Reclamações públicas

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D. A.
26/08/2018

Serviço de urgência

No dia 26/08/2018 pelas 15h00 dirigi-me ao serviço de urgência no Hospital da Luz Arrábida com sintomas de alergia, manchas e prurido na pele. Pouco tempo depois fui atendida no consultório pelo médico Dr. João Dias, onde só visualizou as manchas. Não fez qualquer tipo de testes, nem análises. Chamou uma outra doutora ao consultório para ver as manchas, a qual não sabia também o que fazer. Dois médicos a olharem para mim, sem saber o que fazerem. Aconselharam me a consultar um dermatologista, a qual tinha que esperar 8 dias para uma consulta. E até lá como ia ficar? Se o meu corpo cada vez tinha mais manchas. Não tentaram se quer perceber o que realmente eu tinha. No fim receitou um comprimido para o prurido, mas que não sabia de que eram as manchas. Afinal quem são os médicos? Isto tudo, durante uma consulta que não durou mais de 10 minutos. Paguei 35€ porque tenho um subsistema de saúde se não pagava 80€ para ser vista em 10 minutos e ficar sem saber o que tinha. Como entrei no hospital como saí.Paguei por um serviço que não foi prestado. Saí do hospital com as mesmas dúvidas, com os mesmos sintomas sem ninguém arranjar uma solução.

Encerrada
A. C.
19/08/2018

Cobrança indevida

No dia 17-08-2018 me dirigi ao Hospital Lusíadas do Alto dos Moinhos para uma consulta de rotina, porém com outro médico, pois minha médica está de férias.Em todas as consultas, sempre fiz análise de glicose à pedido da Dra.Catarina e nunca paguei 1 euro por isto, porém com esse médico Dr. Francisco ( endocrinologista) foi efetuado um exame seu meu conhecimento e sem prévio aviso e que seria preciso pagar o valor de 50 euros não comparticipado pelo plano Alianz. Em momento algum, o médico, as enfermeiras ou atendentes me informaram que seria preciso fazer um exame, além do habitual, que seria a análise capital do nivel de açucar em meu sangue, exame este, que nunca paguei em 3 anos que passo com a Dra.Catarina. Ao sair do hospital, me deparei com esta taxa absurda, onde teria que pagar por um exame que eu nem sabia que tinha feito, pois foi executado sem minha permissão e consentimento. Foi feita uma reclamação no livro de reclamação do hospital e por este motivo, ainda não efetuei o pagamento, por estar à espera de uma resposta.

Resolvida

Tratam-nos como codigo binario.

Por motivos particulares a administração do centro de Saúde de Anadia, ou a do ACES Baixo-Vouga decidiu/iram atribuir-me como médica de família, a Dra. M. Frutuoso, colaboradora do Centro de Saúde de Avelãs de Cima. Dias antes desta data enviei um e-mail a anular a dita consulta, pois não necessitaria desta, no entanto, dois dias antes da dita recebo uma msn a confirmar-me a marcação desta.Atendendo, que, entretanto, necessitaria de verificar umas coisas e de marcar algumas consultas de especialidades diferentes, etc, acabei por ir e fui, terrivelmente, atendido pela médica. Pois, desrespeitou o estipulado no novo codigo de confidencialidade dos dados pessoais das pessoas, decretado pela comissão europeia no final do ano passado e transposta para a Lei Portuguesa este ano, ao começar por perguntar-me assuntos para o/s qual/ais não me tinham conduzido até lá. Resumindo, fez-me sentir constrangido de tal forma, que perdera de morte a confiança nela e nem lhe permiti que continuasse a consulta, pois pela atitude brusca que teve comigo, apercebi-me que apenas iria desocupar meu tempo em desnecessárias análises e exames, quando toda essa informação já a detinha ou lhe fora enviada por mim, por e-mail.

Encerrada
A. C.
29/07/2018

Urgência do Centro Hospitalar de Coimbra calamitoso.

Passo-vos a transcrever aquilo que enviei para várias entidades:Para verificarem o meu estado de espirito sobre que me ocorrera, só vos posso comunicar o seguinte: entre regressar às urgências do CHUC ou morrer prefiro a segunda alternativa. tenho a plena noção de que o futuro não está nas minhas mãos... Todavia, dentro dos meus limites, evitarei...Venho expôr, denunciar uma situação que me ocorrera no dia 27 de julho de 2017. Devido a excesso de esforço, durante a manhã comecei com níveis muito altos de lombalgias. Padeço de síndrome de Schroeder (trema no o) que é uma situação muito incapacitante. Havia sido diagnosticado em, mais ou menos, 2015. A dor centrava-se nas L1, 2 e 3 da coluna vertebral ou de acordo com enciclopedia medica do Readers Digest de 1995, L22, 23, 24.Antes de me ter dirigido às urgências do CHUC, por volta das 16h, liguei para a saúde 24, e fora a atendedora, enfermeira, que me recomendara ir. Perguntei-lhe se iria ou não encaminhar o meu caso para o referido hospital e ela informou-me que sim. Que poderia ir, mal chegasse, estas urgências já estariam à minha espera.Cheguei, mais ou menos, por volta das dezoito horas.Passei pela primeira triagem de enfermagem que passa-me para uma segunda triagem médica. Pergunto, ironicamente, quantas mais triagens terá o utente de passar para ser devidamente socorrido?! Recordo-me de uma portaria ou documento em que o antigo ministro da saúde do governo Passos Coelho dava alguns poderes aos enfermeiros para encaminharem os pacientes para o/s exame/s que julgassem convenientes. Que eu saiba, o atual ministro não revogara tal comunicado, como tal, opino, mantém-se ou deveria manter-se em atuação. Na primeira triagem, a enfermeira, deu-me uma pulseira amarela, apesar de ser notório que a pulseira deveria ser de outra cor.Foram os utentes da urgência que tiveram que acabar por intervir para alguém vir em meu socorro, pois verificarm que estava prestes a desfalecer. Apenas olhava para as informações de Manchester, e lá via, que seria antendido em sessenta minutos. Na minha cabeça mantinha-se esta ideia, neste tempo serei atendido, vão-te ajudar. O/s utente/s presente/s compadecer(am)-se do tempo que já estava à espera e, mesmo alguns, que se encontravam muito antes da minha entrada, não se importaram que passasse à frente. Aqueles sessenta minutos foram uma eternidade para mim. Requere-se às entidades que se investigue esta situação. A minha percepção fora que decorrera mais de sessenta minutos, todavia, atendendo ao estado miseravel em que me encontrava, não consigo ter certezas. Não consigo encontrar essa informação no relatório da alta.Sempre fora colaborativo dentro das minhas possibilidades, senão não me sujeitaria ao batalhão de exames efetuados, nem às condições calamitosas do serviço de cirurgia do serviço de urgência do CHUC. Apesar de ter estado neste em 2007 , numa situação diferente, numa transferência entre hospitais. Poucos anos depois vira a reportagem coordenada pela Excentíssima Sr.ª D.ª Ana Leal, reporter e colaboradora da TVI e revi-me nesta, como sendo um dos pacientes a ver o outro a morrer. Posso atestar que aquela mortal situação, calamidade publica, apesar da direção do CHUC ter-se alterado, vergonhosamente, se mantém.Estive mais de doze horas nas urgências. Sempre colaborativo com todos, apesar do referido no relatório, efetuado por um medico que nunca falara comigo, por mudança de turno, especulo, baseado em informações de um colega seu que me atendera da segunda triagem (sugiro, ironicamente, porque não passam desta/s triagem/ns para as subtriagens, subsubtriagens, ...triagens). Fora atendido por vários médicos, vários/os enfermeiros/as, várias auxiliares tecnicos de saúde e a todos/as aplaudo-os/as por conseguirem trabalhar neste calamitoso serviço do CHUC. Tudo o referido naquela reportagem mantém-se. Macas atabalhoadas, encostadas umas às outras, de forma a impossibiliar o acesso do/s profissional/ais de saude à dita quando necessário. De tal forma era a minha situação, que cada vez que tocassem na maca era como chicoteassem todo o meu corpo. Porém, não podiam evitar isso, pois para acederem a outros pacientes teriam que tocar nesta. Parece-me obvio que se encontra saturado este serviço.Coloco em causa o processo de triagem, pois considero que me encaminharam para o serviço específico errado. Na minha modéstia opinião, o mais adequado seria a reumatologia e esse parâmetro não fora, suspeito, tido em conta nas análises sanguíneas. Desconheço o motivo, pois referira-lo.Esgotado por todo o circunstancialismo, desesperado por não ver atuação efetiva da minha situação. Sou confrontado com a opinião, ditaturial, do medico que me dera alta que não via razão para a realização de um TAC à coluna, para se verificar com detalhe a situação referida, apesar de ser, mais ou menos, visível no/s raios-xs. De acordo com este, não teria forma de o fazer, nem iria faze-lo, nem me encaminhara para outro/a especialidade, nem descrevera essa sugestão à medica de familia, para que tivesse isso em consideração. A este jovem dou apenas trêss qualificações ao seu ato clínico, negligente, irresponsavel e incompleto.Exaurido não consegui mais aguentar a tortura... Estava a sentir-me e estavam a fazer-me sentir hiperbolicamente pior do que quando entrara. O dito medico pediara ao enfermeiro para me retirar o cateter. Fiquei abandonado no corredor e, depois de recebido a alta médica, acabei por retirá-lo das costas da mão, li o referido relatório, que me pareceu difamador para minha pessoa. E retirei-me do hospital, prometendo a mim mesmo que entre morrer e ter que voltar a ser socorrido aqui, prefiro a morte mais pacífica, tranquila e sem dor, se possível!Descrevo-vos uma situação de saúde publica. A ter que ser investigada, emendada, etc., denunciada, para que outros/as, como eu, não tenham que passar pelo calamitoso inferno que repeti neste específico serviço.

Encerrada
L. A.
07/06/2018

cancelamento de inscrição / anulação mensalidades

no passado mês de setembro de 2017, enviei um email a informar que ia fazer um interregno de 6 mêses e solicitava o cancelamento da minha inscrição, informando que tinha conhecimento do pré-aviso de 30 dias.Deixaram de proceder à cobrança da mensalidade.No dia 10 de Abril, recebi uma chamada telefónica do nº 210414098 ( holmes place ) a perguntarem se ia voltar ao ginásio, respondi que não, embora estranhando o motivo do telefonema, reforcei por email nesse mesmo dia o pedido de cancelamento de sócio.A partir desse momento passaram para a pratica de extorsão, enviando à cobrança o mês de Maio e agora o mês de Junho, evocando que tinha pedido a suspensão e não o cancelamento.Procurei o email original que deu origem ao pedido de cancelamento e está escrito cancelamento e não suspensão.Hoje recebi um email do Sr Geoffray Ramos dizendo que pedi suspensão e não cancelamento, quando no email está escrito cancelamento e com um novo argumento de os cancelamentos não puderem ser aceites por email, mas somente presencialmente ou carta registada, isso deveriam ter informado em Setembro de 2017 e não hoje dia 7 Junho de 2018. Solicito o cancelamento de associado e que anulem os pedidos de cobrança dos meses de Maio e Junho no montante de 130,20 euros.

Resolvida
J. F.
23/05/2018

Exames RX e Ecografia Hospital Luz - Oeiras

No dia 04 do corrente mês recorri a esta unidade de saúde para efetuar os exames de Ecografia e RX ao cotovelo direito.Após o levantamento do resultado dos referidos exames, referem os mesmos que os exames que me foram feitos foram (RX) ao joelho direito (??????) e Ecografia ao ombro direito (??????).Com estas trapalhadas profundamente lamentáveis e com devida falta de profissionalismo, questiono se efetivamente os exames são do ombro, do joelho ou até da cabeça ou doutro osso do corpo (estou a ironizar) e se dizem respeito à minha pessoa.Repare-se que dos 2 exames efetuados OS 2 ESTÃO INCORRETOS.Com situações destas como podemos aceitar como credíveis os serviços que nos são prestados?

Resolvida
A. T.
12/03/2018

2 Débitos Directos ainda não CANCELADOS

Apesar de numerosas tentativas, nomeadamente via tel. e mails (anexos) desde 5/2017, ainda não estão CANCELADOS os 2 DD com esta empresa conforme solicitado a 17/1/2017 (conforme doc. anexo).

Encerrada
T. M.
08/02/2018

Cancelamento de seguro de saúde

Em Novembro de 2017 duas das vossas assistentes vieram ao meu local de trabalho propor os vossos serviços. Apesar da minha aparente dúvida em avançar convosco, uma vez que me foi dito que, preenchendo o formulário não haveria compromisso, assim o fiz. Foi me dito que caso quizesse avançar convosco que eu teria que dar a confirmação depois. Ontem, 6 de Fevereiro de 2017 deparo-me com um levantamento de 31,96 ( valor referente a 2 meses) a qual não dei autorização, face áquilo que me foi dito... Uma vez que não usufruo dos vossos serviços porque não quero ( Nao iria dar ordem de pagamento a um seguro a qual eu não usufruísse) eu espero que me devolvam o dinheiro debidado da minha conta. Nunca me dirigi a nenhum estabelecimento vosso após apresentação dos vossos serviços.

Encerrada

Fiquei indignada com o atendimento dado pelo especialista em causa

Fui atendida por um especialista Dr. Pedro M. Mórtágua Velho, na Rua Figueira da Foz, n.º 87, Coimbra que nunca me dirigiu uma palavra, nem mesmo após ter sido saudado, duas vezes, por mim. Este exame foi marcado, via Centro de Saúde, onde referiram que o preço às duas mãos era de 70 euros. No consultório, apenas fiz exame de electromiografia à mão direita, pois as queixas eram nesta mão e não nas duas. Aquando da entrega do exame, pediram-me, 70 euros, apesar de ser apenas a uma mão.Pedi fatura e referiram que de momento não a podiam passar, mas que a enviavam pelo correio.Saí deste local com a sensação de que fui enganada.

Encerrada

Reclamaçao da faturaçao por implantes que nao existem . Pedia a devoluçao dos Valores.

Peço os Valores, sobre os implantes que não existem. e foram faturados,

Encerrada

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