Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Acidente na autoestrada provocado por um sofá no meio da via.
No dia 28 de Fevereiro do corrente ano, pelas 20h15 na A4, ao quilometro 32 , no sentido Porto-Amarante, embati num sofá que se encontrava no meio da faixa de rodagem. Por receio de algum choque em cadeia, saí da autoestrada na saída para Paredes e contactei o numero 210 730 300 para alertar de imediato para o objeto na estrada. O embate provocou danos na viatura. No mesmo dia, quando regressei a casa, enviei um mail para os vossos serviços, dando conhecimento do ocorrido, com as fotografias dos estragos ocorridos. No dia 8 de Abril a Brisa responde que não se sente culpada do acidente, de forma genérica dizem que fazem patrulhas diárias, a GNR também o faz, por isso não se sentem responsáveis. A responsabilidade é minha por circular numa autoestrada cujo concessionário tem monopólio. Julgo que esta desresponsabilização da Brisa é lavar as mãos, devem colocar alertas nas vossas vias de que não se responsabilizam por qualquer acidente que ocorra nas vossas vias. Já agora para que servem as câmaras instaladas na autoestrada? Ninguém observa o que se passa?
Falta de resposta da Urbicare
Exmos. Senhores, A Urbicare foi contratada em Março de 2025 para fazer a gestão do condomínio onde habito. Infelizmente, ao fim de pouco tempo, verificou-se que o trabalho realizado era de tal modo mau que o condomínio, por unanimidade, decidiu rescindir o contrato ao final de um ano de vigência para não sofrer penalizações. As actas das reuniões não eram assinadas à posteriori pelos condóminos que participavam nelas, nem eram enviadas por correio electrónico. Como resultado, há diversos condóminos que não estão a pagar o que foi estabelecido em assembleia. A Urbicare também não se preocupou no envio de informação, pelo que há muitos que se encontram em incumprimento. Temos a mola da porta de entrada avariada há seis meses, pelo menos. A botoneira dos elevadores também está por reparar há mais de seis meses, etc. Não foi feita a assembleia de condóminos para aprovação ou não das contas de 2025. Por último, há um assunto de extrema gravidade, que é a falta de envio por parte da Urbicare, da declaração para todos os condóminos da Listagem de Rendimentos da Casa da Porteira e Respectivas Despesas por Condómino de 2025 para efeitos de IRS. Como se sabe, já começou no dia 01 de Abril a possibilidade da entrega do IRS e esse elemento é importantíssimo. Habito há 40 anos no mesmo prédio e, que me lembre, esta foi a pior empresa de administração de condomínios que o prédio teve.
Recusa de troca de tinteiros por erro de funcioná
Assunto: Recusa de troca de tinteiros por erro de funcionário Exmos. Senhores, Reclamação registrado no livro de reclamações da loja Rádio Popular em Alverca Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida numa loja da Rádio Popular. No dia 17 de Março de 2026 , adquiri uma impressora da marca HP, bem como os respetivos tinteiros, tendo sido aconselhado pelo funcionário da loja quanto à compatibilidade dos mesmos. No entanto, após verificar, constatei que os tinteiros fornecidos não são compatíveis com o equipamento adquirido, tendo sido este erro resultado direto de informação incorreta prestada pelo colaborador. Dirigi-me posteriormente à loja para proceder à troca do produto, tendo a mesma sido recusada, apesar de o erro não ser imputável a mim enquanto consumidor. Considero esta situação inaceitável, uma vez que fui induzido em erro por um funcionário da vossa empresa, o que configura uma clara falha no dever de informação ao consumidor. Assim, venho por este meio solicitar: • A troca dos tinteiros por outros compatíveis com a impressora adquirida, ou • A devolução do valor pago. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a ASAE e o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa. Aguardo uma resolução breve para este assunto.
Recusaram a troca de um produto com defeito
No dia 12 de abril de 2026, dirigi-me à loja Rádio Popular do Olivais Shopping para solicitar a troca de uma escova modeladora da marca Bellissia, adquirida no dia 23 de março de 2026, dentro do prazo legal de 30 dias. O produto foi apresentado com embalagem original, talão de compra e todos os acessórios intactos, sem sinais de má utilização. O equipamento apresentava defeito de funcionamento desde o início, com fraca emissão de ar, temperatura insuficiente e falhas ao ligar. Solicitei a substituição do artigo por outro igual, por se tratar de um produto com falta de conformidade. Foi-me recusada a troca com o argumento de ser um produto de higiene pessoal, devendo ser enviado para análise da marca. Posteriormente, regressei à loja com outro equipamento igual, em perfeito funcionamento, para demonstrar a diferença entre ambos. Ainda assim, a troca voltou a ser recusada, desta vez alegando já ter havido utilização do produto. Considero esta recusa injustificada e contrária ao Decreto-Lei n.º 84/2021, que garante ao consumidor o direito à substituição de um bem em caso de defeito de conformidade. No decorrer da situação, solicitei por várias vezes o atendimento do gerente, tendo-me sido recusado o contacto direto, o que considero uma postura pouco profissional. Apresentei reclamação no livro de reclamações.
Atualização de Dados
Portimao, 12 Abril, 2026 É com profundo desagrado que apresentamos esta reclamação sobre a agência do Banco Santander em Portimão (no Largo 1º de Dezembro), devido a circunstâncias fora do nosso controle causadas pelos serviços da AIMA. Segue um breve resumo dos fatos: O meu marido reside em Portugal. As renovações anteriores do seu cartão de residência transcorreram sem problemas, pois na altura o processo com o SEF era simples. O cartão de residência expirava em setembro 2025. Em julho foi às instalações da AIMA em Portimão (frente aos bombeiros) e foi orientado a enviar um e-mail em agosto para agendar uma data e hora. Em janeiro compareceu no dia 19 de janeiro 2026 às 09:00hrs. No final do processo e do pagamento recebeu um recibo/documento assinado e carimbado. Entre o e-mail da AIMA e a data do agendamento, ele recebeu o e-mail do Santander para atualização de dados. Por motivos de trabalho só conseguimos ir ao banco em fevereiro para apresentar o recibo/documento que foi recebido no dia da renovação. A funcionária que nos atendeu no banco disse que o documento apresentado não era válido e não poderia ser aceito. Perguntámos se o e-mail enviado pelo Santander (de alguma forma intimidante) seria cumprido. Ela disse que isso poderia acontecer se não apresentássemos o documento comprovativo da renovação. Saímos decepcionados e preocupados com esta informação, uma vez que somos clientes há alguns anos. Entramos em contato com a AIMA via e-mail, solicitando um documento que tivesse uma data de validade para apresentar ao banco e que comprovasse que o cartão estava em processo de renovação. Quando recebemos a resposta da AIMA, voltamos ao banco e falámos com outra funcionária. Novamente, explicamos a mesma situação da primeira vez. E, mais uma vez, fomos informados de que o documento que tínhamos não era válido, e que precisava ter um código QR e uma data de validade. Sugeriu que voltássemos ao escritório da AIMA em Portimão e solicitássemos esse tipo de documento, para evitar que o titular ficasse sem acesso à conta. Informamos que estávamos decepcionados com o e-mail intimidante enviado pelo Santander e que esta atitude não era profissional de uma instituição perante uma situação fora de controle do cliente, o qual é cliente há alguns anos. Voltamos às instalações da AIMA em Portimão, e a agente de segurança teve uma abordagem muito profissional que explicou que existem 2 tipos de renovação: 1 online, em que a pessoa recebe um documento com um código QR com a data de validade. O outro é recibo/documento recebido no horário agendado da revalidação e o cartão seria enviado para o endereço residencial em até 90 dias a partir de 19 de janeiro de 2026. Perguntamos o que mais poderíamos levar ao banco como comprovativo para não corrermos o risco do banco cortar o acesso à conta. Ela disse que o banco deveria aceitar o documento apresentado, pois a informação permanece a mesma, exceto a validade. O documento está carimbado e assinado pelo/a funcionário/a da AIMA. No domingo, dia 5 de abril, o Santander bloqueou os cartões e o acesso à aplicação do meu marido. Na segunda-feira, dia 6 de abril, fui ao banco pela terceira vez e falei com outro funcionário, que não se mostrou interessado em ouvir o que havia acontecido nas visitas anteriores. Disse que o antigo cartão de residente tinha o NIF e que, com um comprovativo de residência do portal das finanças, a informação de dados poderia ser atualizada. Perguntei qual o motivo por que nas duas vezes anteriores as colegas não forneceram esta informação para evitar uma terceira ida ao balcão e o bloqueio de acesso ao cartão. Obviamente, não há sistema ou padronização no fornecimento de informações dentro desta agência. Informei que esta situação estava a causar uma má impressão e um desejo de encerrar a conta e terminar o relacionamento com o Santander. O comentário recebido foi que todos são livres de encerrar a conta quando quiserem. Este tipo de resposta é evidente que para esta instituição os clientes são apenas números e que não estão a par das dificuldades que os cidadãos estrangeiros/residentes estão a ter com a AIMA para uma simples renovação da residência. No mesmo dia após esta terceira visita, recebi um e-mail semelhante ao do meu marido. Será que também vão bloquear o meu acesso? Compreendemos que queiram ter os dados atualizados, mas ter esta atitude para com clientes de alguns anos e cortarem o acesso à conta desde 5 de abril é inaceitável. Esta situação está fora do nosso controle. Foram feitas 2 tentativas para dar a documentação recebida da AIMA, a qual não foi aceite. Como desconhecemos os aspectos legais, esperamos que esta situação seja tratada junto à instituição competente e que não ocorra com outras pessoas com estatuto de residentes e clientes do Santander. A documentação relevante ao exposto acima não se encontra anexa por motivos de privacidade. Sem outro assunto, agradecemos a Vossa ajuda e atenção. Atentamente, Claus & Cristina Pascher
Produto defeituoso - sem resposta da Cecotec
A 17/12/2025 encomendei o robot aspirador Conga Y100 Spin AI (por 249€). O produto chegou a 27/02/2026. O produto veio com vários defeitos: o robot não esfrega; as esfregonas não baixam, não sobem, nem rodam; o robot não volta a trabalhar, depois de ir recarregar; o robot não consegue aspirar o apartamento inteiro (55m2), quando deveria aspirar 220m2, segundo informação do produto; o robot não consegue voltar à estação de carregamento. A 27/03, solicitei troca de produto, mas a empresa quer trocar o atual produto por um produto com características inferiores e também mais barato (CONGA Y100 X-TREME), sem mencionarem devolução da diferença do valor. Enviei vários emails, mas sem qualquer resposta da parte da empresa. Neste momento, encontro-me com um produto que não funciona devidamente, sem o meu dinheiro e sem qualquer perspectiva de ver o caso resolvido.
Denúncia de publicidade potencialmente enganosa – LG WashTower
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação de publicidade potencialmente enganosa verificada numa loja da Darty Portugal. No estabelecimento, encontrava-se exposto um equipamento identificado como “LG WashTower”, com um alegado preço promocional de 1889,99€, sendo indicado como preço anterior o valor de 2699,99€. Após análise e comparação com o mercado, verifiquei que: • O valor apresentado como “preço anterior” (2699,99€) aparenta estar inflacionado e não corresponde ao preço normalmente praticado para este modelo específico; • Existem indícios de que esse preço poderá referir-se a outro modelo diferente, induzindo o consumidor em erro quanto ao desconto real; • O preço atualmente apresentado como promoção (1889,99€) corresponde, na prática, ao valor habitual de mercado, não representando uma verdadeira redução. Adicionalmente, o anúncio destaca a possibilidade de pagamento em “10x sem juros”, contudo: • É mencionada uma TAEG de 19% associada ao cartão de crédito, bem como comissões adicionais; • Esta apresentação pode induzir o consumidor em erro, ao sugerir ausência de custos quando, na realidade, existem encargos associados ao financiamento. Considero que esta prática poderá configurar publicidade enganosa, nomeadamente por: • Indicação de um desconto baseado num preço de referência não realista ou não aplicável ao produto em causa; • Comunicação pouco clara e potencialmente enganadora relativamente às condições de pagamento. Solicito, assim, a análise desta situação e eventual encaminhamento para as entidades competentes, caso se verifique incumprimento das normas legais aplicáveis à publicidade e defesa do consumidor. Anexo fotografias do produto e da informação apresentada em loja como prova. Com os melhores cumprimentos,
Falta de comprovativo de revisão e necessidade de intervenção imediata
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à viatura que adquiri à Matrizauto Montijo no início de janeiro do corrente ano. Trata-se de uma Renault Mégane Sport Tour, que me foi entregue com cerca de 75.000 km. No momento da entrega, solicitei expressamente o comprovativo da revisão alegadamente efetuada pela vossa empresa, nomeadamente no âmbito dos “120 pontos de verificação”, incluindo mudança de óleo, filtros e restantes procedimentos associados. No entanto, esse documento nunca me foi entregue. Até à presente data, apesar de já ter contactado a loja para obter esse comprovativo, não obtive qualquer resposta. Acresce que a situação se torna ainda mais preocupante pelo facto de, após ter percorrido apenas cerca de 2.000 km (com uma média de utilização de aproximadamente 500 km por mês), o sistema da viatura indicar que faltam apenas 23 dias para a realização de uma nova revisão. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto à efetiva realização da revisão antes da entrega da viatura, colocando em causa a confiança no serviço prestado. Assim, venho por este meio reclamar/solicitar: O envio imediato do comprovativo detalhado da revisão alegadamente efetuada antes da entrega da viatura; Esclarecimentos formais sobre o motivo pelo qual a viatura indica necessidade de revisão num prazo tão curto após a aquisição; Caso se confirme que a revisão não foi devidamente realizada, exijo que a mesma seja efetuada sem qualquer custo para mim, de forma urgente. Considero inaceitável que uma empresa com a dimensão e reputação da vossa marca entregue viaturas nestas condições, obrigando o cliente, poucos meses após a compra, a suportar ou gerir uma situação que deveria ter sido previamente assegurada. Aguardo uma resposta célere a esta reclamação, sob pena de recorrer aos meios legais e entidades competentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos,
Falta de reembolso e ausência de resposta
Em julho de 2025, adquirimos dois vouchers de batismo de voo em parapente, no valor total de 240€, através da empresa FlyTime. Numa primeira fase, após a compra, foram feitos vários contatos com o objetivo de agendar a atividade (via email e telemóvel). No entanto, não obtivemos qualquer resposta ou proposta de marcação por parte da empresa. Após a ausência de resposta mencionada acima, decidimos voltar a contactar a FlyTime em outubro, enviando novamente os vouchers e solicitando o reembolso do valor pago. Após esse contacto, foram enviados mais quatro e-mails de seguimento, pedindo atualização sobre a situação. Apenas obtivemos resposta ao último e-mail, no qual nos foi referido que não era possível dar resposta à situação, sem qualquer previsão ou contacto posterior. Atualmente, continuamos sem o reembolso nem possibilidade de usufruir do serviço contratado, apesar das várias tentativas de contacto e da nossa total compreensão perante a situação da empresa. Porém, não é justo que os clientes fiquem sem qualquer solução durante tantos meses, sobretudo tratando-se de um serviço já pago. Entretanto, optámos por fazer um registo no Portal da Queixa. Apesar das várias tentativas de contacto e prolongamento da reclamação, continuamos sem respostas.
Produto errado
Eu mandei vir uma válvula automatica de 3 saídas da AliExpress mas quando abri só tinha uma válvula de 2 saídas. Ou seja recebi o produto errado. Eu entrei em contacto com a AliExpress e vendedor. O vendedor disse para tratar atravez da AliExpress. Na AliExpress disseram para começar o processo de reembolso. Eu disse que preferia que o vendedor me manda-se a peça certa com uma embalagem pré-paga de correio para eu poder mandar a peça errada de volta para o vendedor. Mas entretanto tive que fazer o processo de re-embolso e foi rejeitado. Contactei a AliExpress outra vez através do “appeal” e foi negado outra vez. A AliExpress depois ofereceu-me um reembolso de 50% que eu rejeitei já que isto é culpa do vendedor não ter mandado a peça correta. E que queria 100% ou que manda-se a peça certa com a embalagem pré-paga para eu mandar a peça errada de volta para a China. Então abri uma reclamação e ainda estou à espera.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
