Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. A.
21/08/2026

Falha na entrega da encomenda DX306638267PT

Venho apresentar uma reclamação relativamente à entrega da encomenda DX306638267PT, proveniente da Porto Editora, cuja entrega estava prevista para hoje, dia 21 de agosto, na morada indicada no envio. Hoje fui contactada telefonicamente pelo distribuidor, que informou não estar a conseguir localizar a morada. Após lhe fornecer as indicações necessárias, respondeu-me que se encontrava noutra zona e que, nessas circunstâncias, não iria efetuar a entrega, sugerindo que eu me deslocasse para ir buscar a encomenda. Caso contrário, informou que a mesma seria encaminhada para um centro dos CTT, ficando a entrega para uma data posterior. Considero esta situação totalmente inadmissível, sobretudo porque a encomenda estava programada para entrega hoje na morada indicada e eu encontrava-me disponível para a receber. Não é razoável que o cliente tenha de se deslocar para recolher uma encomenda por falta de organização ou de capacidade do distribuidor para localizar uma morada. Acresce que esta é já a segunda situação, esta semana, em que os CTT Expresso não cumprem corretamente uma entrega. Na situação anterior, a encomenda acabou por ser entregue numa morada diferente daquela que tinha sido indicada. Solicito, por isso, uma explicação para esta sucessão de falhas e que a encomenda seja entregue com a maior brevidade possível na morada correta ou em alternativa no ponto de CTT mais próximo da minha área de residência, sem qualquer custo ou inconveniente adicional para mim. Agradeço ainda que esta reclamação seja devidamente registada e que me seja dada resposta relativamente às medidas que serão tomadas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.

Resolvida
V. C.
21/08/2026

Sem serviço tv e net

Venho por este meio reclamar a total indisponibilidade do serviço fixo da Vodafone há 10 dias consecutivos, comunicado pela primeira vez no dia 11 . Apesar de múltiplos contactos telefónicos, a resposta da operadora limita-se a indicar que se trata de uma avaria na linha de distribuição, sem apresentar uma data para a resolução definitiva. Sendo a infraestrutura da responsabilidade do operador, exijo o restabelecimento imediato do serviço, o crédito integral na fatura correspondente aos dias sem emissão de sinal (conforme o artigo 129.º da Lei das Comunicações Eletrónicas) e o reembolso dos custos das chamadas de suporte."

Resolvida
P. R.
21/08/2026

Penalização

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao aluguer da viatura de substituição que me foi disponibilizada através do meu seguro, nas vossas instalações. No levantamento da viatura, foi-me solicitado um depósito de garantia no valor de 160 € e a assinatura do contrato através de um tablet. Como sou estrangeiro e não sei ler português nem inglês, pedi ajuda a uma funcionária da vossa empresa. Em vez de me explicar o conteúdo do contrato, as condições e as regras aplicáveis, limitou-se a indicar onde deveria preencher os meus dados e onde deveria assinar. Necessitava da viatura porque o meu veículo se encontrava na oficina BMW. No mesmo dia tive uma reunião de trabalho em Espanha e utilizei a viatura para essa deslocação. Apenas no momento da devolução fui informado de que, para circular fora de Portugal, existia uma taxa adicional de apenas 8 €. Em vez de me ter sido dada essa informação antes da utilização da viatura, foi-me aplicada uma penalização de 150 €. Considero esta situação profundamente injusta e desproporcional. Se me tivessem informado previamente da existência da taxa de 8 €, tê-la-ia pago sem qualquer problema. Não faz qualquer sentido aplicar uma penalização de 150 € quando a situação poderia ter sido resolvida com o pagamento dessa taxa. Acresce que a vossa empresa já tinha em sua posse um depósito de garantia de 160 €, pelo que teria sido perfeitamente possível informar-me da necessidade desse pagamento adicional antes da minha deslocação. Entendo que houve uma grave falha de informação e de atendimento ao cliente. Os colaboradores devem assegurar que os clientes compreendem as condições essenciais do contrato, especialmente quando é evidente que estes não dominam a língua em que o contrato é apresentado.

Encerrada
A. S.
21/08/2026

COBRANÇA INDEVIDA DE CHAPELEIRA

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o apoio e a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma cobrança que considero indevida efetuada pela Europcar Portugal, referente à alegada falta da chapeleira do porta-malas de um veículo que aluguei no Aeroporto de Lisboa, nos dias 30 e 31 de julho, sob o n.º de contrato de aluguel 7019279574. Já apresentei uma contestação formal à Europcar, que foi indeferida pela empresa. No entanto, continuo a contestar integralmente a cobrança, pois a chapeleira já não se encontrava no veículo no momento da retirada. No momento da retirada do veículo, no Aeroporto de Lisboa, o carro encontrava-se estacionado em uma área extremamente escura, sem condições adequadas para uma inspeção minuciosa do interior, do porta-malas ou dos acessórios. Não havia inicialmente nenhum funcionário da Europcar no local para realizar a conferência. Eu mesma procurei um funcionário e solicitei que verificasse o veículo, mas a inspeção realizada foi bastante superficial e concentrou-se principalmente na parte externa. É importante destacar que, naquele momento, o veículo já não possuía a chapeleira do porta-malas. Portanto, não seria sequer possível eu devolver posteriormente um acessório que não estava presente quando recebi o veículo. A situação da iluminação também me causa grande preocupação e gostaria que fosse analisada pela DECO. Na retirada do veículo, o estacionamento onde os carros são disponibilizados encontrava-se muito escuro, dificultando significativamente a identificação de defeitos, danos, sujeira ou ausência de acessórios. Já no momento da devolução, as condições de iluminação eram completamente diferentes, permitindo uma inspeção muito mais detalhada do veículo. Pergunto, portanto: por que razão o local de retirada não possui as mesmas condições adequadas de iluminação existentes no local de devolução? Não estou afirmando que exista necessariamente uma intenção deliberada por parte da empresa, mas considero essa diferença de condições extremamente preocupante e que merece ser apurada, pois coloca o consumidor em uma situação de evidente desvantagem no momento em que deveria verificar e registrar o estado do veículo antes de assumir sua responsabilidade. Além disso, o veículo apresentava sujeira no vidro traseiro, com uma substância que desconheço, fato que somente conseguimos identificar claramente depois de sairmos do estacionamento da Europcar, quando o veículo passou a receber a luz do dia. Tenho fotografia do vidro que comprova essa situação. A fotografia foi realizada já fora do estacionamento, durante o dia, justamente porque dentro do estacionamento a iluminação era insuficiente. Outro ponto importante é que, na devolução do veículo no Porto, nenhum funcionário apontou qualquer problema, dano ou ausência de acessório. O veículo foi entregue normalmente e não me foi comunicada qualquer irregularidade. Somente posteriormente fui surpreendida com a cobrança referente à alegada falta da chapeleira. Considero especialmente injusto que a Europcar pretenda responsabilizar o consumidor por um acessório cuja presença no veículo no momento da retirada não foi comprovada, principalmente quando a própria empresa não proporcionou condições adequadas para que o cliente pudesse realizar uma inspeção completa e documentar todos os elementos existentes no veículo. Outro fato importante a se destacar é que a Europcar apresentou SOMENTE as fotos no momento da devolução do veículo em que não se encontrava a chapeleira. Inclusive, faço uma pergunta que considero fundamental: se o veículo já foi entregue sem a chapeleira, como eu poderia devolvê-lo posteriormente com esse acessório? Não é razoável atribuir ao cliente a responsabilidade por um item que não estava presente quando o veículo foi disponibilizado. Solicitei à Europcar que apresentasse as fotografias e os registros que comprovassem que a chapeleira estava efetivamente presente no veículo no momento da retirada. Entretanto, não considero suficientes os elementos apresentados pela empresa para demonstrar que o acessório foi entregue juntamente com o veículo. Outro fato relevante é que o veículo também foi entregue à mim com o vidro traseiro e porta malas sujos, conforme posso comprovar através de fotografia que tirei assim que saí do aeroporto e na luz do dia, o que demonstra a falha na vistoria antes de entregar o veículo ao cliente. Também considero relevante informar que já existem outras reclamações públicas na plataforma da própria DECO envolvendo a Europcar e situações semelhantes relacionadas a cobranças posteriores por danos ou elementos que os consumidores afirmam já estarem presentes ou ausentes no momento da retirada do veículo. Diante de todo o exposto, solicito à DECO PROteste: Que analise a situação e avalie se a cobrança realizada pela Europcar é legítima; Que me oriente quanto aos meus direitos enquanto consumidora; Que, se possível, intervenha junto à Europcar para solicitar o cancelamento da cobrança; Que avalie a adequação dos procedimentos utilizados pela Europcar na inspeção dos veículos no momento da retirada e devolução; Que seja considerada, em especial, a diferença das condições de iluminação entre o local de retirada e o local de devolução dos veículos; Que a Europcar seja instada a apresentar documentação e evidências capazes de comprovar, de forma inequívoca, que a chapeleira estava efetivamente presente no veículo no momento em que me foi entregue. Tenho disponíveis para apresentar à DECO as fotografias do veículo, a fotografia do vidro traseiro sujo, as comunicações trocadas com a Europcar, a resposta de indeferimento da empresa, os documentos do aluguer e demais comprovativos relacionados ao caso. Reitero que não reconheço a cobrança e considero que não pode ser atribuída ao consumidor a responsabilidade por um acessório que já não se encontrava no veículo quando este foi disponibilizado. Agradeço desde já a atenção e solicito o apoio da DECO PROteste para a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Paula Oliveira dos Santos Contrato de Aluguel n.º 7019279574

Resolvida
P. L.
21/08/2026

Zero orientação para o cliente

Exmos. Senhores, A minha experiência com esta seguradora revelou-se extremamente negativa. Se fosse possível atribuir uma classificação inferior a uma estrela, fá-lo-ia sem hesitar. Enquanto o processo de adesão é célere e acompanhado de grande disponibilidade comercial, a realidade muda por completo no momento em que é necessário acionar os sinistros. Constatei que a postura da empresa se resume a recusar sistematicamente os pedidos e a não efetuar qualquer tipo de reembolso. Um seguro barato perde totalmente o sentido se, no momento da verdade, não assume qualquer responsabilidade. Pagar por uma proteção que, na prática, não existe é financeiramente insustentável. Para piorar a situação, o atendimento ao cliente revelou-se rude, pouco profissional e hostil sempre que os serviços foram questionados sobre o ponto de situação dos processos. Perante este cenário de total falta de apoio e consideração pelo cliente, tomei a decisão de cancelar o contrato de imediato. Cumprimentos.

Encerrada
C. F.
21/08/2026

Alteração de condições e pedido de pagamento extra

Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Odisseias, uma vez que a empresa está a violar as condições do contrato estabelecido no momento da compra dos meus vouchers. Os vouchers adquiridos e devidamente pagos previam explicitamente um menu de "Mariscada" no restaurante Alcazar em Viana do Castelo, cujo menu já tinha sido adquirido várias vezes anteriormente. Contudo, fui agora informado que, devido a alterações de condições de parceiros, para usufruir do serviço contratado inicialmente, pretendem cobrar-me um valor suplementar de 12,17 euros. Para além disso, mencionaram que poderiamos trocar este voucher por outro disponível o que desvirtua completamente a natureza e o valor da experiência que comprei. Nos termos da legislação de defesa do consumidor, as condições em vigor no momento da compra vinculam a empresa, não sendo legal a alteração unilateral das prestações nem a exigência de custos adicionais não previstos para o mesmo serviço. Face ao exposto, exijo: O cumprimento escrupuloso das condições iniciais do voucher, fornecendo o menu de mariscada original sem qualquer custo acrescido; ou, em alternativa,O reembolso imediato e integral do valor pago pelos 2 vouchers, caso o parceiro se recuse a cumprir o que foi publicitado e vendido. Aguardo uma resposta urgente para a resolução deste diferendo. Com os melhores cumprimentos, Cathy Fernandes

Em curso
T. S.
21/08/2026

Reclamação contra 888.pt – levantamento pendente e demora na validação da conta

Venho apresentar uma reclamação contra a 888.pt devido à demora excessiva na validação da minha conta e no processamento de um levantamento de valores que me são devidos. Solicitei um levantamento na plataforma e, posteriormente, fui informada de que seria necessário enviar documentação para validação da minha conta. Desde então, tenho colaborado com todos os pedidos efetuados pela 888.pt e já enviei diversos documentos, incluindo: Título de residência; Comprovativo de morada; Comprovativo bancário/IBAN; Fotografia do passaporte; Novo comprovativo bancário dentro do prazo exigido. Inicialmente, recebi um e-mail da própria equipa de Operações da 888.pt a informar que os documentos tinham sido “processados com sucesso e salvos na sua conta de forma segura”. Posteriormente, fui novamente informada de que, para realizar levantamentos, seria necessário apresentar documentos adicionais. Enviei os documentos solicitados, mas estes foram novamente recusados por questões relacionadas com a fotografia do passaporte e com a data de emissão do comprovativo bancário. Após essa indicação, providenciei novos documentos que cumprem os requisitos informados pela 888.pt e consegui finalmente carregá-los através do Safe-Cashier, conforme solicitado. Neste momento, continuo sem uma resposta concreta da 888.pt e o meu levantamento permanece pendente/em processamento. Considero extremamente frustrante ter de enviar documentação repetidamente, cumprir todas as exigências apresentadas e, mesmo assim, continuar sem uma solução ou uma previsão concreta para receber os valores do meu levantamento. Não me recuso a cumprir os procedimentos de verificação. Pelo contrário, tenho colaborado desde o início e fornecido todos os documentos solicitados. O que pretendo é que a empresa conclua a verificação de forma célere e transparente e proceda ao pagamento dos valores que me são devidos. Solicito a intervenção da DECO para que a situação seja analisada e para que a 888.pt seja instada a: Confirmar a receção e análise dos documentos que foram finalmente carregados corretamente; Concluir a validação da minha conta; Informar claramente se existe algum impedimento adicional ao levantamento; Processar o meu levantamento assim que a verificação estiver concluída; Evitar novos pedidos de documentação que não sejam devidamente fundamentados; Apresentar uma resposta concreta sobre o estado do meu levantamento e o prazo para pagamento. Tenho disponíveis e-mails, comprovativos e registos dos documentos enviados, bem como as comunicações da própria 888.pt, que comprovam toda a situação descrita. Quero apenas receber os meus ganhos e que o processo de verificação seja concluído de forma transparente e sem mais atrasos. Aguardo a intervenção e orientação da DECO para a resolução desta situação.

Em curso
A. L.
21/08/2026

Burla em nome da Betano.pt

Venho apresentar uma reclamação relativamente a um pagamento que efetuei por engano para uma referência Multibanco associada à Betano Portugal. Fui vítima de uma situação em que, ao contratar um serviço de transporte de mercadorias da Suíça para Portugal, me foram fornecidas indicações para efetuar o pagamento através de uma entidade e referência Multibanco que, mais tarde, descobri pertencerem à Betano Portugal. Acreditei inicialmente que estava a pagar o serviço contratado, mas só posteriormente percebi que se tratava de uma situação enganosa. Após tomar conhecimento do sucedido, apresentei participação junto das autoridades competentes, estando o caso atualmente sob investigação. Peço que analisem urgentemente esta situação e, caso seja possível identificar ou recuperar os fundos, que procedam à sua restituição ou colaborem com as autoridades conforme necessário. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta com brevidade.

Em curso
J. S.
21/08/2026

Cobrança Indevida Edreams

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança de 89,99 € efetuada pela eDreams, cuja origem desconhecemos e para a qual não encontramos qualquer justificação. Não recebemos qualquer e-mail, aviso de renovação, fatura ou outra comunicação que explique ou autorize esta cobrança. Além disso, ao consultarmos a única conta eDreams que temos atualmente ativa, verificamos que a respetiva subscrição apenas tem renovação prevista para março de 2027, pelo que não compreendemos a que serviço ou subscrição corresponde o montante de 89,99 € agora cobrado. Solicitamos, por isso: * A identificação exata da conta, reserva ou subscrição associada a esta cobrança; * A explicação do motivo pelo qual foram cobrados 89,99 €; * O comprovativo de qualquer autorização ou comunicação prévia relativa a esta cobrança; * Caso não exista fundamento válido para a mesma, o reembolso integral e imediato dos 89,99 €. Salientamos que não reconhecemos nem autorizámos conscientemente qualquer nova subscrição ou renovação correspondente a este valor. Agradecemos uma resposta com a maior brevidade possível e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Joana Rosado

Em curso
D. M.
21/08/2026
Guerin Rent-a-Car (Dois), Lda

Contestação de cobrança por danos - Guerin Rent-a-Car / Enterprise - Contrato PT 005555513

Aluguei uma viatura (Hyundai Bayon, matrícula BT11OH) à Guerin Rent-a-Car, com check-out em 24/07/2026 e check-in em 28/07/2026 (contrato PT 005555513, reserva PT 006659946). No momento da devolução, foi-me comunicado um valor de 600€ (sem IVA) por danos no para-choques frontal - riscos superficiais, sem amolgadela nem plástico partido, conforme fotografias anexas. A empresa cobrou-me um total de 875,72€ (650€ de danos + 30€ de fee de gestão de danos + portagens), com base num documento interno intitulado “Estimativa de Orçamento”, que contém apenas uma linha genérica (“PARA-CHOQUES FRT/FRONT BUMPER - 650,00€”), sem qualquer discriminação de mão de obra, materiais ou tipo de reparação. Solicitei por escrito, em duas ocasiões, o relatório técnico detalhado (alegadamente gerado pela plataforma Audatex/DAT) que sustenta este valor, incluindo tempos de mão de obra, custo de materiais e operações previstas. A Guerin respondeu que o valor foi apurado “de acordo com os critérios previstos nas Condições Gerais de Aluguer”, invocando a cláusula 3.7, que prevê o uso de preçários de entidades internacionais certificadas (Audatex/DAT). Contudo, a empresa recusa-se a apresentar o cálculo detalhado gerado por essa própria ferramenta - ou seja, invoca o método usado mas não demonstra o resultado concreto (horas de mão de obra, operações, valores aplicados), o que impossibilita qualquer verificação do valor por parte do consumidor. O valor cobrado está, adicionalmente, muito acima dos preços médios de mercado para este tipo de dano (entre 100€ e 300€, segundo orçamentos de referência obtidos em oficinas de chapa e pintura). Solicito a intervenção da DECO PROteste para: 1. Obrigar a empresa a apresentar o relatório técnico/DAT detalhado que sustenta o valor cobrado; 2. Reavaliar o valor cobrado com base em critérios verificáveis e proporcionais ao dano real; 3. Reembolso da diferença entre o valor cobrado e o valor real do dano. Anexo: fotografias do dano, documento “Estimativa de Orçamento”, fatura-recibo, e troca de emails com a Guerin (incluindo a resposta que invoca a cláusula 3.7). Com os melhores cumprimentos, Digildo Lima.

Encerrada

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