Reclamações públicas
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Cancelamento de concerto sem reembolso
Venho por este meio apresentar denúncia contra a entidade promotora Live LS (www.live-ls.com) Empresa: Destinos e Profecias Unipessoal LDA NIF: 516962434 Email de contacto: info@live-ls.com(https://www.live-ls.com/), pelos seguintes factos: Adquiri um ingresso no valor de 100€ para um espetáculo do artista Ivan Lins agendado para o dia 17 de janeiro de 2026, promovido pela referida entidade. Ao tomar conhecimento do cancelamento do espetáculo, enviei um e-mail no dia 10 de janeiro de 2026 a solicitar a devolução do valor pago pelo ingresso. No dia 12 de janeiro de 2026, recebi resposta da entidade promotora confirmando o pedido de reembolso e informando que o pagamento seria efetuado no prazo de 15 dias úteis. Contudo, o referido prazo decorreu sem que o valor tivesse sido devolvido. No dia 30 de janeiro de 2026, voltei a contactar a entidade a solicitar esclarecimentos e a cobrança do montante em dívida. Foi-me então comunicado que o pagamento seria efetuado, mas, quando solicitei a indicação de um prazo concreto, informaram que não poderiam fixar qualquer data para o reembolso. O pagamento não foi realizado. No dia 05 de fevereiro de 2026, enviei novo e-mail a reiterar o pedido de devolução do valor, não tendo, até à presente data, obtido qualquer resposta. Em 02 de março de 2026 enviei e-mail ao serviço de Inspeção-Geral das Atividades Culturais, para solicitar orientação e apoio. Reitero ainda que a empresa Live Ls não possui Livro de Reclamações. Considero que esta situação configura um claro incumprimento da obrigação de reembolso por parte da entidade promotora, lesando os meus direitos enquanto consumidora, tanto mais que o espetáculo foi cancelado por iniciativa da organização e o reembolso foi expressamente reconhecido por escrito. Solicito apenas o que me é de direito, o reembolso do valor o mais breve possível.
Cartão easyjetplus
Fiz a renovação do cartão easyjetplus através do site da easyjet, e procedi ao seu pagamento através do cartão Unibanco. Quando acedo a minha conta easyjet aparece a informação que o cartão não tem pagamento feito, isto foi em Dezembro. Ando há 3 meses a reclamar junto do apoio ao cliente da easyjet e o assunto ainda continua por resolver. Pediram me comprovativos de pagamento do Unibanco, que já enviei e continuo à espera da resolução. A easyjet responde que o cartão está ativo mas na minha conta easyjet continua informačao que o cartão está expirado, e não o posso utilizar nos voos que vou realizando. Agora dizem o assunto está a ser analisado no departamento de gestão, e não resolvem.
produtos não recebidos
No dia 13 de março de 2026, fiz um pedido através da aplicação Glovo no restaurante Poke Bowl. Pedi uma salada e uma bebida. O produto chegou em que faltava um dos ingredientes (pelo qual paguei mais) e a bebida. Abri uma reclamação através da aplicação, e recusaram-se a reembolsar-me pelo que paguei e não recebi. A Glovo tem todas as fotos e provas que enviei.
Cobrança não autorizada – pedido de cancelamento e reembolso
Olá, Verifiquei no meu extrato uma cobrança de 18,00€ com a descrição CASH.PRIVICOMPRAS. Eu não autorizei nenhuma assinatura nem fiz cadastro nesse serviço. Solicito o cancelamento imediato da conta/assinatura associada aos meus dados e também o reembolso do valor cobrado. Caso contrário, irei apresentar reclamação junto ao meu banco e às entidades de defesa do consumidor. Aguardo resolução com urgência.
Vendem pilhas erradas e ainda recusam a troca/devolução
Boa tarde. No dia 08/03/2026 ao início da tarde dirigi-me à loja Colombo para duplicar chaves e comprar pilhas para o comando da garagem. Eu perguntei se tinham pilhas recarregáveis e o vosso colaborador disse que sim. Eu pedi para duplicarem 4 chaves e pedi 2 pilhas recarregáveis para o comando da garagem. O vosso colaborador entregou-me as pilhas e foi fazer a duplicação das chaves. Enquanto eu esperava olhei para as pilhas e perguntei se eram recarregáveis. O vosso colaborador disse que sim e eu acreditei. Eu recebi as chaves, paguei e fui embora. Quando cheguei a casa apenas uma das chaves estava a funcionar. Além disso, confirmei que as pilhas não eram recarregáveis. No dia seguinte regressei à loja do Colombo ao fim do dia de trabalho e fui atendido por outro colaborador. Eu apresentei as chaves e ele retificou. Eu expliquei o sucedido em relação às pilhas e ele disse que precisava de telefonar, pedindo-me desculpa. Após o telefonema, ele disse-me que tinha falado com o colega e que ele disse que não era para devolver as pilhas. Gostava de saber como posso resolver esta situação. Muito obrigado. Cumprimentos,
Reparações não foram realizadas
Assunto: Reclamação – Ar Condicionados Adquiridos na Loja do Maia Shopping Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra e instalação de três aparelhos de ar condicionado adquiridos na vossa loja do Maia Shopping, no dia 5 de julho de 2025. Resumo dos factos: 1. Dos três aparelhos adquiridos, apenas dois foram instalados em setembro de 2025. O terceiro nunca foi instalado, uma vez que se extraviou entre o fornecedor e a empresa responsável pela instalação. 2. Em dezembro de 2025, os dois aparelhos instalados começaram a apresentar mau funcionamento e, em janeiro de 2026, um deles deixou de funcionar completamente. 3. Dirigi-me à loja para apresentar a reclamação. Foi enviado um técnico, que informou que não poderia resolver a situação, alegando que o problema era da empresa que efetuou a instalação. Fui informado de que seria contactado, o que não ocorreu. 4. Em fevereiro de 2026, voltei à loja, foi aberto um novo processo, e novamente fui informado de que seria contactado. Fui contactado, mas a vossa equipa entendeu tratar-se de uma instalação, quando na realidade pretendia resolver o problema de funcionamento. Novamente, disseram que me contactariam, o que não aconteceu. 5. Em março de 2026, voltei à loja mais uma vez e fui informado de que seria contactado. Até à data, continua sem qualquer resolução, permanecendo em minha casa dois aparelhos de ar condicionado avariados. Dada a situação, exijo uma resolução urgente, seja através da reparação dos aparelhos ou da substituição dos mesmos, bem como uma compensação pelo atraso e transtorno causado. Aguardo uma resposta no prazo máximo de 10 dias úteis, sob pena de recorrer aos meios legais adequados, incluindo a Direção-Geral do Consumidor. Com os melhores cumprimentos, Sofia Renata Pinto da Costa Barbosa Rua da Felgueira, nº476 972710789 sofiarenata@hotmail.com 14/03/2026
Encomenda não entregue e não reembolsada
No dia 27/02/2026, realizei o pedido n.º 101581697453 no KFC através da aplicação Glovo, no valor de 20,28€. O pedido foi marcado como "entregue" na aplicação, porém a comida nunca me foi entregue. Factos da ocorrência: Após verificar que o pedido não tinha chegado, entrei em contacto telefónico com o restaurante KFC, que confirmou que a comida ainda se encontrava no restaurante e que o estafeta da Glovo nunca apareceu para fazer a recolha. O restaurante informou ainda que não estava a conseguir contactar o suporte da Glovo para solicitar o envio de um novo estafeta. Eu próprio tentei contactar o apoio ao cliente da Glovo e demorei bastante tempo até conseguir ser atendido. Quando finalmente consegui falar com o suporte, expliquei toda a situação e sugeri uma solução simples: atribuir um novo estafeta para recolher a comida que já estava pronta no restaurante. No entanto, a operadora recusou-se a fazê-lo, alegando que o sistema já tinha marcado o pedido como "entregue". Posteriormente, a Glovo recusou também o reembolso, limitando-se a afirmar que a situação não se enquadra nos seus "requisitos internos", recusando explicar quais são esses critérios. Para esclarecer a situação, enviei também um email para o KFC, tendo recebido resposta por escrito a confirmar que o meu pedido nunca foi levantado pelo estafeta da Glovo. Mesmo perante a confirmação do próprio restaurante, a Glovo mantém a recusa em proceder ao reembolso, continuando apenas a invocar "requisitos internos", os quais dizem não ter obrigação de explicar. Esta situação é inadmissível, uma vez que estou a ser cobrado por um serviço que nunca foi prestado. Nos termos da Lei n.º 24/96 e do Decreto-Lei n.º 84/2021, o fornecedor do serviço é responsável pela correta entrega do produto ao consumidor. Procedimentos ou "análises de sistema" internas não se sobrepõem à legislação portuguesa nem aos direitos do consumidor. Assim, exijo o reembolso imediato do valor pago, no montante de 20,28€.
Edreams não emite fatura com VAT number
Quando realizei uma reserva de voos, a 7 de março, adicionei os dados da minha empresa no pedido de invoice, incluindo o VAT number. Recebi hoje o invoice 2026-SAL7-004494993 e apenas contém o nome da empresa, sem VAT number. Hoje ainda, fiz uma segunda compra e na interface das my trips, cliquei na opção para pedir um invoice e foi feito um pedido direto de invoice, sem haver qualquer campo de preenchimento de dados da minha empresa, incluindo VAT number. Estive longos minutos no chat de suporte, primeiro com AI, depois finalmente com um humano, e foi-me recusada a alteração dos dados do invoice, com o argumento de que é gerado pelo sistema e que não é possível fazer alterações ou adicionar um vat number. Chamei a atenção para a documentação https://help.nz.edreams.com/hc/en-nz/articles/18969469643538-What-information-appears-on-an-invoice que no caso de B2B (business to business) "a) The issue of an invoice is only mandatory to B2B customers who request an invoice and have indicated their VAT number to the travel agent. However, the Company has voluntarily decided to issue invoices also to its B2C customers." mas o agente de suporte continuou a deixar a mesma informação. Chamei ainda a atenção que a falta de emissão de fatura por um serviço adquiriro é ilegal, em portugal e espanha. Tentarei contactar por telefone o manager do suporte, para o qual me foi fornecido o contacto telefónico.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio relativamente a uma situação com a empresa On That Ass. Recebi comunicações de cobrança no valor de 11,99 €, alegando uma subscrição mensal de boxers. No entanto, informo que não fui eu quem realizou qualquer pedido ou subscrição no referido site. Na altura em que tive conhecimento desta situação, comuniquei imediatamente à empresa que fui vítima de acesso indevido/hackeamento, tendo existido utilização dos meus dados sem a minha autorização. Acresce ainda que nunca recebi qualquer produto, incluindo o alegado boxer gratuito inicial que a empresa anuncia para experimentar. Apesar de já ter explicado a situação, continuo a receber e-mails com avisos de pagamento em atraso e ameaças de aplicação de taxas adicionais e eventual envio da alegada dívida para uma empresa de cobranças. Considero esta cobrança indevida, uma vez que: • Não autorizei qualquer contrato ou subscrição; • Não recebi qualquer produto; • Já informei a empresa de que os meus dados poderão ter sido utilizados sem o meu consentimento. Desta forma, solicito a vossa ajuda para a resolução desta situação, nomeadamente no sentido de obter: • O cancelamento imediato de qualquer conta ou subscrição associada aos meus dados; • A anulação da cobrança de 11,99 €; • A cessação de quaisquer comunicações de cobrança relativas a esta situação. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste caso.
Erro de informação
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma queixa relativa ao ginásio TopFit, devido a uma situação que considero injusta e potencialmente irregular no âmbito do meu contrato de adesão. No momento da minha inscrição no ginásio, foi-me informado que o pagamento das mensalidades seria efetuado através de débito direto. Para esse efeito, forneci o meu IBAN, de modo a que o mesmo fosse associado ao contrato e permitisse a cobrança automática das mensalidades. Contudo, ao analisar posteriormente o contrato de adesão que assinei, verifiquei que existe uma autorização de débito direto, mas não consta no documento qualquer IBAN associado. Assim, parti do princípio de que o ginásio teria tratado internamente da associação do meu IBAN ao sistema de débito direto, conforme combinado no momento da inscrição. Mais tarde, fui surpreendido ao tomar conhecimento de que existia uma alegada dívida acumulada no valor de 372,50€, sem que tivesse sido previamente informado de qualquer falha de pagamento ou notificado para regularizar a situação. Em nenhum momento recebi comunicações claras a alertar para a existência desta dívida ou para eventuais mensalidades em atraso. Perante esta situação, solicitei ao ginásio o cancelamento do contrato, mas fui informada de que não seria possível proceder ao cancelamento. No entanto, após rever o contrato de adesão, não encontrei qualquer cláusula clara que impeça o cancelamento mesmo existindo uma fidelização de 24 meses. Assim, considero que existem vários aspetos que levantam dúvidas e que merecem análise, nomeadamente: - O facto de ter sido acordado o pagamento por débito direto, tendo eu fornecido o meu IBAN para esse efeito; - A existência de uma autorização de débito direto no contrato sem identificação do IBAN, o que gera dúvidas sobre a correta formalização do método de pagamento; - A ausência de comunicação prévia relativamente à alegada dívida acumulada; Desta forma, venho solicitar o apoio da DECO Proteste para avaliar a legalidade desta situação, esclarecer os meus direitos enquanto consumidor e, se possível, apoiar na resolução deste conflito com o referido ginásio, incluindo a eventual anulação da dívida apresentada(no qual já paguei porque assim obrigaram) e o cancelamento do contrato. Em anexo envio o contrato e o valor desses meses que não retiraram do iban que forneci, como prova de toda a situação. Agradeço desde já a vossa atenção e fico a aguardar orientação sobre os próximos passos a tomar. Com os melhores cumprimentos, Ascensão de Olim Viveiros
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