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Danos na entrega do veículo após manutençao
No dia 24 de junho de 2026, entreguei o meu veículo BMW com matrícula 52-PL-56 nas instalações da BMW Caetano Baviera Portimão para a realização de uma ação de recall relacionada com o airbag e para a substituição do líquido dos travões. O veículo foi entregue às 09h27. Antes da entrega, filmei o interior do automóvel e os seus componentes, por precaução, devido a experiências anteriores menos positivas com esta oficina. Nessa gravação é possível verificar, entre outros aspetos, que tinha uma embalagem com 7 pastilhas elásticas no interior do veículo. Regressei para levantar o automóvel às 17h48. Numa primeira inspeção exterior não detetei quaisquer danos aparentes. No entanto, após iniciar a viagem e percorrer cerca de 2 km, comecei a notar várias situações anormais no interior do veículo. Em primeiro lugar, verifiquei que a embalagem de pastilhas elásticas continha apenas 5 unidades, quando tinha 7 no momento da entrega do veículo. Embora o valor das pastilhas seja irrelevante, o facto de terem desaparecido levanta dúvidas sobre a utilização indevida dos meus pertences pessoais. Em seguida, ao tentar abrir a consola central, constatei que um cabo de carregamento se encontrava preso de forma desorganizada, impedindo parcialmente a abertura. Sou particularmente cuidadoso com a organização do interior do veículo e esta situação indicava claramente que alguém tinha mexido nos meus objetos pessoais. Por fim, ao tentar abrir o cinzeiro/compartimento onde habitualmente guardo moedas para a lavagem do veículo, verifiquei que o mecanismo já não funcionava corretamente. Após inspeção mais atenta, constatei que a peça se encontrava partida. Perante esta situação, regressei imediatamente às instalações da BMW Caetano Baviera Portimão e solicitei que o problema fosse analisado. Inicialmente fui informado pela rececionista de que seria chamado o chefe de oficina, o Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. O referido responsável observou a peça danificada e reconheceu que seria necessária alguma força para provocar aquele tipo de dano. Contudo, após alegadamente falar com o técnico que efetuou a intervenção no veículo, informou-me de forma categórica que a oficina não assumiria qualquer responsabilidade pelos danos, alegando que o técnico não tinha reportado qualquer incidente. Durante a conversa, expus também que os meus pertences pessoais tinham sido mexidos e que tinham desaparecido duas pastilhas elásticas da embalagem existente no veículo. Em resposta, foram feitas várias referências às pastilhas de forma que considerei inadequada para o contexto de uma reclamação de um cliente, desviando a atenção do problema principal: a existência de um dano no interior do veículo após este ter permanecido durante todo o dia sob responsabilidade da oficina. Foi igualmente referido que existiam fotografias tiradas à entrada do veículo e que, segundo a oficina, o cinzeiro já aparentava estar danificado. Após observação dessas fotografias, mantive a minha posição de que as mesmas não demonstram qualquer dano existente antes da intervenção. Recordo ainda que já tive uma experiência anterior negativa com esta oficina, na qual o veículo me foi entregue com riscos após uma reparação de valor elevado, situação que também não teve um esclarecimento satisfatório. No final da conversa, fui informado de que a única solução seria suportar eu próprio o custo da substituição da peça danificada, estimado em cerca de 36 €, acrescido da mão de obra de montagem. Considero inaceitável que um veículo seja entregue à oficina em determinado estado e devolvido com danos no interior, sem que seja efetuada qualquer averiguação séria ou assumida qualquer responsabilidade. Além disso, a perceção de que os meus pertences pessoais foram manuseados sem necessidade contribuiu para uma quebra total de confiança no serviço prestado. Gostaria ainda de manifestar o meu profundo desagrado pela forma como a situação foi tratada pelo chefe de oficina, Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. Para além da recusa em analisar devidamente os factos relatados, senti uma postura de desvalorização constante das minhas preocupações enquanto cliente, bem como comentários e respostas que considerei inadequados e pouco profissionais para o cargo que ocupa. Em diversos momentos, tive a perceção de que as minhas observações estavam a ser tratadas com ligeireza e algum tom de escárnio, o que apenas agravou o meu sentimento de frustração perante uma situação já desagradável. Enquanto cliente de uma marca premium como a BMW, esperava ser tratado com respeito, seriedade, transparência e empatia. Considero que cargos de responsabilidade e contacto direto com clientes exigem elevados padrões de profissionalismo, capacidade de escuta e gestão de conflitos. Infelizmente, a postura demonstrada durante este episódio não correspondeu às expectativas que tenho de uma oficina oficial BMW, contribuindo significativamente para a perda de confiança no serviço prestado e na forma como a reclamação foi conduzida.
Reclamação por cobrança indevida de serviço incluído em voucher
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Adquiri através da plataforma Mygon um voucher para um serviço de "Manicure e Pedicure com Aplicação de Verniz Gel" a realizar no estabelecimento Studio Seven, localizado em Benfica, Lisboa. De acordo com a descrição da oferta, o voucher incluía expressamente manicure, pedicure, remoção de verniz anterior, remoção de calosidades, tratamento de cutículas e aplicação de verniz gel. O serviço foi previamente agendado e realizado sem que me tivesse sido comunicada qualquer limitação ou custo adicional relativamente ao conteúdo do voucher. Contudo, após a conclusão do tratamento, foi exigido o pagamento adicional de 20,00 €, tendo sido emitida uma fatura-recibo pela entidade Suzane Ferari Leal (NIF 295983094), com a descrição "Pedicure Completa". Considero esta cobrança indevida, uma vez que a pedicure constituía um dos serviços expressamente incluídos no voucher já adquirido e pago antecipadamente. Não solicitei qualquer serviço extra nem fui previamente informada da existência de qualquer valor adicional. O pagamento apenas foi exigido após a prestação do serviço. Entendo que esta situação configura falta de transparência na informação prestada ao consumidor e incumprimento das condições anunciadas no momento da aquisição do voucher. Acresce que, ao tentar exercer o meu direito de reclamação através do Livro de Reclamações Online, não consegui localizar a entidade responsável nem pelo nome comercial Studio Seven nem pelos dados constantes da fatura emitida. Pretendo obter: O reembolso do valor de 20,00 € cobrado adicionalmente; O esclarecimento das responsabilidades da Mygon e do estabelecimento prestador do serviço; A reposição dos meus direitos enquanto consumidora. Junto à presente reclamação: Cópia do voucher adquirido através da Mygon; Cópia da fatura-recibo de 20,00 € emitida após a prestação do serviço. Agradeço a análise da presente situação e a orientação que entendam adequada. Com os melhores cumprimentos
óculos enviados sem graduação e não resolvem a situação
Venho apresentar uma reclamação relativamente à minha encomenda de óculos graduados efetuada em 31/05/2026. Recebi os óculos sem a graduação encomendada e paga, pelo que tive de os devolver para correção devido a um erro da vossa responsabilidade. Os óculos foram recebidos nas vossas instalações no dia 08/06/2026, segundo email que me enviaram. Apesar das várias solicitações de informação efetuadas desde então, continuo sem uma resposta clara sobre o estado do processo. No último e-mail fui informada de que os óculos ainda aguardavam ser enviados para colocação da graduação, mas não me deram uma data. Passaram já mais de duas semanas desde a receção dos óculos por parte da vossa empresa e quase um mês desde a data da encomenda, sem que me tenha sido indicada qualquer data prevista de conclusão ou envio. Solicito que me informem com urgência: Se os óculos já foram enviados para montagem das lentes; Em que fase se encontra atualmente o processo; Qual a data concreta prevista para expedição. Se os óculos não forem esta semana para montagem das lentes, solicito a devolução imediata do valor, pois acho inadmissível o tempo e a falta de respostas concretas para solucionar o meu problema. Referência: SUNOOP
Artigo recebido não é o anunciado
Venho por este meio demonstrar a minha total indignação. Comprei uma carta de futebol na vinted a um vendedor, fiz o pagamento dos artigos e dos portes. Quando recebo a encomenda vejo que o artigo carta de futebol que estava anunciada e era numerada a /22 não foi enviada mas sim uma carta numerada a /35 o que interfere diretamente no valor. Fiz pedido para devolução e expliquei a vinted que isto é um erro grave pois afeta diretamente o valor e não faz sentido eu pagar novamente portes por um artigo que simplesmente não é o pedido. É o mesmo que anunciar um Mercedes e oferecer uma bicicleta. Após expor a situação disseram que não iam fazer nada. Tenho os prints das conversas, fotos do anuncio e da compra , tudo. Isto é uma total incompetência e tem de ser resolvido. As pessoas não podem continuar impunes com estas negociatas e a vinted assobiar para o lado. São completamente coniventes com este tipo de situações que acabam por ser uma burla. Porque o vendedor anuncia um artigo, envia um de valor inferior e nada acontece.
Máquina de lavar roupa avariada
Exmos. Senhores, Comprei uma máquina de lavar roupa, marca Candy, Modelo CBW 48TWME-S, na Worten Online, em 14 de agosto de 2025. Está dentro do prazo de garantia, mas já foi reparada duas vezes, por técnico enviado pela Worten, mas o problema não ficou resolvido. Continua avariada, apresentando o erro 08 (que segundo o que pesquisei não representa um problema simples de resolver). Já apresentei reclamação no livro de reclamações online e carta formal pedindo a devolução do preço pago pelo aparelho, pois continuo há muito tempo a pagar lavagens de roupa fora de casa. Contudo recebi esta resposta da Worten: “Está o processo de reparação em curso com o nº de ID 3321173 pelo que deverá aguardar a respetiva análise por parte da marca, sendo que a decisão quanto ao procedimento a adotar resulta sempre da apreciação técnica efetuada pela marca, em conformidade com as normas e critérios legais e técnicos aplicáveis”. Penso que nos termos do Decreto Lei n.º 84/2021, a responsabilidade pela conformidade do bem é do vendedor, não podendo este remeter o consumidor para o fabricante (de acordo com o n.º1 do artigo 12). Perante a persistência do defeito após reparações, e despesas adicionais arcadas por mim, com lavagens de roupa pagas no exterior, julgo que não posso ser obrigado a aceitar a presença sucessiva de técnicos em minha casa e terei direito à devolução do valor da compra sem custos.
Produtos podres
Venho apresentar reclamação relativamente a uma encomenda efetuada no Continente Online, na qual recebi diversas frutas em condições inadequadas para consumo, encontrando-se amassadas, podres e com presença de bolor. As frutas nestas condições foram os pêssegos, uvas e cerejas. Após a entrega, entrei em contacto com o apoio ao cliente por diversas vezes, reportando a situação e solicitando uma solução. Contudo, já decorreram cerca de duas semanas sem que tenha recebido qualquer resposta ou resolução por parte da empresa. É uma situação inaceitável, não só pelo prejuízo financeiro sofrido, mas também por se tratar de géneros alimentícios destinados ao consumo familiar. Recordo que, nos termos do artigo 14.º do Regulamento (CE) n.º 178/2002, é proibida a colocação no mercado de alimentos que não sejam seguros ou que sejam impróprios para consumo humano. Adicionalmente, o artigo 17.º do mesmo Regulamento estabelece que os operadores do setor alimentar são responsáveis por garantir o cumprimento dos requisitos legais de segurança alimentar. Solicito, com caráter de urgência, a devolução do meu dinheiro, bem como um esclarecimento para a ausência de resposta às minhas reclamações anteriores.
Artigo com problemas
Solicito que esta situação seja tratada diretamente pela central da BlueBird, uma vez que a loja BlueBird do Arrábida Shopping deu o assunto como resolvido, ocultando, no meu entendimento, a real dimensão do ocorrido. Adquiri um relógio num domingo e, logo na terça-feira seguinte, o artigo começou a apresentar um defeito grave e visível, atrasando continuamente as horas e retrocedendo o horário de forma recorrente. Dentro do prazo de 7 dias após a compra, dirigi-me à loja para reportar a avaria e solicitar uma solução. No momento da entrega do relógio para garantia, solicitei o reembolso do valor pago, uma vez que o defeito surgiu poucos dias após a compra. No entanto, mesmo após a loja constatar e assumir a avaria, foi-me dito que o reembolso não seria possível devido às políticas internas da empresa. Perante essa recusa, foram-me apresentadas duas opções: receber crédito em loja ou aguardar a substituição por um artigo totalmente novo. Como me foi garantido que seria entregue um relógio novo, optei por essa solução. Caso me tivesse sido informado que não se trataria de um artigo totalmente novo, teria escolhido o crédito em loja e utilizado esse valor para adquirir um modelo de gama superior, pagando a diferença necessária. A colaboradora Fátima recebeu o relógio, averiguou o defeito apresentado e ficou com o artigo após constatar a situação. Ou seja, o relógio foi entregue à loja com uma avaria visível, confirmada no momento pela própria funcionária. Eu estava acompanhado por testemunhas tanto no dia da compra como no dia em que levei o relógio para reportar a avaria. Na ocasião, foi-me comunicado que o relógio seria substituído por um artigo novo, tendo ainda sido indicado que se tratava do último artigo disponível no país. Foi-me pedido que aguardasse a chegada desse novo artigo. Inicialmente, foi dado o prazo até quarta-feira. Depois, o prazo foi prolongado para sexta-feira e, posteriormente, para segunda-feira. Após toda esta espera, desloquei-me novamente à loja no dia 22/06/2026 para levantar o relógio. Nesse momento, estava acompanhado por outras duas testemunhas. Antes de aceitar o artigo, perguntei novamente se se tratava de um relógio totalmente novo. A resposta foi afirmativa. Além disso, quando mencionei que seria necessário ajustar a pulseira ao meu pulso, foi-me dito o seguinte: "Não é necessário, usamos a sua antiga para ajustar o seu novo artigo." Esta frase foi ouvida pelas duas pessoas que estavam comigo. Ou seja, foi reforçada novamente a ideia de que eu estava a receber um artigo novo, sendo apenas aproveitada a pulseira anterior para ajuste. Posteriormente, recebi uma chamada da colaboradora Érica, na qual me foi dito que eu teria sido avisado de que apenas seria trocada a caixa do relógio e não a pulseira. Essa informação nunca me foi comunicada. Pelo contrário, em todos os momentos me foi transmitido que receberia um artigo totalmente novo. Durante essa chamada, senti-me profundamente desrespeitado pela forma como a colaboradora conduziu a conversa, dando a entender que eu estaria a faltar à verdade sobre o ocorrido, bem como todas as pessoas que estavam comigo nos diferentes momentos do processo. Essa postura é inaceitável, especialmente porque existiram testemunhas no dia da compra, no dia em que reportei a avaria e no dia em que levantei o suposto novo artigo. Além disso, foi insinuado que o relógio poderia não ter apresentado defeito, o que é uma contradição evidente, uma vez que a própria loja recebeu o artigo, verificou a avaria, ficou com o relógio e deu seguimento ao processo de troca. Considero muito grave que agora seja apresentada uma versão diferente dos factos, especialmente quando existem testemunhas em momentos distintos: no dia da compra, no dia em que reportei a avaria e no dia em que levantei o suposto novo artigo. A situação torna-se ainda mais grave uma vez que recebi o relógio com vários riscos visíveis, incluindo um pequeno risco na caixa, o que reforça a minha preocupação de que não me tenha sido entregue um artigo totalmente novo, conforme havia sido comunicado. O que está em causa aqui não é o valor financeiro do relógio. Sou diretor de marketing de uma grande franquia em Portugal e compreendo perfeitamente a importância da relação entre marca, cliente e confiança. O que está em causa é a falta de clareza, a contradição nas informações prestadas, a tentativa de dar o caso como resolvido sem refletir a realidade dos factos e a forma desrespeitosa como fui tratado enquanto consumidor. Diante de tudo isto, solicito que a central da BlueBird analise cuidadosamente esta situação, ouça as partes envolvidas e reveja a forma como este processo foi conduzido pela loja do Arrábida Shopping. Reitero que não considero esta situação resolvida e aguardo uma resposta formal por parte da BlueBird.
Anel em más condições
Boa tarde, venho por este meio fazer reclamação tanto do produto quanto do atendimento efectuado na loja física da Pandora no Fórum Algarve. No dia 01/06/2026 foi comprado um anel no qual no momento do pagamento a funcionária referiu as seguintes palavras: "caso o anel danifique ou salte alguma pedra, venha cá com a fatura e nos trocamos". No dia 18/06/2026 eu dirigi-me a loja em questão com o anel totalmente oxidado e com falta de 2 pedras, após apresentar a factura de compra a funcionária respondeu que não poderia fazer a troca do anel porque estava "torto" e "oxidado" dando a razão que poderia ter acontecido isto por descuido meu ou excesso de força exercido, ao qual lhe respondi que não o fiz e que desde que o anel saiu da loja nunca apanhou água ou exerci força com ela, ao qual a funcionária se mostrou arrogante e não fez q troca do item.
Entregue produto diferente ao comprado
Exmos Senhores. Fiz a compra de um produto pelo vosso site, no entanto o produto que foi entregue não corresponde ao que comprei. Já fui por duas vezes à Worten de Telheiras os quais indicaram que já encaminharam a situação para o vendedor Marketplace - Cabos360, os quais já contatei e disseram que nada têm a ver com a situação e que o erro é da Worten, o mesmo diz a Worten que é um erro e responsabilidade da Cabos 360. Acontece que comprei um produto e foi enviado o produto errado. Nenhuma das empresas resolve a situação e empurram bola de um para o outro. Pretendo receber o que está mencionado no anúncio, e pelo valor que foi comprado. Agradeço que a situação seja encaminhada para a Worten ou a quem de direito, para além do mais que a pessoa com quem falei da cabos360 não tem qualquer tipo de educação. O produto foi recebido dia 15/06/2026, e pretendo resolução da situação com a maior brevidade possível pois necessito do produto. Em anexo prints do produto encomendado e foto do produto entregue. Cumprimentos e obrigado. Paulo Lima
Receção de produtos diferentes dos adquiridos – Autodoc
Encomenda nº 169981723 Data da encomenda: 03/06/2026 Exmos. Senhores, Efetuei uma encomenda na Autodoc que incluía dois faróis para Volkswagen Golf IV da marca Johns (referências 95 39 09-2 e 95 39 10-2), no valor de 78,49 € cada, e dois faróis para Volkswagen Caddy da marca HD (referências 2203188 e 2203189), no valor de 27,99 € cada. Contudo, recebi produtos diferentes dos que encomendei e pelos quais paguei. No caso dos faróis para Volkswagen Golf IV, recebi faróis da marca TYC com as referências 20-5386-08-2 e 20-5385-08-2. Estes produtos são vendidos pela própria Autodoc por cerca de 53,99 € e 51,49 €, valores inferiores aos dos faróis que adquiri. Após analisar os artigos recebidos, verifiquei que tanto os faróis como as respetivas embalagens são integralmente da marca TYC. Existe apenas uma etiqueta exterior com a referência Johns colada junto da etiqueta original da TYC. Além disso, confirmei através das imagens e informações disponibilizadas no próprio site que os faróis Johns que encomendei são fabricados e embalados pela Johns, não correspondendo aos produtos que me foram enviados. Relativamente aos faróis para Volkswagen Caddy, recebi os modelos TYC com as referências 19-0622-05-2 e 19-0621-05-2, atualmente disponíveis no site por 27,49€ cada. Mais uma vez, os produtos recebidos não correspondem aos anunciados e adquiridos, sendo visualmente diferentes e apresentando características distintas das que me levaram a escolhê-los. Nunca fui informado nem dei qualquer consentimento para substituição de marca, fabricante, referência ou características dos produtos encomendados. Depois de apresentar reclamação, fui informado de que alegadamente se tratou de um erro de embalamento. No entanto, tenho dificuldade em aceitar essa explicação, uma vez que os próprios faróis e as respetivas embalagens são da marca TYC, não se tratando apenas de uma troca de caixas ou etiquetas. Durante os contactos telefónicos efetuados para tentar resolver a situação, fui várias vezes interrompido enquanto expunha os factos e o meu descontentamento. Num dos contactos, a chamada foi terminada pela colaboradora após eu ter explicado a situação, o que agravou ainda mais o meu desagrado e dificultou a procura de uma solução. A única solução apresentada pela empresa foi a devolução dos artigos, obrigando-me a embalar os produtos, imprimir etiquetas e enviar os artigos para posterior verificação pela própria empresa, ficando o reembolso dependente dessa análise. Quero deixar claro que não me recuso a devolver os produtos recebidos. Não tenho qualquer interesse em ficar com eles porque não correspondem ao que encomendei. No entanto, não considero justo que todo o trabalho, incómodo e risco da resolução desta situação recaia sobre mim quando o erro não foi da minha responsabilidade. Além disso, neste momento não tenho confiança suficiente para enviar os artigos sem antes ter uma garantia efetiva de que receberei os produtos corretos ou o reembolso integral dos valores pagos. Já fui prejudicado uma vez ao receber artigos diferentes dos que adquiri e, por esse motivo, não me sinto confortável em assumir novamente todo o risco do processo. Acresce que uma colaboradora da Autodoc afirmou que a empresa não mantém na sua posse valores que pertencem aos seus clientes. Essa afirmação causou-me estranheza, uma vez que paguei por determinados produtos e recebi outros diferentes, sendo alguns deles de valor inferior aos artigos efetivamente adquiridos. Os artigos recebidos encontram-se guardados e disponíveis para devolução. Não pretendo ficar com produtos que não correspondem ao que encomendei, pretendendo apenas que a situação seja resolvida através do envio dos artigos efetivamente adquiridos ou do reembolso integral dos valores pagos. Considero que recebi produtos diferentes dos contratados, de marca, fabricante, referências e características distintas das anunciadas no momento da compra, sem qualquer informação prévia ou consentimento da minha parte. Pretendo apenas receber os produtos que efetivamente encomendei ou, em alternativa, obter o reembolso integral dos valores pagos, sem quaisquer custos, encargos ou inconvenientes adicionais resultantes de uma situação pela qual não sou responsável. Junto documentação e fotografias dos produtos encomendados, dos produtos recebidos e das respetivas embalagens, de forma a comprovar os factos descritos. Cumprimentos.
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