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Exame não realizado
Boa tarde exmos srs, No dia de hoje, dirigi-me na parte da manhã para realizar um exame de imagiologia, no hospital da luz de Lisboa. Tinha marcação agendada, confirmada por SMS + Chamada telefónica realizada no dia anterior, e ainda tinha a mesma em formato papel. Desloquei-me da minha zona de residência ( Setúbal) , para Lisboa, gastei gasóleo, paguei as devidas portagens. Cheguei lá, fiz a a devida admissão informaticamente à qual consta a data/hora de hoje, tudo correto. Retirei a devida senha, e dirigi-me ao respectivo administrativo, ao qual me diz que o exame não é hoje, mas sim amanhã. É inadmissível, porque encerrei o meu estabelecimento, pedi ao meu filho para faltar ao trabalho para me acompanhar e ainda tive as respetivas despesas, tudo inútil, e o hospital simplesmente não tem resposta. Não faz qualquer sentido. Obrigado.
Funcionamento e tratamento por parte de equipa médica
Carta de Reclamação Destinatário: Direção Clínica do Hospital de São João Serviço de Cirurgia Porto Assunto: Reclamação relativa ao internamento da utente Maria Celeste Ferreira Monteiro Silva [nr processo 16038025], cama 71, piso 6 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como decorreu o internamento da minha mãe, Maria Celeste Ferreira Monteiro Silva, no vosso hospital, entre 2 de Outubro e 14 de outubro de 2025, no Serviço de Cirurgia. A minha mãe deu entrada no Serviço de Urgência no dia 30 de setembro cerca das 21h30. Obteve diagnóstico de Colecistite aguda cerca de 27h depois tendo de imediato indicação para internamento. Foi transferida para internamento cerca de 40 horas depois da entrada no serviço de urgência: cerca das 12h30, no dia 2 de outubro, após ter já iniciado a terapêutica adequada mas sem qualquer indicação para cirurgia. A médica que nos comunicou o diagnóstico foi clara quanto à improbabilidade de cirurgia com a vesícula naquelas condições. Ao final dessa mesma tarde em que sobe para o piso 6- dia 2 de Outubro- foi visitada por dois cirurgiões acompanhados de dois estudantes, que a informaram de que seria submetida a uma cirurgia nesse mesmo dia, assim que o bloco operatório estivesse disponível. Perante esta comunicação, e estando eu presente, questionei os médicos sobre vários pontos: a) o motivo de se optar pela cirurgia imediata, quando o processo clínico referia que a terapêutica antibiótica tinha sido iniciada nesse mesmo dia e que seria aguardada a sua evolução; b) a razão de se proceder à extração de uma vesícula inflamada em vez de aguardar melhoria clínica; c) o motivo de se considerar uma cirurgia de maior duração (cerca de quatro horas- segundo informação veiculada por eles mesmos) especialmente tratando-se de uma paciente de 80 anos; d) e, por fim, a ausência de parecer de cardiologia, essencial tendo em conta o historial cardíaco da doente. As minhas reservas quanto à realização de uma cirurgia dessa complexidade e duração foram desconsideradas tendo os dois cirurgiões interrompido a conversa já no corredor do piso 6 – longe da presença da paciente- por motivos de agenda. Foi então que um terceiro cirurgião, que acompanhou a conversa e permaneceu no corredor do piso, contactou o Serviço de Cardiologia e confirmou não existir parecer favorável para a realização de qualquer cirurgia nesse momento. Anestesia não foi sequer mencionada. Na mesma noite, esta informação foi confirmada à doente por uma médica que se deslocou à enfermaria. Não posso deixar de refletir sobre o que teria acontecido se eu não estivesse presente nesse momento decisivo. O cenário que presenciei — em que se preparava uma cirurgia de longa duração, em doente idosa e com historial cardíaco, sem parecer de cardiologia e sem tempo suficiente para avaliar a resposta à terapêutica iniciada — deixa-me profundamente inquieta. É legítimo perguntar quantas decisões semelhantes poderão ocorrer sem que alguém as questione. O papel das famílias, tantas vezes visto apenas como emocional, revela-se aqui essencial para garantir prudência, comunicação e segurança clínica. Foi apenas pela minha insistência, e pela intervenção sensata de um terceiro cirurgião, que se evitou uma cirurgia que poderia ter representado um risco sério e desnecessário para a vida da minha mãe. Durante os 14 dias seguintes, no piso 6, a minha mãe foi exemplarmente acompanhada por enfermeiras e auxiliares, cuja dedicação e profissionalismo merecem o meu mais profundo reconhecimento. Contudo, ao longo desse período, apesar dos meus inúmeros pedidos, não me foi possível falar com nenhum médico responsável pelo caso, dada a ausência de horários compatíveis com a minha vida laboral. No dia 14 de outubro, a minha mãe foi informada por um dos médicos da equipa, de que teria alta, (anteriormente tinha sido informada por outro médico de que levaria consigo um dreno clampeado, devendo deslocar-se semanalmente ao Centro de Saúde para vigilância. Tal situação não veio a concretizar-se, uma vez que o dreno afinal acabou por ser retirado no momento da saída. Nenhuma justificação lhe foi dada, por qualquer médico, sobre esta mudança de decisão). Apesar de lhe ter sido dito de manhã que apenas faltava a nota de alta, esta só veio a ser assinada após as 20h, depois de mais de 11 horas de espera. (De salientar que, depois dessa hora, não há possibilidade de levar o veículo de transporte pessoal até à porta para recolher a doente, pois a cancela do parque de estacionamento já se encontra encerrada e o funcionário ausente, obrigando os doentes a caminhar ao longo do parque até à via pública!) Durante todo esse tempo, a minha mãe, com 80 anos, permaneceu sentada numa cadeira de madeira, sem poder regressar à cama, já preparada para outro doente. A justificação apresentada foi que os médicos não podiam deslocar-se do bloco operatório (um piso abaixo) para proceder às altas de quatro ou cinco doentes que aguardavam desde as 8h30. A minha mãe não era a única. Por fim, quando a médica Dra. Paula Filipa Rebelo (n.º de cédula profissional [72088]) compareceu para assinar a alta, a minha mãe educadamente questionou-a sobre esta demora injustificável, tendo recebido a seguinte resposta, que passo a citar: “Estive a operar. Queira Deus que um dia não esteja a operá-la a si e tenha de a deixar para vir dar altas.” Esta afirmação (testemunhada pelas outras duas doentes presentes no quarto), além de inapropriada e ofensiva, demonstra falta de empatia, profissionalismo e respeito por uma doente idosa, que se encontrava exausta e fragilizada após duas semanas de internamento e 11h sentada numa cadeira. Tenho sérias dúvidas que a referida médica tivesse adotado este comportamento caso um familiar se encontrasse presente. Tal atitude gerou desconforto, ansiedade e perda de confiança, evidenciando a importância da presença de familiares para assegurar um tratamento digno e respeitador por partes dos médicos. É difícil de entender que, entre cirurgias, e com recurso a ajuda dos internos por exemplo, a alta não pudesse ter sido assinada. Assim, expresso o meu profundo desagrado pela forma como a comunicação entre equipa médica, doente e família foi gerida, bem como pelo tratamento desrespeitoso por parte da referida médica. Esta situação merece ser analisada internamente e talvez a implementação de algumas medidas simples possam evitar a repetição de episódios semelhantes: • Melhor coordenação entre os serviços médicos e de enfermagem (cujos serviços volto a enaltecer mas cujos profissionais se encontram impotentes tendo de aguardar a decisão médica), particularmente no momento da alta, de modo a evitar longas esperas injustificadas e situações de desconforto para doentes idosos; • Definição de horários ou canais de contacto com familiares, garantindo que estes possam obter informações clínicas atualizadas sem depender exclusivamente de momentos ocasionais de presença médica; • Uniformização e rigor na informação transmitida ao doente e à família, evitando mensagens contraditórias entre elementos da mesma equipa (como seja o exemplo que dei sobre indicações divergentes sobre a colocação ou retirada do dreno). Esta incoerência de informação médica e aparente desarticulação na comunicação entre a equipa, gera no doente e família, insegurança, ansiedade e perda de confiança num momento em que a serenidade é essencial para a recuperação; • Reforço da formação em comunicação clínica e empatia, para assegurar que todas as interações com os doentes e famílias decorrem num ambiente de respeito, humanidade e profissionalismo. Talvez estas formações possam ser ministradas por enfermeiros que demonstram possuir todas as competências para o fazer. Acredito que o Hospital de São João, instituição de referência nacional, valoriza a qualidade dos cuidados prestados e o respeito pelos seus utentes, pelo que confio que esta reclamação será tratada com a devida atenção e seriedade.
Queimaduras depois depilaçao laser
⸻ No dia 07/08/2025, realizei uma sessão de depilação a laser na Clínica do Pêlo em Braga. Após o tratamento, sofri queimaduras visíveis nas pernas, devidamente documentadas com fotografias. No dia 13/08/2025, enviei um pedido formal de reembolso à clínica, mas até hoje não obtive qualquer resposta. As queimaduras mantiveram-se visíveis durante mais de 15 dias e as marcas ainda estão visíveis até à data de hoje, impossibilitando-me de usufruir plenamente das minhas férias, incluindo o uso de roupa curta e o acesso à piscina ou à praia. Fui ainda obrigada a aplicar cuidados diários, 2 a 3 vezes por dia, e a comprar produtos cosméticos específicos no valor de 40 €. Solicito, portanto, o reembolso total de 149 €, correspondente ao valor pago pela sessão e aos custos adicionais com os cuidados necessários. Junto em anexo fotografias, comprovativos de pagamento e cópia da carta enviada à clínica no dia 13/08/2025.
Reclamação 13238829_encerrada
Exmos. Senhores, No passado dia 20 de Agosto concordei em encerrar a reclamação efectuada contra a entidade CINTRAMEDICA, por ter sido garantida a resolução do problema, de forma definitiva, cf anexo. Tal não aconteceu. Acabei de receber mais um e-mail para o endereço de trabalho (grave), a informar que tenho um relatório para visualizar em nome de alguém que desconheço. Assim, vejo-me na condição de reportar esta situação de completa incompetência na gestão administrativa de clientes, através de nova queixa. Cumprimenta, Paula Vieira
Ecografia marcada e não cumprida pelos Serviços da Unilabs da Avª da Liberdade
pelo não cumprimento da realização da ecografia, designadamente nos custos inerentes à deslocação para o efeito que não se efetivou por parte dos serviços da Unilabs.
Alteração unilateral de plano de saúde sem consentimento prévio
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao meu seguro de saúde contratado convosco, por alterações unilaterais efetuadas ao plano sem o meu consentimento ou informação prévia. Solicitei recentemente o reembolso de medicação de uso continuado, tendo recebido uma carta a informar que a despesa não poderia ser reembolsada, uma vez que o plano de garantias da apólice não contempla essa cobertura. Face à surpresa com esta resposta, efetuei contacto telefónico com os vossos serviços, tendo-me sido comunicado que o meu plano foi alterado em agosto de 2025, passando do Plano Essencial para o Plano Solidário Lisboa, sem que tivesse sido previamente consultada ou informada. Gostaria de salientar que até julho de 2025 o plano em vigor era o Plano Essencial, tal como acordado contratualmente, e que nunca dei consentimento nem fui notificada da alteração para o Plano Solidário Lisboa, o qual representa não só uma redução significativa nas coberturas e benefícios, como também um aumento da mensalidade. Dado o exposto, considero esta alteração injustificada e contratualmente abusiva, e solicito: A reposição imediata do Plano Essencial ou outro equivalente em termos de garantias; O reembolso da medicação de uso continuado, conforme as condições do plano que estava em vigor até julho de 2025; Esclarecimento formal e por escrito sobre os motivos da alteração e a ausência de comunicação prévia ou consentimento. Caso não obtenha resposta satisfatória num prazo razoável, reservo-me ao direito de recorrer à entidade reguladora competente (ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) e/ou ao Centro de Arbitragem do Setor da Saúde. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Paula Barbosa 07/10/2025
Não consigo cancelar
Eu já sou cliente da medicare a alguns anos e nunca tinha tido nenhum problema até agora,tinha 4 pessoas no meu ano ,mas como ja não estão em Portugal liguei para retirar do plano e ver como ficava se fosse só eu,qual o meu espanto que a diferença é só 5 euros ,logo ai achei um absurdo. Entretanto liguei para cancelar porque no mês de novembro vou para londres viver e não se justifica continuar a pagar um serviço que não vou usar,disseram me que não posso cancelar até completar mais este ano porque o contrato renova automaticamente. Não acho correto uma empresa continuar a cobrar por um serviço que a pessoa não vai estar no país a usufruir. Só quero poder cancelar.
Resolução de contrato
Ex.mos Sr.es No início de Setembro telefonei para a Medicare, para solicitar o cancelamento do plano saúde e informei que iria cancelar a ADC. Essa mensalidade ficou paga. E em finais de Setembro recebo uma chamada da suposta gestora, expliquei novamente que não tinha interesse em continuar com o plano de saúde. Mas ela continuava a dizer que eu tinha pagar mais uma mensalidade e voltei a referir que não tinha qualquer interesse em continuar com este plano. Então referiu que iria ser contactada pela área financeira, que foi hoje esse contato. E continuam a querer a obrigar a pagar uma mensalidade, para terminar uma Anuidade. Expliquei ao Senhor, que em qualquer tipo de seguro, não havendo pagamento, não há coberturas. Eu disse que não ia pagar mais nenhum mês. E ameaçaram que iria ser contactada por um cobrador de dívidas e ou vou para tribunal. Eu estou desempregada há mais de 1 ano, e este plano estava a ser pago pela mãe, que foi institucionalizada num lar com Alzheimer. Esta empresa não tem o mínimo de escrúpulos e seriedade e pior ainda fazem ameaças. Agradeço a vossa ajuda. Melhores cumprimentos Sandra Cardoso
Duplicação de Beneficiário
Eu Catarina Caetano portadora do CC 11321465, com o NIF 226181693, sou cliente Medicare há 5 anos onde incluí os meus dois filhos, Matilde Gomes, Duarte Gomes, bem como a minha mãe Maria Caetano. A minha filha Matilde em Fevereiro de 2025, através de publicidade nas redes sociais, pediu informações, onde posteriormente foi contactada por uma comercial que a levou a fazer um plano para ela e para o seu irmão. Após esse contacto o plano ficou ativo. Passado uns dias e depois da Matilde me ter dito do sucedido, contactamos a Medicare afim de procedermos ao cancelamento, dado que eu Catarina, mãe da Matilde, tinha um plano ativo. Sempre nos foi negado por parte da Medicare a resolução deste assunto. Foram feitos vário contactos, feitos por mim, tanto pelo pai da Matilde, bem como pela própria Matilde e foi sempre negado a resolução. Sou divorciada, doente oncológica, tenho os meus dois filhos a meu encargo, não posso, não consigo continuar com esta situação. Existiu sempre uma má vontade expressa por parte da "Medicare" para a resolução da situação. Em tudo na vida há excepções, e esta situação, no meu bom nome é por si só uma excepção. Estou desagradada com a empresa Medicare. Sou cliente Medicare, mas, depois desta situação quero deixar de ser.
Abuso de chamadas constantes
Boa tarde, Quero apresentar queixa e potencialmente irei apresentar queixa crime contra a empresa Medicare que me faz todos os dias chamadas de números novos sem eu sequer ser cliente. Já tenho bloqueado acerca de 20 números e continua nas chamadas constantes a me incomodar diariamente o que se está a tornar uma situação de assédio.
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