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Não cumprimento do acordo
Prezados senhores No dia 30 de Março de 2019, realizei um acordo (Doc. 1) com a V/ empresa (Célula Perfeita), a conceder-vos exclusividade na comercialização do meu título de férias (Empreendimento Club La Costa). Desde contrato, constava que, se no prazo estipulado (mínimo 6 meses) não fosse comercializado o título de férias, o valor da inscrição (total 1 076,25 €) ser-me-ia devolvido na totalidade. A V/ empresa enviou-me um e-mail (Doc. 2) no dia 01 de Julho de 2019, a solicitar o pagamento das despesas de leiloeira e serviço de endosso para seguimento da comercialização do título, no valor total de 3 628,50 €. Algo que eu recusei, uma vez que no acordo foi apresentado somente o valor da inscrição, não estipulando o pagamento de quaisquer despesas extras. Por sua vez, no passado dia 30 de Setembro do corrente ano, enviei-vos uma carta registada com aviso de receção (Doc. 3) a rescindir o acordo de comercialização. Nessa carta, apresentei o NIB para o qual deveriam ter devolvido o valor da inscrição. Diante do exposto, concede-vos um prazo de 7 dias para que seja ressarcido do valor anteriormente mencionado, para o IBAN apresentado no Doc. 4.
Cobrança adicional em aluguel de carro, com reserva pelo site da Ryanair, devido a atraso de voo
Embora seja cliente há muitos anos da empresa e tendo feito várias viagens por ela, junto com minha família e amigos, quero demonstrar meu profundo desapontamento com a Ryanair.Fiz uma reserva de carro, para uma viagem a Milão/Bérgamo (BGY), pelo site da Ryanair, após a compra das passagens aéreas. Considerei muito interessante a facilidade de acesso, os preços praticados e a possibilidade de juntar em uma mesma plataforma os dados da viagem (voo, aluguel de carro). O site é amigável, inclui muitas outras opções, como reserva de hotel e transfer.A data e hora de levantamento (e também da devolução) do carro foram automaticamente determinadas pelo site, com base no horário do voo.Contudo, diante de problema de atraso de voo da Ryanair, superior a 1 hora (porém não superior às 3 horas que concede direito legal a ressarcimento), fui cobrado em um valor adicional de 40,00 euros pela empresa do aluguel de carro – GoldCar. O voo deveria ter chegado às 23h10 mas chegou às 00:26.Ainda no aeroporto de origem, já sabendo do atraso do voo, eu telefonei para o Balcão da cia de aluguel de carro e ao chegar ao destino me dirigi imediatamente ao local. Mesmo assim, com a prévia comunicação do atraso e tendo o funcionário do balcão conhecimento desta ocorrência, fui cobrado em um valor adicional de 40,00 euros, referente a “Retirada fora do horário”. Já fiz vários contatos com a Ryanair, indo ao balcão da companhia no dia da chegada (28/10/2019), abertura de registro de reclamação (EU261 Claim information), diálogo via chat e abertura de outra reclamação (hoje, 13/11/2019).Junto à GoldCar também registrei reclamação. A resposta foi: The charge for out of office hours pickup is applied to any contract picked after 00:00, independent of the reason or of previous notification. If in this case it was due to a delay of your flight company I recommend that you contact them regarding a refund for this extra charge. O tratamento da Ryanair é frio, não recebi resposta por e-mail (embora no chat o atendente tenha dito que consta envio de e-mail em 8/11). Este mesmo atendente disse que, como o atraso foi inferior a 3 horas, não tenho nenhum direito.Depois de toda esta situação, vim a descobrir que “o barato sai caro”, sendo melhor evitar alugar carro ou fazer outras reserva pela Ryanair (além de voos, unicamente). Eles utilizam parceiros e não se responsabilizam pela forma como somos tratados. Além da GoldCar, ainda há um intermediário, CarTrawler (fiz contato telefônico no dia do voo, ao saber do atraso, e não ajudou em nada).Gostaria que a Ryanair se posicionasse sobre isso. Ora, se o atraso foi tão pequeno que não daria direito a reembolso, porque a companhia de aluguel de carro me cobrou uma taxa extra? E se existe a possibilidade de tal atraso, talvez rotineiramente, por que expor os passageiros a possibilidade de alugar um carro e ser surpreendido com tal cobrança adicional?Eu pensava ser seguro e confiável alugar carro junto à Ryanair, mas não sendo resolvida esta situação, jamais farei isso novamente e não recomendarei a ninguém.Irei anexar os dados do voo e da reserva da viatura. Com os melhores cumprimentos.
Burla com Voucher Racingvarius
Vim por este meio reclamar de uma infeliz ocorrência. Este domingo, dia 10 de novembro de 2019 o RacingVarius criou um evento para os participantes que possam utilizar o seu Voucher de oferta de duas voltas pelo Autódromo do Estoril, desde as 13h às 17h. Este voucher foi comprado por mim através da Golden Moments no passado mês de outubro como prenda de aniversário (https://www.goldenmoments.pt/conduzir-um-nissan-gt-r-no-autodromo-do-estoril-lisboa-2-voltas.html). Infelizmente, o início previa o final com a receção da notícia de que o carro que determinou a escolha da prenda, já não se encontrava disponível. Por este motivo, o Nissan GTR não podia ser conduzido porque já estavam lotados e teria que ser substituído pelo BMW, ressaltando que são dois carros que não são, de todo, considerados equivalentes. Reforço que em qualquer outra situação, o justo seria usufruir de um carro superior, tal como acontece quando o sujeito se desloca a um hotél com um quarto reservado e os quartos estão cheios, o sujeito é reencaminhado para um quarto de qualidade superior, o mesmo acontece quando os lugares no avião estão lotados e os passageiros são remetidos para a zona de primeira classe, o mesmo acontece quando se aluga um carro e não se encontra disponível o carro escolhido, disponibilizam um carro superior. Depois de uma hora e meia numa fila para realizar o Check-in e dar início à experiência, ao relento e sem condições para receberem os participantes e acompanhantes, que se encontravam em pé e em fila, às 15h, é informado que já não existe a possibilidade das pessoas usufruírem da sua experiência pois o espaço já estava lotado de participantes e os carros já não estavam disponíveis para aquele dia. Somando a esta desagradável situação, incluindo o tempo que os participantes estiveram ao frio e em pé, com a deslocação ao Autódromo do Estoril em vão, é ainda referido que não haverá reembolso dos acompanhantes (estes teriam que pagar 5€ à entrada do autódromo), quando estes apenas iam ver a corrida dos respetivos participantes. Como forma de remediar o irremediável, foi informado que iria existir um evento no próximo sábado, dia 16 de novembro de 2019 e que os sujeitos que estavam presentes no dia 10 de novembro teriam prioridade. É de lamentar, quando as pessoas não se podem deslocar no próximo sábado ou querem ser reembolsadas com o dinheiro gasto no Voucher, que a Racingvarius diz ser impossível de reembolsar. E ainda, os sujeitos que pediam explicações e livro de reclamações não tiveram um bom atendimento por parte dos colaboradores da empresa, com manifestações de indiferença perante o transtorno causado. É extremamente desagradável esta ocorrência, em especial quando estavam incluídas crianças e pessoas que vieram de longas distâncias, desde Porto, Aveiro e Portalegre, que pagaram estadia em Lisboa, com o propósito de puder usufruir da experiência que pagaram e têm direito. Como é de esperar, nem todas as pessoas têm disponibilidade de realizar viagens frequentes dados os gastos em diversos domínios. Além disso, houve manifestações de pessoas que já se tinham deslocado ao sítio duas vezes, contudo, foi desmarcado. Além disto, é referido que durante estes eventos, existe um espaço lúdico para crianças puderem brincar neste espaço, porém, nada disto era oferecido, nem mesmo uma zona de espera onde os participantes e acompanhantes pudessem estar, enquanto estavam numa fila interminável. A justificação fornecida pela Racingvarius é que não contavam com um fluxo tão grande de participantes (ressalto que anteriormente dois eventos deste teor tinham sido cancelados), que não informaram a entrada porque existe um deelay de informação e só ao realizar o Check-in é que os colaboradores têm uma noção da quantidade de pessoas que o recinto apresenta, que o Autódromo apenas autorizou que seis carros se encontrassem na pista e que os participantes demoram tempo ao tirar fotos com familiares e com os respetivos carros topos de gama. As reclamações neste dia foram muitas e o que revoltou a maior parte dos indivíduos que se encontravam nesta situação foi a completa indiferença por parte da empresa em causa. Sem mais assunto,Obrigado pela atenção e continuação de um bom trabalho.
problemas na conpra de um anel na loja da pandora
venho por este meio comonicar a v.EXAS que comprei um anel na loja da pandora nu mar shopping a mais o menos tres meses, o qual ao fim de um mes oxidou. me dirigi a loja e me enformarão que nada podiam fazer, que tinha de enviar um email a empresa ou então teria de pagar 8 euros por uma limpeza. enviei o email e me disseram que se responsabilizavam pela limpeza , ate ai tudo bem.o problema e que passado mais um mês de ter sido efetuada a limpeza o anel voltou a oxidar voltei a contatar a empresa em causa e me disseram que não podiam fazer mais nada pois a prata era a de lei, o que e certo e que paguei um produto nu valor de 69 euros e ao fim de um mes estava oxidado e agora continua na mesma depois da dita limpeza efetuada .sem mais assunto obrigado pela vossa atenção.
Marcação vch interpass
Exmos. Senhores, No passado dia 16-10-2019 fui contatada pela Dª Carolina Jerónimo, indicando-me um nº de telemóvel- 925982937- Dra Ivone Monteiro pois tinha ganho um voucher gratuito da Interpass.Quando perguntei a razão pela qual havia sido sorteada, a Sra. Dª Carolina Jerónimo informou-me que para estarem inscritos em plataformas digitais tinham de fazer algumas ofertas para dar a conhecer o produto.Apesar de ter dito já ter sócia e não estar interessada, pois implicava grandes palestras ( a senhora garantiu-me que a chamada estava a ser gravada), a Sra. Dª Carolina Jerónimo insistiu que fosse fazer o levantamento do voucher e que não haveria lugar a palestras.Fi-lo à hora combinada ( 18h30m) no Hotel Pestana de Cascais. A Sra. Dª Joana Pereira entregou-me o voucher que anexo e disse que só tinha de ligar ou mandar e-mail para os endereços sublinhados no voucher.Hoje quando tentei proceder à marcação pelo telefone indicado, a Sra. Dª Amália disse que teria de me dirigir à Av. Elias Garcia, 45C, em Lisboa, indicação que nunca tive presencialmente e que perguntei várias vezes.
Contrato fidelização com base em informações falsas
No dia 21/10 dirigi-me ao Solinca Oeiras onde expus a minha necessidade: fui nadador de competição e procurava uma piscina que me permitisse treinos livres durante a semana entre o período das 17h30 e as 19h30 (único período disponível). O Solinca informou que a essa hora apesar de existirem aulas de natação eram sempre garantidas 4/5 pistas livres, pelo que poderiam cumprir com o meu desígnio. Em todas as vezes que tentei ir nadar não me foi possível dado só estar 1 ou 2 (no máx) pistas abertas para nataçãocom uma afluência desproporcional (mais de 20 pessoas entre as que nadavam e as que faziam fila pela sua vez, cujo tempo de espera seria incógnito!). Fiz tentativa às 7h00 mas também sem sucesso, há aula de hidroginástica e só 1 pista aberta para mais de 15.No dia 21/10 dirigi-me ao Solinca Oeiras onde expus a minha necessidade: fui nadador de competição e procurava uma piscina que me permitisse treinos livres durante a semana entre o período das 17h30 e as 19h30 (único período disponível). O Solinca informou que a essa hora apesar de existirem aulas de natação eram sempre garantidas 4/5 pistas livres, pelo que poderiam cumprir com o meu desígnio. Em todas as vezes que tentei ir nadar não me foi possível dado só estar 1 ou 2 (no máx) pistas abertas para nataçãocom uma afluência desproporcional (mais de 20 pessoas entre as que nadavam e as que faziam fila pela sua vez, cujo tempo de espera seria incógnito!). Fiz tentativa às 7h00 mas também sem sucesso, há aula de hidroginástica e só 1 pista aberta para mais de 15 utentes. Com base nas falsas informações prestadas, fui confrontado com uma única possibilidade de adesão, com contrato de 1 an e com o valor máximo de pagamento. Não me foi apresentada qualquer alternativa de pagamento mensal, ainda que mais caro oue com o valor máximo de pagamento. Não me foi apresentada qualquer alternativa de pagamento mensal, ainda que mais caro ou mesmo fazer um período experimental. No período de reflexão de 1 mês, pedi junto do Solinca de Oeiras a desvinculação porque:- fiz um contrato com base em falsas informações- não tive opção de escolha de mensalidade e pago a taxa máxima- considero o contrato inválido por não estar assinado por ninguém do Solinca- não consigo outro horário para usufruir das instalações e no horário que posso não é possível pelo excesso de utentes e poucas pistas disponíveis.O pedido foi negado, apesar do Solinca Oeiras admitir que só tem 1 pista livre e que tem muitos sócios, refere lamentar a situação mas não aceita desvinculação.
Reembolso por serviço não efetuado
No dia 14 de Outubro passado, a minha mulher apresentou uma reclamação registada com o número[REQ:M-25717920], relativa à não efectividade na estadia (reserva nº160791974903) no Hotel Rural de Santa Bárbara dos Mineiros (Data de check-in sábado, 12 de Outubro de 2019 Data de check-out domingo, 13 de Outubro de 2019), devido ao tratamento a fomos sujeitos por parte do gerente do hotel, que acabou na nossa expulsão do mesmo, efectuada por parte do gerente. Foram vários os acontecimentos pelo que vou deixar uma descrição o mais detalhada possível.Ao fazermos o check in no dia 12 de Outubro, a funcionária que nos atendeu foi de extrema simpatia e cortesia e todo o processo decorreu de forma normal e expectável. Mostrou-nos as instalações do hotel e a localização dos serviços disponíveis.Ao chegarmos ao nosso quarto, reparámos que não havia sabonete para as mãos e utilizámos o gel de duche que tínhamos disponível como cortesia do hotel. Saímos pouco tempo depois do check in para dar uma volta nas redondezas e como a recepção estava vazia, deixámos o pedido para quando voltássemos. Ao regressarmos, já não se encontrava na recepção a funcionária que nos atendeu, mas outro senhor, que soubemos mais tarde ser o gerente. Fiz o pedido e foi-me sugerido que utilizasse o gel de duche. Expliquei que foi o que fiz, porque não tinha mais nada disponível, mas que gostaria de usar sabonete. Foi-me perguntado se queria mais gel de duche. Achei que era dificuldade de comunicação e disse explicitamente que pretendia sabonete. Com evidente má vontade, foi procurar o sabonete solicitado, que nos foi entregue.Ao chegar ao quarto, e verificar as camas, reparei que um dos lençóis das camas (era quarto twin, apesar de ter pedido na reserva de casal) não estava passado a ferro. Ao abrir mais a cama para encontrar indícios de utilizações anteriores, vi que o lençol tinha manchas amarelas. Desfiz a outra cama e esta, apesar de ter os lençóis passados, um deles tinha um furo. Entre o lençol e a protecção do colchão, podiam ver-se cabelos.Dirigi-me à recepção e pedi para nos irem mudar as camas. O gerente dirigiu-se ao nosso quarto com apenas um lençol, olhou para a cama, disse que a cama estava perfeita, que o amarelo não era sujo eram manchas de ferrugem e não tinha mal nenhum mas, que se quisesse, ali estava o lençol e podíamos fazer a cama. E saiu do quarto.Deixou-nos a ambos estupefactos e de boca aberta. Segui-o para a recepção com o lençol sujo, protestando que não achava normal que estivesse a pedir aos hóspedes que fossem os próprios a fazer as camas. O gerente não gostou porque estavam outras pessoas a fazer o check in naquele momento, mas eu também não gostei que ele nos tivesse virado as costas no quarto depois de nos dizer que poderíamos fazer as camas. Continuou a insistir que os lençóis não estavam sujos, eram manchas de ferrugem e recusou-se a mudar as camas porque, segundo as suas próprias palavras, estava sozinho no hotel e não sabia fazer camas. Eu disse que não aceitava este tipo de tratamento, disse que queríamos sair e pedi a devolução do dinheiro da reserva, pedido que foi prontamente recusado - o pagamento teria sido feito ao Hoteis.com e não directamente ao hotel. Em nenhum momento nos foi feito pedido de desculpas ou foi sugerida a hipótese de sermos mudados de quarto. Quando questionado acerca do motivo porque estava sozinho num hotel de 4 estrelas e não conseguia providenciar os serviços mais básicos oferecidos a hóspedes, virou-nos costas e saiu da recepção por uma porta de serviço, deixando-nos a falar sozinhos.Continuei a interpelá-lo até ele voltar e, quando o fez, eu protestei pelo comportamento e pelo tratamento informal, dizendo que em Portugal não é costume dirigirem-se às pessoas naqueles termos, referindo-se obviamente à situação em que nos encontrávamos. O gerente insinuou que essa afirmação era xenófoba, ameaçou chamar as autoridades e expulsou-nos de imediato do Hotel, sem qualquer motivo aparente. Será que eu e a minha mulher estávamos a ser demasiado exigentes com o serviço prestado? Não me parece. Enquanto isto decorria, a minha mulher solicitou várias vezes o livro de reclamações para apresentar queixa formal nas autoridades competentes. Ao meu terceiro pedido consegui que nos desse o livro de reclamações e seguiu uma queixa formal para o Turismo de Portugal, I.P. relatando brevemente os acontecimentos e focando-me no facto de que o hotel não está preparado para oferecer os serviços que apregoa como sendo de 4 estrelas, como uma simples mudança de roupa de cama deveria ser.Foi a primeira vez em todas as nossas estadias em hotéis que semelhante coisa nos sucedeu, ficámos extremamente perturbados e custa-nos aceitar ter pago por um serviço que não foi consumado e pelo tratamento a que fomos sujeitos. Até porque, pelo que entendemos, os serviços de hotel de 4 estrelas (restaurante, dois bares, ou outra necessidade qualquer) estariam sempre dependentes da capacidade de 1 única pessoa. Não é aceitável de todo. Nessa mesma tarde fizemos nova reserva através do mesmo site (Hoteis.com) para outro hotel na mesma área, uma vez que fomos expulsos do Hotel Rural de Santa Bárbara dos Mineiros e mesmo que o gerente voltasse a trás na decisão, não iriamos ficar mais naquele sitio.Através da reclamação solicitámos que considerassem o pedido de reembolso completo, uma vez que não usufruímos da estadia.A reclamação foi registada com o Case ID : [REQ:M-25717920] e no dia 24 de Outubro, a reclamação foi dada como encerrada, com a oferta de um cupão de crédito do Hoteis.com no valor de 7 EUR. Obviamente que não era este o desfecho pretendido. Agradeço a resolução imediata desta situação, pois paguei 66,15 € por um serviço ao qual não tive direito.Atentamente, Vitor Coelho
Problema com débito directo da mensalidade
Assunto : Débi Directo da mensalidade Nº de cliente : 400301Exmos. Senhores,Após terem sido debitadas duas mensalidades através de débito direto e por consequente ter comfirmado quer no contrato assinado , quer no extrato da conta onde são debitadas as mesalidades deparei-me com valores acima debitadas que não vão ao encontro d contrato assinadoNeste caso , no contrato assinado com o ginásio LemonFit o valor das mensalidades é de 13.80 e na conta do associado são debitadas mensalidades no valor de 14.80Pretendo que assim seja reembolsado o valor das mensalidades e no imediato seja cessado o contrato com o ginásio
Cobrança Indevida
Prezados,Venho através deste informar que a Edreams está a cobrar de forma indevida uma passagem e eu quero a solução urgente!Fiz uma compra de passagem aérea de ida e volta para o Brasil, no meu cartão de crédito, no dia 17/10. Número da reserva: 4778163708Algumas horas após a realização da compra, recebi um email no dia 18/10 as 21:19 a comunicar que o cartão de crédito recusou a compra e que então não era possível emitir o bilhete.Entrei em contacto com o call center e a atendente me garantiu que a compra havia sido cancelada por recusa do cartão.Diante disto, Fiz uma nova compra de novas passagens com um outro cartão de crédito na própria Edreams, passagens estas que já foram confirmadas.Agora 8 dias do cancelamento fui surpreendido com a aprovação e cobrança da passagem que havia sido cancelada. Essa aprovação foi sem o meu consentimento.Não consigo mais falar por telefone com a edreams. Por messenger, não consigo falar com um atendente, somente robot. Quero imediatamente que esse valor cobrado em meu cartão e que já aparece na fatura seja estornado antes da data de vencimento.Segue abaixo o email que me foi enviado pela edreams sobre o cancelamento:Caro Cliente, Referência da sua reserva com a eDreams: <4778163708 Lamentamos informar que não foi possível emitir o seu bilhete, porque o seu cartão de pagamento foi recusado. As causas habituais incluem a recusa por parte do fornecedor do cartão em efetuar a transação, um erro do código de segurança, a data de validade indicada, saldo insuficiente ou o limite de crédito da conta. Como tal, sugerimos que contacte o emissor do seu cartão para obter mais detalhes.Gostaríamos de lhe oferecer as seguintes opções:* Contacte o seu banco e solicite a autorização de pagamento, e volte a indicar os detalhes do mesmo cartão para que possamos tentar novamente o pagamento* Indique os detalhes de um cartão alternativoPara completar a sua reserva, contacte-nos logo que possível pelo:Portugal: 707782829Brasil: 1138788158Resto do mundo: 00 34 934920532A eDreams não pode garantir em todos os casos as opções de voos das companhias aéreas, uma vez que a disponibilidade dos voos está sujeita a alterações.Tenha em atenção que, caso os bilhetes não sejam emitidos para a sua reserva, a companhia aérea tem o direito de cancelar os voos. Uma vez mais, manifestamos o nosso agradecimento por ter contactado a eDreams e esperamos poder vir a ser úteis novamente num futuro próximo. Atentamente,Serviço de Apoio ao cliente eDreams
Passagem aérea a preço diferente do apresentado no momento da compra
Exmos. Srs. e Sras., No passado domingo, dia 20 de outubro, realizei uma compra no site da eDreams de um voo Porto-Ponta Delgada, operado pela Ryanair, com partida a 22 de novembro e regresso a 29 de novembro.Ao preço da passagem inicialmente publicitado no site da eDreams (€38,99) acrescentei o seguro de viagem no valor total de €7,07. A soma destes dois valores (€46,06) era o que constava no momento da compra. Ou seja, após colocar no site todas as informações bancárias necessárias ao pagamento, o valor total discriminado no site era de €46,06 euros. Após a compra, verifiquei que me foram retirados €74,56 da conta bancária, em duas compras diferentes, uma de €50,98 e outra de €23,58.A agravar a situação, recebi uma fatura da compra mencionada, em que está discriminado um valor de €50,98 referente aos bilhetes de avião e um valor de €17,51, referente à taxa de mediação pela eDreams.Portanto, como se pode perceber, eu realizar uma compra de €46,06 euros, pela qual me cobraram €74,56, e me enviaram uma fatura cujos valores não correspondem com o cobrado. Liguei para a eDreams no domingo, que me reencaminhou para uma telefonista no estrangeiro, obrigando-me a falar inglês. Ao tentar cancelar o voo percebi que tal não seria possível dado este caso não ser coberto pelo seguro. Tentei procurar um e-mail ou alguma outra forma de explicar o sucedido, o que não foi possível. Pretendo assim, tentar por este meio contactar a empresa e reaver o dinheiro da passagem aérea.
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