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MAPFRE - SEGURO DE VIDA UNIVERSAL LIFE - Regularização
Boa tarde,E e a minha mulher contratamos com a Mapfre em 20/07/2012 uma aplicação financeira (8601291600017 / 0 e 8601291600018 / 0), trata-se de um seguro de vida + conta poupança.Em 2017 através do mediador habitual da maphre efectuou-se a alteração do pagamento de mensal para anual. Em Julho de 2018 não recebi qualquer notificação para efectuar o pagamento, através do meu mediador tentei obter várias vezes uma forma de efectuar o pagamento mas nunca consegui receber qualquer forma de pagamento do mesmo.Tentei directamente através do website da Maphre (https://multiservicos.mapfre.pt/particulares/pedidos.do?execution=e2s1) efectuar o contacto, após várias trocas de mensagens sem resolução do problema fui aconselhado a enviar por carta uma reclamação de forma a conseguir regularizar a situação. Meses após o envio da carta não recebi qualquer feedback. Entrei em contacto então via telefónica com a sede em Lisboa, fui informado que o problema estava em análise na agencia do Porto e iriam verificar e entrar em contacto. Passaram-se de novo semanas sem receber qualquer tipo de contacto por parte da Maphre, contactei de novo a sede e disseram que ainda não tinha recebido feedback da agencia do porto e iriam verificar e entrariam em contacto, caso não contactassem significaria que ainda não teria sido obtido solução para o caso.Encontro-me neste momento desde Agosto de 2018 a tentar regularizar o pagamento da aplicação contratada sem sucesso, não sei o que mais posso fazer, tentei por email, pela aplicação web da Mapre, por carta registada, por telefone e sempre sem sucesso.
Reclamação Troca Prenda de Natal
Efetuei uma reclamação por email à TOUS e por telefone no passado dia 14/01/2019 não tendo obtido qualquer resposta por parte dos mesmos.
Agendamento dos pais anulado
boas!venho atraves dessa reclamação deixar a minha indignaçao apesar do bom atendimento que tive no SEF da delegaçao de figueira da foz. marcaçao 18/12/2018a situaçao foi a seguintesou brasileiro, casado com brasileira e temos um filho nascido em Portugal.descobrimos que ele por ter nascido cá tem direito a residencia pelo artigo 122 linha B, so que os pais tambem tem direito peo artigo 122, linha k, porem o sef de figueira da foz nao aceitou que fossem ao mesmo tempo alegando que o sistema deles nao aceitava mostrei o artigo no portal do sef que diz logo abaixo o artigo copiado do site do SEFArtigo 122.º – Autorização de residência com dispensa de visto de residêncialinha bb) Menores, nascidos em território nacional, que aqui tenham permanecido e se encontrem a frequentar a educação pré-escolar ou o ensino básico, secundário ou profissionallinha kk) Que tenham filhos menores residentes em Portugal ou com nacionalidade portuguesa sobre os quais exerçam efetivamente as responsabilidades parentais e a quem assegurem o sustento e a educaçãoPONTO DE OBSERVAÇAO DAS LINHAS DO ARTIGO4 — É igualmente concedida autorização de residência com dispensa de visto aos ascendentes em 1.º grau dos cidadãos estrangeiros abrangidos pela alínea b) do n.º 1, que sobre eles exerçam efetivamente as responsabilidades parentais, podendo os pedidos ser efetuados em simultâneo.ENTRETANTOmesmo mostrando isso eles anularam a marcaçao minha que sou pai e da mae fazendo somente a do bbmeus descontentamentos1 estou impedido de dar seguimento nos beneficios para o bb na segurança social para os tratamentos dele ja que ele e portador de trissomia 212 tive o trabalho de levantar toda a documentaçao e me deslocar de lisboa para figueira da foz 3 tive que remarcar para abril de 20194 - descobri que outras delegaçoes do SEF atendem o artigo 122 em simultaneo, pai, filho e mae como diz no artigo
Cobrança enganosa, maliciosa
ESTA CAMPANHA É TOTALMENTE ENGANOSA, REGISTEI DOMÍNIO COM ESSA EMPRESA E AO INVÉS DE COBRAREM €1,00 COBRARAM-ME €19,00 .. COMO O MEU PAGAMENTO ESTAVA AUTOMÁTICO PELO PAYPAL FOI PAGAMENTO FOI ESTANTANEO. EM NENHUM LUGAR, EXPLÍCITO, DIZ QUE SAO APENAS 3 DOMÍNIOS. POR FIM, COMPREI 2 DOMINIOS POR € 19,00 E DEVERIA TER PAGO APENAS € 1,00. E NAO QUEREM DEVOLVER O DINHEIRO. ISSO É ROUBO!!!!!
Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente
Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.
Indemnização cancelamento voo
Cancelamento da reserva voo TAP VK7ZAV Porto-Lisboa 22 de Dezembro de 2018 por motivos operacionais, sem aviso prévio.Há mais de um mês que enviei uma reclamação, voltei a contatar os serviços da TAP SEM QUALQUER RESPOSTA (Ref. 2018/472085 e 2019/2357). Este voo no dia 22/12 seria fundamental para conseguir as restantes ligações com destino a São Jorge. Foi cancelado por MOTIVOS OPERACIONAIS (percebi que nem os funcionários da TAP sabem o que isso quer dizer). Não me foi dada qualquer explicação nem fui informada dos meus direitos, conforme é exigido por lei. Simplesmente cancelarem sem qualquer aviso, sem qualquer informação. A funcionária do balcão da TAP estava completamente alheia a toda a situação (tinha acabado de receber à minutos esse cancelamento) e estava indignada com a forma como o balcão tinha sido informado (Só é possível constatar a belíssima organização no interior da TAP). Após uma longa espera, porque era extremamente complicado recolocar-me noutro voo, a única solução seria esperar 8H no aeroporto, apanhar o voo TP1861 até Ponta Delgada e só no dia seguinte às 12H45 é que teria o voo SP464 com destino a São Jorge. E ainda estava cheia de sorte de conseguir estas ligações, disse-me a funcionária. Pois bem, voltei a não ser informada dos meus direitos que neste caso recaiam sobre a estadia e sobre os transferes na ilha onde teria de pernoitar, por incompetência da companhia. Fui eu que tive de pedir encarecidamente que tratassem do assunto. Quando pedi um vale de transporte para ir dormir a casa (seria uma espera no aeroporto desde das 3 da manhã às 13H30) a funcionária recusou. Que o fato de ir a casa dormir e não esperar no aeroporto era uma opção minha e que um vale de 6€ para o pequeno almoço era suficiente. É lamentável que após o cancelamento do voo (por falha da companhia) e que iria permitir estar dali a uma horas junto da minha família acharem que esta seria a melhor forma de tratar um passageiro. Sim, porque nós estamos deslocados, vamos com os dias contados, já temos a dificuldade de marcar uma viagem porque os voos são cada vez menos e mesmo assim, por razões que só a companhia conhece cancelam os voos. Enfim, continuando...Sem soluções da parte da TAP, tive de suportar o custo do táxi e deslocar-me até a casa para descansar algumas horas. Qual é o meu espanto quando às 11H chego ao balcão da TAP no Porto (a esta hora já era suposto estar em São Jorge) e nada tinha sido tratado, ou seja, ainda não tinha estadia para pernoitar. É me dito que só quando chegasse ao balcão de Ponta Delgada é que teria acesso a essa informação. Pois bem, sem comentários. Com tudo isso, cheguei a casa com um atraso de mais de 24H e nunca em momento algum me falaram dos meus direitos, me deram qualquer explicação. Agradeço que seja cumprida a legislação- Regulamento (CE) n.o 261/2004 do Parlamento Europeu do Conselho, que estabelece as regras comuns para a indemnização e assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de cancelamento de voo, com um atraso de mais de 4H e com mais de 1500km de distância.
Atendimento Motorista Autocarro
Hoje, dia 25-01-2019 às 19:57 horas encontrava-me à espera do autocarro 706 na paragem de Santa Apolónia e quando chegou o motorista, que parou à frente da paragem e abriu as portas, tanto da frente como a da retaguarda, permitindo o desembarque dos passageiros, aguardei alguns segundos pois por norma voltam a fechar, desligam o motor e fazem uma vistoria ao espaço.Como não realizou nenhuma das acções acima mencionadas, continuando com o motor a trabalhar e com as portas abertas, embarquei. Ao realizar o embarque e ao validar o meu título de transporte eletrónico o motorista estendeu a mão com a palma na minha direção e indica de forma e tom indelicado tem de esperar!. Perante a informação recuei de imediato, saíndo da viatura e indiquei Desculpe, mas como não fechou as portas pensei que podia entrar.Para meu espanto responde novamente de forma indelicada e num tom inapropriado Tem de esperar, não disse que pode entrar, para não falar que tinha pessoas à frente!. Esperou 5 segundos e diz que posso entrar.Como a forma de se dirigir não tinha sido de todo adequada, indiquei em tom de conselho Podia ter respondido de forma mais delicada, obtendo como resposta a interjeição pff.Como a calma tem limites acabei apenas por perguntar como se chama por favor? E após alguma hesitação diz ham.. Martins.Por forma a identificar o motorista em questão anotei os seguintes dados da viatura:76-82-ZGN° frota 2270Com este tipo de atendimento, sem qualquer educação, civismo e desrespeitador acredito que quem tenha alternativas de transporte e seja sujeito a situações semelhantes deixe de usar os serviços por vós prestados.Melhores cumprimentos
Valor excessivo do serviço cobrado pela empresa
Venho por este meio reclamar o valor excessivo cobrado pelos funcionários da empresa Reparações Souza pelo serviço de reparação de uma tomada eléctrica queimada, que ficou em 180€. A tomada ficou a funcionar mas nem foi trocada a base plástica queimada que estava na parede. Sem conhecimentos técnicos e orçamentais, não tive forma de defender um valor mais justo no momento do pagamento do serviço.
Devolução de um Produto com defeito negada
O equipamento adquirido (no dia 10/1/2019 sendo hoje 23/1/2019) não funciona como é suposto, foi entregue na loja e verificou-se a existencia avaria mas foi negada a devolução do equipamento
Exigem pagamento de produto já devolvido.
FACTO:-No último trimestre de 2018, fiz uma encomenda à Avon, no valor total de 43,53euros. Paguei 47.53 pelo atraso.-Nessa mesma encomenda, consta uma apara-lápis duplo, defeituoso, que eu exigi troca. Depressa, veio um novo, mas com o mesmo defeito, a tampa não fecha. E não aceitaram a devolução dos 2 apara-lápis. (Nota: Preço dele, 8,95 e no mercado o mesmo produto de outras marcas apenas por 3 euros).Paguei o 1º apara-lápis (pois acabei por ficar com ele) na Factura: I A/ 8621484, da encomenda cujo valor final ficou de 47.53 euros.Facto: Tenho um horário laboral que é incompatível com ida a serviços como as dos ctt. Por essa razão, falta de tempo, adiei a devolução do apara-lápis para 6 de Dezembro de 2018, 5ªf, dia que tinha disponibilidade.Isto para a morada indicada na Factura:Morada para envio das devoluçõesAvon PortugalEdifício CTT Expresso - Marl,Logística Cais nº 5 (Lugar do Quintanilho)2664-500 S. Julião do Tojal. FACTO: Na devolução do produto, como solicitado, enviei o duplicado da factura, devidamente assinado pela cliente que reclamou comigo e o dito apara-lápis.FACTO: Semanas depois, ainda em 2018. Recebi o Aviso de Recepção assinado e carimbado, o que significa que Avon tem o produto e não lhes devo nada.FACTO: A 28 de Dezembro de 2018, recebo um email da Avon e insistir que lhes devo o valor do apara lápis. E no qual eu já sou ameaçada de que iriam usar medidas adequadas para a cobrança daquele valor.Nota: Só o li o email a 10 de Janeiro de 2019.Já farta do assunto, respondi, nesse dia:Caríssimos já é a 2ª vez que me estão a tentar a cobrar um apara lápis duplo que eu rejeitei por que a tampa não fecha. Recusaram a devolução do 2º que veio em troca exactamente com o mesmo defeito.O mesmo produto está à venda na Wells por quase 3 euros, vocês cobram quase 9 euros.Enviaram me uma factura duplicada para a devolução com a morada indicada para tal.Eu recebi o aviso de recepção, por isso vocês receberam o produto.Caso me continuem a chatear. Vou para a comunicação social, para a DECO e para tribunal.Estamos entendidos?Quando precisei de vocês para esclarecerem dúvidas nunca atendiam o telefone, mas para exigir encomendas ja ligavam às horas que bem entendiam.Por mim podem rescindir o contrato de revendedora à vontade não quero nada convosco.Deixem de ser parasitas e trabalhem de forma digna e honesta. Deixem de extorquir dinheiro a quem trabalha, pois é este o caso, extorsão. FACTO: 3ªfeira, dia 15 Janeiro, 2019, recebo uma carta da Drª Fernanda Medina, que alega que estou em divida à Avon. Isto, para mim traduz-se num atentado à minha honra e bom nome, pois eu cumpri com as minhas obrigações.FACTO: Sinto-me estar a ser vitima de extorsão, insistem em cobrar-me um valor do apara-lápis que já foi devolvido. E desta vez com taxas acrescidas. Sinto-me vitima de Coacção, pois se eu não pagar este produto (repito que já não se encontra na minha posse e o 1º já foi pago), vão passar à cobrança coerciva do montante em divida, acrescido de juros à taxa legalÉ de se ter em conta, que esta empresa está a agir de má fé e, que estou a ser vitima de crimes graves que ofendem a minha honra, bom nome, a minha credibilidade e como também vitima de coacção e extorsão de dinheiro. P.S: Tentarei enviar em anexo ficheiros que comprovam a veracidade dos factos relatados.Espero que se faça a devida Justiça.Fico contente por haver em Portugal entidades que zelam pelos direitos dos cidadãos e dos consumidores.
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