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Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro
Exmos Senhores, Esta reclamação é dirigida à eDreams Portugal- Viagens de Lazer. No passado dia 24 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri uma noite no Hotel Riviera em Cascais, no dia 11 de outubro de 2025 (referencia da reserva 24036091081) - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Ana Carina Batista
cristovao
Olá, comprei na Internet no Facebook, uma caixa de areia de gato de um preço de € 24, paguei por Transferência Bancária, acontece que essa identidade é falsa, eles estão apenas lá para roubar dinheiro e dizer que esta é a primeira vez que eu uso um pagamento online e eu apenas fui pego e não estou sozinho, só vi que há muitas pessoas que fizeram o mesmo Não sei como posso recuperar sete dinheiro. Vamos ter cuidado, aqui está o nome da empresa. BLACK PORTUGUESA PPRO PAYMENT SERVICES S.A.
VODAFONE - Falta de prestação de serviço e atraso na mudança de morada
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à falta de prestação de serviço por parte da Vodafone, no âmbito de um pedido de mudança de morada efetuado no dia 22 de outubro de 2025. Na referida data, solicitei a alteração da morada do meu serviço para um prédio recentemente construído, tendo-me sido informado que seria necessária uma verificação técnica da cobertura, com o envio de um engenheiro ao local. Contudo, não obtive qualquer contacto ou atualização após esse primeiro pedido. No dia 28 de outubro, voltei a contactar o serviço de apoio ao cliente, novamente sem qualquer resposta ou resolução. No dia 29 de outubro, realizei várias chamadas para o apoio ao cliente, sem que o problema fosse resolvido. Apenas no dia 30 de outubro fui novamente contactada, tendo-me sido solicitado o endereço do novo prédio — informação que já havia sido fornecida na chamada inicial de 22 de outubro. Nessa ocasião, foi-me confirmado que existia cobertura no local, mas até à presente data (4 de novembro de 2025) a instalação ainda não foi agendada. Assim, encontro-me há cerca de duas semanas sem acesso ao serviço de internet, sem que a Vodafone tenha disponibilizado qualquer solução temporária, nomeadamente o kit de contingência, apesar de o ter solicitado. Dada a situação descrita, considero que a Vodafone não cumpriu a obrigação de prestação do serviço contratado, pelo que solicito: 1. O reembolso proporcional do valor correspondente ao período em que estive privada do serviço; 2. A avaliação da possibilidade de cancelamento do contrato sem penalização, por justa causa, uma vez que o prestador de serviço não assegurou o cumprimento mínimo das condições contratuais. Aguardo uma resposta célere e a regularização desta situação.
VIAGEM NÃO EFETUADA E COBRADA
Exmos. Srs. Uber B.V. Burgerweeshuispad 301 1076 HR Amsterdam Instalei pela 1a vez a aplicação da Uber Viagens, para fazer uma viagem de minha casa ao Cartaxo na passada 6a feira. Escolhi o motorista que supostamente demorava menos tempo a chegar e apresentava uma tarifa menos. Confirmei o serviço, clicando nas teclas, seguindo intuitivamente o que foi solicitado na plataforma até chegar ao pagamento e ter de colocar o meu cartão de crédito. Recebo uma mensagem que anexo foto a dizer o detalhe da viagem: " A dirigir-se para Vale Mosqueiro". Poucos minutos depois recebo um email com a fatura do serviço - MENSAGEM D`IMPACTO - UNIPESSOAL LDA e uma mensagem a dizer "a sua viagem foi concluida". Continuava na rua, à chuva e ao frio, à espera do carro. Tive de chamar um táxi para fazer a viagem até ao Cartaxo, pois não consegui ligar para nenhum número de apoio ao cliente nem contactar o motorista. Volto a referir que foi a 1a vez que tentei usar este serviço. Depois de várias tentativas de reclamação, não consigo obter o reembolso, pois não há nenhuma forma explícita na página da Uber para o fazer. Tentei enviar mensagens de outra forma, alegando que foi-me debitado um valor no cartão de crédito inadvertidamente e sem a minha autorização, pois não foi efetuada nenhuma prestação de serviço e como tal, não tenho de pagar por um serviço que não foi feito. Não fiz viagem nenhuma. Conforme documento que anexo vê-se que o motorista PEDRO, UberX fez um trajeto em Santarém de A para B (1,84 kM EM 5 min) completamente diferente do solicitado e me tirou 4€ do cartão de crédito que tinha acabado de associar!!! Nunca pensei que a Uber funcionasse tão mal no apoio ao cliente. Ainda não consigo entender porque é que o motorista decidiu não ir fazer o trajeto que lhe foi solicitado na App. Sinto-me enganada. Exigo o estorno dos 4€. Com os meus melhores cumprimentos, Patrícia Simões Duarte
Enviaram encomenda errada
Exmos Srs. Comprei uns sapatos anunciados como ortopédicos. O pagamento foi feito à cobrança em numerário. Enviaram uns sapatos que nada têm a ver com o que comprei ( não são ortopédicos, cor e design siferentes, péssima qualidade). Contactei a empresa, que me respondeu dizendo que iria encaminhar a situação para o departamento competente. A partir daí nunca mais me responderam, apesar de ter enviado vários emails. Acabaram por me bloquear. Não enviaram os sapatos corretos nem me devolveram o dinheiro. Trata -se se uma empresa fraudulenta.
Atendimento sem qualquer profisdionalismo
Nome: Paula Nicolau NIF: 203739469e pjnicolau@gmail.com Data e hora da ocorrência: 4 de novembro de 2025, pelas 8h20 Local: Bomba de gasolina Prio – Campo Grande, Lisboa Descrição dos factos: Na manhã de 4 de novembro de 2025, por volta das 8h20, dirigi-me à bomba de gasolina Prio do Campo Grande, onde abasteço habitualmente, pois o meu filho frequenta um colégio ali perto e esse tem sido, até hoje, o posto onde sempre abasteci o carro, sem exceção. No entanto, o episódio desta manhã foi profundamente desagradável. Havia um BMW a abastecer na primeira bomba, e eu estacionei na segunda bomba. Dois funcionários da Prio começaram logo a insistir para que eu avançasse o carro mais para a frente. O funcionário mais novo encontrava-se a atender o carro da frente, enquanto o outro — um senhor mais velho, alto e forte — insistia de forma autoritária para que eu me aproximasse ainda mais. Avancei ligeiramente, mas expliquei que não me sentia segura, pois o meu carro já estava demasiado perto do veículo da frente e temia bater. O funcionário respondeu que “a responsabilidade seria do colega”, ao que eu disse que, em caso de acidente, eu é que teria de acionar o seguro. Mesmo assim, manteve uma postura agressiva e elevou o tom de voz dizendo que “assim não podia ser”. Perante o tom e a insistência injustificada, decidi sair do local para evitar conflito. Ao afastar-me, o funcionário despediu-se de forma arrogante e mal-educada, gritando: “Vá com Deus.” Considero este comportamento inaceitável num serviço público, revelando falta de respeito e profissionalismo. Lamento sinceramente, pois era cliente habitual desta estação — mas com esta atitude, a Prio acaba de perder uma cliente fiel. Solicito que esta situação seja analisada e que me informem sobre as medidas adotadas. Com os melhores cumprimentos, Paula Nicolau NIF: 203739469
Encomenda não recebida, dinheiro não devolvido.
Exmos. Srs. Efetuei uma compra de valor superior a 80 € nesta "empresa" e nunca me foi enviada. Contactei a empresa várias vezes, sem qualquer resposta. Trata se de uma fraude, pois além de não enviarem a encomenda nem responderem, ainda me ficaram com o dinheiro.
Pagamento Certidão permanente a um preço avultado sem serviço feito
No dia 04 de Novembro de 2025, ao tentar obter a Certidão permamnente de registo predial fui direcionado automaticamente ao Site da JURISWEB INTERACTIVA S.L. e fui cobrado um valor avultado que não corresponde o vor normal de 15 euros. Só depois me apercebi que na verdade se tratava de uma sociedade espanhola. Junto em anexo a fatura e o formulário. Peço a vossa ajuda para recuperar o valor pago. Com os melhores cumprimentos. Vladimir jorge Gomes
Valor de reservas incorreto
Em 30/10/2025 contactei telefonicamente a Booking devido à diferença de preços entre o anúncio e o valor efetivamente cobrado da reserva 603704.... Em 30/10/2025 a Booking.com respondeu: Confirmação: 603704.... Olá Pedro, Por favor, verifique a seguinte atualização na sua reserva 603704.... em Westotel Taverny - Paris Val-d'Oise(Fri, 21 Nov 2025 – Sun, 23 Nov 2025). Nota do serviço de apoio ao cliente. Esperamos que esta mensagem o encontre bem. Tentámos contactá-lo novamente por telefone, mas infelizmente não conseguimos estabelecer ligação. Após a investigação realizada pelo setor responsável, confirmamos que a cobrança está correta. A localização do hóspede pode influenciar a forma como o preço é apresentado. Alguns exemplos de taxas adicionais incluem o imposto municipal, o IVA, a taxa de destino e a taxa de limpeza. Devido a determinadas regulamentações locais, é obrigatório exibir o preço final com todas as taxas adicionais incluídas. Caso tenha mais alguma questão, estamos aqui para ajudar. Ainda em 30-10-2025, enviei a seguinte msg à Booking: Boa noite, O v/ esclarecimento não é minimamente esclarecedor. Antes pelo contrário, é confuso, contraditório e vago. Esta situação em qualquer lugar do mundo só tem um nome: PUBLICIDADE ENGANOSA !!! ("Inclui impostos e taxas"???) Em anexo, junto comprovativos de 3 reserva (anúncios e valores efetivamente cobrados). Digam-me, é correto a Booking cobrar um valor diferente daquele que é anunciado na sua plataforma? Desta vez, nesta viagem a França (Paris e arredores) são-me cobrados mais 27,05€ para além do anunciado, supostamente correspondente ao IVA. Porque razão o IVA não está incluído no preço total publicado no anúncio, se se anuncia que o preço "Inclui impostos e taxas"? Sinto-me enganado e por isso dou conhecimento à DECO, da qual sou sócio, esperando que esta situação possa ser devidamente avaliada e possa ser devidamente ressarcido do valor acima referido. Cumprimentos P.....
Recusa indevida de cobertura de pneus e falta de cumprimento contratual
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Seguradora Seguro Directo, por considerar que houve incumprimento contratual na recusa da cobertura referente ao sinistro relacionado com os pneus do meu veículo. A seguradora fundamentou a recusa de cobertura com base no parecer técnico onde se afirma que “o dano não permitia a circulação da viatura até à oficina. E caso o tivesse feito, existiriam marcas pelo pneu ter rodado com o dano apresentado”. Contudo, tal conclusão não corresponde aos factos nem se encontra suportada por prova técnica conclusiva, conforme passo a demonstrar: 1. Atuação imediata e prudente Quando saí do Centro Comercial “Alegro Sintra”, assim que o painel do veículo assinalou falta de pressão nos pneus, fui tentar encher o pneu a um posto de abastecimento de combustível (Repsol), mas verifiquei que o problema seria mais grave e que seria um possível furo. Desse modo desloquei-me de imediato a uma oficina muito próxima. O percurso foi curto e efetuado a baixa velocidade, com total prudência, tendo por único objetivo resolver o problema e evitar danos adicionais no pneu para que fosse possível a sua reparação. 2. Condição específica do dano O prego encontrava-se preso em dois pontos do pneu, o que prendeu o prego e impediu a ocorrência de “marcas pelo pneu ter rodado” conforme indicado pela Seguradora. Desse modo o pneu manteve integridade suficiente durante o pequeno trajeto percorrido. 3. Interpretação contraditória e falta de orientação por parte da seguradora Em momento algum fui informado de que, nestas situações, o veículo deveria permanecer imobilizado. Assim, o deslocamento foi realizado com o intuito de preservar o pneu e obter assistência técnica adequada, uma conduta que, a meu ver, demonstra diligência e razoabilidade. No entanto, segundo o parecer da seguradora, esse mesmo cuidado acabou por ser considerado prejudicial, servindo de fundamento para a negação da cobertura, sob o argumento de que o pneu não apresentava danos “suficientes”. Tal interpretação é, no mínimo, paradoxal, uma vez que penaliza o comportamento prudente do segurado. 4. Boa-fé e cumprimento do dever de diligência Todas as minhas ações foram pautadas pela boa-fé e pela diligência esperada de um segurado responsável, em conformidade com o disposto no artigo 227.º do Código Civil, que consagra o dever de lealdade e cuidado na execução das obrigações contratuais. Apesar disso, a posição assumida pela seguradora transmite a impressão de que o segurado (eu) estaria a agir de má-fé, procurando obter a substituição de um pneu sem fundamento legítimo. Tal suposição é totalmente infundada, uma vez que o pneu em causa se encontrava em excelente estado de conservação e ainda semi-novo, sendo do meu total interesse preservar o mesmo para possível reparação e não o substituir indevidamente. O meu objetivo sempre foi garantir o correto cumprimento das condições da apólice, e não obter qualquer vantagem indevida. 5. Proximidade e acessibilidade de oficinas Nas proximidades do local onde me encontrava quando furei o pneu, existem bastantes oficinas de pneus, evidenciando que o deslocamento necessário era de curta distância e em condições que não poderiam, de forma razoável, causar danos estruturais ao pneu. Tendo em conta o exposto, considero que a decisão da seguradora configura uma recusa injustificada da cobertura contratual, lesando os meus legítimos direitos enquanto segurado. Assim, solicito à Seguro Directo que reavalie o parecer técnico apresentado, e proceda à cobertura do dano nos pneus, conforme previsto no contrato de seguro. Com os melhores cumprimentos, Luis Fernando Cardoso das Neves
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