Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
ROUBO
Aluguel um carro de 9 lugares pela CARJET para ir de Portugal até Espanha já a 700 kms de Portugal o carro apresenta defeito . O seguro sugere voltar para Lisboa pegar dois carros, ou seja uma proposta absurda porque voltariamos 700 kms para pegar 2 carros e depois teriamos que andar 700 kms para voltar de onde o carro tinha dado problema. Chegamos a conclusão que era melhor eles nos deixar no nosso destino final cerca de 300 kms . Mas com toda essa confusão eles não devolveram nosso dinheiro do aluguel , ficamos com o carro cerca de 1 dia mais o menos e pagamos quase 500€. já mandei email e nada só respostas vazias.
UBEREATS – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma
ASSUNTO: Exposição – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma Uber Eats Exmos. Senhores, Venho, pela presente, expor uma situação que, embora tenha ocorrido no meu caso concreto, levanta sérias preocupações quanto a uma possível prática generalizada por parte da plataforma Uber Eats, com impacto potencial em milhares de consumidores em Portugal. No meu caso, foi efetuada uma encomenda que incluía 10 unidades de pudins proteicos de caramelo. Durante a preparação do pedido, a quantidade foi unilateralmente reduzida para 3 unidades, tendo posteriormente a plataforma recusado qualquer reembolso ou compensação, alegando que o pedido foi “ajustado”. Este exemplo concreto serve apenas para ilustrar um problema mais profundo: a possibilidade de a plataforma permitir alterações ao pedido após aceitação e pagamento, utilizando depois essas mesmas alterações como fundamento para recusar a devolução de valores relativos a bens não entregues. Caso este procedimento seja sistemático, estamos perante uma situação potencialmente muito grave, na medida em que poderá configurar uma prática que permite a retenção indevida de valores pagos por consumidores, em larga escala, beneficiando quer a plataforma, quer os seus parceiros comerciais. Acresce que a Uber Eats não disponibiliza, de forma clara e eficaz, meios de contacto diretos que permitam ao consumidor exercer plenamente os seus direitos, nomeadamente: inexistência de um contacto telefónico de apoio ao cliente acessível; inexistência de um endereço de email funcional para resolução de litígios; utilização de sistemas automatizados que impedem uma análise real e individualizada das reclamações. Na prática, o consumidor fica sem um canal efetivo para reclamar, contestar ou obter resolução, o que é, em si mesmo, contrário aos princípios básicos da defesa do consumidor e da transparência nas relações comerciais. Entendo que nenhuma entidade a operar em Portugal deveria poder fazê-lo sem garantir: mecanismos reais e acessíveis de contacto com o consumidor; processos transparentes de resolução de litígios; cumprimento integral das obrigações contratuais assumidas no momento da compra. Face ao exposto, considero que esta situação poderá configurar: . violação dos direitos dos consumidores; . prática comercial desleal; . eventual retenção indevida de valores pagos; . funcionamento de um modelo que, na ausência de controlo efetivo, pode permitir prejuízos massificados aos consumidores. Assim, venho solicitar à DECO: . A análise desta prática numa perspetiva geral e não apenas individual; . A eventual intervenção junto da plataforma Uber Eats; . A avaliação da necessidade de atuação pública ou coletiva em defesa dos consumidores; . Orientação sobre os mecanismos mais eficazes para reagir a este tipo de situações. . Junto prints comprovativos do caso concreto, como exemplo ilustrativo da prática descrita: . pedido completo . ajuste feito na altura da preparação do pedido – pudim proteico caramelo de 10 para 3 unidades . Minha entrada na ajuda dizendo os produtos que estão em falta . Resposta automática de bloqueio de reclamação, de reembolso e de possibilidade de resolução Com os melhores cumprimentos, Bruno de Carvalho
Cobrança indevida de renovação automática não autorizada – eDreams Prime
Venho por este meio corrigir a reclamação submetida anteriormente, uma vez que foram inseridas informações incorretas por lapso (email incorreto). Solicito que a presente comunicação substitua/corrija a reclamação anterior. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e solicitar a vossa intervenção urgente relativamente a uma prática comercial abusiva, enganosa e lesiva por parte da eDreams. No dia 27/04/2026, foi-me debitado indevidamente o valor de 89,99€ referente à alegada renovação automática da subscrição “eDreams Prime”, serviço esse que não aceitei de forma clara, consciente ou expressa, nem tenho qualquer recordação de ter subscrito voluntariamente. Considero esta cobrança absolutamente abusiva, ilegal e contrária aos princípios fundamentais de transparência e proteção do consumidor, pelos seguintes motivos: Ausência de consentimento claro: Nunca autorizei de forma consciente ou inequívoca a adesão a qualquer plano Prime com renovação automática. A inclusão deste tipo de subscrição sem consentimento explícito constitui uma prática comercial altamente questionável. Falta de aviso prévio adequado: Não recebi qualquer comunicação clara, atempada e legalmente transparente que me permitisse cancelar previamente antes da cobrança, violando o meu direito à informação. Contacto prévio ignorado: Após receber comunicação relacionada com esta renovação, manifestei previamente junto da empresa, no dia 27/04/2026, a minha intenção de não renovar e cancelar qualquer vínculo contratual. Apesar disso, a empresa ignorou essa diligência e avançou com o débito. Recusa ou dificuldade na devolução: Após verificar esta cobrança indevida, fui obrigada a contactar repetidamente o apoio ao cliente, enfrentando obstáculos e ausência de resolução adequada. Falta de transparência documental: Apenas recebi fatura após solicitação expressa via contacto telefónico, o que agrava ainda mais a falta de clareza desta operação. Esta conduta pode configurar: Violação dos direitos do consumidor, Prática comercial desleal, Cobrança indevida, Enriquecimento sem causa, Potencial infração à legislação europeia e nacional de defesa do consumidor. Face à gravidade da situação, EXIJO: Reembolso imediato e integral dos 89,99€ cobrados; Cancelamento definitivo e permanente de qualquer subscrição, renovação automática ou vínculo associado ao e-mail: sarahsilva1609@gmail.com Confirmação formal por escrito da cessação total de qualquer obrigação contratual; Investigação desta prática comercial. Caso esta situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de avançar com: Reclamação junto das entidades reguladoras competentes, Contestação bancária formal, Ação judicial por cobrança indevida, Pedido de indemnização por danos e transtornos causados. Não aceitarei que uma empresa retenha valores da minha conta através de mecanismos de subscrição pouco transparentes, sem consentimento verdadeiramente informado. Solicito, assim, a intervenção célere da DECO PROTESTE para defesa dos meus direitos enquanto consumidora e para impedir a continuidade deste tipo de práticas abusivas. Com os melhores cumprimentos, Sarah Silva *Peço que considerem apenas esta versão atualizada para efeitos de análise e tratamento do processo.
Cobrança indevida e faltas de resposta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao meu pedido associado à reserva efetuada para um grupo de cinco peregrinos, com estadia prevista entre 07 e 11 de abril. A reserva foi realizada sem cancelamento gratuito, facto que reconheço. No entanto, um dos peregrinos sofreu uma lesão antes da viagem, o que impossibilitou a sua participação. Assim, dos cinco peregrinos inicialmente previstos, apenas três iniciaram o Caminho de Santiago. Logo que tive conhecimento da situação, entrei em contacto com o vosso serviço de apoio ao cliente para informar o sucedido e solicitar, não o cancelamento, mas sim o adiamento das datas para os dois peregrinos impossibilitados. Sempre manifestei abertura para remarcar a estadia noutra data, solução que seria justa e equilibrada para todas as partes. Contudo, fui sucessivamente encaminhada entre Booking e o alojamento, sem que nenhuma das entidades assumisse a resolução. O alojamento informou-me de que estaria disponível para adiar as datas, mas que tal só poderia ser feito através do Booking. Por sua vez, o Booking indicou que teria de confirmar com o alojamento, ficando o processo indefinidamente pendente. O tempo foi passando sem qualquer resposta concreta. Chegada a data da estadia, os três peregrinos aptos hospedaram-se normalmente, mas os dois restantes continuam sem qualquer solução. Estes dois peregrinos pretendem realizar o Caminho e apenas solicitam o adiamento das datas da sua hospedagem, algo que o alojamento aceitaria, não fosse a falta de resposta célere por parte do Booking. Assim, venho solicitar: A análise urgente deste caso; A remarcação das duas estadias em falta para novas datas, conforme inicialmente solicitado; A clarificação dos procedimentos internos, uma vez que a ausência de resposta atempada prejudicou diretamente os viajantes. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução justa e célere. Com os melhores cumprimentos, Daniela
Documento da AIMA não aceite
Por gentileza, preciso de alguém para resolver essa questão, tenho minha esposa acidentada em casa e vou fazer entregas para complementar a minha renda. Todos os meus documentos foram aceites inclusive já trabalhei com entrega pela Uber, porém agora, ao receber novo documento e encaminhar para Uber questionam da veracidade do documento, documento emitido pela AIMA com a carta de emissão e comprovativo de solicitação da renovação online. Eles dizem ser falso o documento e que preciso apresentar um documento em papel, foi solicitado online, tenho o comprovativo enviado pela AIMA, documento antigo, documento novo... Porém pedem para apresentar um documento válido que tenho permissão de trabalho, isso está no Título de residência, enviei inclusive mapa contributivo da Seg Social Direta e nada resolve. Peço um auxílio por gentileza. Muito obrigado!
Item não enviado
Exmos. Senhores responsáveis da Uber, fiz uma compra na Uber está, a qual recebi faltando um item que fora cobrado pelo Uber, enviei o comprovativo de que o mercado não enviou o item e ainda sim, a Uber se recusou a reembolsar. Não se recusou a reembolsar por falta de provas, mas por alegar que eu reclamo muito. O que não seria necessário se eu recebesse o produto correto, ou conforme pedido ou com qualidade. Fiz duas compras anteriores a qual recebi produtos estragados e não recebi reembolso, mas este, nem sequer recebi o produto. Como anexado, o recibo da Uber consta 2 produtos, enquanto a fatura do mercado mostra o envio de apenas 1
Quarto Infiltração Grave
No dia [03-04-2026], hospedei-me no Gamboa Rio Hotel (Rio de Janeiro) através da reserva 16800604844557771683. O quarto apresentava uma infiltração grave (goteira sobre a cama). O hotel não tinha quartos para substituição. Saí imediatamente para outro alojamento. Tenho um e-mail oficial da recepção do hotel confirmando a goteira e a falta de disponibilidade de troca. A Booking.com recusa o reembolso alegando ser uma tarifa 'não reembolsável', ignorando o vício do serviço. A alegação de que a reserva é 'não reembolsável' é irrelevante neste caso. A tarifa 'não reembolsável' aplica-se a cancelamentos por vontade do hóspede, não a situações em que o hotel não tem condições de habitabilidade (vício do serviço). Possuo prova documental inequívoca (como já fiz questão de enviar e reenvio de novo em anexo): E-mail do Hotel Gamboa Rio: Onde a recepção confirma que saí do hotel às 22:11 devido a uma 'goteira no quarto' e que 'não há quarto disponível para trocar'. Registos visuais: Fotos e vídeo da água a cair sobre a cama. O facto de a reserva ser gerida pelo parceiro 'MEIDA INFORMATION TECHNOLOGY CO., LIMITED' não exime a Booking de responsabilidade solidária, conforme a legislação de defesa do consumidor (tanto em Portugal como no Brasil). Exijo o reembolso integral."
Golpe usando a empresa
Olá Recebi um oportunidade de trabalhar com a booking , como é uma empresa séria e o link era do próprio site o golpe se tornou fiável. Tenho prints de tudo , o golpe consiste em salvar hotéis no meu histórico fazendo com que os hotéis tenham mais vizualicoee , mas o verdadeiro golpe está em pedir dinheiro €10 e voltar €16 , depois vai subindo , chega um ponto que não podemos mais pagar e eles não devolvem o valor. Tudo isso usando o nome da booking e os links dos hotéis de vocês. Só preciso dos meus €80 e que isso pare pois o dinheiro está muito difícil pra perder assim usando o nome de uma empresa
Reserva confirmada na Booking.com sem check-in e ausência de resolução
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação extremamente grave ocorrida com uma reserva efetuada através da plataforma Booking.com. Foi realizada uma reserva confirmada para um hotel, em Bordéus, França, com datas de check-in a 19 de março e check-out a 22 de março. A reserva encontrava-se devidamente confirmada, com número de reserva e PIN associados. No entanto, à chegada ao hotel, foi-nos comunicado que não existia qualquer reserva em nosso nome no sistema. Apesar de termos apresentado a confirmação da Booking.com, o hotel recusou o check-in, não tendo sido prestado qualquer serviço. Perante esta situação, fomos obrigados a procurar alojamento alternativo de forma urgente, suportando todos os custos e enfrentando um elevado nível de stress e transtorno, o que comprometeu significativamente a nossa estadia. Desde então, temos tentado resolver a situação junto da Booking.com, tendo efetuado múltiplos contactos telefónicos. No entanto, temos apenas recebido respostas vagas e sucessivos adiamentos, sem qualquer resolução concreta até à data. Acresce que, em várias ocasiões, as chamadas com o apoio ao cliente foram inesperadamente interrompidas. Encontramo-nos neste momento completamente saturados desta situação, uma vez que já realizámos inúmeras chamadas para o apoio ao cliente e, em todas elas, nos é indicado um novo prazo de resposta (normalmente de 5 dias), prazo esse que nunca é cumprido, sem qualquer atualização ou resolução efetiva. Precisamos urgentemente de apoio para resolver esta situação o mais rapidamente possível. Não recomendo a alugarem hotéis pela booking. Mais vale fazer o aluguer diretamente com o hotel e sai mais barato.
Cancelamento de subscrição e Reembolso não emitido
Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente a uma prática comercial abusiva por parte da agência de viagens online eDreams. No presente dia 24/04/2026, foi-me debitado o valor de 89,99€ referente à renovação automática da subscrição "eDreams Prime". Esta cobrança é, no meu entender, totalmente indevida pelos seguintes motivos: Falta de Aviso Prévio: Não recebi qualquer comunicação por e-mail ou notificação atempada a informar que a renovação iria ocorrer, impedindo-me de exercer o meu direito de cancelamento antes do débito. Contacto Prévio Ignorado: Antes da data da cobrança, contactei a empresa no dia 22/04/2026 por nesse instante ter recebido um e-mail a informar a renovação da subscrição, através do contacto telefónico da central da edreams, para manifestar a minha vontade de não renovar e cancelar o serviço. No entanto, a eDreams ignorou esta diligência e procedeu ao débito bancário. Recusa de Reembolso: Após verificar a cobrança desta subscrição que nem me recordo de ter realizado assim como a minha companheira, contactei imediatamente o apoio ao cliente. A empresa recusa-se a proceder ao reembolso, alegando termos e condições que, na prática, ferem o direito à informação e transparência previstos na Lei de Defesa do Consumidor. De acordo com a legislação vigente e as diretrizes de proteção do consumidor: As cláusulas de renovação automática devem ser comunicadas de forma clara e transparente. A ausência de um aviso prévio à cobrança constitui uma falha na prestação de serviço. Tendo havido um contacto prévio da minha parte a solicitar o cancelamento, a cobrança posterior configura uma apropriação indevida de valores. Face ao exposto, exijo: O estorno imediato e integral do valor cobrado 89.99€. O cancelamento definitivo de qualquer subscrição ou vínculo contratual com a eDreams associado ao meu e-mail: mariainesmeireles@gmail.com. Agradeço antecipadamente a atenção da DECO PROTESTE na resolução deste conflito, esperando que a eDreams regularize a situação com a brevidade necessária. Mais informo que apenas me foi enviada factura do pagamento após eu a ter requerido via telefónica com aqueles serviços. Com os melhores cumprimentos, Marcos Rafael Vidal Horta 968676450
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
