Reclamações públicas

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L. M.
11/03/2018

Resposta a carta da intrum justitia.

Resposta a carta da intrum justitia.Recebi uma carta de nowo communications, passado 6 anos de ter sido efectivado o cancelamento do serviço, onde constava o pagamento de 143,19€ por não ter sido comprido o contrato até ao seu termo. Pelo o motivo de alteração de residência, onde os vossos serviços na altura não abrangia a minha nova área de residência, o que levou a rescisão do vosso contrato. Foi dito pelo operador de serviço via Telefone, onde não me recordo o nome, visto que, já passou 6 anos que apartir daquele momento o contrato ficaria sem efeito, sem custos de rescisão,  também foi dito pelo operador que iam enviar uma equipa para a minha nova área de residência para a recolha do equipamento. Ficou apenas por definir a data em que o equipamento seria recolhido, fiquei há espera do contacto para definir a data em que o equipamento seria recolhido, este ou outro contacto sob a forma de telefonema, sms, ou carta nunca chegou a existir. O equipamento nao foi levado continua na minha posse e para minha surpresa recebo a dita carta com o valor de 143,19€ no âmbito do suposto contrato  já anulado n°17978785 por liquidar, que para mim me parece absurdo, visto que o assunto já estava esclarecido, só faltava o contacto da vossa parte para a recolha do equipamento. Autorizo a consulta dos telefonemas que gravam precisamente para estas situações, eu como pessoa de bem assim como nowo communications nao aceito que seja colocada em causa a minha palavra. Solicito o local onde possa entregar os respectivos equipamentos. Não me sinto na obrigação de pagar o valor emitido devido a vossa des-coordenação entre serviços, estou extremamente descontente com esta situação em particular e em geral com o último operador que eu falei. Desagrada-me da mesma forma que aos olhos da nowo communications o cliente não seja considerado uma pessoa de bem tendo sempre fazer prova do que afirma ao contrário do operador que ao mesmo nao se mostra obrigado.

Encerrada
S. S.
09/03/2018

Tentativa de cobrança de dívida prescrita

Factos:- Em 13 de Fevereiro de 2017 contratei os serviços de Eletricidade e Gás da GALP ON c/ Débito Direto na minha conta, junto de uma vendedora ao domicilio. (Contrato documento nº R 091832 - Único documento que detenho por parte da GALP em todo este processo).- Em 11 de Abril 2017 constatei um 1º Débito bancário sem ter recebido qualquer fatura e, portanto, sem um aviso prévio não só do valor, mas também do período a que era referente. Solicitei, por diversas vezes o envio desta última. Tal NUNCA se verificou.- Em 25 de Maio de 2017 cessei este contrato, e assinei com fornecedor concorrente, por desagrado com o facto atrás mencionado, e por este ter sido alvo de insistência infrutífera da minha parte.- Em 30 de Maio 2017 foi-me ainda efetuado um 2º Débito, do qual TAMBÉM NÃO recebi qualquer fatura, (razão pela qual optei por desistir do serviço e, consequentemente, cancelar todos os débitos diretos).- Surpreendentemente, no passado dia 2 de Março 2018, recebi uma sms no meu telemóvel, da parte desta empresa, com a informação que eu “mantinha” uma dívida com a empresa GalpPower no valor de 145,33€, da qual não tenho a menor noção do que se trata, pois, reforço, NUNCA recebi qualquer fatura ou notificação de dívida.Desde este dia (passada sexta-feira dia 2 de Março), tenho vindo a ser importunada insistentemente, com vários telefonemas ao dia e noite, por um nº de telefone do Porto, presumo que desta empresa de recuperação de crédito, com uma gravação que me dá conta desta dívida.Até à referida comunicação da passada sexta-feira (sms e posteriores telefonemas desta empresa de recuperação de crédito), nunca tinha sido contactada pela Galp ou qualquer outra entidade para liquidar uma dívida existente nem tampouco tinha conhecimento da suposta existência da mesma.Aliás, custa-me muito reconhecer legitimidade a esta empresa (Intrum) para me fazer qualquer tipo de cobrança, dado que, além de nunca ter autorizado à Galp a divulgação dos meus dados pessoais, foi com ela que detive em tempos uma relação contratual, pelo que, qualquer assunto daí decorrente, deveria ter sido tratado diretamente comigo, pela GALP.Assim, e como certamente não desconhecem, a Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”.Recordo que detenho um contrato com outro fornecedor de energia desde o dia 25 de Maio de 2017 sendo, portanto, qualquer hipotética e presumível dívida à Galp, anterior a esta data e, estando assim, segundo a lei acima referida, absolutamente ultrapassado o prazo legal para cobrança da mesma.Mais informo que, de todos estes factos dei conhecimento à Galp On, por Carta Registada c/ AR, ontem dia 08 de Março.

Encerrada
P. T.
08/03/2018

Substituição dentro da garantia de Termoacumulador de água

A empresa em causa procedeu à instalação de todo sistema relativo ao aquecimento a lenha da minha casa há cerca de 10 anos. O 1º termoacumulador (200l) durou cerca de 5 anos, não tendo tido problemas durante este período, tendo sido substituído por um de 300l . Durante este período de tempo já procedeu à substituição de 2 termoacumuladores de água, em virtude dos mesmos se terem rompido. Até à data e como os termoacumuladores têm uma garantia de 5/ 6 anos a empresa tem vindo a substituí-los sem dar grande justificação do motivo pelo qual os mesmos não têm uma grande durabilidade. Neste momento é o 3º termoacumulador (colocado há cerca de 2 anos) que rebentou causando um grande transtorno em virtude de estar sempre a deitar fora a água aquecida, originando, por isso, um grande desperdício de água e não existe água quente suficiente para banhos. Esta situação já acontece há cerca de 15 dias. Após contactos com a empresa esta negou-se a proceder à susbtituição do referido termoacumulador dando a desculpa de que eles rebentam por ser água de um furo. Desde o início que a empresa tem conhecimento que a água utilizada é de um furo, inclusivé, a empresa, antes de substituir o último termoacumulador, levou água para análise. Na altura dei a sugestão de mudar para outro modelo de termoacumulador, mas a empresa voltou a colocar o mesmo modelo de termoacumulador. Após contacto com a empresa este informou que teria que pagar um novo termoacumulador , de outro modelo, custando este cerca de 1.600,00 €. É do meu conhecimento que as instalações de termoacumuladores feitas pela empresa, na zona, noutras habitações têm tido muitos problemas.

Encerrada
A. C.
08/03/2018

Cobrança indevida de taxas não mencionados aquando da reserva, bem como serviços não contratados

No dia 8 de Março de 2018 efetuei uma reserva junto do site www.edreams.com. Reserva de Hotel + Voo. Após ter decidido voos e estadia, percorri todos os passos até o final do processo, onde é solicitado dados de cartão de crédito. O valor final mencionado, o qual se assume, irá ser cobrado no cartão de crédito, rondaria os 716€. Após introduzir os dados do meu cartão de crédito, e ter finalizado a compra, recebi dois SMS da UNICRE a indicar duas compras distintas com valores que não tinham sido os mencionados no ato da compra.Foi debitado um valor de 796.16€ pela entidade Espanha-edreams Barcelona ES e o valor de 139,13€ pela entidade reino unido-ET Carhire.Sendo que não contratei nenhum aluguer de automóvel, este valor está a ser retido cativo sem meu consentimento, para além de que o valor cobrado pelo suposto serviço da edreams, que não é mencionado no ato da compra, ter sido somado indevidamente ao valor aceite e pago no ato da finalização da reserva.Entrei em contacto imediatamente com o suporte da edreams quer por telefone (número 707 com custos) e por email. Por telefone é dito que o valor cobrado 796.16€, inclui a comissão de serviço edreams, que nunca é mencionado no processo de compra. Reclamei indicando que não aceitei pagar tal comissão, e caso soubesse da mesma, não teria sequer efetuado a reserva pois deixaria de ser um preço atrativo para a viagem em causa. Reclamei igualmente da segunda cobrança indevida de valor 139,13€ pela entidade acima referida e descartaram qualquer responsabilidade na mesma. Foi-me enviado um email a indicar que devo responder com a fatura de cobrança por parte da UNICRE, a qual enviei em resposta.Sinto-me lesado e enganado e gostaria de ser ressarcido nos valores que me foram cobrados adicionalmente, ou seja: taxa do serviço edreams que não fui informado, bem como cancelado o valor que ficou cativo pela entidade Carhire, movimento que só poderá ter sido despoletado em conjunto com o processo de encomenda.Obrigado.

Encerrada
M. A.
08/03/2018

Fiz encomenda e não sei nada acerca dela

Nao me enviaram email de confirmação da compra, como devia de ser nao recebi numero de rastreamento. Ja liguei várias vezes ninguém atende, ja mandei emails e ninguem me diz nada.

Encerrada
N. T.
08/03/2018

Documentação para extinção de reserva de propriedade - Crédito automóvel

Em abril de 2017 comprei um veículo num Stand automóvel, tendo contraído um empréstimo junto da Cofidis (por intermédio do Stand), para uma parte do valor.Em 19 de Janeiro de 2018, com o intuito de vender o veículo, paguei antecipadamente o valor restante do empréstimo, tendo a Cofidis emitido a factura n.º FT CF/1492904 de 2018-01-19. Solicitei telefonicamente e por email de 22 de Janeiro de 2018 a emissão da documentação necessária à extinção da reserva de propriedade, como me foi referido no contacto telefónico. Tenho feito várias insistências nos últimos dias e enviado novos emails, que nunca têm resposta. Telefónicamente dizem-me que não solicitei urgência no email em que pedi a documentação no dia 22 de Janeiro. Ora, essa justificação não me convence, já que, tratando-se de documentação que estão legalmente obrigados a emitir, o facto de ter sido a mesma solicitada após o pagamento do empréstimo indica que necessito dela. Se não tivesse sido por mim solicitada poderiam aí sim invocar o prazo total que têm para a enviar.Até hoje, dia 8 de Março de 2018, não me foi remetida a documentação necessária. Já tenho entrega do veículo agendada para sábado dia 10 de Março de 2018. Temo perder o negócio.

Resolvida
A. C.
08/03/2018

Uniplaces - Quebra de contrato e pedido de reembolso

Fiz uma reserva de um quarto pela Uniplaces no dia 23/02 para o período de 1/03 a 30/04 de 2018.Assim que o pedido de reserva foi aceite (23/02 ) contactei a senhoria do quarto – Leonor Lencastre - que imediatamente me informou que, apesar da reserva feita para aquelas datas e do valor total pago ( 612 € – 450 € renda + 162 € fees da Uniplaces) o quarto não se encontrava disponível para entrada na data contratualizada – dia 1 de Março – apresentando como datas alternativas de entrada dia 11/03 e posteriormente 06/03, prontificando-se, no entanto, a proceder ao cancelamento da minha reserva caso o desejasse, o que permitia que me fosse reembolsado o valor total pago.Note-se que:a) Assim que é aceite, pelo senhorio, a reserva efetuada na plataforma, são transferidos para a Uniplaces os montantes da 1ª renda e das taxas devidas pela mediação do contratob) Nos termos constantes da plataforma Uniplaces, uma vez aceite a reserva, os contactos subsequentes devem ser efetuados diretamente com o senhorio.Porque o tempo escasseava, tentei negociar com a senhoria em que condições aceitaria entrar na segunda data por ela proposta, dia 6 de Março. No entanto, todas as minhas tentativas de contacto, quer por via telefónica quer por e-mail, foram sucessivamente evitadas. Devido à total falta de resposta, enviei um novo e-mail à senhoria no dia 26/02 anuindo então com a sua proposta inicial de cancelamento. Enviado este e-mail, a senhoria responde imediatamente, ignorando o pedido feito e afirmando poder fazer uma proporção entre o valor que recebeu da Uniplaces e os dias em que efetivamente a casa iria estar disponível, acrescentando que mais tarde enviaria as contas. Posto isto, volto a reforçar que, devido à falta de resposta e profissionalismo demonstrado ao longo do processo, pretendo o cancelamento que me foi sugerido pela senhoria no e-mail de dia 23/02.No dia seguinte (27/02) contactei a Uniplaces por telefone para expor a situação, reportando a falta de correspondência entre o serviço contratado e o disponibilizado, remetendo via e-mail todo o histórico de e-mails trocados e tentativas de chamada. Ao longo dessa tarde, a equipa da Uniplaces informa-me que estava a ter dificuldade em contactar a senhoria e aconselha a procurar outro meio alternativo de alojamento.No dia 28/02, e a menos de 24 horas da suposta data de entrada no apartamento, a senhoria informa-me que se encontra em contacto com a Uniplaces e que afinal poderia entrar na data contratualizada inicialmente – dia 1 de Março.Visto que já tinha anuído com o processo de cancelamento da reserva que me foi proposto pela senhoria e que, menos de 24 horas de antecedência não é de todo um período útil quando se tem um processo de mudança para gerir, contactei de novo a Uniplaces no sentido de ver reembolsado o valor por mim pago. Neste contacto é-me dito que, uma vez que conseguiram contactar a senhoria no prazo de 24 horas estipulado e que o quarto afinal já se encontrava disponível para a entrada no dia seguinte, não tinha bases para pedir o cancelamento da reserva com reembolso do dinheiro pago, aconselhando-me assim a ocupar o quarto.Entendeu a Uniplaces que, face à sua politica de cancelamento, o facto de eu não estar disponível para aceitar o quarto, me faria perder o valor que, à data, ainda se encontrava em poder da Uniplaces e que correspondia a 612 € – 450 € renda + 162 € fees da Uniplaces.Ora a minha indisponibilidade resultou do facto de já ter no dia 26/2, e de acordo com sugestão da senhoria, cancelado o quarto! Era sobre essa indisponibilidade que a Uniplaces devia ter reagido e não sobre a minha indisponibilidade para, com 12 horas de antecedência, aceitar um contrato que já havia denunciado por não corresponder ao contratado e pago.Tendo havido má-fé quer da senhoria quer da Uniplaces na gestão deste processo, resulta daqui o enriquecimento sem causa da senhoria, no valor da renda transferida pela Uniplaces . Quanto ao valor da mediação cobrado pela Uniplaces, ele correspondeu a uma prestação de serviço que reputo de muito má uma vez que os meus interesses (de cliente Uniplaces) nunca foram defendidos e que aquilo que a empresa definiu como moderação em tempo útil - menos de 24h - não pode ser qualificada como tal quando o que está em causa é uma mudança de casa, que não se pode resolver a 12 horas da data de entrada. A partir do momento em que foi provado à Uniplaces que o que foi contratualizado na plataforma nunca me foi disponibilizado desde o início, e que a senhoria - que, segundo consta no site, escolhem criteriosamente e com quem devo lidar directamente a partir do momento em que a reserva é aceite - sempre evitou os meus contactos e nunca me deu a confirmação de entrada, a partir desse momento que tinham mais do que bases para proceder ao cancelamento da reserva. O meu contrato foi com a Uniplaces, e este foi quebrado logo no primeiro dia em que contactei por e-mail a senhoria e ela me negou a entrada no dia 1 de Março. Ponto.Não podem desconsiderar que eu tentei, durante seis dias, um contacto com a senhoria. Não podem desconsiderar que o que a Uniplaces aponta como a boa solução na moderação encontrada foi conseguir , com 12h de antecedência uma entrada para um quarto que eu há já três dias tinha concordado em cancelar.A boa solução teria sido, demonstrada que foram todas as tentativas que fiz para resolver diretamente a questão com a senhoria (como aconselhado no site) a Uniplaces ter considerado justificado o meu cancelamento do contrato e não ter transferido o pagamento da renda de um quarto que, na data em que o contratei me foi logo dado como indisponível.A boa solução da Uniplaces foi - e pelo que agora sei, de inúmeras queixas que já li, sempre tem sido - a única solução que lhe garante o recebimento da taxa de mediação, pouco importando quem tem ou não razão.Em face do que antecede venho solicitar o apoio da DECO no sentido de obter a resolução para o acima exposto .

Resolvida
A. C.
08/03/2018

Correção de nome de passageiro

Ao fazer uma reserva de voo numa agência online de viagens, enganei-me a preencher o nome de um dos passageiros trocando o 1º nome. Em vez que Fábio, escrevi Pedro (mas não tem Pedro no nome, foi um erro de distracção), contudo, todos os outros dados estão correctos, como o apelido, data de nascimento e numero de passaporte (solicitado pela agência online).Detectado o erro 24h depois da reserva, solicitei à agência a simples correcção, que seria facilmente verificada com os dados do passaporte. A agência informou-me que a TAP não autorizava a alteração e que deveria cancelar a viagem do passageiro e fazer uma nova reserva.Ou seja, posso cancelar uma reserva (que significa que tenho o poder de decidir que uma pessoa não fará o voo), mas eu não posso mudar um nome. Que diferença faria mesmo se fossem pessoas diferentes? O que isso mudaria? O lugar é o mesmo!!! Não consigo entender porque tenho que pagar outro bilhete se este não foi impresso, nenhuma comunicação foi feita para os países do destino ou sequer foi confirmado se o registo está correcto e a pessoa existe! É apenas um registo de computador e que não querem corrigir!Creio que a TAP está a agir de má fé tentando apenas obter mais dinheiro por um simples erro. Se um bilhete é pessoal e intransmissível como alegaram então devem, antes de emitir um bilhete ou reserva, certificar-se que a pessoa existe (se não até posso comprar um bilhete para o Sr. Rato Mickey, porque ninguém confirma). Se não pedem o passaporte ou outro documento como podem ter esse argumento? O facto de estar escrito algures que podem fazer isso é suficiente? Ninguém tem a capacidade de se questionar se faz sentido?Entendo que algumas pessoas possam tentar mudar a pessoa com quem vão viajar por vários motivos e que a TAP queira proteger todos os passageiros, mas têm que se certificar 1º quem são as pessoas, se elas existem e podem viajar!!! Mas se não confirmam os dados, não consigo entender! Até para efeitos de segurança do país. Podem estar a vender bilhetes a pessoas que não podem/devem sair do país…mas não sabem…porque não confirmaram com NENHUM dado pessoal!!! A TAP é a porta de saída de Portugal e estão a descurar a segurança do país, não confirmando com documentos legais!

Encerrada

Burla

Recebi uma carta de uma firma com o nome de whitestar asset solutions., um papel em copia muito mal feito, ao pesquisar sobre a empresa vi que ha muitos que recebem e se trata de burla com o pagamentos de cartoes de credito, coisa que eu nao tenho. por isto isto deve ser uma forma de burlar me , colocarm o meu nome escrito errado, porem com a morada certa, como posso agir, pois nao sou o unico a receber este tipo de doc.,eles pedem para eu ligar para um numero 211599499, para dizer o meu nif ou ref 601018, creio que isto e uma burla. nao sei como agir. peço ajuda.

Encerrada
I. C.
07/03/2018

Amortização de empréstimos

O serviço Home banking do Santander Totta tem a funcionalidade amortizar empréstimos mas esta não está ativa. Vivo no estrangeiro num país onde não há representante deste banco. É inadmissível que esta funcionalidade não esteja ativa no home banking, como outros bancos, em Portugal, têm. Nomeadamente já fui cliente de um outro banco em Portugal e fiz várias amortizações de um empréstimo habitação através do seu serviço home banking. Quero fazer várias amortizações à medida das minhas possibilidades para pagar todo o empréstimo e não posso. Já fiz várias reclamações mas apenas respondem que não é possível. Tenho que me deslocar a um balcão para assinar um pré-aviso de pagamento !!??... Ou, o que torna tudo mais ridículo, posso enviar simplesmente uma carta registada a fazer esses pedidos. Se apenas eu tenho os códigos do home banking, se, além disso, tenho um telefone registado para confirmar pagamentos através de um código que me é enviado para o meu telemóvel pessoal do estrangeiro, e posso enviar uma carta??? Carta que qualquer pessoa pode assinar?? Carta que vai fazer com que uma amortização demore vários meses, a julgar pelas respostas atrasadas aos meus emails? Quando tudo, mas mesmo tudo pode ser feito via home banking?

Encerrada

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