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Código desconto diz expirado mas está dentro da validade
Foi efetuada uma compra com o número 25892687, onde supostamente gerou um código de desconto de cashback com a campanha de black friday. Eu recebi esse código de desconto via e-mail para usar numa segunda compra ate 25/12/2025. Estou a tentar há vários dias efetuar esta segunda compra com a colocação do código para desconto do valor, e o código não é aceite, diz expirado ou inexistente. A verdade é que os dias estão a passar e a validade termina a 25/12/2025. Não atendem o telefone de contacto geral de apoio ao cliente, por várias tentativas de contacto, nem me respondem aos vários e-mails de pedido de esclarecimento deste assunto. Esse cashback de 20€ ganho na compra anterior é meu por direito à campanha que estava a decorrer, tanto é que recebi o código de desconto no meu e-mail ao dia 04/12/2025 para poder usar até dia 25/12/2025, e com esta falta de resolução tenho receio que a data de validade termine e perco o meu desconto de cashback.
Levantamento sem resposta
Boa tarde. Venho reclamar o levantamento que me são devidos desde 01/12/2025. Apesar da conta já estar validada, continuam a exigir documentos sucessivos, tornando impossível concluir o processo e evitando o pagamento dos prémios. O apoio ao cliente é ineficaz. Peço ajuda para a regularização imediata do pagamento em atraso.
Levantamento
Efetuei vários depósitos, sem problema. Felizmente lucrei algum dinheiro e submeti o levantamento do dinheiro que tinha no saldo. No entanto, foram solicitados alguns documentos e já enviei. Estou há mais de 72h sem resposta e não consigo falar com ninguém. Inclusive já enviei aos emails e continuo sem resposta. Ao consultar,o feedback desta casa reparo que existe várias queixas com o mesmo propósito. Como ainda é um valor elevado estou preocupado que não receba o meu dinheiro.
Cobrança de alegado dano ao carro indevidamente
Exmos senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação contra a empresa de aluguer de automóveis SIXT. No dia 12 de setembro de 2025 aluguei um carro Opel moka na referida empresa, foi levantado nesse dia e entregue a 14 de setembro de 2025, perfazendo cerca de 2 dias na minha posse. O carro foi deixado no aeroporto sem danos ou quaisquer alterações de novo em relação ao momento em que foi levantado, tal como podem verificar no documento de entrega do carro processado pela empresa, o qual refere que não foram identificados novos danos no veículo. Mais acrescento que no momento do aluguer do carro junto da funcionária da empresa foi incluído um seguro contra todos os riscos. No passado dia 24/11 é apresentada uma fatura de oficina e realizado um débito direto da minha conta na importância de 2161,52 € alegando uma suposta avaria na embraiagem, supostamente causada por mim durante a utilização do carro há 2 meses atrás. Este débito foi realizado da minha conta sem um contacto telefónico prévio com uma explicação ou solicitação de qualquer tipo de autorização de pagamento! Note-se que o carro foi devolvido a 14 de setembro de 2025 e apenas 2 meses depois, a 13 de novembro de 2025 é que o carro foi intervencionado numa oficina, passados 2 meses de o ter utilizado! Apenas no dia 17/11 é enviado um email a informar que foram encontrados novos danos num veículo que foi devolvido há 2 meses sem danos identificados nem sinais de mau funcionamento aquando da sua utilização! Uma embraiagem é uma peça que se desgasta com o tempo, não em menos de 2 dias de utilização e poucos quilómetros, para além disso o carro não apresentou quaisquer problemas durante o período em que esteve na minha posse. Por fim, para além do valor avultado levantado da minha conta sem autorização e da errada responsabilização pela alegada avaria, na fatura da oficina aparecem ainda discriminadas intervenções que em nada se relacionam com a troca de uma embraiagem. Em anexo coloco todos os documentos enviados pela empresa que após o contacto e exposição desta situação continua a afirmar que mantém a sua posição. Agradeço profundamente o processamento desta reclamação. Grata pela atenção, Maria Lopes
BacanaPlay violação da lei e alteração de condições de bónus
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o operador de jogo online BacanaPlay, devido a práticas que considero injustas, enganosas e lesivas dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 29/11/2025, aderi à promoção “50% Cashback até 200€”, na qual estava claramente indicado que o rollover necessário era de 1x o valor do bónus. Aceitei a oferta, efetuei os depósitos e realizei apostas cumprindo integralmente as condições apresentadas. Após isso, obtive ganhos legítimos que totalizam €1.354. Contudo, após cumprir o rollover e tentar levantar os meus ganhos, o sistema passou a exigir um rollover de 6000x, totalmente diferente do que foi publicitado. Ao contactar o suporte, foi-me confirmado que se tratava de um erro interno na configuração da promoção. Apesar de reconhecerem o erro, a BacanaPlay recusa-se a libertar os meus ganhos e apresentou apenas duas opções injustas: 1. aceitar novamente €200 com rollover de 1x, anulando os ganhos reais; ou 2. manter os €1.354, mas com um rollover artificial e retroativo de 5900 pontos, imposto após o jogo já ter sido realizado. Ambas as alternativas violam os meus direitos e representam uma alteração retroativa das condições da promoção, o que é contrário à Lei de Defesa do Consumidor, ao Regime das Práticas Comerciais Desleais e às obrigações impostas pelo Regime Jurídico dos Jogos Online. . Assim, considero que a BacanaPlay: • não cumpriu as condições promocionais publicitadas; • alterou retroativamente regras já concluídas; • reteve indevidamente fundos que me pertencem; • apresentou propostas manipuladoras para evitar o pagamento dos ganhos; • violou os princípios de boa-fé, transparência e lealdade contratual. Tendo cumprido todas as condições da promoção tal como foram apresentadas, exijo que os meus ganhos sejam libertados sem condições adicionais. Solicito a intervenção da DECO para mediar este conflito e garantir os meus direitos enquanto consumidor.
Maus tratos na fila Wonderland lisboa
Venho por este meio fazer uma reclamação acerca do dia de ontem no wonderland Lisboa. Estou grávida de 6 meses , estava acompanhada por duas crianças, meus filhos , no qual andamos na roda gigante , eles andaram na cadeira giratória e sempre me cederam a passagem de prioritária devido ao facto de estar grávida , quando foram para andar no trampolim , solicitei ao rapaz que os meus filhos passagem devido a minha condição física , no qual me pediu que aguarda se , assim o fiz, enquanto o fiz, uma senhora de idade , um homem com idade para ser meu pai e uma rapariga de 20 e poucos anos começaram-me a maltratar a dizer que estava a usar a minha gravidez para passar a frente de pessoas que estavam ali a horas , que se assim fosse iam colocar uma almofada na barriga e iriam para a fila assim , que eu não indo andar que não tinha prioridade nenhuma e se não me "aguentava" fosse outro dia , onde entretanto chega um responsável suponho e me questiona o que se passa se eu não estou acompanha pelo meu marido para ele ir para a fila por mim. Acho uma situação lamentável do ser humano , do mais baixo nível que pode haver , dirigirem-se assim a uma GRAVIDA com duas crianças . Estando assim na fila 40 minutos e nesse período de tempo essas mesmas pessoas a maltratarem-me e ninguém em situação alguma seja colaboradores da wonderlandlisboa ou qualquer outra pessoa foi capaz de fazer alguma coisa perante a situação em si. Lá me cederam a passagem porque é um DIREITO MEU e como disse em cima, as pessoas continuaram a fazer comentários maldosos , sem educação, sem boa fé , sem credibilidade, sem fundamento e sem saber o que falam. Quero deixar aqui escrito que é uma vergonha a situação de ontem e que eu iria ter muita vergonha de agir assim com alguém. É obvio que eu tendo prioridade e com uma barriga enorme acompanhada por crianças que irei passar na fila , como passo em tantas outras porque é a lei . Não tenho que estar 3 Horas numa fila pois a minha condição física não é igual a das restantes pessoas e ninguém teve isso em consideração
Venda de pacotes fraudulenta
Venho por este meio solicitar a devolução, em dinheiro (atual valor comercial), dos 3 pacotes registados na Área deCliente do Odisseias. Quando decidi utilizar os pacotes comprados, verifiquei que se trata de um esquema fraudulento disfarçado. Os pacotes em especifico são os 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500 Hotéis' e 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', contudo, esta situação deve-se verificar com outros. Na compra dos pacotes verifiquei que estava incluído: duas noites, no caso do pacote 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500Hotéis' e, uma noite no caso do pacote 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', no Évora Hotel. Quando tentei efetuar a reserva, quer num pacote quer noutro, verifico que me é exigido o pagamento de um 'Upgrade', termo utilizado pelos próprios, de 88 euros, no caso do pacote com as duas noites e 37 euros no caso do pacote com uma noite. Desloquei-me ao balcão da Odisseias no Norteshopping para reclamar e foi me dito que não tinham livro de reclamações físico porque não precisavam e, tinha de efetuar a reclamação online. Logo aqui fiquei bastante desconfiado sobre a veracidade da informação. Para além disso, a menina referiu que já tinham ocorrido erros de marcação de Hotéis com estes pacotes referidos, e que tinha de ligar para a linha de apoio. No dia seguinte, entrei em contacto com a linha de apoio e disseram me que é assim que funciona, pode ser cobrado o valor do tal 'Upgrade', sempre que a Odisseias assim entender, e referiu o ponto 'i' dos termos e condições: " "PACK", “E-PACK” ou “E-VOUCHER” – MARCAÇÃO, RESERVA E REALIZAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS i. O voucher é válido de acordo com a disponibilidade de cada parceiro (dias de semana e/ou fins de semana). Para mais informações, consulte a disponibilidade de cada parceiro no site www.odisseias.com ou diretamente com o parceiro. Devido ao elevado número de reservas para fins de semana, feriados e períodos de época alta, recomendamos que realize a sua marcação com a maior antecedência possível. Poderão inclusivamente, em alguns parceiros, ser cobrados custos adicionais de acordo com o período de reserva escolhido e não contratado para as ofertas de estadias " Ora, no voucher, só refere que poderão ser cobrado valores adicionais em época alta, de março a setembro, e, dependendo do parceiro, em determinados períodos. Ao telefone com o Évora Hotel, este indicou que as datas entre 2 e 5 de dezembro de 2025, não eram consideradas para nenhuma das situações e não existia alteração de valor da noite. Novamente em contacto com a linha de apoio, a menina referiu que essas datas são estipuladas pela Odisseias, e que este valor de 'Upgrade', se a odisseias assim o entender, pode ser sempre solicitado seja em fevereiro, novembro ou outro altura do ano qualquer. Conclusão, o valor da reserva efetuada diretamente no Hotel fica bastante mais económica. O Hotel incluído no voucher, só se pode utilizar se pagar um valor adicional, contudo, não está escrito em nenhum local quais as datas em que este valor pode ser cobrada. Que é como quem diz, é como a Odisseias quiser, e pode ser o ano todo. Isto é um esquema claro e inequívoco de vender gato por lebre, uma vez que os Hotéis com melhor cotação, 4 e 5 estrelas, tem todos um valor adicionar para reservar. Quero o valor dos meus pacotes, pode ser o valor comercial atual mesmo que seja inferior, mas não quero ter nada que ver com este esquema montado pela Odisseias. Em anexo segue a reclamação efetuada no livro de reclamações online.
Apoio ao cliente
Exmo(a) Senhor(a), Escrevo para formalizar uma reclamação referente à reserva de voo 40-80105835 para Lisboa/Roma - Roma/Lisboa efetuada através da Booking. Ao realizar a reserva para 3 pessoas, inseri os nomes completos de todos os passageiros. Contudo, no momento do check-in, verifiquei que o meu nome estava incompleto (apenas primeiro e último nome), enquanto os outros dois estavam corretos. Achei estranho, uma vez que este é o nome que consta no meu registo da Booking. Antes da viagem, telefonei para a booking, por duas vezes, e também solicitei uma investigação cabal da situação. Como não recebi número de caso referênte à reclamação apresentada decidi expor a situação por e-mail. À qual me responderam que deveria ligar para o número 308805835. Quando liguei para este número a agente pediu-me para esperar alguns minutos, e informou-me que os logs foram analisados enquanto eu estava à espera, e que apenas o meu primeiro e último nome constavam nos registos, o que considero uma resposta superficial e tecnicamente impossível de ser verificada em minutos A agente tem acesso ao nome que o sistema integrou, a agente certamente não tem acesso a como o nome foi integrado no sistema, ou seja o nome foi integrado pelo que foi escrito manualmente, ou pelo nome que constava inicialmente na base de dados? Este tipo de informação não está disponível aos agentes do apoio ao cliente, o departamento de informática é o departamento adequado para avaliar este tipo de discrepâncias. Neste tipo de situação é necessária uma análise informática aprofundada, como qual a origem dos dados (base de dados ou inserção manual do nome) e os registos de auditoria/logs. Não estou a reclamar do valor pago pela alteração, mas sim pela falta de vontade e esforço para investigar uma possível falha sistema, como bug de software, problema de integração de dados ou corrupção de dados, que é possível em sistemas informáticos. Eu sei que os agentes com quem eu falei não poderiam fazer a análise requerida, mas demitiram-se da sua responsabilidade de encaminhar o assunto para o departamento adequado. Os agentes simplesmente assumiram que o cliente escreveu o nome incompleto. A minha solicitação foi para que uma investigação cabal fosse realizada, o que não aconteceu. A terceira agente também disse que iria enviar os "logs" que analisou, mas até à data ainda não os recebi. Solicito, por este meio, uma investigação técnica aprofundada para apurar a causa exata desta discrepância, e não uma simples confirmação da informação que me foi dada por telefone. A Booking tem a responsabilidade de garantir a integridade dos dados das reservas e de investigar possíveis falhas nos seus sistemas, e esclarecer como os dados pessoais dos passageiros são integrados no sistema. Aguardo uma resposta com o número do processo e um compromisso de análise técnica detalhada. Com os melhores cumprimentos.
Instalações, Recursos e Serviços Deficitários e Perigosos
Caros, Venho pelo presente meio apresentar reclamação relativa ao estado deplorável e inadmissível das instalações e serviços prestados no Solinca Colombo. Uma vez que a Solinca não resolve estas situações no seguimento das reclamações apresentadas pelos utilizadores através dos seus sistemas internos de reclamações, talvez a única forma de o fazer é através da apresentação de reclamação por meios externos de reclamações. A única intenção é essa, que as situações que irei expor sejam resolvidas. Como não foram através dos meios internos “discretos”, não resta outra opção senão reclamar de forma pública. Estive, por mais de um ano, impossibilitado de frequentar o Solinca Colombo e, quando acerca de 3 semanas o voltei a frequentar, qual não é o meu espanto com o estado deplorável e inadmissível das instalações e serviços prestados. Deparei-me com um cenário em que: 1) Nenhuma esteira, máquina de braços e bicicleta elíptica tem internet (o que implica também não ter televisão). Justificação que me foi dada por um dos instrutores: as obras e picaretagens a decorrer (ou, que decorreram) no Colombo. Questiono eu: E o que estão a fazer para restabelecer a internet nas instalações? Já há mais de 1 ano que havia várias máquinas sem internet e, agora, nenhuma tem. Quando vão restabelecer a internet? Há 1 mês, ou mais, que não há sinal de alguma coisa estar a ser feita para o restabelecimento. 2) A sauna masculina encontra-se num estado de degradação e decadência inenarráveis. Não só apenas uma das duas resistências que aquece o espaço está ligada (a outra encontra-se permanentemente desligada), o que torna a sauna ineficaz para os propósitos aos quais deveria servir, uma vez que meia sauna não é uma sauna, bem como as estruturas de madeira para os utilizadores se sentarem encontram-se quase inutilizáveis. A bancada superior, para quem entra, encontra-se totalmente partida e inutilizável, e a bancada inferior, à esquerda de quem entra, está a partir-se e a desfazer-se a olho nu. Perante este cenário, não é possível confiar na segurança de nenhuma parte das estruturas de madeira. Esta situação não só constitui um claro desrespeito por quem paga uma mensalidade que pressupõe serviços, recursos e instalações a funcionarem em plenas condições, como constitui um flagrante e seríssimo risco para a integridade física dos utilizadores da sauna masculina. Todos os utilizadores que questionei e que apresentaram reclamação deste (e dos outros factos que expus) à Solinca Colombo pelos seus meios internos de apresentação de reclamações, responderam-me a mesma coisa – que a Solinca justifica o não fazer reparações nenhumas nas máquinas do Piso 2 e na sauna masculina no Piso 1 com o facto de que, supostamente, lá para o final de 2026, irão abrir novas instalações no Colombo, pelo que, não estão dispostos a fazer nenhumas obras, reparações ou qualquer coisa do género nas instalações atuais. Perante esta dita justificação, questiono eu: O que uma coisa tem que ver com a outra? Como é que o (alegado) facto de virem a existir novas instalações no futuro justifica não se ter as atuais instalações a funcionar em pleno? Eu (e, por extensão, todos os outros utilizadores) pago uma mensalidade por inteiro, uma mensalidade que pressupõem que tudo nas instalações esteja a funcionar em pleno, não a meio ou a um quarto de gás. Aliás, mensalidades essas cujo valor, anualmente, não pára de aumentar, ao contrário da qualidade dos serviços e recursos oferecidos pela Solinca Colombo, os quais não param de diminuir sem que a Solina Colombo faça coisa alguma a respeito. Se não querem fazer quaisquer reparações e ter as instalações a funcionar em pleno, ou façam o respetivo e equivalente desconto na mensalidade dos utilizadores, ou então fechem as instalações até que abram as novas no Colombo, e permitam que os utilizadores tenham acesso a outros clubes Solinca, em Lisboa, que tenham sauna e demais instalações a funcionar em pleno. E se um acidente grave acontecer na sauna masculina em resultado do atual estado deplorável e perigosíssimo dela? Se alguém se ferir gravemente por cair, ser perfurada por pregos ou cair em cima das chapas metálicas da estrutura que aquece a sauna, ou até chegar a ocorrer um acidente fatal, que justificação dará a Solinca Colombo à opinião pública de todo o país e perante um juiz em tribunal? Que não fez as devidas obras de reparação em danos por demais identificados e reclamados nas instalações (obras essas que acredito que levem apenas não mais que uma, no máximo, duas noites, a realizar) porque, supostamente, irão abrir novas instalações no final de 2026 e consideram que, por isso, não devem manter as atuais instalações a funcionar em pleno, sem risco para a integridade física e em concordância com a mensalidade que cobram? Que juiz irá dar razão a essa justificação? Onde é que isso está previsto no código penal português? O que uma coisa tem que ver com a outra? E será que alguém que queira usar sauna quereria tornar-se novo utilizador da Solinca Colombo se soubesse de antemão que a sauna não é sauna porque a Solinca Colombo não quer ter ambas as resistências ligadas e quer forçar os utilizadores a contentarem-se só com uma que não aquece o espaço ao nível de uma verdadeira sauna? E, mais, se também soubesse de antemão que a Solinca Colombo insiste (e vai continuar a insistir) em ter a sauna masculina a operar nessas condições mas que lhe vai cobrar a mensalidade como se a sauna estivesse a funcionar em pleno? Eu questiono: Quando é que a Solinca Colombo vai, de facto, na prática, resolver estas questões? Não é quando é que a Solinca diz que vai resolver, porque palavras leva-as o vento. A questão é muito simples e de suma importância: Quando é que a Solinca Colombo vai passar aos atos de resolver estas questões? Fico a aguardar não apenas uma simples resposta padrão vazia cheia de nada mais que intenções e palavras que não levam a nada. Espero, sinceramente, que esta reclamação (e, porventura, outras reclamações semelhantes de outros utilizadores) resulte em ações concretas por parte da Solinca Colombo que resolvam satisfatoriamente as situações expostas.
‘Poço - Quarto Obsoleto e de Risco, com Chuveiro em ‘Poço
Estou a apresentar uma reclamação sobre o alojamento ‘Samesame Coliving’, em Lisboa, cujo nome legal é Abelhinha Gulosa LDA, onde fui colocado num quarto denominado ‘Poco Room’, divulgado no site como ‘quarto conceptual’. As condições encontradas levantam sérias dúvidas sobre segurança, y higiene. O quarto tem um poço/chuveiro no meio da divisão, a poucos pés de uma tomada elétrica ativa, representando um risco evidente. A ventilação é insuficiente, existe cheiro a mofo, humidade excessiva e sinais claros de falta de manutenção. Senti-me mal devido ao odor e às más condições. Nas fotografias é até possível ver bolor verde. Tenho fotos e vídeos que comprovam a situação. Peço que a ASAE investigue urgentemente o cumprimento das normas de segurança e das práticas comerciais, dado que este quarto tem sido alugado há anos e gerado lucro nestas condições. Esta situação representa um perigo real para futuros hóspedes e exige intervenção imediata.
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