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Reclamação contra Uniplaces por Alteração Unilateral de Contrato e Falha na Prestação de Serviços
Escrevo para apresentar uma reclamação formal contra a Uniplaces e um senhorio associado à plataforma, devido a práticas comerciais enganosas e falha na prestação de serviços conforme contratado. Sou consumidor residente em Portugal e exijo a intervenção da DECO para resolver esta situação. 1. Detalhes da Reclamação: Reserva Efetuada: 28 de fevereiro de 2025, através do site da Uniplaces. Serviço Contratado: Alojamento de 12 meses em Lisboa, por 420€/mês + taxa de serviço de 336€ (total: 756€). Referência da Reserva: [Inserir Número]. Problemas Enfrentados: Alterações Unilaterais do Contrato: Após o pagamento, o senhorio incluiu cláusulas não mencionadas no anúncio original: Direito de rescindir o contrato com 30 dias de antecedência, sem justa causa. Retenção do último mês de renda no check-out. Provas Anexadas: Captura de ecrã do anúncio original (sem estas cláusulas). Contrato revisto pelo senhorio (cláusulas adicionadas destacadas). Impedimento de Check-in: O senhorio recusou-se a entregar as chaves em 1 de maio de 2024, exigindo a aceitação das novas cláusulas. Falta de Suporte da Uniplaces: A Uniplaces ignorou as evidências e respondeu com mensagens genéricas, alegando que "o anúncio foi atualizado". 2. Base Legal: Lei do Consumidor (Lei n.º 24/96): Artigo 9.º (Obrigações do Profissional): O serviço deve ser prestado conforme as condições divulgadas. Artigo 10.º (Direito de Arrependimento): Direito a cancelar o contrato em caso de informação enganosa. Diretiva Europeia 2011/83/UE: Violação do dever de transparência pré-contratual. 3. Pedidos: Reembolso total de 756€ (420€ + 336€). Responsabilização da Uniplaces pela verificação inadequada do anúncio. Aplicação de sanções ao senhorio por práticas abusivas. 4. Anexos: Comprovativo de pagamento (IMG_1109.jpeg). Anúncio original (28/02/2025). Contrato modificado pelo senlordio. Histórico de comunicação com a Uniplaces. Conclusão: Esta situação causou-me prejuízos financeiros e stress significativo. Confio na intervenção da DECO para garantir que os meus direitos sejam respeitados. Atenciosamente,
Desonestidade, Fraude, Burla
Exmos. Senhores, Fui ao site da uniplaces que não tem as regras muito claras e reservei um quarto de casal desde o dia 29 de Abril até ao dia 31/05/2025. Não sabia que contavam desde o dia 29 como sendo outro mês então por apenas 2 dias paguei o valor total de 1 mês, pedi para alterarem por favor as datas para 1 de Maio até 31 de Maio ao qual me passaram para o senhorio sem qualquer contacto telefónico só me deram um email o qual me disse que o quarto estava bloqueado e que não podia alterar. Reclamei com a Uniplaces que me disse que não ia ter reembolso mas que podia cancelar o arrendamento . Ou seja eu cancelei o arrendamento tiraram me 810€ da conta sem eu sequer ter estado no quarto nem usufruir desse arrendamento. Preciso de ajuda por favor para ligar com este tipo de gente desonesta que burla as pessoas . Pretendo que por favor uma alternativa ou que me devolvam o dinheiro. Isso sim é o mais justo e honesto a se fazer, pois não usufrui de qualquer tipo de serviço Isso para mim é roubar as pessoas descaradamente. Nao vou usar mais a Uniplaces nem vou recomenda-la a ninguém eles aproveitam-se das pessoas enganando-as. de forma desonesta e de má fé. Tenho todos os compravitos de e-mails trocados tanto com a uniplaces como com o senhorio. Os trabalhadores da uniplaces são brutos e mal educados. Alerto por favor para que tenham muito cuidado com esta empresa é burla. Obrigada. Comprimentos, Rafael Teixeira
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, (Atraso e falta de comunicação) Cumprimentos. Estou a completar 30 dias que fiz uma compra de uma camisola no site www.gameday.pt, não consigo contacto com a empresa nem tenho um prazo para saber se vou receber ou não,. para quem estiver a ler esta reclamação eu ja lhe aviso, cuidado!
Informação enganosa e pedido de cancelamento da inscrição impossivel
Exmos. Senhores, Boa tarde. É com muito desagrado que venho expor a minha experiência com a Bodyconcept de Santarém. No início deste mês de Abril ganhei uns voucher se oferta de tratamento através da roda semanal da Vodafone. No dia 07/04/2025 fui contactada pela clínica para agendar a conculta para o dia seguinte, 08/04, pelas 17h, para fazer a avaliação sem qualquer compromisso. Compareci no dia e hora agendado e, à entrada, deram me logo uma ficha de avaliação para preencher, pensando eu que faria parte da aquisição dos vouchers. Fui chamada ao gabinete, entreguei a ficha de avaliação e a senhora nunca referiu os devidos vouchers ou qualquer oferta, motivo pelo qual eu me tinha lá deslocado. Começou a impingir me produtos para tratamentos, os quais eram pagos, e que estariam com uma promoção somente com 3 vagas. Ora, eu decidi que queria falar com o meu namorado primeiro, mas este nunca atendeu o telemóvel por motivos de trabalho. A senhora da clínica insistiu persistentemente, referindo novamente que só tinha vaga para 3 pessoas e eu tinha sido escolhida para estar ali. É de realçar que eu só queria os vouchers de oferta que me tinham saído na roda da Vodafone e não queria adquirir qualquer produto. A senhora, sem aguardar, disse que o meu namorado não precisava de saber de tudo e, por isso, senti me pressionada e manipulada a adquirir um tratamento. Colocou me logo uns papeis para assinar, pediu me um código de verificação, tirou fotografias ao meu Cartão de Cidadão e somente me deu o duplicado das Normas de Funcionamento. Nunca foi referido em lado nenhum que o cancelamento ou desistência eram impossíveis. Ao chegar a casa é falar com o meu namorado, não se concordou com o tratamento, uma vez que estamos com o orçamento familiar apertado e não seria possível adquirir qualquer extra. No dia 23/04/2025, precisamente 15 dias após a assinatura dos documentos, pelas 19h10m, enviei um email a solicitar o cancelamento da inscrição e que não me fosse debitado da conta as prestações da Cofidis Pay, uma vez que não tinha posses para tal. Pensei que o assunto estivesse resolvido, dado que não tinha obtido resposta, até receber uma mensagem no dia de ontem, 28/04, a dizer que tinha tratamento marcado. Voltei a reencaminha o email de cancelamento e, hoje, 29/04, ligaram me da clínica. Qual não é o meu espanto quando a senhora ao telemóvel me disse, arrogante e prepotentemente que o cancelamento ou desistência não seria possível porque eram prestadores de serviços (desculpa mais esfarrapada, a meu ver). Ora vejamos, eu, trabalhadorano departamento jurídico do Município, devo conhecer as legislações e, portanto, referi que, como consumidora tinha e tenho o direito de desistir do contrato por arrependimento ou falta de condições financeiras, bem como tenho conhecimento de que um contrato de prestação de serviços pode ser cancelado a qualquer momento com motivos bem fundamentados (Lei 24/96, de 31 de Julho - Lei de Defesa do Consumidor). A senhora ao telemóvel continuou a dizer que eu não podia desistir e que se não pagasse, tinha problema com o Banco de Portugal, o que me soou a ameaça. Eu referi que ia fazer reclamação à sede das clínicas Bodyconcept, Portal da Queixa e Deco Proteste, ao qual a senhora disse e passo a citar "Pode fazer as reclamações que quiser que o cancelamento é impossível, não vão fazer nada". Volto a frisar, porque nunca será demais, não tenho hipóteses financeiras de momento para fazer qualquer tratamento, não foi para isso que me desloquei à clínica, só queria mesmo o que me foi oferecido. Após o acontecimento de hoje e a atitude da clínica, não quero ter qualquer ligação com a mesma. Se chegam ao cúmulo de manipular e forçar pessoas a estarem nas vossas clínicas, deixa muito a desejar o serviço. Não são donos de ninguém para obrigarem pessoas a ficarem com os vossos serviços. Deste modo, e em suma, solicito a resolução deste problema o mais célere quanto possível, uma vez que saí uma prestação agora no início do mês e vejo me forçada a pedir dinheiro emprestado a terceiros para pagar um serviço que já pedi o cancelamento. Ao dispor para quaisquer esclarecimentos. Cumprimentos, Marta Costa
reembolso
Exmos. Senhores, Imediatamente após ter recebido a comunicação da AVAST de 2/02/25, comuniquei não pretender a renovação automática do produto anti vírus e solicitei o reembolso da importância debitada na minha conta bancária. Após cerca de 90 dias passados desde o meu pedido - e incontáveis reclamações para o endereço electrónico indicado pela AVAST - continuo a receber respostas incompreensíveis, nomeadamente que houve um problema no processamento do meu reembolso, sem o identificarem nem apresentarem qualquer solução. Como devo proceder Cumprimentos.
Obstrução ao Acesso e Violação dos Direitos do Consumidor
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a plataforma MAX (HBO Portugal Unipessoal Lda.) pelos seguintes motivos: Contexto da Reclamação: Fui cliente da Vodafone até 09/04/2025, tendo subscrito a plataforma MAX através dessa operadora. Após o término do meu contrato Vodafone, tentei continuar a utilizar a MAX de forma independente. No entanto: A subscrição ficou bloqueada ao sistema de autenticação da Vodafone (SSO); Fiquei impossibilitada de renovar ou gerir autonomamente a minha conta. Fiquei impedida de renovar ou contratar novamente o serviço, já que a minha conta permanece associada ao perfil Vodafone. Apesar dos vários contactos efetuados, a MAX limitou-se a informar que a responsabilidade de cancelamento e de atualização do estado da subscrição pertencia exclusivamente à Vodafone, recusando qualquer tipo de intervenção ativa no sentido de desbloquear o serviço ou ajudar o consumidor. Problema principal: A MAX, enquanto prestadora de serviços, falhou no dever de proteção e apoio ao consumidor ao: Não agir de forma eficaz junto do parceiro (Vodafone) para resolver o problema; Recusar-se a propor alternativas que permitissem a continuidade do serviço contratado; Manter uma postura passiva, sabendo que o cliente estava privado do acesso a um serviço pago. Consequências: Desde 09/04/2025, encontro-me sem acesso à plataforma MAX e impossibilitada de reativar ou pagar pela subscrição, apesar da vontade expressa de continuar a ser cliente. Esta situação configura uma obstrução ao meu direito de livre acesso a serviços no mercado e um bloqueio comercial injustificável. Pedidos à DECO: Intervenção junto da MAX para a resolução do bloqueio associado ao sistema da Vodafone; Garantia de que posso subscrever a MAX de forma direta, sem dependência de parceiros anteriores; Avaliação de eventuais medidas corretivas e compensação pelos prejuízos causados. Anexos: Comunicações trocadas com a MAX Comunicações trocadas com a Vodafone Cópia das reclamações submetidas no Livro de Reclamações Fico a aguardar a vossa atuação, na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Iolanda Salvador Alfaiate
Falta de apoio a condómino
A Empresa Dourominium é gestorabde condomínios e representa o prédio onde habito. Sou proprietária de uma fração no ultimo piso de uma das entradas (fração D) e no passado dia 26 de Março fui confrontada com a falta de sinal de TV (uso apenas o sinal de televisão do prédio e a smart TV faz a conversão para o digital). Comuniquei desde então, por várias vezes com a administração do condomínio, sem qualquer resposta. Mantanho-me à data desta comunicação, ainda sem qualquer sinal. Dentro da habitação não consigo percecionar qualquer alteração. Já fiz a verificação das ligações que me corresponde responsabilidade. Que poderei fazer perante tal situação, pois podendo apenas ser a minha habitação (os demais condóminos ou têm assinaturas de prestação de serviços online ou não terão qualquer problema e portanto desconheço)? Agradeço opinião Helena Carvalho (0565408-92)
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Fiz uma reserva pela internet na Europcar Coimbra. Necessitei antecipar a retirada da viatura. Fizeram nova reserva sem anular a reserva anterior. Cobraram eur 95 pelo não comparecimento, referente à primeira reserva. Já registei diversas reclamações. Fui pessoalmente na agência duas vezes. Andam a enganar o cliente e não me devolvem o dinheiro há quase um mês. Case #22896071 Cumprimentos.
tentativa de entrega falsa
Exmos. Senhores, No dia de Hoje, 29/04/2025 a transportadora GLS deveria ter efectuado a entrega de uma encomenda (tracking GLS 1109051617) na minha morada. Recebi um e-mail às 8h40 a indicar que a encomenda estava em distribuição. Às 12h51 recebo novo e-mail a informar que a encomenda não tinha sido entregue (no entanto não apresentam motivo). Às 13H07 Recebo ainda outro e-mail a informar que a minha encomenda tinha sido redireccionada para uma parcel shop, obrigando-me a deslocar-me até ao local, o que não corresponde ao serviço contratado (entrega ao domicílio). A morada de destino é um estabelecimento comercial e em momento algum o estafeta tentou entregar esta encomenda!!!! Considero esta conduta inadmissível: além de não prestarem o serviço conforme contratado, a GLS ainda regista falsamente uma tentativa de entrega, transferindo injustamente a responsabilidade para o cliente. Exijo o cumprimento rigoroso do serviço de entrega ao domicílio que contratei e medidas concretas para evitar a repetição desta prática. Cumprimentos.
Comunicação e valores em falta
Exmos. Senhores, No dia 24/03/2025, aluguei um carro na Centauro do Parque das Nações, deixando uma caução de 1600 € + 100 € (portagens) + 22,40 € (gasolina). No dia 29/03/2025, tive um acidente e dirigi-me ao escritório da Centauro para trocar o carro, uma vez que a porta traseira do veículo que conduzia ficou bastante danificada. Na altura, fui informada de que me seria debitado o valor de 1517,60 € da caução devido ao dano no carro. Quando questionei se este valor seria devolvido caso não fosse considerada responsável pelo acidente, informaram-me que não, porque o carro não foi devolvido nas condições iniciais do aluguer e, por esse motivo, a caução não seria restituída. Quando referi que essa situação não fazia sentido, uma vez que, se não fosse considerada responsável, o seguro cobriria os danos e a Centauro seria paga duas vezes pelo mesmo prejuízo, responderam-me que, por vezes, o montante é devolvido e, outras vezes, não. Perguntei qual o critério para saber se o valor seria devolvido ou não, e responderam-me que dependia da situação (??). No dia 01/04/2025, devolvi o segundo carro no aeroporto de Lisboa e, no dia 15/04/2025, recebi de volta os 100 € deixados para eventuais portagens. Uma vez que me encontro fora da União Europeia, não consigo comunicar com a Centauro de outra forma que não por e-mail (enviado no dia 14/04/2025, ao qual ainda não obtive resposta). Desta forma, coloco aqui o meu problema. Hoje, dia 28/04/2025, continuo a aguardar informação relativamente ao resultado da peritagem do acidente, bem como sobre a devolução da caução. Além disso, nunca me foi devolvido o valor da gasolina (22,40 €), sendo que entreguei os dois carros com mais combustível do que aquele que me foi fornecido. Aguardo uma resposta. Obrigada, Rita Couto
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