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Impressora por reparar
Exmos. Senhores, Entreguei no dia 25 de Fevereiro 2026 uma impressora Canon avariada para a Digitagus fazer um orçamento de reparação. Foram-me pedidos 25 euros para o fazer, tendo-me sido dito que este valor seria abatido ao custo total da reparação. Não conhecia a firma. Vi o site na internet e pareceu que era idónea. Aceitei e paguei os 25 euros, tendo-me sido dito que no dia seguinte iria receber um sms com o custo da reparação. Infelizmente não houve qualquer contacto. No dia seguinte, sexta, dia 27, telefono a perguntar se já tinham o orçamento. A resposta foi que até ao final do dia o técnico me iria telefonar. Mais uma vez não houve qualquer contacto ou sms. Passou uma semana desde que pus a impressora para reparar e pago os 25 euros sem qualquer informação. Agradeço que actuem rapidamente. Não aceito ficar com crédito de 25 euros nessa firma, venda ela o que vender, e quero a minha impressora de volta. Em vez de a deitar fora, quero que alguém honesto me diga se o custo da reparação compensa ou não. Com os melhores cumprimentos F. G.
Incumprimento de Serviço Urgente e Prejuízo Financeiro (Promod.es) - Objeto DD380503064PT
CTT EXPRESSO - Incumprimento do Serviço Expresso “Para Amanhã / 19E” e Respostas Contraditórias (DD380503064PT) Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção de V. Exas. relativamente ao extravio do objeto DD380503064PT, cuja expedição sofreu incumprimento contratual grave, resultando em prejuízo financeiro direto e transtorno significativo, agravado pelas respostas sem nexo e incompletas do Apoio ao Cliente dos CTT Expresso. 1. Contratação do serviço Data: 16/02/2026 Local: Loja CTT do Colombo, Lisboa Serviço contratado: “Para Amanhã / 19E”, entrega garantida no dia útil seguinte (17/02/2026) Valor pago: 12,35€ Objetivo: enviar uma devolução comercial de artigos à loja online Promod.es, localizada em Irun, Espanha, garantindo cumprimento do prazo de devolução de vários artigos. O serviço foi pago, aceite pelo balcão e registado com emissão de guia de transporte pelo funcionário. 2. Morada do destinatário A morada indicada na guia era: Retour PROMOD Tienda Ana CXP003333 Avenida Iparralde 47 GUIPUZCOA 20304 - IRUN ESPAÑA Completa, correcta e aceite pelos CTT no momento da venda; O código CXP003333 é uma referência interna da loja (Customer Exchange Point ou código logístico) e não identifica um apartado; Logo, a alegação posterior por parte do serviço de apoio ao cliente dos CTT EXPRESSO de que se trataria de um apartado é infundada e contraditória. 3. Incumprimento do serviço A encomenda foi indevidamente encaminhada para San Sebastián, em vez de Irun em ESPANHA; O estafeta registou “morada incorrecta”, apesar da morada estar correta e conforme a guia de transporte; O atraso acumulado impossibilitou a devolução dentro do prazo da loja de artigos no valor de 66€ (terminava a 23/02/2026); Prejuízo direto: 66€ referentes aos artigos não devolvidos, além do valor pago pelo serviço CTT expresso (12,35€). 4. Tentativa de resolução junto do Apoio ao Cliente 19/02/2026: Contactei o Apoio ao Cliente, questionando o registo de “morada incorrecta” e solicitando esclarecimentos; A resposta de Frederica O. (SR0025822671, 23/02/2026) consistiu em instruções sem sentido, sugerindo que “contactasse o remetente”, sendo eu a remetente e contratante do serviço; Foi ainda solicitada documentação impossível de fornecimento de faturas de água/luz do destinatário, totalmente desproporcional e fora de contexto para um envio internacional comercial. 5. Reclamação no Livro de Reclamações Data da reclamação: 23/02/2026 (ROR00000000045519266) Após reclamação formal no Livro de Reclamações online, a resposta recebida do apoio ao cliente por parte da a Sra. Rita Coimbra (04/03/2026): “Não é permitido o envio de encomendas Expresso para apartados. Após contactar com o Operador Postal Espanhol, fomos informados que o envio tinha como destino uma caixa de apartado. O envio para apartados não é permitido na rede CTT Expresso e por isso, a mesma foi encaminhada para a Agência onde aguarda levantamento. Obrigado pelo seu contacto. Conte connosco sempre que precisar.” Problemas com esta resposta: Morada correta e clara: a morada fornecida e aceite pelos CTT não indica apartado; Aceitação pelo balcão: o serviço foi aceite e faturado sem qualquer advertência sobre restrições de destino; Cliente sem obrigação de conhecer regras internas: em nenhum momento fui informada de que o serviço não poderia ser utilizado para aquele endereço; Inconsistência: inicialmente o problema registado era “morada incorrecta”, depois mudou para “apartado”; Omissão crítica: a resposta indica que a encomenda “aguarda levantamento numa agência”, mas não identifica qual agência, nem fornece morada, contactos, prazo de guarda ou custos de levantamento; Não aborda o erro logístico: o envio foi para cidade errada (San Sebastián em vez de Irun) e o prazo de 24h do serviço expresso não foi cumprido; Não assume responsabilidade: as respostas do Apoio ao Cliente ignoram completamente o incumprimento do serviço contratado. 6. Consequências Prazo de devolução expirou: 23/02/2026, impossibilitando a devolução dos artigos; Prejuízo financeiro: 66€ (valor dos artigos) + 12,35€ (valor do envio); Disponibilização da encomenda em agência: não cumpre o serviço contratado, não mitiga o prejuízo causado, e não é uma solução adequada. A disponibilização tardia para levantamento e as respostas inconsequentes não cumprem o contrato. Assim, solicito o apoio possível perante esta bizarra situação. Grata pela atenção. Com os melhores cumprimentos, Mónica Fonseca
Inoperância do IHRU – Apoio Extraordinário à Renda 2025
Venho expressar a minha indignação perante a incompetência e desprezo do IHRU no tratamento das reclamações relacionadas com o Apoio Extraordinário à Renda. Reclamação submetida: setembro de 2025 Até hoje, março de 2026, não houve solução Valor processado incorretamente: 96,60€/mês Valor correto: 200€/mês → diferença anual: 1.240,80€ O IHRU limita-se a enviar respostas automáticas, ignorando os documentos comprovativos apresentados e o impacto direto nos utentes. Justificar atrasos com sistemas tecnológicos antigos é uma desculpa inaceitável, quando os erros são administrativos e humanos. Quem gere o IHRU foi eleito para cumprir a lei e proteger os direitos dos cidadãos, não para humilhar ou ignorar quem depende de apoios essenciais. Solicito à DECO que intervenha e pressione o IHRU para: Retificação imediata do apuramento do Apoio Extraordinário à Renda 2025 Pagamento da diferença devida (1.240,80€) Reconhecimento formal do prejuízo causado pelo atraso Adoção de medidas para que esta situação não se repita É inadmissível que uma instituição pública trate desta forma os utentes que dependem do seu apoio.
pedido de reembolso de Roaming
Boa Tarde, Efetuei a compra de 2 cartões 72 Horas Budapeste. Foram-me enviados QR codes para levantamento dos mesmos em Budapeste. Acontece que quando lá cheguei, apenas um dos códigos estava válido. o outro QR code não estava a ser aceite. Deram-me um numero para ligar para o apoio ao cliente (+18559571272), ao qual tive que ligar para tentar desbloquear a situação. Não conseguiram resolver a situação, disseram-me para comprar um novo cartão e que me iriam reembolsar o valor que eu já tinha pago por um dos cartões. Esta situação toda levou tempo e tempo perdido para aproveitar a viagem, além dos stress causado. A Guetyourguide criou o Ticket ID [#13135714] . Na sequência da minha reclamação de 15/11/2025 efetuada em Budapeste via telefone, informei que iria ter custos associados ao roaming, uma vez que o meu numero é português. A minha chamada poderia ter sido evitada caso, os cartões 72H que eu paguei estivessem com o QR code válido, o que por algum erro deles (ao qual não tenho culpa nenhuma) um deles não estava válido. Recentemente recebo uma fatura com consumo de Roaming a pagar face a essa chamada no valor de 87.30€: Este valor não me teria sido debitado, caso não tivesse que efetuar a chamada para a GuetyourGuide devido ao erro ocorrido, alheio a mim. No dia 15/11/2025 liguei para o nº+18559571272 para reportar e corrigir esta situação. Esta é a informação que aparece no meu portal de cliente MEO (operadora móvel que tenho subscrita), em anexo onde refere que o consumo foi devido à chamada efetuada para o numero de apoio no dia 15/11/2025 às 9.47h com a duração de 30 minutos, no valor de 70,976€ onde acresce a taxa em vigor de 23%, o que totaliza os 87.30€. Aquando a chamada, alertei para esta situação diversas vezes e referi que me ia ser cobrado o roaming e eu não tenho a culpa de os serviços terem errado. Por essa razão e por todo o mau estar causado, pretendo o reembolso deste valor (87.30€), uma vez que este teve que existir devido a um erro deles e que me foi alheio, quando eu tinha tudo pago e ao chegar ao destino me deparei com esta situação incomoda. Entendo que são uma grande empresa que presta serviços, mas estas situações não podem acontecer. Fiquei lesada nesta situação, em vários aspetos. Agradeço resposta urgente a esta minha reclamação Susana Ramos Oliveira
Cobrança indevida de assinatura Uber One sem autorização
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a uma cobrança não autorizada da assinatura Uber One, debitada no minha conta Bancária no Banco Santander nos meses: 03.03.2026, 03.02.2026, 29.12,2025 e 27.10.2025 - no valor de € 4,99 cada subscrição, total: € 19,96. Não autorizei nem subscrevi qualquer serviço Uber One na minha conta Banco Santander. Apesar de ter solicitado o cancelamento imediato e o reembolso junto da Uber via email e reclamando no portaldaqueixa.com, não obtive resposta satisfatória nem restituição dos valores cobrados sem consentimento. Providências que vou tomar: Intervenção da DECO PROteste junto da Uber para obtenção do reembolso integral do valor cobrado indevidamente; Esclarecimentos sobre como foi ativada a assinatura sem o meu consentimento; Com os melhores cumprimentos, Cristina da Cruz Simões Fernandes 290191840 912697448/cristina.sim@hotmail.com
Incumprimento do prazo de entrega
Venho pelo presente meio demonstrar o meu enorme desagrado com a incapacidade da empresa de proceder à entrega em prazo combinado das flores requeridas. Requeri um arranjo de flores, sendo que, no site, se disponibilizam à entrega do mesmo no dia do pedido. Mesmo assim, pedi com dois dias de antecedência e marquei a hora. Passado o dia e hora de entrega a única coisa que de facto aconteceu foi a retirada do dinheiro da minha conta. Já procedi à reclamação e pedido de reembolso no site da empresa, até ao momento, sem qualquer resposta. Todo o site deixa (a engano do cliente) uma esperança de eficiência e competência na forma de preparo e entrega atempada no prazo combinado. No entanto esta empresa revela-se eficiente apenas aquando do pedido de pagamento.
Produto não conforme. Recusam-se a devolver o dinheiro.
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa à encomenda n.º 003-26028L17254-A, efetuada através do Marketplace da Leroy Merlin, junto do vendedor Maison Globale, no valor de. O produto recebido não corresponde ao anunciado. Conforme evidenciam as fotos anexadas, o artigo apresenta marcas visíveis e mossas, enquanto na descrição do site o produto é apresentado como totalmente branco e sem defeitos. Durante o período de 08/02/2026 a 03/03/2026, tentei resolver a situação diretamente com o vendedor, mas não obtive resposta satisfatória, nem confirmação por escrito de que os custos de devolução seriam integralmente suportados, nem de que o reembolso seria total, incluindo portes iniciais. Contactei também a Leroy Merlin mas não houve resolução efetiva. Nos termos da Diretiva (UE) 2019/771, transposta para a legislação portuguesa pelo Decreto-Lei n.º 84/2021, o vendedor é responsável por entregar produtos conformes. O produto entregue é claramente não conforme, pelo que solicito: - Reembolso total do valor pago, incluindo o produto e portes iniciais; - Cobertura total dos custos de devolução, através de etiqueta de devolução pré-paga ou recolha do produto às custas do vendedor; - Garantia de que não me será imputado qualquer risco de extravio durante o transporte de devolução. Em anexo envio uma fotos do produto recebido (IMG_5627.jpeg) e do produto encomendado (produto.png) Agradeço que a DECO intervenha para mediar esta situação e garanta a resolução do problema, assegurando o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora.
ANULAÇÃO DO SEGURO
Venho por este meio manifestar a minha profunda indignação relativamente à atuação da seguradora na gestão da minha apólice de seguro de motociclo. Fui recentemente informado de que o meu seguro teria sido anulado com efeitos a 08/10/2025, alegadamente devido à devolução de um recibo adicional no valor de 9,37€. No entanto, nunca recebi qualquer comunicação clara, eficaz ou comprovadamente entregue que me alertasse para a situação de anulação da apólice. Segundo a empresa, foi enviada uma única carta para a morada constante no contrato. Apenas isso. Num país como Portugal, onde é amplamente reconhecida a dificuldade e os atrasos na entrega de correspondência pelos CTT, confiar exclusivamente numa única carta como forma de notificação é, no mínimo, imprudente. Ainda mais quando existe a possibilidade de envio de comunicações por e-mail, meio esse imediato, rastreável e comprovável. Ignorar esse canal é mais uma demonstração de falha organizacional. O mais grave é que esta decisão colocou-me numa situação de risco legal real, tendo circulado com o veículo sem seguro desde novembro de 2025 até ontem. As consequências poderiam ter sido extremamente sérias: • Circulação com veículo sem seguro obrigatório válido, configurando contraordenação muito grave. • Coima elevada e possível apreensão do veículo. • Responsabilização pessoal ilimitada em caso de acidente com danos materiais ou corporais. • Pagamento direto de indemnizações que poderiam atingir valores muito elevados, colocando em risco o meu património pessoal. • Custas judiciais, processos executivos e eventual penhora de bens. • Impacto negativo no histórico segurador e dificuldade futura na contratação de novas apólices. Importa sublinhar que o seguro de responsabilidade civil automóvel é obrigatório por lei. A anulação de uma apólice sem garantir que o cliente tem conhecimento efetivo não é uma mera formalidade administrativa, é uma exposição direta a risco financeiro e legal significativo. Acresce um facto ainda mais incompreensível: Apesar de terem sido rápidos a cancelar a apólice, não demonstraram a mesma diligência para interromper os débitos. Após a alegada anulação, foi efetuada cobrança relativa a meses seguintes do seguro. Ou seja, para cancelar foram céleres. Para suspender a cobrança não houve a mesma perspicácia nem o mesmo rigor. Este comportamento revela incoerência processual grave. Se o contrato estava anulado, como se justificam cobranças posteriores? E se estavam a cobrar, como pode o contrato estar cancelado? Esta contradição demonstra desorganização interna e falta de controlo administrativo. O que mais preocupa não é apenas o erro técnico. É a frieza com que o caso foi tratado. Em nenhum momento houve tentativa de contacto adicional, esclarecimento proativo ou reconhecimento do risco em que me colocaram. É inadmissível que por um valor residual de 9,37€ se proceda à anulação automática de um seguro obrigatório sem múltiplas tentativas de contacto eficazes, sem recurso a meios digitais disponíveis e sem qualquer preocupação real com as consequências para o cliente. Exijo esclarecimentos formais sobre: Porque não foi utilizado o contacto eletrónico para notificação da alegada anulação. Como justificam a cobrança de valores após o cancelamento da apólice. Que mecanismos garantem que um cliente tem conhecimento efetivo da cessação de um seguro obrigatório. Que medidas serão implementadas para evitar que outros clientes sejam expostos ao mesmo risco. Uma seguradora deve proteger os seus clientes do risco. Não criá-lo. Aguardo resposta concreta e solução adequada para uma situação que considero grave, incoerente e potencialmente lesiva.
Incumprimento de serviço / resolução contratual
Sou sócia do Fitness UP – Penha de França desde a abertura do clube. Frequentei regularmente a aula de cycling, que foi determinante para a minha inscrição. A referida aula encontra-se inexistente há cerca de um mês, sem professor e sem previsão de reposição. Além disso, a duração da aula foi alterada na app do clube. Esta não é uma situação isolada, pois outras aulas em horário de almoço também têm sido canceladas ou suprimidas com frequência, comprometendo a oferta regular nesse período. Contactei o clube por email, mas a resposta apenas referiu política de cancelamento e taxa de 50€, sem reconhecer o incumprimento do serviço. Solicito o apoio da DECO Proteste para análise da situação e mediação da resolução do contrato sem aplicação de penalização, por incumprimento das condições inicialmente contratadas. Documentos anexados: Contrato de adesão Emails enviados e recebidos do clube Prints da app mostrando alteração da aula
Cancelamento de apólice e estorno de seguro
No dia 08/Jan/2026 solicitei, por telefone e email, o cancelamento da apólice de segura da viatura 78-HU-26, por motivo de venda. Forneci nesta mesma data a fatura de venda e os dados bancários para credito do estorno, conforme foi solicitado. O valor do estorno foi calculado com base na data de 02/março (quase dois meses depois) e até o presente momento não houve credito do mesmo na conta corrente. A ACP não responde minhas solicitações de esclarecimento, Atenciosamente, Paulo Fragoso
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