Reclamações públicas

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A. C.
20/01/2019

Legalidade de contrato de garantia de automóvel de RS Cars

Sou filho de emigrantes e decidi vir residir para Portugal no verão passado. No mês de agosto de 2018 adquiri um automóvel, aquando da compra fui informado de que iria usufruir de uma garantia de 1 ano. O carro apresenta, agora, alguns problemas de mecânica, pelo que me dirigi ao stand para resolverem esta situação. O proprietário do stand (RS Cars ou Pesquisa Unipessoal em Paranhos da Beira, Seia), apresenta-me o documento de garantia, que ainda não tinha sido assinado. Assinei, no dia 19 de janeiro, em boa fé, mas a data que consta do documento é a da compra, o que à partida já não me parece muito legal. Mas a maior surpresa foi quando me apercebi que a garantia era de um ano ou 15000 quilómetros. Após pesquisa, verifiquei que a lei refere, no mínimo, que a garantia é de um ano, não alude nunca a quilometragem! é legal esta declaração? Sinto que fui enganado, porque só depois de fazer queixa, devido aos problemas que o carro apresenta é que me dão este documento para assinar, desrespeitando o que tinha sido inicialmente acordado! Devo ainda referir que andei mais de 15000 quilómetros com o carro. Grato pela atenção dispensada. José Miguel DaCosta.

Encerrada
A. C.
19/01/2019

Caixa airpods vazia

Boa noite a todos, venho por este meio fazer uma reclamação relativamente à situação que me aconteceu e que também pode acontecer convosco.Dia 14 de Dezembro de 2018 desloquei-me a loja Worten do Vasco da Gama para comprar Airpods ao meu namorado para lhe oferecer como prenda de natal. quando fui buscar a caixa a mesma estava selada com a caixa de segurança em volta. fui ate a caixa efectuar o pagamento, retiraram essa caixa de plástico de protecção e fui ate À zona de embrulhos, onde, claro, me embrulharam a caixa dos Airpods. Dia 25 de Dezembro à meia noite, o meu namorado abre a sua prenda e abre a caixa, onde, se depara pois claro com a mesma vazia. apenas continha o cabo.dia 26 de Dezembro desloquei me à loja, o colega disse que ia encaminhar a situação para que a mesma fosse devidamente analisada e retirou copia da minha factura e apontou o meu nome e contacto de telefone e ainda me informou que no dia seguinte me iriam contactar para me dizerem a conclusão da situação. dia 27 não me ligaram e ainda contactei a linha geral da Worten para verificar se sabiam de algo, não sabiam de nada, não estava no sistema deles. dito isto, dia 28 de Dezembro, desloquei me à loja, cheguei, atendeu uma rapariga que me disse que o colega que estava a tratar da situação estava a jantar e nenhum dos outros sabia desta situação. tive de aguardar que o colega viesse do jantar para me dizerem algo. aguardei, o rapaz voltou, não me disse nada e, a rapariga informou me que tinha falado com o supervisor e o mesmo lhe disse que não se responsabilizam por este tipo de situação, tendo também provas de que o meu namorado abriu a prenda no dia 25. entretanto pedi o livro de reclamações e junto a ele veio um rapaz que me disse ser o responsável visto que o supervisor não estava no local, estranho pois a rapariga me tinha dito que tinha falado com ele pessoalmente. escrevi no livro de reclamações, expliquei a situação ao suposto responsável e ainda achou graça da situação. como é possível numa loja desta dimensão não se responsabilizar por este tipo de situação. um cliente confia na loja e acontece este tipo de situações.solicito que analisem bem esta situação, que vão ver as câmaras de vigilância do dia da compra, que façam o que quiserem. eu paguei 170 euros e o que recebo? uma caixa vazia e um desgosto por a pessoa a quem dei não recebeu o que era suposto?Entretanto, passado quase um mês ainda aguardo resposta da situação. Volto a reforçar, paguei 170€ e levei para casa uma caixa vazia. Obrigada,Sofia Almeida

Encerrada

Uma divida sem fundamento

No dia 09/03/2018, realizei exames no Trofa Saúde Hospital em Braga Centro. No momento da marcação do exame, perguntei se tinham comparticipação com o estado ao que me responderam positivamente e entreguei a receita da minha médica de família e paguei no ato um total de 25,50€. Realizei os exames e estes foram-me enviados por correio eletrónico. Após receber uma e única carta a 20/07/2018 deste hospital com a ameaça de último aviso, referente a um pagamento em falta no valor de 135.00€, dirigi-me ao mesmo para o esclarecimento da origem desta divida. A funcionária da receção alegou que a colega que me tinha atendido não estava na manhã em que me dirigi lá, e que só ela me poderia esclarecer essa situação. Referiu também que eu não possuía qualquer fatura no meu registo de cliente. Como não obtive qualquer resposta por parte do hospital nesse mesmo dia, enviei um email para registar o meu pedido de esclarecimento para o endereço eletrónico que constava na carta. Não obtive resposta. A 18/12/2018 foi me enviada uma injunção com o mesmo valor de pagamento, mais os custos jurídicos no valor de 278.22€. No dia 02/01/2019 entrei em contacto telefónico com o hospital, e a senhora Joana Rodrigues indicou-me que teria havido um erro informático de cliente e se disponibilizou a ajudar a esclarecer o assunto.Enviei emails ao hospital e ao advogado, Dtor. Rio Aragão Gama, nome que vinha referido na injunção, expondo o assunto atrás escrito. Nunca obtive resposta de ambas as partes. No dia seguinte recebi uma chamada de uma Sra. Andreia, a funcionária que me atendeu no dia 09/03/2018, referindo que a divida que contraí seria por sua culpa, uma vez que se teria enganado na faturação, alegando que o Trofa Saúde Hospital em Braga não tem acordo com o SNS do Centro, apenas com o SNS do Norte, e a minha receita era de Viseu, logo não teria direito a essa mesma comparticipação. Contestei com a mesma, alegando que na altura perguntei se o hospital tinha comparticipação e que ela confirmou, aceitando a minha receita, e pedindo-me o valor referente á taxa do serviço nacional de saúde 25.25€. A funcionária disse que nada poderia fazer e eu respondi que não iria fazer qualquer tipo de pagamento.Realizei outro pedido, por correio eletrónico, para me ser esclarecido qual o fundamento da minha divida, sem obter qualquer resposta.No dia 04/01/2018 dirigi-me ao hospital para tentar falar com alguém da administração. Mais uma vez tive que expor todo assunto, visto que todos os meus emails estavam a ser redirecionados para a funcionária da receção e era ela que estava a tratar do meu caso. A mesma funcionária, Sra. Andreia, foi chamada ao piso da administração e la descreveu a situação que me contou ao telefone. Por sua vez a senhora da administração chamou a Dra. Carla, que disse que ia assumir o caso, alegando que o erro era de faturação, e que não me preocupasse que iriam retirar o assunto. Pedi que me fosse então enviado o ponto da situação por correio electrónico quando obtivessem uma resposta.No dia 14/01/2019 recebi uma chamada da mesma funcionária, Andreia, dizendo que estaria tudo tratado que a injunção tinha sido retirada, e que então só faltaria pagar a divida para com o hospital, os 135.00€. Mais uma vez disse que não iria fazer uma vez que a culpa desse erro não era meu. E a funcionária mais uma vez disse que nada poderia fazer.No dia 15/01/2018, uma vez mais dirigi-me ao hospital para falar com a administração. Falei diretamente com a Dra. Carla, que me disse nada saber sobre este telefonema porque afinal não estava nada resolvido. Apenas a injunção tinha sido retirada. Pedi para me formalizar isso por papel ou por correio electrónico, e ela disse não ter poder para o fazer, mas que ia pedir ao advogado para então me enviar o que solicitava, mas naquele momento, tinha muitos casos para resolver e o meu estaria em lista de espera. Dia 19/01/2019, continuo sem qualquer resposta de ambas as partes.

Encerrada

Veículo de substituição

Fui enganada quanto às condições de carro de substituição em caso de sinistro ou avaria uma vez que a companhia refere que a minha apólice apenas tem assegurado 5 dias de carro de substituição pela fidelidade assistence e não assegurando a reparação do veículo em questão dentro do prazo de 5 dias que têm disponível o carro de substituição. Informam que para os restantes dias de reparação têm um protocolo com a oficia conferindo um carro de cortesia. Tal na está notificado na apólice bem como a questão da Gama ser 3x inferior ao carro assegurado.

Resolvida
J. C.
18/01/2019

Problema com motor K9K714

Comprei um motor usado que supostamente deveria estar a funcionar mas ao montá-lo deparei com vários problemas e até hoje ainda não consegui resolver o problema

Encerrada
B. T.
18/01/2019

Problema com Tarifário YORN X

Sou detentor do tarifário YORN X (2.75 por semana) há já algum tempo. Segundo a própria VODAFONE em https://www.yorn.net/yorn/tarifario/yornx.html, após o cliente não ter saldo para efetuar o débito semanal, manténs todas as condições do plano sendo-te debitado um valor diário de 50 cents. Se o teu saldo for inferior a este valor diário... (no meu caso), ...poderás continuar receber comunicações mas ficarás impedido de as realizar. O que me aconteceu foi, quando o meu saldo foi de facto inferior ao valor diário, retiraram-me a minha rede móvel sendo eu impedido de receber comunicações tal como hipoteticamente teria direito. Mais à frente, podemos perceber que a VODAFONE apenas tem o direito a retirar a rede movel (e assim impedir qualquer tipo de comunicações) depois de 7 dias: 7 dias depois da data em que o custo semanal deveria ter sido debitado, ficarás também impedido de receber comunicações até teres saldo suficiente para que esse débito seja efectuado. Após ter contactado a VODAFONE por chat web, a explicação dada foi pelo facto de estar fora de Portugal (estou no Reino Unido) e que teria de carregar o telémovel para voltar a receber comunicações. Confrontados com o facto de a situação não estar explícita nos detalhes do tarifário nem disponível para o público, não me conseguiram esclarecer o motivo. Sendo assim, a VODAFONE não cumpriu as condições do tarifário. Sinto-me vítima de fraude e/ou publicidade enganosa.

Encerrada
A. C.
17/01/2019

Cancelamento do contrato

No dia 3 de Janeiro telefonei para o nowo para comunicar que pretendia cancelar o contrato (sem fidelização) que entre ambos existe. Foi-me transmitida a informação que para assim proceder teria de manifestar de forma escrita, por corrreio ou via email (contratos@nowo.pt). De imediato enviei email para cancelar o contrato, nesse mesmo dia. À cautela enviei o e.mail não so para o e.mail contratos (que me tinha sido o indicado pela operadora telefonicamente), mas também para um outro info@nowo.pt. Dois dias depois esse segundo e.mail (info@nowo.pt) informa que tenho que fazer uma declaração com mais dados (NIF, morada, digitalização do cartão de cidadão,...- dados que os próprios já possuem aquando da celebração do contrato). Da parte do primeiro email (contatos@nowo.pt), supostamente o responsável por estes assuntos, não existiu qualquer resposta. Voltei a enviar e-mail completo com os requisitos cumpridos (no dia 7 de Janeiro), novamente para os dois emails supra referidos, porém sem obter qualquer resposta. No dia 14-01-2019 resolvi telefonar para a novo e a resposta que me transmitiram é que teria de aguardar a resposta da nowo a informar se está tudo correto e, só a partir dessa data é que começa a correr o prazo de 30 dias para cancelamento dos serviços. Ora, quanto mais tempo a nowo demora a responder, mais eu pago. Isto porque, como eu já não estou a usufruir do serviço, nem tampouco habito, neste momento em tal morada, continuarei a receber faturas de meses que não uso o serviço para depois sim receber a outra fatura do mês de cancelamento dos serviços. É lamentável que uma operadora tenha o poder de colocar em suas mãos quando decide cancelar os serviços e obrigar a que o consumidor continue a pagar o mesmo, contra a vontade dele. É inadmissível que esta situação se mantenha, onde o consumidor nada pode fazer a não ser esperar que a nowo decida validar ou não o pedido de cancelamento dos serviços, especialmente quando nem sequer existe fidelização.

Resolvida
R. M.
17/01/2019

Informação errada por telefone

Telefonei para esta empresa para saber qual o custo da deslocação à minha habitação, foi-me dito por telefone que não tinha qualquer custo....questionei várias vezes se era certa a informação..disserem que sim.No dia da visita qual não é o meu espanto o funcionário que se deslocou , porque não foi açeite o orçamento exorbitante cobrou 70,00€ queria à força que fosse assinado o pedido de visita em como aceitava o orçamento..Paguei a visita( no cartão dizem que fazem um desconto de 25% , nem isso fizeram) e não assinei nada.Estes comportamentos destas empresas merecem uma denuncia , para evitar que outros consumidores tenham a mesma má experiência do que eu..Não está correto esta maneira de trabalhar., ao telefone as pessoas devem pedir sempre por escrito as condições da visita.

Resolvida
L. P.
16/01/2019

Burla na compra dos bilhetes para o espectáculo

Acedi ao site http://viagogo.pt para efectuar uma compra de dois bilhetes para o espectáculo do André Rieu, na fase inicial de compra, o site refere que o valor do bilhete não engloba taxas ou IVA, começei a preencher os campos obrigatórios e surge uma informação sobre os custos extras, embora de forma pouco percetível. Consultando os termos e condições do Viagogo referem que esses extras serão adicionados à autorização de pagamento do cartão de crédito. Porém, como não especifica qual o montante, procedi com a compra, para perceber no final que comprei 2 bilhetes por 602.59€, enquanto o preço deles é de 95€ cada (blueticket.pt), senti-me burlado e enganado por esta empresa, apresentando aqui a minha reclamaçãoCom os melhores cumprimentos,Luis Pedro Pereira.

Encerrada
A. C.
16/01/2019

Devolução de material

Adquiri no passado dia 3 de Janeiro do corrente ano, um “BLOCO COMANDO” para um Peugeot 206 com a matrícula 38-34-XD.Após abrir a caixa onde a peça vinha embalada, verifiquei que a referência da mesma não coincidia com a referência da peça que estava no carro.Alertei a Caetano Parts para a situação. Foi-me dito pelos colaboradores da mesma que a peça seria a exata para a viatura em causa, dado que a referencia tinha sido alterada pela Peugeot.Durante a montagem da peça na viatura, constatou-se que a mesma não funcionava corretamente no carro em questão. Existem funções que não estão disponíveis.Dia 9, voltei novamente a contactar a Caetano Parts, para que a peça em causa fosse devolvida e me fosse restituído o crédito da mesma.A Caetano Parts recusa-se a fazer a aceitação da peça, alegando que a caixa foi aberta e a peça colocada no carro.

Encerrada

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