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Utilização irregular de energia eletrica
Lisboa, 28 de fevereiro de 2018Carta 2205/18/SC-OP-SFAssunto: Utilização irregular de energia elétrica PN 2005536779- CPE PT0002000078745466QRProcesso: 1083146comprei um apartamento na Povoa de Santa Iria em fevereiro de 2016. Abri a eletricidade com a EDP em 16 de abril de 2016. Só comecei a habitar o imóvel em 21 de junho de 2017, que foi quando abrimos o gás também com a EDP, tendo como testemunhas o sr. Carlos e sua esposa, residentes na mesma morada no apartamento em frente.Ate ao mês de novembro de 2017 tive faturas relativamente baixas, visto só ter começado a habitar a casa a partir da data referida e também por termos começado a dar contagens, a partir dessa data comecei a pagar faturas com os devidos acertos.Fiquei perplexa ao receber, ontem dia 27 de fevereiro de 2018 uma carta vossa datada de 14 de fevereiro de 2018, na qual me é imputado o estrago no contador, nomeadamente de o ter furado. Por esta razão passo a expor a seguinte situação:O contador da EDP esta instalado na escada do prédio e não possui fechadura de segurança, nem sequer foi mudado aquando da abertura do contrato, como tal não me pode ser imputada a responsabilidade por quaisquer danos, nomeadamente o alegado furo de que o mesmo terá sido alvo.Na vistoria técnica do dia 29 de dezembro de 2017 em que houve substituição do contador eu não estava ausente como refere o auto de vistoria do ponto de mediação. Cruzei-me com o técnico, cumprimentei-o e o mesmo viu-me entrar na habitação. Em nenhum momento o mesmo, que também me cumprimentou, referiu existir um furo no contador. Não me pareceu estranho ver o técnico a “mexer no contador” visto estar fardado com uniforme da EDP, dai não o ter questionado sobre qual o propósito de ali estar, ate pensei que seria a fazer a contagem.A referida carta de 14 de fevereiro de 2018 onde consta o auto de vistoria do ponto de mediação, que recebi a 27 de fevereiro de 2018 levanta varias questões, nomeadamente:o período calculado de 23 de abril de 2016 a 28 de dezembro de 2017: não entendo o porque deste período nem os critérios subjacentes a esse calculo, visto que só começamos a habitar o apartamento aquando da abertura do gás a 21 de junho de 2017. Se a ultima vistoria técnica foi quando abri a eletricidade a 16 de abril de 2016 talvez fosse benéfico para ambas as partes que o fizessem com maior regularidade evitando- se assim situações desta natureza.Não se verifica existir qualquer relação entre o alegado furo (ao qual sou totalmente alheia) e a “utilização irregular de energia” de que sou injustamente acusada. As faturas demonstram que o consumo só começou a aumentar quando comecei a habitar a casa e a dar contagens a partir do mês de novembro de 2017, posto isto não existe fundamento para a exigência de uma indeminização de energia de tao avultado montanteA responsabilidade e manutenção dos equipamentos de mediação cabe ao proprietário dos mesmos, ou seja, à EDP distribuição. Como cliente não tenho capacidade de reconhecer um dano no contador, neste caso não só me esta a ser imputado esse dever como a responsabilidade por um alegado dano. Esta situação não pode ser aceite. A EDP tem o dever de proteger os seus clientes cumpridores, ao invés de os acusar de praticas ilegais que poem em causa a sua idoneidade. O meu desconhecimento sobre praticas ilegais em contadores e afins é tal que aquando da abertura de contrato aderi também ao serviço funciona, de forma a ter apoio em caso de alguma avaria.é me dado 48 horas para pedir o acesso à prova que demonstra o alegado furo, da mesma maneira tenho 10 dias para resolver esta situação à qual sou alheia e visada de forma injusta. Ora se a referida carta onde sou acusada é datada de 14 de fevereiro de 2018 e tendo recebido a mesma a 27 de fevereiro de 2018, isto significa que na pratica o prazo para resolução desta situação já expirou.Ao receber a carta telefonei imediatamente para o vosso contato 211599810 em que me foi dito para fazer uma reclamação.Em suma, a)caso exista um furo no contador como se alega, não é de todo da minha autoria b)o auto de vistoria apresenta imprecisões que o invalidam c)não me foi mostrado o alegado furo estando eu em casa e o técnico sabendo disso d)o período a que se refere não esta fundamentado e) os nossos consumos não foram beneficiados pelo alegado furo f)os prazos que nos deram para resolver o problema são proibitivos g) vistorias regulares permitiriam evitar situações como estas em que, pois faz-me questionar se a EDP merece clientes cumpridores e idóneos.Aguardo, por isso, a anulação imediata e integral deste processo, ficando desde já ao dispor para qualquer esclarecimento que considerem necessário.Grata pela atenção VGO contrato esta no nome da minha esposa, dai ela ter enviado esta carta em correio registado para a EDP distribuição. No entanto ao ser sócio da Deco, utilizei também este canal para reclamar.
Limpeza de chaminé
Limpeza de condutas de exaustão
Carta registrada perdida!!!!
Total insatisfação com os Correios CTT!!!!No dia 3 janeiro de 2018 enviei uma carta da Áustria para a Ilha da Madeira por correio registrado e rápido pois tratam-se de documentos importantes que são 3 cartões de cidadão, passaram-se os dias e nada de a carta chegar ao destino, pois via com regularidade no site dos ctt o (estado da encomenda) e sempre a mesma mensagem a carta está em Lisboa como (objecto rececionado) desde o dia 10 de janeiro, falei para os CTT para reclamações@ctt.pt pediram -me os dados do destinatário e o n° do objeto RO478339662AT e disseram que iam averiguar a situação com máxima rapidez.Ontem o destinatário recebeu um aviso dos CTT que dizem que não conseguiram localizar a minha carta (está perdida) eu agora quero saber quais as medidas que vão tomar a partir de agora, pois estamos fora da ilha da madeira, e sem identificação, tudo causa da vossa irresponsabilidade, foram perdidos 3 cartões de cidadão, será que ainda nós é que teremos que pagar do nosso bolso para ir fazer 3 cartões de cidadão??? Por um erro que foi vosso?Tudo porque não foram responsáveis para com os vossos clientes . quero saber quais as medidas que vão tomar daqui para a frente. Agradeço que me respondam!!!Obrigado: Tânia Nóbrega
CONSERTO 19A/1386 REF.791813CZ
Foi me oferecida uma peça em prata com uma pedra transparente em Novembro de 2017, nem um mês passou e a pedra ficou baça. Em Janeiro apresentei reclamação com devido comprovativo de compra na Pandora do Maiashopping (Visão do Tempo). Ao fim de 3semanas aproximadamente recebo SMS a dizer que o concerto são 8 euros. Telefono para a loja e pergunto o porquê do orçamento apresentado, ao que me respondem que a pedra esta riscada de bater nas coisas. Não concordei, não pelo valor mas pela má analise, pois a peça não roda esta numa pulseira com 2 voltas em couro, fixa e só com esta pedra nao tem outras tão pouco. Apresentei mail a reclamar e telefonicamente dizem me que não aceitam e o conserto são 8 euros.Aceito o conserto e a peça arranjada, e como nao tenho outra solução aprendo a lição e tenho de volta a minha peça nova. Nem 1:30 depois ligam me da loja para me avisar que vão avançar com o conserto, mas a pedra vai vir igual, ou seja baça!!!!! Questiono a Sra. e realmente também não me sabe explicar. Então vou pagar um conserto de quê? Ja não basta fica com prejuízo, pago por ele...e teria que continuar com ele?!!!!! será que as pessoas têm noção do que estão a dizer e fazer?!
Compra de veiculo usado
No mês de Junho o meu Namorado Ivan Alex Cunha Melo com o NIF 268421935, dirigiu-se ao Stand Samucar para adquirir um veículo, trocando pelo actual, Pegout 208 com matrícula de 07/2013.O Vendedor Sr.Carlos Ramos apresentou-lhe um veículo Citroen C4 com matrícula de 06/2013 que acabou por adquirir.Como as datas das matrículas eram muito próximas e só lhe iriam entregar o carro em Julho, combinou com o Vendedor que pagaria o IUC do Pegout 208 e ele acordou em pagar o IUC do Citroen C4 antes de lhe entregar o veículo.No dia 06-02-2018 recebemos uma carta das finanças a indicar que o IUC do Citroen C4 não foi pago até à data limite de pagamento em 02-01-2018, o que não achei correcto pois a matrícula do veículo que adquiri no Stand, o Cotroen C4, é de 06/2013.Entrei em contacto com as finanças, ao que me informaram que a data de Matrícula em Portugal é de 2016-12-06. No contracto que realizaei no Stand não consta essa informação, nem nunca foi prestada pelo Vendedor, pelo Stand ou mesmo pelo Banco que me enviou um e-mail a confirmar o averbamento do veículo.Só recebi o livrete do carro quase 3/4 meses depois da aquisição do mesmo.Já entrei em contacto com o Vendedor que descarta a responsabilidade desta situação, e indoca que não sabe o ano da matrícula de todos os veículos que vende e quem sabe essas informações é a financeira da Empresa.Solicito a resolução desta situação, pois quem tem de fazer a liquidação como se comprometeram aquando da compra do veículo.Pois se me tivessem informado das datas correctas, não teria nenhum problema em ter pago o IUC do veículo que tinha na altura antes de o entregar, e do IUC do novo veículo na data correcta no mês 12.Aguardo resposta breve,Obrigada
Burla/ seguro doméstica and general
Boa tarde Venho por este meio reclamar um seguro, que no meu ver é indevido ao consumidor. No passado dia 21/02/2017, pelas 12:05, na Loja Worten de faro 2 efectuei uma compra de um equipamento Samsung Galaxy A5 SS 2017de cor preta. Depois de escolher o equipamento que queria adquirir, foi-me questionado se gostaria de também adquirir um seguro que suportaria danos acidentais, furto por arrombamento ou roubo, onde o valor era de 179€ e onde não teria de pagar mais nenhum valor caso um destes casos se sucedesse, a minha resposta após repensar foi positiva e só depois de efectuar a compra do equipamento (429€) e mais o valor do suposto seguro (179€) é que me foi dada a folha com os dados e clausula do segurador. No entanto dia 19 de Janeiro de 2018, acidentalmente o meu equipamento sofreu uma queda na entrada de meu prédio que contém um chão de cimento rugoso e rachou o ecrã principal por dentro, não chegando a afectar os cristais mas impossibilitando a visão do ecrã. Liguei no dia seguinte para o segurador onde me foi dito que para accionar o suposto seguro teria de pagar mais um valor de 42.9, o que achei estranho mas aceitei pagar.. A minha questão é, para que é que eu efectuei um pagamento em loja no acto da compra de 179€ por um seguro que me pede ainda mais 42.9 pelo dano acidental? Sendo assim não é seguro nenhum e estou a pagar o seguro quase por duas vezes.Mas não é só isso, a reclamação também serve para divulgar que mais parece que estou a ser vítima de burla,ainda hoje após ter passado um mes, e já ter feito o pagamento, ainda não vieram recolher o telemóvel, já liguei 3 vezes, uma para ativar os seguros e dar meus dados, a segunda porque não enviam mail nem ligavam e os dados estavam mal,, e a terceira para disseram que ainda iriam recolher meu telefone, mas até agora nada ainda.A minha questão sobre ser vítima de burla, acontece porque existe uma cláusula que diz que tenho direito a uma reparação a cada 12 meses durante um ano,ou seja, faz hoje dia 21/02/2018 um ano, fico com a sensação que estão adiar para depois de dia 21 para eu perder o direito de reparação nestes futuros 12 meses.Achei por bem reclamar neste portal, visto que isto não me acontece só a mim e também porque a empresa envolvida com o segurador (WORTEN) não sabe dar uma explicação para este seguro e para esta situação, respondendo apenas telefonicamente compreendemos a sua situação e o seu desagrado. Então se compreendem, qual o porquê deste seguro tão enganoso e de alguma forma que comete extorsão de dinheiro de diversos clientes. Sem mais assunto, venho pedir que me ajudem a resolver esta situação. Filipe Neto
Encomenda Danificada
Venho por este meio demonstrar a minha indignação para com a Empresa Rangel.Sou fabricante de mobiliario e por azar resolvi experimentar os serviços desta transportadora.No dia 12 de Dezembro do passado ano, enviei para a Belgica 6 cadeiras em 3 volumes, 2 cadeiras por volume. Na adjudicação dos serviços da transportadora foi feito um seguro, assegurando a encomenda com o valor de 1150€. Todos os volumes foram devidamente acondicionados e bem embalados.No dia 21 de Dezembro, a cliente recebeu a encomenda, impedida de abrir os volumes pelo colaborador, que disse que não podia esperar que ela abrisse as embalagens, a cliente para se salvaguardar escreveu sujeito a verificação juntamente com a sua assinatura na nota de entrega.No dia 31 de Dezembro fui contactada pela cliente que me informou que 2 cadeiras estavam danificadas.Nos dias seguintes entrei em contacto com a Rangel para expor a situação e disseram-me que a pessoa responsável estava de ferias e que teria que ligar na semana seguinte. Enviei um email para a pessoa responsável a explicar o sucedido. Solicitei que procedessem à indminização do volume danificado correspondente a 2 cadeiras no valor 383.33€ bem como o valor de envio 85€ , visto que a mercadoria não foi entregue nas mesmas condições que foi enviada. Também informei a transportadora que reparar as cadeiras não me compensa, a cliente exige cadeiras novas e não reparadas, no entanto, a cliente mostrou-se inteiramente disponível para uma possível recolha da mercadoria por parte da transportadora, caso assim o desejem. O ultimo email que enviei foi dia 19 de Janeiro, entretanto passou um mês e ainda não resolveram a minha situação, infelizmente não vejo interesse em fazê-lo.Recentemente por curiosidade, fiz uma pesquisa para perceber a quantidade de pessoas que se queixa dos serviços desta transportadora e é surreal. O sentimento de impotência é enorme, parece-me que esta empresa faz o que lhes bem apetece e é incapaz de assumir a responsabilidade dos erros que comete. Deveria ter feito a pesquisa antes de requisitar os serviços. Desaconselho totalmente a Rangel.Gostaria de salientar que todos os documentos abaixo indicados foram facultados à transportadora: Factura Transportadora, factura encomenda, guia de transporte, documento de entrega onde consta reserva cliente, fotografias enviadas pela cliente das cadeiras danificadas, fotografias tiradas por nós aquando a embalagem das cadeiras.
Cobrança de uma comissão sobre cash advance sobre um pagamento com cartão VISA
Paguei, via plataforma Paypay, um valor de 6,60 euros com o cartão de crédito (referência 592089) no dia 6-5-2017. Na declaração anual de encargos confirma-se que foi cobrado uma comissão sobre cash advance no valor de 4,21 euros em que a CGD esclareceu estar associado ao movimento na plataforma Paypay.Estabeleci contactos com a Paypay e CGD. Recebi as seguintes respostas:Paypay - este pagamento trata-se de um pagamento por referência normal e não de um Cash Advance.Deveria ter sido debitado apenas os € 6.60.Deverá solicitar ao seu banco a devolução.CGD - No âmbito da questão colocada, a informação que lhe foi prestada pelo comerciante não é exata.De acordo com o esclarecimento que nos foi apresentado, a forma como o comerciante em causa processa a transação, dá origem à cobrança desta comissão. Por outro lado, está definido pela SIBS que para este tipo de comerciantes (relacionado com o CAE do comerciante e plataforma de transações efetuadas), são cobradas as comissões de utilização do cartão.
pagamento de deslocação ao km
Venho por este meio reclamar da Seguradora em questão, a Fidelidade.é inamissível o valor que a seguradora paga por cada km nas deslocações de tratamento de sinistro.acabo de receber o cheque com o pagamento , relativo a 168km feitos de duas presenças em consultas no Hospital da CUF de Torres Vedras (desde Peniche), fiquei parvo com o valor. 10.92 euros é o valor do cheque. Acho que é a gozar com o pobre. Literalmente. Gostaria de saber se os valores estão correctos, pois 0.06 cêntimos ao km, nem me dá para a gasolina.obrigado
Substituiçao Peça
Adquiri uma viatura marca Mercedes classe A matricula 08-QX-76 novo. Ha cerca de um mes atrás acendeu a luz de avaria, desloquei me ao concessionario visto a viatura se encontrar ainda em periodo de garantia (2Anos). Deixei o carro na referida oficina de manha e no periodo da tarde fui contatada para ir busca la. A avaria seria a valvula EGR fizeram uma reprogramaçao á mesma e estava tudo ok. Passados 3 dias a luz de avaria voltou a acender, desloquei me novamente a referida oficina e disseram me que a viatura teria de permanecer la para procederem à substituiçao da referida peça. Ao fim de uma semana e sem noticias da minha viatura entrei em contato com a oficina , onde me foi dito que tinham pedido a peça mas que nao tinham previsao , visto nao haver em stock nem na referida fabrica na Alemanha. Ainda me foi dito que a minha viatura teria de ficar na oficina ate a peça chegar para ser substituida, ao sol e chuva num parque descoberto .Fiquei chateada e disse que nao , a minha viatura ficaria na minha casa onde tinha uma garagem coberta , nao tinha comprado um carro para acampar no concessionario. A minha surpresa en que passado mais de 1 mes a referida peça ainda nao chegou e nao existe previsao de chegada.Preciso do carro porque tenho filha para ir por e buscar a escola e se o comprei era porque necessitava e nao posso usufruir do mesmo por esta razao.Dirigi me hoje dia 19 de Fevereiro, onde fiz uma reclamaçao no referido livro e hoje finalmente havia um responsavel que se dignou a falar comigo e me disse nao puder fazer nada , porque nao existe a peça, e eu tenho de ficar com a minha viatura imobilizada ate la. Mais, disse mesmo que a minha reclamaçao nao daria em nada, visto que a mesma quando chegar as entidades responsaveis so sera enviado uma notificaçao a referida oficina e a coisa fica por aqui.Sera mesmo que as coisas funcionam assim?
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