Reclamações públicas
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Falha no reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao reembolso da encomenda n.º 11282, no valor de 303,29€, que até à presente data não foi efetuado. Após solicitar a devolução do montante pago, foi-me comunicado pelo Apoio ao Cliente que o reembolso poderia demorar até 14 dias a ser validado e refletido na minha conta. Contudo, esse prazo foi ultrapassado sem que o valor tenha sido restituído. Perante esta situação, no dia 28/02/2026 enviei um email a solicitar esclarecimentos relativamente ao estado do referido reembolso. Até à presente data não obtive qualquer resposta, nem foi apresentado qualquer justificação para o atraso verificado. Importa ainda salientar que, apesar de não ter sido indicado que o prazo mencionado correspondia a 14 dias úteis, concedi essa margem adicional de tolerância. Ainda assim, mesmo após o decurso desse eventual prazo, o valor de 303,29€ continua por reembolsar, não tendo sido prestada qualquer informação ou solução por parte da entidade. Esta situação configura uma clara falta de cumprimento das obrigações para com o consumidor, nomeadamente no que respeita à restituição de valores devidos após cancelamento/devolução de uma encomenda, bem como uma falha no dever de resposta e de informação ao cliente.
Promoções não aplicadas. Valor pago errado
Exmos. Senhores, Pela 4 transação consecutiva, em que eu me apercebi. Paguei um avlor errado ou não me foi creditado o devido valor em crédito cartão. Numa empresa da vossa dimensão é vergonhoso enganar os clientes e cobrar um valor diferente do anunciado ou não creditar os clientes dos créditos publicitados. São tantas as situações que nem me dou ao trabalho de as identificar Cumprimentos.
Reclamação por recusa de cumprimento de proposta de venda de veículo e pagamento incompleto do sinal
Por razões de confidencialidade, os nomes dos intervenientes e a matrícula da viatura são propositadamente omitidos, sendo os mesmos facultados caso tal venha a revelar-se necessário. Venho apresentar reclamação contra a Santogal relativamente à proposta de venda n.º 001252, referente à viatura Peugeot e-2008 Allure Elétrico, de cor preto com o número interno 3044420. Em 28/02/2026, após visualizar o veículo anunciado no site da empresa pelo preço de €14.000,00, dirigi-me ao stand da Renault de Loures, sito na Quinta velha, Rua do Moinho Velho, 2660-524 - Loures, onde o vendedor confirmou o preço, consultou o site e imprimiu as características da viatura. Mais tarde, por indicação do mesmo vendedor, procedi ao pagamento de €1.000,00 para reserva do negócio. Após esse pagamento, recebi email com a proposta/contrato, com o preço total de €14.000,00 e garantia de 18 meses, tendo-me sido dito por escrito que bastava responder por email a concordar com a proposta. Assim fiz. No dia 02/03/2026, fui informado de que a empresa não pretendia realizar a venda, alegando um alegado erro de inserção do preço no sistema. No dia seguinte, foi-me recusada a venda pelo preço acordado, sendo depois invocada a falta de assinatura do responsável de vendas, pelo próprio. Considero esta posição indevida, porque: • a empresa apresentou proposta escrita com todos os elementos essenciais; • o vendedor autorizou expressamente a aceitação por email; • o preço foi confirmado presencialmente e por escrito; • a empresa recebeu o montante entregue para reserva; • e apenas depois tentou afastar o negócio com fundamento em formalidades internas e em alegado erro que não era manifesto para o consumidor. Entendo que estão reunidos os pressupostos dos arts. 441.º e 442.º do Código Civil, pelo que, recusando a empresa o cumprimento do negócio após receção do sinal, é devida a restituição do sinal em dobro. A atuação da empresa também contraria a boa fé nas negociações e no cumprimento (arts. 227.º e 762.º CC) e traduz, no mínimo, uma atuação incompatível com a proteção devida ao consumidor. Considero ainda que a Santogal não pode beneficiar de um mecanismo formal/interno para receber quantias e criar a aparência de vínculo, e depois negar o vínculo quando descobre que o preço era “baixo” relativamente ao mercado. Apesar de eu não ter aceite a devolução simples do sinal, a empresa transferiu unilateralmente €1.000,00 em 05/03/2026. Assim, considero que esse valor apenas abate ao montante global devido, mantendo-se em falta o remanescente de €1.000,00 para perfazer a restituição em dobro. Acresce que, entretanto, a viatura foi recolocada à venda por preço superior, o que reforça que a recusa resultou da intenção de não cumprir o preço inicialmente acordado. Pretendo apoio/intervenção no sentido de ser pago pela empresa o remanescente de €1.000,00, correspondente à parte ainda em dívida da restituição do sinal em dobro.
Falsa acusação de furto e falta de compensação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa contra o Continente Vasco da Gama, Lisboa, na sequência de uma situação que considero grave e que até à data não foi resolvida de forma satisfatória. No dia 20 de dezembro de 2025, fui falsamente acusado de furto por um seguraça do estabelecimento, sendo conduzido a uma zona visível a outros clientes, o que me causou uma humilhação pública num período especialmente movimentado do ano. Apresentei duas reclações formais no Livro de Reclamações Eletrónico, sendo a última com a referência ROR00000000045511083. O Continente respondeu admitindo o erro cometido pelo seu seguraça, mas limitou-se a apresentar um pedido de desculpas que considero manifestamente insuficiente face ao dano causado. Respondi por email no dia 23 de fevereiro de 2026, agradecendo a admissão do sucedido mas deixando claro que pretendia uma compensação simbólica em voucher ou cartão de valor. Desde essa data, não obtive qualquer resposta. Considero que a atitude do Continente, de responder apenas quando obrigado por lei e ignorar completamente o consumidor quando este tenta resolver a situação de forma pacífica, é inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Solicito a vossa intervenção neste processo e aguardo o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlos Miguel Simões
Ar condicionados Haier avariados
Exmos. Senhores, Adquiri 3 ar condicionados na vossa loja no Gaiashopping (1 Whirlpool e 2 Haier) em novembro. Solicitei que os mesmos fossem entregues e montados antes do Natal. Os da Haier foram montados a 19/12 e não ficaram a funcionar. Os técnicos indicaram que os aparelhos estavam avariados e que eu devia contactar a Worten. O da Whirlpool foi montado a 22/12 e ficou a funcionar na perfeição. Desde 19/12 que tento que a Wortem resolva a situação e até à data nada fizeram! Já solicitei a devolução dos ar condicionados e a devolução do valor pago e não aceitam sem um relatório técnico! Estou desde dezembro com 2 ar condicionados pagos que não funcionam e a Worten não demostra interesse em resolve. Solicito a urgente substituição dos mesmos ou a devolução do produto e o reembolso do valor pago. Com os melhores cumprimentos Daniela Soares
LousaIsolamentos / Varandacrobatica
Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao abandono da obra contratada à empresa LousaIsolamentos / Varandacrobatica, da qual o Sr. Domingos Pacheco é responsável. Em janeiro de 2025, o referido senhor comprometeu-se a realizar os seguintes trabalhos no apartamento onde resido: impermeabilização do terraço, substituição da cobertura em alumínio, bem como a substituição das janelas e da porta de acesso ao exterior do meu andar. Para tal, foram-me solicitados pagamentos correspondentes a cerca de 90% do valor total da obra, montante que, sob pressão e de forma ingénua, acabei por pagar, num total aproximado de 21.000€. Apesar de ter prometido iniciar os trabalhos em abril desse ano, a equipa da empresa compareceu apenas três vezes até outubro e, daí em diante, apenas em algumas manhãs ou tardes isoladas. Verificou-se uma constante falta de cumprimento dos compromissos assumidos, sem qualquer informação sobre datas concretas para a continuação ou conclusão dos trabalhos. No final do ano, a obra acabou por ser abandonada, tendo ficado vários trabalhos por concluir e erros evidentes por corrigir. Inicialmente, o meu único pedido foi sempre a conclusão da obra conforme acordado. Contudo, com o passar do tempo, percebi que tal não iria acontecer. Cheguei inclusive a enviar uma carta registada, a qual não foi levantada, tendo o referido senhor optado por me ignorar completamente. Esta situação é gravemente lesiva, tanto pelos danos materiais já verificados, como pela sucessiva repetição de incumprimentos e pelo abandono da obra. Alerto ainda para o facto de esta pessoa operar através de diferentes empresas, o que, na minha opinião, poderá servir para continuar a enganar clientes e evitar responsabilidades. Por fim, é igualmente importante referir que em nenhum momento o referido senhor demonstrou vontade em resolver a situação ou de chegar a qualquer acordo, optando simplesmente por ignorar os contactos efetuados.
Avaria no dispensador automático
Tenho uma máquina Samsung com dispensador automática no qual ja teve 7 visitas dos técnicos e 4 intervenção, no qual tenho direito a mais 6 meses de cada uma, e a Samsung não está a tratar dos meus direitos como cliente e se nega a enviar um técnico para arrajar minha máquina como se deve e me mandou entrar com a seguradora Generali domestc, no qual eu entrei e que também veio o técnicos e foi umas 7 visitas, levaram a máquina a oficina e dizem que a máquina não tem problemas nenhum, mas sempre aparece pouco amaciador e o amaciador não desce e quando aparece pouca amaciador eu não consigo seleccionar o ciclo e tenho que ficar abrindo e fechando a gaveta a cada ciclo e colocar o amaciador manualmente. E não consigo anexar as fotos e nem os vídeos.
Reembolso efectuado para outra pessoa
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na análise de uma situação ocorrida numa loja da marca Lefties, relativamente a um processo de troca e posterior devolução de artigos, na qual já fiz reclamação no livro de reclamações. No período de Natal foi-me oferecido um artigo adquirido nessa loja. A pessoa que me ofereceu o presente perdeu o talão de oferta, mas facultou-me o talão original de compra para que eu pudesse proceder à troca do artigo. Dirigi-me à loja para realizar a troca e, nessa ocasião, acabei por adquirir outros artigos adicionais. O valor do artigo inicialmente devolvido foi abatido ao total da nova compra, tendo eu pago a diferença correspondente. Posteriormente, regressei à loja para devolver dois dos artigos adquiridos nessa segunda compra. No entanto, o valor da devolução não me foi restituído através do meio de pagamento utilizado por mim. Em vez disso, foi creditado na conta associada ao talão original de compra (relativo ao presente que me foi oferecido). Na prática, esta situação fez com que o valor que paguei pelos artigos devolvidos não me tenha sido restituído, uma vez que o reembolso foi processado para uma conta que não me pertence. Quando questionei a loja sobre o sucedido, foi-me indicado que o sistema informático procede automaticamente desta forma, efetuando o reembolso para o talão original. Contudo, considero que esta situação me prejudica enquanto consumidor, uma vez que fui eu quem efetuou o pagamento dos artigos posteriormente devolvidos. Agradeço, desde já, a vossa atenção e agradecia a vossa orientação relativamente à legalidade deste procedimento e às diligências que poderei tomar para recuperar o valor que paguei. Com os melhores cumprimentos, Nadine Romão 916604538
Darem itens como falsas sem provas
Exmos. Senhores, Recentemente tive um pedido onde o comprador reportou um defeito que estava mencionado tanto nas fotos do anúncio como na descrição, na queixa ele diz também o seguinte, depois de já ter discutido comigo “e também não são autênticas” o suporte da Vinted esqueceu completamente o problema que ele reportou, focou-se apenas em dizer que o comprador diz não ser autêntico, sem qualquer fundamento, passam a pedir provas a mim do par de sapatilhas que vendi serem autênticos, enviei fotos de vários detalhes, fotos da etiqueta do tamanho, das costuras, da sola, inclusive da caixa original delas com uma etiqueta da loja que comprei ainda com o preço de 150€ que paguei por elas. 24h depois disto o suporta envia me mensagem a dizer que ia finalizar a transação a favor do comprador por eu “ainda não ter enviado nada relativo ao caso”. Já aqui estamos mal, voltei novamente a enviar tudo no mesmo chat, novamente 24h depois volta a dizer o mesmo, que ainda não enviei nada, eu respondo que só podem estar a brincar comigo, minutos depois, novamente o suporte diz que “não temos provas suficientes de serem autênticos”, o engraçado disto é que é impossível terem provas que são falsificados porque o par é efetivamente original, não reconhecerem pelas minhas provas que é autêntico até compreendo, agora assumirem que é falso por não terem provas suficientes que é original? Não há provas suficientes que eu não cometi um crime, então vamos assumir que o cometi, é isto que estão a dizer-me, é engraçado. Para além de, qualquer pessoa que entenda minimamente de sapatilhas sabe, pelas fotos que dei, ver que o par é original, até porque estamos a falar de umas asics gel-nyc, sei que não vai mudar nada, mas fica aqui o quanto esta aplicação é uma anedota. Cumprimentos.
depósito discussão
Exmo.(a) Senhor(a), O meu nome é Simon Deraeve, cidadão belga e arrendatário temporário em Leiria no âmbito do programa Erasmus. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à retenção indevida da minha caução pela senhoria. Celebrei um contrato de arrendamento temporário com a senhoria Miriam Madeira para o quarto n.º 2 do apartamento situado na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 33, 4º Direito, em Leiria, com início em 1 de setembro de 2025 e término em 14 de fevereiro de 2026. No início do arrendamento, o colchão já apresentava sinais claros de desgaste. Na altura não apresentei reclamação, assumindo tratar-se apenas de um colchão de qualidade inferior. No entanto, após o término do contrato, a senhoria alegou que o colchão estava “estragado” e pretende descontar 170€ da minha caução. Discordo totalmente desta acusação, uma vez que o estado do colchão corresponde apenas a desgaste normal decorrente da utilização por diferentes arrendatários ao longo do tempo. Adicionalmente, a senhoria afirma ter tido de comprar um novo lençol e um novo edredão, alegando que os anteriores tiveram de ser descartados. Nunca me foi apresentado qualquer prova de dano ou justificação para tal substituição. Ainda assim, pretende cobrar mais de 60€ pelo valor de novos artigos, o que considero totalmente injustificado. Importa ainda referir que, no momento da minha entrada no imóvel, não foi realizado qualquer inventário detalhado ou lista de verificação (check-in) do estado do quarto, do colchão ou da roupa de cama. Sem um registo do estado inicial dos bens, não é possível demonstrar que eventuais danos tenham sido causados por mim. Além disso, a legislação portuguesa e o próprio contrato de arrendamento reconhecem que devem ser consideradas as deteriorações normais resultantes de uma utilização prudente do imóvel. Relativamente ao custo de limpeza de 60€, estou disposto a aceitá-lo, conforme previsto no contrato. Assim, considero que apenas o valor de 60€ referente à limpeza pode ser legitimamente deduzido da caução. Tendo em conta que a caução paga foi de 450€, solicito a devolução do montante de 390€. Já comuniquei à senhoria que não concordo com as restantes deduções, mas esta mantém a sua posição. Venho, por isso, solicitar a vossa ajuda para resolver esta situação e para assegurar a devolução da parte da caução que me é devida. Com os melhores cumprimentos, Simon Deraeve
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