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Reembolso não recebido
Exmos. Senhores, a SHEIN afirma que enviou o reembolso do valor abaixo referido, já falei com o meu banco e, eles dizem que não têm esse valor creditado na minha conta, sendo assim fico sem o artigo e o dinheiro, considero que foi uma burla, como devo proceder para reaver o valor que embora seja pouco é meu. já ando nisto desde 15/09/2025, espero que não acabe o prazo, pois todos os dias os lembro do mesmo assunto. Reembolsado 12,47€ Carteira SHEIN Detalhes de reembolso Valor total do reembolso: 12,47€ Preste atenção ao status do valor do reembolso a tempo.
REEMBOLSO DE COMPRA QUE INDUZ AO ERRO E VENDA CASADA
Prezados, Venho, por meio desta, solicitar o reembolso integral de 19,99 € referente à compra do jogo “GTA Online”, realizada ontem através da PlayStation Store. Efetuei a compra com total boa-fé, realizei o download e até personalizei o meu personagem, veículos e outros elementos do ambiente. No entanto, somente após concluir essa configuração inicial fui surpreendido com a informação de que não é possível jogar sem uma subscrição ativa do PlayStation Plus. Em nenhum momento, durante o processo de compra, download ou instalação, houve aviso claro e visível de que o jogo exigia tal subscrição. Isso contrasta com outros títulos da plataforma, nos quais essa exigência é apresentada de forma imediata e destacada. No caso do GTA Online, a loja exibe o jogo como uma experiência independente — sem qualquer menção clara ou inequívoca à dependência de outro serviço pago. Sinto-me enganado e desamparado como consumidor, pois adquiri um produto que, na prática, é inutilizável sem uma subscrição adicional que não me foi informada de maneira transparente. A política de negar reembolso pelo simples fato de o jogo ter sido baixado não se aplica quando há falha ou omissão de informação essencial sobre as condições de uso do produto. Tal omissão configura falha na prestação de informação, contrariando o direito do consumidor à transparência e clareza, conforme estabelecido na legislação europeia e nos princípios de boa-fé que regem as relações de consumo. Diante disso, peço encarecidamente que reavaliem o caso e procedam com o reembolso integral do valor pago, considerando que o produto adquirido não corresponde ao que foi razoavelmente anunciado. Agradeço antecipadamente pela atenção e compreensão.
Oficina incompetente
Em julho de 2025, levei o Volvo V60 à Santogal Volvo de Loures para resolver um problema simples — o ar condicionado tinha deixado de funcionar corretamente. Era uma avaria desconfortável, mas nada de grave. Entreguei o carro confiando plenamente que, sendo um concessionário oficial Volvo, estaria em boas mãos. O que eu não imaginava é que, a partir desse dia, a oficina da Santogal iria transformar um problema menor num pesadelo que dura até hoje, deixando o carro em pior estado do que quando entrou e, pior ainda, sem qualquer assunção de responsabilidade da parte deles. Disseram-me que o problema estava no compressor do ar condicionado e que bastava substituí-lo para tudo ficar resolvido. Pareceu-me uma explicação lógica, e autorizei o serviço. Paguei o valor pedido, 2771,73€, confiante de que estava a lidar com técnicos competentes e que o carro sairia dali em perfeitas condições, como seria de esperar de uma oficina Volvo. Depois de alguns dias, ligaram-me a dizer que o carro estava pronto. Quando cheguei, fui recebido pela chefe de oficina, que me disse literalmente: “Está pronto a circular.” Foi com essa frase que me entregou o carro, dando-me a entender que o problema estava completamente resolvido. Cerca de cinco minutos depois de sair da Santogal, o painel de instrumentos acendeu um erro vermelho grave — um aviso de alta tensão, acompanhado da instrução para imobilizar o veículo de imediato. Um erro que nunca tinha aparecido antes e que, segundo o próprio sistema, podia indicar risco elétrico sério. Imediatamente parei o carro e entrei em contacto com a oficina, ainda incrédulo com o que estava a acontecer. O que se seguiu foi um misto de desorganização, contradições e desculpas vagas. Não assumiram em momento algum que algo pudesse ter corrido mal durante a reparação. A verdade é que o carro, a partir desse momento, deixou de funcionar como deve ser: deixou de carregar em casa e nas estações públicas, passou a gastar muito mais combustível, perdeu completamente o modo elétrico e híbrido, e apresentava constantemente a mensagem de imobilização ativa. O carro, que antes funcionava perfeitamente em termos elétricos, saiu de lá transformado num veículo inseguro, ineficiente e cheio de erros graves. Voltei de imediato à oficina, que momentos antes me tinha garantido que o carro estava “pronto a circular”, passou a dizer que “não sabia ao certo se o erro estava relacionado com o compressor” e que a substituição “poderia ter resolvido ou não” — o que demonstra que, afinal, o diagnóstico inicial era uma tentativa, não uma certeza. Mais tarde, quando questionei o superior hierárquico, chefe de centro —, este afirmou categoricamente que “o erro já existia antes”. Uma afirmação completamente falsa, contraditória com o que a própria chefe de oficina tinha dito, e que demonstra uma total falta de rigor e coerência entre os próprios responsáveis da Santogal. Ao longo das semanas seguintes, o carro foi ficando retido várias vezes na oficina. Chegaram a dizer-me que estavam “em contacto com o departamento técnico da Volvo”, mas o tempo passava e não havia qualquer solução concreta. O diagnóstico andava em círculos, sempre com promessas de que “iam testar mais umas coisas”, “iam ver com a marca”, ou “iam atualizar o software”. No final, nada. O carro continuava com os mesmos erros graves e eu, sem carro para me deslocar, a arcar com os prejuízos e o stress de lidar com uma oficina que claramente não sabia o que estava a fazer — ou, pior ainda, não queria assumir o que tinha feito de mal. Durante este processo, surgiram ainda mais situações revoltantes. Na última entrega o carro veio com a bateria de 12V quase descarregada. Quando confrontei a oficina, disseram-me, com total leviandade, que “bastava andar com o carro que a bateria carregava”. Isto, quando o carro apresentava alertas graves de imobilização elétrica e não devia sequer circular nessas condições. Foi uma instrução irresponsável e perigosa, que demonstrou total falta de conhecimento técnico e cuidado com a segurança do cliente. Mais tarde, reparei também que as peles do volante estavam danificadas — algo que não existia antes. Questionei a oficina, e a resposta foi uma desculpa absurda: disseram que devia ser “devido a fatores ambientais”. É difícil descrever o nível de desrespeito que senti nesse momento. Um carro entregue impecável, devolvido com danos visíveis, e ainda tentam culpar o ambiente, como se o carro tivesse envelhecido dez anos parado na oficina. O que mais me indignou foi a forma como a Santogal se demitiu de qualquer responsabilidade. Em momento algum admitiram que algo pudesse ter corrido mal na reparação. Nem sequer mostraram preocupação genuína em resolver o problema. Tudo o que faziam era passar o assunto de um lado para o outro, como se o cliente fosse um incómodo e não uma prioridade. Ao longo de mais de dois meses, vivi um verdadeiro calvário. O carro esteve parado mais tempo do que em utilização, perdi tempo, dinheiro e paciência. Fiquei privado da minha mobilidade, com prejuízos evidentes e uma sensação constante de impotência perante a arrogância e o desprezo com que fui tratado. Cada visita à oficina era uma repetição da mesma história: promessas vagas, ausência de respostas e uma falta gritante de responsabilidade. É revoltante pensar que uma marca que se apresenta como símbolo de segurança e confiança permite que o seu concessionário entregue um carro em condições perigosas, sem sequer verificar se está seguro para circular. A oficina falhou em tudo: falhou no diagnóstico, falhou na execução, falhou na comunicação e falhou na honestidade. E o mais grave de tudo é que, mesmo perante provas claras de que o problema surgiu após a intervenção deles, recusam-se a assumir o erro e corrigir o que estragaram. Não se trata apenas de um carro, trata-se de confiança. Eu confiei na Santogal por ser um representante oficial da Volvo. Confiei que iam tratar do carro com o mesmo rigor com que a marca se promove. Em vez disso, recebi desculpas, contradições e um veículo em pior estado. Ainda hoje, continuo à espera de uma solução definitiva.
devolução de dinheiro
Boa tarde, Venho a reclamar a forma como estou a ser tratada por esta empresa, após uma compra que fiz, que a vendedora cancelou, e não me devolveram o valor da peça, quando reclamei responderam a dizer que já tinham feito a devolução no dia 7 de Outubro, e sim, fizeram, relativo a uma encomenda anterior que nunca me chgou, não esta encomenda, enviei foto da entrada do valor efectivamente foi no dia 7 de Outubro e referi que o valor que eu ainda aguardava de devolução, seria de outra montabte, relativo a outra encomenda, continuama rsponder que já fizeram a devolução no dia 7 de Outubro, enviam mensagens feitas, agora pedem o meu extrato bancário desde o dia 29 de Setembro até ao dia 7 de outubro, eu isso não faço, eles não querem devolver o dinheiro, preciso da Vossa ajuda neste sentido, muito obrigada. Obs. o Nif que coloquei foi o meu, não sei seria para colocar o meu ou não, Atenciosamente.
Preço errado e coudnte tem de pagar ROUBO
Hoje 20 Outubro fui a loja do LIDL de Amarante S.Gonçalo. e ao ver os produtos vi em.letras maiores e a vermelho o preço das maças Gala de Alcobaça 1.99 peguei num saco lacrado e fui pagar ao caixa que me leva 2.65 € falei a caixa que o preço estava errado que eram 1.99 e não 2.65€ chamou outra menina que foi ver o preço e declarou que estava certo os 2.65 € E eu disse então estão a roubar os clientes pois aqui e em letras vermelhas e grandes esta 1.99€ e ela . mas é se tiver a aplicação lidl plus e eu disse quantos clientes analfabetos e não so que olham so para os numeros têm sido roubados. Mas mesmo assim pedi para falar com gerente. Arrogante nada simpatico falo e ele ignora e pela explicaçao chamou me indiretamente burro pedi o livro reclamações e veio com o.livro eu peguei no livro e reparem na GROSSEIRRICE. ARROGÂNCIA B..... . O DESTE ENCARREGADO peço esferográfica para escrever e ele com toda a sua altivez disse nao tenho voce deveria vir com esferografica e não arranjou ESTE Bu......O ARROGANTE
Preço mínimo não foi garantido
Desloquei-me à minha worten local para adquirir um monitor novo e deparei-me que o valor do mesmo era inferior no ElCorteIngles, o artigo HP Omen 34c na worten tinha o valor de 378€ enquanto que no ElCorteIngles tinha o valor de 199€. Sabendo eu que a worten iguala os preços da concorrência pedia à senhora da loja para me baixar o preço e igual ao do ElCorteIngles. Até aqui tudo bem a senhora foi simpática comigo e tentou ajudar-me, digo tentou porque quando ela tenta baixar o preço no sistema deu erro, vária vezes, ao que foi preciso ela aceder às informações detalhadas do artigo e diz-me que o preço minimo que poderia fazer eram de 340€. Ora se tem a publicidade e a politica de "GARANTIR O PREÇO MINIMO" e igualar a concorrência deviam ter cumprido a sua promessa e feito o valor de 199€. Claro que recusei e fui-me embora sem realizar a compra devido ao ridículo que foi conseguirem apenas a redução de 38€ ao preço do artigo quando a redução devia de ser de 179€... Fico a aguardar que cumpram com o que prometem... Para já não penso voltar a uma worten tão cedo se é para mentir aos clientes e não cumprir com as vossas próprias promessas...
Vendas fraudulentas
Comprei um iPhone através da plataforma Vinted (200 € + Buyer Protection fee: 10,70 €) e, em vez do artigo anunciado, recebi uma peça de roupa da marca Adidas (foto anexa). Como o pagamento foi feito dentro do Vinted, através do sistema oficial, estou abrangido pela Proteção do Comprador. Segui o procedimento indicado e devolvi o artigo ao vendedor (foto anexa), mas este marcou que havia “um problema com a devolução”. Pouco tempo depois, a minha conta foi bloqueada permanentemente sem qualquer explicação. Reportei esta situação à Vinted com fotos do que recebi, ao que me responderam: Após analisar o seu caso, a nossa decisão mantém-se - manter a sua conta bloqueada devido a provável fraude e violação dos Termos e Condições da Vinted. Isto sem devolução do valor pago. Recebi um artigo diferente do comprado. Devolvi o artigo, conforme indicação da Vinted. Fiquei sem dinheiro e sem artigo (que de qualquer modo não vale uma fração do valor pago). Não tenho acesso à conta devido ao bloqueio para acompanhar o caso, nem contactar o vendedor, nem para poder guardar as mensagens trocadas com o vendedor para poder fazer queixa junto das autoridades competentes. Esta plataforma protege quem é desonesto e penaliza os idiotas incautos que pensam estar protegidos pela "protecção ao comprador"
Recolha nao efectuada pedido feitoem Agosto 2025
Exmos. Sr. Estou a aguardar recolha desde de agosto de um produto da cecotec a pessoa que enviaram da primeira vez nao vinha identificado e nao quis deixar prova de levantamento, da segunda vez a mesma coisa indiquei que alguma coisa teria que deixar pois nao vinha identificado e nao iria entregar um equipamento de 700e sem prova de entrega. chamou-me RACISTA, porque pedi um comprovativo de recolha!!!! Falei convosco disseram que iam enviar outra pessoa e ate agora nada . há 3 Meses!!!!!! Nº incidencia cecotec 04048646 . Agradeço contacto para virem buscar esta semana o equipamento!!!!!! BR Célia da Costa
publicidade enganosa
No dia 07/10, comprei no site Zoomalia.pt o produto “Aquário Eheim Incpiria 230 LED com móvel”. Tanto o anúncio como a fatura confirmavam que incluía o aquário e o móvel. No entanto, recebi apenas o móvel. A empresa de quem tinha a informação por email de que o produto incluía o aquário, recusa enviá-lo. Considero tratar-se de publicidade enganosa e incumprimento contratual. A situação já foi comunicada ao Centro Europeu do Consumidor Portugal (CEC Portugal)
PEDIDO REEMBOLSO DE ENCOMENDA DEVOLVIDA EM LOJA
No dia 29-09-2025, tinha duas encomendas (compradas na Worten Online) para levantar numa loja física da Worten, recebi uma e a outra com o n.º 65607235, foi devolvida (nem cheguei a tocar na encomenda que foi devolvida). O funcionário da loja procedeu ao registo da devolução no sistema da encomenda n.º 65607235 e deu-me o talão comprovativo dessa devolução. Da consulta da APP da Worten, verifique a informação de que as devoluções efetuadas em loja com valor superior a € 150,00, eram efetuadas no prazo de 72 horas. No dia 3/10/2025, verifiquei na APP que o estado da encomenda estava como entregue e não constava como devolvida e na APP do meu banco, consultei os movimentos do cartão que efetuei o pagamento da encomenda e não estava registado nenhum reembolso. Nesse mesmo dia contactei a linha de apoio ao cliente da Worten e após o término da chamada, recebi um email com o seguinte teor: “Informo que a encomenda nº 65607235 encontra-se reembolsada no nosso sistema, pelo que, o valor será liberto de forma automática para o mesmo meio de pagamento utilizado. Para esclarecimentos adicionais deverá contactar a sua entidade bancária ou verificar os termos contratuais do seu cartão” Aguardei pelo prazo legal de 14 dias, para a Worten efetuar o reembolso, nos termos do n.º 1 do art.º 12 do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. No dia 15/10/2025 voltei a contactar a linha de apoio da Worten e disseram-me que o reembolso estava efetuado. Como nos movimentos do cartão que efetuei a compra, não constava nenhum reembolso, no mesmo dia contactei o meu banco para me informarem se havia algum registo de reembolso da Worten no valor da compra, ao que obtive a resposta de que não. No dia 17-10-2025, voltei a contactar o meu banco, a saber se havia algum reembolso e a resposta foi negativa. Até à data de hoje não foi recebido o reembolso, tendo expirado o prazo legal para o reembolso, sem penalização para o vendedor. Assim, requeiro que o reembolso do valor da encomenda n.º65607235, seja efetuado em dobro, nos termos do n.º 6 do art.º 12 do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro “O incumprimento da obrigação de reembolso dentro do prazo previsto no n.º 1, obriga o fornecedor de bens ou prestador de serviços a devolver em dobro, no prazo de 15 dias úteis, os montantes pagos pelo consumidor, sem prejuízo do direito do consumidor a indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais.”
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