Reclamações públicas
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Débito direto indevido
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 5 de março de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 20 de março de 2026, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores. Ver menos
Pedido não recebido
Exmos senhores, no dia 19.03 efetuei um pedido pela app com o número 8BAC7, agendei a entrega para as 18.30 e não recebi a encomenda porém a indicação de pedido entregue. Ao contactar o apoio pela APP fui direcionada a ligar ao parceiro de entrega que me indicou que outra pessoa recebeu meu pedido. Em contacto com a APP a mesma efetuou um reembolso de 0.50 cêntimos para um pedido de quase 36€. Eram três pizzas para o aniversário da minha filha. Já tentei enviar novas reclamações pelo APP mas são sempre fechadas com a desculpa de que já foi efetuada o reembolso e devo regressar ao pedido aberto inicialmente, sendo que o mesmo já se encontra indisponível para qualquer edição. Fui lesada em mais de 39€ e a APP me envia um reembolso de 0.50 cêntimos e não me permite sequer reclamar. Quero ser devidamente ressarcida pelos transtornos.
eDreams prime
Comprei hoje na plataforma eDreams 1 bilhete de avião. Passado alguns minutos de receber o email de confirmação, recebi um email em que diz que aderi a subscrição prime e em que me vão retirar o valor de 89,99€. Eu não aderi a nada
Valor descontado sem consentimento
Venho por meio desse reclamar de um valor descontado sem consentimento do cliente, ao comprar uma passagem lhe oferecem um mês prime “gratuito” e para minha surpresa, menos de um mês depois descontaram 89,99 euros da minha conta, sem consentimento pois não me subscrevi e no sistema prime. Nos obrigam a colocar os dados na hora da compra e depois cobram subscrições inexistentes. Preciso desse valor de volta.
Reclamación por retraso de vuelo – Reglamento (CE) 261/2004
Estimados señores, Nos dirigimos a ustedes para presentar una reclamación en relación con el vuelo operado por World2Fly desde Punta Cana con destino a Madrid, en el que viajamos juntos bajo la misma reserva: • João Mendonça • Catarina de Almeida Martins El vuelo tenía prevista su llegada a Madrid a las 10:05, sin embargo, aterrizó finalmente a las 13:20, lo que supone un retraso superior a 3 horas. Durante el trayecto, se nos informó que la aeronave no disponía de combustible suficiente, siendo necesario realizar un desvío a La Romana para repostar. Esta situación constituye una incidencia operativa imputable a la compañía aérea, no una circunstancia extraordinaria. De acuerdo con el Reglamento (CE) nº 261/2004, solicitamos una compensación de 600€ por pasajero, lo que asciende a un total de 1200€. Asimismo, debido a este retraso, perdimos un tren previamente reservado, lo que nos ocasionó gastos adicionales. Solicitamos también la evaluación y reembolso de dichos costes, cuyos justificantes podemos aportar. Quedamos a la espera de su respuesta a la mayor brevedad. Atentamente, João Mendonça Catarina de Almeida Martins Número de reserva: YHGDND
Falta devolução da caução
Bom dia, Venho por este meio apresentar a minha reclamação contra a Quinta dos Amarelos, localizada em Vaiamonte, pela recusa em devolver a caução relativa a nossa estadia. Fizemos a reserva para 5 casas T1, num total de 20 pessoas, para o período de 15 a 17 de agosto de 2025, pelo que nos foi informado pelo gerente que teríamos que pagar uma caução de 300 euros, e que o mesmo valor seria devolvido após a estadia. Fizemos a transferência da caução no dia 14 de agosto de 2025. Assim que saímos, o gerente ligou para mim no dia 18 de agosto e disse que estava em falta o comando da televisão da casa Giestas, e que fizemos muito barulho. No dia 22 de agosto solicitei o reembolso da caução por email. O gerente respondeu por email no dia 28 de agosto a dizer que a nossa estadia foi incomoda e que outros hóspedes reclamaram. Estaria à espera do valor de um novo comando, e a verificar eventuais danos adicionais. No dia 3 de dezembro falei com o gerente por telefone , o qual garantiu que já tinha conseguido um novo comando e que custou 50 euros. Desta forma o valor a devolver seria 250 euros. Enviei um email com os dados bancários para a devolução do valor acordado. Durante o mês de janeiro, fevereiro de 2026 tentei falar insistentemente com o gerente mas não atende o telefone. No dia 9 de março de 2026, enviei novo email a solicitar o reembolso da caução, mas não obtive nenhuma resposta. Desta forma apresento a minha reclamação, sobre a falta de devolução da caução.
Burla
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação que considero ser uma burla praticada pelo site "EDreams" e/ou o serviço associado "Prime anual". Efetuei uma compra no site "EDreams", onde era anunciado o serviço Prime, Contudo, durante o processo de compra, não foi devidamente destacado que estaria a subscrever um serviço anual de 89,99 €. A única menção a esta cobrança encontra-se em letras pequenas, mal visíveis, num e-mail posterior à compra — o que considero uma prática enganosa e desleal, proibida nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, que transpõe para o direito português a Diretiva 2005/29/CE relativa às práticas comerciais desleais. Mais grave ainda, esta subscrição parece resultar de uma check-box pré-selecionada, ou seja, uma forma de "compra casada", ilegal ao abrigo da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor). A prática de induzir o consumidor a aceitar condições adicionais sem o seu consentimento claro e informado é ilegal e punível por lei. Ou seja, se o cliente não tirar a seleção estará "comprando" um serviço mensal. Após contato telefónico, a empresa se negou a fazer o cancelamento e estorno total do valor, sugerindo apenas estorno de metade do valor e permanência da assinatura enganosa. Peço o estorno total e cancelamento deste plano que em momento nenhum concordei. Caso não receba resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da DECO, da Direção-Geral do Consumidor e da ASAE, bem como recorrer aos meios judiciais competentes. Com os melhores cumprimentos,
Full link
Texto da Reclamação: "Venho por este meio expor uma situação de negação de assistência técnica e informação contraditória por parte do concessionário Auto Maran (Coimbra), com o conhecimento do importador SIVA. O meu veículo, um Cupra Leon, está equipado com a unidade de infotainment MIB3, apresentando o Hardware H58 e a versão de Software 1989 (conforme foto que anexo). Tecnicamente, esta configuração possui o chip Wi-Fi de 5GHz necessário e a versão de software lançada pela marca especificamente para permitir a utilização do Full Link Wireless (Android Auto e Apple CarPlay sem fios). No entanto, o concessionário Auto Maran recusa-se a realizar a ativação desta funcionalidade, enviando-me como justificação uma folha de catálogo de acessórios (Ref. 5F0 054 830 E) que indica a necessidade de cabo USB. Esta informação está tecnicamente desatualizada para o hardware específico do meu carro (H58), tratando-se apenas de uma limitação administrativa e não física do equipamento. A marca atualizou o software do meu carro para a versão 1989 precisamente para corrigir e permitir esta conectividade, mas a oficina recusa-se a fazer a correta parametrização da unidade 5F via diagnóstico ODIS, serviço este que é realizado noutros concessionários da rede CUPRA para unidades com hardware idêntico. Solicito, com a mediação da DECO: A retificação da informação prestada pela Auto Maran/SIVA; A autorização técnica para a ativação do Full Link Wireless no meu veículo, uma vez que o hardware é totalmente compatível e a versão de software 1989 já está instalada; A resolução desta desconformidade sem custos adicionais, visto tratar-se de uma configuração de software de um equipamento já presente no veículo
Subscrição Conta Prime
Exmos. Senhores No passado dia 27/Fevereiro adquirimos para os 4 elementos do agregado familiar viagens de avião para a Ilha dos Açores, através da plataforma eDreams. Foi utilizado e identificado um cartão de crédito com o objetivo único de realizar as respetivas reservas e proceder a esse pagamento. No dia 14/Março, recebemos um email a informar que havia sido debitado na conta associada a esse cartão, o valor de 89,99€ respeitante a uma subscrição Prime para a qual não demos nenhuma autorização. Adicionalmente, não foi também autorizado por nós nenhum débito adicional para além do respeitante ao pagamento das viagens adquiridas. Fomos assim surpreendidos por um acesso à conta, com um débito de um montante que desconhecíamos e com o qual não concordamos. Não pretendemos nenhuma subscrição, nem demos autorização para tal, pelo que solicitamos a devolução do valor indevidamente retirado da conta.
Cobrança indevida/subscrição
No dia 16 de março foi-me cobrada uma subscrição anual eDreams Prime no valor de 89,99€, sem que eu tivesse autorizado a renovação. Já procedi ao cancelamento imediato da subscrição e contactei o apoio ao cliente, que recusou o reembolso. Informo que estou dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o direito de livre resolução, pelo que solicito o reembolso total do valor cobrado. Caso a situação não seja resolvida, irei avançar com contestação junto da entidade bancária.
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