Reclamações públicas

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D. M.
17/04/2026

Ligações de cobranças INDEVIDAS

Exmos. Senhores, No dia 31/03 fiz um acordo convosco para pagamento de uma fatura de 212,49€, dividido em 4 partes (65€ pagos no ato + 3x de 49,58€ em 01/05, 01/06 e 01/07). O acordo segue em anexo. Apesar de já ter cumprido a primeira parcela, continuo a receber chamadas constantes como se a totalidade da dívida estivesse em aberto, o que é inaceitável. Estou a cumprir exatamente o plano acordado. Qual o sentido de oferecerem um plano de pagamento e continuarem a cobrar? Isto demonstra falhas no vosso sistema. Caso estejam a passar necessidades, posso avaliar e antecipar. Caso contrário, solicito a cessação imediata das cobranças indevidas. A dívida surgiu após cancelamento de contrato e valor elevado da última fatura, sendo inviável pagamento total imediato. Aguardo regularização urgente da situação. Cumprimentos,

Encerrada
C. L.
17/04/2026

Paineis solares mal instalados

Bom dia, No dia 24/11/2025 recebemos um comercial em casa, Sr Rui Jorge, que propôs, depois de ter analisado a fatura, a colocação de três painéis e o kw da eletricidade a 0.14€, o que não aconteceu na primeira fatura pois a luz veio faturada a 0.16€, tentei falar com o comercial, mas nunca mais me atendeu o telefone. Garantiu que, mediante os kw da fatura que apresentamos, iriamos pagar a mensalidade dos painéis e mais 25€ - 30€ se colocássemos os painéis. Não entregou qualquer simulação (que viemos a saber mais tarde numa loja que o deveria ter feito no imediato e que com essa simulação é que decidiríamos o que fazer). Tivemos acesso a essa simulação no dia 11/03 quando fomos à loja EDP na loja do Cidadão no porto. Dia 27/11/2025 recebemos a equipa técnica ETM 42 para a instalação dos 3 painéis. Avaliaram as condições e esclareceram o que poderiam fazer para a instalação e avançaram, contudo, só já próximo do fim da instalação é que indicaram que não poderiam colocar as pinças de medição de consumo por falta de espaço no quadro elétrico, primeiro erro, porque se não havia espaço deveria ter dito antes de começar a instalação pois assim já não faziam nada sem primeiro vir o eletricista resolver o problema do quadro. Informaram que deviríamos chamar um eletricista para reorganizar o quadro elétrico e só depois poderíamos chamar novamente a equipa técnica para conclusão da instalação. Assim fizemos, contudo só conseguimos um eletricista para fazer o serviço no dia 02/02/2026. Este também faz instalações de painéis solares e alertou-nos para o facto de a instalação estar feita de forma monofásica e não trifásica. Liguei para a linha de atendimento, atendida pela Jéssica Abranchas, expôs a questão e esta indica que o relatório dos técnicos está com indicação de instalação trifásica e que à primeira vista a instalação parece monofásica, mas a injeção é feita nas 3 fases. Voltei a falar com o meu eletricista que me explicou que tal situação era impossível. Contudo, decidi aguardar pela visita dos técnicos para fazer a instalação das pinças. Dia 09/02/2026 recebemos novamente a equipe técnica ETM 42 e fizemos a questão da instalação, responderam que a EDP não faz instalações trifásicas, só faz instalações monofásicas na fase de maior consumo da casa. Não satisfeitos com o esclarecimento, nem com as faturas e nem com a avaliação de consumos/rendimento que verificamos na aplicação EDP Solar dirigimo-nos à loja EDP na loja do cidadão no Porto no dia 25/02 onde apresentamos nova reclamação. Nesta loja a indicação que tivemos é que a EDP faz instalações trifásicas e que o correto seria ter feito a instalação trifásica para melhor aproveitamento dos painéis. Dia 03/03 recebo chamada de resposta à reclamação, indicando novamente que a EDP não faz instalações trifásicas. As instalações são sempre monofásicas e depois o contador como é inteligente faz a gestão de consumos para melhor aproveitamento. Que já passaram os 14/30 dias de livre resolução e que nada poderia fazer para ajudar. Pelos que verifica nos registos a casa está a ter aproveitamento dos painéis, por isso questão resolvida. Acontece que pelo que verificamos na aplicação a casa não está a ter total aproveitamento dos painéis, pois está a injetar muita energia na rede precisamente por não estar ligado às 3 fases, pois se estivesse a casa teria um aproveitamento de 100% da energia produzida. Pelo que verificamos na aplicação, muito provavelmente, os painéis estão ligados a uma das fases de menos consumo porque este é sempre de 300w no máximo 500w. Uma casa com 2 pessoas a trabalhar diariamente, uma num computador outra em máquinas de costura, com 3 frigoríficos e uma arca sempre ligados, tvs, luz, não pode ter apenas este consumo em tempo real. Mais uma vez não satisfeita com a resposta, fui novamente à loja dia 07/03/2026, contudo o colaborador que nos tinha atendido não estava pelo que decidimos voltar outro dia. Dia 11/03/2026 voltamos à loja, mais pormenorizadamente e ressalvo, apenas neste dia, foi-nos explicado que a EDP em casa com potência 10.35 e instalação de, apenas, 3 painéis faz instalação monofásica, nunca antes esta informação nos foi indicada. Acontece que temos conhecimento de um vizinho que tem uma casa de instalação trifásica e a equipe técnica que foi para fazer a instalação dos painéis não o fez porque não levava material trifásico para fazer a instalação, o que prova que a EDP faz sim instalações trifásicas. O meu contrato e simulação foram feitos para uma instalação trifásica e não monofásica. Fomos enganados porque nunca, nem na celebração do contrato nem na instalação dos painéis, nos foi indicado que a instalação não seria de injeção em, apenas, uma das fases. Para exemplo, uma vez que a vossa funcionaria indica que é desta forma que verificam se os painéis têm utilidade ou não, em janeiro de 2025 (10/12/24 – 09/01/25) o nosso consumo foi de 661 kw em janeiro de 2026 (19/12/25 – 20/01/26), já com painéis instalados, o consumo foi de 519 kw. Trata-se de uma diferença de 142 kw, insignificante tendo em conta que o período de faturação também é um pouco diferente e que este valor é irrisório quando falamos de 3 painéis solares. Só estamos a fazer esta exposição agora porque quando fomos à loja, no dia 11/03, o funcionário ficou com a nossa informação e pediu que aguardássemos um contacto. Como tal não aconteceu, voltámos à loja em 25/03, apresentamos esta mesma reclamação. Recebemos hoje a resposta, dizem nada mais ter de acrescentar às respostas dadas anteriormente, ou seja, não aceitam as nossas explicações. Apresentamos reclamação no livro de reclamações (ROR00000000045553319), mas mais uma vez sem qualquer resposta positiva. Apresentei reclamação no CNIACC em 09/04,mas indicaram hoje, 16/04, que não era com eles, mas sim com o CICAP, contudo antes de apresentar a reclamação optei por pedir a vossa ajuda. Posto isto, agradecemos a vossa melhor análise a toda esta questão e solicitamos a retirada dos painéis solares da nossa casa sem qualquer encargo para nós, assim como a retirada da mensalidade dos mesmos da nossa fatura. Salientámos, novamente, que fomos enganados desde o início deste contrato. Contratamos uma instalação trifásica e foi-nos feita uma instalação monofásica sem nosso conhecimento. Obrigada

Encerrada
C. Q.
17/04/2026

RECLAMAÇÃO FORMAL ÁGUAS DO ALTO MINHO

Venho apresentar reclamação relativa ao contrato de abastecimento de água da morada Rua Dr. Alfredo Magalhães n.º 8, 4930-325 Gandra – Valença, da responsabilidade de Maria Irene Cortinhas de Sousa. Ocorreu uma fuga no ramal exterior de abastecimento de água, localizado no jardim da habitação, antes de qualquer ligação ao sistema de saneamento. A fuga foi identificada e imediatamente reparada por familiar com conhecimentos técnicos, não existindo fatura da intervenção. Apesar disso, o consumo anormal registado na faturação comprova claramente a ocorrência da fuga, tendo o consumo regressado aos valores normais no mês seguinte à reparação. Foram solicitadas a revisão e redução do valor de saneamento, uma vez que a água perdida se infiltrou no solo e não entrou no sistema de águas residuais. O pedido foi indeferido pelo perito por alegada falta de prova visual, não tendo este procedido à verificação do local intervencionado. Posteriormente, foi celebrado um acordo de pagamento em prestações devido ao valor elevado da faturação. Contudo, verificaram-se graves irregularidades administrativas: Faturas entregues fora de prazo; Pagamento efetuado presencialmente em loja foi incorretamente imputado a mês antigo por indicação da funcionária; O mês corrente ficou por liquidar por erro do atendimento; O sistema passou a acusar duas faturas em atraso indevidamente; O acordo de pagamento foi anulado com fundamento em incumprimento não imputável à cliente; Está agora a ser exigido novo acordo com custo adicional de mais ou menos 60€. Estou a ser penalizada por erro administrativo dos serviços, acrescido da recusa de reapreciação do saneamento relativo a fuga comprovada por consumo anormal, fotografias do tubo danificado e registo do contador no mês seguinte à reparação.

Encerrada
M. L.
16/04/2026

Downgrade

Exmos. Senhores, Na criação de contrato, foi oferecido a oportunidade do pack full edp, no valor de 16€ o qual aceitei. Passado uns dias verifiquei que haveria outras ofertas de outro preço mais barato. O que me convenceu a oferta não foi o plano de saúde, mas sim os descontos acumuláveis de 50€ em lojas pingo doce, Ditos e gravados em chamada. Ou seja que todos os meses tinha 50€ de desconto em pingo doce, dito diversas vezes em chamada. Para minha surpresa, no dia que acaba o período de desistência, vou verificar na app edp e não há desconto no pingo doce de 50€, apenas de 10€ e que está expirando. Sinto-me frustado engando, especialmente porque não me autorizam o downgrade ou cancelamento da "oferta". Peço explicações e ações a ser tomadas. 16/04/2026 Cumprimentos. Matias Jarego NIF: 272769428

Encerrada
V. M.
15/04/2026

Agendamento visita técnica

No passado dia 17 e 19 de Março de 2026, recebi a mesma mensagem da E-Redes dizendo que iriam realizar uma visita técnica na linha morada sem indicação de data ou hora. Também me informava que poderia reagendar essa mesma visita em e-redes.pt. Entrei na plataforma da e-redes e tentei alterar o agendamento para uma data que me fosse possível estar em casa mas não consegui, nem através do site nem através da opção WhatsApp. A resposta obtida é que não havia datas livres. Entretanto, no dia 15 de Abril recebo uma chamada pelas 11h50 da manhã e era um técnico que estava na minha morada. Como trabalho nesse horário, não pude comparecer. Pouco tempo depois, pelas 11h52 recebi duas SMS, uma com a confirmação de que não foi possível a verificação do contador e outra já com a nova data, desta vez, com data e hora, dia 13 de Maio entre as 15h30 e as 18h. Mais uma vez, tentei mudar este agendamento porque, estando a trabalhar, não me será possível estar em casa neste horário. Não consegui. Aliás, através do WhatsApp, é -me dito que não existem agendamentos no meu CPE. Mais tarde, no mesmo dia 15 de Abril, pelas 18h35, recebi um e-mail com um PDF com o título "Ultima tentativa de acesso ao contador de electricidade" indicando que posso incorrer de corte de energia se não der acesso ao técnico à minha habitação. Sendo que a primeira visita, hoje, dia 15 de Abril, não me foi informada, é legal este tipo de abordagem, dizendo que posso pagar uma coima de 20€ ou me podem cortar a electricidade?

Encerrada
C. P.
15/04/2026

Faturação atrasada

A Galp esteve primeiro quatro meses sem enviar facturas (de setembro até janeiro) e agora mais dois meses, de janeiro a março. Para além da soma avultada que tenho que pagar há outra coisa que me deixa indignada. Olho para a factura e parece que está em chinês, não consigo perceber nada.

Em curso
F. G.
15/04/2026

Difamação por parte de funcionárias

Exmos Senhores, Trabalhei para a EDP, através da empresa Futurcabo de Agosto 2025 até Fevereiro de 2026, da qual sai por divergências na forma de pagamento. Na minha equipa eramos 4 pessoas, na qual a minha supervisora, a Fatima Dias, depende dos colaboradores para ter também a sua remuneração. A nossa função era ir a casa das pessoas tentar vender paineis solares da EDP. Pelos vistos, nos ultimos 15 dias, a equipa formada por Fatima Dias e Ana Martins, andaram a vender paineis solares em Brasfemes, a minha terra natal, qual foi o meu espanto quando 3 pessoas diferentes, inclusive da minha familia, vieram me dizer, quase escandalizados, que elas falaram de informações confidenciais minhas, de forma difamatória tais como que eu tinha sido despedido, que andei a fazer fraudes, que ganhava o subsidio de desemprego, que a Fatima Dias( a minha superior) teve que pagar os serviços que não foram instalados, além de outras informações confidenciais que estão abrangidas pela protecção de dados. Como se isto não fosse suficiente, e como a minha chefe sabia situações da minha vida privada, também difamou a minha esposa, que me tratava mal, que eu trabalhava menos devido aos constantes telefonemas dela, que era uma preguiçosa e mais tantas situações que revelam uma falta de profissionalismo, de sensatez e que prejudicou e muito a minha reputação, é muito grave e posso imaginar que o possam ter dito noutros clientes. Não o sei, apenas sei que o fizeram, pelo menos, em 3 casas diferentes. Comuniquei esta situação ao chefe delas, o Sr Jordão mas não obtive resposta nenhuma,possivelmente para ele, é mais importante elas venderem do que serem minimamente profissionais

Encerrada
P. T.
14/04/2026

Destruction of trees

8 redesmen entered my land with strimmers, chainsaws and tools, without permission or notice, they destroyed trees plants and bushes and left behind all of the waste causing a fire hazard and leaving behind a terrible mess. I have tried to contact eredes and made a complaint to them which they are supposed to reply to within 15 days, I have had no response.

Encerrada
A. C.
10/04/2026

Exigido pagamento de Reparação em período de Garantia

Exmos. Senhores, Em setembro de 2024 adquiri um esquentador modelo WTD11-4 KME, da marca Vulcano numa loja Leroy Merlin, sob o código de fatura FT 20240036501/006670, acima referido. No dia 3 de abril de 2026 o equipamento deixou de funcionar. Uma vez que estava ao abrigo da garantia da marca por um período de 3 anos, acionei a garantia através do serviço pós-venda da referida loja, em vez de recorrer ao nosso habitual técnico de manutenção/instalação de equipamentos. Em 8/04/2026, perante a ausência de notícias, entrei em contato com o apoio ao cliente da Vulcano. Minutos depois telefonou um técnico com o qual acertei a hora da intervenção. Informando-me este repetidamente que, caso a avaria não estivesse coberta pela garantia, teria de pagar €77 da deslocação e €18 da peça (?), acrescidos do respetivo IVA. Naquele momento: • Achei algo estranha a forma como a informação foi avançada - como se a exclusão fosse a norma e não a exceção e me estivesse a preparar para o inevitável. • Perguntei-me como saberia ele com tanta certeza qual a peça avariada e o preço desta, • Achei exorbitante o valor cobrado pela deslocação (longe dos 20/30 euros habituais). Mas, como estava em garantia e não havia quaisquer sinais de má utilização ou espaço para alegar ausência de manutenção num equipamento instalado há ano e meio, na ausência de alternativa e perante a situação crítica em que nos encontrávamos, decidimos avançar, • Preparando-me, no entanto, para estar presente no momento da intervenção e atento a quaisquer manobras conducentes à malfadada conclusão. No local, o técnico informou-me que a avaria não estava incluída no âmbito da garantia porque a turbina evidenciava uma cor amarelada. Razão pela qual a reparação teria de ser paga. Solicitei que me mostrasse a peça avariada e a água residual drenada do equipamento. A turbina (cujo rotor o técnico afirmou ser originalmente de cor branca) apresentava de facto uma cor amarelada, sem sinais de entupimento ou desgaste nas respectivas pás e, a água drenada do esquentador, tinha ligeiros vestígios de caliça ou areia, os quais julgo terem caído do tubo de escape dos gases da caldeira (junto fotos de uma e de outros). Insatisfeito com a explicação do técnico - a mudança de cor de um rotor dificilmente provocaria o colapso da turbina, nem constitui prova que esteve sujeito a uma tração inusitada, mas tão só que as águas da rede não são quimicamente puras ou que o material das pás é demasiado poroso e frágil para o efeito ali em vista - apelei para o apoio ao cliente para obter instruções sobre como atuar em semelhante situação. A pedido do operador, passei o telefone ao técnico que manteve a posição inicial. Como estavam de acordo quanto à conclusão, perguntei ao operador do apoio ao cliente como poderia reclamar daquela decisão unilateral e absurda, remetendo-me este para o email do apoio técnico da marca (assistencia.tecnica@pt.bosch.com). Paguei e assinei de boa-fé a quitação devolvida pelo técnico sem colocar, como provavelmente deveria, qualquer referência à minha discordância ou protesto quanto a tão infeliz desfecho. Dirigi-me à DECO de cujos serviços sou subscritor, onde fui aconselhado a apresentar a presente reclamação. Com esta pretendo, em primeiro lugar: 1. Ser ressarcido dos valores pagos, porque não considero provada qualquer má utilização, por alegada incúria ou falta de manutenção do equipamento. À vista desarmada a água abastecida não evidencia colorações que possam indiciar a existência de rupturas na rede pública ou o transporte de matérias que provoquem entupimento, cujo impacto seria imediatamente notado na redução do fluxo de água quente ou fria. Em segundo e último lugar, gostaria de; 2. Ser esclarecido sobre se existe alguma alínea da lista de exclusões que refira a cor das pás da turbina. Ou se foi entre os técnicos no terreno e os agentes do apoio ao cliente que foi acordado excluir as turbinas “amareladas” das reparações em garantia, criando jurisprudência assente na multidão de clientes desesperados que acabaram por calar a sua indignação e pagar em silêncio o exorbitante preço da deslocação e a substituição das aparentemente frágeis turbinas. Num mundo no qual as percepções tantas vezes se substituem à crua realidade dos factos, estranharia que uma marca que, arrisco afirmar, tem uma elevadíssima quota de mercado possa estar desatenta quanto às consequências que casos como o que aqui acabo de descrever têm na sua reputação. Ainda assim, permito-me o atrevimento de vos colocar as três questões/sugestões que seguem: • Se, dos processos de melhoria interna, faz parte a recolha do número de turbinas avariadas dentro do período de garantia e se esse elemento de alarme é divulgado às áreas de desenho técnico e fabrico de equipamentos ou dos seus componentes (turbinas, neste caso)? • Pergunto-me ainda se é recolhido e objeto de análise o volume de reparações que são negadas, apesar de ao abrigo de uma garantia válida, e a identidade dos agentes da Vulcano e das empresas contratadas, que nelas intervieram. A bem de uma certa transparência e da defesa da boa imagem da Marca, seria interessante que estes dados fossem cruzados. • E que a existência desse mecanismo de auditoria interna fosse divulgada aos agentes como elemento dissuasor de eventuais, ainda que raras, “solidariedades” com os agentes no terreno. Não pretendo insinuar que os dois agentes aqui envolvidos e cuja identidade me esforcei por ocultar, tenham agido de má-fé. Não sei. Baseio-me na firme convicção de que estes instrumentos não colocam em risco a reputação dos agentes, antes os defendem de eventuais processos de intenção e reduzem o risco de que se instalem no seio da estrutura ou do sistema processos que a parasitam e o corrompem. Incluo cópia das faturas de compra do equipamento e da reparação, imagens da turbina avariada (que continua na minha posse) e das águas residuais drenadas do esquentador. Cumprimentos

Encerrada
M. B.
10/04/2026

Impossibilidade de acesso à área de cliente e desaparecimento de contrato

Exmos. Senhores, Tinha acesso à área de cliente da EDP e, de um momento para o outro, deixei de o ter, sem qualquer explicação. Desde então, tenho passado os últimos 2 dias a contactar a EDP Empresas, uma vez que se trata do condomínio do prédio onde habito e do qual sou administrador, tentando perceber a origem do problema e solicitar o restabelecimento do acesso. Após vários contactos telefónicos (já falei com 3 ou 4 colaboradores), a situação é, no mínimo, preocupante: nenhum dos operadores consegue encontrar o contrato associado ao fornecimento. Foi-me inclusive transmitido que o contrato “não aparece” no sistema. No entanto, possuo uma fatura de janeiro de 2026 com todos os dados do contrato, o que comprova inequivocamente a sua existência. Ainda assim, o contrato não é localizado através de qualquer elemento: NIPC, e-mail, morada, nome do condomínio, CPE ou número de contrato. Adicionalmente, ao tentar aceder à área de cliente, recebo um código de validação no e-mail, mas, após a sua introdução, o sistema não permite avançar. Isto reforça que o contrato existe, apesar de não estar acessível. O atendimento prestado tem sido extremamente insatisfatório: após longos períodos em espera, a única resposta obtida é que o assunto será “reportado”, sem qualquer resolução concreta ou prazo de resposta. Importa referir que assumi recentemente a administração do condomínio, herdada de uma empresa de gestão anterior que deixou pagamentos em atraso à EDP. A minha intenção é regularizar todas as faturas pendentes com a maior brevidade, evitando a acumulação de juros ou outras penalizações. No entanto, estou impossibilitado de o fazer devido à falta de acesso à área de cliente e à inexistência de suporte eficaz por parte da EDP. Considero esta situação grave e demonstrativa de uma total falta de organização e de respeito pelo cliente. Solicito a resolução urgente deste problema, com: • Restabelecimento imediato do acesso à área de cliente; • Identificação e recuperação do contrato; • Disponibilização de todas as faturas em dívida para regularização. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para esta situação.

Resolvida

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