Reclamações públicas

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X. M.
02/07/2026

Título: 15 dias à espera do reboque Assistência em Viagem da LOGO falha no transporte da viatura, p

Título: 15 dias à espera do reboque Assistência em Viagem da LOGO falha no transporte da viatura, presta informações falsas e demonstra total falta de respeito pelo cliente Reclamação: No dia 19 de junho de 2026, a minha carrinha Citroën avariou em Huelva (Espanha), tendo sido imediatamente acionada a Assistência em Viagem da LOGO. Fui informado de que o primeiro transporte seria efetuado por uma empresa espanhola, que recolheria a viatura e a transportaria para a sua base em Huelva. Esse serviço foi realizado de forma rápida e eficiente, tendo a carrinha ficado em segurança cerca de uma hora após o pedido de assistência. Foi igualmente comunicado que o transporte da viatura para Portugal seria posteriormente assegurado por uma empresa portuguesa contratada pela LOGO. Foi precisamente a partir desse momento que começaram todos os problemas. A viatura encontra-se a cerca de 50 km da fronteira portuguesa e a oficina onde será reparada fica a aproximadamente uma hora de distância, dispondo já de todas as peças necessárias para iniciar imediatamente a reparação. Inicialmente foi-me indicado que o transporte ocorreria no dia 25 de junho, data que depois foi alterada para 26 de junho. Nesse mesmo dia contactei diretamente a empresa espanhola responsável pela guarda da viatura e fui informado de que a carrinha permanecia exatamente no mesmo local, nunca tendo sido recolhida pela transportadora portuguesa. Desde então tenho contactado praticamente todos os dias a Assistência em Viagem da LOGO. A resposta é sempre a mesma: "vamos entrar em contacto consigo". Esse contacto nunca acontece. Numa das chamadas fui inclusivamente informado de que, segundo o sistema da LOGO, a viatura já tinha sido entregue na oficina em Portugal, informação completamente falsa. Para agravar ainda mais a situação, em duas ocasiões distintas a chamada foi desligada durante a conversa, demonstrando uma total falta de respeito pelo cliente. Hoje, 02 de julho, passaram 15 dias desde a avaria e a carrinha continua retida na base em Huelva, sem qualquer explicação credível, sem previsão concreta de transporte e sem qualquer acompanhamento efetivo por parte da LOGO. Esta situação está a causar-me elevados prejuízos financeiros e profissionais, obrigando-me diariamente a recorrer a táxis e a outros meios de transporte, suportando despesas que apenas existem devido ao incumprimento da Assistência em Viagem. Acresce ainda a preocupação de a viatura ter permanecido todos estes dias em Espanha com o depósito completamente cheio de gasóleo, situação que será naturalmente verificada quando a mesma for finalmente entregue. É absolutamente inadmissível que uma seguradora deixe um cliente 15 dias à espera do simples transporte de uma viatura que se encontra a poucos quilómetros da fronteira portuguesa, prestando informações contraditórias, falsas, adiando sucessivamente o serviço e sem qualquer comunicação séria ou transparente. Exijo: O transporte imediato da viatura para a oficina indicada; Uma explicação formal para todos os atrasos e para as informações falsas prestadas; A indemnização pelos prejuízos financeiros sofridos, incluindo despesas de transporte e demais danos causados por esta demora injustificável; Um pedido formal de desculpas pelo tratamento recebido. A qualidade de uma seguradora mede-se quando o cliente realmente precisa dela. Neste caso, a Assistência em Viagem da LOGO demonstrou uma falta de organização, comunicação, profissionalismo e respeito absolutamente incompatível com o serviço que anuncia prestar. Caso esta situação não seja resolvida de imediato, apresentarei reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e recorrerei às demais entidades competentes, exigindo igualmente a correspondente indemnização pelos prejuízos causados. Luis Miguel Eiras Viana Apólice n.º 7010801407

Encerrada

Tela do televisor vazado 30 minutos levamos de volta não trocaram

Boa noite, Comprei um televisor no dia 01/07/2026 na loja Rádio Popular em Mafra. Na loja, até testaram o aparelho, mas tiveram alguma dificuldade em voltar a colocá-lo na caixa. O vendedor ajudou-nos a pôr o televisor no carro. Viemos para casa, que fica a cerca de 300 metros da loja, sempre com muito cuidado, porque sabemos o valor de um televisor de 58 polegadas da marca HISENSE. Chegámos a casa, abrimos e instalámos o televisor. Assim que ligámos, deparámo-nos com um problema: o ecrã apresentava um vazamento. Voltámos imediatamente à loja, cerca de 30 minutos depois da compra, para resolver a situação. No entanto, disseram-nos que, como não fizemos seguro, não podiam ajudar nem trocar o equipamento. A caixa estava totalmente fechada, com esferovite e papel cartão e sem qualquer dano externo. O televisor não tinha qualquer amassado ou sinal de queda, apenas o problema no ecrã logo ao ligar. Sinto que a qualidade do aparelho deixou muito a desejar e a loja não demonstrou preocupação ou interesse em ajudar-nos. Já realizámos várias compras nesta loja, como, por exemplo, uma máquina de lavar loiça, que também tivemos de ir buscar porque, pela entrega, nunca mais nos traziam o equipamento. Sinto-me indignada com a falta de apoio ao cliente nesta situação e peço, por favor, que nos ajudem a encontrar uma solução.

Encerrada
M. M.
01/07/2026
Figura de Destaque

Usurpação de poder

Exmos senhores Tendo pedido rescisão de contrato com a Loja do Condomínio por justa causa fomos informados que teremos de pagar o valor até final do contrato. O gestor do condomínio usou de poderes, tomou decisões sem nos consultar. Pedimos reunião para esclarecer a situação mas nunca acedeu em reunir conosco. Não concordamos em ser penalizados por cancelar o nosso contrato, pois temos razões para o fazer. Só queremos que nos devolvam o que é nosso sem conflito.

Encerrada
O. E.
01/07/2026

Atendimento incorreto e recusa de devolução imediata de produto avariado

Gostaria de apresentar uma reclamação relativa ao Rúben Maia, que trabalha na Worten Maia Shopping. Ele atendeu-me mais do que uma vez e, sempre que o fazia, encaminhava-me para outra pessoa noutro departamento, para evitar o trabalho. Mas da última vez foi completamente indelicado e inventou regras que não existem na política da Worten. Tinha comprado um produto vendido pela Worten, recebi-o a 30 de junho e voltei à loja no dia seguinte, 1 de julho, para o devolver. Ele alegou que eu tinha de o mostrar ao Worten Resolve para provar que não estava a funcionar; fui ao Resolve, esperei muito tempo para ser atendida e, depois, o responsável verificou e confirmou que o produto estava avariado. No entanto, o Rúben Maia insistiu que eu tinha de sair naquele momento e voltar dentro de 48 horas, porque essas eram as regras da política de devoluções da Worten. Curiosamente, três dias antes disso ter acontecido, também tinha uma televisão avariada que devolvi à mesma loja e outros funcionários simpáticos ajudaram-me imediatamente e aceitaram o meu produto naquele mesmo momento. Não tive de esperar 48 horas por este chamado procedimento de devolução da Worten. Quando lhe disse isso, ele respondeu que era impossível que tal tivesse acontecido. Pedi-lhe que me mostrasse a regra das 48 horas tal como constava em qualquer documento; ele não a conseguiu encontrar e limitou-se a tornar-se ainda mais agressivo, insistindo que estava certo e que eu, enquanto cliente, não tinha o direito de devolver um produto naquele momento. Foi completamente indelicado comigo e não conhece os direitos dos clientes no que diz respeito à política de devoluções. É uma daquelas pessoas que evita sempre o trabalho, cria atrasos e complica os processos para os clientes. É por causa dele que, muito provavelmente, não voltarei a utilizar a Worten, enquanto todos os outros funcionários daquela loja são tão simpáticos, prestáveis e compreensivos.

Encerrada

Registo ilegal do meu nome na CRC

Venho por este meio solicitar a intervenção urgente da DECO junto da Whitestar Asset Solutions. Em virtude de uma conduta abusiva, ilegal e profundamente lesiva do meu bom nome, da minha integridade psicofísica e da minha subsistência financeira futura. A Whitestar está a tentar cobrar-me uma alegada dívida de responsabilidade solidária (aval e fiança) no valor total acumulado de 1.350.000,00 € (um milhão trezentos e cinquenta mil euros). Esta quantia está associada a 3 contratos de financiamento bancário distintos, celebrados nos anos de 2000, 2001 e 2002, respetivamente, relativos a uma empresa da qual fui sócio. O histórico cronológico, contratual e judicial deste processo dita a total e inequívoca prescrição das obrigações em relação à minha pessoa: 2000, 2001 e 2002: Datas de celebração dos 3 contratos de financiamento originais. Todos eles previam expressamente o pagamento fracionado em prestações de capital acrescidas de juros. 2003: Ano em que a empresa mutuária faliu (facto certificado na sentença judicial de 2016) que a Whitestar me enviou. 2005/2006: A falência da empresa foi decretada pelo tribunal e transitou em julgado. 2016: Sentença judicial de encerramento definitivo do processo de insolvência da empresa. A Whitestar e o credor original nunca me notificaram judicialmente de qualquer ato de cobrança ou execução desde o início dos contratos até à data de hoje. Sendo eu alheio ao processo que correu em tribunal contra a insolvência da empresa, o prazo prescricional correu inteira e ininterruptamente a meu favor. A fundamentação jurídica que extingue este direito assenta em dois pilares: Prescrição de 5 anos: Sendo contratos com pagamentos fracionados de capital e juros, aplica-se imperativamente o prazo curto de 5 anos previsto no Artigo 310.º, alínea e) do Código Civil. Mesmo em absurdo se num eventual exercício teórico o prazo se contasse do fecho da insolvência em 2016, prescreveu em 2021. É inaplicável o Artigo 311.º do CC invocado de má-fé pela Whitestar, pois a sentença da empresa não produz efeitos contra garantes que nela não intervieram (Jurisprudência Uniforme do STJ). Abuso de Direito no Aval: O preenchimento ou tentativa de uso de livranças em branco decorridos 23 anos após a falência de 2003 constitui um manifesto Abuso de Direito (Artigo 334.º do CC), na modalidade de supressio, violando a boa-fé (Artigo 762.º, n.º 2 do CC) e os limites dos Artigos 32.º, 70.º e 77.º da LULL. Já invoquei formalmente a whitstar acerca da prescrição. A GRAVIDADE DAS ILEGALIDADES DA WHITESTAR E O IMPACTO DEVASTADOR NA MINHA VIDA: Introdução de datas falsas no Banco de Portugal: A Whitestar mantém o meu NIF ilegalmente sinalizado na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) associado ao valor de 1.350.000€. Para ocultar a prescrição, a Whitestar inseriu dados e datas falsas no sistema do Banco de Portugal, reportando o incumprimento com os anos de 2014 e 2016. Estas datas são flagrantemente falsas e contrariam a própria sentença judicial de 2016, que atesta que o colapso e falência da empresa ocorreu no ano de 2003. Desemprego, Destruição da Saúde e Reforma Antecipada Forçada: A manutenção desta "mancha" ilegal e falsa de 1.350.000€ no Banco de Portugal bloqueou por completo a minha vida económica e o acesso ao sistema financeiro normal. Estava á um mês no desemprego e encurralado por este bloqueio e pelo assédio psicológico constante, (registo no CRC do Banco de Portugal) fiquei psicologicamente incapacitado ("sem cabeça") para procurar um novo emprego, fruto do stress e da ansiedade extrema que esta situação me causou. Só pensava que o fundo de desemprego um dia ia acabar e que eu não era capaz de me concentrar em nada, só pensava e penso nesta injustiça que me estavam e continuam a fazer. Prejuízos e Perdas Futuras até ao Final da Vida: Sem alternativas de inserção no mercado de trabalho e asfixiado pelo registo ilícito no regulador, vi-me obrigado a pedir a minha reforma antecipada como a única via imediata para garantir alguma estabilidade financeira mínima de sobrevivência e para me tentar defender. Esta decisão forçada causou-me um corte patrimonial e um prejuízo financeiro descomunal que irei sofrer mensalmente, sob a forma de perdas futuras, até ao final da minha vida. Peço, com o apoio da DECO: O reconhecimento da total prescrição do montante de 1.350.000€ face à minha pessoa, referente aos 3 contratos (2000, 2001 e 2002); A retificação imediata das datas falsas (2014 e 2016) inseridas na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, para o ano de 2003 conforme sentença. A eliminação definitiva do meu NIF deste registo de incumprimento no imediato. Cumprimentos. Nota: tenho em meu poder toda a documentação que faz prova do que relatei anteriormente, das trocas de correspondência com a Whitestar e da falsa argumentação da whitestar para manter o meu nome na CRC Peço ajuda!!!! por favor!!!!

Encerrada
F. A.
01/07/2026

Cobranças indevida

Venho reportar um problema que já ocorreu pela segunda vez com o serviço Gira. Na viagem com a bicicleta elétrica E1325, iniciada a 27 de junho de 2026 às 16:31, coloquei a bicicleta na doca corretamente e esta ficou bloqueada, como seria de esperar. No entanto, a viagem não terminou no sistema, tendo continuado até às 20:06 (03:35 de duração), resultando numa cobrança indevida de 7,00€. Anexo print do detalhe do percurso como comprovativo. Hoje, dia 1/07/2026, o mesmo problema voltou a acontecer: coloquei novamente a bicicleta na doca, esta ficou bloqueada corretamente, mas continuo a ter uma viagem ativa no sistema, que continua a decorrer e a gerar custos sem que eu esteja a utilizar a bicicleta. Esta é uma falha do sistema Gira e não um erro da minha parte, uma vez que a bicicleta foi devidamente devolvida e bloqueada na doca em ambas as ocasiões. Solicito: 1. O encerramento imediato da viagem atualmente ativa; 2. O reembolso dos 7,00€ cobrados indevidamente na viagem de 27 de junho; 3. Confirmação de que não serão cobrados valores adicionais pela viagem de hoje. Solicito uma resposta e resolução o mais breve possível.

Encerrada
V. P.
01/07/2026

OBRA DE CASA BANHO

Data de Submissão: Junho de 2026 Reclamada: Leroy Merlin Portugal (Loja de Almada / Alfragide) Referências: Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045603881 Ticket de Suporte n.º 2147579 Assistência Técnica n.º 00037153 Objeto do Litígio Incumprimento contratual grave, abandono de obra de renovação residencial, venda de bens com defeito oculto (falta de conformidade), publicidade enganosa, e pedido de indemnização por danos patrimoniais e morais decorrentes de conduta negligente. Exposição dos Factos 1. No âmbito de um contrato de prestação de serviços para a renovação integral da minha casa de banho celebrado com a reclamada (Leroy Merlin), foi expressamente acordado e estipulado entre ambas as partes um prazo total de execução dos trabalhos de 3 (três) semanas. 2. Contudo, a execução contratual converteu-se numa conduta gravemente negligente que se arrasta injustificadamente há vários meses. A primeira equipa técnica subcontratada e enviada pela Leroy Merlin revelou-se totalmente inapta para as funções, tendo acabado por abandonar a obra a meio. Este ato deixou diversos trabalhos estruturais inacabados, manifestamente defeituosos e sem condições mínimas de utilização. Uma posterior segunda equipa foi introduzida para mitigar os erros herdados, mas não logrou obter sucesso na sua totalidade. Adicionalmente, fui forçada a realizar deslocações diárias e dispendiosas às superfícies comerciais de Almada e de Alfragide para suprir os constantes erros e trocas de materiais imputáveis exclusivamente à marca. 3. O resultado final da obra entregue apresenta desconformidades críticas e defeitos graves à luz do regime jurídico aplicável aos direitos dos consumidores (Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro), destacando-se os seguintes pontos: Materiais com defeito latente de fabrico (Falta de Conformidade): Diversos materiais instalados, incluindo torneiras, perfis e acessórios de acabamento, apresentam a respetiva tinta a descascar e a soltar-se com apenas escassos meses de uso corrente regular, demonstrando deficiente qualidade ou manuseamento incorreto. Publicidade Enganosa e Desconformidade do Bem: Foi-me comercializada e faturada uma cabine de duche especificamente dotada de tratamento anticalcário. Todavia, o vidro encontra-se integralmente manchado desde a primeira utilização, sendo impossível remover as referidas manchas mesmo com a aplicação rigorosa dos produtos indicados pela marca, o que configura um claro defeito de fabrico ou desconformidade com as características prometidas. Equipamentos defeituosos com risco de segurança: A tampa da sanita instalada encontra-se constantemente a soltar-se e a sair do eixo, subsistem fugas de água ativas e azulejos grosseiramente cortados. A entrega da obra nestas condições consubstancia uma negligência que gera um risco diário para a integridade física dos utilizadores. 4. Fator Agravante de Vulnerabilidade: Cumpre destacar com especial gravidade o impacto severo desta situação sobre a minha progenitora, uma idosa de 84 anos de idade que reside comigo. Devido ao atraso intolerável e ao subsequente abandono inicial da obra, a mesma ficou privada durante meses do acesso a condições elementares de higiene, dignidade e segurança, encontrando-se confinada a um piso superior cuja utilização de uma banheira alternativa representava um risco severo de queda e lesões. 5. Perante a total ausência de soluções voluntárias, vi-me compelida a registar uma reclamação formal na Plataforma Digital do Livro de Reclamações Eletrónico, sob o n.º ROR00000000045603881. Em sede de resposta oficial submetida na referida plataforma reguladora, a Reclamada alterou o estado do processo para "Respondida/Tratada", assumindo formalmente perante as autoridades que "já foi aberta a assistência técnica n.º 00037153 com vista à respetiva resolução". 6. Sucede que, decorrido mais de um mês sobre a prestação desta garantia jurídica e formal por parte da Leroy Merlin, a referida assistência técnica nunca foi executada. Nenhum técnico se deslocou à minha habitação para proceder às reparações e a empresa remeteu-se ao mais absoluto silêncio. A resposta introduzida no Livro de Reclamações serviu unicamente para eludir a fiscalização das entidades competentes, demonstrando manifesto abuso de direito e má-fé contratual. Pedidos Fundamentados Face ao exposto, requeiro a devida intervenção deste prestigiado para que a Reclamada seja legalmente condenada ao cumprimento dos seguintes pedidos: Execução Integral e Urgente da Assistência Técnica n.º 00037153: Proceder à reparação total, definitiva e sem encargos de todos os vícios enumerados (estancamento das fugas de água, substituição da tampa da sanita, substituição dos azulejos danificados e dos materiais cuja tinta se encontra a descascar, bem como a resolução definitiva do defeito estrutural do vidro da cabine de duche), etc. Reembolso de Valores: A restituição proporcional ou integral dos montantes liquidados a título de instalação e aquisição de materiais que se revelaram desconformes ou inutilizados. Indemnização por Danos Morais: A condenação da Reclamada no pagamento de uma compensação pecuniária por danos morais, psicológicos, monetários e transtornos graves na vida familiar, no valor de 5.000,00€ (cinco mil euros), considerando a natureza prolongada do dano e a extrema vulnerabilidade da idosa de 84 anos afetada. Termos em que pede e espera deferimento.

Encerrada

Carro partido dentro da Mercedes

No dia 1 de julho de 2026, após contacto efetuado por correio eletrónico, a Mercedes Car Class informou que a viatura poderia ser levantada a partir das 15h00. Desloquei-me às instalações da oficina por volta das 17h00. Antes mesmo de entrar na receção, observei a viatura estacionada no exterior e constatei, de imediato, que o para-brisas apresentava uma rachadura de dimensão significativa, dano esse que não existia quando o veículo foi entregue. Entrei então na oficina e fui atendido pelo consultor Rafael, que me explicou os trabalhos efetuados relativamente ao sistema de ar-condicionado. De seguida, questionei-o sobre a origem da rachadura existente no para-brisas. O consultor afirmou desconhecer qualquer ocorrência relacionada com esse dano e contactou imediatamente o gerente da oficina, Sr. Paulo Loureiro. Após observar o veículo, o Sr. Paulo Loureiro afirmou estar surpreendido com a situação e declarou não saber como o dano teria ocorrido. Expliquei-lhe que a viatura havia sido entregue sem qualquer rachadura no vidro dianteiro e perguntei de que forma a Mercedes Car Classe pretendia resolver o problema. Em resposta, o Sr. Paulo Loureiro afirmou que, na sua opinião, o dano não seria da responsabilidade da oficina, alegando que poderia existir anteriormente uma pequena lasca (“pica”) no vidro e que, devido às temperaturas elevadas registadas nesse dia — cerca de 36 °C — essa alegada lasca teria evoluído naturalmente para uma rachadura. Acrescentou ainda que o funcionamento do ar-condicionado, ao projetar ar frio sobre um vidro aquecido, poderia ter provocado um choque térmico responsável pela fissura. No entanto, reconheceu igualmente que essa alegada lasca não foi identificada nem registada na inspeção realizada no momento da receção da viatura, apesar de o próprio ter conduzido o veículo antes da sua entrada na oficina. A primeira solução apresentada pelo Sr. Paulo Loureiro consistiu em sugerir que eu acionasse o meu seguro automóvel para substituir o para-brisas, comprometendo-se a Mercedes Car Class a suportar o valor da franquia. Recusei essa proposta por entender que a viatura se encontrava sob a guarda e responsabilidade da Mercedes Car Classe desde o momento da sua entrega, não sendo aceitável que um dano ocorrido nesse período fosse resolvido através do meu seguro. O Sr. Paulo Loureiro insistiu nessa solução, chegando mesmo a afirmar que, caso fosse necessário, pagaria pessoalmente a franquia do seguro. Mais uma vez recusei, por considerar que essa solução não salvaguardava os meus direitos nem reconhecia a responsabilidade da oficina pelos danos ocorridos. Após cerca de duas horas de conversa, o Sr. Paulo Loureiro fotografou o número de série do para-brisas e informou que iria contactar a direção da empresa. Cerca de vinte a trinta minutos depois regressou com uma nova proposta. Informou-me de que não existia disponível um para-brisas original Mercedes para a minha viatura e propôs a instalação de um vidro de qualidade equivalente, mas não original, com um custo aproximado de 600 €. Segundo essa proposta, a Mercedes Car Class suportaria 300 € do custo da substituição, ficando eu responsável pelo pagamento dos restantes 300 €. Recusei igualmente essa proposta, por considerar que a viatura deveria ser devolvida nas mesmas condições em que foi entregue e que qualquer dano ocorrido durante a permanência na oficina deveria ser integralmente assumido pela Mercedes Car Classe. O Sr. Paulo Loureiro recusou formalizar essa proposta por correio eletrónico, limitando-se a escrever a mesma, à mão, numa folha de papel, que assinou. Solicitei ainda cópia da documentação de receção da viatura, nomeadamente da ficha de inspeção efetuada no momento da entrega, documento no qual, segundo o procedimento habitual da oficina, são assinalados os danos pré-existentes da viatura e registadas fotografias que comprovam o seu estado no momento da receção. O Sr. Paulo Loureiro recusou igualmente facultar-me essa documentação, não me entregando qualquer cópia da ficha de receção nem das fotografias eventualmente recolhidas. Esta recusa assume especial relevância, uma vez que a Mercedes Car Class fundamentou a sua posição na alegada existência de uma lasca (“pica”) prévia no para-brisas, quando esse alegado dano nunca me foi demonstrado, não consta de qualquer documento que me tenha sido apresentado e o próprio Sr. Paulo Loureiro reconheceu que não podia confirmar a sua existência no momento da receção da viatura. Quanto à proposta de pagamento da franquia do meu seguro, essa nunca foi colocada por escrito, tendo sido apenas comunicada verbalmente. Perante a ausência de qualquer solução satisfatória, procedi apenas ao pagamento da reparação do sistema de ar-condicionado, levantei a viatura no estado em que me foi entregue e registei em vídeo a existência da rachadura no para-brisas e o estado geral do veículo no momento da entrega. Não aceitei nenhuma das propostas apresentadas pela Mercedes Car Classe Assim, é um facto que: A viatura foi entregue nas instalações da Mercedes Car Classe sem qualquer rachadura no para-brisas. O veículo permaneceu sob a guarda, vigilância e responsabilidade exclusiva da oficina durante todo o período da reparação. A viatura foi devolvida apresentando uma rachadura significativa no para-brisas. A oficina não consegue indicar quando, como ou em que circunstâncias ocorreu o dano. A alegada existência de uma lasca prévia nunca foi registada na ficha de receção da viatura nem comprovada por qualquer documento ou fotografia. Apesar disso, a Mercedes Car Classe recusou assumir integralmente os custos da reposição do veículo no estado em que lhe foi confiado. Considero, por isso, que a Mercedes Car Classe incumpriu o dever de guarda e conservação da viatura enquanto esta se encontrava à sua responsabilidade, motivo pelo qual pretendo ser integralmente ressarcido dos prejuízos sofridos, incluindo a substituição do para-brisas por um componente de qualidade equivalente ao originalmente instalado, sem qualquer encargo para mim.

Encerrada
H. M.
01/07/2026

Reclamação – Férias arruinadas devido às condições do hotel e pedido de indemnização

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à minha reserva efetuada através da iCliGo, devido às condições extremamente deficientes do hotel onde fiquei alojado, que arruinaram por completo as férias do meu grupo. A nossa viagem estava marcada para o período de 27/06/2026 a 04/07/2026, para um grupo de 2 pessoas. No entanto, devido às condições inaceitáveis encontradas no hotel, fomos obrigados a terminar as férias antecipadamente e regressar a Portugal no dia 30/06/2026, suportando integralmente o custo da compra de 2 novos bilhetes de avião. Ao longo da estadia verificaram-se os seguintes problemas: 1. Falta de higiene na zona de restauração Quando nos dirigimos ao restaurante para fazer as refeições, verificámos que os pratos disponíveis para utilização estavam extremamente sujos, com restos de comida dos hóspedes anteriores. Pedimos por três vezes a substituição dos pratos. • Na primeira vez, o funcionário limitou-se a limpar o prato com um guardanapo e voltou a entregá-lo. • Na segunda vez, simplesmente virou o prato ao contrário e voltou a colocá-lo na mesa, continuando sujo. • Na terceira vez, levou o prato para um canto, virou-o algumas vezes, pensando que não estávamos a observar, e trouxe-nos exatamente o mesmo prato, ainda sujo. Após assistirmos a este comportamento totalmente inaceitável por parte dos funcionários, nenhum dos elementos do grupo conseguiu continuar a comer naquele restaurante. 2. Más condições de higiene no quarto As condições de higiene dos quartos eram manifestamente deficientes. Sempre que abríamos a água da casa de banho, libertava-se um cheiro extremamente desagradável. Encontrámos ainda moscas mortas coladas à parede do quarto, demonstrando uma evidente falta de limpeza e manutenção. Além disso, encontrámos uma barata dentro do quarto, o que reforçou ainda mais as nossas preocupações relativamente às condições de higiene do hotel. No quarto n.º 128, a janela não fechava corretamente e a base de duche apresentava pedras soltas, representando igualmente uma deficiência ao nível da manutenção das instalações. Quando comuniquei ao gerente do hotel a existência da barata no quarto, esperando que a situação fosse tratada com a seriedade que merece, a resposta que recebi foi completamente desrespeitosa. Em vez de pedir desculpa ou procurar resolver o problema, o gerente perguntou-me: “Você não tem baratas em casa?” Esta resposta foi completamente inadequada, demonstrando falta de profissionalismo, de respeito pelos clientes e total desvalorização de um problema grave de higiene. Em vez de reconhecer a gravidade da situação e tomar medidas imediatas, o gerente optou por minimizar o sucedido, aumentando ainda mais a nossa insatisfação e a perda de confiança nas condições e na gestão do hotel. Por muito que não tenha tido esta intenção, foi o que a afirmação do gerente nos transpareceu. Ainda pediu desculpa mas não foi o suficiente para aceitarmos ficar em tão más condições 3. Poluição sonora Durante todas as noites da nossa estadia era possível ouvir música muito alta nos quartos até cerca das 02h00 da manhã, devido ao fraco isolamento acústico do hotel. Esta situação impediu-nos de descansar adequadamente e comprometeu totalmente o descanso durante as férias. 4. Pessoas do grupo adoeceram É importante referir que 3 dos 6 elementos do grupo adoeceram logo no primeiro dia após comerem no hotel, situação que aumentou ainda mais a preocupação relativamente às condições de higiene existentes. 5. Reclamação apresentada ao gerente Perante todos estes problemas, apresentámos uma reclamação diretamente ao gerente do hotel, explicando todas as situações anteriormente descritas. O mesmo ouviu a nossa reclamação e tomou as devidas diligências, para com os funcionários. 6. Novo incidente no restaurante ( dia seguinte à reclamação ) – Barata na zona de refeições No dia seguinte à conversa com o gerente, dirigimo-nos novamente ao restaurante para tomar o pequeno-almoço. Encontramos de novo os individuais sujos, voltamos a solicitar a troca dos mesmos, ao qual nos deram outros individuais usados e sujos na mesma. Pela terceira vez, e após o gerente da cozinha ver a atitude do funcionário, ordenou que fossem colocados novos individuais para todos os membros da mesa devidamente lavados. Após isto tudo, finalmente recebemos individuais limpos. Enquanto estávamos sentados à mesa, ainda sem terminar o pequeno almoço, passa nos pelos pés uma barata enorme. Fomos nós próprios que a matámos e chamámos imediatamente um funcionário para lhe mostrar o sucedido. Para nosso espanto, em vez de recolher a barata e tratar da situação de forma adequada, o funcionário começou simplesmente a empurrá-la com o pé em direção à cozinha. Este comportamento deixou-nos completamente enojados e destruiu qualquer confiança que ainda pudéssemos ter na higiene e segurança alimentar do hotel. Até vomitei na mesa devido à situação. Depois deste episódio, nenhum dos elementos do grupo conseguiu voltar a comer naquele restaurante. Acabando mais uma vez a ir comer ao McDonalds. 7. Regresso antecipado Perante a acumulação de todos estes acontecimentos — falta de higiene, presença de baratas e outros insetos, deficiência das instalações, ruído constante durante a noite, pessoas do grupo doentes e a forma negligente como todas as situações foram tratadas — deixámos de ter qualquer confiança no hotel. Apesar de a viagem estar programada até ao dia 04/07/2026, decidimos terminar as férias antecipadamente. Assim, comprámos, às nossas próprias custas, 2 novos bilhetes de avião para regressar a Portugal no dia 30/06/2026, tendo em conta que não havia nenhum voo mais cedo e que a nossa agência (icligo) não nos prestou um suporte eficaz em nenhum dos momentos em que lhes pedimos ajuda, suportando um custo adicional significativo, para além de perdermos praticamente as nossas férias que tínhamos pago, pois tivemos cá 3 dias, dos quais 2 foram passados a resolver problemas. Pedido Considero que os serviços prestados estiveram muito abaixo do que era expectável e do que foi contratado. O hotel não correspondeu minimamente aos padrões de higiene, segurança, conforto e qualidade que são exigíveis a um estabelecimento turístico comercializado por uma agência de viagens. Por esse motivo, exijo que a iCliGo assuma a sua responsabilidade enquanto entidade que comercializou este pacote de férias e proceda ao pagamento de uma indemnização adequada pelos seguintes prejuízos: • Férias completamente arruinadas; • Condições de higiene manifestamente inaceitáveis; • Presença de baratas e outros sinais evidentes de falta de limpeza; • Falta de descanso devido ao ruído constante; • Problemas de saúde sofridos por parte do grupo; • Custos suportados com a compra de 2 novos bilhetes de avião para regressar antecipadamente; • Perda dos dias de férias que não puderam ser usufruídos; • Stress, incómodo, ansiedade e transtornos causados por toda esta situação; • Custo dos 2 voos de volta de dia (04/07/2026) que não chegaram a ser usufruídos pois fomos obrigados a marcar os novos. Anexo a esta reclamação fotografias, vídeos, a reclamação apresentada no hotel, comprovativos da compra dos novos bilhetes de avião e toda a restante documentação comprovativa dos factos descritos. Exijo uma resposta célere e uma solução justa para esta situação. Caso não seja apresentada uma proposta adequada de resolução, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor, incluindo a DECO Proteste, o Centro Europeu do Consumidor, o Livro de Reclamações Eletrónico e, se necessário, aos meios judiciais competentes. Com os melhores cumprimentos, Helena Maria Lopes Gomes Magalhães N.º da Reserva: 106209 Contacto: 935010470 E-mail: helenamagalhaes68@gmail.com

Encerrada
B. G.
01/07/2026
MEO

Atendimento telefónico

Exmos. Senhores O meu nome é B.G., e falo pela minha mãe F.G. no que toca a todos os assuntos relacionados com o serviço MEO, sendo inclusive, eu a realizar o pagamento mensal. Hoje, no dia 1 de Julho de 2026, ás 17:01, entrei em contacto para saber da disponibilidade de instalar 2 tomadas de sinal e fazer uma puxada do mesmo. Esperei 2 horas e meia para que me atendessem. Quando finalmente alguém me atendeu, identificou-se, e eu lamento imenso não ter percebido o nome, e indicou-me de pronto que o sistema estava em baixo e que eu tinha que aguardar. Aguardei cerca de 10 minutos até que a senhora retomou a chamada a dizer ''mas é um problema de internet?'' quando eu nem sequer tive hipótese de explicar a situação. Expliquei-lhe que não, e que apenas queria 2 tomadas de sinal em duas divisões distintas. Na presença de uma clara barreira linguística, a senhora atendedora disse que tal não existia, ao fim de 10 minutos e de explicar 5 vezes de forma diferente o que pretendia, ela afinal disse que existe o serviço e para aguardar. Quando voltou perguntou se eu queria fazer uma puxada de internet quando eu já lhe tinha especificado que era de televisão 5 vezes. Alertei para o facto de se ela não sabia que me passasse a alguém que soubesse do que eu estava a falar, mas ela não quis. Pediu para aguardar e eu aguardei. Voltou a dizer que afinal fazem o serviço de novo, que custa 50 euros o deslocamento do técnico. Perguntei se era 50 por tomada ou só por uma. Ela pediu-me para aguardar de novo. Salve-se que já vamos a 20 minutos de conversa e quase 3h de chamada, incluindo o tempo de espera. Quando voltou, informou-me que afinal não fazem o serviço de novo. Ora, tendo em conta que ainda hoje foram à minha vizinha fazer uma puxada do sinal, achei estranho. E dado a incoerência da conversa, exigi que a chamada fosse passada a um supervisor. Disseram-me que não dava. Exigi várias vezes, até me informarem que iriam dar o meu contacto à supervisora, e que a mesma iria entrar em contacto comigo de seguida. Isto foi ás 20 da noite do mesmo dia da ocorrência, momento em que decidi desligar a chamada e aguardar pelo contacto da supervisora. São neste momento x horas, e nada. Acreditando que não irá entrar em contacto comigo até amanhã, ou pelo menos esperando um bom senso nessa parte, faço já a reclamação. A falta de cuidado é inadmissível, dado que sou cliente desde a origem da MEO. A falta de coerência inaceitável! Como é que têm atendedores que não percebem quem fala português com eles, ou têm dificuldade nas terminologias, e que não sabem que serviços a MEO oferece ou não, sendo necessário a intervenção de um supervisor para explicar? Nunca fui tão mal atendida por parte da MEO, nem tão descartada. Como assim o supervisor não pode atender a chamada? Como assim tenho que esperar mais uma data de horas até ter a situação resolvida, depois de ter uma chamada com duração de 3h, entre o tempo de espera e o atendimento? Sou cliente, recorri ao apoio ao cliente, e não me senti minimamente apoiada. Senti-me descartada. Ah, salve-se que a senhora disse que precisava de contratar um profissional privado, e a responsabilidade de qualquer dano aos aparelhos recai sobre mim. Não me parece normal. Só queria usufruir do serviço, do qual eu pago quase 100 euros por mês, em mais zonas da casa. A minha mãe é doente oncológica e mal sai da cama ás vezes. Era para ela ter acesso a isso. E é isto que a MEO faz. Ao fim de 20 e tal anos de fidelização. É triste. Deixo isto público para todos verem a incompetência. Substituem cargos por inteligência artificial que não resolve nada, e os cargos que mantêm não têm formação suficiente ou não se esforçam o suficiente. Possivelmente devido ao baixo salário a que são sujeitos. Embora paguemos rios de ouro para termos um serviço que é fraquinho fraquinho.

Resolvida

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