Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Pedido de cancelamento de contrato NC:222329/001
ÀEndesa Venho por meio desta reiterar solicitação de Cancelamento do Contrato de prestação de serviços de energia elétrica. Tais requerimentos foram apresentados, diversas vezes através do vosso site MyEndesa, os quais parece não ter havido qualquer cuidado sendo constrangida, todos os menses, com faturações indevidas. Já não tendo contrato não percebo como ainda sou cobrada por com consumos que não são meus. Hoje dia 7 de março, pelas 9:45 da manha fui contactado através do numero 939011952 uma operadora da Endesa questionando-me se estaria interessa em voltar a ser cliente Endesa, conformado-se uma vez mais, que o contrato está cancelado. O que leva a quer, que existe um falha e falta de comunicação entre departamentos pelo comerciante Endesa.Tal situação ira ser reportada a entidade reguladora dos serviços energéticos.
Salario
Já faz um mês que a Webhelp diz que me vai pagar o resto do salario que mereço e ainda não vi nada. Ainda estou a espera. Tenho todas as conversas por email com a Telma Muge que passa o seu tempo todo a dizer que me vai enviar o resto do meu salario mas até hoje nada. A Webhelp é obrigado a pagar me. Tenho todas as provas que eles não me pagaram o que me devem. Exijo o restante do salario!
Reclamação Dossier de Titulos
Boa tarde:Sou um antigo empregado do Banco Popular, na situação de reforma. Apesar de, quando eu passei à reforma, me ter sido dado a certeza de que manteria as mesmas regalias que o Banco dava aos funcionários, com a compra do Banco Popular pelo Santander, este, pura e simplesmente fez tábua rasa de tudo isso e remeteu-nos para um protocolo de regalias completamente absurdo, razão de ter que recorrer uma vez mais a este canal de reclamações.Passo assim a elencar o que se passou.Em 2 de Janeiro de 2019, fui confrontado com um débito, na minha conta DO, comissão de Guarda de Titulos trimestral de valor 11,69€ (9,50€ + IVA). Trata-se de mais uma “benesse” que o Santander dá aos funcionários que a ver bem, não é nenhuma benesse, dado que no protocolo informam que pagamos 50% do valor de Guarda de Titulos do preçário, mas, mantendo-se os valores mínimos. Isto é, o preçário da clientela diz que a comissão é de min. 9,50€ e máximo 11,50€, ou seja não fazem desconto nenhum. Enfim, sem comentários.Face a isto, e para evitar custos futuros, dado que a minha carteira é ridícula, resolvi enviar um mail no dia 4/1/2019 ao balcão onde tenho sediada a minha conta, solicitando os custos pormenorizados em que eu incorria, quando eu vendesse os meus títulos (EDP (250 ações), CTT (80 ações) e BCP (18500 ações). Solicitei ainda que me retirassem do dossier as ações do BES que por sinal aparece a zero (tinha 3.500 ações). Dado que são títulos não transacionáveis, solicitei que arranjassem uma solução como aquela que foi preconizada pelo BANCO POPULAR, chamada de Declaração Representativa (em anexo um exemplo), que permite retirar esses títulos não transacionáveis do dossier. Todos sabemos que os títulos são um mero registo informático. Solicito esta retirada para seja possível posteriormente encerrar a conta de títulos.Como não obtive resposta, reenviei o mail solicitando novamente a resposta às questões elaboradas no 1º mail (em anexo o histórico dos mails até hoje dia 21/2/2019).Mais uma vez aguardei a resposta e como não a obtive, reenviei novamente em 29/1/2019.Por ultimo em 19/2/2019 reenviei o mail, argumentado que reclamaria se não me fosse dada resposta. Hoje 21/2, recebi a resposta, com a qual não concordo de forma alguma, porque:1 – as benesses que falam no protocolo têem muitos “alçapões” e remetem-nos para o preçário da clientela, isto é, são, as despesas de venda são 50% mas mínimos, bla bla, e nunca se consegue saber em absoluto o real valor das despesas que nos vão cobrar e depois de cobrar não há nada a fazer. Julgo não ser muito difícil nem complicado, sabendo qual o numero de ações qual o presumível valor de venda (ele aparece no dossier) e então podem muito bem informar o valor exacto das despesas incorridas em cada venda2 – para dar ordem de venda, tenho de me dirigir a um balcão, mas eu por acaso vi que no dito protocolo, se eu der a ordem através da NET é grátis (? Não sei se é assim) e no balcão pago 50% do preçário (lá vamos nós para os mínimos???)3 – dizem que não é possível a retirada dos títulos do BES? Então no dossier até está a zero a quantidade. Que têm de ficar no dossier ou então transferi-los para outra carteira? Aqui levantam-se duas questões: uma é que se protelava o encerramento do dossier de títulos “ad eterno”, mantendo assim o banco uma fonte inesgotável de comissões trimestrais e a segunda, se eu transferisse para outra carteira levava com as comissões de bla bla bla, que não sei quais são, porque, salvo melhor opinião, a transferência para outra carteira é tratada como uma venda até para efeitos fiscais.
Cobrança de fatura indevidamente
Em setembro de 2018 foi feito um pedido de alteração de morada na loja MEO no Oeiras parque, da rua Antonio Sergio n.3 7esq. 2780-188 para a rua Raul Brandão n.42 1 esq. 8800-595, ficou marcado para dia 23 de outubro a ligação na nova casa. No dia da instalação o técnico verificou que não havia vaga na caixa de cabos, não fez a instalação e após dois meses e muitas reclamações na loja e por telefone cancelei o serviço. Agora a MEO enviou uma factura para pagar a totalidade do contrato quando sabem melhor que eu que são obrigados a prestar o serviço ao cliente não podendo passar 5 dias sem ter o serviço activo que leva ao cancelamento automático do contrato por não cumprirem com a sua parte da fidelização visto que paguei pelo serviço. Como devem saber não tenho de pagar absolutamente mais nada visto que quem não cumpriu com o contrato foi a MEO já que se comprometeram a instalar o serviço na nova morada no dia 28 de outubro de 2018 como não o fizeram no tempo devido o contrato automaticamente foi cancelado, sabendo isso ainda têm a lata de enviar uma factura de 500 e tal euros. Agora recebi uma mensagem e um email desta empresa Intrum a cobrar me por parte da MEO o valor total do contrato que não foi cumprido pela MEO e não por mim, na óptica deles acham que se estivesse um ano á espera do instalação do serviço o contrato ainda estaria válido, quando sabem que têm 5 dias para pôr o serviço disponível ao cliente.
Cobrança em duplicado de extrato cartão crédito
No dia 26 de setembro dirigi-me ao balcão BPI da Rua Tomás Ribeiro, em Matosinhos, e solicitei o encerramento da conta n. 3470731-116-001, procedendo ao pagamento de todos os valores em falta, nomeadamente do extrato do cartão de crédito n. 4406370491477000.Dois meses depois comecei a receber telefonemas do banco indicando que tinha um valor em dívida referente ao pagamento do cartão de crédito. Expliquei que tinha liquidado esse valor no momento de encerramento e, uma vez que os funcionários do BPI insistiam (quando para o efeito bastava consultar a documentação de encerramento da conta), dirigi-me pessoalmente ao balcão. A insistência continuou, apesar de mostrar cópia de todos os documentos. Cheguei a receber telefonema intimidatórios, com ameaças, e a roçar a falta de educação. No dia 24 de dezembro recebi carta da advogada do BPI, solicitando o pagamento de 108,74 (107,67 + 1,07 de penalização por ter a conta com saldo negativo).Dirigi-me novamente ao balcão do BPI (Tomás Ribeiro) e a funcionária lá conseguiu descobrir que eu já tinha liquidado o valor que consideravam estar em falta na minha conta bancária reconhecendo que tinha sido o sistema informático que não tinha assumido esse pagamento e que, além disso, havia até 4 euros a creditar da minha parte, de bónus do cartão de crédito.A funcionária registou um pedido de correção, solicitando o estorno por Duplicação de Pagamento, com a ref. E-69924058, e perguntou-me onde queria creditar os 4 euros de bónus do cartão de crédito. Indiquei uma conta no BPI da qual sou segunda titular.Mais uma vez, erro do BPI, creditou-me o valor total (pagamento da fatura do cartão de crédito mais 4 euros) na conta onde sou 2ª titular, deixando de novo a conta encerrada com o saldo negativo. Regressaram os telefonemas da parte do BPI solicitando o pagamento da tal dívida que nunca existiu, desta vez porque erradamente a entidade bancária transferiu dinheiro a mais para a conta onde sou segunda titular.No dia 5 de fevereiro, finalmente, um funcionário do BPI ligou-me a solicitar o estorno do valor pago em excesso, por forma a regularizar a minha conta e encerrá-la. Expliquei-lhe que nunca tinha solicitado o reembolso do valor total mas apenas dos 4 euros de bónus do cartão. Estaria tudo resolvido (finalmente), mas neste mesmo dia recebi uma carta da minha atual entidade bancária a informar-me que tenho os cartões de crédito bloqueados por registo do meu nome na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.Ou seja, durante 4 meses o BPI tentou cobrar-me uma fatura em duplicado e como eu não acedi a pagar algo que já tinha pago anteriormente, apresentou queixa no Banco de Portugal, manchando o meu nome e importunando-me durante 4 meses, com todo o tempo e desgaste que esta situação causou (3 deslocações ao balcão com prejuízo de perda de dias de trabalho, inúmeros telefonemas para o meu local de trabalho, desgaste emocional...).Obviamente já escrevi no livro de reclamações (aliás deveria tê-lo feito desde o 1º momento, mas ingenuamente acreditei sempre na boa fé e profissionalismo do BPI). A reclamação ficou regista com os números: 25767979, 25767980, 25767981.Há mais de 1 mês que tenho os cartões de créditos bloqueados devido à incompetência e petulância do BPI, com todos os trasntornos que daí advêm.
Pedido de desvio de traçado aéreo de telecomunicações à MEO
Venho por este meio informar V.Exas da existência indevida de um poste que sustenta um traçado aéreo de telecomunicações, mesmo no centro do terraço afeto à área de habitação, com a agravante de ter três (3) esticadores em aço que prendem no terreno e nos muros adjacentes à casa existentes dentro da propriedade (privada) que delineiam os patamares do jardim ocupando assim, uma área significativa do mesmo, impossibilitando inclusive a sua limpeza e manutenção, a livre circulação por parte dos proprietários, bem como coloca em causa a segurança e a integridade física de pessoas e bens.Depois de um primeiro pedido de alteração de traçado – Nº de Solicitação 3-304551410544 do referido poste e de outros dois pedidos de resposta ao mesmo, uma verbal e outra com o Nº de Solicitação 3-319795357222 e por consequência não ter obtido qualquer resposta a nenhum deles, fizemos uma pesquisa junto dos antigos proprietários, para que nos facultassem documentação sobre o assunto em epígrafe, concluiu-se que não só não houve autorização para a colocação do mesmo, como nem sequer uma informação por parte da operadora aos referidos ex-proprietários para a colocação do mesmo que, refira-se, foi colocado de uma forma abusiva, sem qualquer estudo de impacto no que diz respeito ao ordenamento do território e urbanismo, a não ser que façam prova documental do contrário.Tendo em conta a morosidade e a não resolução de casos idênticos, não posso iniciar o processo de projeto para a reabilitação do espaço, porque, por exemplo, as licenças de construção, entre outras burocracias, expiram em determinado prazo, motivo pelo qual, este pedido não é acompanhado de projetos e licenças de construção. Por não haver qualquer tipo de resposta vossa de prazos para alteração do traçado ou mesmo a não alteração, deixa de fazer sentido custos em projetos e licenças da nossa parte, sem saber quando ou se consigo fazer a reabilitação por causa de um poste.Caso o mesmo não seja alterado, teremos de cobrar aluguer do espaço ocupado indevidamente desde a data da escritura, tendo em conta que, contrariamente ao serviço de fornecimento de eletricidade, não constitui interesse público ou necessidade pública, até porque como empresa privada que gere lucros sem autorização de passagem por parte dos proprietários e ou ocupação de terrenos privados e sem estudo de ordenamento, deveriam partir para a melhor e célere resolução do mesmo.Mais, o local onde o referido poste se encontra colocado, desvirtua o traçado onde se insere, porque não segue uma linha lógica de distribuição de telecomunicações, desvia 50 ou 60 metros para o outro lado da estrada, podendo ser instalado nos muros que fazem extrema com outros terrenos, mas não, está mesmo no meio do terreno (fotos em anexo), para servir uma habitação, e volta ao normal traçado, quando se seguisse o mesmo que vem do Ramal para baixo, conseguiam ter o poste bem mais perto da habitação que usufrui dos vossos serviços, sem que houvesse necessidade de invadir espaços privados, mantendo assim, uma ordenação lógica do traçado.Em modo conclusivo, serve a presente para solicitar a retirada, para outro local, do poste de comunicação telefónica colocado no terreno em questão, o mais rápido possível, restituindo-me assim o espaço ocupado.
Cancelamento do Contrato nº 152112
No dia 23 de Setembro de 2017, eu e a minha mulher fomos convidados pela Interpass a comparecer no ÉvoraHotel para uma apresentação da mesma. Fomos atendidos pelo Sr. Wellington Ferreira que nos apresentou todo o plano de saúde, seguros e de viagens de que a empresa dispõe. Nesse mesmo dia fomos convencidos a realizar o acordo com a Interpass, sendo que o motivo maioritário que nos levou à aceitação foram os acordos apresentados a nível do plano de saúde para toda a família, e clínicas nelas envolventes. Foi referido como exemplo, várias vezes durante o discurso feito pelo representante a Clínica dos Alamos, por estar perto da nossa área de residência, para toda e qualquer intervenção dentária.No dia 31 de Outubro de 2017, a minha mulher necessitou de cuidados médicos no âmbito da medicina dentária e, confiantes da informação anteriormente dada, deslocamo-nos à Clínica dos Alamos para efetuar uma exodontia complicada, onde fomos informados que a mesma não dispõe de qualquer acordo com a Interpass para intervenção dentária mas apenas a nível de teleradiografia e ortopantomografia. Fomos assim obrigados a dirigirmo-nos a outra clínica dentária (Dentévora) onde após assistência médica, foi nos feita uma simulação de valores a pagar com o acordo da Interpass e com a Multicare (plano de saúde atribuído pela empresa de trabalho) e deparamos que para a mesma situação com o plano da Multicare ficava a 45€ e com o plano Interpass a 50€ (onde foi dito várias vezes na demonstração que dispõe dos valores mais baixos do país). Acabamos por usufruir do acordo da Multicare.Ainda no dia 28 de Fevereiro de 2018, a minha mulher entrou em contacto para o e-mail que nos forneceram no dia da apresentação, como apoio e ajuda em toda e qualquer dúvida ou questão (jfernandes@interpass.pt), para fazer uma marcação de férias, ao qual nunca obteve resposta. Feita uma pesquisa na internet entre valores da Interpass e outras agências de viagens, para o mesmo destino, fica mais barato qualquer outra agência do que a Interpass. Mais uma vez optamos por outra opção, ao invés de usufruirmos do acordo da Interpass que pagamos mensalmente no valor de 66.58€.
Cobrança de faturação previamente cancelada
venho reclamar a cobrança de uma mensalidade não autorizada e previamente cancelada, sendo mesmo o valor de tal fora do acordado. Gostaria de resolver o assunto por estes meios sem recorrer ao banco responsável pela conta bancária.
Colchão Pikolin vendido com defeito, vendido através da JOM
No passado dia 23 janeiro foi-me entregue um colchão pikolin e-sleep 200x160, colchão este que tem um problema de baixa densidade de um dos lados.Desloquei-me à JOM para fazer a reclamação e estes enviaram a reclamação para a Pikolin.A Pikolin enviou técnicos a minha casa para testar o colchão. Estes apenas colocaram a barra na transversal e na paralela e tiraram fotos. Quando os técnicos iam embora eu alertei os mesmo para que o problema em questão não tinha sido visto. Mostrei que a densidade era totalmente diferente nos dois lados (esta falta de densidade é numa faixa de cerca de 20/30 cms), os técnicos viram que efectivamente de um dos lados o colchão abatiam muito mais, perdia muita firmeza, mas ao qual eles responderam que o procedimento era o que tinha feito e que teria de esperar agora por uma resposta do departamento técnico.Aquando a saída dos técnicos telefonei para o apoio ao cliente da Pikolin, a explicar o meu desagrado com o procedimento, pois não foi registado o problema do qual me queixo.Ao relatório a pikolin respondeu e passo a citar«Mais indicamos que no Certificado de Garantia da Pikolin, está assinalado que “...os enchimentos dos colchões são constituídos por materiais suaves, que podem sofrer alterações... assim como se considera normal uma perda de 10% de altura do colchão...”.»Ao que respondi:«Como foi referido por vós, é normal haver uma perda de até 10% de altura do colchão.Em anexo seguem 3 fotos ainda relativas a este problema.Na foto Colchao-Lado-Esquerdo.jpg podem verificar que, sem ninguém em cima do colchão a altura deste é de cerca de 28 cms, já com uma pessoa com cerca de 84kg e 190cm a altura deste passa para 24cm.Já relativamente ao lado direito, fotografia Colchao-Lado-Direito.jpg, pode verificar que com a cama vazia este tem uma altura de cerca de 27 cms, já com a pessoa referida anteriormente a altura do colchão passou para uma altura de cerca de 19 cms. Estamos a falar de altura diferença de altura de 30%.Na fotografia IMG_3417.jpeg podem verificar a curva que o colchão faz bem como a bossa lateral presente no mesmo.De referir novamente que este é um colchão novo que apresenta este problema desde a primeira noite.Assim sendo agradeço que façam a reavaliação do meu parecer uma vez que claramente me foi vendido um colchão defeituoso.»Ao qual a equipa da Pikolin não quer assumir que vendeu um produto defeituoso, e foi feito um teste que tal como referi não foi um teste justo pois só verificou uma pequena parte do colchão.Em anexo seguem todas as fotografias que comprovam que o colchão efectivamente se encontra defeituoso, basta ver a diferença de altura da espessura do artigo em cada um dos lados, que para a mesma pessoa é uma diferença gigantesca. Segue também toda a conversa tratada com a equipa de apoio.Obrigado.
Cancelamento de Apolice de Seguro
Solcitei informação sobre como cancelar o seguro dado tenho uma alternativa cedida pela minha empresa pelo que nao quero o custo adicional e mensal de manter outra apolice.Recebi resposta da segurador de acordo com:Prezado cliente, Acusamos a receção do seu mail que mereceu a nossa melhor atenção.Esclarecemos que, de acordo com o dec lei 72/2008 de 16 Abril, os contratos d seguro só poderão ser anulados no seu vencimento.No caso da presente Apólice, será a 02/11/2019.Para o efeito, deverá enviar-nos um pedido formalizado, poderá ser um e-mail, com 30 dias de antecedência á data indicada acima.Gratos
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
