Reclamações públicas

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E. T.
18/07/2018

burla em renovar contrato

no ultimo dia 7 terminou meu contrato de fidelização por um período de 2 anos tv,net,voz e móvel. apos contato telefónico gravado fechei outro acordo de tv net e voz sem telemóvel, minhas exigências foram o de permanecer com uma box de oferta e outra que já possuía paga. que se mantinha a internet 200/100. meu espanto ao receber a fatura é que está lançado 50% de desconto em uma box não na totalidade como combinado.

Encerrada
A. C.
18/07/2018

Declaração Embarque

Foi solicitado a TAP o comprovativo de Embarque de uma viagem feita da Alemanha a Portugal no dia 15/06/17. Tal solicitação é de extrema urgência para comprovativo de entrada regular em Portugal, mediante ao SEF. Tenho até 10 dias para tal entrega.A TAP não me dá previsão para entrega e ao ligar no atendimento, não sabem onde está minha solicitação. Já efetuei o pedido por e-mail ao setor de ARQUIVOS e por telefone no atendimento TAP, nos dois não obtive retorno ou mesmo previsão.Por fim, preciso de um simples documento que pode ser decisivo em todo um projeto e não consigo bom atendimento ou retorno da TAP.Preciso da declaração de EMBARQUE com urgência.Voo: TP 0579 Nome: Abílio José Souto NetoData: 15/06/17Cód Reserva: K9NVWS

Encerrada
F. B.
18/07/2018

Encerramento SchoolHouse, Estágio por Iniciar

Com contrato formalizado na passada data de 14 de Setembro de 2017, recebi no passado dia 2 de Julho a informação (através de contacto direto com a escola) de que a SchoolHouse Parque das Nações havia encerrado atividade sem qualquer tipo de aviso prévio ou indicação a qualquer um dos seus clientes/alunos.Infelizmente até à data de hoje ainda não fui contactada para que se dê inicio ao estágio curricular cuja necessidade é obrigatória para a conclusão da formação de Auxiliar de Medicina Dentária. Esta situação prolonga-se desde a passada data de 08 de Maio de 2018 na qual terá sido dada como terminada a fase de aulas teóricas e o início desse mesmo estágio.Ao ser questionada sobre a frequência do estágio deixei claro mais que uma vez junto de quem de direito que o estágio teria de ter inicio atempadamente (em Junho de 2018, assim como foi para todos os outros alunos) uma vez que estaria ausente do país entre o mês de Agosto e Setembro de 2018 por motivos pessoais não tendo tempo suficiente para iniciar e finalizar o estágio sem interrupções nessas mesmas datas. O curso não só não foi atribuído atempadamente como foi completamente esquecido e ignorado pela escola.Ao tentar contactar a escola para falar com a administração/gerência somos atendidos pela senhora Paula Gomes que se identifica como gestora financeira e a qual me pediu para enviar um e-mail a esclarecer a situação que prontamente redireccionaria o mesmo para a gerência da escola.A verdade é que apesar do envio de e-mail a dia 2 de julho e pedido de ponto de situação a dia 9 de julho não houve qualquer resolução caindo aparentemente em esquecimento.Salienta-se que em momento algum ficaram valores em falta referentes às parecelas da importância de 748.00€ relativos à frequência do curso. É também importante salientar que de acordo com a alínea 2 da cláusula 7ª do contrato celebrado entre a formando e a SHT - Schoolhouse, Lda. com sede no Parque das Nações - Rua Gaivotas em Terra, Lote 3.1701A - 1990-601 Lisboa, NIPC 508 873 495 podemos ler o o seguinte sobre os deveres da primeira outorgante, Assegurar que a formação decorra de acordo com o conteúdo programático e com as metodologias pedagógicas definidas..Havendo o contrato sido celebrado de boa vontade por ambas as partes e havendo eu cumprido com todos os meus deveres contratuais é também importante que a escola cumpra com a sua parte do contrato. Não será errado assumir o interesse de ambas as partes para que este caso seja resolvido e que seja atribuído um estágio a partir da data de 18 de Setembro pelos motivos acima referidos.

Resolvida
A. C.
17/07/2018

Serviço de reparação - Televisor

Tenho um televisor comprado na Worten que por ser artigo de exposição fiz um seguro de extensão de garantia. Após terem surgido riscos verticais ( 2 no total) e uma vez que tinha seguro de extensão de garantia contactei a Worten a 30-05-2018. O televisor é recolhido no meu domicilio a 05-06-2018 e partir desta data espero o contacto da worten com a resolução da avaria.Como não fui contactado durante os 30 dias que me indicaram, dirigi-me por minha iniciativa à loja do Forum Sintra no dia 08-07-2018. Nesse mesmo dia foi-me dito que o seguro de extensão de garantia não cobria a reparação uma vez que a causa da avaria tinha sido causada por derrame de liquidos. Contactei no mesmo dia o serviço de apoio ao cliente da Worten, manifestando o meu total desagrado por ter estado há mais de 30 dias à espera de uma resposta e que esta tinha sido obtida após o prazo indicado e me vinha desfavorável. Esta minha indignação apenas serviu para me dizerem que tinha de resolver junto da loja porque eles mais nada podiam fazer. Fui novamente à loja e tentei fazer ver que havia um incumprimento por parte da Worten em relação a este processo, pois os 30 dias dados tinham expirarado e, eu, cliente não podia ser mais prejudicado. Disseram-me que compreendiam a situação e que no dia seguinte seria contactado. Dia 09-07-2018 telefonei à linha apoio do cliente e fui informado do valor do orçamento - reparação de 377,33 euros num televisor que custou 299,99 euros. No mesmo telefonema manisfestei o meu descontentamento por estar a receber o orçamento fora do prazo limite (30 dias, indicados na folha de reparação fornecida pela worten) e disseram-me para me deslocar à loja a fim de resolver a situação. Ainda no mesmo dia, 09-07-2018, fui novamente à loja indignado com esta situação fazendo ver que a Worten estava em incumprimento comigo e que em todo este processo nunca teve a iniciativa de resolução da situação. Foi neste momento que assisti a uma desresponsabilização entre a loja e o serviço de apoio a clientes que ao telefone falavam sobre os pormenores do processo sem que nenhum assumisse a responsabilidade . No entanto os funcionarios da loja que nos atenderam mostraram alguma compreensao e remetaram a decisão para o dia seguinte com o seu superior. No dia 10-07-2018 sou informado por telefone que a loja nao se irá responsabilizar por ter privado o seu cliente do uso do televisor em mais de 30 dias e sem o ter notificado durante esse período . Após este telefonema contactei novamente o serviço de apoio ao cliente para recusar o orçamento e pedir a minha televisão de volta com a maxima urgência.Hoje é dia 16-07-2018 e ainda nao fui contactado para ir levantar a televisão. Neste momento já passaram mais de 40 dias e eu continuo privado do uso da minha televisão.

Resolvida

Reembolso de viagem - Pedido de indemenização EC261

No dia 22 de maio de 2018 tinha o check in feito para o voo 7681, EV38CSZ, às 16h55, de Lisboa para Zurique. A referência do voo na booking era 119 59 29 13 4. O voo foi cancelado na última hora quando já tinha passado a zona de segurança. Fui contatar a Esayjet e informaram que tinha que procurar outro voo ou aguardaria por outro voo da Easyjet, mas não tendo data definida! Eu teria que estar sem falta no dia 23 de maio às 09h00 na RAV (organismos de desemprego na Suiça). Consegui arranjar um único voo nesse mesmo dia na TAP. A Easyjet já não tinha mais alternativas nesse dia. Reclamei as despesas do voo da TAP e alguma alimentação. A Easyjet respondeu que ao abrigo do o Regulamento EU261/2004 não teria direito à devolução do valor.

Encerrada

Artigo de má qualidade, vendido com sendo em pele

No dia 9 de maio de 2018, adquiri na loja Petit Pied do Norteshopping (Matosinhos) umas sapatilhas TOMMY HILFIGER de criança, que foram utilizadas duas vezes, apenas durante umas horas. Não as utilizou mais, porque reparei à segunda utilização que a suposta pele da sapatinlha estava a sair na parte da frente e também em cima, junto ao tornozelo, onde embarram as calças, pensando logo que poderiam alegar mau uso do produto, dirigi-me à loja, mas esta encontrava-se encerrada para obras. Aguardei a sua abertura e reclamei do produto. Duas semanas depois, indicaram-me que não aceitavam a minha reclamação uma vez que as marcas nas sapatilhas se deviam ao mau uso das mesmas. Agora eu pergunto, como é possível que um calçado que supostamente me foi vendido com sendo em pele “descasca” assim tão facilmente? E não apenas na biqueira, como também na parte de cima, onde apenas embarram as calças! Eu alego a má qualidade do produto, porque me foi vendido o produto como sendo de pele e resistente, argumentos que a vendedora utilizou perante a minha indecisão em adquirir o produto. No entanto, dias mais tarde, enquanto fazia a reclamação no livro próprio, outra funcionária admitiu que o produto não tinha qualidade e que não era em pele, e ainda me disse para reclamar diretamente com TOMMY. Porém, se foi na loja Petit Pied que adquiri o produto, penso que a responsabilidade é deles. Tentei falar com um responsável de loja e disseram-me que não existe. Então decidi enviar um email e uma carta registada para a morada da empresa. Responderam-me ao email dizendo que as crianças estragam o calçado. Mas quando questionei sobre a qualidade do produto não obtive resposta. O meu filho tem mais sapatilhas e calçado e nenhum ficou assim. Muito menos com horas de uso. Como não obtive mais nenhuma resposta por parte da empresa, dirigi-me novamente à loja e pedi para falar com um gerente, desta vez disseram-me para regressar horas mais tarde. Regresso novamente à loja e a gerente diz-me que não pode fazer nada, pedi novamente para falar, nem que fosse por telefone, foi-me recusado. Escrevi novamente no livro de reclamações. Para além de me sentir enganada, porque comprei um produto que pensava ser de pele e não é, o apoio ao cliente nesta loja é péssimo.

Encerrada

Via CTT Bloqueio acesso electrónico

Bloqueei o acesso à conta electrónica, Via CTT, e já fiz todas as demarches. Face ao contínuo bloqueio, apesar de me enviarem para o email respostas secretas e código de utilizador, contactei, via correio electrónico e telefonei três vezes para o 707202016 . Gastei 4,93 euros e só ouvi lamentos. Ninguém para informar.Pergunto a quem me devo dirigir face ao absurdo e ineficiente serviço.

Resolvida
P. C.
10/07/2018
BIG

Encerramento de conta

Não conclusão do pedido de encerramento de conta.

Encerrada

Possível burla em compra de YZF R1 2018

O cliente ( Francisco Silva ) dirigiu-se à empresa em questão ( Motoracing Faro ) em Fevereiro do presente ano para efectuar uma compra em pronto pagamento de uma YZF R1 de 2018.Até à data, foi depositado na conta do stand pelo cliente, 17 000 € ( comprovativos serão fornecidos se necessário ) pois assim foi exigido pelo Sr Pacheco ( dono do stand ) para que a mota pudesse ser encomendada.O motociclo em questão, em qualquer stand do país, está disponível, após pagamento, desde Abril do ano corrente.O dono do stand de motociclos ( Sr Pacheco ) não é capaz ( mesmo sendo Julho ) de precisar uma data de entrega, relembro que a mota está disponivel para entrega desde Abril, facto facilmente comprovável contactando a responsável Yamaha em Portugal ( foram eles que me forneceram esta informação.A Yamaha Portugal, também me forneceu outros detalhes, nomeadamente que a empresa Motoracing passa por dificuldades, ou seja, estão endividados.Ora isto comprovou-se quando o Sr Pacheco casualmente e por telefone, me disse que ainda nem sequer pediu a mota e que os 17 000€ foram utilizados por ele para comprar outros motociclos, para outros clientes. O descaramento.Isto é burla, incompetência e uma vergonha, pois a motoracing tem o patrocinio Yamaha para trabalhar no Algarve. Este senhor não tem, e nunca teve segundo o que sei, capacidades para me entregar o produto que lhe paguei. Estamos a falar de uma venda do mais fácil que há. Empresa tem um produto, cliente tem o dinheiro. Contando desde a data oficial de entrega, Abril, passaram já 3 meses, onde estive sem mota e por conseguinte, sem veículo, pelo que exigo compensação por este prejuízo.

Encerrada
A. C.
04/07/2018

Exposição contrato PC18041832

Venho por este meio expor junto de vos uma situacao que decorreu ontem, dia 20 de junho, que creio ser meu dever dar-vos conhecimento, assim como mostrar a minha surpresa e desagrado. No passado dia 14 de junho, assinei convosco um contrato (PC18041832), refente ao aluguer do veiculo Nissan Juke com a matricula 85-UJ-16, pelo periodo de seis dias, tendo a entrega sido realizada ontem por volta das 07h00, aquando da abertura das vossas instalacoes do aeroporto de Lisboa. Aquando da assinatura do contrato, todo o processo foi realizado ao balcao, nunca tendo o vosso colaborador se deslocado junto da viatura. Ao balcao, foi-me informado pelo vosso colaborador, alem de todas as formalidades do processo, que o veiculo se encontrava danificado numa das portas traseiras. Apos terminar todo o processo ao balcao, desloquei-me sozinho junto do veiculo e procedi a uma rapida vistoria ao mesmo, importa salientar que o veiculo se encontrava no interior das vossas instalacoes (local escuro e com pouca visibilidade), no entanto de imediato me apercebi de um enorme dano na parte superior direita do para choques traseiro. Nesse mesmo momento desloquei –me ao balcao e apos relatar ao vosso colaborador o que tinha observado, este sem a qualquer momento se deslocar junto do veiculo, averbou o dano na caixa “danos a saida” do meu contrato. De referir que, na minha opiniao, qualquer vistoria efectuada ao veiculo em causa, por muito superficial que fosse teria dado conta deste dano, o que me leva a crer que os danos referentes ao veiculo que aluguei nao estariam actualizados na vossa base de dados. Ainda no decorrer do dia 14, apos chegar a minha residencia em Leiria, em local bem iluminado e com o piso claro, apercebi-me de outro dano no veiculo, desta feita na parte inferior esquerda do para choques frontal. Admito que nao entrei de imediato en contacto com os vossos servicos, pelo facto de ter sido testemunha da forma facil e rapida que tinha sido tratada a situacao do dano que encontrei ainda nas vossas instalacoes. Ja na manha do dia 20, apos a vistoria para a entrega do veiculo realizada pelo vosso colaborador , o mesmo me informou que seria obrigado a reter um valor da franquia bloqueada  a data da assinatura do contrato, referente a reparacao do dano no para choques traseiro, de imadiato lhe mostrei o meu contrato, onde o vosso colega que me fez o mesmo, acrescentou o referido  dano, tendo esta situacao ficado resolvida. Devido ao anteriormente relatado, e ja depois de realizada a vistoria final (se fosse eu o responsavel pelo dano, neste momento ja estaria safo e ficaria calado),  lembrei-me do tal dano na viatura que observei em Leiria, e agindo de boa fe e de forma sincera, informei o vosso colaborador  do mesmo. Fiquei estupefacto ao ouvir da boca do vosso colaborador que seria obrigado a cobrar-me o dano no para choques frontal, dano que ele mesmo um minuto antes nao havia observado, provavelmente devido a sua localizacao, a mesma razao pela qual eu tambem nao o vi quando levantei o carro. Ainda tentei reexplicar a situacao, mas sem sucesso. Pedi a presenca de um responsavel  o que sucedeu, mas do qual obtive a mesma resposta. Tendo em conta que o meu aviao partia do aeroporto as 08h25, e ja deviam ser nessa altura 07h30, nada mais consegui fazer no momento, sendo obrigado a abandonar as vossas instalacoes para nao perder o meu voo. Sendo ainda  informado pelos vossos colaboradores que me iria ser enviada uma factura com o valor a descontar da franquia, o que recebi ainda antes de entrar no aviao. Durante toda a tarde de ontem, tentei entrar em contacto com as vossas instalacoes em Lisboa o que foi completamente impossivel uma vez que, ou nao atendiam ou estava ocupado. Liguei ainda para um numero que retirei da net, tendo atendido uma senhora que depois de me ouvir e num portugues muito timido me informou que para qualquer reclamacao, a mesma teria de ser feita por escrito, nao me sendo possivel sequer pedir a identificacao de todos os vossos colaboradores intervenientes no processo. Sou vosso cliente a cerca de tres anos, e sempre recebi por parte dos vossos colaboradores um enorme profissionalismo e simpatia, o que me leva a continuar a ser vosso cliente ate ao dia de hoje. Por acreditar que toda esta situacao seja um mal entendido ainda a tempo de ser remediado, me dirijo aos vossos servicos com o pedido de que nao me seja cobrado a reparacao de um dano que nao fui eu que provoquei.

Encerrada

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