das encomendas a mesma encontra-se em processamento até hoje, passado um mês. Nenhuma resposta por parte da marca e o dinheiro saiu da minha conta! VERGONHOSO, INADMISSÍVEL!!!!! Cumprimentos.
Money not refunded
Dear Deco Proteste Team, I wish to lodge a formal complaint against FNAC for their unacceptable handling of a recent online purchase. Approximately one month ago, I made a purchase on FNAC’s website. After three weeks with no delivery, I contacted FNAC to report the issue. FNAC gave their dropshipping partner two days to respond—the seller eventually apologised, and FNAC promptly closed my case, promising either a refund or a digital voucher. I refused the voucher and requested that the refund be made directly to my bank account. As of 6 October 2025, I have still not received any refund. Despite repeated follow-ups, FNAC has failed to take accountability or deliver the level of service one expects from a major retailer. To illustrate the contrast, I recently made a similar purchase through Worten, and my order arrived within five days—proof that efficient, customer-focused service is entirely possible. I request that Deco Proteste investigate this matter, publish my experience to alert other consumers, and hold FNAC accountable for their poor after-sales service and failure to honour their refund commitment. Kind regards, [Your Full Name] [Your Contact Information]
Arranhões no carro após o serviço
Ref: BJ-32-FZ Caro ms C, Em primeiro lugar, gostaria de lhe agradecer pessoalmente pela sua simpatia e ajuda ao longo deste processo. Desde o início tem sido educada e prestável, e aprecio sinceramente os seus esforços. Contudo, tenho de manifestar a minha profunda insatisfação com a forma como a MSCAR, enquanto empresa, tem tratado esta situação. Hoje de manhã, a pedido da MSCAR, desloquei-me às vossas instalações às 11:00. Após aguardar 20 minutos, fui informado pelo gerente da oficina, Sr. J, de que os riscos no meu carro não são da responsabilidade da MSCAR porque o carro chegou sujo e, por isso, não pôde ser devidamente inspecionado. Esta justificação é absurda e inaceitável. O carro estava de facto com pó devido a uma “chuva do Saara” — facto conhecido pela MSCAR — mas é precisamente isso que torna provável que os danos tenham ocorrido durante o processo de limpeza ou secagem realizado pelo vosso pessoal. A sujidade do carro não desculpa um manuseamento inadequado nem o uso de materiais impróprios por parte da MSCAR. É exatamente este manuseamento de um carro sujo que é a causa provável dos riscos. Não só o meu veículo me foi devolvido com danos graves, como também fui confrontado com atrasos, incómodo e uma clara falta de respeito. Após repetidos emails sem resposta, fui convocado para as vossas instalações apenas para ser informado — sem investigação nem proposta construtiva — de que a MSCAR recusa qualquer responsabilidade. Pela presente informo que já apresentei uma reclamação formal no vosso Livro de Reclamações. Caso a MSCAR não assuma de imediato a responsabilidade e não apresente uma solução concreta, irei escalar esta situação para a DECO/Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e exercer os meus direitos legais ao abrigo da lei portuguesa de defesa do consumidor. Reitero que a MSCAR deve, com urgência, assumir integralmente a responsabilidade pelos danos causados no meu carro e apresentar uma resolução clara sem mais demora. Aguardo a vossa resposta escrita no prazo máximo de 5 dias úteis. Com os melhores cumprimentos, Evert Boersma and Debra Crank Dear ms C, First of all, I would like to thank you personally for your kindness and assistance throughout this matter. From the outset you have been polite and helpful, and I appreciate your efforts. However, I must express my deep disappointment with MSCAR’s handling of this situation as a company. This morning, at MSCAR’s request, I attended your premises at 11:00. After waiting 20 minutes, I was told by your repair shop manager, Mr. J that the scratches on my car were not MSCAR’s responsibility because the car had arrived dirty and therefore could not be properly inspected. This reasoning is absurd and unacceptable. The car was indeed dusty due to a Sahara dust shower — a fact known to MSCAR — but that is precisely what makes it likely that the damage occurred during your cleaning or drying process. Dirt on the car does not excuse poor handling or the use of unsuitable materials by MSCAR staff. It is exactly this handling of a dirty car that is the probable cause of the scratches. Not only was my vehicle returned with serious damage, but I have also been faced with delays, inconvenience, and a clear lack of respect. After repeated unanswered emails, I was summoned to your premises only to be told—without any investigation or constructive proposal—that MSCAR denies all responsibility. I hereby inform you that I have already filed a formal complaint in your Livro de Reclamações. If MSCAR does not take immediate responsibility and present a concrete solution, I will escalate this matter to DECO/Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) and pursue legal remedies available to me under Portuguese consumer law. I once again request that MSCAR urgently assume full responsibility for the damage caused to my car and propose a clear resolution without further delay. I look forward to your written reply within 5 working days.
Encomenda Disfuncional
Boa tarde, Encomendei um triturador online, depois de ser montado a máquina não funcionou. A máquina não começou a trabalhar. O triturador foi devolvido ao companhia em Montijo. Eu pedi um reembolso, a companhia recusou. FERRAMENTAS disse-me que houvesse uma 'anomalia', que tivesse sido 'corregida'. Uma substituição ou um reembolso não estavam necessários, segundo o quadro legal, eu tenho de aceitar a mesma máquina pela segunda vez. Eu tinha muita matéria orgánica para triturar, tive de fazê-lo á mão. Eu não quero a máquina agora, não tenho confiança no produto. Acho que eu tenha o direito, nestas circunstâncias, de pedir um reembolso. O triturador não foi reparado, estava disfuncional desde o início. Eu ficaria agradecido pela sua ajuda neste assunto. Com os melhores cumprimentos, DAVID H BLACK
Não Cumprimento do Prazo Legal para Registo de Propriedade de Viatura de Retoma (CARPLUS) e Pedido U
Dirijo-me a V. Exas. na qualidade de associado para apresentar uma reclamação formal contra a empresa CARPLUS (e por extensão, a sua intermediária CAETANO TEC Setúbal), e solicitar a vossa intervenção urgente para resolução de um litígio relativo à transferência de propriedade de uma viatura de retoma. Enquadramento dos Factos Data da Transação: No dia 25 de fevereiro de 2025, procedi à compra de uma viatura nova da marca BYD no Stand CAETANO TEC Setúbal. Viatura de Retoma: Como parte do negócio, entreguei para retoma a minha viatura PEUGEOT 2008 GT 1.2 PURETECH, com a matrícula AL-95-HN, que foi recebida pela CARPLUS na qualidade de atual adquirente. Liquidação do Leasing: A viatura de retoma estava associada a um contrato de Leasing com o meu banco. Antes da data de entrega, o valor em dívida foi integralmente liquidado com o valor de venda à CARPLUS, o que resultou na extinção do contrato. Incumprimento do Prazo Legal: Decorrido o prazo legal de 90 dias para o registo obrigatório da propriedade (art.º 56 do Decreto-Lei n.º 54/2005), e após consulta ao Portal das Finanças, verifiquei que a viatura continua registada em meu nome. Riscos para o Antigo Proprietário: Este atraso está a causar-me prejuízos e riscos não só psicológicos e físicos como, uma vez que sou legalmente responsável por todos os encargos e infrações (multas, impostos) associados à viatura desde 25/02/2025. Dificuldade na Regularização e Exigências Infundadas Primeiro Contacto e Envio de Nova Documentação: Contactei o vendedor (Stand CAETANO TEC Setúbal, intermediário da CARPLUS) para averiguar a situação. Estes alegaram ter perdido ou agrupado indevidamente a documentação original, solicitando nova documentação certificada ao meu banco (novas assinaturas com advogado e testemunhas) para regularizar a transferência de propriedade. Documentação Entregue: Para cumprir a solicitação e regularizar a situação, obtive e entreguei em mãos ao vendedor a seguinte documentação: Cópia certificada da revogação do contrato de Leasing (devidamente assinada). Requerimento de Registo Automóvel assinado e reconhecido, identificando a CARPLUS como futura proprietária. Original da declaração de autorização para envio do requerimento de registo em nome da CARPLUS. Objeção da CARPLUS e Bloqueio do Processo: Após receber a documentação, a CARPLUS exige o documento original do contrato de revogação do Leasing, alegando que a Cópia Certificada não é válida na Conservatória e que o processo de transferência será recusado. Posição do Banco: O meu banco informou que não entregará o documento original, confirmando que a Cópia Certificada da Revogação de Contrato é legalmente válida e perfeitamente aceitável junto das entidades competentes, não constituindo motivo para recusa do registo. Pedido de Intervenção e Ação Legal A CARPLUS, enquanto adquirente da viatura, tem a obrigação legal e contratual de efetuar o registo de propriedade no prazo de 90 dias, e está claramente a incumprir a legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 54/2005, art.º 56.º). A exigência de um documento que a sua intermediária perdeu/agrupou e a recusa de aceitar uma cópia certificada e legalmente válida configura um entrave injustificado à regularização. Pelo exposto, solicito que a DECO PROTESTE, na minha representação: Interpele a CARPLUS e a CAETANO TEC Setúbal de forma imediata e formal, exigindo a conclusão célere do processo de transferência de propriedade da viatura com a matrícula AL-95-HN utilizando a documentação já entregue (incluindo a cópia certificada). Averigue junto da Conservatória do Registo Automóvel a validade e a aceitação da "Cópia Certificada da Revogação de Contrato de Leasing", de forma a desmantelar a justificação apresentada pela CARPLUS para o incumprimento. Acione os mecanismos legais adequados para responsabilizar a CARPLUS pela infração legal em que está a incorrer, nomeadamente o não cumprimento do prazo de registo. Agradeço desde já a vossa colaboração e aguardo com urgência a vossa intervenção, encontrando-me ao vosso dispor para enviar quaisquer elementos adicionais que necessitem.
Quebra de contrato - Viatura não entregue
Exmos. Senhores, No passado dia 19/9 aterrei em MXP pelas ~18:22 (CEST) e dirigi-me de imediato ao ponto de shuttle/balcão. Durante o atraso, tentei contactar os números indicados no voucher -- Auto Europe Portugal e linha "fora de horas", bem como a Green Motion MXP (+39 328 447 7652) -- sem sucesso . Tentei ainda ligar para o número de Portugal que supostamente estaria disponível até às 23h, dando a informação de que a linha se encontrava encerrada. O voucher indica expressamente estes contactos e a disponibilidade 24/7 da Green Motion/shuttle. Por não me disponibilizarem viatura, fui obrigado a alugar de urgência noutra empresa para não ficar retido no aeroporto, a um preço bastante mais elevado. Saliento que cheguei para o levantamento dentro da janela de 2 horas após a hora marcada (antes das 19:30), pelo que não se aplica a cláusula de "levantamento tardio ≥2h sem contacto". Ademais, o insucesso dos contactos fornecidos no voucher constitui falha na assistência/gestão da reserva. Tenho em meu poder os mails já trocados em que eles próprios se contradizem, primeiro alegando que não cumpri com as 2 horas dos T&C, e mais tarde dizendo que “As duas horas mencionadas correspondem apenas a uma orientação geral” negando assim o reembolso. De salientar que numa primeira interação consideraram o caso como um cancelamento, quando o mesmo se trata efetivamente de uma reclamação. Infelizmente não consigo fazer aqui o upload dos emails para efeito de prova. Mais informo que tenho ainda os prints das tentativas de chamadas telefónicas não atendidas. Não quero ser ressarcido do valor a mais que paguei na outra companhia, quero apenas que a Auto Europe, site onde fiz a reserva, me devolva o dinheiro do aluguer feito e não cumprido. Cumprimentos.
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