Reclamações públicas

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N. B.
10/11/2016

Pagamento em atraso

Rescindi o contrato com a empresa de trabalho temporário no dia 30/09/2016 e qual a empresa ficou de me pagar o subsidio de ferias não gosadas e dois dias de compensação devido a ter trabalhado dois domingos, já telefonei e dizem que (Estamos a verificar) mandei vários mails e (Estamos a verificar) mas o que é certo é que o dinheiro é meu faz-me imensa falta pois estava a contar com ele e não foi pago.

Resolvida

Cliente lesado e enganado

Em Novembro do ano transato, adquiri uma máquina purificadora de água, vendida por um Sr. Luís, da Hidroworld / Casa para Todos (Barreiro) que veio fazer a demonstração a minha casa. Vendedor é vendedor, e com mais ou menos argumentos e testes à água, o dito senhor convenceu-me a mim e ao meu esposo a comprar a máquina. Por entre a demonstração, muita conversa houve, das quais o senhor bajulava-se das suas “qualidades”. Palavras do vendedor: ” Os clientes acham-me um chato, porque não os largo….de quatro em quatro meses faço-lhes uma visita, gosto de saber se está tudo bem…ofereço também um chuveiro.....dois…….vou trazer-vos uma garrafinha de vinho…etc.” Connosco e com outros clientes não houve nem visita, nem telefonema e inclusive o meu esposo há um tempo atrás ligou-lhe, para falar da torneira que estava a perder água, e do dito chuveiro que nunca apareceu, ele atendeu disse que voltava a ligar para acertar a hora e até hoje nada, assim como para lhe pedir explicações da discriminação que faz entre os clientes ( em relação às torneiras colocadas, porque não são todas iguais e ou minimamente idênticas?).Outra situação que ocorreu foi à cerca de um mês, aquando da visita do técnico para ver o estado em que se encontrava a máquina ( filtros, bomba, depósito…) que me informou que os filtros tinham de ser mudados, estava na altura, seria conveniente fazê-lo para manter a qualidade da água, a durabilidade é de um ano sensivelmente e que o custo anda perto dos oitenta euros. Ora, o senhor Luís nunca nos falou de tal coisa, aliás mencionou que a única manutenção que a máquina tinha era: pelo menos uma vez por mês limpar o depósito e o circuito da água (explicou como se fazia, e era feita por nós) e a mudança da “membrana” que dura entre seis a sete anos e tem um valor aproximado de sessenta e cinco euros a cargo do cliente. Independentemente de tudo isto, o senhor Luís devia ter sido sincero connosco, mostrar-se um bom profissional. É muito mau o cliente sentir-se enganado. Comprámos a máquina a crédito (11/11/2015 – proposta 652666), mas sentimo-nos lesados e enganados com esta aquisição.Para agravar mais um pouco tudo isto, o dito técnico disse-me que a empresa iria entrar em contacto telefónico comigo, para agendar uma nova visita, para mudar os tais filtros, caso eu quisesse, e as torneiras (a do depósito e a que nos abastece) e uma outra peça, que estão ambas danificadas / avariadas e até agora nada.

Resolvida
N. M.
07/11/2016

Reclamação bilhete comprado na aplicação - reserva nº 656135

Na passada sexta-feira, dia 29 de outubro, adquiri através da aplicação da Rede Nacional de Expressos um bilhete de ida e volta Lisboa - Covilhã (ida: sábado, dia 31 de outubro, às 16h30, regresso: dia 1 de novembro às 17h41). O bilhete (número de reserva 656135) foi pago através de referência multibanco indicada aquando da reserva mas, após o pagamento, o mesmo não apareceu na aplicação. Numa outra situação similar dirigi-me ao gabinete do chefe de gare na estação de Sete Rios, no qual me pediram o número de reserva e o meu número de Cartão de Cidadão, e confirmaram a reserva e imprimiram novos bilhetes, resolvendo, assim, a situação. Desta vez, dirigi-me ao mesmo gabinete no qual me foi dito que me dirigisse à bilheteira e na bilheteira referiram que me dirigisse ao gabinete do Chefe de Gare. Indicações que me foram dadas consecutivamente, fazendo com que saltasse entre gabinete e bilheteira umas 4 vezes até o chefe de gare me informar que não podia fazer nada, nem mesmo com as provas físicas que tinha em mãos e para os quais o dito chefe se recusou a olhar (screenshot da reserva na aplicação e ticket do pagamento no multibanco, cujos dados coincidem com exatidão) e que teria de comprar novos bilhetes e fazer uma reclamação no balcão de reclamações. Por fim, quando faltavam apenas 5 minutos para o horário do autocarro, acabei por adquirir novos bilhetes, ficando também sem tempo para me dirigir ao dito balcão de reclamações.

Encerrada
T. M.
04/11/2016

Problema com aluguer de filmes (aluguer não bloqueado)

No dia 02-11-2016 eu e o meu marido (Ricardo Filipe Nunes Soeiro Marques, titular do contrato com a Vodafone) apercebemo-nos que o nosso filho tinha alugado vários filmes no serviço de videoclube da Vodafone desde o dia 29-10-2016. Foi um total de 12 filmes no valor total de 43.42€. Uma vez que os filmes tinham sido alugados sem introdução de nenhum pin contactámos logo a Vodafone para perguntar por que motivo este serviço não estaria codificado. Na chamada efetuada por volta das 20h para o serviço de apoio ao cliente, fomos informados de que todos os serviços estavam desbloqueados e que os pais é que deveriam aceder ao serviço de controlo parental e, com um pin bloquear todos os serviços que entendessem. O meu marido reclamou o facto de não ter conhecimento desta situação e que nem sequer tinha o pin para fazer o bloqueio. O assistente da Vodafone disse que iria transferir a chamada para um departamento que iria fornecer o pin. Estivemos durante 40 minutos a ouvir bip bip e ninguém mais atendeu o telefone. Fomos ao site da Empresa para retirar um email para fazer uma reclamação e qual o nosso espanto quando verificámos que a Vodafone não tinha nenhum email disponível. Fomos então à página do facebook e fizemos uma reclamação (02-11-2016 às 20h40m). 10 minutos depois um funcionário respondeu que a reclamação deveria ser efetuada num formulário (colocado em anexo). O meu marido enviou logo a dita reclamação. Até agora não houve nenhuma resposta.Achamos inadmissível que a Vodafone não tenha o aluguer de filmes do videoclube e subscrição de canais bloqueados por defeito. O nosso filho tem apenas 7 anos e é portador de Perturbação do Espectro do Autismo, não tendo noção da gravidade dos seus atos. Já tivemos contrato com outras operadoras de telecomunicações e isto nunca sucedeu por era sempre pedido um pin para alugar filmes. Uma outra situação a reclamar é o facto de nunca ter sido efetuada a portabilidade do nosso numero fixo associado ao contrato. O comercial ficou de tratar do assunto, foi abordado mais do que uma vez e nunca a situação ficou resolvida (ainda hoje temos o numero provisório).

Resolvida
J. G.
04/11/2016

Problema com o Elevador

A morada em questão é Av. Miguel Bombarda Bloco C. O apartamento está com os dois elevadores desligados há mais de uma semana sendo que moro no 8º andar com um filho de 9 meses e os meus avós cuja locomoção é pouca e difícil. Há mais de um ano que apenas um dos elevadores é ligado para poupar segundo a imobiliária. Tendo em atraso algumas prestações de condomínio a imobiliária achou por bem desligar os dois elevadores fazendo com que todos os moradores se desloquem pelas escadas o que nem sempre é possível. Depois de ligarmos para a imobiliária, a senhora cujo nome não sei citar disse que não iria ligar nenhum dos elevadores até que todas as dívidas de todos os moradores estivesse resolvida. Hoje, voltei a ligar com preocupação pois o meu avô tem consultas no hospital que não pode faltar e não consegue ir pois sem elevador e morando no 8º andar torna-se impossível e a senhora da imobiliária disse que o elevador estaria avariado por esse modo, estaria desligado.Heis que, ao ligar para a Otis (empresa que trabalha com os elevadores) eles negaram qualquer avaria com os mesmos, cujos esses estariam desligados por ordem da imobiliária MARODRIGUES. Alguns moradores queixam-se de já terem pago as prestações que estavam em atraso no entanto, a imobiliária continua a afirmar não ter condições financeiras para voltar a colocar um elevador a trabalhar.

Encerrada
A. P.
03/11/2016

Informação mal prestada ao cliente, contactos sem sucesso

No passado dia 02-10-2016, numa excursão, a mesma adquiriu dois equipamentos ( robot de cozinha e um suposto desumidificador) através do vosso vendedor Bruno Caracol. No dia da venda, tudo correu bem, bem como nos dias após a mesma, sendo sempre um processo acompanhado pelo o vendedor ( telefonemas acerca dos cheques, e tudo no âmbito do pagamento), após a entregas dos mesmo, e dos supostos equipamentos, começam então os vários problemas. Após receção dos equipamentos verificou-se que o suposto desumidificador, é um purificador, apesar de o vendedor indicar que também serve para desumificar, não e a mesma coisa. Em relação ao robot de cozinha verificamos que o mesmo não trazia livro de receitas, tal como indicando aquando a venda. Sendo que sem livro de receitas o aparelho é totalmente inútil a minha mãe ligou para o vendedor, após várias tentativas de contacto sem sucesso, conseguiu falar com o mesmo no sábado tinha 07-10-2016, onde o mesmo indicava para não se preocupar que o livro iria seguir por CTT na segunda-feira. Após passarem 4 dias, quinta-feira dia 13-10-2016 a mesma volta a entrar em contacto com o vendedor, sendo que não havia sinal do dito livro, após várias tentativas de contacto o mesmo não atende, e não responde a uma mensagem escrita que foi também enviada.Com isto analisa-se de certa forma que o vendedor apenas se preocupou, enquanto não tinha os cheques em sua posse. No dia seguinte foi efetuada uma chamada de outro número de contacto, que por incrível que parece, chamada que foi efetuada com sucesso, onde o vendedor alega não ter atendido apenas porque se encontrava sem bateria, e estava prestes a chegar a um local para fazer uma entrega ( ora sendo que a chamada era no âmbito profissional, se o mesmo não poderia atender, retornava a chamada, assim que possível, porém não ocorreu ) a questão efetuada foi onde se encontrava o livro de receitas que supostamente teria sido enviado na segunda-feira, onde o vendedor assume de imediato a culpa, indicou que foi um lapso seu, onde pede que lhe sejam enviados ( novamente ) os dados via SMS para proceder então ao envio do mesmo. Bastante desagrada com o serviço prestado a minha mãe, sendo que a mesma se sente enganada, eu Ana Pacheco, entro em contacto com o vosso vendedor na sexta-feira ( e visto o vendedor nunca atender as chamadas no número de telemóvel da minha mãe, calculo eu, ironicamente, que seja algum problema de rede) decidi ligar do meu número de contacto, onde a chamada foi surpreendentemente atendida de imediato, apresentando-me no inicio da chamada, indiquei ao mesmo que ele não tinha prestado as informações correta quando efetuou a venda, sendo que um dos equipamentos, um supostamente desumidificador, é apenas um purificador, ou seja não serve para aquilo que se pretendia, sendo que o mesmo indicou que nunca disse isso, que sempre indicou que o equipamento seria um purificador que também seria um desumidificador, ( e que essa informação se encontrava na casa, permitam-me a questão, onde se encontrava a caixa no momento da venda? Estava atrás do equipamento, pelo qual não era visível ), sendo que a minha mãe não foi a única a ouvir a informação prestada. Permita-me a minha ignorância, mas após a resposta do vendedor, o mesmo encontrava-se a dizer que a sua cliente era mentirosa? Existem 3 pessoas que se encontravam na mesa, que ouviram aquilo que o vendedor disso.Com o devido respeito, jamais, um vendedor ( seja da vossa empresa, ou de qualquer outra empresa) alega direta ou indiretamente que o cliente está a mentir, ou seja, mostra apenas que não é um funcionário que se deve respeitar ou acreditar. Jamais se diz da forma que foi dita que nunca o disse, pois, nem a vossa cliente é maluca, nem as pessoas que ouviram. Jamais eu admito que o vosso vendedor, e de forma indireta, alege que a minha mãe é que estava a fazer confusão, quando foi o mesmo que prestou aquela informação apenas para realizar a venda.A conversa de vendedor é muito gira, para quem não é da área ( segundo o vosso vendedor, o aparelho serve para desumificar, porque o mesmo têm um em casa), por norma os vendedores têm tudo em casa não é ?Prosseguido, acerca do 2º aparelho que foi adquirido ( robot de cozinha ), questionei ao mesmo onde estaria o livro de receitas e o mesmo indica ser um erro, e pede-me que eu envie o nome e a morada por SMS, onde eu respondo ( novamente?? ), sendo que se o mesmo tivesse prestado atenção ao inicio da chamada onde me apresento, o mesmo já deveria saber do que se tratava, voltei a repetir a informação, que o mesmo já tinha pedido os dados a minha mãe, onde o mesmo responde “ há sim”, portanto em 10 minutos de conversa o mesmo não sabia com quem estava a falar, e não se deu ao trabalho de tentar perceber, logo de seguida o mesmo diz que os dados já foram facultados ao colega, que já teria colocado o livro de receitas no correio, segundo que iria rececionar no máximo terça-feira. Resumindo o teor desta carta, tenho a acerca de 15 dias, 2 equipamentos totalmente inúteis em casa. Um vendedor não serve apenas para vender, receber o dinheiro, e nunca mais se preocupar, um verdadeiro vendedor acompanha o cliente até estar tudo conforme o que foi indicado. Apesar de em todos os setores haver a dita crise, não se admite, que sejam informações prestadas aos clientes que não são corretas, prejudicando-os. O vendedor é a cara da vossa empresa, e é algo que deveriam verificar com muita atenção. Após todos os estes problemas ( o facto de não conseguir de forma alguma um email vosso, sendo que o vosso contacto de linha de apoio trata-se apenas de um número telemóvel que não está registado ..), decidi então enviar-vos esta carta, onde estou certa, que não querem ter cliente insatisfeitos, aguardo da vossa parte um contacto rápido, e com as soluções que eu necessito, até lá, o pagamentos dos cheques, vai ser suspenso, pois se não cumprem o que indicam, eu não irei cumprir a minha parte, como consumidora.O purificador, trata-se de um eletrodoméstico que elimina todo o tipo de poluição ambiental em espaços interiores domésticos ou comerciais, filtrando com eficácia a grande maioria de partículas nocivas de diferentes dimensões e renova constantemente o ar.O ar é filtrado em fases diferentes e sucessivas, sendo que diferentes tipos de filtros captam diferentes tipos de poluição do ar, segundo os seus tamanhos. Depois de filtrado, o ar é devolvido ao ambiente, para a sua renovação constante.Um desumidificador doméstico é um aparelho que serve para controlar a humidade ambiente, evitando também a formação de bactérias e bolor. Entre as várias vantagens do desumidificador contam-se o controlo da humidade, prevenção de ferrugem, corrosão e paredes húmidas.Calculando claro que saibam a diferença entre ambos os equipamentos, e eu neste momento tenho um equipamento, que não me serve de nada, venho por este meio saber qual é a vossa solução para o meu problema ? Já efetuei um pagamento de 275€ em dinheiro, e foram passados 2 cheques com o valor de 50€ cada um deles. Desta forma pretendo que o valor seja restituído, visto que pretendo a devolução do purificador, ficando apenas com o robot de cozinha, caso o livro me seja enviado com a máxima urgência. Após contacto telefónico com o sr, o mesmo indicou-me que me iria responder via email, algo que até a data, não aconteceu, e desde da respectiva data que o telemóvel se encontra desligado.

Resolvida
A. C.
02/11/2016

Pedido de declaração

No passado dia 20/10, contactei a assist 24 por uma inundação da cozinha que se deveu ao esquentador. O técnico enviado foi o Sr Miguel Outor que observando o esquentador nos confirmou que este tinha sido a causa. Informou-nos que já não teria arranjo, que o esquentador poderia ir para o lixo e que teria esquentadores em 2ª mão para a substituição. Acabando por levar o esquentador estragado.No dia seguinte, instalou o esquentador em 2º mão. Nesse momento foi-lhe pedido uma declaração onde constasse a causa da avaria e as peças afectadas para efeitos de seguro.Depois de alguns contactos o Sr. Miguel enviou-nos, dia 25/10, o e-mail que junto em anexo.Não parecendo para mim declaração nenhuma, e não tendo o esquentador estragado para averiguação por outros, contactei a Assist 24 no dia 26/10 telefonicamente para apresentar uma reclamação. Foi-me pedido que enviasse esta informação por e-mail, o que fiz no mesmo dia. No dia seguinte recebo outro e-mail do técnico, mas nenhuma declaração. Enviei novo e-mail para a assist24 a pedir, novamente, uma declaração, ao qual fui ignorada. No presente dia 2/11 pelas 10h, desloquei-me a suposta morada da empresa, com o objectivo de pedir o livro de reclamações, no entanto, deparei-me com uma porta sem identificação, tapada com papel, e fechada.Por não ter outros meios para apresentar o meu descontentamento, faço-o através da DECO, pois uma vez que o serviço foi pago, fui ignorada tanto pelo técnico como pela empresa, por uma simples declaração.

Resolvida
B. G.
02/11/2016

Perda de garantia da Viatura devido à Norauto não respeitar o livro de inspecções da marca

Sou proprietário dum automóvel KIA Venga 5p 1.4 CRDI EX ISG 75 cv, adquirido a 8 de Novembro de 2010, com a matrícula 90-JV-41, com o nº de quadro: TMAEH813AAJ028374, na Santogal Lisboa. O carro encontra-se em nome da minha empresa, Transporte de Mercadorias António Batista e Gomes, unipessoal, com o número de contribuinte 504154923.Ao adquirir o carro, uma das razões para a compra foi a garantia de 7 anos da marca. De forma a manter a garantia, realizei as três primeiras revisões anuais na marca KIA e, as duas últimas, na Norauto de Odivelas. As datas e os kms das mesmas encontram-se distribuídos da seguinte forma:Com 1 ano: revisão feita na KIA Xanauto, com 20839 kms, em 11/11/2011Com dois anos: revisão feita na Kia Xanauto, com 41387 Kms, em 30/11/2012Com 3 anos: revisão na Kia Santogal Lisboa, com 61776 kms, em 19/10/2013 (por omissão na oficina não colocaram o carimbo mas, envio a factura em anexo para o comprovarCom 4 anos: revisão oficial na Norauto, oficina de Odivelas, com 84332 kms, em 13/09/14Com 5 anos: revisão oficial na Norauto, oficina de Odivelas, com 109864 kms, em 09/10/2015.Como poderá comprovar-se em anexo, respeitei integralmente o processo de revisões programado pela marca. As revisões realizadas na marca Norauto foram as “revisões oficiais Norauto”, que tive conhecimento através da publicidade divulgada pela marca, em que publicitam que ao abrigo da lei mantem-se a garantia da marca porque respeitam integralmente o livro de revisões da marca. Ainda questionei na altura o técnico que recebeu o meu carro, que me garantiu que todos os materiais utilizados e procedimentos eram de acordo com a marca e respeitam o livro de manutenções.Em Junho de 2016, verifiquei que o interior duma porta, nomeadamente a traseira do lado direito estava a enferrujar e, que outra também ameaça vir a ter o mesmo problema. De pronto dirigi-me à marca KIA, no sentido de ter o problema resolvido ao abrigo da garantia mas, após cerca de dois meses de análise da situação, tive a resolução do mesmo negada porque afirmam que não se responsabilizam pela mesma pelo facto de a inspecção anti-perfuração não ter sido realizada nas últimas revisões, como me foi comunicado pelo gestor de apoio ao cliente da KIA Nuno Aguiar, por mail, em 21 de Setembro de 2016:“…constatámos que não existem comprovativos e indicação que a operação de inspecção anti-perfuração tenha sido efectuada nos 2 serviços de manutenção mecânica realizados fora da rede autorizada Kia... De igual modo podemos referir que o acesso as informações técnicas da marca podem ser adquiridas pelos Reparadores independentes, mas não temos qualquer registo que o reparador em causa o tenha solicitado, desconhecendo a Kia o seu nível de aptidão para assistir as nossas viaturas.De acordo com o Manual de Garantia e Registo de Manutenção que acompanha o seu veículo, na secção de “Garantia limitada anti-perfuração / Sem cobertura” vem especificado que qualquer perfuração devida a corrosão causada por falta de manutenção, como por exemplo, a não realização da inspeção anual anti-perfuração, fica excluída da abrangência da garantia do fabricante.Por outro lado, não poderemos ter melhor comprovativo que a inspeção anti-perfuração não foi realizada, ou realizada de um modo negligente, ao constatarmos que a situação não foi identificada nas intervenções realizadas no Reparador Independente, permitindo que a porta se degradasse ao ponto atual. Face a este facto, não nos restam dúvidas sobre a ausência de verificação da porta desta viatura, colocando inclusivamente em causa a correta realização dos restante serviços efectuados pelo Reparador Independente.Face ao exposto, e de acordo com o acima referido, lamentamos mas não poderemos ir ao encontro das suas pretensões.”Contactei então a Norauto, no sentido de me fornecerem o comprovativo de que a inspecção anti-perfuração foi realizada nas revisões que fiz na oficina, tendo numa reunião presencial na oficina Norauto de Odivelas, em 29 de Setembro, o Director do Centro Ricardo Chicharo comunicado que a sua oficina não realiza efectivamente a inspecção anti-perfuração, pois não têm essa capacidade. Quando eu mencionei que então a publicidade da Norauto não estava de acordo com o que realmente realiza, pois esse item está claramente descrito e sinalizado no livro de revisões do carro, foi-me dito que assumiam essa responsabilidade, que iria falar com um técnico de outra oficina da KIA, na tentativa de que me resolvessem a questão, ou que a Norauto mesmo assumiria a responsabilidade de o fazer, pedindo-me que me dirigisse à loja no dia 1 de Outubro, para falar com o seu chefe e poder ver o veículo. Assim fiz, tendo-me o técnico, que não me recordo do nome, também me assegurado que a questão seria resolvida, que o caso “já estava em França”, nas suas palavras, e que brevemente seria contactado. Porém, não obtive nenhuma resposta e, quando voltei a contactar o Diretor do Centro, por mail, foi-me transmitido que: “…a inspecção anti-perfuração é um extra que é dado pela marca e é independente da revisão.” Bem como que “a inspecção tem de ser realizada anualmente em concessionários autorizados”. Ou seja, exigem que, além da revisão que eu faço na Norauto, faça uma paralela na marca relativamente à inspecção anti-perfuração. Nunca fui avisado dessa situação, voltei a consultar toda a publicidade da marca e, em lugar algum, referem essa necessidade, bem como nunca me foi comunicada ao colocar o meu carro na vossa oficina. De facto, mesmo na troca de mails com a Norauto, foi-me comunicado que pela marca Norauto que: “De facto, quando anunciamos que ao fazer a Revisão Oficial na Norauto, não perde a garantia do construtor, estamos a ir de encontro ao que está descrito na lei, mais concretamente no novo regulamento nº461/2010 da comissão de 27 de Maio de 2010. As normas europeias de distribuição automóvel são uma enorme vantagem para o automobilista, pois ao abrigo deste novo regulamento (que enviamos em anexo), durante e após o período de garantia, o proprietário do veículo é livre de escolher o local onde deseja que o seu carro seja assistido. Caso seja uma oficina independente a efectuar operações de revisão, reparação e/ou manutenção durante o período de garantia, o seu direito à garantia permanece válido, desde que cumpra com as especificações do fabricante.”Deste modo, seguindo a publicidade da Norauto e tendo respeitado todos os períodos de revisão, devido a informação que não corresponde à realidade e ilude o cliente, perdi a garantia do meu carro e, a Norauto não assume qualquer responsabilidade pela informação que engana os seus clientes. Tenho neste momento uma porta do carro a enferrujar-se e a do lado oposto a apresentar sinais de ir pelo mesmo caminho e, não existe quem assuma o problema, tendo eu, que cumpri com o estabelecido, ficado a perder. Como eu, centenas de pessoas realizam anualmente a revisão oficial na Norauto, sentindo que estão seguras do que fazem, estando a ser iludidas pois, pelo menos na questão que se refere à chapa do carro, a Norauto não tem as capacidades de o realizar e, não o comunica ao cliente.

Encerrada
P. T.
02/11/2016

Incumprimento Credito

Tinha uma divida no Banif referente a um remanescente de um Credito Habitação no montante de 4.583,28€ que estava a tentar negociar com o Banif ha 2 semanasEntretanto informaram me que a divida tinha transitado para o Banco SantanderContactei o banco Santander por email e deslocando me a uma agência (Benfica/Lisboa)explicando e informando a minha disponibilidade em negociar a respectiva divida em prestações durante 1 (um) anoFicaram de me analisar a situação e me comunicariam posteriorEntretanto no dia 25/10/2016 recebi um email a informar que a divida tinha que ser paga de imediato e que o valor estava fixado em 5.407,13€acresdcido de juros de mora e comissõesContacto novamente o Banco que me confirma que a divida tem que ser liquidada de uma só vezNesse mesmo dia recebo novo email do Banco Santander informando para liquidar de imediatoa divida no montante de 5.710,77€Em 20 dias a divida fixada e migrada do Banif para o Banco Santander passou de 4.583,28€ para 5.710,77€ sem nenhuma explicaçãoNeste momento não tenho possibilidades financeiras de poder liquidar a respectiva divida de uma só vez e não verifico da parte do Banco abertura para negociação tendo o interesse em arrastar esta situação para acumularem juros A proposta que efectuei por escrito e entregue no Banco Santander foi de uma prestação de 400,00€ com possibilidades de amortizações e tendo um prazo previsto de liquidação total de 1 AnoApós esta analise solicitava a intervenção de poder intermediar uma possivel negociação com o Banco Santander visto que da minha parte na tem havido abertura

Encerrada

Avaria de elétrobomba submersível

Assunto: Reparação/troca de: (CAUDAL ELETROBOMBA DE POÇO EUROSUB P6 1,5CV).Ex. mo.(s) Senhores,No passado dia 03/03/2015, adquiri na Maco Antuã, sito em, Areosa do Norte, Nº 30 – Beduído - 3860-204 Estarreja, o bem acima identificado, conforme V. fatura simplificada n.º (FS2015A12/987), de que junto cópia.No entanto, passado pouco mais de um ano, mais especificamente na data de 16/09/2016, a eletrobomba ou bomba de poço, deixou de funcionar.Levei o equipamento para reparar à empresa fabricante, Caudal, de Fernando Soares de Oliveira SA, sito em, Rua Professor Ferreira da Silva, nº823 Apartado 8, 4509-905 Argoncilhe. Foi-me dito pela mesma empresa que a responsabilidade de reparação não era da entidade Caudal, mas sim da empresa que vendeu a referida eletrobomba, ou seja, a Maco Antuã.Confrontando posteriormente a empresa Maco Antuã com o sucedido, a referida entidade disse que não se responsabilizava pelos danos causados no equipamento, e que não era da sua competência a reparação do mesmo. Que eu como cliente é que deveria proceder à liquidação do valor das despesas inerentes à avaria ocorrida. Informo que o referido equipamento estava a ser utilizado para abastecimento de água na minha residência, pelo que até à data de hoje ainda me encontro sem qualquer resposta/solução de equipamento.Deste modo, venho pela presente, solicitar que V. Ex.as., se dignem mandar repará-lo ou substitui-lo por novo (do mesmo tipo e qualidade) no prazo de 10 dias, uma vez que o mesmo equipamento ainda se encontra dentro do prazo de lei de garantia, 24 meses.Aguardarei, durante o prazo acima mencionado, a comunicação de V. Ex.as sobre os procedimentos necessários à resolução do caso exposto, após o mesmo, se não tiver resolução, recorrerei aos meios legais ao dispor para o efeito(comunicação enviada à empresa fabricante, Caudal, e a empresa vendedora do equipamento, Macoatuã).

Encerrada

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