Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. A.
13/04/2026

Má gestão de atendimento e ausência de solução para situação de dívida

Venho apresentar uma reclamação relativa ao atendimento prestado no balcão da NOS no Centro Colombo, em Lisboa, bem como ao apoio telefónico associado através do número 800 932 900. Desloquei-me presencialmente ao balcão da NOS no Colombo para tentar obter apoio numa situação de dívida que não era da própria pessoa, mas sim de um familiar. O objetivo era perceber possíveis soluções, nomeadamente formas de pagamento ou parcelamento da dívida. No entanto, não houve qualquer tentativa de ajudar, esclarecer ou encaminhar a situação de forma adequada, tendo-me sido apenas indicado para contactar o número de apoio telefónico. Posteriormente, ao contactar o número 800 932 900, fui novamente informado para me deslocar presencialmente ao balcão. Esta situação demonstra uma clara falta de coordenação entre os canais de atendimento (presencial e telefónico), deixando o consumidor sem qualquer resposta útil e a ser constantemente encaminhado de um lado para o outro sem solução. A situação é ainda mais grave por envolver uma pessoa surda, não tendo sido demonstrada qualquer sensibilidade, adaptação ou alternativa adequada de comunicação. Considero este atendimento ineficaz, desorganizado e desrespeitoso para com o consumidor, especialmente numa situação sensível, resultando na ausência total de solução prática para o problema apresentado. Solicito a análise desta situação e a intervenção necessária para garantir melhores práticas de atendimento e coordenação entre canais, de forma a evitar que situações semelhantes continuem a ocorrer.

Em curso

Reclamação formal urgente por atraso injustificado no processamento Homolgaçao

Exmos. Senhores, Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P., Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao atraso injustificado no tratamento do meu pedido de homologação, com os seguintes elementos identificativos: Pedido n.º: 679599 Data do pedido: 08/04/2026 Email: salgueiroo@gmail.com Veículo: Usado Categoria Europeia: M1 Número de Homologação CE: e1*2001/1160470*22 Variante: 235G1 Versão: DZBA150A Combustível: Gasolina Cilindrada: 1991 cc Peso Bruto: 2075 kg Emissões de CO2: 177 O pedido foi devidamente submetido através dos meios indicados por esse Instituto, tendo inclusivamente sido confirmado o respetivo registo. Apesar disso, até à presente data o processo permanece sem decisão útil, sem conclusão e sem qualquer explicação concreta quanto ao motivo da demora, situação que considero manifestamente inaceitável. Trata-se de um processo administrativo que, pela sua natureza, exige tratamento diligente, resposta em prazo razoável e atuação eficiente por parte da Administração. A ausência de resolução, ou sequer de informação objetiva sobre o estado real do procedimento, constitui um sério incumprimento dos deveres de boa administração, transparência, celeridade e colaboração a que os serviços públicos estão obrigados. Acresce que o presente atraso não configura uma mera inconveniência. Pelo contrário, está a criar um prejuízo real e relevante, colocando-me numa situação de incerteza administrativa inadmissível, impedindo-me de regularizar em tempo útil a situação do veículo e transferindo para o cidadão as consequências de uma inércia que é exclusivamente imputável aos serviços. É particularmente grave que, estando o pedido identificado, registado e instruído com os elementos necessários, o IMT não tenha sido capaz de assegurar uma tramitação minimamente célere, nem de prestar informação concreta, objetiva e útil quanto: • ao estado atual do processo; • ao motivo específico da pendência; • à identificação de eventual falta documental, caso exista; • e ao prazo efetivo para conclusão. Uma atuação administrativa desta natureza é incompatível com os princípios elementares que devem reger a atividade de um organismo público. O cidadão não pode ficar indefinidamente dependente de um procedimento sem resposta, sem prazo e sem responsabilização concreta dos serviços competentes. Assim, requeiro com caráter de urgência: 1. A análise imediata do pedido n.º 679599; 2. A indicação expressa e fundamentada do estado atual do processo; 3. A identificação concreta e definitiva de qualquer elemento em falta, caso exista; 4. A conclusão urgente do procedimento; 5. A prestação de resposta formal por escrito, clara e completa, no mais curto prazo possível. Mais informo que, caso se mantenha a presente omissão ou atraso sem justificação objetiva e sem resolução célere, irei avançar com participação e reclamação junto das entidades competentes, designadamente através do Livro de Reclamações, bem como por outras vias administrativas e legais adequadas, incluindo pedido de apreciação da atuação desse Instituto por violação dos deveres de celeridade, boa administração e resposta em prazo razoável. Solicito, por isso, que esta reclamação seja tratada com a seriedade e urgência que a situação impõe, pondo termo, sem mais delongas, a um atraso que já ultrapassa o aceitável. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
M. P.
13/04/2026

Reclamação de dívida sem justificação

Bom dia venho aqui expor a minha indignação com o mail que recebi da NORWEGIAN LAB AS Na qual me pedem 370.12 euros sem qualquer justificação do que é a divida!! Cuidado porque eu não devo vi o nada a ninguém, isto é uma burla !!!

Em curso
C. M.
13/04/2026

Cobrança indevida

Exmos.Senhores, fiz uma matrícula online no ginásio Fitness Up dia 27/09/2025 da qual só abriu em 14/03/2026. Fui conhecer a academia e na semana seguinte fui até a recepção para cancelar a matrícula. Pediram para vir na semana seguinte ou ligar para cancelar. Tentei mais de 10 vezes sem sucesso. No dia 24/03/2025 fui até a recepção novamente e pedi o livro de reclamação e não me deram, falaram que a gerente iria me ligar, também não me ligou, enviei e-mail para o cancelamento e não me responderam. Falaram que lá não cancela matrícula feita on-line, mas no site deles a informação é se dirigir a uma unidade próxima. Após mais de 1 mês me colocando pra um lado e outro e debitando da minha conta, fui até lá e fizeram o cancelamento e no mesmo dia recebi email com uma multa, mas tenho todas as provas, emails e testemunhas que agiram de má fé.

Em curso
J. B.
13/04/2026

Sinistro Antomovel

Bom dia, no passado dia 16-03-2026, na Rua Júlio Dinis ao n.º 183, na cidade do Porto, ocorrou um sinistro com outra viarura envolvida. No dia seguinte, a 17.03.2026, fui ter com o meu mediador do seguro automóvel, Tranquilidade Seguros, e o mesmo preencheu a Declaração de Participação Amigavél , porque no dia do sinistro nem eu nem o outro condutor envolvido, tinhamos em posse a dita declaração, e assinei. Na altura do sinistro, ficou acordado entre nós, intervenientes do sinistro, ser eu a preencher a declaração e posteriormente enviar para que o outro condutor, lê-se, assinasse e devolvesse a mesma. Após ter enviado a participação, o outro condutor só no dia seguinte se pronunciou sobre a mesma, informando-me que não assinava a participação por algumas coisas, sem especificar o quê concretamente, é um direito que lhe assiste. Informo o meu mediador, e el diz-me que vai iniciar uma reclamação à companhia de seguros do outro condutor, Caravela Seguros. No dia 23-03-2026, recebo mensagem, via whatsapp, do meu mediador e da companhia de seguros Caravela, a informar que no dia seguinte, 24-03-2026, da parte da manhã, seria feita a peritagem ao meu veiculo. Após a peritagem realizada, ficou no estado condicional. Passados estes tempo . ninguém me informa sobre nada, refiro-me à minha companhia de seguros, Tranquilidade. Ligo para a sede da tranquilidade em Lisboa, envio emails e obtenho como resposta ao mesmo assunto versões contraditórias dos colaboradores da tranquilidade, um menciona que Não existe nenhum Sinistro registado/Ativo com o meu NIF ou matricula da minha viatura, outro lá descobre o nº do sinstro, que afinal existia e depois recebo notificação de outro colaborador, a informar que Não existe ou Não foi feita paraticipação do acidente por mim, mas apenas e só foi feito pelo outro condutor??! Não qqueria acreditar no que estava a ver, isto é Muito Grave! Eu reenvio cópia da minha participação preenchida pelo mediador da tranquilidade e assinada por mim em 16-03-2026,Ninguém me responde ao que me interessa saber, que é quando é que autorizam a reparação do meu carro, a mim não me interessa quem vai pagar eu quero é ter o carro arranjado e a tranquilidade anda a brincar às notificações, informando que eu Não tenho responsabilidade no acidente mas que não pode assumir o meu dano porque não aderi a esse produto quando fiz o seguro, mas eu por acaso questionei isso?? A tranquilidade anda a Roubar o segurado, se não tenho responsabilidade, isso sei eu desde o inicio, então cabe~lhe defender os meus direitos enquanto segurado! O outro condutor circulava na faixa do BUS, eu estava na única faixa onde é permitido circular as nossas viaturas, o outro interveniente vem a alta velocidade a ultrapassar todos os carros utilizando o corredor BUS e quando decide mudar para a faixa onde Devia circular, toca na frente esquerda do meu carro, qual a dúvida do culpado? Comete 2 infrações, circula na faixa do BUS, conta ordenação Grave e é ele que muda de direção e embate no meu carro, para onde é que eu podia ir? (Como o carro do outro condutor é da empresa onde labora, fez da rua uma pista e sente-se à vontadinha para atropelar tudo e todos porque a viatura Não é dele...) E eu ía Para cima do passeio e atropelar os peôes?! Resumindo, tinha seguro até 24-03-2026, com esta Irresponsabilidade, Falta de Profissionalismo e Honestidade, aliás, Prática Comum nas compainhas de seguro, acabei por realizar novo seguro e deixei a tranquilidade, mas, É DE TODO CONVENIENTE, RELEMRAR QUE AQUANDO DO SINISTRO ERA CLIENTE DA TRANQUILIDADE SEGUROS. Peço, por favor, a vossa ajuda na Resolução desta situação Tão Simples de resolver, só a Falta de Seriedade e Malabarismo, é que Ainda está por resolver. Muito Grato pela vossa ajuda. Cumprimentos, Jorge Barbosa

Encerrada
J. R.
13/04/2026

Taxa indevidamente aplicada

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida no embarque do meu voo operado pela Ryanair. Durante o processo de embarque, fui abordado por uma funcionária identificada posteriormente como Ana Aguiar, que insistiu que a minha mala deveria ser colocada no porão mediante o pagamento de uma taxa de 60€. Contudo, a minha mala cabia dentro do medidor de bagagem da companhia, tendo inclusivamente sido colocada no encaixe disponível no local. Informei a funcionária de que já viajei diversas vezes com a mesma mala como bagagem não prioritária e que esta sempre cumpriu os requisitos. Apesar disso, a funcionária manteve uma postura inflexível e exigiu que eu aguardasse até ao final da fila, tratando-me de forma pouco adequada. No final do embarque, foi-me dada apenas a opção de pagar a taxa ou tentar forçar a mala no medidor em dois minutos, situação que considerei pressionante e inadequada. Após o pagamento da taxa e já dentro da aeronave, a mala nunca foi recolhida para o porão, tendo viajado debaixo do meu assento durante todo o voo. Tanto no embarque como na aterragem, a tripulação verificou a mala e nunca colocou qualquer objeção relativamente às suas dimensões. Assim, considero que: • A taxa de 60€ foi indevidamente aplicada. • O serviço associado à taxa (transporte em porão) não foi prestado, apesar de a mala ter sido etiquetada. • O tratamento durante o embarque foi desadequado e desproporcional. Desta forma, solicito o reembolso integral dos 60€ pagos, uma vez que a taxa foi aplicada sem fundamento e o serviço correspondente não foi utilizado. Caso esta situação não seja resolvida de forma adequada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes e recorrer aos meios legais disponíveis. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, João Rodrigues

Encerrada
R. R.
13/04/2026

800 sentido gondomar em falta-stcp

O 800 SENTIDO GONDOMAR CONTINUA A FALHAR TODOS OS DIAS. É SUPOSTO PASSAR NO CAMPO 24 DE AGOSTO PELAS 8:03H MAS NUNCA PASSA. PASSO HORAS A ESPERA E TENHO SEMPRE QUE CHAMAR UM UBER PARA IR TRABALHAR. PAGO PASSE PARA UM SERVIÇO QUE NÃO EXISTE?????

Em curso
I. H.
13/04/2026

Incumprimento de entrega e ausência de resolução do pedido, falta de respeito pelo cliente

Venho apresentar reclamação relativa a um pedido realizado através da aplicação Glovo no dia de hoje, cerca das 23h30, com previsão de entrega entre as 00h10 e as 00h15. A partir desse momento, o pedido começou a sofrer sucessivos atrasos, sem qualquer justificação concreta. Foi indicado apenas que não existia estafeta disponível e que estariam a tentar resolver a situação, no entanto, o tempo foi passando sem qualquer evolução ou informação clara. Neste momento, já passam das 02h00 da manhã e continuo sem receber o pedido, sem estafeta atribuído e sem qualquer solução efetiva apresentada. Durante este período, contactei o apoio ao cliente da Glovo, sem que tivesse sido apresentada uma solução adequada ou célere. Foi apenas sugerida uma compensação de cerca de 3€ em créditos na aplicação, o que considero completamente desajustado e insuficiente, não refletindo minimamente o transtorno causado nem substituindo um serviço que nunca foi prestado. Para além disso, considero totalmente inadmissível que, às 02h16 da manhã, a empresa esteja a tentar contactar-me telefonicamente, após mais de duas horas de espera e sem resolução do problema, demonstrando uma gestão inadequada e desrespeitosa da situação. Assim, considero que houve uma clara falha na prestação do serviço, falta de comunicação eficaz, ausência de profissionalismo e total desrespeito pelo cliente. Exijo: - Cancelamento imediato do pedido; - Reembolso total do valor pago, através do mesmo método de pagamento; - Uma compensação adequada pelo transtorno causado, não limitada a créditos na aplicação. Apresento esta reclamação por considerar a situação inaceitável e por ausência de resolução adequada por parte da empresa.

Em curso
G. P.
13/04/2026

Incumprimento da passagem nas paragens

Sexta-feira, dia 10/4/2026, na linha 3510, sentido Vilar do Pinheiro (Metro)(via Praia de Mindelo), no horário onde era suposto o autocarro passar às 19h55 na paragem “Rua do Rio Onda”, o motorista dessa carreira fez a descida da Av. da Liberdade e, em vez de efetuar a saída para a R. da Marginal para efetuar a passagem por essa paragem “Rua do Rio Onda”, deu apenas a volta na rotunda e voltou a subir a Av. da Liberdade (tal como a linha 3531), ignorando completamente essa paragem. Após ser questionado sobre isso, o motorista afirmou que por conta do tamanho do autocarro não era possível a passagem por aquela zona, o que é mentira, pois eu próprio já apanhei autocarros exatamente iguais naquela paragem. Mas mesmo isto sendo verdade, é uma vergonha não haver total cumprimento da passagem nas paragens, pois eu próprio ia sair naquela paragem e por conta deste ocorrido, tive de sair noutra consideravelmente mais longe do meu destino final. Para além do facto de poder haver pessoas a querer apanhar o autocarro naquela paragem e, com o trajeto sendo feito desta forma, ficam completamente à nora.

Resolvida

Defeito Veículo

Exmo. Sr. / Exma. Sra., Eu, Josué Monteiro, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura da minha propriedade, identificada pelos seguintes dados: Dados da Viatura: • Marca e Modelo: Peugeot 308 – 208 Active 1.2 VTi 82 CV M5 5P • Matrícula: AN-72-SN • VIN: VR3FPHNSTNY504402 • Data de aquisição: fevereiro de 2022 (viatura nova, 0 km) • Concessionário responsável: Caetano Gamobar Motors, SA – Centro de Sintra Desde a aquisição da viatura, a mesma tem sido submetida a todas as revisões periódicas obrigatórias na rede oficial da marca, demonstrando a minha total conformidade com as condições de garantia exigidas. Cronologia das anomalias e intervenções relevantes: 1. Anomalia na câmara de estacionamento e sistema de radar (2023 — resolvida): A viatura apresentou uma falha no sistema de câmara de estacionamento e radar dianteiro, tendo sido sujeita a intervenção de substituição e calibração, conforme Ordem de Serviço XOJ/2702/2023. Embora a situação tenha ficado resolvida, importa salientar que, durante esse período, a viatura esteve imobilizada por várias semanas, sem que a marca disponibilizasse qualquer veículo de substituição. Este padrão de recusa sistemática de viatura de substituição repetiria em todas as ocorrências subsequentes. 2. Consumo excessivo de óleo — primeira ocorrência (agosto/setembro de 2024): A revisão periódica foi efetuada a 19 de agosto de 2024 (81.641 km — OS XOJ/1804/2024). Apenas cerca de um mês após essa revisão, a 30 de setembro de 2024, e com aproximadamente 85.226 km, acendeu-se a luz de aviso de falta de óleo. O veículo foi imediatamente levado à oficina, onde foi diagnosticado consumo excessivo de óleo, tendo sido aplicada a TSB B1BW013Y00. O cliente foi informado de que deveria regressar ao fim de 1.000 km para controlo, dado que a viatura havia necessitado de reposição de 1 litro de óleo. 3. Controlo de óleo aos 1.000 km — anomalia persistente (dezembro de 2024): A 6 de dezembro de 2024 (90.002 km — OS XOJ/2753/2024), o veículo regressou à oficina para o controlo de óleo acordado, mantendo-se o diagnóstico de consumo excessivo. A 20 de dezembro de 2024 (91.093 km — OS XOJ/2881/2024), realizou-se novo controlo, sem resolução do problema. 4. Nova ocorrência de consumo excessivo de óleo com aviso de falta de óleo (janeiro de 2026): A 27 de janeiro de 2026 (94.787 km — OS XOJ/202/2025), o veículo acionou novamente o aviso de falta de óleo, confirmando que a anomalia nunca havia sido corrigida. A 11 de fevereiro de 2026 (95.866 km — OS XOJ/317/2025), realizou-se o 2.º controlo dos 1.000 km, com o mesmo diagnóstico de consumo excessivo persistente. Uma vez mais, o veículo ficou várias semanas imobilizado, sem qualquer solução e sem viatura de substituição disponibilizada pela marca. 5. Revisão anual de 2025 (abril de 2025): A revisão anual realizada a 16 de abril de 2025 (100.490 km — OS XOJ/866/2025-2) incluiu, entre outros trabalhos, a substituição da correia de distribuição, filtro de pólen, correia dos acessórios, escova de para-brisas e kit correia, com um custo total de 944,53 €. Saliente-se que esta revisão foi realizada na rede oficial, mantendo todas as condições de garantia. 6. Imobilização prolongada do veículo desde 3 de março de 2026 — situação atual: A 3 de março de 2026, com 113.819 km (OS XOJ/484/2026-1), o veículo foi novamente entregue na oficina com aviso de consumo excessivo de óleo (luz de pressão do óleo acesa). Desde essa data — há mais de cinco semanas — o veículo permanece imobilizado na oficina, sem qualquer resolução nem prazo comunicado. A marca recusou, uma vez mais, disponibilizar viatura de substituição, alegando indisponibilidade. Enviei três (3) e-mails à oficina a solicitar informação sobre o estado da reparação, sem que tenha obtido qualquer resposta. Durante todo este tempo, continuo a suportar a mensalidade do financiamento do veículo, sem poder dele usufruir, o que constitui um prejuízo financeiro direto e continuado. Fundamentos da presente reclamação: Face ao exposto, considero que o veículo apresenta um defeito grave de fabrico que se mantém por resolver há mais de ano e meio, nomeadamente o consumo excessivo e anómalo de óleo, não obstante as múltiplas intervenções efetuadas pelos serviços técnicos da marca. Esta anomalia manifesta-se de forma recorrente, com acionamento repetido do aviso de falta de óleo, e nunca foi objeto de solução definitiva. Acresce que, ao longo de todo este período, fui obrigado a deslocar-me inúmeras vezes à oficina, ficando sem viatura durante semanas seguidas, sem que a marca alguma vez disponibilizasse um veículo de substituição. Neste momento, encontro-me sem carro desde 3 de março de 2026, continuando a suportar a mensalidade do financiamento do veículo — sem qualquer contrapartida —, o que representa um prejuízo financeiro real, direto e continuado. Invoco os direitos que me assistem ao abrigo do Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 84/2008, de 21 de maio), relativo às garantias na venda de bens de consumo, bem como da Diretiva (UE) 2019/771, transposta para a ordem jurídica portuguesa, que consagra o direito do consumidor à reparação ou substituição do bem, à redução do preço ou à resolução do contrato, em caso de falta de conformidade. Acresce que a ausência reiterada de disponibilização de viatura de substituição, em situações de imobilização prolongada por causas imputáveis a defeitos do veículo, consubstancia um incumprimento dos deveres de assistência a que a marca se encontra vinculada. Solicito, em consequência: 1. Resolução urgente e definitiva do defeito de consumo excessivo de óleo que afeta o veículo desde setembro de 2024, com comunicação escrita do diagnóstico técnico completo e das medidas adotadas; 2. Disponibilização imediata de viatura de substituição enquanto o meu veículo se encontrar imobilizado para reparação, dada a recusa sistemática e reiterada que tem sido oposta pela marca em todas as ocorrências anteriores; 3. Resposta escrita, clara e fundamentada, sobre o diagnóstico atual, o plano de reparação e o prazo estimado para a devolução da viatura; 4. Em alternativa, e caso não seja possível resolver as anomalias em prazo razoável, a substituição da viatura por outra em condições adequadas, ou a resolução do contrato de compra e venda com reembolso do valor pago; 5. Ressarcimento dos prejuízos financeiros sofridos, nomeadamente as mensalidades do financiamento pagas durante os períodos em que o veículo esteve imobilizado na oficina por defeito, sem possibilidade de utilização, bem como quaisquer outras despesas decorrentes da imobilização prolongada. Aguardo resposta no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis a contar da receção da presente comunicação, findo o qual me reservo o direito de apresentar queixa junto da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e demais entidades competentes, bem como de acionar os meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Josué Monteiro Proprietário da viatura AN-72-SN Lisboa, 13 de abril de 2026

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