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Venda e não cumprimento
No dia 06/02/2026, recebi uma oferta de cruzeiros com até 60% de desconto e realizei uma simulação no site da Cruzeiros.pt para o dia 23/08/2026, com a Norwegian Cruise Line, itinerário de 7 noites por Espanha, França e Itália (pensão completa), para 2 adultos e 4 crianças (até 17 anos). Recebi o orçamento nº 183564554, no valor de 1.689€, e efetuei o pagamento de 512€, correspondente à entrada para efetivação da reserva. No dia 09/02/2026, fui informado pela empresa de que ocorreu um erro no sistema, que permitiu a reserva para 2 adultos + 4 crianças em uma cabine dupla, e que, por esse motivo, a reserva seria cancelada com devolução do valor em até 48 horas. No entanto, até à data de hoje, 18/02/2026, nenhum valor foi depositado na minha conta. Informei ainda a atendente que não tenho interesse no cancelamento da reserva e solicitei uma solução que não implique custos adicionais, uma vez que segui todos os passos indicados no site, recebi o orçamento, contratei o serviço e efetuei o pagamento da entrada e tenho comprovativo do orçamento, reserva e pagamento, tudo para 6 pessoas. Além disso, a viagem já foi comunicada à minha família, especialmente às crianças, pelo que o cancelamento causa frustração e constrangimento. Ressalto ainda que a empresa enviou diversas campanhas promocionais com descontos até 60%, tendo eu confiado na oferta apresentada e no processo de contratação disponibilizado. Desta forma, solicito uma definição clara para a situação criada, nomeadamente: A confirmação formal da reserva com as condições apresentadas e instruções para pagamento do valor remanescente; ou A formalização do cancelamento unilateral por parte da empresa, com devolução imediata do valor pago, para que eu possa tomar as medidas cabíveis. Se houve um erro por parte da empresa, a mesma deve assumir as respetivas consequências e apresentar uma solução adequada.
Reclamação – Incumprimento Contratual, Falta de Suporte 24/7 e Cobrança Indevida
Venho apresentar reclamação formal contra a empresa Hertz 24/7 Portugal pelos factos ocorridos no âmbito do contrato de aluguer celebrado em 17/02/2026, que evidenciam incumprimento contratual, falha grave na prestação de serviço e cobrança indevida. Para além das situações já expostas — cancelamento de reserva confirmada, alteração unilateral do local de levantamento, viatura suja e danificada, inoperacionalidade por falha de internet e cobrança adicional de quilometragem não previamente informada — importa destacar um ponto particularmente grave: A própria designação comercial do serviço inclui a expressão “24/7”, transmitindo ao consumidor a legítima expectativa de disponibilidade contínua, assistência permanente e suporte imediato em caso de problema. Ora, é juridicamente inaceitável que: * Uma reserva confirmada seja cancelada unilateralmente; * O cliente fique sem solução imediata; * Não seja prestado suporte eficaz no momento da falha; * O consumidor suporte integralmente as consequências de falhas operacionais da empresa. A utilização da expressão “24/7” não é meramente decorativa ou publicitária — constitui elemento relevante da proposta contratual e influencia diretamente a decisão de contratar. Ao anunciar um serviço permanente e contínuo, a empresa cria uma legítima expectativa de assistência ininterrupta. Cancelar uma reserva sem assegurar suporte adequado contradiz frontalmente essa promessa comercial e pode configurar: * Violação do dever de informação e lealdade (Lei n.º 24/96, arts. 8.º e 9.º); * Violação do princípio da boa-fé (art. 762.º do Código Civil); * Prática comercial suscetível de induzir o consumidor em erro, ao transmitir uma disponibilidade que, na prática, não se verifica. Se o serviço é apresentado como disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, então a empresa deve garantir: Funcionamento efetivo do sistema; Viaturas operacionais; Assistência técnica imediata; Resolução célere de falhas; Cumprimento das reservas confirmadas. Não é admissível que o consumidor seja deixado sem alternativa, sem suporte eficaz e ainda assim seja posteriormente cobrado pelo serviço defeituosamente prestado. Diante do exposto, reitero o pedido de: * Restituição integral do montante cobrado; * Anulação da cobrança de quilometragem adicional não previamente informada; * Avaliação da prática comercial associada à designação “24/7”; * Intervenção para reposição dos meus direitos enquanto consumidor. Considero que a conduta da empresa revela grave desrespeito pelo princípio da confiança nas relações de consumo.
Compra de motosserra com peça em falta
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida no dia 17/02, na loja Bricomarché de São Domingos de Rana. Nesse dia, deslocámo-nos à referida loja onde adquirimos uma motosserra no valor de 136,90€. Ao chegarmos a casa, o meu companheiro tentou proceder à montagem do equipamento e verificou que faltava uma peça essencial mencionada no livro de instruções – o guia da corrente. Perante esta situação, regressámos de imediato à loja para expor o ocorrido. O colaborador que nos atendeu optou por tentar montar uma motosserra igual que se encontrava para venda, em vez de simplesmente confirmar se outra embalagem incluía a peça em falta, para que pudéssemos resolver a situação de forma rápida e adequada. Ficámos ainda mais surpreendidos quando nos foi informado que a referida peça não era necessária e que deveríamos colocar gasolina e experimentar o equipamento nessas condições. O meu companheiro é mecânico e tem conhecimento técnico suficiente para saber que o guia da corrente é uma peça fundamental para o funcionamento seguro da motosserra. Face à falta de uma peça essencial, solicitámos a devolução do valor pago. No entanto, foi-nos recusado o reembolso, sendo apenas disponibilizada a opção de nota de crédito, obrigando-nos a gastar o valor novamente na mesma loja. Consideramos esta situação inaceitável, uma vez que adquirimos um produto incompleto e não nos foi apresentada uma solução adequada. Neste momento, encontramo-nos prejudicados, pois precisamos de adquirir outra motosserra e o valor pago ficou retido na loja. Solicitamos, assim, a devolução do montante pago, conforme previsto na lei aplicável à venda de produtos com defeito ou incompletos. Aguardamos uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Andreia Costa
MULTA INDEVIDA
No dia 24 de Abril de 2025 embarquei em um autocarro carris adaptado e capacitado para pagamento via contacless, pous embarquei paguei com meu cartao novo banco vinculado a carteira dó telemóvel! Duas paragens seguintes embarcaram fiscais da mesma para fiscalização e eu disse como paguei, porem a mesma nao gera ou entrega nenhum comprovativo, e o senhores me multaram com uma coina 60€ ! 2 dias depois fui a um ponto de atendimento da carris, ninguém soube o que fazer , abriram um requerimento e até hoje 02/08/2025 ainda nao tive nenhum posicionamento e a coina consta vinculado a minhas finanças! Segue em anexo a abertura de analise, reclamação junto a empresa e a resposta da mesma (não tratou nada).
Atualização da reclamação
Exmos. Senhores. Venho por este meio atualizar a reclamação apresentada, informando que, apesar de não ter obtido até ao momento qualquer resposta escrita por parte da empresa Medicare relativamente à resolução do contrato, fui hoje contactada telefonicamente por um colaborador que se identificou como pertencendo a um “departamento de satisfação do cliente”. Durante a chamada, informei que me encontrava em horário de trabalho e que não tinha disponibilidade para falar naquele momento, bem como que já tinha exposto formalmente a minha insatisfação e os factos relevantes através dos canais adequados. Ainda assim, o colaborador insistiu de forma reiterada em prosseguir a chamada, exigindo a autorização para gravação, adotando um tom sarcástico e prepotente, revelando total desconsideração pela minha indisponibilidade e pelas explicações prestadas. Perante a minha recusa em autorizar a gravação da chamada, o colaborador terminou o contacto de forma abrupta, afirmando que seria contactada por outros meios. Considero este comportamento inadequado, desrespeitoso e intimidatório, sobretudo num contexto em que o contrato se encontra formalmente contestado, sem resposta escrita da empresa, e com processos de reclamação ativos. Solicito que este comportamento seja igualmente tido em conta na análise do meu caso.
Pedido de apoio- litígio com iStore (direito de livre resolução)
Exmos. Senhores, Sou associada DECO e venho solicitar apoio num litígio com a empresa iStore. Um Apple Watch foi adquirido online em dezembro pelo meu namorado, tendo-me sido oferecido como prenda de Natal. Após receção, desloquei-me a uma loja física da iStore para solicitar troca por tamanho diferente pois o mesmo e pequeno para o meu pulso, tendo-me sido recusada a troca por a embalagem já ter sido aberta. Posteriormente, no exercício do direito de livre resolução, foi solicitado devolução/troca dentro do prazo legal. A empresa indicou um procedimento, que cumpri, tendo submetido formulário e sido agendada recolha para 27/01/2026, a qual não foi efetuada. Desde então, não foi atribuído qualquer número RMA, não houve reagendamento e não obtive resposta a emails ou contactos telefónicos. Foram apresentadas duas reclamações no Livro de Reclamações, igualmente sem qualquer resposta por parte da empresa. Perante o incumprimento prolongado, pretendo a resolução do contrato e reembolso integral do valor pago. Solicito, por favor, apoio da DECO para resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Tânia Ferreira
Reclamação – Encomenda não recebida / Entrega com erro
Efetuei uma compra através da plataforma Temu, tendo sido atribuída como transportadora a MRW. A encomenda tinha como data prevista de entrega o dia 16 fevereiro. No entanto, apesar de o sistema de rastreio indicar que a encomenda foi “entregue” no dia 17 de fevereiro, a mesma nunca foi recebida na minha morada. Não fui contactada pela transportadora, não foi deixado qualquer aviso de tentativa de entrega e não existe qualquer informação sobre a identidade da pessoa que alegadamente recebeu a encomenda.
Ocorrência no check-in/embarque - Air Europa UX1144 (OPO→MAD) - 16/02/2026
Venho reportar uma ocorrência no Aeroporto do Porto (OPO) relacionada com o voo Air Europa UX1144 (OPO→MAD) em 16/02/2026 (partida prevista 07:32). Sou o passageiro Luis Felipe Britto de Carvalho Nunes (e-mail: barbermanlife@gmail.com), com referências: eDreams 24597756687 e PNR Air Europa UQGDYJ. No balcão/área de embarque fui informado de cobrança adicional (~100 €) para bagagem de cabine; ao tentar regularizar conforme orientação recebida, quando regressei ao embarque o portão já se encontrava fechado e foi-me indicado que não seria possível embarcar, apesar de a aeronave ainda estar no local. Solicito, por favor: (1) registo formal desta ocorrência; (2) confirmação por escrito do horário efetivo de fecho do embarque/portão do voo UX1144 no dia 16/02/2026; (3) identificação da entidade responsável pelo atendimento no balcão (companhia/handling) para que eu possa dirigir a reclamação ao responsável correto; e (4) se possível, encaminhamento interno deste relato para a equipa local da Air Europa no OPO. Anexo comprovativos (reserva/PNR e prints) e peço resposta por escrito com número de referência/protocolo.
Encomenda não entregue
Exmos.(as) Senhores(as), Venho por este meio reclamar do serviço "CTT Expresso". É a terceira vez que recebo uma mensagem a dizer que a encomenda vai ser entregue entre a hora x e y, estou em casa o tempo todo à espera que chegue, só para depois abrir a página do tracking e dizer que a encomenda não foi entregue porque "Motivo: O destinatário não atendeu. Centro operacional Devesas", quando na realidade é completamente mentira! Das três vezes diferentes que isto aconteceu nem se quer realizaram qualquer tipo de entrega, em nenhum momento bateram à porta ou passaram pela minha rua. É de uma falta de profissionalismo e competência gigante! Falham com o cliente e depois ainda deitam a culpa para ele!? Isto faz algum sentido? Das três vezes que falharam, a encomenda vinha do "centro operacional de Devesas". Ao menos assumam a responsabilidade que nem sempre conseguem realizar as entregas devido ao grande volume de pacotes que transportam e enviem mensagem sim, mas a informar as pessoas que a encomenda vai ser entregue no ponto CTT x ou y, em vez de ir para a morada, dessa forma uma pessoa já está a contar que não vai receber a encomenda em casa e não precisa de estar a empatar o seu dia por causa de uma encomenda que nunca vai ser entregue. Sugiro que o serviço CTT Expresso comece a ter uma opção mais barata de entrega, em que vá para um ponto CTT em vez da morada do destinatário, porque não é justo pagar por um serviço que não acontece e ainda ter que me deslocar a outro lugar para levantar a encomenda, gastando gasóleo e tempo. Estou extremamente desiludida com este serviço expresso. Acaba por ser muito menos eficiente do que o correio normal.
Cancelamento do plano de tratamento e crédito associado
No dia 12/02/2026 celebrei um acordo para um pack de tratamentos com a entidade BodyConcept Santarém, associado a financiamento através da Cofidis. No momento da assinatura, foi-me apresentado e assinado um documento contendo normas de utilização do serviço, não constando do mesmo qualquer cláusula clara ou expressa de irrevogabilidade ou de exclusão do direito de resolução. No próprio dia contactei a entidade a manifestar a minha intenção de cancelar, visto ter acontecido um imprevisto relacionado com a saúde de um dos meus filhos que irá ser uma despesa extra e teria de abdicar do meu tratamento, expliquei a situação via telefone mas foi-me dito que era impossível cancelar o que não acho correto, pois não iniciei qualquer tratamento. A Cofidis respodeu que basta anularem a fatura para cancelar os pagamentos agendados que iniciam a 1 de Março 2026. Nestes termos, solicito a anulação do acordo celebrado e a regularização imediata da situação junto da entidade financeira associada, por inexistência de prestação de serviço. Aguardo resolução e resposta por escrito.
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